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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um dia, três carros. Qual tem o melhor câmbio: Fiat Bravo Dualogic, Freemont ou Volkswagen Jetta?

Há 15 dias, tive uma daquelas semanas em que todos dias de trabalho foram consideravelmente cheios. O pior deles foi a terça, que me fez chegar em casa destruído fisicamente e mentalmente. Mas este também foi o melhor dos dias, pois fui obrigado a me deslocar para um evento em outra cidade, o que me permitiu fazer alguns testes. Na ida, fomos de Volkswagen Jetta Comfortline Tiptronic. A volta foi dividida em dois carros: Fiat Freemont Precision e Fiat Bravo Absolute Dualogic Plus.

Uma semelhança entre eles: nenhum tinha o pedal de embreagem. Logo, entre os três, qual foi o mais confortável de rodar sem precisar trocar marchas?

Antes de responder, vale lembrar que os três veículos são de categorias diferentes: temos um sedã médio (Jetta), um hatch médio (Bravo) e um SUV (Freemont). Mas o objetivo aqui foi avaliar o funcionamento do câmbio e também da relação motor/câmbio e o conforto. Não levei em consideração preço e equipamentos - e citei o consumo do Jetta porque ele realmente me surpreendeu. Vamos aos resultados.
Fiat Bravo Absolute
3. Fiat Bravo Absolute Dualogic Plus 1.8 16V flex (R$ 62.530)
O Bravo foi o último carro do dia e, com as experiências recentes do Freemont e do Jetta, ficou fácil avaliá-lo. Na primeira arrancada foi possível me lembrar que eu estava num carro manual automatizado, e não num automático tradicional. Um pequeno solavanco aconteceu na troca da primeira para a segunda, fazendo com que os corpos dos dois ocupantes se movessem nitidamente.
Minha primeira impressão não foi das melhores. Entretanto, a partir daí, o Plus da transmissão Dualogic (que identifica a segunda geração do câmbio) demonstrou para que veio, fazendo o funcionamento ficar um pouco mais suave. Ainda assim, o câmbio hesitou em alguns momentos, ficando em dúvidas se deveria reduzir ou manter a marcha.

O casamento do motor 1.8 16V E.TorQ, que desenvolve 130 cv de potência e 18,4 mkgf de torque com gasolina e 132 cv e 18,9 mkgf com etanol, com a transmissão Dualogic Plus é o mais harmônico que a Fiat já conseguiu desde o lançamento do sistema com o finado Stilo.
Câmbio Dualogic Plus
A troca pelo paddle shift funcionou bem, mas foi bem inferior à do Jetta (e também à do Honda Civic). Embora não seja a minha primeira opção na categoria, o Bravo é um carro muito legal e a evolução do Dualogic Plus em relação ao Dualogic foi notável. Mas, de maneira geral, a experiência em conduzí-lo foi inferior à dos dois adversários aqui do post, mesmo com o propulsor 1.8 - que é melhor explorado com transmissão manual.
Fiat Freemont Precision leva até 7 ocupantes
2. Fiat Freemont Precision 2.4 16V a gasolina (R$ 93.160)
A versão Precision do Freemont é a mais refinada e conta com dois bancos extras, possibilitando que sete pessoas andem no SUV. E foi quase isso que aconteceu: rodamos com seis pessoas, divididas em 2 + 2 + 2. Andamos na cidade, no plano, em descidas (fortes e fracas), em subidas (fortes e fracas) e na estrada (pista dupla em condições ruins).

Notei algo logo na primeira subida íngreme: a falta de força do motor 2.4 16V a gasolina, que desenvolve 172 cv e 22,4 mkgf de torque - insuficientes para os 1.809 kg do modelo, mais o peso dos 6 ocupantes. Se o câmbio tivesse cinco ou seis marchas, a vida do Fiat (Dodge na verdade) ficaria bem mais fácil, já que a primeira poderia ser bem mais curta, aumentando consideravelmente a sua força de arranque. Mas, com apenas 4 velocidades, a transmissão deixa a desejar na hora de embalar o grandão.
Fotos do Bravo e do Freemont: Fiat/Divulgação
A sensação de rodar com um veículo deste peso e com o peso extra das 6 pessoas foi de que o propulsor 2.4 é "manco", ainda mais com a limitação das quatro marchas. A motorização até "se esforça", mas não consegue dar conta do recado como deveria, mesmo nos giros mais altos.

Isso foi também visível na estrada, quando um Palio 1.4, com apenas um passageiro, nos passou "sem tomar conhecimento", mesmo no momento em que o Freemont estava sendo acelerado durante uma retomada.
Faltam marchas para o câmbio do Freemont
Por outro lado, quando rodamos de forma tranquila na cidade, em ruas mais planas, as qualidades do câmbio apareceram, especialmente a suavidade nas trocas.

