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sábado, 23 de março de 2013

Renault Logan e Sandero ficam mais equipados e seguros na linha 2013/2013

A Renault acaba de lançar no Brasil a linha 2013/2013 da dupla Logan e Sandero. Antes de realizar a esperada atualização da geração dos modelos, a marca optou por equipar os seus modelos, os tornando mais seguros e competitivos no mercado nacional.

Depois de ficar menos feio na linha 2011 e mais requintado na linha 2012 graças, especialmente, ao câmbio automático, o Logan Expression (1.0 16V e 1.6 8V) passa a vir equipado de série com freios ABS, airbag duplo e rádio AM/FM com CD-player, que reproduz arquivos em MP3 e WMA e se conecta ao celular por bluetooth, integrado ao painel, com comando satélite na coluna de direção.
Logan Expression 2013 tem ABS e airbag duplo de série
Estes equipamentos passam a integrar banco traseiro rebatível, faróis de neblina, sistema CAR - travamento automático a 6 km/h, computador de bordo, ar quente, banco do motorista com regulagem de altura, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, retrovisores externos na cor da carroceria, entre outros itens.

O Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático de apenas quatro marchas passa a vir de fábrica com  rodas de liga leve aro 15", alarme, retrovisores elétricos, vidros traseiros elétricos e o sistema Media NAV, sistema multimídia com tela de 7 polegadas integrada ao painel.
Media NAV tem tela de 7" integrada ao painel
A versão de entrada Authentique 1.0 16V continua pelada, mas conta com o ótimo espaço para os ocupantes e para a bagagem no porta-malas (510 litros).

Linha 2013/2013
Renault Logan Authentique 1.0 16V Hi-Flex – R$ 27.400
Renault Logan Expression 1.0 16V Hi-Flex – R$ 29.700
Renault Logan Expression 1.6 8V HI-Power – R$ 36.380
Renault Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex (automático) – R$ 40.900

Já o Sandero, que teve poucas e quase inúteis novidades na linha 2011 e que recebeu boas alterações na linha 2012, como o câmbio automático de quatro marchas, passa a contar na linha 2013/2013 com freios com sistema ABS e airbag duplo em quase todas as versões (exceto Authentique).
Linha 2013/2013
Sandero Authentique 1.0 16V Hi-Flex – R$ 28.050
Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex - R$ 34.850
Sandero Expression 1.6 8V Hi-Power – R$ 38.060
Sandero Privilége 1.6 8V Hi-Power - R$ 40.470
Sandero Privilége 1.6 16V Hi-Flex (automático) – R$ 42.410
Sandero GT Line 1.6 8V Hi-Power – R$ 40.680
Sandero Stepway 1.6 8V Hi-Power –R$ 44.580
Sandero Stepway1.6 16V Hi-Flex (automático) – R$ 48.780

Uma pena que, mesmo com as bem-vindas alterações realizadas pela Renault, o compacto Clio não acompanhou os irmãos maiores e continua à venda sem ABS e airbag duplo nem como opcional.

Motores Renault 2013/2013

1.0 16V
Potência: 76/77 cv (g/e) a 5.850 rpm
Torque: 9,9/10,1 mkgf (g/e) a 4.250 rpm

1.6 8V
Potência: 98/106 cv (g/e) a 5.850 rpm
Torque: 14,5/15,5 mkgf (g/e) a 3.750 rpm

1.6 16V
Potência: 110/115 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque: 15,2/16 mkgf (g/e) a 3.750 rpm

Logan e Sandero são vendidos com garantia total de fábrica de 36 meses ou 100.000 quilômetros (o que ocorrer primeiro).

Resumo da obra
Com a inclusão de ABS e airbag duplo (e do som no Logan) nas versões Expression ou superiores, além de se adequar à nova resolução do Contran sobre estes equipamentos, a Renault tornou sua dupla dinâmica ainda mais preparada para enfrentar concorrentes tradicionais, como Fiat Palio, Volkswagen Gol, Fox e Voyage; e os mais novos e modernos, como os Chevrolet Onix e Prisma, os Hyundai HB20, HB20X e HB20S, e o Peugeot 208. Aumentar a lista de itens de série da versão Authentique também seria bem-vindo.

Fica a expectativa agora para a chegada dos novos (de verdade) Logan e Sandero. Será que a Renault deixou a linha 2013/2014 "guardada" para o segundo semestre por algum motivo especial?
Fotos: Renault/divulgação

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Alta Roda - Mudança de cenário

Volkswagen/Divulgação
Decisão já esperada, a Volkswagen acaba de anunciar a produção no México da sétima geração do Golf, automóvel mais vendido na Europa e, somada sua versão sedã Jetta, a família de modelos de maior venda no mundo, à frente das famílias Corolla e Focus. Está prevista sua importação a partir de 2014.

Este é mais um sinal da baixa competitividade de produção no Brasil, pois aqui o Golf estacionou na quarta geração. Porém, o México se fortaleceu por vários motivos. Além da moeda desvalorizada e baixos custos trabalhistas e de fabricação, tem a vantagem de se situar na zona de livre comércio da América do Norte, de onde importa autopeças produzidas em escala gigantesca e, portanto, a preços menores. O país também acertou acordos com a União Europeia e o Japão, além do Brasil/Mercosul. Não à toa a Audi confirmou, antes, sua fábrica mexicana para 2016. De lá poderá exportar, sem impostos, para três grandes blocos econômicos.

Novo Golf é o segundo modelo da arquitetura MQB (sigla em alemão para Matriz Transversal Modular). A partir dela, o Grupo VW vai desenvolver nada menos de 40 produtos, de compactos a médios-grandes e SUVs, de cinco marcas diferentes. O Brasil está na rota da MQB, que mostra flexibilidade de adaptação a linhas de montagem convencionais, segundo Ulrich Hackenberg, vice-presidente do grupo. Ele declinou de comentar quando e quais modelos, mas admitiu que, se o mercado continuar em crescimento e alcançar custos competitivos, o Golf também poderá ser feito aqui.

Abre-se, entretanto, uma janela para fabricação de compactos de entrada, em que o País mostra ainda ser razoavelmente competitivo. Até pouco tempo, os grandes grupos automobilísticos tinham margens de ganho bem pequenas em carros desse tipo e, assim, pouco interesse em desenvolvê-los. Mas a Renault começou a mudar esse cenário ao lançar o Dacia Logan, de sua subsidiária da Romênia, em 2004. Hoje, são seis derivações que utilizam uma arquitetura antiga e já amortizada, da própria Renault, voltada para oferecer bastante espaço a preço baixo. Real alternativa para quem só podia adquirir carros usados.

Não tardou a marca se expandir. Vendeu-se quase um milhão de unidades, em 2012, em 36 países, dois terços das quais com logotipo francês. A lucratividade está em torno de 9% por unidade, estimada pelo banco Morgan Stanley, muito acima das minguadas margens nos combalidos mercados maduros, em especial Europa. Claro, outros fabricantes estão de olho.

Primeira a anunciar um projeto de baixo custo foi a Nissan. Fará renascer a marca Datsun e utilizará plataforma Lada, marca russa que já esteve no Brasil, e hoje na aliança Renault-Nissan. Pretende produzir um carro por apenas 3.000 euros (R$ 8.000), fora impostos, vendê-los em mercados como Índia, Rússia e Indonésia e ainda ganhar dinheiro.

