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sábado, 20 de outubro de 2012

Chevrolet Agile 2013 ganha câmbio automatizado Easytronic - erro ou acerto da marca?

Demorou, mas finalmente os donos do Chevrolet Agile poderão dar descanso ao pé esquerdo. A partir de novembro chega às concessionárias da marca em todo país o Agile Easytronic, equipado com o câmbio manual automatizado associado ao motor 1.4 Econo.Flex.

Mas será que a Chevrolet acertou ao lançar do Agile Easytronic? Na minha opinião não: a marca errou feio, colocando no mercado uma versão com forte chance de dar errado. Posso estar totalmente enganado, mas digo isso porque o Onix, que logo será lançado, será equipado com o moderno e mais eficiente câmbio automático de seis marchas - o mesmo conjunto usado no Cruze, Cuze Sport6, Cobalt e Spin. Por que não colocar esta transmissão também no Agile?
De qualquer forma, a linha 2013 do Agile LTZ passa a contar com o câmbio Easytronic da segunda geração (Gen II). Antes produzido em parceria com a Bosch, a General Motors do Brasil conta agora com o apoio da Magneti Marelli, a mesma que trabalha com a Fiat (Dualogic) e a Volkswagen (I-Motion). Outra novidade da linha 2013 é a cor azul Infinity.

Como expliquei em outro post recentemente, com o câmbio automatizado o motorista pode trocar as marchas manualmente, de modo sequencial, ou colocar o câmbio no modo automático, permitindo que o sistema de gerenciamento comande as trocas de marcha.
O Agile Easytronic Gen II também conta com o sistema "Auto Start", que permite o acionamento do motor com um leve toque da chave, sem a necessidade de insistir no motor de arranque da partida. E, como o sistema Dualogic Plus da Fiat, o a segunda geração do Easytronic conta com função "creeping", que move lentamente o veículo conforme o motorista solta o pedal de freio - bem parecido com o câmbio automático convencional.

Segundo o site da Chevrolet, o Agile LT deixou de ter opcionais, ganhando mais equipamentos de série e, infelizmente, preço mais alto - cerca de R$ 3.000.

Por sugeridos R$ 39.690, o hatch vem equipado com ajuste altura banco motorista, direção hidráulica, limpador e desembaçador vidro traseiro; piloto automático; computador de bordo; acendimento automático dos faróis; rodas de aço de 15" com calotas integrais; molduras laterais na cor preta; travas e vidros dianteiros elétricos; alarme; banco traseiro com encosto dividido 1/3 e 2/3 rebatível; banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível; airbag duplo frontal; rádio com MP3 Player, Bluetooth, Leitor USB e entrada auxiliar frontal; e ar condicionado. Lamentavelmente o sistema ABS de freios ficou de fora da versão LT.
Esse afastamento da casa dos R$ 35.000 é proposital, já que o Onix 1.4 deve ocupar esta faixa de preço, entrando na lacuna deixada pelo Corsa.

Já o Agile LTZ, único que pode ser equipado com o câmbio Easytronic, tem preço sugerido de R$ 41.590 e vem equipado de série com itens do LT, além de faróis de neblina; luz de neblina traseira acoplada à lanterna traseira - lado do motorista; vidros traseiros elétricos; sistema de freios anti-blocante (ABS) com distribuição eletrônico de frenagem (função EBD); moldura cromada das grades dianteiras e molduras de proteção nas laterais na cor do veículo; rodas de liga leve 6J x 15" com face usinada e fundo na cor cinza argentio, pneus 185/60 R15; controle remoto elétrico dos espelhos retrovisores externos; e rádio AM / FM stereo com informações enviadas das estações sintonizadas, CD/MP3/WMA player, Bluetooth, reconhecimento de voz e discagem automática do celular, entrada auxiliar frontal e leitor USB.
Assim como a versão LT, a LTZ também não tem opcionais no site da Chevrolet no momento, o que mudará em breve quando a opção pela transmissão automatizada Easytronic estará disponível.

Já que a diferença de preço entre as duas versões é de apenas R$ 1.900, por que não acabar com a LT, deixando apenas a LTZ, mas com o preço da LT? Ou seja, Agile LTZ por R$ 39.960. Seria uma grande jogada de mercado da Chevrolet, compensando um pouco a garantia de apenas 1 ano do modelo.

