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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Alta Roda - Pegar e ficar calado

Prioridade para circulação dos automóveis nas cidades é a regra no Brasil. Todos estão cansados de ouvir. Será mesmo que existe esse “privilégio”? Em função de arrecadação de impostos, a lógica econômica diz que quem paga a conta deve (ou deveria) usufruir, se não os melhores serviços, pelo menos algo proporcional ao desembolso.

Fique de lado toda a imensa cadeia de impostos, taxas, tarifas e penduricalhos fiscais e parafiscais, em níveis federal, estadual e municipal, que incide sobre os motoristas ao longo de toda a vida de suas máquinas. De longe, a maior carga fiscal do mundo, direta e indireta. Foco é no IPVA.  O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (inclui barcos e aviões, mas quase tudo vem de veículos sobre pneus), apenas em 2012, arrecadou nada menos de R$ 27 bilhões (cerca de US$ 14 bilhões), segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. E US$ 14 bilhões, só como ordem de grandeza, foi o custo histórico da hidrelétrica de Itaipu, ainda hoje a maior do mundo em geração efetiva, que levou sete anos em construção.

Metade de apenas esse único volumoso imposto vai para Estados e a outra metade, dividida entre municípios. Então, prioridade mínima para a circulação de veículos deveria incluir coisas corriqueiras como manutenção das vias e, mais do que isso, a sinalização semafórica. Seria absurdo, então, pedir câmaras de vigilância (em funcionamento efetivo) e painéis eletrônicos que indicassem situações de emergência, mais do que previsíveis em cidades do porte de São Paulo? A resposta, provavelmente, é que se trata de privilégios.

Volte-se ao corriqueiro, então. Chuvas fortes de verão, inundações de praxe, queda de árvores, falta de luz e o trânsito, obviamente, caótico. Mas como reagir, horas depois de um temporal, já com iluminação pública recuperada, a mais de uma centena de semáforos apagados ou embandeirados? Revoltante, uma viagem de 20 minutos se transformar em duas horas porque a cidade mais rica e que mais arrecada impostos possui apenas 200 cruzamentos com no-breaks, que em caso de apagão mantêm equipamentos elétricos e eletrônicos em funcionamento.

Não é vantagem indevida nenhuma. Tanto que a prefeitura paulistana e a concessionária de energia assinaram convênio para outros 178 sinais com no-breaks. Mas não foram instalados e se desentendem sobre a data em que deveriam ter sido. Mais grave: quem garante que a manutenção preventiva foi ou será feita? Metade das câmeras de vigilância de trânsito está inoperante por falta de cuidados. Mas os radares, fontes de arrecadação, estão perfeitos e com no-breaks, na maioria.

Plano de semáforos inteligentes, que se autoajustam ao nível do tráfego, foi desdenhado e sua ampliação, nunca efetuada. Certamente faz parte de regalias, daquelas que merecem condenação veemente. Mais fácil é impor rodízio de circulação pelo final da placa, que cria outros problemas e adia soluções inteligentes.
Indústria automobilística gera impostos suficientes para ampliar o transporte sobre trilhos (subterrâneo e aéreo) e melhorar, realmente, o trânsito nas grandes cidades. Motorista e automóvel não podem ser culpados pela inépcia do poder público. Ou, para sempre, pagar e ficar calado.

RODA VIVA

CORTES de preço (2 a 20%) nos modelos BMW e MINI, em função da aprovação da fábrica em Araquari (SC), dá à marca grande poder de competição. Carros mais caros, como o agora lançado Gran Coupé 640 (R$ 399.950) não se beneficiaram. Só dentro de seis meses haverá solenidade no local das obras, mas início de produção, confirmado para fim de 2014.

ESPERA-SE que Mercedes-Benz seja próxima marca premium alemã a confirmar produção no Brasil, nos próximos três meses. Não descartou utilizar instalações industriais da Nissan, em Resende (RJ), no segundo semestre de 2014, por conta de parcerias entre as matrizes no exterior. Mais provável, porém, é partir para fábrica exclusiva, em outro local.

FOCO do regime automobilístico, Inovar-Auto, é estimular fábricas e investimentos dedicados a novos produtos. “Puxadões” bastam nos aeroportos. Ainda depende de definições pelo governo federal o controle de conteúdo local de autopeças e componentes. Tema é complexo e de difícil formulação. Fala-se em três a quatro meses para solução final.