Agora, Volkswagen e Fiat anunciaram, quase ao mesmo tempo, estudos para esse promissor filão, igualmente com marcas novas. Ambas precisam ver que arquiteturas poderiam lançar mão e em que países a produção seria viável. Nada se sabe, ainda, sobre chances no Brasil, mesmo porque até o momento carros rústicos são pouco atraentes aqui. Mas oportunidades de exportação poderiam surgir e viabilizar a produção.

RODA VIVA

ANO começou bem com o melhor janeiro, em produção e vendas, da série histórica. O que ajudou foi o estoque formado em dezembro do ano passado: permitiu não repassar o primeiro dos três aumentos de IPI desse semestre. Ainda assim, ritmo de vendas diárias caiu e subiram os estoques totais de 24 dias (dezembro) para 29 dias (janeiro). Criaram-se 1.156 empregos novos.

APESAR do investimento de US$ 500 milhões para adaptar o Fiat 500 às regras de segurança dos EUA e mudanças nas linhas de montagem da Chrysler mexicana, seu sucessor, em 2015, deverá ser fabricado apenas na Polônia, onde o subcompacto chique começou em 2007. Vindo da Europa, ficará bem mais caro, como era antes, em razão do imposto de importação de 35%.

ESPAÇO interno (em relação às dimensões externas), motor de 1,35 l/108 cv e equipamentos de série são pontos vantajosos no subcompacto JAC J2, por R$ 32.000. Faltam coisas simples: destravamento das portas por botão central ou relógio que não obrigue desligar o rádio para saber a hora. Direção e suspensões precisam também melhorar.

PROFESSOR da PUC Minas e advogado, Leonardo Vilela acredita que Lei Seca para motoristas ainda suscita dúvidas jurídicas. “Um dos problemas anteriores era exigência de grau alcoólico. Isso continua dúbio. O Superior Tribunal de Justiça, em 2011, decidiu que, se a lei prevê uma referência, não se pode presumir. Ou seja, tem que haver prova efetiva deste grau.”

LOGO depois do Carnaval, aumenta em 50% o número de motoristas que procuram o serviço de reparo de para-brisas, de acordo com a Carglass, empresa especializada. Além do maior fluxo de carros nas estradas, é necessário observar certa distância da traseira de caminhões, principalmente.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dacia mostra os novos Logan e Sandero, a espinha dorsal da Renault no Brasil

Feio, simplório, mas com bom espaço interno, amplo porta-malas e preço competitivo. Assim resumimos o Renault Logan. Nas suas mais recentes atualizações (aqui, aqui e aqui), a marca até tentou melhor um pouco os seus dois principais defeitos, mas a evolução foi muito tímida - especialmente a visual. Entretanto, mostrada oficialmente em fotos nesta semana, a segunda geração do modelo promete manter as qualidades, mas ganhando em beleza e requinte! E as melhorias virão também para o Sandero!
Quem exibiu imagens da dupla foi a romena Dacia. As linhas retas e pouco marcantes do Logan diminuiram, entrando em cena formas mais musculosas e atraentes. Realmente não dá para comparar a dianteira do atual com a do novo Logan. A traseira é um pouco mais parecida, mas as mudanças a deixaram bem melhor! O conjunto ficou bem mais harmônico, melhor até do que o que foi publicado em dezembro do ano passado.
Diferente do que acontece hoje, Logan e Sandero terão a mesma dianteira, que ficou muito boa também para o hatch. A traseira mudou, ganhando um estilo mais "Gol de ser", com lanternas menores. Não gostei tanto, mas o conjunto geral agrada.

Por dentro, o painel ficou um pouco mais sofisticado, com direito até a uma tela sensível ao toque - mas nada de inovador. A promessa é que o acabamento também evolua. Por aqui, os comandos dos vidros devem continuar nas portas - a ergonomia agradece.
A expectativa é que os novos Logan e Sandero sejam lançados no Brasil no ano que vem, ganhando fôlego extra para brigar com Volkswagen Gol, Fiat Palio, Chevrolet Agile, os recém lançados Hyundai HB20 e Toyota Etios, entre outros.

Podemos esperar, pelo menos, os motores 1.0 16V Hi-Flex (que pode ser atualizado) e 1.6 8V Hi-Torque, que recentemente foi retrabalhado para desenvolver 98 cv de potência e 14,5 mkgf de torque com gasolina e 106 cv e 15,5 mkgf com etanol. Mas não será surpresa se alguma outra opção aparecer.
Para fechar, Logan e Sandero representam a nova cara da Renault no Brasil. Por causa da qualidade, foram eles que conseguiram elevar e consolidar as vendas da marca no país. Embora com mudança prevista, o Clio foi esquecido há algum tempo, enquanto os médios e grandes nunca emplacaram como poderiam. Logo, alterar a "espinha dorsal" da Renault por aqui é algo delicado, mas que, aparentemente, está muito bem encaminhado.
Fotos: Dacia/Divulgação

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Alta Roda - Combustível é um barato

Uma notícia que assustou os brasileiros era mais do que esperada por quem acompanha o mercado de combustíveis no Brasil. A nossa gloriosa Petrobrás anunciou prejuízo de R$ 1,346 bi no segundo trimestre do ano, o primeiro desde 1999 quando o real sofreu forte desvalorização frente ao dólar.

Atribui-se a John Davison Rockefeller (1839-1937), magnata, filantropo e fundador da Standard Oil (ExxonMobil, hoje), a frase famosa: “O melhor negócio do mundo é empresa petrolífera bem administrada; segundo melhor é empresa de petróleo mal administrada.” Se isso for verdadeiro, não precisa exagerar.

O prejuízo da paraestatal tem várias causas e a principal, com certeza, são as interferências políticas do maior acionista, o Governo Federal. Ações da companhia desabaram mais de 40% desde a sua capitalização recorde de setembro de 2010. Investidores não gostaram do aumento dos custos, do número de poços secos e da baixa confirmação de produção comercial do subsolo marítimo, na região de enorme potencial conhecida como pré-sal.

O maior problema, no entanto, foi o governo cair na tentação de segurar artificialmente o preço dos combustíveis para “controlar” a inflação desde 2005. Congelar o preço da gasolina nas bombas (na realidade o preço real caiu, considerada a inflação) funcionou até zerar a Cide, imposto para compensar a Petrobrás pelas variações de preço no exterior. O País é autossuficiente na produção de petróleo, porém não de combustíveis de origem fóssil.

Distorções dessa política levaram à perda de competitividade de preço do etanol e à necessidade crescente de importar gasolina e o próprio etanol. Somado ao diesel, essa conta está atualmente em R$ 1,5 bi por trimestre. Perturba também a distribuição pela falta de tanques nos portos e bases no interior do país. A diferença de preço entre o combustível importado e o que a Petrobrás recebe por ele é superior a 20%, segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Ninguém preconiza, obviamente, aumento de derivados dessa magnitude, pois há outras variáveis na equação. No entanto, se tivesse ocorrido correção do preço nas bombas, de 2% a 3% ao ano, geraria recursos de que a Petrobrás precisa bastante.  Há investimentos em curso em novas refinarias (já atrasadas e a custos extrapolados), além do ambicioso e caríssimo plano de exploração e produção em alto-mar.