Lançado no último trimestre de 2009, o Agile ultrapassou a marca de 200 mil unidades vendidas recentemente.
Fotos: Chevrolet/Divulgação

terça-feira, 31 de julho de 2012

Governo descarta prorrogar IPI reduzido para carros, diz Mantega

 JULIA BORBA - de Brasília

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira (31) que o governo não pretende prorrogar a redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) para carros. Segundo ele, a venda de veículos deve bater recorde em julho deste ano, com 360 mil unidades vendidas.

"Se isso ocorrer - e ate agora já foram mais de 340 mil - este será o melhor julho de toda serie histórica, o maior volume de vendas da indústria automobilística no mês de julho. Portanto, o programa de estímulo foi muito bem sucedido", afirmou Mantega.

Em maio o governo decidiu reduzir o IPI, como forma de impulsionar a indústria, que vinha em processo de desaceleração. O incentivo deve terminar em 31 de agosto. "Não está em cogitação nesse momento a prorrogação da redução do IPI. Isso foi o que nós combinamos e é o que estamos cumprindo", disse o ministro.

Em outras ocasiões em que o IPI foi reduzido para estimular a economia - entretanto, houve prorrogação da medida. A decisão foi tomada após o governo ter anunciado que não manteria o imposto menor por um prazo maior que o previsto.

De acordo com Mantega, a medida foi tomada "em função da queda das vendas que estava ocorrendo e do acúmulo de estoques nas fábricas, o que poderia dar início a um processo de demissões". "Estávamos preocupados com os projetos da indústria que tem grande participação na geração de empregos e no desenvolvimento do país", disse.

Segundo o ministro, foi feito um "pacto" com a indústria: o governo reduziria o IPI e, em contrapartida, o setor se comprometeu a manter ou aumentar o nível de empregos.

De acordo com o ministro da Fazenda, ainda não foram divulgados os números para a geração de empregos para o setor no mês de julho, mas até junho o resultado era positivo. "Em junho foram criados 1.900 postos novos, portanto, foi cumprido o compromisso de não demissão", afirmou Mantega.

Dados divulgados pelo ministério mostram que o setor empregou 146,9 mil pessoas em junho, frente aos 144,9 funcionários registrados em maio.

Ainda de acordo com informações do Ministério da Fazenda, a importação de veículos, que vinha atrapalhando a produção nacional, vem caindo fortemente em razão das medidas adotadas pelo governo e pelo câmbio favorável. "Em junho a queda nas importações foi de 30%. Com isso, o mercado brasileiro volta a ser ocupado pelo produto nacional", disse o ministro.

CRISE
Segundo o ministro Guido Mantega, os programas de investimento feitos pelo setor, entre 2012 e 1015, devem representar R$ 22 bilhões. "O valor está programado, mas só vai ocorrer se o mercado continuar crescendo", afirmou.

Para ele, a situação do Brasil se destaca frente ao cenário de crise mundial. Para ele, economia nacional continua "dinâmica e virtuosa" e que por isso os trabalhadores brasileiros não estariam percebendo a crise.

"O setor automotivo, por exemplo, está cumprindo a sua parte e nós continuaremos avaliando isso. Ainda temos um mês com redução do IPI e o setor deve continuar cumprindo o compromisso de continuar contratando", assegurou.

Ainda segundo Mantega, o segundo semestre será melhor para a economia brasileira como um todo. "A economia está se aquecendo lentamente. A fase mais difícil foi superanda, quando houve desaceleração da atividade econômica. Portanto, não tenho preocupação em relação a isso. Situação mais favorável daqui pra frente", afirmou.

GM
Mantega também comentou a situação da GM e afirmou que, segundo os números apresentados pela empresa, o saldo de empregos está positivo. "Saíram matérias nos últimos dias, dizendo que a GM estava demitindo, portanto não cumprindo os compromissos, mas verificamos que eles estão admitindo mais do que demitindo", disse.

O ministro destacou que este indicador não significa que não tenham ocorrido demissões. "É o saldo entre demissões e admissões. As contratações tiveram volume maior e isso é normal em todas as indústrias."

