Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.
Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.
Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.
No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.
Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.
Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.
RODA VIVA
PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.
ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.
LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.
ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.
NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.
IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.
LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Alta Roda - Exportar importa muito
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terça-feira, 16 de abril de 2013
Com bastante atraso, Chevrolet Celta ganha airbag e ABS na linha 2014 - só para a versão top
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| Cromados no entorno da grade dianteira são as principais novidades visuais da linha 2014 |
Eu me pergunto: por que o Celta não recebeu estes equipamentos antes? Prefiro não arriscar uma resposta e me contentar com o famoso "antes tarde do que nunca".
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| Modelo passa a contar com ABS e airbag duplo na lista de equipamentos |
A linha 2014 do pequeno Chevrolet recebeu mínimas mudanças estéticas: ganhou aros cromados na grade dianteira de todas as versões (LS e LT) e a versão quatro portas (LT) passa ainda a oferecer um adesivo preto decorativo na coluna central. Além disso, o Celta tem com uma nova cor, a Cinza Sand.
Internamente, foi necessário incluir um novo volante, de três raios, para acomodar o airbag frontal. Entre os bancos dianteiros, uma novidade: porta-objetos com porta-copos como equipamento de série - item bem-vindo para um carro tão pelado.
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| Volante é a principal novidade estética do Celta 2014 |
Em relação aos preços, a linha 2014 ficou um pouco mais cara em relação à 2013. Equipado com cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura, brake light, sistema de imobilização do motor por chave eletrônica (immobilizer system de 2ª geração), tampão do tanque de combustível com chave, ventilador, parachoques pintados na cor do veículo, preparação para receber sistema de som (constituída de fiação elétrica dianteira - força, ignição e terra), tomada de força e porta-objetos no console central (entre outros itens), o Celta LS 2 portas subiu de R$ 25.290 para R$ 25.390.
Com limpador, lavador e desembaçador vidro traseiro, temporizador do limpador para-brisa e ar-condicionado, a versão LS sobe para R$ 27.790 (R$ 160 a mais do que a linha 2013).
O Celta LT 4 portas foi de R$ 28.970 para R$ 29.190. Ele vem equipado com os itens da versão LS, além de maçanetas das portas externas pintadas na cor do veículo, ar quente; desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro, vidros elétricos dianteiros com sistema tipo "um toque" para subida e descida automáticas, dispositivo antiesmagamento e fechamento automático acionado pelo "Keyless Entry System"; travas elétricas, travamento automático das portas ao atingir 15 km/h, direção hidráulica, entre outros itens.
Completo, com ar-condicionado, ABS e airbag duplo, o preço do Celta LT é de R$ 31.490 - contra R$ 30.580 da linha 2013, que não tinha os itens de segurança.
No mais, o Celta continua com as mesmas qualidades (bom desempenho, robustez, fácil manutenção e praticidade) e defeitos (volante torto, acabamento simplório, apoios de cabeça sólidos e espaço interno pequeno).
Com limpador, lavador e desembaçador vidro traseiro, temporizador do limpador para-brisa e ar-condicionado, a versão LS sobe para R$ 27.790 (R$ 160 a mais do que a linha 2013).
O Celta LT 4 portas foi de R$ 28.970 para R$ 29.190. Ele vem equipado com os itens da versão LS, além de maçanetas das portas externas pintadas na cor do veículo, ar quente; desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro, vidros elétricos dianteiros com sistema tipo "um toque" para subida e descida automáticas, dispositivo antiesmagamento e fechamento automático acionado pelo "Keyless Entry System"; travas elétricas, travamento automático das portas ao atingir 15 km/h, direção hidráulica, entre outros itens.
Completo, com ar-condicionado, ABS e airbag duplo, o preço do Celta LT é de R$ 31.490 - contra R$ 30.580 da linha 2013, que não tinha os itens de segurança.
No mais, o Celta continua com as mesmas qualidades (bom desempenho, robustez, fácil manutenção e praticidade) e defeitos (volante torto, acabamento simplório, apoios de cabeça sólidos e espaço interno pequeno).
Fotos: Chevrolet/Divulgação
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Alta Roda - Ganha-se muito ou pouco?
Conhecidos os resultados consolidados da indústria automobilística em março, que a Anfavea divulga todos os meses, poucos atentaram a um pormenor estatístico. Pela primeira vez as quatro maiores marcas – Fiat, Ford, GM e VW – alcançaram 68,6% dos automóveis e comerciais leves comercializados. Ou seja, ainda representam pouco mais de dois terços das vendas, mas pela primeira vez abaixo de 70%.
Não é tão incomum, em outros países, as quatro maiores marcas dominarem cerca de dois terços do comércio interno, ao contrário do que muitos pensam. Japão e Índia são dois exemplos. Ou seja, a concorrência aqui é feroz e as quatro maiores tendem a perder participação de forma mais acelerada.
Esse surto de novas marcas vem em razão do rápido crescimento das vendas no Brasil, quarto maior mercado mundial e quase quatro milhões de unidades (com caminhões e ônibus) ao fim de 2013. Isso significou lucros crescentes, mas desalinhados do resto do mundo?
Segundo Carlos Gomes, presidente da PSA Peugeot Citroën Brasil e América Latina, cerca de 70 milhões de veículos leves produzidos no mundo, em 2012, deixaram lucro aproximado de US$ 50 bilhões. Desse total, US$ 18 bi foram ganhos na América do Norte; US$ 17 bi, na China; US$ 4 bi, na América Latina; US$ 2 bi, na Europa e US$ 9 bi no resto do mundo. Nossa região representou 8% das vendas e 8% dos lucros. América do Norte, 22% e 36%, respectivamente. Quem está mal mesmo é a Europa: 22% e apenas 4%.
Nos EUA há grandes distorções. Picapes e SUVs (45% das vendas) lá são considerados caminhões leves. Mas as margens são até quatro vezes maiores do que as de automóveis, o que não se considerou em pesquisa atribuída à consultoria IHS e ao Sindipeças. Pormenor: nos EUA não há importação de picapes pois o imposto tem alíquota de 25%, cerca de 10 vezes superior ao de automóveis, desproporcionalidade única no mundo. Em carros ganha-se um tantinho e em picapes/SUVs, um tantão...
Outro estudo recente, do Instituto de Planejamento Tributário, comparou preços com e sem impostos de algumas mercadorias nos EUA, Itália e Brasil. Claro, aqui tudo muito mais caro. Escolheram o Corolla entre os automóveis, mas só o confrontaram com os EUA, alegando ser modelo indisponível na Itália. Poderiam ter elegido o Focus, vendido nos três continentes. Será porque, sem impostos, a diferença de preço é pequena, ao contrário dos itens pesquisados?
De qualquer forma o cenário obrigará a diminuir a defasagem dos lançamentos, com impactos sobre rentabilidade. O site inglês just-auto chama a atenção de que mercados emergentes desejam comprar logo os carros expostos todos os dias na internet. E citou o caso da Honda, que decidiu descentralizar desenvolvimento e compras já a partir do novo Fit, abreviando seu lançamento aqui, em 2014. Até afirmou que a filial duplicará o número de engenheiros no País.
É o caso também da Fiat. Em Pernambuco produzirá crossover utilitário e picape média dele derivado já em 2015. Em 2016, versão utilitária para a marca Jeep e sedã médio baseado no Dodge Dart/Fiat Viaggio. Para Minas Gerais, ficará o subcompacto sucessor do Mille, em 2015. Tudo com forte participação técnica de brasileiros para agilizar.
RODA VIVA
DIMINUIÇÃO de importações e recuperação de estoques fizeram do mês passado o melhor março da história: 319 mil unidades, de todos os tipos, produzidas. No primeiro trimestre a recuperação da produção, em relação a 2012, foi de 12%. Até dezembro, Anfavea espera que as fábricas produzam mais 4,5% sobre 2012, apesar de exportações fracas.
QUANTO às vendas, o presidente da associação (em fim de mandato), Cledorvino Belini, acredita que o ano será bom. Mas preferiu manter, por enquanto, previsão de crescimento de 3,5% a 4,5%, mesmo com dois aumentos de IPI cancelados até o fim do ano. Chegou a admitir 5% de avanço em 2013. Comportamento do PIB será decisivo para os resultados.
MERCEDES-BENZ deu uma guinada com novo Classe A, em versões de R$ 99.900 e R$ 109.900. De pequeno monovolume passou a hatch de estilo arrojado e coeficiente aerodinâmico dos melhores (Cx de 0,27). Interior cresceu: entre-eixos generoso de 2,69 m. Bancos dianteiros de encosto alto e alavanca seletora de câmbio na coluna de direção agradam.