Efeito colateral desse erro primário foi estagnação e recuo da produção de etanol. Investimentos pararam porque não dá para manter a competitividade de 70% do preço da gasolina nos postos.

Afinal, esta é oferecida a preço congelado e custos agrícolas e industriais do combustível alternativo continuam a subir. Apesar de etanol de cana ser considerado praticamente neutro em CO2, no seu ciclo de vida. Para a plateia interna e externa o governo faz discurso ecológico, mas na realidade sua política é contrária, ao menos na gestão atual.

Para a Petrobrás, maior empresa brasileira, doses de humildade também serviriam. Considerada pela Forbes como quarta maior petrolífera do mundo, não respondeu aos questionamentos da coluna sobre critérios da revista. Naquele ranking estão de fora grandes estatais do Oriente Médio e da Opep, de capital fechado. Também não se pronunciou sobre reservas provadas de petróleo frente às congêneres.

RODA VIVA

RUMORES confirmam o que a coluna antecipou. Nova fábrica Fiat em Goiana (PE) aproveitará flexibilidade para produzir também produtos Chrysler. Estariam confirmados, além de SUV compacto de combate ao EcoSport, picape média (anti-S10), Dodge Dart/Fiat Viaggio (fim do Linea) e sucessor do Punto. Subcompacto para o lugar do Mille, se sair, fica em Betim (MG).

RENAULT dispõe agora de verdadeiro motor flex para Sandero e Logan 2013. Trata-se do 1,6 l, de cabeçote convencional (8 válvulas) e maior taxa de compressão (12:1). Resultou em mais 10% de potência: 106 cv/etanol. Consumo diminuiu 10% em ciclo urbano e 5%, estrada (4%, média ponderada). Fábrica afirma que obterá nota máxima (A) na etiquetagem 2013 do Inmetro.

PRESIDENTE da Renault brasileira, Olivier Murguet, garante que eventual defasagem da linha Sandero/Logan, em relação à Europa, vai encolher bastante. Entre seis e nove meses, todos estarão alinhados. A começar já em 2013.

APOIO à Honda por oferecer também câmbio manual de 6 marchas, de ótimo manuseio, no CR-V, mesmo representando menos de 10% das vendas. Mantém o silêncio a bordo: 120 km/h, motor a 3.000 rpm (no automático, 5 marchas, 2.400 rpm). SUV baseado no Civic é espaçoso, tem acabamento honesto e inclui sistema muito prático de rebatimento total do banco traseiro.

COMEÇOU no México a pré-produção do Sonic, hatch e sedã. Antes do final do ano, ritmo será acelerado e ambos passarão a vir de lá e não mais da Coreia do Sul. A GM se livra do IPI extra e do imposto de importação que incidem, hoje, sobre os dois modelos. SUV compacto Trax também entra em breve na linha de montagem mexicana e chega ao Brasil no início de 2013.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Jac Motors e Renault anunciam novos preços de seus modelos com a redução do IPI

O Governo Federal anunciou ontem a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para compra de carros e Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para todas as operações de crédito de pessoas físicas - tudo até 31 de agosto de 2012. Menos de 24 horas depois, as marcas de carros já começaram a se movimentar, mostrandos seus preços novos ao consumidor. Jac Motors e Renault foram as primeiras.
Fotos acima: Jac Motors/Divulgação
Confiram os valores: 

Jac Motor
. J3 - R$ 34.990 (antes: R$ 37.900)
. J3 Turin - R$ 36.990 (antes: R$ R$ 39.990)
. J5 - R$ 49.990 (antes: R$ 53.800)
. J6 2.0 5S - R$ 51.9900 (R$ 55.900)
. J6 2.0 Diamond 7S 17" - R$ 55.990 (R$ 59.500)

Renault
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 2 portas - R$ 23.760 (antes: R$ 25.910)
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 4 portas - R$ 25.060 (antes: R$ 27.330)
Sandero Privilège 1.6 16V automático - Renault/Divulgação
. Sandero Authentique 1.0 16V Hi-Flex - R$ 26.280 (antes: R$ 29.230)
. Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex- R$ 28.720 (antes: R$ 31.950)
. Sandero Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 31.720 (antes: R$ 34.250)
. Sandero Privilège 1.6 8V Hi-Torque - R$ 38.100 (antes: R$ 41.150)
. Sandero Privilège 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 41.350 (antes: R$ 44.650)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.270 (antes: R$ 43.490)
. Sandero Stepway Rip Curl série limitada 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.730 (antes: R$ 43.990)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 44.440 (antes: R$ 47.990)
Fluence Privilège 2.0 16V automático - Renault/Divulgação

. Logan Authentique 1.0 16V Hi-Flex - R$ 25.780 (antes: R$ 28.610)
. Logan Expression 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.230 (antes: R$ 30.220)
. Logan Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 30.490 (antes: R$ 32.820)
. Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 38.390 (antes: R$ 41.320)
. Logan Avantage série limitada 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.400 (antes: R$ 30.410)

. Symbol Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 37.310 (antes: R$ 39.900)
. Symbol Privilège 1.6 16V Hi-Flex - R$ 42.260 (antes: R$ 45.200)

. Grand Tour Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 47.860 (antes: R$ 51.190)

. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio manual - R$ 57.030 (antes: R$ 60.990)
. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 62.640 (antes: R$ 66.990)
. Fluence Privilège 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 71.050 (antes: R$ 75.990)
Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex automático - Guilber Hidaka/Renault/Divulgação
. Duster 1.6 16V Hi-Flex - R$ 48.170 (antes: R$ 51.800)
. Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 50.310 (antes: R$ 54.100)
. Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 54.030 (antes: R$ 58.100)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex - R$ 57.470 (antes: R$ 61.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex automático - R$ 61.190 (antes: R$ 65.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V tração 4x4 - R$ 61.470 (antes: R$ 66.100)

Além da redução do preços de seus modelos, Além disso, a Renault continua com ofertas exclusivas para o mês de maio com taxas zero de juros para financiamentos de veículos para a maioria da sua gama, em até 36 meses. As taxas zero de juros estão valendo em toda a rede de concessionários da marca e incluem os modelos Duster, Fluence, Logan, Sandero, Sandero Stepway, Mégane Grand Tour e Symbol. Ficam de fora somente os modelos Clio, Master e Kangoo, conforme a tabela abaixo.

Clio 12/12 e anteriores
- Taxa de 0,99%, 50% de entrada – 24 meses
- Taxa de 1,19%, 40% de entrada – 60 meses

Logan 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 50% de entrada – 36 meses

Sandero 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses

Stepway 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 18 meses

Mégane Grand Tour 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 12 meses

Fluence 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses

Symbol 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 24 meses

Duster 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses

quinta-feira, 29 de março de 2012

Mais acessórios serão suficientes para o Renault Duster vencer o novo Ford EcoSport?