O Freemont é muito confortável. Em parte do trajeto fiz questão de ir no banco do fundo. Mesmo com os meus quase 2 metros de altura, consegui achar uma posição relativamente agradável, consegui colocar o cinto de três pontos sem problemas, não bati a cabeça no teto e meus joelhos, que ficaram em posição muito alta, não encostraram no banco da frente. Ainda assim, os dois bancos são mais adequados para quem tem até 1,85 m.
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 Tiptronic
1. Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 8V flex Tiptronic (R$ 67.990)
Confesso que não esperava tanto do Jetta quando entrei no veículo. Mas foi ligar o carro e acelerar que o câmbio Tiptronic de seis marchas tornou o passeio muito mais agradável. Foram cerca de 45 km de diversão, na cidade e na estrada, alterando entre os modos automático e manual sequencial pelo paddle shift (borboletas atrás do volante).

As trocas eram mais eficientes do que as do Freemont e sem os trancos do Bravo. A suavidade também chamou a atenção, demonstrando, mais uma vez, que o conjunto de transmissão da Volkswagen é um dos melhores do Brasil.
Reprodução/Car.Blog
Por outro lado, o motor 2.0 8V flex, que desenvolve 116 cv de potência e 17,7 mkgf de torque com gasolina e 120 cv e 18,4 mkgf com etanol, não acompanha a eficiência do câmbio. Uma pena mesmo! Não é que o propulsor seja ruim; pelo contrário; ele é bastante honesto. Mas, com um câmbio tão bom quanto o Tiptronic, fica sempre o sabor de quero mais e a sensação de que alguma coisa está faltando.

Em rotações mais altas, o motor se tornou um pouco ruidoso e perdeu fôlego - algo que eu já esperava pelo fato dele ser 8V e de não ter tanta potência. A grata surpresa foi a média de consumo. O responsável pelo veículo confirmou o número, que eu achei muito bom, mas otimista demais: 9,5 km/l na cidade com gasolina. Na estrada, números "mais esperados", com a média ficando entre 12,5 km/l e 13,5 km/l.
Com 6 marchas, câmbio Tiptronic foi disparado o melhor entre os três avaliados - Reprodução/Car.Blog
Conclusão
Mesmo com um motor 2.0 que não empolga, o Tiptronic deu a vitória neste pequeno comparativo ao Jetta. Ele tem, disparado, o melhor câmbio entre os três carros avaliados. O Freemont ficou em segundo. Seu câmbio é bom, mas as quatro marchas se mostraram inadequadas para um veículo tão pesado e com um motor que trabalha sempre no limite. Já o Bravo tem uma motorização muito interessante e sua transmissão Dualogic Plus evoluiu bastante. Ainda assim, ela não é tão boa quanto à dos dois adversários.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Chega de Gol G4 e Blazer! Polícia brasileira se renova no combate ao crime! Fiat Freemont aguenta o tranco?

Reprodução/Adrenaline
Durante muito tempo, a polícia brasileira usou veículos com duas características específicas para combater o crime: robustez e durabilidade - os verdadeiros "pau para toda obra". Os símbolos desta frota eram os Volkswagen Gol (até a geração "G4") e Parati e, especialmente, o Chevrolet Blazer (camburão).

Com o avanço e desenvolvimento da nossa indústria, o mercado nacional passou a construir mais carros com estas duas características, mas que iam além, sendo também confortáveis e, em vários casos, até bonitos. Por causa disso, por que insistir em modelos defasados, com voltante torto, bancos desconfortáveis, ergonomia ruim e outros problemas?
Reprodução/GTPlanet
Embora a frota policial em várias municípios ainda seja composta por carros antigos e ultrapassados, como os dois que citei, atualmente os "homens da lei" em diversas cidades também exercem suas funções à bordo de vários veículos com projetos bem mais novos. Vejam alguns exemplos.

Temos os Volkswagen Fox e Gol (G5), o Fiat Uno e o Renault Sandero entre os hatches que já rodam pelo país, assim como a picape Nissan Frontier. Chevrolet S10 e Ford Ranger apareceram com "uniforme policial" numa feira de segurança Interseg, realizada em São Paulo em 2012.

A lista de sedãs é grande, por isso vou citar os Renault Logan e Fluence, que fazem parte da frota policial brasileira em alguns estados, e o Peugeot 408 e o Ford New Fiesta Sedan, que também apareceram na feira  - não entendo direito este este último: embora seguro, seu espaço interno é bem limitado (especialmente atrás).

O feioso Chevrolet Spin também já virou policial na Interseg e tem tudo para assustar os criminosos. Nas cidades costeiras temos ainda o Troller T4 patrulhando as praias, como no litoral do Ceará. A polícia também roda com SUVs como Ford EcoSport e Renault Duster.

