segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um dia, três carros. Qual tem o melhor câmbio: Fiat Bravo Dualogic, Freemont ou Volkswagen Jetta?

Há 15 dias, tive uma daquelas semanas em que todos dias de trabalho foram consideravelmente cheios. O pior deles foi a terça, que me fez chegar em casa destruído fisicamente e mentalmente. Mas este também foi o melhor dos dias, pois fui obrigado a me deslocar para um evento em outra cidade, o que me permitiu fazer alguns testes. Na ida, fomos de Volkswagen Jetta Comfortline Tiptronic. A volta foi dividida em dois carros: Fiat Freemont Precision e Fiat Bravo Absolute Dualogic Plus.

Uma semelhança entre eles: nenhum tinha o pedal de embreagem. Logo, entre os três, qual foi o mais confortável de rodar sem precisar trocar marchas?

Antes de responder, vale lembrar que os três veículos são de categorias diferentes: temos um sedã médio (Jetta), um hatch médio (Bravo) e um SUV (Freemont). Mas o objetivo aqui foi avaliar o funcionamento do câmbio e também da relação motor/câmbio e o conforto. Não levei em consideração preço e equipamentos - e citei o consumo do Jetta porque ele realmente me surpreendeu. Vamos aos resultados.
Fiat Bravo Absolute
3. Fiat Bravo Absolute Dualogic Plus 1.8 16V flex (R$ 62.530)
O Bravo foi o último carro do dia e, com as experiências recentes do Freemont e do Jetta, ficou fácil avaliá-lo. Na primeira arrancada foi possível me lembrar que eu estava num carro manual automatizado, e não num automático tradicional. Um pequeno solavanco aconteceu na troca da primeira para a segunda, fazendo com que os corpos dos dois ocupantes se movessem nitidamente.
Minha primeira impressão não foi das melhores. Entretanto, a partir daí, o Plus da transmissão Dualogic (que identifica a segunda geração do câmbio) demonstrou para que veio, fazendo o funcionamento ficar um pouco mais suave. Ainda assim, o câmbio hesitou em alguns momentos, ficando em dúvidas se deveria reduzir ou manter a marcha.

O casamento do motor 1.8 16V E.TorQ, que desenvolve 130 cv de potência e 18,4 mkgf de torque com gasolina e 132 cv e 18,9 mkgf com etanol, com a transmissão Dualogic Plus é o mais harmônico que a Fiat já conseguiu desde o lançamento do sistema com o finado Stilo.
Câmbio Dualogic Plus
A troca pelo paddle shift funcionou bem, mas foi bem inferior à do Jetta (e também à do Honda Civic). Embora não seja a minha primeira opção na categoria, o Bravo é um carro muito legal e a evolução do Dualogic Plus em relação ao Dualogic foi notável. Mas, de maneira geral, a experiência em conduzí-lo foi inferior à dos dois adversários aqui do post, mesmo com o propulsor 1.8 - que é melhor explorado com transmissão manual.
Fiat Freemont Precision leva até 7 ocupantes
2. Fiat Freemont Precision 2.4 16V a gasolina (R$ 93.160)
A versão Precision do Freemont é a mais refinada e conta com dois bancos extras, possibilitando que sete pessoas andem no SUV. E foi quase isso que aconteceu: rodamos com seis pessoas, divididas em 2 + 2 + 2. Andamos na cidade, no plano, em descidas (fortes e fracas), em subidas (fortes e fracas) e na estrada (pista dupla em condições ruins).

Notei algo logo na primeira subida íngreme: a falta de força do motor 2.4 16V a gasolina, que desenvolve 172 cv e 22,4 mkgf de torque - insuficientes para os 1.809 kg do modelo, mais o peso dos 6 ocupantes. Se o câmbio tivesse cinco ou seis marchas, a vida do Fiat (Dodge na verdade) ficaria bem mais fácil, já que a primeira poderia ser bem mais curta, aumentando consideravelmente a sua força de arranque. Mas, com apenas 4 velocidades, a transmissão deixa a desejar na hora de embalar o grandão.
Fotos do Bravo e do Freemont: Fiat/Divulgação
A sensação de rodar com um veículo deste peso e com o peso extra das 6 pessoas foi de que o propulsor 2.4 é "manco", ainda mais com a limitação das quatro marchas. A motorização até "se esforça", mas não consegue dar conta do recado como deveria, mesmo nos giros mais altos.

Isso foi também visível na estrada, quando um Palio 1.4, com apenas um passageiro, nos passou "sem tomar conhecimento", mesmo no momento em que o Freemont estava sendo acelerado durante uma retomada.
Faltam marchas para o câmbio do Freemont
Por outro lado, quando rodamos de forma tranquila na cidade, em ruas mais planas, as qualidades do câmbio apareceram, especialmente a suavidade nas trocas.

O Freemont é muito confortável. Em parte do trajeto fiz questão de ir no banco do fundo. Mesmo com os meus quase 2 metros de altura, consegui achar uma posição relativamente agradável, consegui colocar o cinto de três pontos sem problemas, não bati a cabeça no teto e meus joelhos, que ficaram em posição muito alta, não encostraram no banco da frente. Ainda assim, os dois bancos são mais adequados para quem tem até 1,85 m.
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 Tiptronic
1. Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 8V flex Tiptronic (R$ 67.990)
Confesso que não esperava tanto do Jetta quando entrei no veículo. Mas foi ligar o carro e acelerar que o câmbio Tiptronic de seis marchas tornou o passeio muito mais agradável. Foram cerca de 45 km de diversão, na cidade e na estrada, alterando entre os modos automático e manual sequencial pelo paddle shift (borboletas atrás do volante).

As trocas eram mais eficientes do que as do Freemont e sem os trancos do Bravo. A suavidade também chamou a atenção, demonstrando, mais uma vez, que o conjunto de transmissão da Volkswagen é um dos melhores do Brasil.
Reprodução/Car.Blog
Por outro lado, o motor 2.0 8V flex, que desenvolve 116 cv de potência e 17,7 mkgf de torque com gasolina e 120 cv e 18,4 mkgf com etanol, não acompanha a eficiência do câmbio. Uma pena mesmo! Não é que o propulsor seja ruim; pelo contrário; ele é bastante honesto. Mas, com um câmbio tão bom quanto o Tiptronic, fica sempre o sabor de quero mais e a sensação de que alguma coisa está faltando.

Em rotações mais altas, o motor se tornou um pouco ruidoso e perdeu fôlego - algo que eu já esperava pelo fato dele ser 8V e de não ter tanta potência. A grata surpresa foi a média de consumo. O responsável pelo veículo confirmou o número, que eu achei muito bom, mas otimista demais: 9,5 km/l na cidade com gasolina. Na estrada, números "mais esperados", com a média ficando entre 12,5 km/l e 13,5 km/l.
Com 6 marchas, câmbio Tiptronic foi disparado o melhor entre os três avaliados - Reprodução/Car.Blog
Conclusão
Mesmo com um motor 2.0 que não empolga, o Tiptronic deu a vitória neste pequeno comparativo ao Jetta. Ele tem, disparado, o melhor câmbio entre os três carros avaliados. O Freemont ficou em segundo. Seu câmbio é bom, mas as quatro marchas se mostraram inadequadas para um veículo tão pesado e com um motor que trabalha sempre no limite. Já o Bravo tem uma motorização muito interessante e sua transmissão Dualogic Plus evoluiu bastante. Ainda assim, ela não é tão boa quanto à dos dois adversários.

domingo, 28 de abril de 2013

Para queimar os estoques, Citroën reduz o preço do sedã C4 Pallas para R$ 49.990. Vale a compra?