O novo Ford EcoSport foi flagrado recentemente sem disfarces, mostrando suas linhas modernas e chamativas. Entretanto, seu preço e lista de equipamentos, ambos já especulados, ainda não foram revelados mais concretamente. A Renault não quis esperar a chegada do principal adversário e já anunciou as novidades da linha 2012/2013 do Duster.
Proteção frontal Tube Look é horrorosa e perigosa para o pedestre
Na verdade a marca anunciou uma única novidade: o sensor de estacionamento deixa de ser um acessório e passa a ser um item de série nas versões Dynamique 1.6 e 2.0. É pouco para uma mudança de linha, embora o Duster continua com boa relação custo/benefício, que seria melhor ainda se os preços de lançamento, mais baixos, tivessem sido mantidos.

Linha 2012/2013
Duster 1.6 16V Hi-Flex - R$51.800
Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$54.100
Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$58.100
Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex - R$61.800
Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex Automático - R$65.800
Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex 4x4 - R$66.100
Pintura metálica: R$ 1.090
Bancos revestidos em couro (apenas Dynamique): R$ 1.600

Toda linha Duster bem equipada com rodas de aro 16”, ar-condicionado, direção-hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e regulagem de altura do volante. A Expression vem ainda com airbag duplo, banco do motorista com regulagem de altura, vidros elétricos traseiros, alarme, rodas de aço estilizada de 16”, barras no teto e a parte superior dos pára-choques na cor da carroceria.
A Dynamique conta ainda com rodas de liga leve (aro 16"), retrovisores exteriores cromados, para-choque traseiro na cor da carroceria, molduras de saídas de ar cromadas, volante e manopla do câmbio revestidos em couro, encosto do banco traseiro bi-partido (rebatível - 1/3 e 2/3) retrovisores externos com regulagem elétrica, computador de bordo, ABS, faróis de neblina, roda de alumínio de 16 polegadas, rádio/CD/MP3/USB/iPod/Aux/Bluetooth com comandos na coluna de direção.

A lista de equipamentos de série do Duster Dynamique, a versão mais "popular" em oferta, é boa e, como um jogador de futebol, o sensor o equipamento de estacionamento "veio para somar".
Para compensar a "perda" de um acessório, a Renault ampliou a lista de opções do Duster com alguns itens interessantes. O maios importante (e caro), vendido por cerca de R$ 2.999 (já com a instalação), é o sistema multimidia com tela touch screen de 8". O aparelho reproduz TV digital e DVD (quando o veículo não está em movimento), rádio AM/FM, sistema GPS, tem entrada para iPod e USB e conexão bluetooth para celular.

O engate, inútil para quem não tem reboque, também passa a ser oferecido como um "acessório original Renault". Sua caácodade é de 40 kg de carga, 700 kg de tração e o preço sugerido é de R$ 599.
Engate: útil apenas para quem usa reboque
Outros acessórios disponíveis são o apoio de braço central nas cores preto ou cinza, faróis de neblina, isolamento de porta-malas, pára-barros (dianteiros e traseiros), rede de porta-malas, soleiras de portas, tapetes de borracha com carpete (para as versões 4x2 e 4x4), vidro elétrico traseiro, ponteira de escapamento cromada, calha de chuva, barras de teto transversais, uma dispensável (feia e periosa para o pedestre) proteção frontal estilo "quebra-mato" e até porta-bicicleta para o teto.

Fechando a oferta de acessórios, destaque para os onze modelos de bicicletas da marca Colli Bike com rodas de aro 16”, 20” ou 26”. As opções variam de R$ 399 a R$ 900. O ideal seria casar uma bike com o porta-bicicleta de teto já citado.
A tela multimídia realmente passa um aspecto de modernidade ao interior do Duster. Mas será que isso vai ser o suficiente para ele brigar de igual para igual com o novo EcoSport? Como o veículo da Ford ainda não chegou, fica difícil responder. Qualidades para o combate o Duster tem, mas só saberemos quando os dois se enfrentarem. Duster X EcoSport provavelmente será um dos Duelos de 2012 no De 0 a 100.

Linhas 2012 e 2013
A Renault também já lançou a linha 2013 do Fluence que, infelizmente, não tem nenhuma novidade e, felizmente, manteve os preços.

Na linha 2012/2012, o sedã Logan foi atualizado apenas na versão Expression, que recebeu um rádio mais moderno, maior e integrado ao painel, com comando satélite na coluna de direção. O equipamento, além de rádio AM/FM e CD-Player, reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WMV e entrada auxiliar, do tipo “jack”, USB, e conexão bluetooth. O sistema é opcinal.

Veículo de entrada da Renault no Brasil, o Clio 2012/2012 recebeu mudanças no chamado Pack Plus (opcional: R$ 300), que agora tem ar quente, dois apoios traseiro de cabeça com regulagem de altura e lavador/limpador de vidro traseiro. O Clio é tem rês anos de garantia de fábrica.
Fotos: Renault/Divulgação

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Duelo 3: Nissan Versa X Renault Logan

Depois de bater o Nissan Tiida Sedan e de vencer o difícil adversário Chevrolet Cobalt, agora é a vez do Nissan Versa enfrentar o seu irmão torto Renault Logan, encerrando a tripla disputa do sedã japonês.
Nissan Versa
O francês foi o modelo que inaugurou a nova fase de sedãs menores com amplo espaço interno e no porta-malas, com a promessa de boa relação custo/benefício, mecânica confiável, baixo preço de compra e de manutenção.

Nissan Versa X Nissan Tiida Sedan
Nissan Versa X Chevrolet Cobalt
Nissan Versa X Renault Symbol
Nissan Versa X Fiat Grand Siena


Se este duelo acontecesse há alguns anos, a vitória do Versa seria fácil. Mas, com as mudanças do Logan durante sua vida, a história não foi bem essa. O Logan recebeu melhorias de ergonomia (posição dos botões de abertura dos vidros e ajuste de altura do volante) e de conforto (novos revestimentos e melhorias acústicas), sem contar na opção com câmbio automático.
Renault Logan
Veja como foi o duelo, usando as versões 1.6 do Logan como referência.

Preço e equipamentos

O Logan Expression 1.6 8V é R$ 2.040 mais barato que a versão S do Versa, a de entrada. Básico, o "francês nacional" custa R$ 33.450 e vem de série com banco do motorista com regulagem em altura, rodas de aço de aro 15" (pneus 185/65 R15), conta-giros, desembaçador do vidro traseiro, pré-disposição para som e ar quente.

Entretanto, o Nissan entrega mais equipamentos na versão básica, o que justifica a diferença. O Versa 1.6 S tem preço sugerido de R$ 35.490 e já vem equipado com airbag duplo, trava elétrica, sistema Keyless com abertura do porta-malas, alarme, direção elétrica progressiva, ajuste de altura do banco do motorista, computador de bordo, console central inteiriço, tampa de combustível com abertura interna e rodas de aço de aro 15" (pneus 185/65R15). Pagando mais R$ 2.500, o cliente leva ar-condicionado (R$ 37.990).
Versa: Painel é feio e funcional. Direção elétrica é de série em todas as versões
Se você equipar com o Logan com o Pack Conf 1, composto por ar condicionado, direção hidráulica, volante regulável em altura, travas elétricas com controle por rádio freqüência, vidros elétricos dianteiros, sistema CAR (travamento automático a partir de 6 km/h), faróis de neblina e computador de bordo, o valor do Logan sobe para R$ 38.450.

Ou seja, quando equiparados em equipamentos, o Versa é mais barato e e vem com itens mais importantes, como o airbag duplo (de série em todas as versões). Mas será que a situação muda quando as versões estão completas?

