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domingo, 26 de maio de 2013
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
Alta Roda - De volta para o futuro
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| Mercedes-Benz/Divulgação |
Exemplo de transformação em realidade é o novo Mercedes-Benz Classe S, que chegará ao Brasil no fim do ano, na faixa dos R$ 800 mil. Sua première mundial (estática) em Hamburgo, Alemanha, semana passada, teve show à altura dentro da fábrica de aviões Airbus. Para descrever o modelo-símbolo da marca necessitam-se 150 páginas, em DVD; manual do proprietário seria confundido com um livro.
Difícil selecionar tópicos mais importantes entre tantos. Trata-se do primeiro automóvel a dispensar lâmpadas: há quase 500 LEDs (diodos de luz), dos quais 56 só para os faróis. Uma estereocâmera (tridimensional) avalia desníveis e buracos no pavimento à frente e comanda adaptação prévia das suspensões a ar. Essa câmera, em conjunto com sensores e radares, detecta, além de pedestres e outros obstáculos, o tráfego em cruzamentos, dia ou noite, para evitar ou mitigar acidentes. Estabilizador de velocidade mantém distância de segurança – acelera, freia, para e arranca – e segue o veículo da frente até em curvas de raio longo, sempre dentro da faixa de rodagem, ao atuar no volante de forma autônoma.
Novo Classe S foi construído de trás para frente, a partir da versão de entre-eixos longo, tal o nível de conforto e segurança. Poltrona traseira diagonal à do motorista inclina até 43 graus, tem suporte integral para pernas, aquecimento nos apoios de braços e 14 atuadores para massagem nas costas. Além de cinto de segurança inflável, há algo como airbag de assento que limita, em caso de acidente, o corpo escorregar por baixo do cinto, mesmo que o passageiro esteja adormecido.
Entre as amenidades, sistema ativo de perfumar o habitáculo sem saturar o ambiente, comando de várias funções por meio de telefone inteligente ou tablete e duas mesas de apoio rebatíveis no console central traseiro, além de sistema de áudio com 24 alto-falantes e 1.540 W de potência.
Privilégios também na parte da frente, com duas grandes telas de 12,3 polegadas, uma delas só para o quadro de instrumentos. E mais segurança: os cintos afastam motorista e passageiro da direção do impacto frontal; freio de estacionamento é acionado em caso de iminente colisão traseira para minimizar o efeito chicote sobre a coluna cervical de todos os ocupantes.
Em estilo, manteve o caráter evolutivo, embora a grade frontal maior lhe dê personalidade. São só dois cm a mais de comprimento (versão de entre-eixos curto), mas “emagreceu” 100 kg. Coeficiente aerodinâmico surpreende – apenas 0,24 –, mas, em breve, alcançará 0,23 com um pacote opcional de menor consumo/emissões. Motores vão de 258 cv a 456 cv, já enquadrados na próxima e ainda mais rigorosa legislação europeia antipoluição.
RODA VIVA
ESTRATÉGIA clara das marcas francesas: antecipar os sedãs novos frente aos hatches. Substituto do C4 Pallas (nome vai mudar para Lounge ou outro, em estudo) chega logo no segundo semestre, seguido pelo sucessor do Logan, igual ao já disponível na Europa. Respectivos hatches, C4 e Sandero, só no início de 2014. Este último tem mais fôlego de vendas até lá.
REPOSICIONAMENTOS de preços continuam para defender posições de mercado. Toyota recheou versão intermediária do Corolla em tentativa de deter avanço do Civic. Já a Ford acrescentou ar-condicionado ao Ka, o que o tornou o mais barato modelo com esse equipamento entre automóveis pequenos. Veterano Mille retomou a coroa de nacional mais acessível por R$ 21.990.
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| Volkswagen/Divulgação |
LIFAN, marca chinesa agora divorciada do sócio brasileiro Effa, coloca suas apostas na montagem uruguaia do X60, SUV compacto anabolizado. Manteve a fórmula oriental de combinar máximo de recheio a preço baixo: R$ 52.777. Inclui até navegador GPS, além de material de acabamento longe do rústico. Estilo agrada e motor de 1,8 L/128 cv/16v está de bom tamanho.
SEGUNDO a Anfavea, mercado brasileiro é disputado por 1.220 modelos e versões de 54 marcas, entre nacionais e importadas (somados caminhões e ônibus, 62 marcas e 1.744 opções). Nesse nível de oferta, os dias de estoques em fábricas, importadoras e concessionárias terão que crescer para algo em torno de 30 a 35 dias.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Falso amigo? Para que serve mesmo o engate traseiro do seu carro?
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| Cesvi/Divulgação |
FEITIÇO VOLTA CONTRA O FEITICEIRO
O engate, de fato, pode proteger seu veículo em batidas leves, principalmente aquelas “encostadinhas” que ocorre nos estacionamentos. Porém, num impacto um pouco mais forte, o engate danifica o seu carro – de uma forma mais violenta do que se não houvesse o acessório ali.
Isso porque o engate é fixo, normalmente, em pontos da longarina. Em casos nos quais o crash-box poderia absorver o impacto sem danificar a estrutura do veículo, a força do impacto vai direto para as longarinas, danificando sua estrutura.
Como dissemos, a função real do engate é acoplar algo ao veículo, aumentando assim sua capacidade de carga. Mas saiba que existem algumas regras para a instalação:
• O engate deve ser instalado apenas em veículos que tenham capacidade de tração. Essa informação é descrita no manual do proprietário.
• Deve ser instalado respeitando os pontos de fixação descritos no manual do veículo.
• Deve se observar o modelo de cada engate, respeitando sua capacidade de carga, que pode variar entre 400 kg e 1.500 kg.
• O engate deve ter sido testado pelo Inmetro e conter uma placa visível e inviolável fixada a ele com: o nome do fabricante, CNPJ e identificação do registro concedido pelo Inmetro, modelo do veículo ao qual se destina, capacidade máxima de tração do veículo, e uma referência à Resolução 197/06, que regulamenta o uso do acessório.
• A tomada elétrica deve ser instalada seguindo os padrões. Uma fiscalização sempre vai verificar se ela está funcional.
Vale lembrar que, em caso do não cumprimento das exigências, o motorista está sujeito a penalidade descrita no Código de Trânsito Brasileiro, que consiste em infração grave, somando 5 pontos à carteira de motorista, além de retenção do veículo até a regularização.
Texto: CESVI Brasil
Opinião do blogueiro
Acho que o engate deveria ser uma peça móvel, com uso permitido apenas quando o motorista fosse usar o reboque para fazer algum transporte de carga extra. Sem reboque, sem engate.
Meu (ex) Chevrolet Astra foi vitima inocente de um engate, de um motorista que me xingou quando eu pedi a ele para ter mais cuidado com as suas manobras. Exatamente duas semanas depois, este mesmo motorista "encostou" a sua picape Mitsubishi L200 numa pilastra, dentro do mesmo estacionamento onde eu tinha parado o meu carro, e o resultado foi um rombo de R$ 2.000 para o conserto.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Na eterna briga pela liderança, Volkswagen reforça a linha Gol com as versões Rallye e Track
Gol e Uno travam uma disputada batalha pela liderança de vendas do mercado brasileiro de carros, com vantagem praticamente constante do Volkswagen. Para não perder o reinado do seu hatch, a marca alemã reforça a linha 2014 do modelo com as versões "off-road" Rallye e Track, excelentes para as esburacadas ruas e estradas brasileiras. Mas, pelo que custam. será que elas compensam?