Sei que existe muitas outros automóveis e utilitários que compõe a frota da polícia brasileira. Mas, entre os veículos levantados durante a a pesquisa que fiz, com o apoio do internauta Márcio, o que mais chamou a minha atenção foi o Fiat Freemont. Importado, com desempenho fraco e beberrão, o modelo é um verdadeiro luxo para rodar nas cidades pelo país. Realmente acho que a polícia merece ter carros confortáveis, seguros, robustos, duráveis e econômicos, mas um Freemont parece ter sido uma escolha inadequada - ou será que o modelo italiano também é um verdadeiro "pau para toda obra"? Pelo menos a adaptação para a Interseg ficou legal.

Veja nas fotos abaixo alguns veículos preparados para a polícia, exibidos numa feira de segurança realizada em São Paulo no ano passado.










Fotos: Reprodução/R7

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Conheça os carros mais "masculinos" do Brasil

Há alguns dias, eu estava visitando o site homem.net e fiquei pensando: realmente existem muitos carros "masculinos" e "femininos". Não me refiro a sexo, mas sim em perfil de público. Basta fazer uma análise pela lista de modelos ofertados pelas montadoras no Brasil.

Pensando nisso, entre as dez marcas mais vendidas do ano, tomando como base os emplacamentos de automóveis e comerciais leves de janeiro a junho de 2012 (Fenabrave), listei, neste post, alguns modelos mais voltados para o público masculino, no meu ponto de vista. Depois, em outro post, farei o mesmo, mas escolhendo os mais voltados para as mulheres.

Evitei colocar qualquer picapes na lista porque elas sempre foram mais voltadas para os homens.

1. Fiat (22,16% de participação de mercado)
Fiat/Divulgação
Bravo - O hatch médio é um carros com características bem mais masculinas da Fiat no mercado nacional. Seu visual moderno e esportivo (com tamanho maio do que Punto); motores (1.8 16V e 1.4 16V Turbo) com potências superiores a 130 cv, sistema Overbooster (T-Jet) e os paddle shifts (nas versões Dualogic Plus) agradam bastante os homens.
Fiat/Divulgação
Freemont - Carro grande, com características urbanas (mais) e offroad (bem menos), com visual mais quadrado e com muitos outros detalhes que agradam aos homens. Fica só devendo, e muito, em desempenho - coisa que o irmão gêmeo Dodge Journey tem com seu motor V6. 

2. Volkswagen (20,61%)

Infelizmente (ou felizmente) os carros da Volkswagen são visualmente muito parecidos, o que torna a escolha um pouco mais difícil. Mas vamos lá.
Volkswagen/Divulgação
Touareg - Imponente, moderno e potente (especialmente com motorzão V8 de 360 cv de potência), com tração integral, excelente no asfalto e ótima na terra: qual homem não gostaria de ter um desses na garagem?
Volkswagen/Divulgação
Jetta - Com linhas sóbrias e mais retas, o Jetta agrada tanto homens mais novos quanto os mais velhos, especialmente a versão 2.0 TSI com 200 cv de potência. O câmbio moderno associado a esta motorização é sensacional.

3. Chevrolet (17,79%)
Chevrolet/Divulgação
Camaro - Esse é quase um símbolo de masculinidade. Sem dúvida é o veiculo mais voltado aos homens de toda a lista. Não preciso nem detalhar muito, basta olhar a foto e pensar no motor V8. O visual é espetacular!
Chevrolet/Divulgação
Cruze Sport6 - Hatch médio, com detalhes tecnológicos, visual chamativo e tamanho mais generoso: muitas características que os homens gostam. Fica devendo uma versão mais esportiva (como o Bravo) e poderia custar menos (sempre vou criticar a Chevrolet por causa do valor).

4. Ford (9,48%)
Ford/Divulgação
Fusion - Grande, com aspecto que mistura "gangsters" e "rappers", tem lugar garantido entre os carros voltados para o público masculino. Se o modelo for preto então, com motor V6, é tiro certeiro.

5. Renault (6,77%)
Renault/Divulgação
Fluence - Segue a mesma linha do Corolla, mas com diferenças importantes: é um carro para o homem que quer status e e um pouco discrição, mas que gosta de um visual moderno e diferenciado, com algumas exclusividades.
Renault/Divulgação
Duster - Como o Ford EcoSport, tem muitas carctarísticas que agradam as mulheres, mas seu visual quadradão, meio feio, cheio de linhas mais retas dão um aspecto muito mais masculino ao Duster do que o jipinho da Ford. Se tiver motor 2.0 e tração 4x4, é um carro definitivamente masculino.

6. Nissan (3,56%)

Sentra - Fui com a minha namorada à concessionária Nissan e perguntei a ela qual era o carro mais masculino do salão. Depois da Frontier, o Sentra foi o escolhido por ela. E eu corcordo, pois este Nissan segue a proposta do Corolla. Não custa lembrar: Sentra "não tem cara de tiozão" (será?).