"Há problemas localizados em São José dos Campos [SP]. Não cabe ao governo entrar nos detalhes, é [um assunto] da organização interna da empresa", afirmou o ministro. "O que nos interessa é que GM tenha saldo positivo e esteja contratando, e isso está sendo cumprido", emendou.

Especificamente sobre o caso da GM, Mantega disse também que não cabe ao Ministério da Fazenda administrar conflitos específicos trabalhistas. Esta tarefa caberia ao Ministério do Trabalho. "Do ponto de vista do acordo de desoneração, o prometido está sendo cumprindo", reforçou.

Nesta manhã, Mantega se encontrou com o diretor de Relações Institucionais da GM, Luiz Moan, e saiu da reunião dizendo estar "satisfeito" sob o ponto de vista do acordo feito pelo governo com o setor.

O encontro serviu para que o governo pudesse pedir esclarecimentos sobre as ameaças de demissões na fábrica da montadora em São José dos Campos. "Este é um caso pontual, provocado pela realocação de investimentos produtivos. Temos esse problema em uma das fábricas e o pessoal foi admitido em outras unidades fabris", disse o diretor da GM, Luiz Moan.

Segundo ele, o compromisso da companhia é de negociar de maneira cautelosa, com o sindicato e com o Ministério do Trabalho, como ficará a situação dos funcionários. "Teremos uma próxima reunião no dia 4 próximo, onde a GM espera receber do sindicato ideias para o melhor tratamento da situação", destacou.

Moan informou ainda que a geração de empregos nas fábricas da GM passou de 1.848 vagas no início de 2008 para 2.063 vagas em 2012. O diretor reconheceu, no entanto, que deve haver desligamentos devido a esse reposicionamento de investimentos.

"Temos excedente em uma das fábricas de São José dos Campos, temos o compromisso de negociação cautelosa com o sindicato", comentou o diretor da GM.

PARALISAÇÃO
Os trabalhadores da fábrica de São José pararam a produção por aproximadamente uma hora nesta terça-feira. A ação faz parte de uma série de manifestações que os operários, encabeçados pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, vêm realizando em protesto à ameaça da companhia de fechar a linha de MVA da unidade e demitir 1.500 trabalhadores.

O MVA é o setor responsável pelas marcas Corsa, Classic, Zafira e Meriva, que seriam descontinuadas ou transferidas para outras unidades da companhia, segundo o sindicato. A empresa adiou para o fim desta semana qualquer decisão sobre o futuro da fábrica.

Fonte: Folha de S. Paulo

domingo, 27 de maio de 2012

Chevrolet e Honda também reduzem os preços de seus carros por causa da queda do IPI

Jac Motors, Renault, Nissan, Ford, Peugeot, Toyota e Volkswagen: quase todas as principais marcas nacionais anunciaram os novos preços de seus veículos com a redução do IPI. Agora, mais duas marcam entram para o bolo: Honda e Chevrolet. Confiram:

HONDA

FIT
- DX 1.3 16V MT – R$ 47.930
- LX 1.3 16V MT – R$ 51.540
- LX 1.3 16V automático – R$ 54.500
- EX 1.5 16V MT – R$ 57.480
- EX 1.5 16V automático – R$ 60.810
- EXL 1.5 16V automático – R$ 62.660
CITY
- DX 1.5 16V MT – R$ 49.610
- LX 1.5 16V MT – R$ 54.580
- LX 1.5 16V automático – R$ 57.550
- EX 1.5 16V automático – R$ 61.680

CIVIC
- LXS 1.8 16V MT – R$ 62.990
- LXS 1.8 16V automático – R$ 66.010
- LXL 1.8 16V MT – R$ 67.040
- LXL 1.8 16V automático – R$ 69.990
- EXS 1.8 16V automático – R$ 79.480
Fotos acima: Honda/Divulgação
CR-V
- LX 2.0 16V MT 4×2 – R$ 83.920
- LX 2.0 16V automático 4×2 – R$ 86.915
- EXL 2.0 16V automático 4×4 – R$ 102.160