O Gol Rallye já é velho conhecido de todos. A versão agora ganha o visual da Saveiro Cross, com grade em formato de colmeia, grandes faróis de neblina (de longo alcance) e com molduras nas caixas de roda. O visual ficou mesmo legal - considero o Rallye mais bonito já feito pela marca (não custa lembrar que esta linha de design fez a sua estréia na linha Gol com a "sacana" linha 2013 2). Mas, para conseguir enfrentar uma trilha leve e as lunares vias nacionais, a VW elevou a suspensão do modelo em 2,8 cm e o equipou com rodas de liga leve de 16", com pneus de uso misto (80% cidade e 20% terra). Adesivos exclusivos (e sem graça) completam as alterações estéticas.
Embora o preço pudesse ser mais baixo do que os R$ 45.850 sugeridos pela Volks, a lista de equipamentos é boa: freios com sistema ABS, airbag duplo, direção hidráulica, trio elétrico, defletor traseiro, sensor de estacionamento, pedaleiras de alumínio, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, bancos com padrões de acabamento exclusivo, repetidores de luzes de direção nos retrovisores, ar-condicionado, antena no teto, banco do motorista com ajuste de altura, chave tipo canivete, desembaçador do vidro traseiro, destravamento interno elétrico do porta-malas, porta-revistas no encosto do banco do passageiro, pedais de alumínio, entre outros.
O modelo tem como opcionais o câmbio manual automatizado I-Motion, que faz o preço subir para R$ 48.580, além de volante multifuncional, rádio CD/MP3 Player com entrada USB, Bluetooth e interface para i-Pod e paddles shift (borboletas para as trocas de marcha no I-Motion).
O motor do Gol Rallye é o valente e ultrapassado 1.6 8V VHT Total Flex, da família EA 111, que desenvolve 104 cv de potência a 5.250 rpm e 15,6 mkgf de torque máximo a 2.500 rpm com etanol e 101 cv e 15,4 mkgf com gasolina, nas mesmas rotações.
Seguindo os passos da Fiat, finalmente a Volkswagen decidiu equipar a atual geração do Gol 1.0 com uma versão "aventureira", batizada de Track. A marca (assim como eu) não espera que o modelo enfrente nem trilhas médias, até por isso a VW o chama de "off-road light" - poderia ter até ido mais longe com "off-road mega light".
Assim como o irmão Rallye, o Gol Track recebeu alterações visuais, só que mais discretas: tem molduras nas caixas de roda, suspensão 2,3 cm mais alta e pneus de uso misto (175/70 R14), além de adesivos (sempre eles).
A ideia é atender ao consumidor que deseja um veículo popular mais completo e com apelo visual mais chamativo, sem se preocupar com o desempenho. Até porque, com um 1.0, desempenho ele não pode querer mesmo. Também da família EA 111, o motor do Gol Track desenvolve 76 cv a 5.250 rpm e 10,6 mkgf de torque a 3.850 rpm com etanol e 72 cv e 9,7 mkgf com gasolina, nas mesmas rotações.
Com o preço sugerido de R$ 33.060, o Gol Track vem equipado com faróis e lanternas de neblina, faróis duplos com máscara negra, lanternas escurecidas, airbag duplo, banco do motorista com regulagem de altura, freios ABS, direção hidráulica, desembaçador do vidro traseiro, quadro de instrumentos com molduras cromadas, abertura interna do porta-malas, retrovisores com comando interno, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.
A lista de opcionais é composta pelos pacotes I-Trend (rádio CD/MP3 player com etrada USB, Bluetooth e interface para i-Pod, com 4 alto-falantes e 2 tweeters; volante multifuncional e I-System com ECO Comfort) e "Acesso completo" (travamento central com controle remoto, vidros elétricos traseiros, retrovisores com acionamento elétrico, chave tipo canivete, luzes de leitura dianteira e traseira e alarme), além de roda de liga-leve 14”, aquecimento, ar-condicionado e sensor de estacionamento traseiro. Ainda não consegui ver o valor do Track completo.
Compensam?
A expectativa da Volkswagen é que as duas novas versões respondam por até 13% do mix de vendas do Gol no Brasil, algo bastante aceitável. Sobre a pergunta que fiz no início, acho o seguinte:
Gol Rallye - Pensando por um lado, ele compensa, pois é mais barato, mais bem equipado e tem o mesmo desempenho do CrossFox. A "raposa aventureira" tem visual mais chamativo, mas seu preço sugerido de R$ 46.067, sem ar-condicionado (R$ 2.723) e sensor de estacionamento (R$ 747) - que elevariam o valor para altos R$ 49.537 -, não compensa se comparado ao Rallye. Por outro lado, o Gol não compensa tanto, pois alguns concorrentes, como o Fiat Uno Way 1.4, custam menos. Completo, com pintura sólida, como os valores dos Gols acima, o Uno sai por R$ 38.793; enquanto o Renault Sandero Stepway 1.6 16V manual, completo (com GPS no painel e pintura sólida), sai por R$ 44.840. Ainda assim, o Gol Rallye é uma opção válida e que deve ser considerada para quem busca um automóvel com este estilo.
Gol Track - Esta versão compensa se você gostar da linha Gol. Sem dúvida, ele é um veículo a ser lembrado na hora da compra de um 1.0 com aspecto mais aventureiro. Seu preço também poderia ser mais baixo, mas está mais próximo dos concorrentes. Usando o Uno novamente como parâmetro: Way 1.0 completo, com pintura sólida: R$ 35.538.
O Gol Rallye já é velho conhecido de todos. A versão agora ganha o visual da Saveiro Cross, com grade em formato de colmeia, grandes faróis de neblina (de longo alcance) e com molduras nas caixas de roda. O visual ficou mesmo legal - considero o Rallye mais bonito já feito pela marca (não custa lembrar que esta linha de design fez a sua estréia na linha Gol com a "sacana" linha 2013 2). Mas, para conseguir enfrentar uma trilha leve e as lunares vias nacionais, a VW elevou a suspensão do modelo em 2,8 cm e o equipou com rodas de liga leve de 16", com pneus de uso misto (80% cidade e 20% terra). Adesivos exclusivos (e sem graça) completam as alterações estéticas.
Embora o preço pudesse ser mais baixo do que os R$ 45.850 sugeridos pela Volks, a lista de equipamentos é boa: freios com sistema ABS, airbag duplo, direção hidráulica, trio elétrico, defletor traseiro, sensor de estacionamento, pedaleiras de alumínio, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, bancos com padrões de acabamento exclusivo, repetidores de luzes de direção nos retrovisores, ar-condicionado, antena no teto, banco do motorista com ajuste de altura, chave tipo canivete, desembaçador do vidro traseiro, destravamento interno elétrico do porta-malas, porta-revistas no encosto do banco do passageiro, pedais de alumínio, entre outros.
O modelo tem como opcionais o câmbio manual automatizado I-Motion, que faz o preço subir para R$ 48.580, além de volante multifuncional, rádio CD/MP3 Player com entrada USB, Bluetooth e interface para i-Pod e paddles shift (borboletas para as trocas de marcha no I-Motion).
O motor do Gol Rallye é o valente e ultrapassado 1.6 8V VHT Total Flex, da família EA 111, que desenvolve 104 cv de potência a 5.250 rpm e 15,6 mkgf de torque máximo a 2.500 rpm com etanol e 101 cv e 15,4 mkgf com gasolina, nas mesmas rotações.
Seguindo os passos da Fiat, finalmente a Volkswagen decidiu equipar a atual geração do Gol 1.0 com uma versão "aventureira", batizada de Track. A marca (assim como eu) não espera que o modelo enfrente nem trilhas médias, até por isso a VW o chama de "off-road light" - poderia ter até ido mais longe com "off-road mega light".
Assim como o irmão Rallye, o Gol Track recebeu alterações visuais, só que mais discretas: tem molduras nas caixas de roda, suspensão 2,3 cm mais alta e pneus de uso misto (175/70 R14), além de adesivos (sempre eles).