7. Honda (3,53%)
Honda/Divulgação
CR-V - A nova geração tornou o CR-V mais masculino. Este é o veículo que mistura as características familiares, aventureiras e tecnológicas do homem moderno.
Honda/Divulgação
Civic - Este é um modelo curioso: o homem jovem o deseja para ganhar status e mostrar que está indo bem (muito mais que o City, embora o slogan seja do irmão menor); e o homem mais velho o deseja para parecer um pouco mais novo. Uma coisa é certa: todos sentem falta da versão Si, com motor 2.0 16V de 192 cv de potência e câmbio manual de seis marchas - um carro exclusivamente masculino.

8. Toyota (2,76%)
Toyota/Divulgação
Corolla - Sóbrio, sem grandes destaques visuais, com uma versão dita "esportiva": o Corolla é o carro para o homem que quer status e discrição.

9. Hyundai (2,63%)
Hyundai/Divulgação
Veloster - Bonito, chamativo, esportivo; falta só ter um motor de verdade (e ser vendido de forma mais honesta no Brasil) para o público masculino delirar.
Hyundai/Divulgação
i30 - Como o Cruze Sport6 e o Bravo, o i30 tem inúmeras características que atraem os homens. o Hyundai tem um público cativo com idades entre 25 e 40 anos. As rodas de aro 17" agradam aos homens. É outro dos carros mais voltados para o público masculino da lista.
Hyundai/Divulgação
ix35 - Seu visual futurista e algumas características que o tornam parecido com um veículo superior tornam o ix35 um perfeito carro de ostentação masculina. 

10. Citroën (2,08%)
Citroën/Divulgação
C5 - Não preciso dizer muito: é o carro mais masculino da linha Citroën no Brasil
Citroën/Divulgação
C4 - Tem sua parcela de adoradoras, mas é maior e tem visual mais polêmico que o C3, o que agrada mais aos homens. Se for 2.0 então, melhor ainda.
Citroën/Divulgação
C4 Pallas - Sedã de grande porte, o C4 Pallas segue um pouco a linha do Fusion para conquistar os homens. A chegada da nova geração o tornará ainda mais o "carro do homem da casa".

sábado, 12 de maio de 2012

Esqueça 2011: Chevrolet Captiva 2012 está mais equipado e barato

Chevrolet Captiva Ecotec 2012
 Nos meus últimos posts sobre a Chevrolet, tenho reclamado bastante de algumas coisas, especialmente do absurdo preço cobrado pelo Cruze Sport6. Mas, não posso deixar de valorizar o que a marca fez com um de seus modelos disponíveis no Brasil, o Captiva.

No ano passado, a marca melhorou o seu SUV, o deixando mais equipado, com melhor desempenho, melhor consumo, menos poluente e mais seguro.
Para quem não se lembra, o motor V6 3.6, que desenvolvia 261 cv de potência e 32,9 mkgf de torque, foi substituído por um V6 3.0, com injeção direta de combustível e comanto de válvulas variável, capaz de gerar 268 cv e 30,6 mkgf. O propulsor quatro cilindros 2.4 Ecotec também recebeu injeção direta, e passou de 171 cv e 22,2 mkgf para 185 cv e 23,3 mkgf. Mas a grande novidade do modelo 2.4 foi o câmbio automático de seis marchas, como o dos irmãos V6.

Ainda no ano passado, o Chevrolet Captiva ganhou mínimas incrementos visuais na versão AWD e mudanças internas em todas as versões, além de novos equipamentos, como freio de mão com acionamento elétrico, revestimento dos bancos em couro, rádio com entrada USB e volante regulável em profundidade - os modelos V6 ganharam ainda sensores de chuva e aquecimento dos bancos, enquanto a versão topo de linha (AWD) recebeu sistema de som com 10 alto-falantes e câmera de ré, com monitor posicionado no espelho retrovisor interno.
Captiva Ecotec tem novo sistema de ar-condicionado automático e ganhou a tecnologia Remote Start

Março 2011
Captiva Ecotec 2.4 16V: R$ 90.299
Captiva Sport V6 3.0 24V: R$ 96.774
Captiva Sport V6 3.0 24V AWD: R$ 100.774

Chega de passado
Falando agora da linha 2012, que acaba de chegar às concessionárias, a Chevrolet equipou ainda mais o Captiva e manteve os preços que já eram praticados recentemente (veja abaixo), mais baixos que os sugeridos em março do ano passado (veja acima). Essa estratégia é muito bem-vinda para o modelo sobreviver num dos segmentos mais disputados do mercado, com representantes de peso como o Fiat Freemont, Dodge Journey, Hyundai ix35, Kia Sportage, Mitsubishi ASX, Peugeot 3008, Jeep Compass e Honda CR-V.