CHEVROLET

CELTA
- LS 1.0 3p – R$ 24.049
- LS 1.0 5p – R$ 25.667
- LT 1.0 5p – R$ 27.053

CLASSIC
- LS 1.0 – R$ 25.469

PRISMA
- LT 1.4 – R$ 29.342

CORSA
- Hatch Maxx 1.4  – R$ 29.418
- Sedan Premium 1.4  – R$ 36.038

AGILE
- LT 1.4 – R$ 34.500
- LTZ 1.4 – R$ 41.017
Chevrolet/Divulgação
COBALT
- LS 1.4 – R$ 37.834
- LT 1.4 – R$ 41.430
- LTZ 1.4 – R$ 43.985

MERIVA
- Joy 1.4 – R$ 40.310
- Maxx 1.4 – R$ 42.309
- Expression 1.8 Easytronic – R$ 42.694
- Premium 1.8 Easytronic – R$ 44.946

ZAFIRA
- Comfort 2.0 – R$ 55.123
- Expression 2.0 automático – R$ 59.027
- Elegance 2.0 automático  – R$ 63.810
- Elite 2.0 automático  – R$ 68.528

CRUZE
- LT 1.8 16V – R$ 62.558
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.653
Chevrolet/Divulgação
CRUZE SPORT6
- LT 1.8 16V – R$ 60.216
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V – R$ 72.239
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.106

MONTANA
- LS 1.4 – R$ 30.608
- Sport 1.4 – R$ 42.097

S10 CS
- LS 2.4 – R$ 57.011
- LT 2.4 – R$ 59.937
- LS 2.8 TDI – R$ 82.705

S10 CD
- LS 2.4 – R$ 64.256
- LT 2.4 – R$ 70.203
- LTZ 2.4 – R$ 81.737
- LT 2.8 TDI 4×2 – R$ 95.779
- LT 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 100.621
- LT 2.8 TDI 4×4 – R$ 106.045
- LT 2.8 TDI 4×4 automático – R$ 109.821
- LTZ 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 113.695
- LTZ 2.8 TDI 4×4 automático – 130.982

CAPTIVA
- Sport Ecotec 2.4 automático – R$ 89.900
- Sport 3.6 V6 automático – R$ 96.900
- Sport 3.6 V6 automático AWD – R$ 101.900

MALIBU
- LTZ 2.4 automático – R$ 99.900

OMEGA
- CD 3.6 V6 automático – R$ 161.000

CAMARO
- SS 6.2 – R$ 201.000

sábado, 4 de fevereiro de 2012

In memoriam - Chevrolet Astra, Astra Sedan, Vectra, Vectra GT e Corsa Sedan

Parece difícil de acreditar mas, finalmente, a Chevrolet está renovando (de verdade) toda a sua linha de carros no Brasil. Se não bastasse os lançamentos do hatch Agile, da nova picape Montana e dos sedãs Cruze e Cobalt, a marca segue firme e forte aposentando seus veículos mais antigos.

Em pouco tempo, Astra, Astra Sedan, Vectra, Vectra GT e Corsa Sedan deram adeus primeiro à fábrica, depois às concessionárias e agora ao site da marca. Comprar uma unidade desses modelos 0 km só em uma oportunidade.
Os próximos a baterem as botas são Corsa hatch, no final de abril (segundo o Auto Segredos), e a dupla familiar Meriva e Zafira, que será "empacotada" em junho. Vejam abaixo alguns detalhes sobre os modelos que estão nos deixando, com exceção do Meriva (motivos aqui).

1993 - O Vectra é oficialmente lançado, em 2 de outubro.
1994 - Em fevereiro, a GMB lança o Corsa Wind 1.0.
1994 - A GMB lança em outubro, durante o 18º Salão do Automóvel de São Paulo, o Corsa GSi 1.6 16V. No mesmo evento, anuncia o lançamento do Astra GLS hatchback, importado da Opel.
1995 - Em 11 de novembro, a GMB apresenta à imprensa especializada o Corsa Sedan GL e GLS, com motor 1.6 de 92 cv - em 2002 o Corsa Sedan vira Corsa Classic.
1998 - Em 27 de setembro, o novo Astra hatchback de 3 portas é apresentado à imprensa sul-americana em Punta del Leste, no Uruguai.
2001 - Lançado o monovolume Zafira, única em sua categoria (na época) com sete lugares e 28 posições diferentes de bancos, com variações no volume de bagagem de 150 até 1.700 litros, sem remoção de assentos.
 2002 - Lançado o novo Corsa, nas configurações "hatchback" de cinco portas e sedã de quatro portas, um veículo totalmente novo e considerado na época um dos mais evoluídos em tecnologia embarcada. - Em 28 de agosto de 2006 é superada a marca de 2 milhões de Corsas produzidos no Brasil.
2005 - Em 19 de setembro começa a produção em série do novo Vectra, que foi lançado em 06 de outubro.
2007 - Em 04 de setembro, é lançado o Vectra GT.
Para fechar a leva de aposentadorias da GM, Classic, S10, Blazer, Celta e Prisma precisam dar adeus. A nova S10 chega em breve, trazendo, em algum momento, a nova Blazer. O projeto Ônix levará para o túmulo Celta e Prisma. Restará apenas o "highlander" Classic.