A ideia é atender ao consumidor que deseja um veículo popular mais completo e com apelo visual mais chamativo, sem se preocupar com o desempenho. Até porque, com um 1.0, desempenho ele não pode querer mesmo. Também da família EA 111, o motor do Gol Track desenvolve 76 cv a 5.250 rpm e 10,6 mkgf de torque a 3.850 rpm com etanol e 72 cv e 9,7 mkgf com gasolina, nas mesmas rotações.
Com o preço sugerido de R$ 33.060, o Gol Track vem equipado com faróis e lanternas de neblina, faróis duplos com máscara negra, lanternas escurecidas, airbag duplo, banco do motorista com regulagem de altura, freios ABS, direção hidráulica, desembaçador do vidro traseiro, quadro de instrumentos com molduras cromadas, abertura interna do porta-malas, retrovisores com comando interno, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.
A lista de opcionais é composta pelos pacotes I-Trend (rádio CD/MP3 player com etrada USB, Bluetooth e interface para i-Pod, com 4 alto-falantes e 2 tweeters; volante multifuncional e I-System com ECO Comfort) e "Acesso completo" (travamento central com controle remoto, vidros elétricos traseiros, retrovisores com acionamento elétrico, chave tipo canivete, luzes de leitura dianteira e traseira e alarme), além de roda de liga-leve 14”, aquecimento, ar-condicionado e sensor de estacionamento traseiro. Ainda não consegui ver o valor do Track completo.
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| Fotos: Volkswagen/Divulgação |
A expectativa da Volkswagen é que as duas novas versões respondam por até 13% do mix de vendas do Gol no Brasil, algo bastante aceitável. Sobre a pergunta que fiz no início, acho o seguinte:
Gol Rallye - Pensando por um lado, ele compensa, pois é mais barato, mais bem equipado e tem o mesmo desempenho do CrossFox. A "raposa aventureira" tem visual mais chamativo, mas seu preço sugerido de R$ 46.067, sem ar-condicionado (R$ 2.723) e sensor de estacionamento (R$ 747) - que elevariam o valor para altos R$ 49.537 -, não compensa se comparado ao Rallye. Por outro lado, o Gol não compensa tanto, pois alguns concorrentes, como o Fiat Uno Way 1.4, custam menos. Completo, com pintura sólida, como os valores dos Gols acima, o Uno sai por R$ 38.793; enquanto o Renault Sandero Stepway 1.6 16V manual, completo (com GPS no painel e pintura sólida), sai por R$ 44.840. Ainda assim, o Gol Rallye é uma opção válida e que deve ser considerada para quem busca um automóvel com este estilo.
Gol Track - Esta versão compensa se você gostar da linha Gol. Sem dúvida, ele é um veículo a ser lembrado na hora da compra de um 1.0 com aspecto mais aventureiro. Seu preço também poderia ser mais baixo, mas está mais próximo dos concorrentes. Usando o Uno novamente como parâmetro: Way 1.0 completo, com pintura sólida: R$ 35.538.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Alta Roda - Exportar importa muito
Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.
Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.
Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.
No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.
Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.
Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.
RODA VIVA
PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.
ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.
LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.
ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.
NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.
IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.
LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.
Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.
Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.
No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.
Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.
Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.
RODA VIVA
PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.
ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.
LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.
ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.
NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.
IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.
LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Chinês (maluco?) destrói carro dos meus sonhos a marretadas em protesto: Maserati Quattroporte
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| Reprodução/cmjornal.xl.pt |
Avaliado em R$ 850.000 (2,6 milhões de iuans), o modelo ficou bem amassado, embora eu não tenha encontrado uma imagem do "resultado final". O proprietário do veículo fez todo este alvoroço em protesto contra o serviço de manutenção oferecido por uma revenda da marca.
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| Reprodução/carnewschina.com |
Fico com a impressão deste chinês não ter mais onde enfiar dinheiro, pois a solução mais rápida seria vender o veículo. Outra ideia que provavelmente já aconteceu seria entrar na justiça ou levar o caso ao Procon da China - caso isso exista por lá.
De qualquer forma, destruir um maravilhoso Quattroporte de R$ 850.000 acaba saindo bem caro.
Quando eu disse que é um caso triste, me refiro, primeiro, ao fato de atendimentos ruins (e desonestos) acontecerem em todo mundo e com todas as marcas. Segundo porque ver o carro dos meus sonhos ser destruído desta forma me deixa sem palavras...
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
Será que o Honda Civic voltou de vez para a liderança do segmento de sedãs médios no Brasil?
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| Honda/Divulgação |
A Toyota ainda afirma no comercial que o Corolla é o líder absoluto da categoria, como pude assistir ontem a noite na TV. Claramente este comercial (reproduzido abaixo) está ultrapassado e acho até que merecia uma mudança de texto. Mas tudo bem.
Mas é fato que, até o momento, o Civic lidera o segmento. Mas ainda acho cedo para afirmar que o modelo se consolidou na ponta, mas acredito que o Honda continuará à frente do Toyota em 2013. Além do visual mais novo, que não me agradou muito, mas que é claramente mais atual do que o Corolla (2014), a oferta do motor 2.0 16V flex ao Civic foi muito bem-vinda. Imaginem então quando a Honda reestilizar o Civic por aqui, o deixando com o design da versão norte-americana? Só mesmo a nova geração do Corolla para competir.
Em março, foram emplacadas 4.865 unidades do Civic, contra 3.658 unidades do Corolla. Em abril, o sedã da Honda foi responsável por 5.636 unidades emplacadas, contra 5.111 unidades do Toyota.
Emplacamento de sedãs médios de janeiro a abril de 2013 no Brasil (Fenabrave)
1. Honda Civic - 15.821 unidades
2. Toyota Corolla - 15.673 unidades
3. Chevrolet Cruze - 7.463 unidades
4. Renault Fluence - 5.033 unidades
5. Volkswagen Jetta - 3.979 unidades
6. Fiat Linea - 2.582 unidades
7. Mitsubishi Lancer - 2.326 unidades
8. Kia Cerato - 2.308 unidades
9. Nissan Sentra - 2.216 unidades
10. Peugeot 408 - 1.698 unidades
11. Hyundai Elantra - 1.242 unidades
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| Hyundai/Divulgação |
Se por um lado o Civic está buscando se consolidar na ponta do sedãs médios, na categoria de hatches médios o ex-líder i30 está descendo a ladeira. Responsável anteriormente por vendas vistosas, o modelo da Hyundai sofre com os absurdos preços cobrados pela Hyundai (e por alguns fatores externos, como impostos), e também com a oferta única do motor 1.6 16V flex, insuficiente para o veículo, já amargando a 6ª colocação no segmento. Veja:
Emplacamento de hatches médios de janeiro a abril de 2013 no Brasil (Fenabrave)
1. Ford Focus - 7.967 unidades
2. Chevrolet Cruze sport6 - 7.509 unidades
3. Volkswagen Golf - 4.187 unidades
4. Peugeot 308 - 3.733 unidades
5. Fiat Bravo - 3.380 unidades
6. Hyundai i30 - 3.180 unidades
7. Citroën C4 - 2.021 unidades
8. Nissan Tiida - 612 unidades
O mercado brasileiro já está dando o seu recado. Resta à marca coreana entendê-lo: i30 precisa custar (bem) menos e ter uma versão 2.0.
domingo, 12 de maio de 2013
Com atraso, câmbio Dualogic Plus chega ao novo Palio Essence e Sporting e ao Grand Siena Essence
Um ano depois de lançar a versão "Plus" do câmbio Dualogic, com a linha 2013 do hatch médio Bravo, agora é a vez da Fiat tirar o atraso e finalmente disponibilizar esta transmissão também para o Novo Palio, nas versões Essence 1.6 16V e Sporting 1.6 16V, e para o Grand Siena Essence 1.6 16V.