MOTOR turbo 1,6 L/156 cv tem ótimo torque de 25,5 kgfm, entre 1.250 e 4.000 rpm. Casa à perfeição com câmbio automatizado de dupla embreagem, sete marchas. Interessante função aciona o freio de estacionamento ao se pisar com firmeza o pedal de freio, quando em marcha-lenta. Faltam GPS e faróis de neblina, justo na versão mais cara (de série, na de entrada).
UNIÃO Europeia deve rever ciclos de teste de consumo de combustível em laboratório. Números otimistas demais e difíceis de reproduzir na prática, em especial modelos híbridos. Provavelmente vão optar por correção linear dos valores, como aconteceu nos EUA e no Brasil, pois novo ciclo foi adotado há pouco mais de quatro anos.
Não é tão incomum, em outros países, as quatro maiores marcas dominarem cerca de dois terços do comércio interno, ao contrário do que muitos pensam. Japão e Índia são dois exemplos. Ou seja, a concorrência aqui é feroz e as quatro maiores tendem a perder participação de forma mais acelerada.
Esse surto de novas marcas vem em razão do rápido crescimento das vendas no Brasil, quarto maior mercado mundial e quase quatro milhões de unidades (com caminhões e ônibus) ao fim de 2013. Isso significou lucros crescentes, mas desalinhados do resto do mundo?
Segundo Carlos Gomes, presidente da PSA Peugeot Citroën Brasil e América Latina, cerca de 70 milhões de veículos leves produzidos no mundo, em 2012, deixaram lucro aproximado de US$ 50 bilhões. Desse total, US$ 18 bi foram ganhos na América do Norte; US$ 17 bi, na China; US$ 4 bi, na América Latina; US$ 2 bi, na Europa e US$ 9 bi no resto do mundo. Nossa região representou 8% das vendas e 8% dos lucros. América do Norte, 22% e 36%, respectivamente. Quem está mal mesmo é a Europa: 22% e apenas 4%.
Nos EUA há grandes distorções. Picapes e SUVs (45% das vendas) lá são considerados caminhões leves. Mas as margens são até quatro vezes maiores do que as de automóveis, o que não se considerou em pesquisa atribuída à consultoria IHS e ao Sindipeças. Pormenor: nos EUA não há importação de picapes pois o imposto tem alíquota de 25%, cerca de 10 vezes superior ao de automóveis, desproporcionalidade única no mundo. Em carros ganha-se um tantinho e em picapes/SUVs, um tantão...
Outro estudo recente, do Instituto de Planejamento Tributário, comparou preços com e sem impostos de algumas mercadorias nos EUA, Itália e Brasil. Claro, aqui tudo muito mais caro. Escolheram o Corolla entre os automóveis, mas só o confrontaram com os EUA, alegando ser modelo indisponível na Itália. Poderiam ter elegido o Focus, vendido nos três continentes. Será porque, sem impostos, a diferença de preço é pequena, ao contrário dos itens pesquisados?
De qualquer forma o cenário obrigará a diminuir a defasagem dos lançamentos, com impactos sobre rentabilidade. O site inglês just-auto chama a atenção de que mercados emergentes desejam comprar logo os carros expostos todos os dias na internet. E citou o caso da Honda, que decidiu descentralizar desenvolvimento e compras já a partir do novo Fit, abreviando seu lançamento aqui, em 2014. Até afirmou que a filial duplicará o número de engenheiros no País.
É o caso também da Fiat. Em Pernambuco produzirá crossover utilitário e picape média dele derivado já em 2015. Em 2016, versão utilitária para a marca Jeep e sedã médio baseado no Dodge Dart/Fiat Viaggio. Para Minas Gerais, ficará o subcompacto sucessor do Mille, em 2015. Tudo com forte participação técnica de brasileiros para agilizar.
RODA VIVA
DIMINUIÇÃO de importações e recuperação de estoques fizeram do mês passado o melhor março da história: 319 mil unidades, de todos os tipos, produzidas. No primeiro trimestre a recuperação da produção, em relação a 2012, foi de 12%. Até dezembro, Anfavea espera que as fábricas produzam mais 4,5% sobre 2012, apesar de exportações fracas.
QUANTO às vendas, o presidente da associação (em fim de mandato), Cledorvino Belini, acredita que o ano será bom. Mas preferiu manter, por enquanto, previsão de crescimento de 3,5% a 4,5%, mesmo com dois aumentos de IPI cancelados até o fim do ano. Chegou a admitir 5% de avanço em 2013. Comportamento do PIB será decisivo para os resultados.
MERCEDES-BENZ deu uma guinada com novo Classe A, em versões de R$ 99.900 e R$ 109.900. De pequeno monovolume passou a hatch de estilo arrojado e coeficiente aerodinâmico dos melhores (Cx de 0,27). Interior cresceu: entre-eixos generoso de 2,69 m. Bancos dianteiros de encosto alto e alavanca seletora de câmbio na coluna de direção agradam.
MOTOR turbo 1,6 L/156 cv tem ótimo torque de 25,5 kgfm, entre 1.250 e 4.000 rpm. Casa à perfeição com câmbio automatizado de dupla embreagem, sete marchas. Interessante função aciona o freio de estacionamento ao se pisar com firmeza o pedal de freio, quando em marcha-lenta. Faltam GPS e faróis de neblina, justo na versão mais cara (de série, na de entrada).
UNIÃO Europeia deve rever ciclos de teste de consumo de combustível em laboratório. Números otimistas demais e difíceis de reproduzir na prática, em especial modelos híbridos. Provavelmente vão optar por correção linear dos valores, como aconteceu nos EUA e no Brasil, pois novo ciclo foi adotado há pouco mais de quatro anos.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Chega de Gol G4 e Blazer! Polícia brasileira se renova no combate ao crime! Fiat Freemont aguenta o tranco?
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| Reprodução/Adrenaline |
Com o avanço e desenvolvimento da nossa indústria, o mercado nacional passou a construir mais carros com estas duas características, mas que iam além, sendo também confortáveis e, em vários casos, até bonitos. Por causa disso, por que insistir em modelos defasados, com voltante torto, bancos desconfortáveis, ergonomia ruim e outros problemas?
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| Reprodução/GTPlanet |
Temos os Volkswagen Fox e Gol (G5), o Fiat Uno e o Renault Sandero entre os hatches que já rodam pelo país, assim como a picape Nissan Frontier. Chevrolet S10 e Ford Ranger apareceram com "uniforme policial" numa feira de segurança Interseg, realizada em São Paulo em 2012.
A lista de sedãs é grande, por isso vou citar os Renault Logan e Fluence, que fazem parte da frota policial brasileira em alguns estados, e o Peugeot 408 e o Ford New Fiesta Sedan, que também apareceram na feira - não entendo direito este este último: embora seguro, seu espaço interno é bem limitado (especialmente atrás).
O feioso Chevrolet Spin também já virou policial na Interseg e tem tudo para assustar os criminosos. Nas cidades costeiras temos ainda o Troller T4 patrulhando as praias, como no litoral do Ceará. A polícia também roda com SUVs como Ford EcoSport e Renault Duster.
Sei que existe muitas outros automóveis e utilitários que compõe a frota da polícia brasileira. Mas, entre os veículos levantados durante a a pesquisa que fiz, com o apoio do internauta Márcio, o que mais chamou a minha atenção foi o Fiat Freemont. Importado, com desempenho fraco e beberrão, o modelo é um verdadeiro luxo para rodar nas cidades pelo país. Realmente acho que a polícia merece ter carros confortáveis, seguros, robustos, duráveis e econômicos, mas um Freemont parece ter sido uma escolha inadequada - ou será que o modelo italiano também é um verdadeiro "pau para toda obra"? Pelo menos a adaptação para a Interseg ficou legal.
Veja nas fotos abaixo alguns veículos preparados para a polícia, exibidos numa feira de segurança realizada em São Paulo no ano passado.
Fotos: Reprodução/R7
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Alta Roda - Corrida do Ouro
Dessa vez, um segredo bem guardado. Congelamento das alíquotas do IPI até 31 de dezembro – cancela os dois aumentos previstos para abril e julho – foi anunciado durante feriado da Páscoa. No momento, o governo está preocupado não apenas em sustentar o crescimento no mercado de veículos, mas de tabela controlar reflexos na inflação. Há especulações de que tal patamar de IPI poderia se manter indefinidamente, sinalizando pequena mudança de rumo. Afinal, aqui estão os automóveis mais taxados do mundo, em longa cadeia de impostos sobre impostos. Um dia, isso teria de mudar.