Superado pelos concorrentes, ultrapassado em design, mas com ótimo espaço interno, excelente porta-malas, bem equipado e agora com preço muito competitivo: assim podemos definir a última fase do Citroën C4 Pallas no Brasil. Perto da aposentadoria, a marca francesa reduziu, promocionalmente, o valor do sedã para queimar os estoques do modelo antes da chegada da sua nova geração (última foto do post), prevista para o 2º semestre deste ano. Partindo de R$ 49.990, será que ainda vale comprar um C4 Pallas?

Este valor citado é para a versão GLX 2.0 16V, com câmbio manual de cinco marchas, que vem equipada com freio disco nas quatro rodas com ABS, REF (repartidor eletrônico de frenagem), AFU (auxílio a frenagem de urgência), airbag duplo dianteiro, ar-condicionado digital bi-zone, direção eletro-hidráulica, rodas de liga leve de 16" com pneus 215/55 R16, limitador e regulador de velocidade, CD/MP3 player com comando no volante, entrada USB, faróis de neblina dianteiros, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, travas, vidros e retrovisores elétricos; apoios de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes; volante com comando central fixo com regulagem de altura e profundidade, computador de bordo, ventilação traseira com regulagem, banco traseiro rebatível, entre outros.

Pagando R$ 52.990, é possível levar o C4 Pallas GLX com o ultrapassado e problemático câmbio automático de quatro marchas "Tiptronic system Porsche" - que, finalmente, deverá ser substituído no segundo semestre.

A versão topo de linha do sedã da Citroën é a Exclusive, disponível apenas com a infeliz transmissão automática. Por sugeridos R$ 58.000, ela tem os itens do Pallas GLX além de seis airbags (frontal, lateral e cortina), ESP + ASR (antipatinagem), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro; revestimento dos bancos, da alavanca do câmbio e do volante em couro, retrovisores externos rebatíveis eletricamente, ponteira do escapamento cromada, acabamento Exclusive, entre outros.

Como vocês viram, a lista de equipamentos é bem interessante. Outro ponto atrativo do modelo é seu espaço interno, confortável para cinco ocupantes. Com 580 litros, o porta-malas tem excelente capacidade. O C4 Pallas mede 4,77 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,51 m de altura e tem 2,71 m de distância entre-eixos.
O velho conhecido motor 2.0 16V flex desenvolve 143 cv de potência e 20,4 mkgf de torque com gasolina e 151 cv e 21,6 mkgf com etanol - potência máxima e torque máximo alcançados a 6.000 rpm e 4.000 rpm, respectivamente. São números interessantes, mas que não garantem alto desempenho ao Pallas, embora ele esteja bem longe de ser ruim.

O que acontece mesmo é que o propulsor é atrapalhado pelo câmbio automático de quatro marchas, que não ajuda nem em desempenho, nem em consumo. Além da transmissão, outros pontos problemáticos do Pallas são os seus amortecedores. Eles não atrapalham (tanto) no desempenho e no consumo, mas interferem diretamente na segurança e no conforto.

Vale a compra?
Esta resposta depende do gosto de cada um. Mas, analisando o mercado, a situação não é nada favorável para o C4 Pallas. De 1º de janeiro a 15 de abril de 2013, foram emplacadas 667 unidades do modelo de acordo com a Fenabrave, número ridículo se comparamos aos concorrentes do segmento. Só em março deste ano, foram emplacadas 4.866 unidades do Honda Civic, 3.685 do Toyota Corolla (entre os mais vendidos), 664 do Fiat Linea e 399 unidades do Peugeot 408 (entre os menos vendidos).
Novo C4 Lounge deve ser lançado no 2º semestre de 2013 - Fotos: Citroën/Divulgação
Além disso, o C4 Pallas sempre foi um carro com alto índice de desvalorização, variando entre 17% e 21% no primeiro ano e podendo chegar a impressionantes 35% em dois anos. Outro problema característico do sedã da Citroën é o seu pós-venda, considerado ruim e caro. Não é à toa que a marca francesa criou um plano de manutenção com preços fixos, que melhorou um pouco a situação, com revisões em intervalos regulares de 10.000 km. O C4 Pallas tem três anos de garantia contratual e 12 anos de garantia anticorrosão perfurativa.

No meu ponto de vista, o Citroën C4 Pallas não vale a compra. Além das questões que coloquei acima, os principais concorrentes são mais modernos e possuem conjuntos melhores, mesmo custando mais caro. Mas, se você estiver procurando um carro espaçoso e bem equipado, e não se importar com visual ultrapassado, alta desvalorização e com o fato da nova geração do sedã francês estar batendo na porta (foto logo acima), compre a versão GLX manual, pois, além do valor de R$ 49.990 ser bem atrativo, ela não conta com o problemático câmbio automático de quatro marchas.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Em ação publicitária de péssimo gosto da Hyundai na Europa, homem tenta suicídio dentro de um ix35

Reprodução do Youtube
Quando nos achamos que já vimos de tudo em termos de ações publicitária, vem sempre uma marca e supera a outra. Já tivemos comerciais péssimos, ridículos, medianos, bons e excelentes. Mas, nesta semana, a Hyundai colocou no ar na Europa uma campanha mórbida do ix35!

O comercial retrata a tentativa de suicídio de um senhor por meio de intoxicação de gás com o auxílio do ix35. Com fitas, ele prega uma mangueira no escapamento do veículo, colocando a outra ponta dentro do carro, vedando a passagem de ar com mais fitas adesivas.

Dentro do Hyundai, o homem com aspecto de tenso e triste, com a barba por fazer, liga o carro e parece ir "relaxando" com a suposta entrada de monóxido de carbono e de outros gases poluentes no interior veículo. Entretanto, "graças à tecnologia da Hyundai", o suicido do homem acabou frustrado, uma vez que o ix35 emite apenas água na atmosfera.

O bizarro anuncio termina com o senhor saindo do carro, abrindo a porta da garagem e andando em direção à sua casa.

Assista ao comercial:

A tecnologia do ix35 é muito legal (e o carro é muito bom), mas usar o suicido para demonstrá-la foi de extremo mau gosto. É realmente lamentável. Confesso que me senti muito mal depois de assistir este vídeo.

O anúncio foi removido na tarde de ontem graças, principalmente, a uma carta da britânica Holly Brockwell descrevendo, de forma emocionante, como ela se sentiu ao assistir ao comercial, uma vez que seu pai morreu da mesma forma que o filme retratava.

Segundo a BBC, a Hyundai pediu "sinceras desculpas" pela campanha e disse que o material criado não será utilizado em nenhuma publicidade ou marketing da companhia.
Hyundai ix35 - Hyundai/Divulgação
Tarde demais, Hyundai. O estrago já foi feito. Melhor pensar ANTES de colocar o anúncio no ar. Encerro com uma fala da Holly: "Meu pai nunca dirigiu um Hyundai. Graças a vocês, eu também nunca irei."