Se quem comprou um desses modelos com o câmbio Dualogic recentemente não vai gostar da novidade, quem ainda não fez a compra e quer adquirir um desses veículos vai ficar bem satisfeito. Isso porque a transmissão manual automatizada Dualogic Plus evoluiu. As trocas de marchas ficaram com trancos menores, gerando mais conforto interno.
O principal "Plus" do câmbio Dualogic são algumas novas funções. A proporciona manobras muito mais confortáveis e seguras, já que o sistema se encarrega, automaticamente, de mover lentamente o veículo, sem que o condutor acione o acelerador, como em qualquer modelo automático convencional.
Outra função é a Auto-Up Shift Abort, que, na teoria, é capaz de identificar o exato momento de uma retomada de velocidade e abortar, se for o caso, a troca para uma marcha superior, mantendo a rotação do motor elevada para disponibilizar mais torque e potência, garantindo uma retomada de velocidade mais eficiente.
A transmissão Dualogic Plus acrescenta R$ 2.333 ao preço das versões Essence e Sporting do novo Palio e Essence do Grand Siena. Entretanto, o consumidor é obrigado a pagar mais R$ 174 do piloto automático. Logo, o câmbio custa, na prática R$ 2.507.
Veja os preços das versões com pintura sólida equipadas apenas com o câmbio Dualogic Plus:
. Fiat Palio Essence 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 40.617
. Fiat Palio Sporting 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 42.527
. Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 44.567
Lançado com o finado Stilo há cinco anos, o câmbio Dualogic tem participação interessante nas vendas. Entre o mix de mercado, em média, 40% dos veículos vendidos sai de fábrica com este câmbio, o que comprova a aceitação dos clientes e a popularização do câmbio.
Agora com o Novo Palio e Grand Siena a Fiat aumenta o acesso ao câmbio Dualogic Plus, que pode ser encontrado também na lista de opcionais dos veículos Fiat Bravo, Linea, Idea, Punto, Palio Weekend e Strada.
Se quem comprou um desses modelos com o câmbio Dualogic recentemente não vai gostar da novidade, quem ainda não fez a compra e quer adquirir um desses veículos vai ficar bem satisfeito. Isso porque a transmissão manual automatizada Dualogic Plus evoluiu. As trocas de marchas ficaram com trancos menores, gerando mais conforto interno.
O principal "Plus" do câmbio Dualogic são algumas novas funções. A proporciona manobras muito mais confortáveis e seguras, já que o sistema se encarrega, automaticamente, de mover lentamente o veículo, sem que o condutor acione o acelerador, como em qualquer modelo automático convencional.
Outra função é a Auto-Up Shift Abort, que, na teoria, é capaz de identificar o exato momento de uma retomada de velocidade e abortar, se for o caso, a troca para uma marcha superior, mantendo a rotação do motor elevada para disponibilizar mais torque e potência, garantindo uma retomada de velocidade mais eficiente.
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| Grand Siena Essence Dualogic Plus |
Veja os preços das versões com pintura sólida equipadas apenas com o câmbio Dualogic Plus:
. Fiat Palio Essence 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 40.617
. Fiat Palio Sporting 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 42.527
. Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V Dualogic Plus - R$ 44.567
Lançado com o finado Stilo há cinco anos, o câmbio Dualogic tem participação interessante nas vendas. Entre o mix de mercado, em média, 40% dos veículos vendidos sai de fábrica com este câmbio, o que comprova a aceitação dos clientes e a popularização do câmbio.
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| Palio Essence Dualogic Plus - Fotos: Fiat/Divulgação |
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Fiat prepara muitas novidades para o Brasil! SUV, picape média, novo sedã médio...
Na sua coluna de ontem, Fernando Calmon publicou algumas notícias interessantes sobre os futuros lançamentos da Fiat e da Jeep no Brasil. Todos os detalhes têm forte ligação com a nova fábrica da marca italiana em Pernambuco, prevista para entrar em funcionamento em 2014.
Os planos da marca são ambiciosos. A coluna antecipou o cronograma de início de produção dos modelos, com as vendas previstas para se iniciarem três meses depois da respectiva data citada. Em janeiro de 2015, a Fiat terá um SUV compacto (projeto 338) e a tão aguardada picape média (projeto 226) - esta curiosamente baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio.
Em dezembro de 2015 será a vez da Jeep receber dois modelos: um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
Em janeiro de 2016, a Fiat terá um SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016.
Vale ressaltar que não estão contemplados produtos com marcas Chrysler e Dodge entre os seis modelos previstos. Isso porque a Jeep tem imagem mais forte por aqui.
Se estes modelos forem mesmo lançados, a Fiat terá veículos em praticamente todos os segmentos de automóveis no Brasil, possivelmente se consolidando na liderança do mercado nacional por muitos anos. Espero realmente que estes lançamentos cheguem as ruas pois só o consumidor tem a ganhar com isso.
Em relação ao Viaggio, ele seria um forte representante na categoria de sedãs, ainda mais se tiver um motor compatível com o segmento (2.0); mas sua chegada ao nosso mercado ainda é uma grande incógnita. Se for mesmo vendido no Brasil, provavelmente o nome Viaggio não seria utilizado por questões óbvias.
Os planos da marca são ambiciosos. A coluna antecipou o cronograma de início de produção dos modelos, com as vendas previstas para se iniciarem três meses depois da respectiva data citada. Em janeiro de 2015, a Fiat terá um SUV compacto (projeto 338) e a tão aguardada picape média (projeto 226) - esta curiosamente baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio.
Em dezembro de 2015 será a vez da Jeep receber dois modelos: um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
Em janeiro de 2016, a Fiat terá um SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016.
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| Fotos: Fiat/Divulgação |
Se estes modelos forem mesmo lançados, a Fiat terá veículos em praticamente todos os segmentos de automóveis no Brasil, possivelmente se consolidando na liderança do mercado nacional por muitos anos. Espero realmente que estes lançamentos cheguem as ruas pois só o consumidor tem a ganhar com isso.
Em relação ao Viaggio, ele seria um forte representante na categoria de sedãs, ainda mais se tiver um motor compatível com o segmento (2.0); mas sua chegada ao nosso mercado ainda é uma grande incógnita. Se for mesmo vendido no Brasil, provavelmente o nome Viaggio não seria utilizado por questões óbvias.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Alta Roda - Discussão mais racional
Maior rigor com a qualidade do ar acaba de ser estabelecido pelo governo do Estado de São Paulo. Objetivo é monitorar, especialmente, a região metropolitana da capital paulista que se aproxima de 20 milhões de habitantes, inclui outros 38 municípios e frota real de 6,5 milhões de veículos (leves, pesados e motocicletas). Trocou-se o “termômetro” da poluição ao aproximar as concentrações máximas daquelas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), conhecida pela severidade de posturas. Maioria dos países deixa de cumprir ou tem sua própria legislação.
Na realidade, a regulamentação ainda está 40% aquém da OMS, porém acima da recomendação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Aumentará o número de dias por ano em que a região enfrenta níveis de atenção, alerta e emergência (nesse, nunca entrou), com as respectivas providências. Ozônio é o principal poluente, mas seu nível de toxicidade não se compara ao monóxido de carbono, que se mantém abaixo dos limites.