A Chevrolet quer ser vista agora como uma "nova Chevrolet", por isso já lançou os carros que citei no início e se prepara colocar muita outras novidades no nosso mercado em 2012 (calendário aqui). Fiz abaixo uma lista, lembrando que nem todos podem aparecer em 2012:
  • Nova S10
  • Cruze hatch
  • Sonic
  • Sonic Sedan
  • Spin (5 e 7 lugares)
  • Cobalt 1.8 (automático)
  • Nova Blazer (Trailblazer)
  • New Captiva
  • New Malibu
  • Mini Captiva
  • Projeto Ônix hatch (novo Celta)
  • Projeto Ônix sedã (novo Prisma)
Finalizando, gostaria de homenagar o Astra, que foi um veículo que marcou a minha vida. Vá em paz velho amigo.
Fotos: Chevrolet/Divulgação

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Entre os irmãos de mesmo nome, quem vende mais?

O mercado brasileiro de carros é realmente muito interessante e bastante peculiar. Temos o mesmo carro com visuais diferentes. O Fiat Siena, por exemplo, é vendido com três (3) designs: o da geração 3 (Fire), o da geração 4 (EL) e o da 4,5 (ELX e HLX). Mas qual carroceria é a mais procurada?

Pensando nisso, em parceria com a
consultoria Jato Dynamics, a revista Quatro Rodas de junho publicou uma matéria interessante, respondendo parcialmente à esta pergunta. Eles pegaram a tabela de vendas de janeiro a março de 2010 e selecionaram cinco modelos que possuem mais de um visual, revelando assim qual design vende mais.

Na tabela, existe apenas o CORSA SEDAN, que engloba o Corsa Sedan e o Classic. E quem vende mais?

. Classic: 43.341 (77,2%)
. Corsa Sedan: 12.809 (22,8%)

Realmente o atual Corsa Sedan nunca caiu definitivamente no gosto do brasileiro, enquanto o Classic (antigo Corsa Sedan) tem uma boa relação/benefício, embora o seu nível de segurança seja muito baixo.

Já a Mitsubishi entrou na pesquisa com duas linhas de modelos: L200 e PAJERO. Confiram:

. Pajero TR4: 4.657 (59,9%)

. Pajero Sport: 1.655 (21,3%)

. Pajero Full: 864 (11%)
. Pajero Dakar: 603 (7,8%)

. L200 Triton: 4.194 (44,4%)

. L200 Outras: 5.251 (55,6%)


E o GOL, como fica? Desde a chegada da nova geração, quem será que vende mais: o G4 ou o G5?

. Gol G4: 37.397 (28,8%)
. Gol G5: 92.967 (71,2%)

Não existe dúvida aqui: o Gol G5 é infinitamente melhor do que o G4 que, cada vez mais, tende a sair de linha. Veremos se ele estará entre nós até 2014.

Diferente do Gol, a situação do PALIO é o oposto no mercado. Atualmente ele é vendido com duas opções de carroceria: G3 e G4,5. Vejam:

. Palio Fire (G3): 53.283 (70,5%)
. "Novo" Palio (G4,5): 22.263 (29,5%)

A Fiat realmente não foi muito feliz com a "evolução" do Palio. A carrocria G4 foi um desastre tão grande que a marca logo lançou a 4,5, que melhorou um pouco a situação. Ainda assim, o atual Palio Fire Economy tem o ápice visual da história do Palio no Brasil.