CRIATIVA firma alemã Foliatec lançou na Europa filme protetor para veículos em spray. Camada formada, totalmente invisível, protege para-choques, grades, rodas, faróis, lanternas e outros componentes. Adere em metal, plástico e vidro. Protege contra arranhões, pedriscos, lama e sujeira. Pode ser removido sem deixar vestígios e reaplicado.

DOCUMENTÁRIO Nutz, da produtora Firma Filmes, de Dino Dragone, breve em cartaz, traz interessante depoimento de Fernando Jaeger sobre a reprodução perfeita de antiga concessionária Vemag, a Dekabras, de São Leopoldo (RS). Instalações refletem exatamente o visual de cerca de meio século atrás, inclusive carros no salão de exposição.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Piloto (maluco) dá backflip inacreditável com Mini Cooper Works Countryman!

Inacreditável! Esta é a melhor palavra para descrever o Guerlain Chicherit fez a bordo de um Mini Cooper Works Countryman. O piloto conseguiu dar um backflip (um giro de 360º) com o carro, por cima de uma espécie de parede de neve! É impressionante!

Fiquei até achando que era uma montagem, mas o maluco realmente conseguiu! Segundo a Mini, Chicherit foi o único a conseguir este importante feito - realizado em Tignes, na França.

Eu gosto do final do vídeo, quando vemos o giro acontecendo sem replay ou câmera lenta, com som ambiente, até a parada do veículo. Tiro o chapéu para o Chicherit!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Alta Roda - Grande no bom sentido

Não é à toa que a Fiat consegue, em ambiente de alta concorrência entre marcas de todas as origens, sustentar liderança de vendas entre automóveis e comerciais leves. O novo Grand Siena chegou, entre outros objetivos, para fortalecer as marca no segmento específico de automóveis, em que tem posição algo frágil em relação à Volkswagen e à GM. A empresa italiana, no Brasil, conta com a força da picape Strada para se manter no topo dos segmentos somados, mas isso poderia não ser suficiente no futuro.
Fotos: Fiat/Divulgação
Um dos méritos do Grand Siena é ter-se desvinculado da imagem de versão de três volumes do Palio, que mantinha desde a primeira geração, de1997. O chassi se baseia no do novo Palio, mas com amplas modificações em dimensões externas, bitolas e até do eixo traseiro com elementos do Punto. Preços vão de R$ 38.710 a R$ 52.137, essa incluindo o câmbio robotizado.

Trata-se agora de um sedã compacto anabolizado (no bom sentido) da mesma cepa do Cobalt, do Versa e de certo modo do Logan, este investindo mais no fator preço. O modelo da Fiat cresceu 14 cm tanto no entre-eixos como no comprimento total, aproximadamente. Isso permitiu apor uma terceira janela na coluna traseira sem parecer algo forçado, além de obviamente melhorar o espaço para as pernas no banco traseiro. Nesse quesito, porém, ainda perde para o Cobalt.
O carro segue a tendência atual de vincos laterais alinhados às maçanetas. A grade dianteira não é muito inspirada (inclusive pelo exagerado aplique cromado na versão de topo Essence), mas o desenho do spoiler, sim. Traseira muito bem resolvida continua sem lanterna de neblina. Quando equipado com rodas de aro de 16 pol, o estepe tem limitação de uso a recomendados 80 km/h. Porta-malas cresceu de 500 para 520 litros.

Motores de 1,4 l/88 cv e 1,6l/117 cv não são novidades. O de 1,0 l ficou restrito ao Siena EL de carroceria antiga e preço agora reduzido em pouco mais de R$ 1.000, pois a direção assistida se tornou opcional. Destaques do Grand Siena: nítida evolução em dirigibilidade, comportamento em curvas e evolução do câmbio automatizado. Sem dúvida haverá influência negativa nas vendas do Linea que, na verdade, nunca decolaram pelo posicionamento errado de mercado.