Administração estadual, bem intencionada, falhou ao deixar em aberto o futuro e, principalmente, por ignorar veículos de municípios periféricos. Eles circulam livremente pela capital sem exigência de inspeção. Essa frota, mais envelhecida, exige controle. Basta seguir o novo esquema: primeira inspeção para veículos com três anos de uso, depois a cada dois anos e anual a partir de 10 anos de uso. Esse arranjo, incluindo inspeção de segurança, poderia se estender a todo o País. No Rio de Janeiro, por exemplo, periodicidade e metodologia fogem bastante de padrões de outros países: distorções evidentes do que se poderia chamar de inspeção técnica.
No recente seminário sobre emissões veiculares, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, os palestrantes se empenharam em demonstrar os avanços que ainda podem ser alcançados. “Nosso ar pode ser melhor” foi enfoque deste ano. Apesar de boas intenções, infelizmente não se ouviram vozes suficientes a favor de que a racionalidade deve estar em um dos pratos dessa balança de interesses, que rege a preservação do meio ambiente.
Enquanto se apresentaram propostas objetivas, mais fáceis ou difíceis de programar, soou mal atribuir relevância ao tuning e seus “males” provocados à atmosfera. No caso, o impacto nas emissões totais por motores modificados é desprezível, no contexto geral. Por outro lado, a baixa efetividade da inspeção atual, sem rolos movidos pelas rodas (simula condições reais) não foi criticada, mas é melhor do que nada.
Por outro lado, seria bom adotar, como na Europa, consumo (ligado a emissões) em vez de cilindrada para definir impostos. Bem mais racional.
RODA VIVA
PLANOS ambiciosos da Fiat na nova fábrica de Pernambuco, prevista para final de 2014. A coluna antecipa o cronograma de início de produção (vendas, três meses depois). Janeiro de 2015: SUV compacto (projeto 338) e picape média (projeto 226), esta baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio. Dezembro de 2015: dois modelos Jeep, um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
MAIS Fiat: em janeiro de 2016, SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016. Não se contemplam produtos com marcas Chrysler e Dodge, entre seis modelos previstos. Jeep tem imagem mais forte.
NÚMEROS recordes de produção e vendas de veículos, em abril e no primeiro quadrimestre de 2013, sobre os mesmos períodos de 2012, devem-se em grande parte a uma base comparativa fraca no ano passado. Tanto que a Anfavea manteve sua previsões para o ano inalteradas. Nos 12 meses encerrados em abril, comercializaram-se 3,89 milhões de unidades.
PORSCHE 911 TURBO, em duas versões, estreia em setembro, no Salão de Frankfurt, mas a fábrica liberou informações. Destaques para motor de até 560 cv (Turbo S), aceleração de 0 a 100 km/h em 3, 1 s e um sensacional sistema de direcionamento do eixo traseiro que mudará o modo de conduzir – ou pilotar – o carro. Depois virão versões conversíveis.
TOYOTA acertou a mão na nova geração do RAV4. Totalmente reformulado, estilo refinado com rara precisão, motores de 2 litros/145 cv e 2,4 litros/179 cv, tração 4x2 e 4x4, dois tipos de câmbio automático, interior mais espaçoso, painel ousado e moderno, o SUV médio-compacto mostra dirigibilidade de automóvel. Preços de R$ 96.900 a R$ 119.900. Senão: tampa sobre o estepe (agora interno) gera ruídos.
MICHELIN captou que pneu “verde” (baixa resistência à rodagem) não é único atrativo para os motoristas. Novo Primacy 3 mostra desempenho destacado nas frenagens, em piso seco e molhado, e aderência maior em piso molhado, condição em que a marca francesa tem tradição. Ainda conseguiu 2% de redução no consumo de combustível.
Na realidade, a regulamentação ainda está 40% aquém da OMS, porém acima da recomendação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Aumentará o número de dias por ano em que a região enfrenta níveis de atenção, alerta e emergência (nesse, nunca entrou), com as respectivas providências. Ozônio é o principal poluente, mas seu nível de toxicidade não se compara ao monóxido de carbono, que se mantém abaixo dos limites.
Administração estadual, bem intencionada, falhou ao deixar em aberto o futuro e, principalmente, por ignorar veículos de municípios periféricos. Eles circulam livremente pela capital sem exigência de inspeção. Essa frota, mais envelhecida, exige controle. Basta seguir o novo esquema: primeira inspeção para veículos com três anos de uso, depois a cada dois anos e anual a partir de 10 anos de uso. Esse arranjo, incluindo inspeção de segurança, poderia se estender a todo o País. No Rio de Janeiro, por exemplo, periodicidade e metodologia fogem bastante de padrões de outros países: distorções evidentes do que se poderia chamar de inspeção técnica.
No recente seminário sobre emissões veiculares, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, os palestrantes se empenharam em demonstrar os avanços que ainda podem ser alcançados. “Nosso ar pode ser melhor” foi enfoque deste ano. Apesar de boas intenções, infelizmente não se ouviram vozes suficientes a favor de que a racionalidade deve estar em um dos pratos dessa balança de interesses, que rege a preservação do meio ambiente.
Enquanto se apresentaram propostas objetivas, mais fáceis ou difíceis de programar, soou mal atribuir relevância ao tuning e seus “males” provocados à atmosfera. No caso, o impacto nas emissões totais por motores modificados é desprezível, no contexto geral. Por outro lado, a baixa efetividade da inspeção atual, sem rolos movidos pelas rodas (simula condições reais) não foi criticada, mas é melhor do que nada.
Por outro lado, seria bom adotar, como na Europa, consumo (ligado a emissões) em vez de cilindrada para definir impostos. Bem mais racional.
RODA VIVA
PLANOS ambiciosos da Fiat na nova fábrica de Pernambuco, prevista para final de 2014. A coluna antecipa o cronograma de início de produção (vendas, três meses depois). Janeiro de 2015: SUV compacto (projeto 338) e picape média (projeto 226), esta baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio. Dezembro de 2015: dois modelos Jeep, um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
MAIS Fiat: em janeiro de 2016, SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016. Não se contemplam produtos com marcas Chrysler e Dodge, entre seis modelos previstos. Jeep tem imagem mais forte.
NÚMEROS recordes de produção e vendas de veículos, em abril e no primeiro quadrimestre de 2013, sobre os mesmos períodos de 2012, devem-se em grande parte a uma base comparativa fraca no ano passado. Tanto que a Anfavea manteve sua previsões para o ano inalteradas. Nos 12 meses encerrados em abril, comercializaram-se 3,89 milhões de unidades.
PORSCHE 911 TURBO, em duas versões, estreia em setembro, no Salão de Frankfurt, mas a fábrica liberou informações. Destaques para motor de até 560 cv (Turbo S), aceleração de 0 a 100 km/h em 3, 1 s e um sensacional sistema de direcionamento do eixo traseiro que mudará o modo de conduzir – ou pilotar – o carro. Depois virão versões conversíveis.
TOYOTA acertou a mão na nova geração do RAV4. Totalmente reformulado, estilo refinado com rara precisão, motores de 2 litros/145 cv e 2,4 litros/179 cv, tração 4x2 e 4x4, dois tipos de câmbio automático, interior mais espaçoso, painel ousado e moderno, o SUV médio-compacto mostra dirigibilidade de automóvel. Preços de R$ 96.900 a R$ 119.900. Senão: tampa sobre o estepe (agora interno) gera ruídos.
MICHELIN captou que pneu “verde” (baixa resistência à rodagem) não é único atrativo para os motoristas. Novo Primacy 3 mostra desempenho destacado nas frenagens, em piso seco e molhado, e aderência maior em piso molhado, condição em que a marca francesa tem tradição. Ainda conseguiu 2% de redução no consumo de combustível.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Alta Roda - Visão noturna mais segura
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| Audi/Divulgação |
Simultaneamente encontraram novas aplicações como terceira luz de freio e, agora, em luzes de uso diurno que os fabricantes europeus adotaram mesmo sem legislação obrigatória em todos os países. Os LED dispostos em carreiras permitem inúmeras formas geométricas e, assim, se transformaram também em elementos estilísticos muito apreciados. Cada fabricante pode desenvolver identidade própria.