Completos
Com todos os opcionais - Pack Conf 1 + Pack Conf 2 (rádio CD Player integrado ao painel, com MP3, USB, entrada auxiliar/Ipod e Bluetooth, comando satélite, vidros elétricos traseiros,  retrovisores elétricos na cor da carroceria, alarme) + Pack Segurança (airbag duplo, freios ABS, volante revestido em couro, terceiro apoio de cabeça traseiro) + Pack Roda (rodas de liga leve aro 15”) - o Logan Expression 1.6 8V sai por R$ 42.200.
Logan: Acabamento e ergonomia melhoraram com o tempo
A Renault oferta ainda o Logan Expression 1.6 16V automático, que parte de R$ 41.950. Ele vem equipado com todos os equipamentos da versão Expression com os pacotes de opcionais Pack Conf 1 (veja acima). Completo, com os Packs Conf 2, Segurança e Roda, o preço sobe para R$ 45.600.

No Versa, a versão intermediária SV, que custa R$ 39.990, tem os itens da S além de ar-condicionado, vidros com acionamento elétrico nas quatro portas, retrovisor com acionamento elétrico na cor do veículo, rádio CD Player 2DIN com RDS, MP3, iPod e entrada auxiliar; maçanetas externas cromadas (gosto duvidoso), banco traseiro bipartido (60/40), três cintos de segurança traseiro de três pontos (todas as versões deveriam ter), sistema fixação de cadeiras de criança ISOFIX, abertura interna do porta-malas e iluminação do porta-malas.

Por R$ 42.990, o Versa 1.6 SL tem todos os equipamentos da versão SV acrescidos de freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA), roda de liga de aro 15 com pneus 185/65R15, maçanetas internas cromadas, painel “Fine Vision” e farois de neblina.
Versa: Airbag duplo é série em todas as versões
Quando completos, Logan Expression 1.6 8V e Versa SL 1.6 16V têm o mesmo preço. Mas a vitória nesse quesito é do Nissan. Por mais que o Renault seja mais barato de entrada, e que a marca ofereça a versão automática do Logan (ponto extra para a marca francesa) por R$ 2.610 a mais, o Versa tem melhor relação custo/benefício, pois entrega mais equipamentos importantes, como direção assistida (elétrica no caso) e airbag duplo, desde a versão de entrada.

Renault Logan Authentique 1.0 - R$ 29.310
Renault Logan Expression 1.0 - R$ 30.850
Renault Logan Expression 1.6 8V - R$ 33.450
Renault Logan Expression 1.6 16V automático - R$ 41.950
X
Nissan Versa S - R$ 35.490
Nissan Versa S + ar-condicionado - R$ 37.990
Nissan Versa SV - R$ 39.990
Nissan Versa SL - R$ 42.990

Resultado: Renault Logan 0 x 1 Nissan Versa 

Desempenho

Assim como aconteceu contra o Chevrolet Cobalt, a dupla baixo peso (em relação ao adversário, não importando a versão) e motor mais potente e elástico deu a vitória ao Versa 1.6 16V sobre o Logan 1.6 8V.
Logan: Opção de câmbio automático agrada
O sedã da Renault tem desempenho bastante honesto, com médias de consumo aceitáveis. Mas seu propulsor poderia ser um pouco mais eficiente e, principalmente, menos ruidoso. No caso do Logan 1.6 16V, mesmo com o ganho de potência e torque, graças ao câmbio automático o sedã tem praticamente os mesmos números de aceleração e velocidade máxima do irmão 8V manual - também sendo superado pelo Nissan.

O Vesra leva mais essa por anda mais e por ser mais silencioso.

Nissan Versa 1.6 16V
Potência: 111 cv (g/e) a 5.600 rpm
Torque: 15,1 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,455 m
Largura: 1,695 m
Altura: 1,505 m
Entre-eixos: 2,600 m
Porta-malas: 460 litros
Tanque: 41 litros
Peso: 1.052 kg (S), 1.068 kg (SV) e 1.069 kg (SL)
Consumo (etanol): 8 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada (nº da Quatro Rodas Ed. 624)

Renault Logan Expression 1.6 8V
Potência: 92/95 cv (g/e) a 5.250 rpm
Torque: 13,7/14,1 mkgf (g/e) a 2.850 rpm
Comprimento: 4,288 m
Largura: 1,735 m
Altura: 1,534 m
Entre-eixos: 2,630 m
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.080 kg
Consumo (etanol): 7,4 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada (nº da Quatro Rodas Ed. 624)

Renault Logan Expression 1.6 16V automático
Potência: 107/112 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque: 15,1/15,5 mkgf (g/e) a 3.750 rpm
Comprimento: 4,288 m
Largura: 1,735 m
Altura: 1,534 m
Entre-eixos: 2,630 m
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.080 kg
Consumo (etanol): 6,4 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada (nº da Quatro Rodas Ed. 625)

Resultado: Renault Logan 0 x 2 Nissan Versa 

Espaço, acabamento e conforto

Nesse quesito o Logan mostra suas maiores virtudes. Seu porta-malas é enorme, superando o Vesra em 50 litros (que podem fazer a diferença numa viagem com a família). Sua distância entre-eixos e a cabine ampla garantem bom espaço para até cinco ocupantes.
Versa: Visual é meio desengonçado, mas carro não é feio
Logo quando foi lançado, o Logan pecava em acabamento simples e ergonomia ruim. Percebendo a bobagem, a Renault fez melhorias com o passar do tempo e, hoje, o modelo tem ajuste de altura do volante, botões de acionamento dos vidros no lado esquerdo, melhor padronagem dos tecidos, painel com boa visibilidade e sistema de som bonito e eficiente - double din com rádio AM/FM e CD-Player, processamento digital de som (DSP), reprodução de músicas nos formatos MP3 e WMA, entrada auxiliar, do tipo “jack”, e entrada USB/iPod e conexão Bluetooth para celular.

Já o Versa nasceu simplório, mas com acabamento honesto. Seu painel é feio e funcional e, desde o início, já veio com ajuste de altura do volante. Seu espaço é bom, mas o Logan é maior por dentro. O Versa contra-ataca sendo mais confortável de um modo geral.

No quesito espaço, vitória do Logan. Em relação ao conforto, vitória do Versa. Já no acabamento, vitória apertada do Versa, por isso decreto empate nessa parte da disputa. Mas, como a Renault oferece a versão automática do seu sedã ao consumidor, o Logan leva essa parte da disputa (lembra do ponto extra?), pois seu nível de conforto aumenta muito. Versa automático? Teremos que esperar...   

Resultado: Renault Logan 1 x 2 Nissan Versa
Logan: Traseira mudou na linha 2012
Visual

Na linha 2011, o Logan ficou com visual apresentável. Com as mudanças da linha 2012, a traseira ficou ligeiramente melhor. No balanço final, o Renault ficou menos feio do que sua primeira versão, lançada em 2007.

O Versa entrega um pouco mais no quesito visual. Com seu jeito desengonçado, o ele não é feio, mas também não é um primor de design.

Não vou dar nota porque visual é um quesito subjetivo.