Essa reviravolta já mexeu nas previsões do setor para 2013. Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, acredita em vendas de 4% a 5% superiores em relação ao ano passado (antes, de 3,5% a 4,5%). Ele fez a afirmação durante o IV Fórum da Indústria Automobilística, em São Paulo, promovido essa semana em São Paulo pela Automotive Business. Inovar-Auto, ambicioso regime revelado em setembro de 2012, ainda provoca muitas dúvidas sobre o nível de avanço em tecnologia nos próximos cinco anos e dominou os debates.
Como comentou Stephan Keese, da consultoria Roland Berger, já foi dito no exterior que o mercado brasileiro deve deflagrar uma nova “corrida do ouro”. Porém, ele desconfia mais de uma corrida contra o tempo do que propriamente de resultados financeiros, inclusive com risco de excesso de capacidade instalada. Prejuízo estimado pela Ford na América do Sul (Brasil representa 60% das vendas), no primeiro trimestre, pode chegar a US$ 300 milhões. GM também perdeu dinheiro na região, ano passado.
No entanto, um mercado entre cinco e seis milhões de unidades, até o final da década, se tornará ainda mais disputado. Há sete novos fabricantes de veículos leves se instalando no País até 2015, para totalizar 25, e não vai parar aí. Fábricas de motores passarão de 13 para 18, incluindo a Fiat, em sua nova unidade industrial em Pernambuco, e a Chery, que anunciou durante o Fórum. Hyundai Brasil, em breve, também comunicará a produção de motores.
Para o economista José Mendonça de Barros o consumidor deve esperar uma paulatina queda real de preços dos carros novos (ou aumentos inferiores à taxa de inflação para ser mais claro), acompanhado de desvalorização maior dos modelos usados. Esse descolamento é irreversível em situações de crescimento firme do mercado e continuará nos próximos anos.
Existe preocupação do setor de autopeças quanto à regulamentação do conteúdo local, adiada por mais dois meses pelo governo federal. Exigirá rastreabilidade do país de origem das peças e incertezas de como será feito o controle na Argentina, um vespeiro conhecido. Foi discutida a possibilidade de criar o programa Inovar-Peças, simultâneo ao Inovar-Auto, que adicionaria novos níveis de complexidade, apesar do potencial de desemperrar as coisas.
Falta competitividade na indústria brasileira e o setor automobilístico não é exceção. Paulo Butori, presidente do Sindipeças, colocou no rol dos problemas a moeda valorizada. Para ele, sem resolver a questão será muito difícil avançar. Exemplificou com o ramo de autopeças que passou de superavitário a deficitário no comércio exterior, em meia dúzia de anos.
RODA VIVA
SUBSIDIÁRIA da GM na Argentina confirmou lançamento do SUV compacto Tracker, vindo do México, no terceiro trimestre do ano. Jaime Ardila, presidente da empresa no Brasil e América do Sul, em entrevista à TV a cabo Band News, de fim de noite, admitiu de forma indireta que também chegará aqui até o fim do ano. E que um subcompacto está nos planos.
AUDI TT chega aos 15 anos e oferece cada vez mais potência. RS tem motor de cinco cilindros, 2,5 L, e ronco quase como um seis-cilindros em linha. Para guiar sem sustos, lidar com 340 cv e torque assombroso de 45,9 kgf∙m, tração é nas quatro rodas. Estilo do cupê compacto permanece fiel ao original, sem sinais de cansaço, um tanto raro, hoje.
MAIS atraente que o Cielo, compacto Chery Celer foi finalmente colocado à venda. Marca chinesa demonstra que quando a fábrica de Jacareí (SP) entregar as primeiras unidades, em um ano, terá produto competitivo e segurança de conteúdo nacional. Em versões hatch (R$ 35.990) e sedã (R$ 36.990), tem motor flex 1,5 L e pacote completo de equipamentos.
TELA multimídia de comando por toque veio para ficar. Renault já a oferece para toda a linha Sandero/Logan, ao preço em torno de R$ 600. Duster Techroad desbravou o interesse pelo equipamento (no caso, de série), bem fácil de operar. Esse utilitário compacto, bom de guiar, mostra limitações ergonômicas: perna esbarra na caixa de comando dos vidros elétricos.
LINHA 2014 do Fox, lançada agora, tem poucas mudanças. Freios ABS são os de nona geração: cada vez menos pulsação no pedal em frenagem de emergência. Discos de freio do CrossFox têm maior diâmetro em razão do acréscimo de massa da versão, em relação ao resto da linha, pelo suporte externo do estepe e suspensão reforçada.
Essa reviravolta já mexeu nas previsões do setor para 2013. Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, acredita em vendas de 4% a 5% superiores em relação ao ano passado (antes, de 3,5% a 4,5%). Ele fez a afirmação durante o IV Fórum da Indústria Automobilística, em São Paulo, promovido essa semana em São Paulo pela Automotive Business. Inovar-Auto, ambicioso regime revelado em setembro de 2012, ainda provoca muitas dúvidas sobre o nível de avanço em tecnologia nos próximos cinco anos e dominou os debates.
Como comentou Stephan Keese, da consultoria Roland Berger, já foi dito no exterior que o mercado brasileiro deve deflagrar uma nova “corrida do ouro”. Porém, ele desconfia mais de uma corrida contra o tempo do que propriamente de resultados financeiros, inclusive com risco de excesso de capacidade instalada. Prejuízo estimado pela Ford na América do Sul (Brasil representa 60% das vendas), no primeiro trimestre, pode chegar a US$ 300 milhões. GM também perdeu dinheiro na região, ano passado.
No entanto, um mercado entre cinco e seis milhões de unidades, até o final da década, se tornará ainda mais disputado. Há sete novos fabricantes de veículos leves se instalando no País até 2015, para totalizar 25, e não vai parar aí. Fábricas de motores passarão de 13 para 18, incluindo a Fiat, em sua nova unidade industrial em Pernambuco, e a Chery, que anunciou durante o Fórum. Hyundai Brasil, em breve, também comunicará a produção de motores.
Para o economista José Mendonça de Barros o consumidor deve esperar uma paulatina queda real de preços dos carros novos (ou aumentos inferiores à taxa de inflação para ser mais claro), acompanhado de desvalorização maior dos modelos usados. Esse descolamento é irreversível em situações de crescimento firme do mercado e continuará nos próximos anos.
Existe preocupação do setor de autopeças quanto à regulamentação do conteúdo local, adiada por mais dois meses pelo governo federal. Exigirá rastreabilidade do país de origem das peças e incertezas de como será feito o controle na Argentina, um vespeiro conhecido. Foi discutida a possibilidade de criar o programa Inovar-Peças, simultâneo ao Inovar-Auto, que adicionaria novos níveis de complexidade, apesar do potencial de desemperrar as coisas.
Falta competitividade na indústria brasileira e o setor automobilístico não é exceção. Paulo Butori, presidente do Sindipeças, colocou no rol dos problemas a moeda valorizada. Para ele, sem resolver a questão será muito difícil avançar. Exemplificou com o ramo de autopeças que passou de superavitário a deficitário no comércio exterior, em meia dúzia de anos.
RODA VIVA
SUBSIDIÁRIA da GM na Argentina confirmou lançamento do SUV compacto Tracker, vindo do México, no terceiro trimestre do ano. Jaime Ardila, presidente da empresa no Brasil e América do Sul, em entrevista à TV a cabo Band News, de fim de noite, admitiu de forma indireta que também chegará aqui até o fim do ano. E que um subcompacto está nos planos.
AUDI TT chega aos 15 anos e oferece cada vez mais potência. RS tem motor de cinco cilindros, 2,5 L, e ronco quase como um seis-cilindros em linha. Para guiar sem sustos, lidar com 340 cv e torque assombroso de 45,9 kgf∙m, tração é nas quatro rodas. Estilo do cupê compacto permanece fiel ao original, sem sinais de cansaço, um tanto raro, hoje.
MAIS atraente que o Cielo, compacto Chery Celer foi finalmente colocado à venda. Marca chinesa demonstra que quando a fábrica de Jacareí (SP) entregar as primeiras unidades, em um ano, terá produto competitivo e segurança de conteúdo nacional. Em versões hatch (R$ 35.990) e sedã (R$ 36.990), tem motor flex 1,5 L e pacote completo de equipamentos.
TELA multimídia de comando por toque veio para ficar. Renault já a oferece para toda a linha Sandero/Logan, ao preço em torno de R$ 600. Duster Techroad desbravou o interesse pelo equipamento (no caso, de série), bem fácil de operar. Esse utilitário compacto, bom de guiar, mostra limitações ergonômicas: perna esbarra na caixa de comando dos vidros elétricos.