Das lanternas passaram para os faróis por permitir potência de iluminação bem mais alta e precisa, porém gastando menos energia que lâmpadas de xenônio, a referência atual. O custo é elevado. Tanto que estreou no A8, topo de linha da Audi. Novos modelos premium, como o recente BMW Série 6 Gran Coupé, seguem a tendência.
Passo seguinte é utilizar OLED (diodos orgânicos emissores de luz, em inglês), desde que se consiga estabilizar a temperatura de funcionamento. A fabricante alemã de lâmpadas Osram acaba de anunciar que, em testes de laboratório, conseguiu manter diodos orgânicos funcionais a até 85 graus Celsius por várias centenas de horas. Quando as experiências começaram, três anos atrás, eles não resistiam mais que duas ou três horas. No entanto, a durabilidade terá que ser 10 vezes maior do que esse estágio em aplicações veiculares. Exigirá mais alguns anos, porém em tempo da próxima geração de carros atuais.
Mais novidades estão a caminho. Engenheiros da Universidade Carnegie Mellon, dos EUA, estudam o farol inteligente que usa uma câmera a bordo do veículo para acompanhar o movimento das gotas de água da chuva ou de flocos de neve. Eles descobriram como redirecionar de modo contínuo o facho dos faróis de tal forma que os raios de luz passem entre as gotas para evitar a reflexão responsável pela dificuldade do motorista enxergar sob chuva intensa. Se isso já é útil de dia, imagine à noite quando os riscos são bem maiores.
O chefe da pesquisa, Srinivasa Narasimhan, professor do Laboratório de Iluminação e Imagem da universidade, está confiante: “Se o motorista enfrentar forte tempestade, os faróis inteligentes poderão fazer com que pareça uma garoa”. Nos testes de laboratórios, o protótipo conseguiu prever as gotas de chuva e ajustar o farol em 13 milissegundos. Na prática, eliminaria até 80% da chuva visível, mesmo sob quase dilúvio, com perda de iluminação de apenas 6%, desde que o veículo trafegue em baixa velocidade.
Para velocidades usuais em estradas, o sistema teria que funcionar a cada cinco milissegundos, o que demandará mais tempo de pesquisa. Além disso, será necessário trabalhar para tornar o dispositivo compacto o suficiente para instalação em um automóvel e iniciar testes de campo.
Outras evoluções dos faróis no futuro podem ser vistas em interessante animação da Volvo:

segunda-feira, 6 de maio de 2013
Aproveitando a alta das vendas, Hyundai aumenta os preços do HB20 mais uma vez! Haja lucro!
Um dos carros mais comentados na internet. Um modelo admirado pelos brasileiros, temido pelos concorrentes, e que foi (e é) o protagonista da primeira fábrica da Hyundai no Brasil, em Piracicaba (SP). Com vendas nas alturas no mercado nacional, o HB20 é um sucesso absoluto. E o que fazer quando isto acontece? Simples: aumentar os lucros! Como? Subindo os preços!
Foi exatamente isso que a Hyundai fez. Este é o segundo aumento de preços do HB20 desde o seu lançamento no país, em setembro do ano passado. A primeira elevação de valores aconteceu em janeiro deste ano, quando o IPI começou a subir - antes de ser congelado pelo Governo Federal até dezembro. Nesta época, a Hyundai subiu os preços do seu compacto mais do que deveria.
Agora, repetindo o que praticamente todas as montadoras fazem, pelo menos, uma vez por ano para os seus carros, a marca coreana reajustou os preços do HB20, que, infelizmente, ficou de R$ 295 a R$ 360 mais caro. Pode não parecer muito, mas, somando os aumentos desde o preço original do veículo, a diferença está ficando cada vez mais considerável.
19/09/2012
Hyundai HB20 1.0 Comfort: R$ 31.995
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus: R$ 33.995
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style: R$ 37.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort: R$ 36.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus: R$ 38.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style: R$ 42.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style Automático: R$ 45.995
Hyundai HB20 1.6 Premium Manual: R$ 44.995
Hyundai HB20 1.6 Premium Automático: R$ 47.995
04/01/2013 (volta do IPI)
Hyundai HB20 1.0 Comfort - R$ 32.935 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort + Audio Hyundai - R$ 33.930
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus - R$ 34.995 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 35.990
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style - R$ 39.095 (aumento de 2,9%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort + Audio - R$ 38.930 (aumento: 5,23%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 40.990 (aumento: 5,11%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style - R$ 44.095 (aumento: 2,56%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style Automático - R$ 47.295 (aumento: 2,83%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Manual + Audio Hyundai - R$ 46.595 (aumento: 3,56%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Automático + Audio - R$ 49.795 (aumento: 3,75%)
06/05/2013
Hyundai HB20 1.0 Comfort – R$ 33.295 reais (+ R$ 360)
Hyundai HB20 1.0 Comfort + Audio Hyundai - R$ 34.290 (+ R$ 360)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus – R$ 35.295 reais (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 36.290 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style – R$ 39.395 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Comfort – (esta versão deixou de ser ofertada)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus + Audio Hyundai – R$ 41.290 (+ R$ 295)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style – R$ 44.395 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style automático – R$ 47.595 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Premium + Audio Hyundai – R$ 46.895 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Premium automático + Audio Hyundai - R$ 50.095 (+ R$ 300)
A versão Comfort Plus 1.6, por exemplo, em cerca de 8 meses, ficou R$ 2.295 mais cara! Outro detalhe interessante é que os preços do pouco surpreendente "aventureiro" HB20X não subiram desde o seu lançamento, no final de janeiro deste ano. Qual seria o motivo? Provavelmente porque o modelo já é caro demais.
28/01/2013 e 06/05/2013
Hyundai HB20X 1.6 Style – R$ 48.755
Hyundai HB20X 1.6 Style automático – R$ 51.955
Hyundai HB20X 1.6 Premium + Audio Hyundai – R$ 51.255
Hyundai HB20X 1.6 Premium automático + Audio Hyundai - R$ 54.455
Repito: praticamente todas as marcas elevam os preços de seus modelos durante o ano, pelo menos, uma vez. Mas, como a Hyundai tem poucos veículos no Brasil se comparada a outros fabricantes, e, como o HB20 está em evidência, este aumento aparece muito!
Foi exatamente isso que a Hyundai fez. Este é o segundo aumento de preços do HB20 desde o seu lançamento no país, em setembro do ano passado. A primeira elevação de valores aconteceu em janeiro deste ano, quando o IPI começou a subir - antes de ser congelado pelo Governo Federal até dezembro. Nesta época, a Hyundai subiu os preços do seu compacto mais do que deveria.
Agora, repetindo o que praticamente todas as montadoras fazem, pelo menos, uma vez por ano para os seus carros, a marca coreana reajustou os preços do HB20, que, infelizmente, ficou de R$ 295 a R$ 360 mais caro. Pode não parecer muito, mas, somando os aumentos desde o preço original do veículo, a diferença está ficando cada vez mais considerável.
