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sexta-feira, 8 de março de 2013

Conheça os carros mais roubados do Brasil em 2012. Hyundai fechou na ponta, mas destaque fica com a Fiat

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg) divulgou o seu ranking com os carros mais roubados no Brasil em 2012. Os números são relativos, proporcionais à quantidade de unidades produzidas.

Mas não deixa de ser curioso. Dos 10 primeiros, 4 são da Fiat, enquanto Ford e Hyundai ficaram com 2 representantes cada. Volkswagen e Peugeot completaram a lista com um veículo para cada.

Confira!
Hyundai/Divulgação
1º lugar - Hyundai HR
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 804
Frota em 2012: 62.179
Frequência de roubos/furtos: 1,293%
Fiat/Divulgação
2º lugar - Fiat Stilo
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.126
Frota em 2012: 90.896
Frequência de roubos/furtos: 1,239%
Fiat/Divulgação
3º lugar - Fiat Punto
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.137
Frota em 2012: 96.334
Frequência de roubos/furtos: 1,180%
Peugeot/Divulgação
4º lugar - Peugeot 307
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.022
Frota em 2012: 94.455
Frequência de roubos/furtos: 1,082%
Volkswagen/Divulgação
5º lugar - Volkswagen SpaceFox
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 810
Frota em 2012: 82.048
Frequência de roubos/furtos: 0,987%
Fiat/Divulgação
6º lugar - Fiat Fiorino
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 3.348
Frota em 2012: 345.694
Frequência de roubos/furtos: 0,968%
Fiat/Divulgação
7º lugar - Fiat Idea
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.348
Frota em 2012: 144.827
Frequência de roubos/furtos: 0,931%
Hyundai/Divulgação
8º lugar - Hyundai Tucson
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 720
Frota em 2012: 83.133
Frequência de roubos/furtos: 0,866%
Ford/Divulgação
9º lugar - Ford Fusion
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 475
Frota em 2012: 56.494
Frequência de roubos/furtos: 0,841%
Ford/Divulgação
10º lugar - Ford EcoSport
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 2.418
Frota em 2012: 287.925
Frequência de roubos/furtos: 0,840%

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Série Especial Itália se espalha pelos modelos Fiat

Para comemorar o encerramento do “Momento Itália-Brasil” (MIB), a Fiat estende o conceito da Série Especial Itália para boa parte da sua gama de modelos no Brasil. Depois do Uno Vivace, agora é a vez do novo Palio, Punto, Idea e Strada ficarem "mais italianos".

Todos os carros vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, faróis com máscara negra, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas para as portas e badge Itália. Além disso, Novo Palio, Punto e Idea ainda recebem rádio CD MP3, chave canivete com telecomando, faróis de neblina e retrovisores externos elétricos, entre outros.

A lista de itens de conforto é muito boa, mas senti falta de mais itens de segurança, como o Kit HSD (airbag duplo e ABS) para todos os modelos. Estes equipamentos são de série apenas nos veículos 1.4: Punto Attractive, Idea Attractive, Strada Working Cabine Dupla e no novo Palio Attractive. Nos 1.0 eles continuam opcionais.
Fotos: Fiat/Divulgação
Uno
O Uno Vivace tem novas rodas de liga leve aro 14’’ com pintura exclusiva, faróis com máscara negra, lanterna fumê, spoiler na tampa traseira, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, anéis estéticos no para-choque dianteiro, sigla Uno com tema Itália, badge Itália aplicado na coluna C, além de moldura central do painel de instrumentos na cor preto brilhante, quadro de instrumentos com econômetro e conta-giros, novo tecido exclusivo com bordado Itália nos bancos dianteiros, painéis de porta revestidos parcialmente em tecido, volante bi-textura, detalhes internos na cor cinza, como os comandos do ar-condicionado, e outros itens internos que oferecem mais praticidade e conforto aos clientes.

Além dos equipamentos citados acima, o Uno tem ainda faróis de neblina, volante com regulagem de altura, pré-disposição para rádio, desembaçador, lavador e limpador do vidro traseiro, entre outros. O Uno Especial Itália pode ser encontrado nas cores Prata Bari, Preto Vesúvio, Vermelho Alpine, Branco Bachisa e Cinza Scandium.