LINHA 2014 do Fox, lançada agora, tem poucas mudanças. Freios ABS são os de nona geração: cada vez menos pulsação no pedal em frenagem de emergência. Discos de freio do CrossFox têm maior diâmetro em razão do acréscimo de massa da versão, em relação ao resto da linha, pelo suporte externo do estepe e suspensão reforçada.
domingo, 31 de março de 2013
Governo Federal "abre as pernas" e redução do IPI fica até dezembro. Montadoras deveriam fazer a parte delas
Algo bastante especulado nos últimos dias, ainda mais depois das vendas fracas (mais aqui), acabou acontecendo: o ministro da Economia, Guido Mantega, anunciou ontem que Governo Federal manterá a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, caminhões e veículos comerciais leves até 31 de dezembro de 2013. Essa decisão vai contra os planos iniciais do governo, que estava retornando gradualmente com o imposto desde 1º de janeiro. Amanhã, dia 1º de abril, teríamos mais um aumento da alíquota.
De acordo Mantega, a intenção do governo ao manter a alíquotas do IPI como está agora é evitar que uma queda nas vendas ao longo do ano. Esta manutenção é um estímulo à indústria automobilística que, segundo o ministro, representa cerca de 25% da produção industrial no Brasil. Manter o IPI reduzido representa uma renúncia fiscal de R$ 2,2 bilhões de abril a dezembro deste ano.
Desde 1º de janeiro, a cobrança do IPI deixou de ser zero e passou para 2% para carros flex até 1.0, valor que segue deveria ir até o final de março. De abril abril até junho, subiria para 3,5% chegando, finalmente, para os (caros) 7% originais a partir de julho.
Nos modelos com motor flex entre 1.000 e 2.000 cilindradas, de janeiro a março a alíquota passou de 5,5% para 7% e chegaria a 9% no segundo trimestre. A partir de julho ela voltaria para os (altos) 11%.
Para veículos com propulsores entre 1.0 e 2.0, movidos apenas a gasolina, o IPI no primeiro trimestre de 2013 subiu de 6,5%, para 8%. De abril a junho, deveria subir para 10% e, a partir de julho, retornaria para (salgados) 13%.
IPI até 31 de dezembro de 2013
Veículos com motores até 1.0 flex: 2%
Veículos com motores acima de 1.0 até 2.0 flex: 7%
Veículos com motores acima de 1.0 até 2.0 a gasolina: 8%
Veículos com motores acima de 2.0 flex: 18%
Veículos com motores acima de 2.0 a gasolina: 25%
Caminhões: 0%
Veículos comerciais leves: 2%
Opinião
Penso que o Governo Federal errou ao "abrir as pernas" para as montadoras, mantendo o IPI reduzido. Acho que este era o momento ideal para as montadoras agirem para reaquecer as vendas, reduzindo seus altíssimos lucros - pelo que li, média de 8% a 14% por carro.
Tudo bem que as empresas com fábrica no Brasil garantem muitos empregos e ajudam a mover e evoluir toda a indústria nacional. Mesmo assim, a redução dos lucros em pró de preços mais baixos seria uma manobra muito bem-vinda. Em contra partida, o Governo Federal deveria manter o IPI como está hoje, mas permanentemente. Assim teríamos lucros menores somados a impostos mais baixos e, por consequência, carros mais baratos.
Fecho com uma pergunta. A Hyundai anunciou os preços do HB20S já contanto com o aumento do IPI previsto para 1º de abril. A Peugeot fez o mesmo com o 208. Será que as duas montadoras vão abaixar os preços de seus mais novos lançamentos?
Não custa lembrar que ambos os modelos assustaram no quesito preço. Leia mais aqui e aqui.
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| Será que o HB20S vai ter seu preço reduzido? - Hyundai/Divulgação |
Desde 1º de janeiro, a cobrança do IPI deixou de ser zero e passou para 2% para carros flex até 1.0, valor que segue deveria ir até o final de março. De abril abril até junho, subiria para 3,5% chegando, finalmente, para os (caros) 7% originais a partir de julho.
Nos modelos com motor flex entre 1.000 e 2.000 cilindradas, de janeiro a março a alíquota passou de 5,5% para 7% e chegaria a 9% no segundo trimestre. A partir de julho ela voltaria para os (altos) 11%.
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| Será que o 208 terá seu preço reduzido? - Peugeot/Divulgação |
IPI até 31 de dezembro de 2013
Veículos com motores até 1.0 flex: 2%
Veículos com motores acima de 1.0 até 2.0 flex: 7%
Veículos com motores acima de 1.0 até 2.0 a gasolina: 8%
Veículos com motores acima de 2.0 flex: 18%
Veículos com motores acima de 2.0 a gasolina: 25%
Caminhões: 0%
Veículos comerciais leves: 2%
Opinião
Penso que o Governo Federal errou ao "abrir as pernas" para as montadoras, mantendo o IPI reduzido. Acho que este era o momento ideal para as montadoras agirem para reaquecer as vendas, reduzindo seus altíssimos lucros - pelo que li, média de 8% a 14% por carro.
Tudo bem que as empresas com fábrica no Brasil garantem muitos empregos e ajudam a mover e evoluir toda a indústria nacional. Mesmo assim, a redução dos lucros em pró de preços mais baixos seria uma manobra muito bem-vinda. Em contra partida, o Governo Federal deveria manter o IPI como está hoje, mas permanentemente. Assim teríamos lucros menores somados a impostos mais baixos e, por consequência, carros mais baratos.
Fecho com uma pergunta. A Hyundai anunciou os preços do HB20S já contanto com o aumento do IPI previsto para 1º de abril. A Peugeot fez o mesmo com o 208. Será que as duas montadoras vão abaixar os preços de seus mais novos lançamentos?
Não custa lembrar que ambos os modelos assustaram no quesito preço. Leia mais aqui e aqui.
terça-feira, 26 de março de 2013
No inflacionado mercado brasileiro, Peugeot 208 é caro mesmo? Quanto custam os concorrentes?
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| Peugeot/Divulgação |
De acordo com a enquete do De 0 a 100, que ficou no ar por cinco dias, com a pergunta "O que você achou dos preços do Peugeot 208?", a imensa maioria dos internautas achou que o novo Peugeot "ficou caro e vai vender pouco".
O que você achou dos preços do Peugeot 208?
. Ficou caro! Vai vender pouco - 41 votos (77,35%)
. Gostei! O carro vai vender bem! - 10 votos (18,86%)
. Achei mais ou menos... - 2 votos (3,77%)
TOTAL: 53 votos
Mas, fazendo uma análise dos concorrentes, será que o 208 ficou caro mesmo?
Pensando nesta pergunta, peguei os principais concorrentes do novo Peugeot e os separei em dois grupos para facilitar o comparativo. De um lado temos o 208 1.5 com os concorrentes com motor até 1.5, enquanto, do outro, temos o 208 1.6 contra concorrentes com propulsor até 1.6.
Optei por deixar de fora todos os modelos com motor 1.0, as versões com motorização acima de 1.0 sem ABS (nem como opcional) e escolhi sempre os modelos com pintura sólida. A pesquisa de preços foi realizada entre os dias 18 e 26 de março de 2013, nos sites das montadoras.
Peugeot 208 1.5 X Concorrentes 1.4 e 1.5
Peugeot 208 Active 1.5 - R$ 39.990
Rodas de aço de 15" com calotas integrais, chave tipo canivete, faróis com luz diurna (DRL) com lâmpada alógena, painel com display LCD, airbag duplo, freios com ABS e REF (outro nome para EBD), computador de bordo, ar-condicionado, direção elétrica progressiva, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com comando na chave e porta-luvas refrigerado.
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| Peugeot/Divulgação |
Itens da Active, além de central multimídia touchscreen 7", navegação GPS touchscreen, rádio MP3 bluetooth, volante multifuncional, entradas USB e auxiliar, retrovisores externos com comandos elétricos, volante revestido em couro e teto de vidro panorâmico.
208 1.5 8V
Potência: 98/106 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque: 14,5/15,5 mkgf (g/e) a 3.000 rpm
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| Chery/Divulgação |
Ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios ABS com EBD, alarme antifurto, vidros, travas e retrovisores elétricos, rádio AM/FM com CD player MP3 e entrada USB, ajuste elétrico dos faróis, rodas de liga leve de aro 15" (pneus 185/60 R15), entre outros itens.