Captiva Sport 2.4 Ecotec – R$ 87.900
Captiva Sport V6 – R$ 94.600
Captiva Sport V6 AWD – R$ 99.900
Captiva V6 AWD tem teto solar de série
Em termos de equipamentos, as novidades da linha 2012 do Captiva 2.4 Ecotec são a adoção de um novo sistema de ar-condicionado automático e o Remote Start, que permite ao consumidor ligar seu veículo a distância, mesmo sem destravá-la, para que o sistema de ar-condicionado comece a refrigerar o interior do veículo, regulagens elétricas para o banco do motorista e aquecimento para os bancos dianteiros. A versão Ecotec ganhou ainda iluminação nas sombreiras e os retrovisores externos com desembaçador.

A versão V6 4x2 não recebeu nenhuma novidade, enquanto a topo de linha, V6 AWD (tração integral), passa a vir, de série, com teto solar elétrico.
Toda linha Chevrolet Captiva no Brasil vem equipada com ESP (Electronic Stability Program), ABS (Anti-lock Braking System), TCS (Traction Control System), seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), cintos de segurança com pré-tensionadores e apoios de cabeça dianteiros ativos que se movimentam para a frente do veículo no caso de colisão traseira, de modo a aliviar o impacto no pescoço dos ocupantes (efeito chicote).

Fica a expectativa agora da chegada da nova geração, que deve acontecer até 2014. Até lá, bem que as trocas de marchas sequencias poderiam ser feitas por toques na alavanca do câmbio ou por meio de borboletas atrás do volante, dispensando o ridículo botão usado atualmente.
Fotos: Chevrolet/Divulgação

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Alta Roda - Discurso dúbio

Aspecto até certo ponto confuso do novo regime automobilístico, em vigor entre 2013 e 2017, é o estímulo às inovações tecnológicas. De fato, trazer as conquistas já conhecidas no exterior aos carros aqui produzidos só merece apoio. As barreiras para esse fim são amplamente conhecidas: baixo poder aquisitivo dos compradores e alto preço desses equipamentos, em geral absorvidos em escalas de produção bem maiores nos países centrais de três continentes.
Peugeot/Divulgação
Além disso, cerca de 70% das vendas no mercado brasileiro se concentram em carros compactos e seus derivados que, por razões óbvias, são os últimos, em qualquer lugar do mundo, a receber as conquistas técnicas de segurança, conforto e utilidade.

Portanto, é bom não esperar milagres. Mesmo porque o estímulo chegará na forma de redução de apenas dois pontos percentuais no IPI. Os fabricantes serão estimulados a ampliar seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Porém o grande desafio está em adaptar o conhecimento existente no exterior às condições de uso no Brasil e, mais importante, ao bolso dos compradores. Como também não havia nenhum tipo de apoio fiscal, esse objetivo ficava cada vez mais distante, em especial no campo da eletrônica e informática de bordo.

Faltam também coerência e continuidade nas políticas governamentais. Afinal, de um mandato presidencial para outro as prioridades mudam. A justificativa para adoção em massa de motores flexíveis foi a volta do uso do etanol em larga escala e a segurança ao motorista em eventual escassez ou subida de preço temporária. No entanto, não se resolveu o impasse crucial nas bombas dos postos: a gasolina tem preço congelado; o etanol, ao deus-dará.

Talvez os fabricantes utilizem a especialização desenvolvida ao longo dos últimos anos para melhorar a tecnologia dos motores flexíveis e se creditar da diminuição do IPI. À exceção recente de motores de 1,6 litro da PSA Peugeot Citroën e apenas um modelo da Volkswagen, até hoje continua desprezada a partida a frio aquecida eletricamente apenas com etanol. Esse é apenas um exemplo simples do atraso da indústria. A solução, todavia, tardou tanto que pode ficar superada. Basta os fabricantes resolverem investir em sistema de injeção direta de combustível, que vai bem com gasolina e ainda melhor com etanol, em termos de consumo e desempenho.

Não se pode assegurar de que tudo isso ocorrerá sem resolver o impasse do custo por quilômetro rodado por um e outro combustível. Ou, então, se mudar a taxação sobre emissões, como ocorre na Europa, onde gás carbônico (CO2) tem impacto direto sobre o preço final dos veículos.

O Inmetro, responsável pelo programa de etiquetagem veicular que classifica os carros em termos de consumo de combustível, prepara nova tabela que incluirá informações sobre CO2. A novidade é o índice corrigido, corretamente, pelo ciclo fechado: da produção à ponta de escapamento dos motores. Nesse caso combustíveis fósseis ficam mal na fotografia e abrem espaço para biocombustíveis, caso do etanol de cana. Se o governo vai mexer nesse vespeiro, afinar seu discurso dúbio, inconsistente sobre meio ambiente e criar taxação sobre CO2 é algo de que ninguém tem a menor ideia.