Confira os preços de cada versão:

Uno Vivace 1.0 - Kit Série Especial Itália - R$ 31.430 (R$ 32.180 com pintura metálica)
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840
Novo Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950
Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870
Strada Working 1.4  C.S. - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590
Strada Working 1.4  C.E. - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640
Strada Working 1.4 C.D. - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sem novidades impactantes, Fiat tenta, mas decepciona no Salão do Automóvel de São Paulo 2012

Com um dos maiores estantes de todo o Salão do Automóvel de São Paulo 2012, a Fiat mostrou muitas atrações interessantes de suas outras marcas, como Ferrari e Maserati. Mas a marca decepcionou muita gente eu não apresentar nenhuma novidade impactantes que veremos nas em breve.
500 Cabrio
A maior atração da marca é o 500 Cabrio, versão conversível do compacto que chega às concessionárias ainda no mês de outubro. Baseado na versão Lounge Air, o 500C é equipado com motor 1.4 16V Multiair, que desenvolve 105 cv de potência e 13,6 mkgf de torque, e tem câmbio automático de seis marchas.
500 Cabrio
O teto, com duas opções de cores para o teto (preto e vermelho), pode ser operado por meio de comandos elétricos e tem três posições diferentes de vão de abertura, que se retrai até a tampa do porta-malas. A ação de abertura ou fechamento pode ser feita com o carro em movimento a uma velocidade de até 80 km/h. Ele também recebeu de série nova identificação nas colunas de portas, novas rodas de liga leve com aro de 15 polegadas e sensores traseiros de estacionamento, que facilitam as manobras.
500 Cabrio
Com uma ótima lista de equipamentos de série, o Fiat 500 Cabrio estará disponível em três opções de cores para o revestimento interno - preto, bege/marfim e vermelho/marfim - e terá quatro cores para o seu visual externo: Vermelho Sfrontato (sólida), Cinza Sfrenato e Preto Provocatore (metálicas) e Branco Gioioso (perolizada). No total, são 11 possibilidades de personalização.
500 by Gucci
Outro Cinquecento também está sendo mostrado pela Fiat no evento, o 500 by Gucci, que foi desenvolvido a partir de uma parceria com a famosa grife italiana, que se caracteriza pelo luxo de seus produtos.
500 by Gucci
Com detalhes especiais no acabamento interno e externo, o modelo tem muitos equipamentos de série, como sete airbags, sistema Blue & Me, sensor de estacionamento traseiro, rádio com leitor de CD/MP3, volante revestido em couro que traz os comandos do rádio e teto solar elétrico Sky Wind.
Grand Siena Sublime
Linea e Grand Siena marcam presença no evento com a série especial Sublime. Baseada na versão Essence dos dois modelos, os sedãs tem acabamento diferenciado, com detalhes exclusivos e muitos equipamentos de série.
Linea Sublime
Já Uno e Palio "se exibem" no salão com a série especial Interlagos, em analogia ao GP do Brasil de Formula 1 que acontece em novembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).
Palio Interlagos
Derivada das versões Sporting dos dois hatches, os modelos receberam a nova cor Amarelo Interlagos e contam com itens que acentuam a "esportividade", tanto na parte externa, quanto na interna. A veraão Itália do Uno Vivace, com mais equipamentos de série, também está no Salão.
Uno Interlagos
Strada, Palio Weekend, Punto e Freemont e toda a linha Adventure estão presentes no evento com suas respectivas linhas 2013. A a minivan Idea também está exposta com a sua linha 2013, que agora está disponível com o câmbio manual automatizado Dualogic Plus.
Bravo Xtreme
Fechando as atrações da Fiat em relação a veículos, a marca exibe mais uma versão especial, mas que não estará a venda: Bravo Xtreme. O hatch médio recebeu um novo pára-choque dianteiro, com duas tomadas de ar com LEDS nas laterais, spoiler central exclusivo e faróis redesenhados. Na traseira para-choque apresenta saídas de ar laterais e um enorme difusor de ar, além de um aerofólio e minissaias laterais.
Bravo Xtreme
Por dentro, destaque para os quatro bancos individuais. O Bravo ganhou ainda painel de instrumentos com nova grafia e console central redesenhado. O último grande diferencial do modelo é o propulsor 1.4 16V T-Jet, que recebeu uma preparação específica, capaz de gerar 253 cv a 6.600 rpm de potência máxima e torque máximo 33,2 kgfm a 5.000 rpm.
Ferrari 458 Spider
Ainda no estande da Fiat, os visitantes podem ver a Ferrari 458 Spider e o maravilhoso Maserati Grancabrio Sport - definitivamente um dos carros mais bonitos do evento.
Ferrari 458 Spider
Concluindo
O estande da Fiat tem realmente muitas atrações (especialmente o Maserati), mas, do meu ponto de vista, foi uma grande decepção, ainda mais se lembramos de como a Fiat é criativa e líder de mercado há quase 11 anos consecutivos. O 500 Cabrio é até legal, mas séries especiais são passageiras. Eu queria que a marca tivesse, pelo menos, um grande lançamento para brigar com a Chevrolet, por exemplo. Para isso, teremos que esperar até o Salão de 2014...
Maserati Grancabrio Sport - um dos carros mais bonitos do Salão do Automóvel 2012
Fotos: Fiat/Divulgação, Ferrari/Divulgação e Maserati/Divulgação

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Honda Fit é eleito o melhor monovolume até R$ 60 mil do Brasil!