Celer 1.5 16V
Potência: 108 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 14,2 (g/e) a 4.200 rpm
Chevrolet Agile LT 1.4 - R$ 40.320
O Agile de entrada, LT 1.4, custa sugeridos R$ 39.690 e vem equipado com ajuste altura banco motorista e do volante, direção hidráulica; limpador, lavador e desembaçador vidro traseiro; piloto automático; computador de bordo; acendimento automático dos faróis; rodas de aço de 15" com calotas integrais; molduras laterais na cor preta; travas e vidros dianteiros (com sistema um toque) elétricos; alarme; banco traseiro com encosto dividido 1/3 e 2/3 rebatível; banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível; travamento automático das portas ao atingir 15 km/h; trava de segurança suplementar nas portas traseiras (trava para crianças); sistema de luz "leve-me" (as luzes externas do carro se acendem automaticamente ao destravamento das portas pelo controle remoto) e "siga-me" (faróis permanecem acesos por um período de tempo após o desligamento do motor e fechamento/travamento das portas); airbag duplo frontal; rádio com MP3 Player, Bluetooth, Leitor USB e entrada auxiliar frontal; e ar-condicionado. Lamentavelmente o sistema ABS de freios ficou de fora da versão LT.
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| Chevrolet/Divulgação |
Itens da versão LT, além de faróis de neblina; luz de neblina traseira acoplada à lanterna traseira - lado do motorista; vidros traseiros elétricos; sistema ABS de freios com distribuição eletrônico de frenagem (EBD); moldura cromada das grades dianteiras e molduras de proteção nas laterais na cor do veículo; rodas de liga leve 6J x 15" com face usinada e fundo na cor cinza argentio, pneus 185/60 R15; controle remoto elétrico dos espelhos retrovisores externos; e rádio AM / FM stereo com informações enviadas das estações sintonizadas, CD/MP3/WMA player, Bluetooth, reconhecimento de voz e discagem automática do celular, entrada auxiliar frontal e leitor USB.
Pagando mais R$ 2.200 (R$ 44.520), é possível levar o Agile LTZ com câmbio manual automatizado Easytronic.
Agile 1.4 8V
Potência: 97/102 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 13,2/13,5 mkgf (g/e) a 3.200 rpm
Chevrolet Onix LT 1.4 - R$ 36.190
Direção hidráulica, pneus 185/65 R15, freios ABS com EBD, airbags frontais, alça dianteira retrátil do teto do passageiro, ar quente, desembaçador e limpador traseiro, brake light, cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura e cintos dianteiros e traseiros de três pontos, para-choques dianteiro e traseiro na cor do veículo, além de sistema para abertura da tampa de combustível pela chave, abertura elétrica do porta-malas pela chave, travas e vidros dianteiros elétricos, alarme anti-furto, antena, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro bi-partido (60/40), chave do tipo canivete com fechamento de portas e vidros, maçanetas das portas na cor do veículo; protetor de carter, volante com regulagem de altura, faróis dianteiros com máscara negra e lente decorativa Ice Blue, lanternas traseiras com lentes escurecidas e saia lateral com acabamento em preto. Quando equipada com sistema MyLink e ar-condicionado, a versão LT 1.4 custa R$ 39.490.
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| Chevrolet/Divulgação |
Além dos itens encontrados na versão LT, oferece ainda pneus 185/70 R15, acionamento elétrico dos vidros traseiros, ar-condicionado, computador de bordo, conexão Bluetooth para celulares, conjunto de alto-falantes (2 dianteiros e 2 traseiros), entrada USB, espelhos retrovisores com controle elétrico, faróis de neblina, rodas de alumínio com acabamento diamantado e sistema multimídia MyLink.
Onix 1.4 8V
Potência: 98/106 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 13/13,9 mkgf (g/e) a 4.800 rpm
Citroën C3 Origine 1.5 - R$ 39.990
Ar-condicionado, direção elétrica, rodas de aço aro 15" com calotas, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, airbag duplo, freio ABS, protetor de cárter e regulagem de altura de banco e volante + brake light, travamento automatico das portas quando veiculo em movimento, travas das portas e porta-malas com comando à distância na chave, travas de segurança para crianças das portas traseira manual, banco traseiros bi-partido 1/3 - 2/3, computador de bordo, tomada 12V dianteira, porta luvas com refrigeração, preparação para som, retrovisores laterais externos com regulagem elétrica, entre outros itens.
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| Citroën/Divulgação |
Mesmo itens do Origine, além de faróis de neblina, lanternas diurnas de LED (DRL), indicador de temperatura externa, para-brisas ZENITH com ocultador manual, porta luvas com iluminação interna, rádio CD/MP3 Player com comandos na coluna de direção, seis alto-falantes, entrada USB e auxiliar, conexão bluetooth e sistema HIFI-like; vidros dianteiros com acionamento elétrico (vidro do motorista com one touch e anti esmagamento), vidros traseiros com acionamento elétrico, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria e rodas em liga leve 15".
Potência: 98/106 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque: 14,5/15,5 mkgf (g/e) a 3.000 rpm
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| Fiat/Divulgação |
Apoio de cabeça para todos os ocupantes, banco traseiro rebatível com 2 posições para o encosto, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas, comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível, computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso), computador de Bordo B (distância B, consumo médio B, velocidade média B e tempo de percurso B), direção hidráulica, farós de neblina, Fiat Code 2ª geração, follow me home, airbag duplo, freios com ABS e EBD, iluminação do porta-malas, para-choques, maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, retrovisores externos com comando interno mecânico, rodas de aço estampado 5.5 x 14" com pneus 175/65 R14 (Baixa resistência a rolagem), travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h, vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento e volante com regulagem de altura.
Com ar-condicionado (R$ 2.981), Kit Evolution 2 (rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, viva-voz bluetooth e entrada USB, retrovisores externos elétricos - R$ 1.466) e volante em couro com comandos do rádio - 6 botões (R$ 376), o preço sobe para R$ 39.013.
Palio 1.4 8V
Potência: 85/88 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque: 12,4/12,5 mkgf (g/e) a 3.500 rpm
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| Fiat/Divulgação |
Apoio de cabeça com regulagem de altura para todos os ocupantes, banco do motorista com regulagem de altura, comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível, computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso), direção hidráulica, ESS (sinalização de frenagem de emergência), Fiat Code 2ª geração, follow me home, airbag duplo e ABS com EBD, limpador traseiro com acionamento automático à ré, retrovisores externos com comando interno mecânico, rodas de aço estampado 6.0 x 15" + pneus 185/60 R15 (baixa resistência a rolagem), tomada 12V, travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h, vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento e volante com regulagem de altura e profundidade, entre outros itens.
Com Kit Comfort 3 (rádio CD/MP3 integrado ao painel com entrada USB compatível com iPod, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas, "Blue&Me" -sistema baseado no Windows Mobile, operado por comandos de voz, com porta USB e viva-voz Bluetooth - inclui volante em couro com comandos do rádio e telefone - 8 botões -, retrovisores externos elétricos, ar-condicionado + para-brisas degradê - R$ 2.989) e faróis de neblina (R$ 256), o preço sobe para R$ 42.595.
Punto 1.4 8V
Potência: 85/88 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque: 12,4/12,5 mkgf (g/e) a 3.500 rpm
Honda Fit LX 1.4 - R$ 52.690
Quatro alto-falantes - dois dianteiros e dois traseiros, banco do motorista com regulagem altura, bancos traseiros reclináveis, bi-partidos (60/40) com sistema ULT, chave com abertura/fechamento das portas e alarme antifurto, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, computador de bordo multifunções no painel, direção com assistência elétrica progressiva (EPS), encosto de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes, rádio 2DIN AM/FM e CD Player MP3/WMA com tomada auxiliar P2, tomada auxiliar para USB para o sistema de som (MP3 Player/iPod), tomada 12V, travamento elétrico do bocal de abastecimento, travas elétricas com travamento automático acima de 15 km/h, vidros elétricos - motorista com função 1 toque (subida/descida) c/ anti-esmagamento, vidros elétricos com temporizador, airbag frontal, sistema ABS e EBD, retrovisores elétricos na cor do veículo e rodas de liga-leve de 15" com pneus 175/65 R15, entre outros itens.
Com câmbio automático de cinco marchas, o valor sobe para R$ 56.520.
Fit 1.4 16V
Potência: 100/101 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 13 mkgf (g/e) a 4.800 rpm
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| Honda/Divulgação |
Itens da versão LX, além volante revestido em couro com controles de áudio, acionamento automático do limpador traseiro quando engatado a marcha ré, controle de velocidade de cruzeiro com comandos no volante, descansa-braço individual para motorista, rádio AM/FM CD MP3/WMA com SVC e tomada auxiliar P2 integrado no painel, freio a disco nas 4 rodas, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores com luz indicadora de direção, transmissão automática de 5 velocidades com trocas sequências pelos paddle shifts atrás do volante e com Shift Hold Control e rodas de liga-leve de 16" com pneus 185/55 R16.