Resumo da obra

É inegável que o Logan evolui onde precisava desde o seu lançamento. Seu visual ficou apresentável; sua ergonomia melhorou, assim como seu acabamento. O excelente espaço para os ocupantes e no porta-malas se manteve o mesmo, assim como a política de preços da Renault. A opção de câmbio automático é a cereja na torta da Renault.

Entretanto, o Nissan Versa tem melhor conjunto e relação custo/benefício, por isso venceu o duelo. Seu motor tem maior eficiência em desempenho e consumo e sua versão de entrada vem mais equipada que o Logan Expression básico. Seu espaço não é tão bom quanto o do Renault, mas não deixa a desejar.

Enquete
Encerrada a enquete, que ficou no ar entre os dias 17 e 22 de janeiro, foi possível perceber que a maioria dos internautas concorda com a minha opinião:

Qual desses dois sedãs vale mais a pena no Brasil?

. Nissan Versa - 121 votos (85,21 %)
. Renault Logan - 21 votos (14,78 %)
Total de votos:
142

Fotos: Nissan/Divulgação e Renault/Divulgação

domingo, 4 de dezembro de 2011

Novo Renault Logan pode ter este visual?


Não é segredo para ninguém que a Dacia e a Renault já estão trabalhando na segunda geração do Logan. Mas o que ninguém tinha visto até agora era uma imagem do modelo. O autoblog.rs publicou uma foto do que seria a nova geração do sedã romeno/francês. E ele ficou bem interessante.

O visual até lembra o do atual Logan, mas com uma enorme diferença: a beleza! Se for mesmo este o novo modelo, finalmente poderemos dizer que o Logan é bonito! Além da beleza, o novo sedã ficaria mais espaçoso, mais bem acabado, teria novo painel e ficaria mais seguro, mas mantendo a sua principal característica: a boa relação custo/benefício.

Em relação aos preços, a revista alemã Auto Bild estima que a versão básica do Logan II, como está sendo chamado, vai custar cerca de 9.000 euros no mercado alemão. O modelo deve ser lançado ainda 2012, mas com chances de ficar para 2013.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Alta Roda - Tarefa difícil

Competitividade e inovação são as prioridades da vez na indústria em geral e no setor automobilístico em particular. Temas difíceis de desenvolver porque não há fórmulas prontas e depende de ações da sociedade envolvendo consumidor, governo, academia e indústria. Mentalidades precisam mudar a fim de expor melhor a elogiada criatividade brasileira. Há alguns anos, quando o País representava 2% do PIB mundial, respondia apenas por 0,1% das patentes no mundo. Mas na produção de estudos técnicos e científicos chegamos a 2,7%.

Essa preocupação esteve no centro dos debates de duas importantes associações, durante o XIX Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (SIMEA), da AEA e o XX Congresso de Tecnologia da Mobilidade, da SAE Brasil, ambos realizados em São Paulo. A iniciativa do governo federal para criar um novo regime de produção até 2016 não parece suficiente para atender aquelas duas demandas, embora represente a segurança de aumento de empregos pela confirmação de investimentos anunciados e a anunciar.

Pormenores dessa estratégia só serão conhecidos em meados de dezembro, quando efetivamente o aumento de IPI para todos os modelos não produzidos no Mercosul e México entrar em vigor. A Justiça impôs uma fragorosa derrota ao governo ao adiar por 90 dias o início da taxação, que valerá por um ano. A intenção de exigir contrapartida em gastos com pesquisas no próprio País é válida, porém não resolve tudo.

Na realidade, não basta incentivar a expansão do uso de novas tecnologias que, no fundo, dependem de preço e poder aquisitivo do comprador. É necessário induzir o desenvolvimento de tecnologias aqui aplicáveis. Um exemplo citado no SIMEA: navegadores GPS simples, sem funções agregadas, poderiam ter preço menor a ponto de se tornar item de série. O mercado precisa de inovações visíveis, porém ao mesmo tempo de sobrevivência, ou seja, acessíveis  a todos os bolsos.

Deve-se ficar de olho também na conectividade veicular. Produziram-se mais de 70 milhões de veículos no mundo, em 2010, mas apenas 7% podiam se beneficiar de recursos como navegação inteligente e notificação automática de acidentes. No Congresso SAE discutiram-se os desafios para chegar à eletrônica de baixo custo e estender novos serviços a maior número de pessoas.

Os 142 estandes da exposição de tecnologia do congresso demonstraram a efervescência da tecnologia atual. Desde o sistema de direção elétrica para carros baratos, da DHB; o conceito LESS, da Schaeffler, para redução de peso e consumo; o Light Strings, da 3M, cabos de fibra óptica de alta flexibilidade e uniformidade luminosa, utilizáveis de forma funcional ou decorativa; até novos recursos de segurança passiva da TRW, como airbag de teto para passageiro ao lado do motorista e retrator do cinto de segurança acionado pelo sistema de frenagem anticolisão automática. Visteon apresentou o C-Beyond, seu próprio carro-conceito com tecnologias de ponta e materiais alternativos.

Os dois eventos totalizaram mais de 200 trabalhos técnicos, incluindo os internacionais. Comprovação que não estamos desligados do mundo e sim à procura de integração desses avanços aos veículos aqui produzidos.

RODA VIVA
 CONFIRMADOS os investimentos na fábrica de Porto Real (RJ), a PSA Peugeot Citroën vai além de dobrar a produção de veículos, aumentar em 43% a de motores e gerar mais 1.700 empregos. Defasagem visual e tecnológica será reduzida de forma substancial nos próximos lançamentos. Nova família de motores possivelmente incluirá unidade de três cilindros/1,0 litro.
Nissan/Divulgação
VERSA segue os passos do Logan, sedã com dimensões de médio-compacto ao preço de compacto, a partir deste mês. Na faixa de R$ 35.490 a R$ 42.900 a Nissan se insinua em subsegmento congestionado que vai do Voyage ao chinês J3 Turin, passando pelos novos Siena, em breve, e Cobalt, agora. O estilo não é muito inspirado, mas tem bom motor flex 1,6 l/111 cv.

CARRO para poucos, é verdade, o Audi A6 deu um salto tecnológico. A começar pelo motor de 3 l/300 cv (compressor) com disposição para acelerar: 0 a 100 km/h em surpreendentes 5,5 s. Oferece cinco recursos de segurança de ponta, da visão noturna ampliada ao sistema anticolisão, mantendo ótima dirigibilidade e maior espaço interno. Preço? R$ 313.390.

RANGE ROVER Evoque pode atrair para a Land Rover fãs de crossovers de tração 4x4 graças ao seu estilo audacioso. Fugindo das linhas convencionais da marca, oferece bom espaço interno (um pouco menos no banco traseiro) e motor turbo de 2 l/240 cv. O preço começa em R$ 164.900, mas estranhamente a versão de 3 portas é mais cara que a de 5 portas.

DETRAN do Distrito Federal promete fiscalização séria sobre transparência dos vidros com aparelhos de medição específicos. Regulamentação do Contran vem sendo solenemente ignorada até agora, em todo o País, no caso dos vidros dianteiros e, em alguns casos, até para-brisa. Espera-se que polícias rodoviárias e outros Detrans sigam também a lei.

sábado, 13 de agosto de 2011

Renault Logan 2012 1.6 16V automático chega por R$ 41.950

Quem quiser comprar um Logan automático já pode procurar na concessionária Renault mais próxima. A marca acaba de lançar a linha 2012 do sedã, que chega com aperfeiçoamentos internos, uma única mudança visual, uma nova opção de câmbio e o retorno do propulsor 1.6 16V flex, que saiu de linha Logan quando o Symbol chegou ao mercado.