Honda/Divulgação
A aposentadoria da dupla Zafira e Meriva, e a chegada do "belo" Spin, me levaram a perguntar no De 0 a 100, durante uma semana, "Qual é o melhor monovolume do Brasil até R$ 60 mil?". Com a particpação recorde dos internaudas (obrigado a todos!) e, como eu esperava, venceu o Honda Fit.

O modelo japonês recebeu o meu voto. Considero os concorrentes bons carros, mas o Fit é o superior na maioria dos quesitos que levo em consideração na hora de avaliar um veículo. E, pelo visto, a maioria dos participantes concorda comigo.

O Fit é um carro relativamente pequeno por fora, com espaço interno interessante, bom porta-malas e que conta com dois trunfos imbatíveis no momento: a versatilidade dos bancos e a mecânica confiável Honda. Entre os defeitos, cito o altíssimo preço cobrado por todas as versões e o consumo de combustível, que era referência quando o modelo foi lançado no Brasil. Uma pena este dois aspectos, já que o Honda Fit tinha tudo para ser o carro definitivo.

Recebi alguns e-mails de internautas falando sobre a enquete. Selecionei dois depoimentos de pessoas defendendo porque o Fit é o melhor carro:

"Eu tinha um Fit LX 1.4 antigo que me deu só alegrias. Nunca tive nenhum problema com o carro - absolutamente nada! E o consumo era excelente: 13 km/l na cidade. ... Com 130.000 km rodados, resolvi vendê-lo e comprei um Nissan Livina 1.8 automático por causa da diferença de preço em relação a um Fit 0 km. Gostei do carro, mas o troquei com menos de 10.000 km rodados por um New Fit por causa do acabamento inferior e do banco do motorista muito desconfortável. ... Acabei  escolhendo o Fit 1.4 porque a Honda 'chuta o balde' com os preços da versão 1.5. Mesmo bem mais caro que os concorrentes, o Fit vale a pena."- Lucas Souza

"O Fit é um carro que agrada todos da minha família: a minha esposa pelo tamanho; a mim pela versatilidade; e as crianças pelo conforto. Até o cachorro e a sogra gostam dele." - Henrique Luis (casado, pais de duas meninas e dono de em cachorro)

Pedi para a Honda definir o Fit oficialmente em algumas linhas. Infelizmente, a marca não me respondeu, mesmo depois de 3 contatos em datas diferentes. Até adiei a publicação deste post, mas de nada adiantou. Lamentável...
Chevrolet/Divulgação
Enquete
A "união" entre Zafira e Meriva deu forças extras ao Chevrolet Spin, que assegurou a segunda colocação, batendo, por muito pouco, o "sempre considerado por todos os interessados" Nissan Livina. Se feio o Spin está atraindo muitas pessoas, imaginem se o visual ajudasse!

Em quarto lugar veio o Citroën C3 Picasso, que parece já estar colhendo os frutos das melhorias da sua linha 2013. Em quinto ficou a veterana minivan da Fiat, que, mesmo com as recentes mudanças (internas), dá sinais de que precisa de uma nova geração. Ainda assim, o Idea é um carro "bom de briga", se mantendo bem nas vendas.

Por último veio o Jac J6, que ainda não se encontrou no mercado nacional.

Qual é o melhor monovolume do Brasil até R$ 60 mil?
  1. Honda Fit - 60 votos (30,3%)
  2. Chevrolet Spin - 37 votos (18,7%)
  3. Nissan Livina - 35 votos (17,7%)
  4. Citroën C3 Picasso - 21 votos (10,6%)
  5. Fiat Idea - 20 votos (10,1%)
  6. Jac J6 - 5 votos (2,5%)
Outro - 20 votos (10,1%)
Total de votos: 198

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Com visual feio, Chevrolet Spin é um carro legal. Mas poderia ser menos simples

Fui conhecer o Chevrolet Spin de perto e fiquei impressionado com a feiura do modelo. Parece que algo deu errado e que foram tentando consertar, e consertar e, subitamente, o tempo acabou e sobrou o que vemos hoje nas concessionárias e ruas: um carro esquisito, que entra para o seleto hall das "beldades" automotivas nacionais.



Tenho profundo respeito pelo Diretor de Design da GM América do Sul, Carlos Barba - e o admiro por tentar fazer algo diferente. Mas, desde o Agile, meu gosto e o dele não se batem muito. Não fui com a cara do hatch, nem do sedã Cobalt e agora não gosto do monovolume Spin - apenas a Montana me agradou. O bom é que beleza é um item subjetivo. Logo, o carro ser feio não significa que ele seja ruim. E esse é o caso do Spin, um feio legal.