Peugeot e Citroën preparam uma grande melhoria para seus carros - finalmente!

308 2.0 terá câmbio automático de seis marchas
Não é de hoje que convivemos com a ultrapassada e problemática transmissão automática de quatro velocidades da PSA - Peugeot Citroën - curiosamente batizada de “Tiptronic system Porsche”. Há muito tempo, modelos como 307, 308, 307 Sedan, 408, C4, C4 Pallas, Xsara Picasso, entre outros vêm sofrendo com o alto consumo, desempenho travado e excesso de manutenção (da caixa) do câmbio automático. Mas, no segundo semestre deste ano, a história, finalmente, deve mudar.

De acordo com a revista Car and Driver, a partir da linha 2014, que está prevista para chegar às concessionárias em setembro, os Peugeot 308 e 408 passarão a usar a transmissão automática de seis marchas que já equipe o crossover 3008 e os 308 e 408 1.6 16V THP (turbo). Com isso, temos a promessa de menos trancos, maior conforto, melhor consumo de combustível e melhoria no desempenho.

Quando o 308 foi lançado, a Peugeot explicou que o conjunto da transmissão automática foi revisado para melhorar o desempenho, algo praticamente imperceptível aos ex-donos do 307 2.0 aut (aqui e aqui). Segundo a marca, o percentual de clientes interessados no câmbio automático fica na casa de 35%.
Ultrapassado câmbio “Tiptronic system Porsche”, de apenas quatro marchas, está com os dias contados
Se tudo for mesmo confirmado, definitivamente será uma adição e tanto para a linha Peugeot no Brasil - e também para a Citroën, também num futuro próximo.

Veja as versões dos dois Peugeot que devem se beneficiar com a transmissão automática de seis marchas do 3008:

Peugeot 308 Allure 2.0 automático - R$ 60.990
Acendimento automático dos faróis, airbags frontais (motorista e passageiro), apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado automático digital bi-zone com saída de ar traseira, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, faróis de neblina dianteiros, freios ABS + AFU (auxílio a frenagem de urgência) + REF (repartidor eletrônico de frenagem), iluminação "lead me to the car" (acendimentos dos faróis por um tempo determinado), limpador de pára-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, iluminação ''Follow me home'' (acendimentos dos faróis por um tempo determinado), pára-brisa acústico, piloto automático (regulador de velocidade) e limitador de velocidade; retrovisores externos elétricos, rodas de liga leve 17" (Stromboli), vidros elétricos dianteiros e traseiros, sequenciais e com sistema antiesmagamento, volante revestido em couro, conexão bluetooth para celular, audio streaming; conexão USB para iPod/MP3 player e entrada auxiliar; e rádio CD/MP3 player.

Peugeot 308 Feline 2.0 automático - R$ 66.990
2 airbags de cortina (motorista e passageiro, dianteiro e traseiro), 2 airbags laterais (motorista e passageiro), airbags frontais (motorista e passageiro), acendimento automático dos faróis, alarme, apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado automático digital bi-zone com Saída de ar traseira, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, controle eletrônico de estabilidade (ESP) e Controle de Tração (ASR), faróis de neblina dianteiros, freios ABS + AFU (auxílio a frenagem de urgência) + REF (repartidor eletrônico de frenagem); iluminação "lead me to the car" (acendimentos dos faróis por um tempo determinado), limpador de pára-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, iluminação ''Follow me home'' (acendimentos dos faróis por um tempo determinado), luzes diurnas de LED (Day Running Light), rára-brisa acústico, pedais em alumínio, piloto automático (regulador de velocidade) e limitador de velocidade; retrovisores externos elétricos, retrovisores rebatíveis eletricamente, rodas de liga leve 17" (Stromboli), sensor de estacionamento (traseiro), soleira de porta cromada, teto panorâmico de vidro (CIELO), vidros elétricos dianteiros e traseiros, sequenciais e com sistema antiesmagamento; volante revestido em couro, conexão bluetooth para celular, audio streaming; conexão USB para iPod/MP3 player e entrada auxiliar; e rádio CD/MP3 player.
Peugeot 408 2.0 será um dos grandes beneficiados pela nova transmissão automática de seis marchas
Peugeot 408 Allure 2.0 automático - R$ 61.490
Airbags frontais (motorista e passageiro), apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura manual, bluetooth viva-voz para celular, acoplado ao som e streaming; coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, direção eletro-hidráulica, entrada USB para som, faróis de neblina dianteiros, freios ABS + AFU (auxílio a frenagem de urgência) + REF (repartidor eletrônico de frenagem), piloto automático e regulador de velocidade, rádio CD/MP3 player, rodas de liga leve 16", vidros elétricos dianteiros e traseiros, sequenciais e com sistema antiesmagamento; e volante revestido em couro.

Peugeot 408 Feline 2.0 automático - R$ 65.690
2 airbags de cortina (motorista e passageiro, dianteiro e traseiro), 2 airbags laterais (motorista e passageiro), airbags frontais (motorista e passageiro), acendimento automático dos faróis, alarme, apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado automático digital bi-zone com saída de ar traseira, banco do motorista com regulagem de altura manual, bluetooth viva-voz para celular, acoplado ao som e streaming; coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, controle eletrônico de estabilidade (ESP), direção eletro-hidráulica, entrada USB para som, faróis de neblina dianteiros, freios ABS + AFU (auxílio a frenagem de urgência) + REF (repartidor eletrônico de frenagem), limpador de pára-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, piloto automático e regulador de velocidade, rádio CD/MP3 player, retrovisor interno eletrocrômico, revestimento dos bancos em couro, rodas de liga leve 17", sensor de estacionamento (traseiro), soleira de porta cromada, teto solar elétrico com fechamento automático no telecomando da chave; vidros elétricos dianteiros e traseiros, sequenciais e com sistema antiesmagamento; e volante revestido em couro.
Painel do 408 é atrativo
Peugeot 408 Griffe 2.0 automático - R$ 70.690
2 airbags de cortina (motorista e passageiro, dianteiro e traseiro), 2 airbags laterais (motorista e passageiro), airbags frontais (motorista e passageiro), acendimento automático dos faróis, alarme, apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado automático digital bi-zone com saída de ar traseira, banco do motorista com regulagens elétricas, bluetooth viva-voz para celular, acoplado ao som e streaming; coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, controle eletrônico de estabilidade (ESP), direção eletro-hidráulica, entrada USB para som, faróis de neblina dianteiros, faróis de Xenon autodirecionais, freios ABS + AFU (auxílio a frenagem de urgência) + REF (repartidor eletrônico de frenagem), limpador de pára-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, navegador GPS integrado ao painel e escamoteável eletronicamente, piloto automático e regulador de velocidade; rádio CD/MP3 player, retrovisor interno eletrocrômico, revestimento dos bancos em couro, rodas de liga leve 17", sensores de estacionamento dianteiro e traseiro; soleira de porta cromada, teto solar elétrico com fechamento automático no telecomando da chave, vidros elétricos dianteiros e traseiros, sequenciais e com sistema antiesmagamento; e volante revestido em couro.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Dica: evite rodar com o seu carro com o tanque de combustível na reserva

CESVI BRASIL/Divulgação
Você sabe quantos litros cabem no tanque de combustível do seu veículo? Isso varia de modelo para modelo, de modo que vale a pena conferir o manual do proprietário do seu automóvel. Essa noção também pode ajudá-lo a evitar a pane seca – quando o veículo simplesmente para de funcionar por falta de combustível.