19/09/2012
Hyundai HB20 1.0 Comfort: R$ 31.995
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus: R$ 33.995
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style: R$ 37.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort: R$ 36.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus: R$ 38.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style: R$ 42.995
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style Automático: R$ 45.995
Hyundai HB20 1.6 Premium Manual: R$ 44.995
Hyundai HB20 1.6 Premium Automático: R$ 47.995
04/01/2013 (volta do IPI)
Hyundai HB20 1.0 Comfort - R$ 32.935 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort + Audio Hyundai - R$ 33.930
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus - R$ 34.995 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 35.990
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style - R$ 39.095 (aumento de 2,9%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort + Audio - R$ 38.930 (aumento: 5,23%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 40.990 (aumento: 5,11%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style - R$ 44.095 (aumento: 2,56%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style Automático - R$ 47.295 (aumento: 2,83%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Manual + Audio Hyundai - R$ 46.595 (aumento: 3,56%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Automático + Audio - R$ 49.795 (aumento: 3,75%)
06/05/2013
Hyundai HB20 1.0 Comfort – R$ 33.295 reais (+ R$ 360)
Hyundai HB20 1.0 Comfort + Audio Hyundai - R$ 34.290 (+ R$ 360)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus – R$ 35.295 reais (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 36.290 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style – R$ 39.395 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Comfort – (esta versão deixou de ser ofertada)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus + Audio Hyundai – R$ 41.290 (+ R$ 295)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style – R$ 44.395 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style automático – R$ 47.595 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Premium + Audio Hyundai – R$ 46.895 (+ R$ 300)
Hyundai HB20 1.6 Premium automático + Audio Hyundai - R$ 50.095 (+ R$ 300)
A versão Comfort Plus 1.6, por exemplo, em cerca de 8 meses, ficou R$ 2.295 mais cara! Outro detalhe interessante é que os preços do pouco surpreendente "aventureiro" HB20X não subiram desde o seu lançamento, no final de janeiro deste ano. Qual seria o motivo? Provavelmente porque o modelo já é caro demais.
28/01/2013 e 06/05/2013
Hyundai HB20X 1.6 Style – R$ 48.755
Hyundai HB20X 1.6 Style automático – R$ 51.955
Hyundai HB20X 1.6 Premium + Audio Hyundai – R$ 51.255
Hyundai HB20X 1.6 Premium automático + Audio Hyundai - R$ 54.455
Repito: praticamente todas as marcas elevam os preços de seus modelos durante o ano, pelo menos, uma vez. Mas, como a Hyundai tem poucos veículos no Brasil se comparada a outros fabricantes, e, como o HB20 está em evidência, este aumento aparece muito!
Fotos: Hyundai/Divulgação
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Parou no acostamento? E agora? Veja o que fazer
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| CESVI BRASIL/Divulgação |
Independente do motivo de você ter de parar o carro na estrada, é preciso o maior cuidado nesse momento. Para você não colocar em risco a sua segurança, nem a das pessoas que estão com você.
PASSO A PASSO DA PARADA SEGURA
1. Precisou parar? Procure o acostamento. Ele existe justamente para abrigar paradas de emergência. Mas evite usá-lo sem real necessidade (para tirar fotos da paisagem, por exemplo). Você pode estar tomando o lugar de alguém que realmente precisa parar.
2. Parou? Ligue o pisca-alerta imediatamente.
3. Peça para os outros ocupantes deixarem o carro e esperarem em local seguro. Ficar dentro do carro não é recomendável, porque o veículo pode ser atingido por outro que não tenha percebido a sua parada. O local mais seguro é fora do acostamento, atrás do guard rail e para trás do carro, se possível. Assim, todos evitam o risco de um atropelamento.
4. Sinalize que parou com o triângulo de segurança, colocando-o ao menos a 30 metros do carro avariado. Essa distância pode ser de 50 passos, aproximadamente. Não coloque o triângulo na pista. Ele deve ficar no acostamento.
5. Se o carro estiver parado no acostamento em trecho de curva, coloque o triângulo de segurança antes da curva.
6. À noite, recomenda-se que as pessoas (ou pelo menos o motorista) usem colete refletivo ao sair do carro. A pesquisa “Ver e Ser Visto no Trânsito à Noite”, realizada pela CESVI, identificou que o uso de triângulo de segurança e colete refletivo homologado pelo Inmetro, mais o uso do pisca-alerta, permitem muito bem que os outros motoristas visualizem o carro parado a uma distância de 1 km de distância.
ACHOU QUE ISSO TUDO DÁ MUITO TRABALHO?
Então não descuide da manutenção preventiva do seu carro. Imprevistos acontecem, mas acontecem muito menos com quem se cuida.
Texto: CESVI BRASIL
Opinião do blogueiro
Se você está dirigindo numa chuva torrencial, não ligue o pisca-alerta com o veículo em movimento. Embora este ato tenha como objetivo a segurança, ele pode atrapalhar muito mais do que ajudar.
Digo isso porque, como bem disse a CESVI, se um carro estiver parado no acostamento, ele deve estar com o pisca-alerta ligado para se tornar mais visível. Se um automóvel em movimento também estiver com o pisca alerta ligado, será difícil para o motorista distinguir qual veículo está andando e qual está parado, já que a chuva muito forte prejudica muito a visibilidade. Logo, em caso de chuva forte, se não der para parar o veículo num local seguro, rode apenas com os faróis baixos ligados. Se tiver faróis de neblina, dianteiros e traseiros, esta também será uma excelente hora para usá-los.
Alta Roda - Corrida tecnológica
Agora sob perspectiva de atingir metas mandatórias em cinco anos – aumento de índice de localização, aperfeiçoamento de processos industriais e diminuição de consumo de combustível – a indústria automobilística deve se voltar a fornecedores de componentes e serviços. Nem com todas as regulamentações ainda de todo conhecidas do programa Inovar-Auto, já se fala em Inovar-Peças, ideia que surgiu sem formatação definida. Reflete conceitos genéricos e, outra vez, cria certa dependência de iniciativas governamentais tendentes a criar artificialismos.
Foi esse clima que marcou a recente Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços – cuja 11ª edição, realizada em São Paulo, lotou os 78.000 m² do Anhembi. Trata-se de exposição para profissionais do ramo e atraiu 1.200 empresas, de 31 países, inclusive os cada vez mais presentes chineses, tanto do continente como da ilha de Taiwan. Em edições passadas, eles ficaram um tanto confinados, porém não dá para resistir às suas ofertas de baixo preço, embora com qualidade, em geral, ainda a se confirmar.
Entre os expositores felizes, sem dúvida, dois grandes fornecedores, BorgWarner e Honeywell/Garrett. Estão confiantes de que a tecnologia downsizing, de redução de cilindrada e uso de turbocompressores, é a tendência irreversível, reflexo do que ocorre no exterior. Se até 2017 o mercado interno atingir cinco milhões de unidades por ano, parecem factíveis 20% (um milhão de motores) receberem tais componentes. Injeção direta de combustível, ideal para essa aplicação inclusive em motores flex, também disparou uma corrida que, além das tradicionais Bosch, Delphi e Magneti Marelli, inclui agora a Continental.
De fato, se já existe algum reflexo do Inovar-Auto, ficou explícito na Automec. Algumas tecnologias avançavam lentamente no Brasil e passam agora por bom impulso. Correntes de acionamento de válvulas (em substituição a correias dentadas que exigem trocas periódicas) e compressores compactos de ar-condicionado, ideais para os novos motores de três cilindros, são alguns exemplos. Às vezes, podem trazer economia de combustível de apenas 1%, como velas de ignição com eletrodo de irídio, da NGK, muito caras. Porém, duram quatro vezes mais e, assim, parte do seu custo é compensável.
Sistemas mais complexos, como embreagens duplas para caixas de câmbio automatizadas, fabricadas na Alemanha pela Schaeffler, conviveram com soluções práticas e acessíveis, na feira. Um fabricante nacional, Power Stop, desenvolveu servofreio para modelos que nunca tiveram esse conforto: Fusca, Jeep e picapes antigas. Gates mostrou uma ferramenta para medir desgaste de correias. Tenneco/Monroe apresentou linha de amortecedores com garantia de três anos ou 60.000 quilômetros, impensável anos atrás.