Quando me deparei com o novo Chevrolet, pensei, inicialmente, com a cabeça do dono de um Meriva, e logo fiquei animado. Acabamento melhor, aproveitamento mais eficiente do espaço, câmbio automático de verdade (e de seis marchas!), motor 1.8 mais potente que o 1.4 e mais econômico que o "antigo" 1.8; ABS e airbag duplo de série. E tem ainda a possibilidade de levar sete pessoas! Eu trocaria o meu Meriva na hora.
Por outro lado, o dono do (mais) familiar Zafira vai olhar meio atravessado. Trocar o consagrado (e ultrapassado) motor 2.0 com 140 cv de potência por um 1.8 de míseros 108 cv? Perder o excelente sistema interno de bancos (Flex-7) para adotar uma solução comum, como do rival Nissan Livina? Comprar um carro maior que parece menor? Vou pagar menos, mas minha família ficará confortável como antes? Eu poderia até comprar o Spin, mas olharia os concorrentes com mais calma.

Pensando agora com a cabeça de quem não é dono dos falecidos Meriva e Zafira, fiquei com a sensação de, ao invés de flexibilidade e espaço, os engenheiros da Chevrolet pensaram em outra palavra para definir o Spin: simplicidade.

Não preciso nem dizer que o visual ficou simples, sem inspiração. O acabamento não é mal feito, mas é bem simples (reparem nas costuras dos bancos). Já o velho conhecido motor 1.8 8V Flexpower evoluiu em vários aspectos, mas foi simplificado em termos de potência e torque, virando 1.8 8V Econo.Flex. Os 112/114 cv a 5.600 rpm e 17,7 mkgf a 2.800 rpm deram lugar a 106/108 cv a 5.400/5.600 rpm e 16,4/17,1 mkgf a 3.200 rpm. Tudo para simplificar os números de consumo e emissões.

O que dizer do sistema de bancos então? Pode até parecer uma evolução em relação ao Meriva, mas onde estão as mesinhas tipo avião (faz muita diferença para uma familha com filhos pequenos)? E o banco traseiro corrediço, com terceira fileira de bancos que se esconde? Os diferenciais deram lugar ao simples e normal, como no Livina e no Grand Livina - modelos que, aliás, serviram de referência para a proposta do Spin, que, com a mesma carroceria, pode levar cinco ou sete ocupantes.
Mas o Spin também trouxe evoluções e incrementos, como a lista de equipamentos de série: as duas versões do modelo, LT e LTZ, vêm equipadas com ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS com EBD, airbag duplo; trio elétrico; alarme, trava de segurança suplementar nas portas traseiras (trava para crianças); coluna de direção regulável em altura e banco traseiro/segunda fileira de bancos com encosto dividido 40/60, com ajuste do encosto em 2 posições, rebatível em 2 posições e 2 apoios sólidos para cabeça com regulagem de altura; entre outros itens. Poderia ser até um pouco mais, mas todos os ocupante tem conforto e segurança.

Outra evolução está no câmbio. Se o motor 1.8 é simples demais e a transmissão manual de cinco marchas é comum, o câmbio automático de seis velocidades, vindo do irmão mais refinado Cruze, é um belo destaque. Com trocas sequenciais, ele tem funcionamento suave e eficiente. Uma pena que o propulsor Econo.Flex não é moderno e elástico o suficiente para aproveitar bem essa transmissão. Realmente fica devendo.
Passageiro do meio atrás sofre com a segurança reduzida, sem cinto de 3 pontos e apoio de cabeça

Com 4,36 m de comprimento, 1,664 m de altura, 1,735 m de lagura (1,932 m com espelhos) e 2,620 m de distância entre-eixos, o Chevrolet Spin ficou com espaço interessante na frente e limitado nos bancos traseiros. Sentando na terceira fileira de bancos, fiquei com a sensação de mais aperto do que na Zafira e de mais espaço do que no Grand Livina.

Segundo a marca, na versão para sete lugares há 23 combinações de posicionamento dos bancos, tudo para tornar o modelo mais versátil internamente. Os objetos na cabine podem ser guardados em 32 porta-trecos. O porta-malas, de acordo com a GM, é o maior da categoria: 710 litros na versão de cinco lugares (e apenas 162 l na versão de sete lugares - menor do que do Ford Ka), podendo chegar a 1.168 litros com os bancos rebatidos.
Para minivanizar o Spin, a Chevrolet elevou a posição de dirigir em 6 cm em relação ao Cobalt. Do sedão também veio a suspensão, que recebeu uma calibragem específica, mais adequada à carroceria do monovolume.

Empolgada com as altas vendas do Cobalt, responsável por 31.257 emplacamentos de janeiro a junho de 2012 (5.209 carros em média por mês), a Chevrolet espera emplacar 2.800 unidades da minivan Spin por mês, o que pode acontecer, levando em consideração que os preços praticados atualmente, com a redução do IPI, são relativamente atraentes.