A pane seca, além de causar transtorno para o trânsito, causa também para o seu bolso. O Código de Trânsito Brasileiro prevê multa de R$ 85,13 a quem para na via por falta de combustível, e ainda quatro pontos na carteira e a remoção do veículo.

O carro avisa
A reserva não é um reservatório à parte, como muitos pensam. O nível de combustível é identificado com um sistema de boia e um variador de resistência. Se estiver baixo, o sistema avisa: entrou na reserva. Você pode traduzir “reserva” pela expressão “se bobear, vai acabar”.

E não vai ser por falta de aviso ou antecedência. Há um alerta no painel, e o nível da reserva pode variar entre 5 e 10 litros. Mais que o suficiente para você chegar a um posto de abastecimento a partir do sinal.

Riscos
Evite trafegar com baixo nível de combustível, para que não aconteçam danos à bomba elétrica por falta de resfriamento.

Vale lembrar que, em caso de subidas íngremes, curvas acentuadas e freadas bruscas, se o nível estiver baixo, há uma chance maior de entrada de ar na linha de combustível – o que provoca falhas no funcionamento do motor, além dos danos à bomba elétrica.

Quer evitar surpresas desagradáveis? Mantenha o tanque sempre acima de ¼ de sua capacidade.

Texto: CESVI BRASIL

Alta Roda - Opulência chiensa

Como tudo na China é grandioso, o Salão do Automóvel de Xangai, maior cidade do país mais populoso, não poderia ser diferente. A começar pelo número de marcas locais desconhecidas no mundo ocidental e focadas no mercado local. Apenas para citar algumas: Baojun, Bestern, Dongfeng, Emgrand, Englon, GAC, Haima, Haval, Hauwtai, Icona, Oley, SouEast, Zinoro e Zotye. Na maioria dos estandes as informações se limitavam a folhetos em chinês e sem informações em inglês para imprensa estrangeira. A exposição termina na 2ª. feira, dia 29.
Reprodução/Physis SDA
Explosiva demanda na China – vendas crescerão 7% este ano para em torno de 20 milhões de veículos leves e pesados, cinco vezes mais que o Brasil – leva a situações inusitadas. Numa tentativa de controlar a procura e a nuvem de smog que envolve Xangai, leiloam-se placas para carros novos e podem alcançar até U$14.000/R$ 28.000. Por isso modelos pequenos e baratos não compensam tal investimento. Quem tem dinheiro quer conforto e mesmo automóveis médio-grandes contam com versões de entre-eixos alongados.

Além de o mercado chinês ser o maior do mundo, até 2020 deve alcançar 2,7 milhões de carros de luxo por ano, o que desbancaria também os EUA nesse segmento de topo. Portanto, soa natural eleger o Salão de Xangai para lançamentos como revitalização do Porsche Panamera, novo Maserati Ghibli ou Lamborghini Aventador 720-5, edição especial de 50 anos da marca. São lá as estreias do sedã A3 e dos conceituais crossovers (quase prontos) BMW X4, Mercedes-Benz GLA, este candidato à produção no Brasil, e Citroën DS4 X, apelidado de Wild Rubis por sua cor especial.

Para compensar os 17 novos produtos que a GM lançará este ano, além da tradicional ofensiva da VW que lidera entre automóveis, a Ford apresenta o carro-conceito Escort, originado de um Focus sedã anabolizado, específico para o mercado local. Honda exibiu o Crider, evolução do conceito C, mais próximo da nova geração do Civic que chega em quatro anos. Curioso é reestreia de uma marca americana de carro elétrico, Detroit Electric, que já produziu esse tipo de veículo de 1907 a 1939 (apenas 13.000 unidades).

Chinesas que constroem fábricas de automóveis no País também apresentam novidades. JAC A20, equivalente ao hatch J3, mostra dimensões semelhantes ao futuro modelo a ser feito em Camaçari (BA). Mas o carro será específico para o Brasil, inclusive versão sedã Turin, em estratégia semelhante à Hyundai Brasil com o HB20. Já o sedã A30 será importado em 2014, como J4. No total, há cinco lançamentos da marca e três modelos-conceito.

Chery também tem novidades. Além do novo QQ, subcompacto que será produzido em Jacareí (SP), ao lado do Celer, apresenta dois protótipos Alfa 7 (sedã) e Beta 5 (SUV), além do modelo futurístico @Ant.

RODA VIVA
Ford/Divulgação
CONFORME esperado, novo Fiesta, alinhado ao modelo europeu e início de produção apenas seis meses depois, começa a ser vendido em maio sem motor de 1 litro, inicialmente (depois chegará o 3-cilindros). Compacto estreia motor de duplo comando de válvulas variável, 1,5 litro/115 cv, nas versões mais baratas, e 1,6 litro/130 cv. Ambos dispõem da maior potência específica do mercado e partida sem gasolina em dias frios, ao usar etanol.

CONSUMO em cidade/estrada, com 130 cv e câmbio manual: 1 L/7,9 km e 1L/9,9 km (etanol) e 1L/11,4 km e 1L/13,9 km (gasolina). Com 115 cv: 1 L/7,8 km e 1L/9,6 km (etanol) e 1L/10,8 km e 1L/13,7 km (gasolina). Na média, motor mais potente é mais econômico, ao contrário do ocorrido no passado.
Ford/Divulgação
PREÇOS partem de R$ 38.990, pouco abaixo da maioria dos concorrentes de peso, e sobem até R$ 54.990, na versão Titaniun, que inclui sete airbags e câmbio automatizado de embreagem dupla, seis marchas. Ford investiu, ainda, em segurança ativa ao adicionar, aos modelos de maior cilindrada, controle eletrônico de trajetória e tração.

FIESTA apresenta, agora, estilo marcante: adotou nova grade frontal de identidade da marca e manteve tradicionais lanternas traseiras elevadas para melhor visibilidade. Interior também é novo e se nivela aos compactos “premium” do mercado brasileiro. Por enquanto, conviverá com Fiesta Rocam que continua com motor de 1 litro e preço menor.
Volkswagen/Divulgação
SAVEIRO recebeu mesma frente de Gol e Voyage, na linha 2014. Assim tem condições de avançar em participação de mercado frente à líder Strada, que apresenta linhas já cansadas, mas não a ponto de lhe tomar a dianteira. Faltam motor mais forte (continua o de 1,6 l/104 cv como única e incômoda oferta) e preço competitivo, apesar de conjunto tecnicamente superior e estilo mais atual. Começa em R$ 33.490 (cabine simples) e R$ 36.610 (cabine estendida).