A transmissão automática do Logan, com opção de troca sequencial, é a mesma que recentemente passou a equipar o Sandero. Ela tem quatro marchas e atua junto com o motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve 107 cv de potência e 15,1 mkgf de torque com a gasolina e 112 cv e 15,5 mkgf com etanol. A dupla está disponível apenas para a versão topo de linha, Expression.

A versão Expression automática sai de fábrica com ar-condiconado, direção hidráulica com regulagem de altura do volante, travas elétricas com sistema CAR (travamento automático a partir de 6 km/h), vidros elétricos dianteiros, computador de bordo, faróis de neblina e rodas de aro 15 (pneus 185/65). O preço inicial sugerido é R$ 41.950.
O consumidor conta com a seguinte lista de opcionais: rodas de liga leve 15”, Pack Segurança (freios ABS, airbag duplo, terceiro apoio de cabeça traseiro e volante com revestimento em couro), e o Pack Conforto 2 (Rádio CD Player integrado ao painel – com MP3, USB, entrada auxiliar/iPod e Bluetooth – e comando satélite, vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos na mesma cor da carroceria e alarme)

Quando equipado com os mesmos equipamentos de série da versão 1.6 16V automática, o Logan Expression 1.6 8V manual custa a partir de R$ 38.450 (com o Pack Conforto 1) - R$ 360 mais caro do que a linha 2011 com Pack Conf 1.

Interior evolui
Externamente, a única alteração na linha 2012 do Logan está na traseira do automóvel. Seguindo a nova identidade visual da marca, o nome com a identificação do modelo foi para o centro da tampa do porta-malas, o que já ocorre, por exemplo, com o Grand Tour, Symbol, Sandero e Fluence. Ainda pelo lado de fora, uma nova cor está disponível, o Bege Poivre, que se junta a Branco Glacier; Prata Etoile; Bege Angora; Preto Nacré; Azul Crepúsculo; Cinza Acier e Vermelho Vivo.

No interior, o painel pode ser equipado com o novo e mais moderno rádio - também o mesmo do Sandero. Além de rádio AM/FM e CD-Player, conta com processamento digital de som (DSP), reproduz músicas nos formatos MP3 e WMA; tem entradas auxiliar, do tipo “jack”, e outra para conexão USB/iPod. O som pode ser controlado pelo comando satélite instalado na coluna de direção. O novo rádio do Logan 2012 conta com a tecnologia Bluetooth, que permite conectar um telefone celular ao sistema de áudio do veículo, permitindo ao cliente realizar e atender chamadas pelo comando satélite.
Segundo a Renault, os botões de acionamento do ar-condicionado foram redesenhadas, ganhando um formato moderno e mais anatômico. Os anéis dos contornos das saídas de ar e os puxadores das portas agora são na cor cinza inox. O espaço interno continua ótimo para cinco adultos, o porta-malas tem os mesmos excelentes 510 litros de capacidade e a garantia é de 3 anos (ou 100.000 km, o que acontecer primeiro).

Resumo
Com as mudanças visuais da linha 2011, o modelo conseguiu ficar apresentável. As alterações na traseira do modelo 2012 praticamente não mudam em nada o design do veículo. Mas acho que o que importa é que, sem dúvida, o Logan continua com um conjunto atraente. O espaço interno é muito bom, assim como o espaço para bagagem. A opção por câmbio automático aumenta a versatilidade do consumidor, que pode descansar o pé esquerdo. Falta agora entender como vai ficar o Symbol.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Logan 1.6 16V automático vem aí. Como fica o Symbol?

Depois do lançamento do Sandero automático, nada mais natural do que esperar que a Renault também lançasse esta opção de câmbio para outros modelos da marca no Brasil. E o próximo a receber o equipamento será o sedã Logan, entre agosto e setembro, conforme informou o Notícias Automotivas. Além da data, o NA também já publicou os preços e os equipamentos da nova versão.
A transmissão automática do Logan será ofertada para o acabamento Expression, a topo de linha do sedã, que passará a ser vendido com motor 1.6 16V Hi-Flex (que retorna ao veículo). O preço inicial será de R$ 41.950. Além disso, para a linha 2012, o modelo terá outras alterações vindas do irmão Sandero. Com isso, logo pensei: com os upgrades de motorização, câmbio e acabamento, como fica o Symbol nessa história? Mais abaixo tento responder, mas antes vamos às mudanças do Logan.

De acordo com o NA, o Logan Expression automático será equipado de série com ar-condicionado, direção hidráulica com regulagem de altura, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, faróis de neblina, computador de bordo, travamento automático das portas e telecomando na chave para abertura e travamento das portas por rádio frequencia. Com pintura metálica, o preço sobe para R$ 42.910.  Com os mesmos equipamentos (incluindo a pintura), motor 1.6 8V Hi-Torque e câmbio manual, o Logan 2011 sai por R$ 39.000.
Sandero Privilège automático 2012 deve inspirar o Logan automático
Com os pacotes opcionais Pack Conf2 + Pack Roda + Pack Segurança, compostos por vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos, sistema de som mais moderno (igual o do Sandero 2012 - acima), alarme, rodas de liga leve de 15 polegadas, freios ABS, airbag duplo, apoio de cabeça central traseiro e volante revestido em couro, o preço vai para R$ 45.600. Adicione pintura metálica para o preço subir para R$ 46.560. Com os mesmos equipamentos (incluindo a pintura), motor 1.6 8V Hi-Torque e câmbio manual, o Logan 2011 sai por R$ 42.650.

Symbol
No meio de tantas opções do Logan, como vai ficar o Symbol? É difícil responder, ainda mais porque o "Clio Sedan remodelado" nunca vendeu bem desde o seu lançamento no país. O Symbol é realmente um sedã interessante, mas ele parece meio perdido, sem lugar no mercado. Com a evolução do Logan, essa impressão ficará ainda mais evidente.
Symbol Expression
O Renault Symbol é vendido com apenas uma motorização, 1.6 16V Hi-Flex (110/115 cv), uma opção de câmbio, manual de cinco marchas, e duas versões de acabamento. A Expression parte de R$ 38.990 equipada com airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, ajuste de altura do volante e do banco do motorista, vidros e travas elétricos, alarme, roda de aço de 14", entre outros equipamentos. Com pintura metálica, o modelo base sobe para R$ 39.890. Completo, com sistema ABS de freios, rádio CD player MP3 com comando satélite na coluna de direção e computador de bordo, o preço vai para R$ 42.330.

Já o Symbol Privilège vem com todos os itens do Expression, além de vidros traseiros elétricos, retrovisores elétricos, roda de liga-leve de 15" e volante em couro com aro interno cromado e manopla da alavanca de câmbio em couro - tudo isso por R$ 44.390 (ou R$ 45.290 com pintura metálica). O único opcional é o ABS, que faz o preço subir para R$ 46.880.
Symbol Privilège
Será que a Renault vai lançar o Symbol automático? Se o Logan vai ficar cerca de R$ 3.910 mais caro para ganhar mais 8V e aposentar o pé esquerdo do motorista, e o Sandero ficou R$ 3.500 mais pesado no bolso nas mesmas circustâncias de motor/câmbio, podemos calcular que o Symbol ficará de R$ 2.500 a R$ 3.000 mais caro, uma vez que ele já é equipado com o propulsor 1.6 16V.