Conheça os preços e os equipamentos:

Chevrolet Spin LT MT – R$ 44.590 (R9J)
Chevrolet Spin LT MT – R$ 45.990 (R9J + R9R)
Chevrolet Spin LT AT – R$ 49.690 (R9J + R9R + R9T)
Chevrolet Spin LTZ MT – R$ 50.990 (R9P)
Chevrolet Spin LTZ AT – R$ 54.690 (R9P + R9Q)

. R9J: ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS com EBD, airbag duplo; trio elétrico; alarme, trava de segurança suplementar nas portas traseiras (trava para crianças); coluna de direção regulável em altura e banco traseiro/segunda fileira de bancos com encosto dividido 40/60, com ajuste do encosto em 2 posições, rebatível em 2 posições e 2 apoios sólidos para cabeça com regulagem de altura.
. R9R: rodas de alumínio de 15" com pneus 195/65 R15, rádio AM/FM com CD/MP3 Player / Bluetooth / entrada USB e entrada auxiliar, 4 alto-falantes;
. R9T: R9R + câmbio automático de seis marchas, controlador da velocidade de cruzeiro
 . R9P: 7 lugares / Direção Hidráulica / Ar Condicionado / Travas Elétricas das portas e porta-malas / chave tipo canivete com controle remoto de destravamento das portas / protetor de cárter / banco do motorista com regulagem em altura / banco traseiro bipartido 60/40 e rebatíveis / rodas de aço com calotas integrais de 15" com pneus 195/65 R15 / vidros elétricos / alarme com acionamento por controle remoto na chave tipo canivete / coluna de direção com regulagem em altura / cobertura dos retrovisores externos e maçanetas externas das portas na cor do veículo / grade dianteira integrada ao pára-choque com detalhes cromados / interior com acabamento em dois tons / airbag duplo frontal e freios ABS com EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) / rodas de alumínio diferenciadas de 15" com pneus 195/65 R15 / rádio AM/FM com CD/MP3 Player / Bluetooth / entrada USB e entrada auxiliar / 4 alto-falantes / Bagageiro no teto / computador de bordo / faróis e lanternas de neblina / espelhos retrovisores externos com regulagem elétrica / maçanetas internas das portas cromadas / controles do ar condicionado com detalhes cromados / Bancos em tecido diferenciado na cor bege com detalhes em couro e detalhes na cor café / Volante com comandos para acessar as funções do sistema de som / Faróis com tratamento escurecido e regulagem de altura / Sensor de estacionamento

Com o retorno do IPI, o Spin LT vai subir de R$ 44.590 para aproximadamente R$ 47.700, Já o LTZ subirá de R$ 50.990 para cerca de R$ 54.500 (R$ 58.500 automático). Sorte da Chevrolet que os concorrentes também ficarão mais caros. Mas, mesmo assim, bem que a marca poderia manter os valores praticados atualmente. A chance de sucesso aumentaria ainda mais. O Chevrolet Spin tem garantia de 3 anos.
Nesta foto, Spin parece ser até bonito
Mercado
A chegada do Chevrolet Spin mexe com o mercado de minivans no Brasil. Isso porque a presença do Meriva estava cada vez mais fraca. A Honda já lançou a linha 2013 do Fit, que, na minha opinião, mesmo com o elevado preço, ainda é o melhor carro do segmento - embora a marca japonesa tenha perdido a grande chance de tornar o seu modelo o "veículo definitivo".

Já a Fiat mudou o visual externo do Idea para a linha 2011 e agora, para a 2013, deu uma tímida repaginada no interior do veículo, além de reduzir o número de versões ofertadas, tentando fazer o seu modelo manter o fôlego no mercado nacional.

A Nissan continua firme e forte com o nacional Livina, mantendo preços agressivos e boa relação custo/benefício. Só espero que a marca faça um invesimento severo em acabamento na proxima mudança de linha do veículo. Já a Jac aposta no preço (que não é tão baixo) e no motor 2.0 16V para fazer o seu J6 brilhar.

Por último temos a Citroën, que deu uma melhorada interessante no C3 Picasso para a linha 2013. O modelo ganhou a opção do motor 1.5 8V flex (89/93 cv e 13,4/14,2 mkgf) - que aposenta o 1.4 flex (80/82 cv e 12,6 mkgf); recebeu o atualizado motor 1.6 16V EC5 (115/122 cv e 15,5/16,4 mkgf), que possui a tecnologia Flexstart (que dispensa o tanque de partida a frio); e passou a ser equipado, de série, em todas as versões, com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo e ABS. Uma pena que os valores pedidos pela marca francesa também sejam altos demais: 1.5 GL – R$ 45.600; 1.5 GLX – R$ 48.500; 1.6 GLX BVA – R$ 53.500; 1.6 Exclusive – R$ 55.500; 1.6 Exclusive BVA – R$ 58.900.