Entre pontos fracos estão a regulagem de altura do banco só na versão mais cara, o que também ocorre no controle de cruzeiro restrito ao câmbio automatizado. Regulagem elétrica dos espelhos externos junto à coluna dianteira só não incomoda quem possui braços desproporcionalmente longos. Faltam luzes laterais repetidoras nas carcaças dos espelhos.
Assunto no lançamento do Grand Siena foi a produção brasileira do sedã médio-compacto Dodge Dart, à venda nos EUA em meados do ano. A Fiat constrói uma fábrica nova em Goiana (PE) e, conforme a coluna antecipou, primeiro produto não será o subcompacto para suceder o Mille. Italianos optaram por um utilitário esporte pequeno para enfrentar EcoSport, Duster e outros futuros rivais. A necessária versão Fiat do Dart, escolhida para o Brasil, seguirá diretrizes (não iguais) do mesmo carro a se produzir na China, com apresentação em abril no Salão de Pequim, e nome de Viaggio.

RODA VIVA

SEDÃ médio-compacto da JAC, o J5 aposta na relação preço-benefício. Mas nesse segmento o apelo é relativo. O modelo chinês não oferece câmbio automático, previsto para 2013. Ao preço de R$ 53.880, exige adicionais para banco de couro e rodas de 17 pol. Aspecto externo é seu ponto alto, seguido por interior espaçoso e bom porta-malas de 460 litros.

MOTOR do J5, em alumínio, tem bons 125 cv. Porém, como a cilindrada é de apenas 1,5 l, torque se limita a 15,5 kgf•m, desvantajoso em relação aos rivais. Assistência hidráulica deixa a direção algo imprecisa em estrada. Suspensão é firme e um pouco ruidosa. No interior fica nítido: um carro simples que recebeu toques artificiais de sofisticação.

MINI Roadster comprova a estratégia positiva de diversificar ao máximo a linha da marca inglesa do Grupo BMW. Apesar de conversíveis terem baixa atratividade no Brasil, o modelo destaca-se pela oferta de motor turbo de 184 cv, na versão Cooper S. Faixa de preço de R$ 132.900 a R$ 144.950, com capota de lona de abertura manual. Adiante, abertura elétrica.

CENTRO de Psicologia Aplicada ao Trânsito (Cepat), de Salomão Rabinovich, em São Paulo, lançou programa de prevenção de acidentes e mortes no trânsito. “É preciso muito respeito para convivência entre pedestres, bicicletas, motocicletas, automóveis e caminhões. Toda a sociedade é vítima, quadro agravado por consumo de álcool, drogas e doenças do sono.”

SEGUNDA família de pneus Michelin, de alta eficiência na diminuição de consumo de combustível, demonstra que os fabricantes do setor estão engajados nesse objetivo. O Energy XM2 acrescentou mais uma característica, resistência a impactos, que no caso do Brasil é um verdadeiro flagelo com obstáculos físicos (buracos) e criados (lombadas) de toda ordem.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Alta Roda - Carga Pesada

Em meio a tanta turbulência nas economias desenvolvidas, chega a surpreender a recuperação firme do mercado americano. Tomando 2010 como referência, as vendas de automóveis e comerciais leves devem crescer 11%. Na União Europeia não haverá crescimento. No Brasil as vendas subirão em torno de 5%. O ritmo de expansão do mercado chinês – o maior do mundo – sofre um tranco, mas ainda é o mais dinâmico.

A interdependência entre os países interessa pelos reflexos que podem ocorrer nas subsidiárias brasileiras. Fiat depende, hoje, em grande parte dos resultados no Brasil e das marcas da Chrysler nos EUA (em especial da Jeep), pois o modelo 500 enfrenta vendas modestas, depois do investimento pesadíssimo para retorno ao mercado americano. A Volkswagen construiu uma fábrica nova no Tennessee e pode oferecer modelos menos caros, como o Passat específico para os EUA, que acaba de ganhar o título de Carro do Ano, da revista Motor Trend. Ford e GM confiam nas fábricas do México para complementar sua oferta por aqui.

Nesse cenário, o Salão do Automóvel de Los Angeles (18 a 27 de novembro) exerce um papel peculiar, numa cidade que tem a maior densidade de veículos por habitante no mundo.

Tradicionalmente é considerado um salão-butique (relativamente poucas marcas em exibição) e da vanguarda do pensamento californiano em favor de carros menos gastadores. Este ano, no entanto, os carros potentes fizeram a festa: do Porsche Panamera GTS (430 cv) ao Ford Mustang GT500 (660 cv), passando pelo Chevrolet Camaro ZL1 conversível (580 cv) e até o SUV Mercedes ML63 AMG (555 cv).