RODA VIVA

FINAL da produção do Citroën Xsara Picasso e o fim próximo do Chevrolet Zafira viram uma página sobre monovolumes médios fabricados no Brasil. Só monovolumes compactos resistem. Fica expectativa sobre por quanto tempo a Renault produzirá station média Mégane Grand Tour, último produto brasileiro nesse segmento (tristemente) em extinção.

AUMENTO de 8% sobre importados da Fiat provenientes do México - subcompacto 500 e crossover Freemont – teve a ver não apenas com valorização do dólar frente ao real, mais ou menos na mesma proporção. Ocorre que cotas acertadas no acordo bilateral de comércio limitaram o equilíbrio oferta-demanda e o preço (no caso do 500) subiria de qualquer forma.

POR outro lado, forte concorrência entre produtos nacionais levou à redução definitiva (não é promoção) de até R$ 2.000,00 nos preços de Polo e Golf. Importados da Coreia do Sul e China, que não subiram de preço por razões estratégicas e outras menos elogiáveis, forçam uma situação a que todos se submetem: leis de mercado.

DISTORÇÕES típicas do sistema tributário brasileiro: imposto estadual (ICMS) menor para veículos importados que chegam via portos em razão de “guerra” fiscal. Lei federal colocará ordem na casa, mas como Estados pedirão compensação, quem compra carros (mesmo os nacionais, sem usar portos) pagam a conta de forma indireta. Coisas do Custo Brasil.
Volkswagen/Divulgação

ENTRE dois e três anos, se rodar em média 60 km/dia, comprador teria retorno do investimento no Fox BlueMotion (R$ 36.730,00 2-portas; R$ 38.300; 4-portas). Recebeu mudanças mecânicas e aerodinâmicas para economizar até 10% de combustível. Com gasolina, em estrada a 90 km/h constantes, marcou 22 km/l. VW espera BlueMotion representar 5% das vendas totais do Fox.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Hyundai/CAOA leva um tapa de luva da Fiat

Se o grupo CAOA agora usar superlativos para valorizar os carros da Hyundai no Brasil, ele agora precisa aguentar, publicamente, o oposto. Não precisar dizer muito, só que a Fiat foi muito esperta a fez o que muitas marcas gostariam de ter feito.
Aproveitando que os comerciais são do Freemont, aproveito para descrever parte de uma conversa que tive com um taxista. Eu estava a bordo de um Meriva táxi quando paramos em um semáforo. Do lado esquero parou um Freemont, e do direito parou um Palio Weekend Adventure Locker. Foi então que o motorista soltou uma pérola:

"Nossa, não sei como a Fiat conseguiu transformar a Weekend nesse 'Frimonty' aqui do lado. Os engenheiros devem ter quebrado a cabeça para fazer a perua crescer". Atônito, eu apenas concordei. Pensei em comentar que o Freemont nada mais é que o Dodge Journey, mas preferi ficar calado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Alta Roda - Sem distinção de origem

Ainda não baixou toda a poeira do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), mas já permite uma análise aprofundada. Claro, trata-se de medida protecionista que todos execram. Entretanto, isso é o que menos falta no mundo, hoje, por meio de barreiras válidas ou disfarçadas, especialmente após a crise financeira de 2008. Exemplos: no México, só podem importar as marcas que produzam lá ou mediante acordos comerciais (chineses e sul-coreanos ficam de fora); os que não fabricam na Argentina devem compensar a importação comprando produtos locais e exportando.

Há outros casos curiosos. Apesar do alto poder aquisitivo, na Coreia do Sul todos os importados, inclusive marcas premium, ocupam apenas 1% do mercado interno. Será que estrangeiros oferecem menor prazo de garantia? Na China, o programa subsidiado de veículos elétricos só é válido para os produzidos por chineses. Provavelmente, pela qualidade superior...

Isso posto, vem o IPI majorado em 30 pontos percentuais, na média aumento real da alíquota de 26,5%. Difícil derrubar essa medida na Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo alegaria que a nova alíquota é para todos, sem distinção de origem, seguida por normas de incentivos para fabricação local, como já ocorre com computadores e outros bens. Decisões da OMC são lentas e o IPI maior vale, inicialmente, até o final de 2012. Tempo curto demais para eventual disputa.

Emenda constitucional, de dezembro de 2003, de fato estabelece um mínimo de 90 dias para alterar um tributo. Alguns acham que a regra vale para impostos novos e que IPI existe desde os anos 1960. Juízes terão que decidir. Faz parte do cipoal legislativo típico do famigerado Custo Brasil.

Protecionismo, em princípio, prejudica consumidores. Porém, é bom lembrar que não se exige conteúdo local para produzir veículos no País, salvo os 60% dentro do Mercosul. O novo índice de nacionalização de 65% é mais rigoroso: desconta (agora) a carga fiscal, há processos produtivos regulados e gastos obrigatórios em pesquisas. Deixa alguma flexibilização por dispensar das exigências 20% da produção.