Emplacamentos no Brasil (janeiro a junho de 2012)
. Honda Fit - 14.935 unidades
. Fiat Idea - 11.029 unidades
. Chevrolet Meriva - 8.035 unidades
. Nissan Livina - 6.223 unidades
. Citroën C3 Picasso - 3.835 unidades
. Jac J6 - 1.337 unidades
Fotos: Chevrolet/Divulgação

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Alta Roda - Lançamentos em cadeia

O calendário está ficando cada vez mais curto para tantas novidades no mercado brasileiro, sem contar o que chega do exterior de países que não Argentina e México, com os quais o BrasilL fez acordos comerciais e taxação diferenciada. O monovolume Chevrolet Spin e as novas picapes Ford Ranger foram apresentadas à imprensa com intervalo de três dias. As vendas de ambos começam ao longo deste mês.
Chevrolet/Divulgação
O Spin, baseado na mesma plataforma do Cobalt, toma o lugar do Meriva e acrescenta uma versão de sete lugares. O Zafira, também de sete lugares, na prática deixou de ter um sucessor, pois se derivava do médio-compacto Astra e a distância entre-eixos era 8 cm maior. Curiosamente, o Spin é 2,5 cm mais comprido que o Zafira, mas se trata de veículos de conceitos e gerações diferentes. Na Europa, a Opel produz Meriva e Zafira bastante diferentes entre si e do que deixou de ser produzido aqui.

Livina e Grand Livina (sete lugares), Idea e C3 Picasso, além do chinês J6, são rivais em um segmento que encolheu ao passar do tempo com o avanço de sedãs e SUVs. Esteticamente o Spin não empolga, em especial na harmonia entre frente e traseira. A configuração interna reserva bom espaço para cabeça, pernas e ombros: ora perde, ora ganha por diferenças milimétricas dos concorrentes da Nissan e da Fiat. Na média, um pouco melhor.

Painel e acabamento, iguais ao do Cobalt, apostam na boa relação custo-benefício. A terceira fileira de bancos, previsivelmente, tem acesso razoável para entrar e nem tanto para sair. O Chevrolet destaca 32 porta-objetos e maior porta-malas (5 lugares, 710 litros; 7 lugares, 162 litros apenas). Entre os acessórios de concessionárias há câmera de ré.

Seu motor de 1,8 litro (108 cv/17,1 kgfm) ficou mais econômico, porém perdeu potência e torque em relação ao anterior, fato desabonador. Preços demonstram que poderá segurar a liderança entre os seus pares: LT parte de R$ 44.590 e LTZ, de R$ 50.990. Por pouco menos de R$ 4.000, LTZ pode vir com câmbio automático de 6 marchas e controle de cruzeiro.

Quanto à Ranger, a Ford executou um trabalho realmente forte. Investiu mais de US$ 1 bilhão, recriou tudo na sua picape média e cobriu quase todo o espectro do segmento. A oferta impressiona: três motores (dois a diesel e um flex), três caixas de câmbio (duas manuais de 5 ou 6 marchas e automática, de 6), quatro versões de acabamento, cabines dupla e simples, tração 4x2 (só com motor flex) e 4x4. O motor diesel, um 5-cilindros de 3,2 l de origem Ford, é o mais potente entre as picapes: 200 cv. Torque de 47,9 kgf.m se iguala ao da S10. O motor flex de 2,5 l/173 cv é o mesmo do novo Fusion, com diferente calibragem.

Linhas imponentes destacam a forte inclinação do para-brisa e um arco de segurança estilizado, sem exageros. O nome Ranger aparece valorizado em friso cromado frontal e na tampa da caçamba. Generosa distância entre-eixos, de 3,22 m, garante bom espaço para joelhos de quem senta no banco traseiro. Evolução marcante no interior inclui quadro de instrumentos de visual moderno e tela multimídia de 5 pol para navegador GPS. Acabamento surpreende e não existem parafusos aparentes. Câmera de ré (imagem no retrovisor) fica embutida no emblema traseiro.

Capacidade de carga – até 1,4 tonelada – e de ultrapassar cursos de água (vau) – 80 cm – também são referências na categoria. Posição de guiar assemelha-se à de um automóvel e com os mesmo recursos, nas versões mais caras, como comandos elétricos nos bancos. Suspensões e nível de ruído estão bem melhores que antes. Câmbio manual de 6 marchas mostra alguma imprecisão, mas o automático é muito bom. Controle de trajetória com oito funções e seis airbags colocam em nível alto a segurança. Os preços, bem competitivos, vão de R$ 61.900 a R$ 130.900.

Em comum, Spin e Ranger oferecem três anos de garantia total, que deveria ser o padrão no Brasil.