Apesar disso houve alguns lançamentos mundiais, prontos para o Brasil em 2012. Honda CR-V, inteiramente novo, agradou por suas linhas harmoniosas (versão apenas de cinco lugares) e um sistema de tração 4x4 melhorado. Hyundai Azera, igualmente todo novo, segue o estilo arrojado dos sedãs da marca – gama de seis modelos, todos brancos, no estande da marca sul-coreana chegavam a confundir pela semelhança.

A Volkswagen guardou para este salão o CC (cupê conforto), levemente retocado, agora sem o nome Passat, para não confundir clientes do sedã-cupê. Fabricado na Alemanha, também chegará ao Brasil no próximo ano. Desfeitos os laços com a Mazda, a Ford apresentou o SUV compacto (para eles) Escape, praticamente o europeu Kuga, baseado no Focus, porém com acabamento refinado. O novo EcoSport terá inspiração nas suas linhas.

A Chevrolet elegeu este salão para o lançamento mundial do subcompacto Spark, de origem sul-coreana, e por uma razão simples. Os carros pequenos nos EUA conquistarão, em 2011, surpreendentes 18% entre os veículos leves, se bem que enquadram Civic e Corolla, por exemplo, nesse segmento.

Por fim, apesar de 15 novas opções de modelos híbridos e elétricos disponíveis este ano, os compradores esfriaram o ânimo. Só se a gasolina subir de preço, a procura aumenta. A apatia pelos híbridos ocorre pelo maior preço (25% mais) e porque novos motores quase empatam em consumo de combustível na estrada. Os alternativos são muito melhores em uso urbano, mas as distâncias percorridas menores atrapalham o retorno financeiro. Poucos sustentam essa carga extra.

RODA VIVA

SEGUNDO a J.D. Powers, serão vendidos 815.000 veículos híbridos e elétricos este ano no mundo, 6% menos do que em 2010. Representam 1,1% do total mundial de 75 milhões de unidades (sem contar os pesados). Em 2012, os elétricos a bateria terão oferta bem maior. Previsão de 27.000 unidades comercializadas em 2012 nos EUA, 0,2% do mercado americano.

VIDA difícil também para híbridos no Brasil, apesar da Toyota anunciar que importará o Prius no próximo ano. A Porsche enviou uma unidade do Cayenne híbrido em 2010. Cerca de 20 jornalistas fizeram aqui rápidas avaliações do modelo, nos últimos 12 meses. Apesar dos elogios, o importador Stuttgart não conseguiu sequer um único interessado por essa opção.

MINI Cooper Countryman (R$ 99.950) se afasta do Mini duas-portas de chassi alongado, fabricado de 1961 a 1969. Não é feito na Inglaterra e sim na Áustria. Transformou-se em crossover, de quatro portas, com espaço interno razoável e mantendo painel, instrumentos e comandos lembrando o original. Motor 1,6 l da versão de entrada (120 cv) não faz jus à grife Cooper.

CONFIRMADA, semana passada, construção da fábrica da JAC, em Camaçari (BA). Dos R$ 900 milhões de investimento, 80% virão de fonte nacional, do empresário e importador da marca chinesa, Sérgio Habib, com capital próprio e empréstimos. Capacidade: 100 mil unidades/ano. De lá sairá, no início de 2014, segunda geração do J3 (hatch e sedã), abaixo de R$ 40 mil.

ALEMANHA segue a Suíça e exige que, três meses após obter a carteira de habilitação definitiva, os jovens voltem a ter aulas práticas com ênfase em direção defensiva. Essa providência diminuiu em 30% os acidentes de trânsito envolvendo os motoristas de primeira viagem, naturalmente com experiência menor ao volante.

terça-feira, 26 de julho de 2011

É hoje: Mini Cooper pela metade do preço! Aproveite!

O Mini One, versão de entrada da linha no país, mal chegou às concessionárias da marca no Brasil e já está com um baita e rápido desconto. Até às 23h59 de hoje, o modelo está 50% mais barato, saindo de R$ 69.950 por R$ 34.975 no site de compras coletivas Groupon.

Se você ficou animado, saiba que existem muitas condições para o nergócio ser feito. Veja mais abaixo. A principal delas é: só a primeira compra será validada, mesmo no caso de múltiplas compras simultâneas. Ou seja, corra!