Também não dá para exagerar. Novas marcas que queiram construir fábricas aqui poderiam seguir uma escala crescente de uso de autopeças nacionais ou do Mercosul, iniciando em 30%. Parece óbvio que isso ocorrerá. Afinal, mesmo que a maior intenção de investimento desses entrantes signifique menos de 10% do que apenas um dos fabricantes estabelecidos já iniciou, o Brasil precisa de todos os empregos que possa gerar. Na longa cadeia industrial a geração de renda é superior ao setor comercial, no nosso estágio de desenvolvimento atual.

Ponderando prós e contras, inclusive a situação cambial que favorece importar e não fabricar localmente, toda essa confusão do IPI tende a ser neutra para o consumidor, em médio prazo, e favorável, em longo prazo, por atrair investimentos pesados e maior concorrência. De início, bônus e financiamentos subsidiados podem até diminuir. É ingenuidade, no entanto, achar que importadores repassarão toda essa carga fiscal, desistindo de um dos mercados mais atraentes do mundo, onde todos brigam por décimos de participação nas vendas.

RODA VIVA

DODGE Journey e Fiat Freemont continuarão a vir do México isentos de imposto de importação e do IPI majorado. Acordo bilateral tem sido muito favorável ao Brasil: exportamos mais de 1,5 milhão de unidades em dez anos e importamos nem um terço desse volume. March e novo Fiesta, hoje mexicanos, serão fabricados aqui, diminuindo importações.

SEDÃ compacto Chevrolet Cobalt não terá arquitetura baseada na do Corsa alemão e muito menos será a versão sedã do Agile. Por ora, a GM esconde essa informação, mas o carro foi desenvolvido em conjunto pelas filiais brasileira e sul-coreana (antes conhecida como GM Daewoo Auto & Technology). Modelo chega ainda esse ano, substituindo Astra e Corsa sedã atuais.

VERSÃO básica do Tiguan 2012 passa a custar R$ 110.000 com repasse parcial do novo IPI. Derivado do Golf, recebeu retoques na frente e traseira e, no interior, rádio com navegador. Assist Park II agora permite entrar e sair das vagas, inclusive as transversais, com mínima intervenção do motorista. Impressiona a nova tração 4x4 permanente, tanto no asfalto como na terra.

VENDER a ideia de um modelo comum voltado para a economia de combustível não é nada fácil. A Fiat faz isso agora com o motor de 1,4 litro do Uno Economy. Antes só aplicava o conceito a motores de 1 litro, como do próprio Uno. Pacote inclui transmissão, pneus, suspensões e gerenciamento do motor modificados para alcançar de 10% a 15% de economia.

BOSCH aumentará oferta de produtos de ponta produzidos no Brasil. Além do ABS de nona geração, ESP também entra no portfólio. São unidades mais compactas e leves, iguais às europeias, para ampliar segurança ativa nos automóveis. A empresa inicia atividades de energia solar, nacionalizando placas fotovoltaicas.

sábado, 20 de agosto de 2011

Novo Fiat Palio é o carro mais esperado do 2º semestre no Brasil

Vejam na arte do Auto Segredos como deve ser o novo FiatPalio
 Minha expectativa (e meu voto) se confirmou: o novo Palio é o carro mais esperado do 2º semestre no Brasil. Segundo enquete do De 0 a 100, que ficou no ar durante uma semana (8/8 a 15/8), 21,95% dos internautas concordam que o novo compacto da Fiat será o lançamento mais importante da segunda merdade de 2011.

Ele ganhou meu voto pela sua relevância no mercado nacional. Desde quando foi lançado, em 1996, o Palio sempre vendeu bem. Quinze anos depois é chegado o momento da renovação completa. Como a  Fiat tem  hisórico de fazer excelentes carros compactos, o novo Palio tem tudo para ser um sucesso absoluto de vendas.

Os internautas também concordaram comigo na sequência dos carros mais esperados, conforme escrevi aqui: Chevrolet Cruze (19,51%) e Ford New Fiesta hatch (12,19%), Nissan March (9,75%) e Renault Duster (9,14%). A expectativa está realmente grande nesse quarteto. São todos inéditos, sendo o Cruze a aposta da GM para ter sucesso novamente no segmento de sedãs médios; o Duster como o inédito rival direto do EcoSport; o March como o "primeiro popular japonês" (como a própria Nissan diz); e, finalmente, o New Fiesta hatch como um veículo de alta qualidade (igual ao irmão sedã), mas com a carroceria preferida dos brasileiros - sem contar o preço mais baixo do queo New Fiesta Sedan.

Em seguida veio o Hyundai Elantra, a aposta coreana para derrubar o Corolla do topo, com 8,53%. Chevrolet Cobalt, com 6,09%, e Fiat Freemont, com 5,48%, também tiveram certa relevância na votação. Os restantes apenas cumpriram tabela.