RODA VIVA

APENAS no primeiro semestre de 2013 a filial argentina da PSA Peugeot Citroën terá fôlego para colocar em produção o sucessor do Citroën C4 Pallas. Linhas já são conhecidas porque o carro estará à venda antes na China, como C-Elysée e C4 L (entre-eixos maior), e fotos foram divulgadas. Como de praxe, os modelos do oriente e do ocidente não serão idênticos.

NOVO Série 3, da BMW, chegou ao mercado brasileiro nas versões 328i, 245 cv (R$ 171.400 a R$ 229.950) e de topo 335i, 306 cv (R$ 294.950). Em um mês, o 320i, de menor preço e mais vendido, partirá R$ 129.950. Os valores comprovam que os importadores apertaram bem suas margens para competir. Série 3 tem ido além do esperado no mercado mundial.

TRAJETÓRIA da AMG completa 45 anos como uma operação de sucesso de “esportivação” de modelos de rua. Especializada em produtos da Mercedes-Benz, foi comprada pela marca alemã aos poucos e há sete anos é uma divisão integral da companhia. SLK 55 AMG, motor V-8 biturbo de 421 cv/55 kgfm, acaba de ser lançado no Brasil. Preço: US$ 244.900 (R$ 485.000).

sábado, 23 de junho de 2012

Fiat lança Linea e Idea 2013 querendo fazer menos virar mais

Diferente do que vem acontecendo com a Fiat, dessa vez, para a linha 2013 do sedã Linea e do familiar Idea, a marca italiana reduziu o número de versões de seus dois modelos para facilitar a escolha do consumidor. Ao querer fazer menos (versões) virar mais (vendas), pagam o pato as versões "esportivas", pois saem de linha o Linea T-Jet (1.4 turbo) e o Idea Sporting (1.8 16V).
Fiat Linea Absolute Dualogic Plus 2013
Vendido apenas com os acabamentos Essence e Avsolute, a maior novidade do Linea 2013 é câmbio manual automatizado Dualogic Plus, que chegou com o Bravo 2013. O "Plus" tornou as trocas de marchas mais confortáveis, especialmente com a ajuda das tecnologias "Creeping" e "Auto-Up Shift Abort". proporcionando manobras muito mais confortáveis e retomadas com mais torque.
Fiat Linea Essence 2013
De acordo com a Fiat, o Linea traz agora nova grafia do quadro de instrumentos com display de LCD branco. A versão Essence ganhou ainda opcionais como novas rodas de 16 polegadas e comando de câmbio no volante tipo borboleta para a versão Dualogic. Já na Absolute, comando de câmbio tipo borboleta, assim como os parafusos anti-furto e tapete em carpete preto são de série.
Fiat Linea Absolute Dualogic Plus 2013
Fiat Linea Absolute Essence 2013
Linea Essence 1.8 16V – R$ 52.990
Linea Essence Dualogic 1.8 16V  – R$ 55.780
Linea Absolute Dualogic 1.8 16V – R$ 63.140
Fiat Idea Adventure Locker 2013
Já o Idea 2013 tem como grande novidade o interior "renovado", com novo rádio, na cor preto para as versões Attractive e Essence, e cinza para a versão Adventure. É o mesmo sistema de audio que equipa as linhas 2013 do Siena EL, Strada e Palio Weekend, lançados recentemente. Com o novo rádio, os botões das funções Locker e My Car do Idea passam a ser abaixo dele, enquanto o botão de travamento das portas fica agora abaixo das saídas de ar centrais. Além disso, todas as versões receberam tecidos novos com temas exclusivos, ainda mais atraentes para o público.
Interior do Idea 2013 tem novos tecidos e novo rádio
Idea Attractive 1.4 – R$ 42.370
Idea Essence 1.6 16V – R$ 45.140
Idea Essence Dualogic 1.6 16V – R$ 47.130
Idea Adventure 1.8 16V – R$ 51.040
Idea Adventure 1.8 16V Dualogic – R$ 52.980
Botões na parte de baixo, "dentro do cercado do rádio", ficaram estranhos, parecendo uma gambiarra
Fiat/Divulgação

sábado, 24 de março de 2012

Ainda excelente, Honda perde grande chance de tornar o Fit 2013 o "carro definitivo"

As expectativa era grande e as (poucas) mudanças vieram, mas a Honda perdeu uma grande chance de tornar o excelente Fit o "carro difinitivo" na linha 2013. O modelo passa a ser vendido em seis versões: DX 1.4 (MT), LX 1.4 (MT e AT), EX 1.5 (MT e AT), e EXL 1.5 (AT) - adeus EXL 1.4 (MT e AT). Além disso, o Fit passou por uma mínima reestilização, além de ganhar alguns equipamentos de série e de evoluir no quesito autonomia. Mas eu esperava por mais!