Grandes produtores de autopeças, a exemplo de Bosch e Delphi, anunciaram que continuam a ampliar suas redes de oficinas com padrão definido de atendimento. Além de estimular profissionalização em processos e garantia dos serviços, entram na luta por atrair clientes de concessionárias, autocentros e oficinas convencionais. Resultado tem sido manutenção de qualidade a preços menores.
RODA VIVA
OBJETIVO do novo presidente da Anfavea, Luis Moan, é atacar a falta de competitividade para exportação de veículos brasileiros. Hoje, o País vende no exterior menos da metade do volume de 2005. Sem ajuda de desvalorização cambial do passado, o chamado custo Brasil é grande empecilho, além da carga de impostos “escondida” exportada junto com os veículos.
SUV MÉDIO S5, da JAC, que só chegará aqui em 2014, estreia a segunda geração de arquiteturas da marca chinesa. Em rápida avaliação em Hefei, cidade-sede do grupo, o carro passou sensação de robustez. Interior e materiais utilizados subiram de nível, embora ainda tenham que evoluir. No padrão de teste colisão vigente na China é primeiro a obter cinco estrelas.
POSIÇÃO ao dirigir e o volante de pequeno diâmetro para permitir visão do quadro de instrumentos por cima do aro são sensações notáveis no Peugeot 208. Toda a atmosfera interna do carro é bastante agradável, inclusive o teto solar panorâmico, embora cortina interna devesse isolar melhor o calor. Motor de 1,45 l/93 cv não é ideal. Suspensões estão bem acertadas.
PRODUÇÃO do utilitário esporte ix35 em Anápolis (GO), em instalações da Hyundai-CAOA, sofre novo atraso. Primeira previsão era final do ano passado, depois passou para março e, agora, próximo trimestre. Especulações apontam demora nas negociações com o BVA, sob intervenção do Banco Central. Grupo CAOA tem R$ 600 milhões emperrados naquela instituição.
PUBLICAÇÃO do Sindipeças confirmou indicadores internacionais do Brasil em 2012: quarto maior mercado interno e sétimo produtor mundial. Frota real de 38.025.799 unidades (sem motos) está em nono, no mundo. Em número de habitantes por veículo – 5,5 – o País aparece em distante 15º lugar, ou seja, muito ainda para crescer.
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| Fiat/Divulgação |
Entre os expositores felizes, sem dúvida, dois grandes fornecedores, BorgWarner e Honeywell/Garrett. Estão confiantes de que a tecnologia downsizing, de redução de cilindrada e uso de turbocompressores, é a tendência irreversível, reflexo do que ocorre no exterior. Se até 2017 o mercado interno atingir cinco milhões de unidades por ano, parecem factíveis 20% (um milhão de motores) receberem tais componentes. Injeção direta de combustível, ideal para essa aplicação inclusive em motores flex, também disparou uma corrida que, além das tradicionais Bosch, Delphi e Magneti Marelli, inclui agora a Continental.
De fato, se já existe algum reflexo do Inovar-Auto, ficou explícito na Automec. Algumas tecnologias avançavam lentamente no Brasil e passam agora por bom impulso. Correntes de acionamento de válvulas (em substituição a correias dentadas que exigem trocas periódicas) e compressores compactos de ar-condicionado, ideais para os novos motores de três cilindros, são alguns exemplos. Às vezes, podem trazer economia de combustível de apenas 1%, como velas de ignição com eletrodo de irídio, da NGK, muito caras. Porém, duram quatro vezes mais e, assim, parte do seu custo é compensável.
Sistemas mais complexos, como embreagens duplas para caixas de câmbio automatizadas, fabricadas na Alemanha pela Schaeffler, conviveram com soluções práticas e acessíveis, na feira. Um fabricante nacional, Power Stop, desenvolveu servofreio para modelos que nunca tiveram esse conforto: Fusca, Jeep e picapes antigas. Gates mostrou uma ferramenta para medir desgaste de correias. Tenneco/Monroe apresentou linha de amortecedores com garantia de três anos ou 60.000 quilômetros, impensável anos atrás.
Grandes produtores de autopeças, a exemplo de Bosch e Delphi, anunciaram que continuam a ampliar suas redes de oficinas com padrão definido de atendimento. Além de estimular profissionalização em processos e garantia dos serviços, entram na luta por atrair clientes de concessionárias, autocentros e oficinas convencionais. Resultado tem sido manutenção de qualidade a preços menores.
RODA VIVA
OBJETIVO do novo presidente da Anfavea, Luis Moan, é atacar a falta de competitividade para exportação de veículos brasileiros. Hoje, o País vende no exterior menos da metade do volume de 2005. Sem ajuda de desvalorização cambial do passado, o chamado custo Brasil é grande empecilho, além da carga de impostos “escondida” exportada junto com os veículos.
SUV MÉDIO S5, da JAC, que só chegará aqui em 2014, estreia a segunda geração de arquiteturas da marca chinesa. Em rápida avaliação em Hefei, cidade-sede do grupo, o carro passou sensação de robustez. Interior e materiais utilizados subiram de nível, embora ainda tenham que evoluir. No padrão de teste colisão vigente na China é primeiro a obter cinco estrelas.
POSIÇÃO ao dirigir e o volante de pequeno diâmetro para permitir visão do quadro de instrumentos por cima do aro são sensações notáveis no Peugeot 208. Toda a atmosfera interna do carro é bastante agradável, inclusive o teto solar panorâmico, embora cortina interna devesse isolar melhor o calor. Motor de 1,45 l/93 cv não é ideal. Suspensões estão bem acertadas.
PRODUÇÃO do utilitário esporte ix35 em Anápolis (GO), em instalações da Hyundai-CAOA, sofre novo atraso. Primeira previsão era final do ano passado, depois passou para março e, agora, próximo trimestre. Especulações apontam demora nas negociações com o BVA, sob intervenção do Banco Central. Grupo CAOA tem R$ 600 milhões emperrados naquela instituição.
PUBLICAÇÃO do Sindipeças confirmou indicadores internacionais do Brasil em 2012: quarto maior mercado interno e sétimo produtor mundial. Frota real de 38.025.799 unidades (sem motos) está em nono, no mundo. Em número de habitantes por veículo – 5,5 – o País aparece em distante 15º lugar, ou seja, muito ainda para crescer.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
Fórmula-1 sem quebras
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| Divulgação/Lotus LAT Photo |
Nas quatro primeiras corridas de 2013 foram registrados apenas dez abandonos por conta dessas falhas. Isso representa 11,36% do total de largadas no ano. Embora essa marca seja superior a dos últimos dois campeonatos, que beirou os 9%, trata-se de um número baixo. Muito inferior ao de anos não tão remotos. Entre 1993 e 2002, por exemplo, em média 27% dos carros não receberam a bandeirada por conta de falhas mecânicas.
Podemos atribuir essa redução à restrição no número de motores e câmbios disponíveis às equipes por temporada. Esta, aliás, é fruto da busca da Federação Internacional do Automóvel (FIA) em conter a escalada de gastos no certame.
Se houve tempos em que times chegavam a usar dois motores em um carro no mesmo fim de semana (um para classificação e outro para corrida), atualmente tal número é limitado a oito unidades por ano – além de 11 caixas de câmbio. Com isso, as equipes são obrigadas a trabalhar incisivamente na durabilidade dessas peças.
A impressão que fica é a de que 2013 será mais uma temporada com poucos abandonos por conta de problemas mecânicos. Cenário, no entanto, que não pode ser garantido ao próximo ano. A estreia dos motores Turbo 1.6 litro deve render alguma enxaqueca às equipes técnicas da categoria – sobretudo ao início do campeonato.
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