Logo, com transmissão automática, a versão Expression partiria de aproximadamente de R$ 41.990, enquanto a Privilège custaria incialmente cerca de R$ 47.390, podendo chegar até R$ 49.880 (com ABS e pintura metálica). Vale a pena?

. R$ 42.330 - Renault Symbol Expression 1.6 16V manual completo (preço - site da marca)
. R$ 46.880 - Renault Symbol Privilège 1.6 16V manual completo (preço - site da marca)
. R$ 46.560 - Renault Logan Expression 1.6 16V automático completo (preço - NA)

Sabendo agora dos preços (alguns anunciados, outros prováveis e alguns especulados), dos equipamentos, de algumas características (Logan é mais espaçoso para os ocupantes e o Symbol tem visual mais moderno) e de algumas semelhanças (motor 1.6 16V é o mesmo e os porta-malas são quase iguais - 506 litros no Symbol e 510 l no Logan), qual dos dois modelos você compraria? Passo a pergunta pra vocês.

domingo, 16 de maio de 2010

Vejam os comerciais do Peugeot Hoggar e do Fiat Uno

Já falei das propagandas da Strada Cabine Dupla, do Mitsubishi Pajero TR4, do Toyota Corolla 2.0, do Ford Fiesta reestilizado, além de um post sobre propagandas legais de vários carros.

Agora quero ouvir a opinião de vocês sobre os comerciais dos mais recentes lançamentos da indústria automotiva brasileira: Peugeot Hoggar e Fiat Uno. Assistam e comentem:

Peugeot Hoggar



Fiat Uno


Risoto + Hoggar? Não sei não... Sobre o Uno, propagandas legais, mas não tão chamativas quanto outras feitas pela marca.

Atualização
Complemento o post com o comercial da nova linha Logan. É uma propaganda muito boa, que valoriza bem o espaço interno e as mudanças internas, esquecendo, porém, de mostrar o excelente porta-malas e as alterações externas (só a dianteira aparece no fim do comercial). Realmente a Renault deve achar o seu carro feio, por isso só valorizaram o interior.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Menos feio, Renault Logan 2011 chega para corrigir problemas do passado

Já está chegando às concessionárias Renault de todo Brasil a linha 2011 do Logan, que recebeu retoques no visual, além de melhorias internas. Com preços iniciais que variam entre R$ 28.690 e R$ 32.690, a marca tentou corrigir os principais problemas do sedã, mas mantendo as suas qualidades.

A montadora francesa sempre explorou o que o Logan tinha de melhor: o excelente espaço interno, o ótimo espaço para bagagem (510 litros) e os três anos de garantia (ou 100.000 quilômetros de garantia – o que ocorrer primeiro). Estas três qualidades foram mantidas na linha 2011, que recebeu mudanças no design, que era o principal problema do modelo, e melhorias no acabamento e na ergonomia, que sempre incomodaram os consumidores.

Visualmente, o Logan está bem menos feio. Sua dianteira foi reformulada e conta agora com uma grade frontal formada por filetes horizontais na cor cinza, lembrando muito o Honda City. Do irmão Symbol veio um friso cromado, que está sobre a grade de todas as versões do modelo. Os faróis mantiveram o formato, mas ficaram maiores.
Já a traseira, considerada “feia mesmo” pela própria Renault, tem nova tampa do porta-malas, que tem um pequeno ressalto, passando a ideia de um spoiler integrado. Para-choque e lanternas também foram redesenhados. Na versão mais requintada, o modelo tem ainda uma barra cromada na extremidade da tampa do porta-malas. Realmente as mudanças deixaram o carro mais apresentável, e não mais com aquela impressão de um veículo moderno para os anos 1990.

Disponível com sete opções de cores diferentes, sendo duas sólidas (vermelho vivo e branco glacier) e cinco metálicas (preto nacré, cinza acier, bege angorá, azul crepúsculo e prata etoile), o Logan cresceu com as alterações, passando a ter 4,29 m de comprimento (3,9 cm a mais).

Na parte interna, o Logan 2011 melhorou, graças à correção de um velho problema que a Renault cometeu com o Clio e insistiu em repetir com a dupla Logan e Sandero. Os botões para acionar os vidros elétricos, que antes ficavam no painel (para poupar fiação), agora foram para as portas, ficando numa posição mais racional dentro do veículo. A boa ergonomia agradece.
O acabamento também foi revisto e, segundo a marca, está melhor com o uso de novos materiais. Já o quadro de instrumentos tem novo grafismo, mas a iluminação na cor âmbar foi mantida, assim como os ruins indicadores digitais de nível de combustível e temperatura do líquido de arrefecimento. Do irmão Sandero vieram as maçanetas internas maiores e o acabamento circular prateado das saídas de ar.

Versões e preços
O Logan 2011 está disponível em duas versões de acabamento, com duas opções de motorização: 1.0 16V Hi-Flex (Authentique e Expression) e 1.6 8V Hi-Torque (Expression). A antiga versão Privilege 1.6 8V, que era a topo de linha, sai de vez do mercado, evitando o confronto quase direto com o Symbol.

A versão de entrada, Authentique 1.0, custa os mesmos R$ 28.690 da linha 2010. Se o valor é atraente, o mesmo não pode ser dito da lista de equipamentos de série. Todas as versões do Logan saem da fábrica no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná, equipadas com pára-choques na cor da carroceria, conta-giros, rodas de aro 14”, alarme sonoro de advertência de luzes acesas, porta-copos no console central dianteiro e brake-light.

Já a Expression, que parte dos R$ 30.190 com propulsor 1.0 (e R$ 32.690 com motorização 1.6), conta ainda com desembaçador de vidro traseiro; banco do motorista com regulagem de altura; manopla do câmbio, maçanetas internas e saídas de ar com acabamento na cor alumínio; painel interno das portas com revestimento em tecido; frisos laterais na cor da carroceria e iluminação no porta-malas e no porta-luvas.
Entre os opcionais, divididos em pacotes, destaque para ar-condicionado, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, vidros e retrovisores elétricos, rádio MP3 com comando satélite na coluna de direção, sistema ABS de freios, airbag duplo, volante revestido em couro e três apoios de cabeça traseiros (que deveriam ser de série).

Os motores não sofreram alterações. O 1.0 16V continua com 76 cv de potência e 9,9 mkgf de torque com gasolina e 77 cv e 10,1 mkgf com etanol, enquanto o ruidoso e eficiente 1.6 8V tem os mesmos 92 cv e 13,7 mkgf com gasolina e 95 cv e 14,1 mkgf com o derivado da cana-de-açúcar.

Em 2009, o Logan teve 5% de participação no mercado brasileiro de sedãs compactos. Com as mudanças da linha, a Renault trabalha com a previsão de 7% de participação em 2010, o que significa um volume de 35 mil unidades ao ano. Os modelos com motor 1.0 devem responder por 60% do mix de vendas.

Fonte: Jalopnik
Fotos: Renault/Divulgação