A Honda diz que o Fit apresenta um novo design, mas o veículo recebeu apenas um tapa leve no visual. Embora o novo para-choque dianteiro tenha ficado bem legal, a nova grade tem gosto duvidoso, lembrando um pouco os velhos tempos da Chevrolet aplicando "botox" na (antiga) picape S10. Os faróis dianteiros ficaram praticamente iguais aos da linha 2012, assim como o para-choque traseiro. Mas, no geral, o visual ainda agrada.
Em relação aos itens de série, desde a versão de entrada, DX, o Fit vem equipado com direção com assistência elétrica, ar-condicionado (digital no EX e EXL), airbag duplo, trio elétrico, computador de bordo (consumo instantâneo e médio em km/l, autonomia e hodômetros total e parcial) e com o excelente sistema de modularidade interna dos bancos.

Com a morte da versão LXL, a LX recebeu alguns equipamentos de herança: sistema ABS de freios com EBD e novo sistema de rádio integrado AM/FM com CD Player e entradas USB e P2. Com câmbio manual, o Fit LX 2013 ficou R$ 800 mais caro (R$ 55.700) se comparado ao mesmo modelo 2012 (R$ 54.900), enquanto o Fit LX 2013 automático manteve o mesmo preço do respectivo 2012: R$ 58.900.

As versões DX e LX são equipadas com o motor 1.4 16V que desenvolve 100 cv de potência a 6.000 rpm com gasolina e 101 cv na mesma rotação com etanol. O torque é de 13 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível.
Versão EXL tem bancos com revestimento em couro
Cabe mais, mas ainda bebe muito
Entre as versões com EX e EXL, equipadas com o propulsor 1.5 16V, que desenvolve 115 cv a 6.000 rpm com gasolina e 116 cv com etanol (na mesma rotação) e torque de 14,8 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível, basicamente tivemos duas novidades.

A principal foi a redução de preço do acabamento EXL, o topo de linha, equipado unicamente com câmbio automático de cinco marchas com Paddle Shift. De inaceitáveis R$ 71.720, o valor foi para abusivos R$ 67.720 - R$ 2.000 a mais do que a versão EX automática. O Fit EXL tem bancos revestidos em couro e faróis de neblina a mais em relação ao EX.
Fit 2013 X Fit 2012 - Pergunta: onde ficam os faróis de neblina no Fit 2013?
A segunda novidade foi a inclusão do sensor de estacionamento traseiro como item de série (EX e EXL), uma vez o equipamento era vendido como opcional nas concessionárias (ainda é para DX e LX). Se a versão EXL ficou mais barata, a EX 1.5 manual 2013 ficou R$ 1.005 mais cara em relação a linha 2012, subindo para R$ 62.720, enquanto a EX automática - agora com Paddle Shift - manteve o mesmo preço.

Uma evolução do Fit 2013 foi na autonomia. O aumento da capacidade do tanque de combustível de 42 litros para 47 litros foi muito bem-vinda, mas ele não resolve o problema do alto consumo do Fit, especialmente com motor 1.5 16V e câmbio automático. Infelizmente, as calibrações do novo Civic, com a inclusão do modo (e botão) Econ, ficarão para outra oportunidade no Fit. Pior para o consumidor, que na primeira geração do Fit via o veículo como sinônimo de baixo consumo.

Linha 2013
Honda Fit DX 1.4 MT: R$ 51.800
Honda Fit LX 1.4 MT: R$ 55.700
Honda Fit LX 1.4 AT: R$ 58.900
Honda Fit EX 1.5 MT: R$ 62.120
Honda Fit EX 1.5 AT: R$ 65.720
Honda Fit EXL 1.5 AT: R$ 67.720
Fit 2013 X Fit 2012
Resumo da obra
O Honda Fit continua um excelente carro, versátil, com ótimo espaço interno, bom porta-malas (384 litros), mecânica confiável e três anos de garantia. Mas ele continua com os mesmos problemas: consumo elevado de combustível (atenuado pelo aumento do tanque), preço absurdamente alto e falta de mais equipamentos de série (som para a versão DX, faróis de neblina para DX, LX e EX; conexão bluetooth de celular para para todos; e airbag laterais para a EXL, por exemplo).

Por isso digo que a Honda perdeu uma grande chance de transformar o Fit no "carro definitivo". Já imaginaram o Fit EXL (R$ 67.720) com um preço mais real e próximo ao dos concorrentes? O Nissan Livina SL 1.8 16V automático custa R$ 54.000, sem opcionais e com três anos de garantia, equanto o Fiat Idea Essence 1.6 16V Dualogic parte de R$ 50.680 básico e, muito bem equipado (até com airbags laterais) custa R$ 59.700 - infelizmente só com um ano de garantia. Básico, o Idea Sporting 1.8 16V Dualogic custa R$ 58.880 e mais equipado (também com airbags laterais e outros itens) sai por R$ 63.800.
Fotos: Honda/Divulgação