Fit 1.5 16V
Potência: 115/116 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 14,8 mkgf (g/e) a 4.800 rpm
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| Jac Motors/Divulgação |
Rodas de alumínio com pneus de 185/60 R15, chave com destravamento remoto das portas, travamento automático das portas à 15 km/h, freio com ABS e EBD, airbag duplo, vidros elétricos dianteiros e traseiros, desembaçador traseiro, luzes de neblina traseira, retrovisor interno antiofuscante, faróis com regulagem elétrica de altura, sensor de estacionamento traseiro, luzes de neblina dianteira, retrovisores elétricos, brake light, luzes de leitura, tomada de energia (12V), banco traseiro bipartido 60/40, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, ar-condicionado, CD Player com entrada USB, abertura Interna da tampa do tanque de combustível, 6 alto-falantes, iluminação do porta malas, entre outros.
J3 "1.4" 16V
Potência: 108 cv (g) a 6.000 rpm
Torque: 14 mkgf (g) a 4.500 rpm
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| Toyota/Divulgação |
Airbag duplo, banco traseiro rebatível (somente encosto), brake-light, para-choques na cor do carro, desembaçador do vidro traseiro, direção eletroassistida progressiva, espelho de cortesia no para-sol (motorista e passageiro), freios ABS com EBD, limpador e lavador do vidro traseiro, porta-luvas climatizado de 13 litros, ar-condicionado, dois alto-falantes e dois tweeters, maçanetas e retrovisores na cor do carro, rádio CD player com função MP3 e entrada USB, travas elétricas e vidros elétricos dianteiros e traseiros.
Potência: 84/90 cv (g/e) a 5.600 rpm
Torque: 11,9/12,8 mkgf (g/e) a 3.100 rpm
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| Toyota/Divulgação |
Aerofólio traseiro, airbag duplo, alarme perimétrico antifurto, ar-condicionado, banco traseiro rebatível, chave com comando de abertura e fechamento das portas, desembaçador do vidro traseiro, direção eletroassistida progressiva, dois alto-falantes e dois tweeters, faróis de neblina dianteiros, freios ABS com EBD, imobilizador eletrônico do motor, limpador e lavador do vidro traseiro, brake light; maçanetas externas, espelhos retrovisores externos e para-choques dianteiro e traseiro na
cor da carroceria; rádio CD player com função MP3 e entrada USB, rodas de liga leve aro 15”, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros e traseiros e volante com acabamento prata fosco.
Etios 1.5 16V
Potência: 92/96,5 cv (g/e) a 3.600 rpmTorque: 13,9 mkgf (g/e) a 3.100 rpm
Peugeot 208 1.6 X Concorrentes 1.6
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| Peugeot/Divulgação |
Rodas de liga-leve de 16", chave tipo canivete, painel com display LCD, airbag duplo, freios com ABS e REF (outro nome para EBD), computador de bordo, direção elétrica progressiva, vidros elétricos dianteiros e traseiros, travas elétricas com comando na chave, porta-luvas refrigerado; central multimídia touchscreen 7", navegação GPS touchscreen, rádio MP3 bluetooth, volante multifuncional, entradas USB e auxiliar, retrovisores externos com comandos elétricos, volante revestido em couro teto de vidro panorâmico; rodas de liga leve de 16", faróis elípticos com luz diurna (DRL) com LED e guia de luz, ar-condicionado automático bizone, ponteira do escapamento cromada, console de teto com luzes de LED, acendimento automático dos faróis, sensores de chuva e de estacionamento traseiro, regulador e limitador de velocidade e alarme.
Peugeot 208 Griffe 1.6 16V automático - R$ 54.690
Itens do Griffe manual, além de câmbio automático sequencial de quatro marchas, comandos para troca de marcha na coluna da direção e piloto automático e limitador de velocidade.
208 1.6 16V
Potência: 115/122 cv (g/e) a 6.000/5.800 rpm
Torque: 15,5/16,4 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
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| Chevrolet/Divulgação |
Brake light, freios com sistema ABS com EBD e assistência de frenagem de urgência (PBA - Panic Brake Assist), sistema de fixação de cadeiras para crianças - Isofix, sistema de imobilização do motor através de chave eletrônica, airbag duplo frontal, travas para crianças, sistema de proteção contra descarga da bateria, com desligamento automático do rádio após 10 minutos, acionamento por rádio freqüência do sistema central de travas elétricas, follow me home, maçanetas externas das portas e retrovisores na cor do veículo, rodas de Alumínio - 15" x 6J com pneus 195/65 R15, direção hidráulica, vidros dianteiros e traseiros elétricos (sistema tipo "um toque" com anti-esmagamento para o motorista), chave tipo canivete - com acionamento eletrônico remoto de abertura de portas, coluna de direção com regulagem em altura e profundidade, espelhos retrovisores externos elétricos com rebatimento manual, travas elétricas nas 4 portas, tomada de força 12V, volante de direção com comandos para acessar as funções do sistema de som e bluetooth, ar-condicionado, computador de bordo e sistema de som AM/FM estéreo, com CD Player, MP3, entrada auxiliar, 4 alto-falantes (somente dianteiros), controle no volante, sistema bluetooth, com relógio digital, indicador de temperatura e USB no porta-luvas.
Com câmbio automático de seis marchas, o preços vai para R$ 50.800.
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| Chevrolet/Divulgação |
Itens da versão LT além de sensor de estacionamento, apliques cromados nas maçanetas internas, controles do rádio e ar condicionado no painel central e manopla de câmbio; faróis de neblina no pára-choque dianteiro, friso lateral externo cromado, lanterna de neblina, maçanetas externas das portas com detalhe cromado, rodas de liga-leve 16" x 6J com pneus 205/55 R16, volante acolchoado e manopla de câmbio com revestimento em couro, controlador automático de velocidade "Cruise Control" c/ controle remoto no volante, descança braços central, rede porta-objetos no porta-malas, sistema de som AM/FM stéreo, CD Player, MP3, entrada auxiliar, 6 alto-falantes (4 dianteiros e 2 traseiros), controle no volante, sistema Bluetooth, com relógio digital, indicador de temperatura e USB no porta-luvas; e câmbio automático de seis marchas.
Potência 1.6 16V: 116/120 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque 1.6 16V: 15,8/16,3 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
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| Citroën/Divulgação |
Direção elétrica, travas elétricas, airbag duplo, freio ABS, protetor de cárter e regulagem de altura de banco e volante + brake light, travamento automático das portas quando veiculo em movimento, travas das portas e porta-malas com comando à distância na chave, travas de segurança para crianças das portas traseira manual, banco traseiros bi-partido 1/3 - 2/3, computador de bordo, tomada 12V dianteira, porta luvas com refrigeração, retrovisores laterais externos com regulagem elétrica, faróis de faróis de neblina, lanternas diurnas de LED (DRL), indicador de temperatura externa, para-brisas ZENITH com ocultador manual, porta luvas com iluminação interna, rádio CD/MP3 Player com comandos na coluna de direção, seis alto-falantes, entrada USB e auxiliar, conexão bluetooth e sistema HIFI-like; vidros dianteiros com acionamento elétrico (vidro do motorista com one touch e anti esmagamento), vidros traseiros com acionamento elétrico, maçanetas e retrovisores cromados, rodas em liga leve 16" (modelo OKA), faróis com acendimento automático foto sensível, retrovisor interno eletrocrômico com guia de três leds, ar-condicionado automático, bancos dianteiros com apoio de braço (2), limitador e regulador de velocidade, limpadores do pára-brisa dianteiro com acionamento automático (sensor de chuva) e tomada 12V traseira .
Citroën C3 Exclusive automático - R$ 55.290
Adiciona câmbio automático de quatro marchas, com trocas sequenciais por paddle shifts (borboletas) atrás do volante e piloto automático.
C3 1.6 16V
Potência: 115/122 cv (g/e) a 6.000/5.800 rpm
Torque: 15,5/16,4 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
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| Fiat/Divulgação |
Apoios de cabeça para todos os ocupantes com regulagem de altura, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro rebatível com 2 posições para o encosto, brake light, calotas integrais, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas, comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível, computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso), computador de bordo B (distância B, consumo médio B, velocidade média B e tempo de percurso B), direção hidráulica, faróis de neblina, Fiat Code 2ª geração, follow me home, airbag duplo e ABS com EBD, iluminação do porta-malas, indicador de temperatura externa, limpador traseiro com acionamento automático à ré, Logo Push (sistema de abertura elétrica do porta-malas), My Car Fiat (personaliza várias funções do carro), para-choques, maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, retrovisores externos com comando interno mecânico, rodas de aço estampado 6.0 x 15" + Pneus 185/60 R15 (Baixa resistência a rolagem), tomada 12V, travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h, vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento, e volante com regulagem de altura.