VERSÃO Cross, da picape compacta da VW, é a mais equilibrada do segmento. Combina tradicional espírito aventureiro, sem resvalar para o exagero e gosto duvidoso. De novo, seu preço atrapalha ao iniciar em R$ 48.990. Evolução em relação à Saveiro anterior aparece, com nitidez, exatamente nessa versão.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quando ostentação e irresponsabilidade entram no mundo de uma criança (de Ferrari F430)

Reprodução do primeiro vídeo abaixo do Youtube
Carros esportivos, modelos velozes, jipes robustos, automóveis modernos e muitos outros estilos de veículos fazem parte do imaginário de uma criança, especialmente dos meninos. Imitar o ronco do motor, as derrapadas, saltos incríveis e muitas outras coisas sempre estão presentes nas brincadeiras. Mas e quando as possibilidades financeiras e a irresponsabilidade de um pai colocam em risco a vida da criança e de várias outras pessoas?

Os vídeos abaixo foram gravados na cidade de Thrissur, no estado de Kerala, na Índia. Um pai estava prometendo ao filho que ele poderia dirigir a sua Ferrari (F430) desde quando ele tinha 6 meses de vida. E, ao completar 9 anos de idade, o presente foi dado. Mas nada do pai acompanhá-lo dentro do carro, com o garoto apenas girando o volante: o menino dirigiu o bólido "sozinho", com uma outra criança ao lado! Eles mal conseguiam enxergar por cima do painel!

Mas o pai tranquilizou as pessoas: "meu filho é um motorista cuidadoso e bastante confiante, acostumado a dirigir a maioria dos meus carros, como o Lamborghini, o Bentley Coupê, o Posrche Carrera Turbo, etc.". Que bom que ele esclareceu as coisas! Agora fiquei bem mais tranquilo!


Quanta irresponsabilidade desse pai! Não importa se o menino tem técnica apurada e é cuidadoso: ele tem apenas 9 anos! Um garoto dessa idade dirigir uma Ferrari ou qualquer outro carro no meio da rua é um completo absurdo; uma falta de noção e um desrespeito sem tamanho às leis e às pessoas!


A ostentação é algo também preocupante. Um pouco mais de uma semana depois, o mesmo menino saiu guiando o Land Rover Evoque do pai pelas ruas da cidade. Ter as coisas não é o problema (espero que o pai tenha trabalhado muito e honestamente para conseguir construir uma casa enorme e comprar tantos carros), mas precisar exibí-las da forma mais errada possível, infringindo as leis e colocando inúmeras vidas em risco, é algo inconcebível.

Como diria o meu grande amigo Mateus, "a banana está mesmo comendo o macaco" no mundo de hoje.

Atualização
Os vídeos acima ganharam repercussão mundial e, diante deste absurdo, o pai do "jovem motorista" foi preso e teve sua Ferrari apreendida. Mas, será que ele ficará preso mesmo?

Alta Roda - Conexão para todos os fins

Segundo a empresa de consultoria de tecnologia ABI Research, de Nova York (EUA), dentro de quatro anos mais de 60% da frota mundial de veículos terá conexão com a internet para navegar por satélite (GPS) ou trafegar dados. Na Europa e EUA o percentual pode chegar a 80%. Inclui até instalação de caixas pretas, semelhantes às de aviões, que ajudarão a esclarecer acidentes de trânsito. Desde já se discutem implicações sobre privacidade e mau uso dos dados armazenados ou captados de forma ilegal.
BMW/Divulgação
Embora possa parecer estimativa otimista, sem dúvida a tendência é essa. No caso do Brasil, o crescimento acelerado do uso de telefones inteligentes abre espaço para a internet a bordo de veículos. Rede celular de quarta geração, que estreia agora com velocidade de conexão 10 vezes maior que a melhor atual, será fundamental para expansão de serviços remotos. Terá abrangência e confiabilidade até 2017? Ninguém garante.

Algumas aplicações estão em campo, como Volvo on Call que aciona socorro de forma automática em caso de acidentes por meio de internet e telefonia celular. Outra utilização muito prática e de integração imediata ao dia a dia dos motoristas é o Teleservices, da BMW. Trata-se de avisos de manutenção programada ou corretiva via interação pela internet entre automóvel, fábrica e concessionária.

No Brasil o serviço começou, no fim de 2010, para alguns modelos da marca alemã com tela multimídia e bloco de comunicação (Combox). Em breve toda a linha estará assim equipada. O Teleservices é opcional e segue um roteiro.

– Veículo apresenta manutenção em atraso, item com desgaste ou problema iminente. Rede CAN-Bus interna detecta as falhas e automaticamente cria chamada de reparo, por meio da conexão Bluetooth e internet, de qualquer celular a bordo.
– Chamada chega à BMW, na Alemanha.
– Fábrica verifica componentes necessários e avisa, por meio da rede de dados ISPA, a concessionária brasileira vinculada ao veículo.
– Concessionária, após separar peças aplicáveis ao carro, entra em contato com o cliente por telefone ou SMS.
– Se o cliente aceitar o orçamento, basta agendar dia e hora para manutenção.

Esse esquema é previamente acertado com o dono do carro, que concorda em pagar pelo custo da chamada de dados móveis, mais barata que ligação telefônica. Em pouco tempo a Combox terá chip próprio de celular e funcionará mesmo sem telefone a bordo.

A fábrica eliminará carimbos e anotações em manual de manutenção. Tudo será feito de forma eletrônica e inviolável: por meio de rede Wi-Fi o automóvel, logo ao chegar à recepção da oficina, transmite às telas dos consultores técnicos os serviços a executar.

No fundo, a internet pode até mudar o modelo de negócio das concessionárias. Ao criar vínculo remoto entre carro e fabricante, ficará mais fácil atrair clientes para manutenção na rede autorizada, mesmo após o término da garantia. Por enquanto, se adapta melhor às marcas premium, mas o esquema tende a ser adotado por todos os fabricantes em médio prazo.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Ford quer dominar o segmento de compactos premium com o New Fiesta 2014 nacional. Vai conseguir?

É... parece que a "brincadeira" acabou. Finalmente, depois de uma longa e estranha espera, a Ford tomou a decisão correta e está (re)lançando o New Fiesta, agora produzido no Brasil, com preços competitivos de verdade (chega do absurdo anterior!). O desejo da marca é tornar o seu modelo a escolha definitiva do segmento de compactos premium no Brasil, que tem Fiat Punto e Volkswagen Polo como opções interessantes (mas carentes de novidades), o Chevrolet Sonic hatch como um coadjuvante, e a dupla de franceses Citroën C3 e Peugeot 208 como novas atrações (que poderiam custar menos). Será que a Ford vai conseguir?

Vou responder de uma vez: a Ford tem tudo para conseguir a liderança neste segmento e, por consequência, melhorar as suas vendas no país. A versão inicial do New Fiesta hatch é tão equipada quanto os concorrentes citados, mas é mais barata (a partir de R$ 38.990) e potente do que os adversários de entrada (1.4, 1.5 e até 1.6 - da VW).

Conheça mais sobre os principais concorrentes do Ford New Fiesta!
Enorme grade dianteira é a principal alteração visual da linha 2014 do Ford New Fiesta
O New Fiesta tupiniquim mede 3,969 m de comprimento, 1,464 m de altura, 1,787 m de largura e tem 2,489 m de distância entre-eixos. Seu espaço interno continua ruim, assim como a capacidade do porta-malas: limitados 281 litros. Por fora, o modelo adora a nova linha de design da Ford, a Kinetic 2.0, já aplicada nos novos Fusion e EcoSport. A ampla grade dianteira é o principal destaque e caiu muito bem ao compacto, que ficou com aspecto mais robusto e esportivo.