Qual carro será o lançamento mais importante do 2º semestre no Brasil?

Fiat Palio - 36 votos (21,95%)
Chevrolet Cruze - 32 votos (19,51%)
Ford New Fiesta hatch - 20 votos (12,19%)
Nissan March - 16 votos (9,75%)
Renault Duster - 15 votos (9,14%)
Hyundai Elantra - 14 votos (8,53%)
Chevrolet Cobalt - 10 votos (6,09%)
Fiat Freemont - 9 votos (5,48%)
JAC J5 - 3 votos (1,82%)
JAC J6 - 3 votos (1,82%)
Volkswagen Amarok Cabine Simples - 3 votos (1,82%)
Fiat 500 - 1 voto (0,60%)
Kia Picanto - 1 voto (0,60%)
Volkswagen SpaceCross - 1 voto (0,60%)
Brilliance FRV - 0 voto (0%)
TOTAL: 164 VOTOS

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Conheça detalhes do Freemont, o primeiro crossover da história da Fiat no Brasil

O Fiat Freemont já foi apresentado oficialmente para as revistas especializadas, que estamparam a foto do modelo em suas capas de agosto. Para os outros veículos de imprensa (blogs, jornais, TVs e outros), o lançamento acontece até o dia 12/08. E, para o consumidor, o mais importante de toda a história, o carro chega muito em breve às concessionárias da marca.

Para quem procura bem na internet, já é possível achar as informações e fotos oficiais do novo veículo "italiano". O Freemont é a versão da Fiat do Dodge Journey, mas com motor menor, preço mais baixo e pequenas diferenças no visual, acabamento e acertos.

Como adiantado pelas revistas, o Freemont chega com duas versões de acabamento, Emotion (5 lugares) e Precision (7 lugares), e com apenas uma opção de motor e câmbio: 2.4 16V de 4 cilindros a gasolina, que desenvolve 172 cv de potência a 6.000 rpm e 22,4 mkgf de torque a 4.500 rpm - sempre com transmissão automática de quatro marchas. Os preços são R$ 81.900 (Emotion) e R$ 86.000 (Precision). A Fiat espera vender entre 1.000 e 1.500 unidades do modelo por mês.
Segundo dados da Fiat, O Freemont precisa de 12,3 s (Emotion) e 12,9 s (Precision) para ser acelerado de 0 a 100 km/h, atingindo 190 km/h de velocidade máxima (não importando a versão). A diferença na aceleração acontece por causa do peso: 1.755 kg (leva cinco ocupantes) e 1.809 kg (para até sete pessoas). A média de consumo, de acordo com a fábrica, é o mesmo para os dois acabamentos: 9,1 km/l na cidade e 15 km/l na estrada - diferente do conseguido pela Quatro Rodas (ed. 620): 7,3 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. O tanque de combustível tem capacidade para 77,6 litros.
Conheça um pouco de cada versão.

Emotion
Porta-malas: 580 litros/1.562 litros (com segunda fileira de bancos totalmente rebatidos e carga até o teto);
Equipamentos de série: Ar-condicionado automático digital "dual zone" (regulagem individual para os passageiros da frente), airbag duplo, freio a disco nas quatro rodas com ABS, controles de estabilidade, tração, anti-capotamento e de ocilação do trailer, retrovisores eletrocrômicos, faróis de neblina; sistema keyless, banco do motorista com regulagem mecânica, encostos de cabeça ativos, computador de bordo, piloto automático, rodas de liga leve aro 16” (225/65 R16), rádio MP3 com Bluetooth, entrada USB e tela touch screen de 4,3” e comandos de voz (em inglês); sensor de pressão dos pneus e trio elétrico. Sensor de estacionamento é opcional.
 

Precision
Porta-malas: 145 litros/2.301 litros (com banco de passageiro, segunda e terceira fileira totalmente rebatidos);
Equipamentos de série: Além dos itens da Emotion, traz ainda ar-condicionado automático digital de três zonas, airbags laterais e de cortina (para as três fileiras de bancos), banco do motorista com regulagens elétricas, porta-objetos sob o assento do carona, bagageiro no teto, bancos da segunda fileira com booster para crianças embutido, retrovisores rebatíveis eletronicamente, rodas de 17" (225/65 R17), sensor crepuscular e sensor de estacionamento. Bancos em couro (R$ 2.200) e teto solar (R$ 2.500) são os opcionais.

Cores sólidas: Branco Caldo, Preto Etna, Vermelho Sfrontato;
Cores metálicas: Cinza Sfrenato e Prata Argento.
Garantia: 3 anos (o programa de relacionamento L´Unico, nascido com o Linea, também está disponível para o Freemont).

  
 Fotos: Fiat/Divulgação