Acrescentando o Kit Evolution 2 (rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, Viva-voz Bluetooth e entrada USB, Retrovisores externos elétricos - R$ 1.466), volante em couro com comandos do rádio - 6 botões (R$ 376) e vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento (R$ 470), o valor sobe para R$ 40.162. Se colocar ainda sidebags dianteiros (R$ 1.421), o valor vai para R$ 41.583.
Pagando R$ 44.065, você leva o câmbio manual automatizado Dualogic Plus (R$ 2.310) com piloto automático (R$ 172).
Palio 1.6 16V
Potência: 115/117 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque: 16,2/16,8 mkgf (g/e) a 4.500 rpm
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| Fiat/Divulgação |
Apoios de cabeça para todos os ocupantes com regulagem de altura, ar-condicionado + para-brisas degradê, banco do motorista com regulagem de altura, brake light, calotas integrais, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas; comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível, computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso), computador de bordo B (distância B, consumo médio B, velocidade média B e tempo de percurso B), desembaçador do vidro traseiro temporizado, direção hidráulica, ESS (Sinalização de frenagem de emergência), faróis de neblina, Fiat Code 2ª geração, follow me home, airbag duplo, freios ABS com EBD, iluminação do porta-malas, indicador de temperatura externa, lanternas traseiras com iluminação a led, limpador traseiro com acionamento automático à ré, Logo Push (sistema de abertura elétrica do porta-malas), My Car Fiat (personaliza várias funções do carro), para-choques, maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, retrovisores externos elétricos, rodas de aço estampado 6.0 x 15" + Pneus 195/60 R15 (Baixa resistência a rolagem), tomada 12V, travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h, vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento e volante com regulagem de altura e profundidade.
Por R$ 46.292, você leva ainda banco traseiro bipartido com apoia-braço central (R$ 446), vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento (R$ 670), e Kit Creative 4 ("Blue&Me" - sistema baseado no Windows Mobile, operado por comandos de voz, com porta USB e Viva-voz Bluetooth - inclui volante em couro com comandos do rádio e telefone - 8 botões + ECODRIVE / adesivo Creative nas colunas das portas dianteiras, rodas de liga leve 6.0 x 16" + Pneus 195/55 R16, rádio CD/MP3 integrado ao painel com entrada USB compatível com iPod, Kit parafusos antifurto das rodas (um por roda), spoiler na tampa traseira na cor do veículo - R$ 2.586).
Pagando R$ 48.774, você leva o câmbio manual automatizado Dualogic Plus (R$ 2.310) com piloto automático (R$ 172).
Punto 1.6 16V
Potência: 115/117 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque: 16,2/16,8 mkgf (g/e) a 4.500 rpm
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| Ford/Divulgação |
Console central com porta objetos; maçanetas externas, espelhos retrovisores e régua do porta-malas na cor do veículo; computador de bordo; faróis de neblina; ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, airbag duplo, freios ABS, My Connection (CD player MP3, bluetooth e conexões USB e iPod), 4 Alto-falantes + 2 Tweeters, abertura elétrica do porta-malas, ajuste de altura da coluna de direção e do banco do motorista, alarme volumétrico, banco traseiro bipartido e rebatível, espelhos retrovisores externos na cor do veículo e com comando elétrico, iluminação do porta-malas, brake-light, maçanetas externas das portas na cor do veículo, rodas de liga-leve de aro 14" com pneus 175/65 R14, trava elétrica das portas + travamento e retravamento automático das portas a 15 km/h e vidros elétricos dianteiros/traseiros com 1 toque cima/baixo e anti-esmagamento.
Fiesta 1.6 8V
Potência: 101/106,6 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque: 14,5/15,3 mkgf (g/e) a 4.250 rpm
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| New Fiesta nacional, já na linha 2014 - Ford/Divulgação |
A versão intermediária do modelo vem equipada com 4 Alto-falantes + 2 Tweeters, airbag duplo ajuste de altura e profundidade da coluna de direção, ajuste manual de altura do banco do motorista, alarme perimétrico, ar-condicionado, banco traseiro bipartido, CD Player com MP3, comando de voz em português: funções de áudio e telefone, computador de bordo; conexão bluetooth, entrada USB e para iPod, direção elétrica, display LCD multifuncional no painel do veículo, EPATS - Sistema Ford Anti-furto, ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade) com TCS (Controle de Tração), espelhos retrovisores externos na cor do veículo com comando elétrico, freios ABS , HLA (Assistência de partida em rampas), LATCH - Ganchos para ancoragem de cadeira de criança, brake-light, maçanetas eternas das portas na cor do veículo, roda de liga-leve de 15" com pneus 185/60 R15 , duas tomadas 12V, pára-choques pintados na cor do veículo, saídas de ar direcionadas para os bancos traseiros (abaixo dos bancos), Sync Media System, trava de segurança para crianças, trava elétrica das portas com controle remoto, travamento automático das portas a 7 km/h, vidros elétricos (dianteiro e traseiro) e vidros elétricos com um toque para cima e para baio no lado do motorista.
Pagando R$ 51.670, você leva o New Fiesta topo de linha, que tem os itens acima, além de 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 cortinas e joelhos para o motorista), apoio de braço integrado ao banco do motorista, bancos revestidos em couro, espelhos retrovisores com luz indicadora de direção, área para ponto cego e aquecimento; iluminação em LED com moldura cromada integrada ao para-choque frontal, rodas de liga leve aro 16 com pneus 195/50 R16 e terceiro encosto de cabeça no banco traseiro (que deveria ser de série em todas as versões).
Potência: 110/115 cv (g/e) a 6.250/5.500 rpm
Torque: 15,8/16,2 mkgf (g/e) a 4.250 rpm
Hyundai HB20 Comfort 1.6 16V - R$ 38.930
Freios ABS com EBD, airbag duplo, ajuste de altura do banco do motorista, alavanca de abertura do tanque de combustível, ar-condicionado, rádio 2 DIN com função MP3 player, Bluetooth com audio streaming, conexões USB/AUX frontal, comando de áudio e Bluetooth no volante; computador de bordo, direção hidráulica, fixação ISOFIX.
Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 16V - R$ 40.990
Itens da versão Comfort, além de alarme, vidros elétricos, desembarçador traseiro, chave canivete com abertura e travamento remoto e tecido nas portas.
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| Hyundai/Divulgação |
Equipamentos da versão Comfort Plus, além de faróis de neblina, retrovisores externos com ajuste elétrico, roda de liga leve de aro 14" e volante com regulagem de altura e profundidade. Com câmbio automático de quatro marchas, o valor sobe para R$ 47.295.
Hyundai HB20 Premium 1.6 16V - R$ 46.595
Equipamentos da versão Comfort Style, além acendimento automático dos faróis, ar-condicionado com função Cluster Ionizer, bancos traseiros bipartidos (60/40), faróis com moldura prata, porta-óculos, roda de liga leve com pneus de aro 15", sensor de estacionamento traseiro, tweeters. vidros elétricos one touch (subida e descida) e com comandos de abertura e fechamento através da chave canivete e volante revestido em couro. Com câmbio automático de quatro marchas, o valor sobe para R$ 49.795.
HB20 1.6 16V
Potência: 122/128 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 16/16,5 mkgf (g/e) a 4.500/5.000 rpm
Torque: 16/16,5 mkgf (g/e) a 4.500/5.000 rpm
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| Nissan/Divulgação |
Ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, desembaçador do vidro traseiro, direção elétrica progressiva, retrovisores externos com regulagem elétrica, tampa de combustível com abertura interna, tomada de 12V integrada ao console central, travas elétricas das portas e porta-malas, vidros dianteiros e traseiros elétricos com função "one touch" para o vidro do motorista, volante com regulagem de altura, airbag duplo, imobilizador do motor, travamento automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento, retrovisores externos na cor da carroceria, acionamento do alarme através de controle remoto, alarme perimétrico, rodas de liga leve de 15” e pneus 175/60 R15, 4 alto-falantes, freios ABS com brake assistance e rádio CD Player com função MP3, entrada auxiliar, com bluetooth, conexão iPod e controle de áudio no volante.
March 1.6 16V
Potência: 111 cv (g/e) a 5.600 rpm
Torque: 15,1 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Renault Sandero Expression 1.6 8V - R$ 38.060Torque: 15,1 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Banco traseiro rebatível, conta-giros, airbag duplo, freios ABS, faróis de neblina, apoios de cabeça para todos os ocupantes, desembaçador do vidro traseiro, sistema CAR - travamento automático a 6 km/h, alarme perimétrico, brake light, bloqueio de ignição por "Transponder", computador de bordo, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, vidros dianteiros elétricos, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, limpador e lavador do vidro traseiro, iluminação no porta-malas, comando de abertura das portas por radiofrequência e trava elétrica, abertura interna da tampa de combustível, protetor do cárter.