Motores Sigma
Mas a mudança visual não é novidade para ninguém, já que o carro foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2012 com o mesmo design. Por isso, vamos logo para os motores Sigma.
Depois de me decepcionar quando foi lançado, finalmente o propulsor 1.6 16V mostrar os números de potência que sempre esperávamos dele: 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol - ambos alcançados a 6.500 rpm (o anterior gerava 109 cv a 6.250 rpm e 115 cv a 5.500 rpm). Entretanto, o torque ficou igual com gasolina (15,4 mkgf a 4.250 rpm) e inferior com etanol: 16 mkgf a 5.000 rpm, contra 16,3 mkgf a 4.250 rpm da versão anterior. O sacrifício deve ter acontecido para privilegiar as melhorias de potência, consumo e emissões.

As mudanças técnicas da motorização foram, nas palavras da Ford: "O motor Sigma 1.6 TiVCT Flex do New Fiesta traz várias inovações que contribuem para o seu nível superior de eficiência e economia. Além do duplo comando de válvulas variável e independente, que funciona tanto na admissão como na exaustão, ele utiliza uma taxa de compressão de 12:1 otimizada para a eficiência e performance. Tem ainda pistões grafitados, tuchos polidos, óleo de baixa viscosidade e novos componentes que reduzem o consumo de energia."
Linhas são realmente bonitas
Segundo a Ford, o New Fiesta 1.6 16V nacional manual precisa de 12,1 s com etanol e 12,3 s com gasolina para ser acelerado de 0 a 100 km/h com etanol e atinge a velocidade máxima de 190 km/h - mesmos numeros alcançados pelas versão PowerShift de duas embreagens (veja mais detalhes abaixo). No consumo, conta com a classificação A de eficiência do INMETRO/CONPET: faz 8 km/l com etanol e 12 km/l com gasolina na cidade e 10 km/l com etanol e 14,3 km/l com gasolina na estrada, com câmbio manual. Números otimistas, especialmente na cidade.

No consumo, a versão 1.6 16V PowerShift faz 7,9 km/l com etanol e 11,4 km/l com gasolina na cidade e 9,9 km/l com etanol e 13,9 km/l com gasolina na estrada.

Além do motor 1.6 16V mais potente, a Ford está lançando no mercado nacional mais um integrante da família Sigma, o propulsor 1.5 DOHC 16V flex, que desenvolve  107 cv de potência (a 6.500 rpm) e 14,7 mkgf de torque com gasolina e 111 cv (5.500 rpm) e 14,9 mkgf com etanol - torques alcançados a 4.250 rpm.
Espaço interno é ruim, mas ergonomia é boa
De acordo com a Ford, o New Fiesta 1.5 16V brasileiro precisa de 12,2 s com etanol e 12,7 s com gasolina para ser acelerado de 0 a 100 km/h com etanol e atinge a velocidade máxima de 180 km/h. No consumo, a marca norte-americana afirma que o modelo faz 7,8 km/l com etanol e 10,8 km/l com gasolina na cidade e 9,7 km/l com etanol e 13,7 km/l com gasolina na estrada, com câmbio manual. Números aparentemente mais realistas.

O New Fiesta Hatch 2014 é o primeiro veículo da marca a usar o Ford Easy Start, sistema que, por meio de sensores, aquece a linha de combustível quando necessário para a partida a frio. Essa tecnologia dispensa a necessidade do ultrapassado reservatório (tanquinho) de gasolina e está disponível em todas as versões.
Porta-malas leva míseros 281 litros - praticamente igual ao Fiat Uno e pouco mais do que o Ka
Automático? Quase! Automatizado? Sim!
O New Fiesta 1.5 está disponível apenas com transmissão manual de cinco velocidades, enquanto o 1.6 pode ser equipado com câmbio manual de cinco marchas ou manual automatizado PowerShift de seis marchas com dupla embreagem.

Esta transmissão permite ao motorista selecionar diferentes modos de condução, de acordo com o estilo do motorista: D, para trocas automáticas de marcha suaves e econômicas; S, esportivo, com um nível de rotação mais alto e preparado para retomadas; e manual sequencial SelectShift, para o condutor usar a faixa de rotação de sua preferência.
Câmbio manual automatizado PowerShift tem seis marchas e dupla embreagem
No câmbio de duas embreagens, enquanto uma marcha está engatada (2ª, por exemplo), a marcha seguinte já está pronta para entrar (3ª, seguindo o mesmo exemplo), agilizando a troca, reduzindo a perda de potência e torque, e melhorando o desempenho.

O comportamento é muito superior ao de um veículo manual automatizado comum (Dualogic, I-Motion e Easytronic).

Equipamentos e preços
Ford New Fiesta 2014 S 1.5 – R$ 38.990
Airbag duplo, freios ABS com EBD, direção elétrica, ar-condicionado, travas, espelhos e vidros dianteiros elétricos, sistema de som MyConnection Gen. 3 com conexão USB e Bluetooth; alarme volumétrico, rodas de 15 polegadas com calota integral, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, ajuste de altura e profundidade da coluna de direção; ajuste manual de altura do banco do motorista; desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro, entre outros itens.

Ford New Fiesta 2014 SE 1.5 – R$ 42.490
Acrescenta rodas de liga leve de 15 polegadas, farol de neblina e pacote de acabamento SE (?).

Ford New Fiesta 2014 SE 1.6 – R$ 45.490
Adiciona controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, ar-condicionado digital, vidros elétricos com abertura e fechamento global, sistema SYNC com comandos de voz em português e controles no volante e rodas de alumínio de 15 polegadas.

Ford New Fiesta 2014 SE 1.6 PowerShift – R$ 48.990
Itens da versão SE 1.6.

Ford New Fiesta 2014 Titanium 1.6 – R$ 51.490
Tem também sete airbags, bancos e volante revestidos em couro; controle automático de velocidade, sensor de estacionamento traseiro; sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, retrovisor interno eletrocrômico e rodas de alumínio de 16 polegadas.

Ford New Fiesta 2014 Titanium 1.6 PowerShift – R$ 54.900
Itens da versão Titanium 1.6.
New Fiesta nacional tem preços competitivos. Quem comprou o mexicano se deu mal
Conclusão
Depois da Ford lançar o New Fiesta por aqui por um preço absurdo, a marca muda de rumo ao nacionalizar o New Fiesta em sua linha 2014, o deixando mais bonito, barato e competitivo. O modelo tem realmente tudo para ser o líder da categoria de compactos premium, cada vez mais uma das mais disputadas do Brasil.