O Mini Cooper One tem motor 1.6 16V a gasolina que desenvolve 98 cv de potência. Segundo a oferta do Groupon (print abaixo), o modelo vem com câmbio manual de seis marchas, direção elétrica, rodas de liga leve, seis airbags, freios ABS, controle dinâmico de estabilidade e computador de bordo.
Condições para a compra
. 1 MINI One para você. Somente a primeira compra será validada, mesmo no caso de múltiplas compras simultâneas;
. No caso de compras múltiplas ou falhas o dinheiro será devolvido no prazo de 48 horas via depósito bancário. Lembrando que o crédito/limite do cartão está sujeito a aprovação da sua administradora de cartão de crédito;
. IPVA não incluso e deverá ser recolhido sobre o valor do veículo sem o desconto aplicado, ou seja, R$ 69.950,00;
. Os valores de taxas de emplacamento, licenciamento e seguro são de responsabilidade do comprador e não estão inclusos no valor comprado no voucher;
. A cor (pintura sólida) será definida de acordo com o estoque, no momento da retirada do veículo;
. O veículo será entregue sem acessórios;
. O veículo deverá ser retirado no concessionário MINI autorizado mais próximo ao comprador. A retirada do MINI assim como a emissão da nota fiscal, concluem a venda não gerando mais direito a estorno ou devolução. O custo do transporte do comprador até a concessionaria mais proxima é de responsabilidade do comprador;
. O recebimento do voucher ou a confirmação do pedido não garantem a compra. Nesse caso excepcionalmente a confirmação da compra será realizada por um funcionário da GROUPON via telefone e e-mail 24 horas após a publicação da oferta. Somente após o contato direto do Funcionário Groupon com o possível comprador validará efetivamente o processo de compra;
. Funcionários BMW do Brasil, Groupon, agências ou concessionários BMW Group envolvidos não estão habilitados a participar da promoção;
. Após a confirmação de compra através do contato do funcionário Groupon, o comprador deve retirar o carro em até 30 dias uteis.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Criatividade em preto e branco

O brasileiro é realmente muito criativo. Provavelmente sem condições financeiras de comprar um Mini Cooper legítimo, como o modelo acima, um motorista de Brasília resolveu "transformar" o seu Volkswagen Gol num veículo mais "esportivo", com ares de Mini Cooper.

O projeto acabou ficando interessante. O Gol está com as portas, a dianteira, a traseira e com os pára-lamas e os pára-choques pintados de branco, deixando o teto e outros detalhes da carroceria em preto. O resultado ficou até legal, ainda mais por causa das rodas esportivas e dos pneus com o perfil baixo. Apenas o aerofólio ficou "deslocado", já que ele também deveria ser preto.

Agora, se o Gol anda como um Mini Cooper, de preferência o S, isso eu não sei. Talvez o internauta Rock, autor da foto, possa me esclarecer.


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Post dos internautas: Mini do Mr. Bean e Citroën 2CV futurista

Depois de alguns dias com pequenas problemas técnicos, que me atrapalharam de atualizar o blog, estou de volta, desta vez dando espaço para dois internautas que me enviaram conteúdos interessantes.
Fotos do Morris: Rock/Arquivo pessoal - 9/8/08
O primeio foi o internauta Rock, que sempre participa dos videochats do De 0 a 100. Ele tirou algumas fotos do Mini Morris, no bairro da Savassi, na região centro-sul de Belo Horizonte. Para quem não sabe, este é modelo usado pelo Mr. Bean, personagem criado e interpretado pelo ator Rowan Atkinson.
Não sei se o carro é original ou uma réplica feita por algum colecionador. Pelas imagens, vemos que o carro parece estar em bom estado. De acordo com o Rock, o carro chamava muita atenção no local onde estava estacionado. Várias pessoas tiraram fotos com o veículo. Vale comentar o detalhe do teto do modelo, com a bandeira da Grã-Bretanha.
Fotos do Citroën: David Portela/Reprodução da internet/ccsp.com.br - 11/8/08
Outra dica interessante veio do internauta Alberto, que me mandou um link mostrando o trabalho do designer francês David Portela, que é filho de portugueses. Com traços futuristas, Portela criou o uma nova versão do clássico Citroën 2CV. Embora não exista nenhuma relação entre o designer e a Citroën, o modelo recebeu influências dos anos 40, 50 e do futuro. Vale lembrar que o 2CV fez 60 anos em maio de 2008. Veja a matéria do Clube Online.
Se você tiver alguma dica interessante, me avise! Meu e-mail é renatoparizzi@gmail.com.