Pagando R$ 39.260, você leva o Sandero Expression com rádio CD Player 2DIN, MP3, USB, entrada auxiliar / IPOD e Bluetooth, comando satélite na coluna de direção e rodas de liga-leve de 15".
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| Renault/Divulgação |
Bancos traseiros rebatíveis 1/3 - 2/3, volante revestido em couro, conta-giros, airbag duplo, freios ABS, faróis de neblina, apoios de cabeça para todos os ocupantes, desembaçador do vidro traseiro, sistema CAR - travamento automático a 6 km/h, alarme perimétrico, brake light, bloqueio de ignição por "Transponder", computador de bordo, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, vidros elétricos dianteiros e traseiros, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, limpador e lavador do vidro traseiro, iluminação no porta-malas, comando de abertura das portas por radiofrequência e trava elétrica, abertura interna da tampa de combustível, rodas de liga leve 15'', retrovisores externos com regulagem elétrica, comando satélite na coluna de direção e rádio CD Player 2DIN, MP3, USB, entrada auxiliar / IPOD e Bluetooth.
Por R$ 41.280 você leva a versão Privilège com sistema de navegação com tela touchscreen de 7", rádio com conexão USB/iPod, Bluetooth e auxiliar. Por R$ 44.580, você leva o Sandero Privilège com câmbio automático de quatro marchas (R$ 45.180 para a versão automática com sistema de navegação com tela touchscreen de 7")
Sandero 1.6 8V
Potência: 98/106 cv (g/e) a 5.250 rpm
Torque: 14,5/15,5 mkgf (g/e) a 2.850 rpm
Torque: 14,5/15,5 mkgf (g/e) a 2.850 rpm
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| Volkswagen/Divulgação |
Apoios de cabeça para todos os ocupantes, 4 alto-falantes e 2 tweeters, freios ABS, airbag duplo, spoiler traseiro, preparação para radio- 4 alto-falantes e 2 tweeters, antena no teto, banco do motorista com ajuste de altura, banco e encosto traseiro totalmente rebatível, brake-light, chave estilo canivete - sem controle remoto, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, desembaçador traseiro, destravamento elétrico do porta malas, direção Hidráulica, espelho de cortesia iluminado no para-sol direito e do esquerdo, faróis de neblina, farol duplo, iluminação no porta-malas, imobilizador eletrônico, lanternas traseiras com lente escurecida, lavador e limpador do vidro traseiro com temporizador, retrovisor interno antiofuscante "dia-e- noite", retrovisores externos com controle inter no manual, carcaça do espelho retrovisor externo, maçanetas e frisos na cor do veículo, tomada de 12 volts, travamento central sem controle remoto, acionamento elétrico dos vidros dianteiros, vidros verdes e rodas de aço de 15" com pneus 195/55 R15.
Por R$ 44.171, você leva o Gol Power com ar-condicionado (R$ 2.721), lanterna de neblina traseira (R$ 117) e I-Trend (CD-player com entradas USB/MP3/Bluetooth, I-System, volante de direção multifunção, Rodas de liga leve 5 1/2J x 15 e calotas - R$ 2.183). Pagando R$ 47.117 você leva o Gol Power ainda com o câmbio manual automatizado I-Motion com paddle shift.
Gol 1.6 8V
Potência: 101/104 cv (g/e) a 5.250 rpm
Torque: 15,4/15,6 mkgf (g/e) a 2.500 rpm
Freios ABS, airbag duplo, banco do motorista com regulagem de altura, banco e encosto traseiros rebatíveis, brake-light, chave canivete sem controle remoto (reserva simples), desembaçador do vidro traseiro, direção hidráulica, gaveta sob o banco do motorista, imobilizador eletrônico, lavador e limpador do vidro traseiro com temporizador, retrovisor interno antiofuscante "dia-e- noite", retrovisor externo com controle interno manual, tomada de 12 Volts no console, rodas em aço 6Jx15 com pneus 195/55 R15.Por R$ 42.017 você leva o Fox com ar-condicionado (R$ 2.750), faróis e lanterna de neblina (R$ 433) e kit I-Trend (4 alto-falantes e 2 tweeters, antena no teto, CD-Player com MP3/SD-Card/Bluetooth e USB compatível com iPod, espelho de cortesia iluminado no pára-sol direito e no esquerdo, faróis com máscara negra, grade dianteira pintada em preto Ninja, I-System, manopla da alavanca do câmbio esportiva, piscas laterais nos retrovisores, retrovisores externos na cor do veículo e volante multifunção, entre outros itens - R$ 2.164). Pagando R$ 44.948 você leva o Fox ainda com o câmbio manual automatizado I-Motion com paddle shift.
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| Volkswagen/Divulgação |
Itens da versão 1.6, além de 1 luz de leitura dianteira e 2 traseiras, aerofólio traseiro na cor do veículo, banco traseiro corrediço, espelho de cortesia iluminado no pára-sol direito e esquerdo, pedaleiras esportivas, porta-luvas com iluminação, tomada de 12 Volts no console e no porta-malas, faróis de neblina e lanterna de neblina (2 luzes de ré).
Por R$ 45.514 você leva o Fox Prime com ar-condicionado (R$ 2.750) e kit I-Trend (4 alto-falantes e 2 tweeters, antena no teto, CD-Player com MP3/SD-Card/Bluetooth e USB compatível com iPod, espelho de cortesia iluminado no pára-sol direito e no esquerdo, faróis com máscara negra, grade dianteira pintada em preto Ninja, I-System, manopla da alavanca do câmbio esportiva, piscas laterais nos retrovisores, retrovisores externos na cor do veículo e volante multifunção, entre outros itens - R$ 2.164). Pagando R$ 48.445 você leva o Fox ainda com o câmbio manual automatizado I-Motion com paddle shift.
Fox 1.6 8V
Potência: 101/104 cv (g/e) a 5.250 rpm
Torque: 15,4/15,6 mkgf (g/e) a 2.500 rpm
Torque: 15,4/15,6 mkgf (g/e) a 2.500 rpm
Volkswagen Polo 1.6 - R$ 46.060
4 alto-falantes e 4 tweeters, freios ABS, airbag duplo, alarme com imobilizador eletrônico, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, banco e encosto traseiros rebatíveis, brake-light, CD-Player com MP3, SD-Card, Bluetooth e USB compatível com iPod, chave canivete com controle remoto, coluna de direção com regulagem em altura e profundidade, desembaçador do vidro traseiro, direção hidráulica, display multifuncional com I-System, retrovisor externo c/ regulagem elétrica e com tilt-down no lado direito, faróis com máscara escurecida, filtro antipó e pólen, gaveta sob o banco do motorista, iluminação no porta-luvas e no porta-malas, lavador e limpador do vidro traseiro com temporizador, luz de seta nos retrovisores externos, retrovisor interno dia-e-noite automático, moldura dos retrovisores externos e maçanetas na cor do veículo, sensor de estacionamento traseiro, travamento central com controle remoto, vidros elétricos e rodas de aço 15'' com pneus 195/55 R15.
Pagando R$ 48.790, você leva o Polo 1.6 com câmbio manual automatizado I-Motion.
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| Volkswagen/Divulgação |
Equipamentos da versão 1.6, além de aerofólio traseiro na cor preta, ar-condicionado digital, moldura dos retrovisores externos em preto Ninja e maçanetas na cor do veículo, e faróis de neblina.
Pagando R$ 51.770 , você leva o Polo Sportline 1.6 com câmbio manual automatizado I-Motion.
Polo 1.6 8V
Potência: 101/104 cv (g/e) a 5.250 rpm
Torque: 15,4/15,6 mkgf (g/e) a 2.500 rpm
Torque: 15,4/15,6 mkgf (g/e) a 2.500 rpm
De modo geral, o 208 não está tão caro quanto se pensava, mas continuo decepcionado pelo fato do modelo não ter sido lançado com um preço realmente agressivo. Com motor 1.5, seus valores estão na faixa do concorrentes, embora, do meu ponto de vista, as versões Active e Allure deveriam custar, respectivamente, R$ 36.990 e R$ 41.990.
Já o 208 1.6 está caro. Tudo bem que a Peugeot mirou os modelos com valores mais elevados do segmento de compactos premium: Ford New Fiesta e Chevrolet Sonic - ambos com motor 1.6 16V flex. Mas o 208 chega a custar cerca de R$ 10.000 mais caro do que outros adversários, que não deixam nada a desejar em espaço, conforto e lista de equipamentos, como o Renault Sandero (perde em design e desempenho). Os Fiat Palio e Punto também são mais baratos do que o francês brasileiro.
Agora vocês decidem: o Peugeot 208 está mesmo caro?
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