Mas encerro com uma reflexão. Quando eu disse estranha na primeira fase do post me referi à demora da Ford em lançar o New Fiesta nacional. O carro foi apresentado em outubro do ano passado! Logo, quem comprou o modelo importado do México, num português claro, se deu muito mal! O carro continua muito bom, mas o consumidor não só tem um carro ultrapassado em design (em relação à nova versão), mas também em desempenho e, principalmente, em negócio: imaginem a desvalorização do modelo! Mas o mercado é assim: para crescer, a Ford precisa sacrificar os milhares de proprietários do modelo mexicano - assim como outras marcas já fizeram, com a Fiat (mas em menor escala) com o Cinquecento (500) polonês que virou mexicano.
Fotos: Ford/Divulgação

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Alta Roda - Perdão obrigatório

“Quando a esmola é grande, o santo desconfia”. Eis um dos provérbios mais populares e que se aplica a um dos artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Reconhecido como minucioso em excesso, além de abrigar nada menos de 341 artigos, fora os anexos, o CTB deixou vários pontos por regulamentar, desde que entrou em vigor em 22 de janeiro de 1998.
Reprodução

E não para por aí. Coube ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovar resoluções regulatórias, com força de lei, sem contar as portarias do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Em dezembro de 2008, a coluna recebeu uma publicação que consolida toda a legislação complementar. Trata-se de um calhamaço de 708 folhas de tamanho ofício e letra miúda. Se atualizado até 2012, talvez alcançasse as 1.000 páginas.

Punitivo por essência e quase nada educativo, no CTB há um conceito racional no Artigo 267:

“Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

§ 1º. A aplicação da advertência por escrito não elide [N.R.: não elimina] o acréscimo do valor da multa prevista no § 3º do art. 258, imposta por infração posteriormente cometida.
§ 2º. O disposto neste artigo aplica-se igualmente aos pedestres, podendo a multa ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, a critério da autoridade de trânsito.”

Independentemente de jamais um pedestre (ou ciclista) receber multa, esse artigo foi, afinal, regulamentado e vige desde 2012, “apenas” 14 anos depois. Algo simples e justo, mas como tem potencial de redução na arrecadação de multas, ficou esquecido. O motorista pode redigir um recurso e pedir a conversão da multa, o que já desanima: poucos estão informados e/ou conhecem os trâmites.

Porém, a partir desse mês, o Detran do Distrito Federal, em rasgo de clarividência raro no setor, colocou seus programas de computador para funcionar. Caso se enquadre no Artigo 267, o infrator nem chega a receber notificação: ganha apenas advertência por escrito, conforme prescreve o código. Está aí um exemplo para aplausos. Todos os outros Detrans deveriam segui-lo, mas certamente não o farão, apesar das facilidades atuais da eletrônica de controle. Na realidade, a regulamentação nada impôs sobre o modo operacional e os governos não querem perder receita.

Mas há algo perverso, a tal esmola duvidosa. Por qualquer meio, o motorista não pode recorrer da pretensa infração convertida em advertência, mesmo sem concordar ou ter como provar que é inocente. Deve aceitar o perdão, sem discutir. É ou não é para o santo desconfiar?

RODA VIVA

APESAR de a GM nada revelar, a nova geração do Cruze (2015) será produzida na fábrica argentina de Rosario, como a coluna já antecipou. Cessará a montagem CKD do modelo, em São Caetano do Sul (SP). Tendência geral é essa: compactos aqui; médios-compactos, no vizinho. Por razões de menor escala de produção e controle “frouxo” de conteúdo local na Argentina.

PREÇO até R$ 2,9 milhões, motor V-12 dianteiro (6,2 l/740 cv) no lugar do V-8, aceleração de 0 a 100 km/h, em 3,1 s. Ferrari F12berlinetta foi pré-apresentado no autódromo de Interlagos, pouco mais de um ano após Salão de Genebra. Importador, Via Itália, afirma que esse superesporte pode lidar melhor com o dia a dia do que gerações anteriores. Inspiração Porsche?
Chevrolet/Divulgação
PRISMA vai bem com motor de 1 litro/80 cv (mais potente nessa cilindrada, juntamente com o 3-cilindros HB20 e Clio), menos na estrada com carga total. Marchas precisam ser esticadas para ter agilidade. Versão de entrada (R$ 34.990) permite opção da ótima central multimídia. Na ergonomia, puxador nas portas, ruim; tampa do porta-luvas, ótima (abre para cima).

FLUIDEZ de linhas e espaço interno garantido por 2,7 m de distância entre-eixos, Cerato é aposta da Kia entre os médios-compactos. Agora com motor flex de 1,6 l/128 cv (igual ao HB20), o sedã vem completo, só versão topo. Mas seu preço disparou, ao não se enquadrar nas regras do Inovar-Auto. Por R$ 67.400 (automático, mais R$ 4.500), difícil concorrer.

OUTRO que perdeu competitividade em preço foi hatch Hyundai i30, cujo motor 2-litros foi substituído pelo 1,6-L. Atrapalha, ainda, a valorização recente do won sul-coreano. Nada dramático, como acontece com o iene japonês, porém relação preço-equipamento imbatível, aos poucos, pode sofrer erosão discreta.

SEM aumento do IPI, antes previsto para 1º de abril e agora mantido até 31 de dezembro, a estratégia de preços de cada marca teve que sofrer adaptações. Algumas aproveitaram para realinhar suas tabelas, além da simples adequação ao imposto que deixou de subir. Se não está vendendo tão bem, nada como aproveitar a deixa e usar a oportunidade para repensar a vida.

Com personagens reais da Corrida Maluca, Peugeot inova e diverte em comercial do novo 208

A Peugeot acaba de lançar na TV, revistas, jornais e na internet a campanha do 208, o último lançamento da marca no Brasil. Diferente da Mercedes-Benz e seguindo os passos mais recentes da Volkswagen (aqui e aqui), a marca francesa acertou em cheio no comercial, colocando o seu novo compacto premium para disputar uma prova da Corrida Maluca, desenho animado da Hanna-Barbera muito querido e lembrado pelos brasileiros.

A criatividade realmente diverte. Na versão topo de linha, Griffe 1.6 16V, o 208 entra numa corrida cheia de confusões causadas especialmente pela Máquina do Mal, dirigida pelo eterno vilão Dick Vigarista (e seu fiel escudeiro Mutley).
Quase todos os personagens estão lá: o Carro de Pedra, pilotado pelos Irmãos Rocha; o Cupê Mal-Assombrado, pilotado pelos Irmãos Pavor; a Lata Voadora, um carro-avião vermelho pilotado pelo Barão Vermelho; o Carro Tanque, um híbrido entre tanque e jipe pilotado pelo Sargento Bombarda e pelo Soldado Meekley; o Carro-à-Prova de Balas, conduzido pela Quadrilha de Morte; e o Carrão Aerodinâmico, um dragster pilotado por Peter Perfeito.

Ficaram faltando o Carro-Tronco, pilotado por Rufus Lenhador e pelo seu escudeiro, o castor Dentes-de-Serra; carro Cheio-de-Truques, guiado pelo Professor Aéreo; e a Carroça a Vapor, conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde urso Chorão.
Penélope Charmosa
Nem os atributos especias de cada carro da Corrida Maluca foram suficientes para superar o 208, que abusou das suas "armas" para vencer: desempenho do motor 1.6 16V (115/122 cv), direção elétrica, freios ABS, paddle shift (associado ao ultrapassado e decepcionando câmbio automático de quatro marchas), teto panorâmico e GPS integrado ao painel.

E claro, a delicada Penélope Charmosa também está presente, sendo conquistada pelo 208 (e seu motorista) no final.

Assista ao comercial

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Fotos: Peugeot/Divulgação

terça-feira, 16 de abril de 2013

Com bastante atraso, Chevrolet Celta ganha airbag e ABS na linha 2014 - só para a versão top

Cromados no entorno da grade dianteira são as principais novidades visuais da linha 2014
Demorou, e muito, mas finalmente o Chevrolet Celta passa a contar com a opção de ser equipado com airbag duplo e freios ABS. A linha 2014 do modelo acaba de chegar às concessionárias da marca de todo país. Com isso, a GM prolonga a vida do compacto, já que, a partir de 1º de janeiro de 2014, todos os carros vendidos no Brasil deverão contar obrigatoriamente com estes dois equipamentos como itens de série, atendendo a uma regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Eu me pergunto: por que o Celta não recebeu estes equipamentos antes? Prefiro não arriscar uma resposta e me contentar com o famoso "antes tarde do que nunca".
Modelo passa a contar com ABS e airbag duplo na lista de equipamentos
Infelizmente, apenas a versão topo de linha do modelo, a LT, pode ser equipada com os dispositivos de segurança - fato lamentável, uma vez que diversos concorrentes, como o Fiat Uno, já possuem a "dupla dinâmica" como item de série em todas as versões. O consolo é que, no 1º dia do ano que vem, toda a linha Celta passará ter ABS e airbag duplo de série em todas as versões.

A linha 2014 do pequeno Chevrolet recebeu mínimas mudanças estéticas: ganhou aros cromados na grade dianteira de todas as versões (LS e LT) e a versão quatro portas (LT) passa ainda a oferecer um adesivo preto decorativo na coluna central. Além disso, o Celta tem com uma nova cor, a Cinza Sand.

Internamente, foi necessário incluir um novo volante, de três raios, para acomodar o airbag frontal. Entre os bancos dianteiros, uma novidade: porta-objetos com porta-copos como equipamento de série - item bem-vindo para um carro tão pelado.
Volante é a principal novidade estética do Celta 2014
O motor é o mesmo de sempre: 1.0 Flexpower VHCE, que desenvolve 77 cv de potência e 9,5 mkgf de torque com gasolina e 78 cv e 9,7 mkgf com etanol. Segundo a Chevrolet, o Celta 2014 tem autonomia para rodar por até 900 quilômetros com um tanque cheio de gasolina. Não sei quanto a um motorista comum, mas acho que só o MacGyver conseguiria um feito desses.
Regalia: porta-copos agora é item de série

Em relação aos preços, a linha 2014 ficou um pouco mais cara em relação à 2013. Equipado com cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura, brake light, sistema de imobilização do motor por chave eletrônica (immobilizer system de 2ª geração), tampão do tanque de combustível com chave, ventilador, parachoques pintados na cor do veículo, preparação para receber sistema de som (constituída de fiação elétrica dianteira - força, ignição e terra), tomada de força e porta-objetos no console central (entre outros itens), o Celta LS 2 portas subiu de R$ 25.290 para R$ 25.390.

Com limpador, lavador e desembaçador vidro traseiro, temporizador do limpador para-brisa e ar-condicionado, a versão LS sobe para R$ 27.790 (R$ 160 a mais do que a linha 2013).

O Celta LT 4 portas foi de R$ 28.970 para R$ 29.190. Ele vem equipado com os itens da versão LS, além de maçanetas das portas externas pintadas na cor do veículo, ar quente; desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro, vidros elétricos dianteiros com sistema tipo "um toque" para subida e descida automáticas, dispositivo antiesmagamento e fechamento automático acionado pelo "Keyless Entry System"; travas elétricas, travamento automático das portas ao atingir 15 km/h, direção hidráulica, entre outros itens.

Completo, com ar-condicionado, ABS e airbag duplo, o preço do Celta LT é de R$ 31.490 - contra R$ 30.580 da linha 2013, que não tinha os itens de segurança.

No mais, o Celta continua com as mesmas qualidades (bom desempenho, robustez, fácil manutenção e praticidade) e defeitos (volante torto, acabamento simplório, apoios de cabeça sólidos e espaço interno pequeno).
Fotos: Chevrolet/Divulgação

domingo, 14 de abril de 2013

Mitsubishi ASX: o carro escolhido pelo polvo!?!?

Não, eu não errei a palavra no título! Na nova campanha do ASX, a Mitsubishi tornou o carro a escolha favorita de um polvo!

Com o slogan “Até quem mais entende de aderência se apaixona”, a intenção da marca é usar o "Glue" para promover a tecnologia e, especialmente, a aderência e a tração 4×4 do crossover.


Achei o comercial criativo, mas fiquei pensando: será que um animal marinho é a melhor escolha para "representar" um carro voltado para o off-roda na terra? Ainda prefiro a propaganda do Pajero TR4. Talvez fosse melhor o ASX ser o escolhido do povo mesmo...

Gosta do ASX? Então leia as Impressões do modelo aqui!

sábado, 13 de abril de 2013

Picape Fiat Strada ganha série especial Mangalarga Marchador

Líder de vendas em seu segmento há 13 anos consecutivos, a picape Fiat Strada acaba de ganhar a série especial Mangalarga Marchador nas versões Trekking 1.6 16V Cabine Estendida e a Adventure 1.8 16V Cabine Dupla.

Esta é realmente uma série especial curiosa. Digo isso porque, normalmente, cavalos são associados às picapes maiores, como a Ford Ranger, Chevrolet S10, Toyota Hilux, Nissan Frontier, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. Todos estes modelos citados possuem maior capacidade de carga, espaço e robustez do que a Strada, características apreciadas pelos criadores de cavalos. Mas não deixa de ser uma estratégia de marketing e negócio interessante da marca italiana.
Strada Adventure
Em parceria inédita da Fiat com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), o público-alvo para esta série inclui os associados desta entidade, criadores, cavaleiros, apreciadores da raça e o produtor rural.

A Strada Mangalarga Marchador traz rádio Connect CD MP3, volante revestido em couro com comandos do rádio (6 botões) e retrovisores externos elétricos. Em relação à linha 2013, as mudanças estéticas são: rodas de liga leve com pintura exclusiva, faróis biparábola com moldura e canhões negros, identificação da série especial por um adesivo trazendo o logotipo Mangalarga Marchador (ABCCMM) no para-lama traseiro, nos sobretapetes, na soleira das portas e nos bancos dianteiros (na versão Adventure os bancos são em couro).
Strada Trekking
A série especial na versão Adventure Cabine Dupla traz ainda o diferencial blocante Locker, teto-solar e capota marítima. Já a versão Trekking Cabine Estendida ganha também janela traseira corrediça e ar-condicionado (itens de série na Adventure).

Ambas as versões também vêm equipadas com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, pneus de uso misto e suspensão elevada.
Interior da picape Strada Trekking Mangalarga Machador - Fotos: Fiat/Divulgação
Confira os preços
Fiat Strada Trekking 1.6 16V Cabine Estendida Mangalarga Marchador – R$ 46.550
Fiat Strada Adventure 1.8 16V Cabine Dupla Mangalarga Marchador – R$ 59.440

Bem cara a versão Adventure. Para fechar, repararam como o nome da picape com o sobrenome da série especial ficou imenso? O maior deles, sem abreviar, fica:

Fiat Strada Adventure Locker 1.8 16V E.TorQ Cabine Dupla Mangalarga Marchador