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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Alta Roda - Falta de senso

Passou despercebida ou mal divulgada a publicação no Diário Oficial da União, dia 4 de janeiro último, da lei 12.587 que cria a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Como sempre longo e pródigo em minúcias desnecessárias, o novo diploma legal tenta ordenar o caos no que os transportes urbano (em bem maior escala) e interestadual transformaram as médias e grandes cidades brasileiras.

O preocupante é a institucionalização do chamado rodízio baseado em finais de placas, maneira mais covarde de enfrentar os problemas de circulação. O artigo 23 lista algumas providências de que os entes federativos podem lançar mão, entre eles o pedágio urbano, sem se referir especificamente a automóveis:

•    Restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados.
•    Aplicação de tributos sobre modos e serviços de transporte urbano pela utilização da infraestrutura urbana, visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade, vinculando-se a receita à aplicação exclusiva em infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público, na forma da lei.


Em outras palavras os erros de planejamento não são atacados. Cuida de paliativos e nem procura incentivar os modais que realmente funcionam como o transporte sobre trilhos (superfície, suspenso e subterrâneo).

Essa lei ainda cria conflitos com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que, exatamente por ser um código, tem prioridade institucional. O CTB explicita, de forma clara, que o rodízio para controle de circulação só pode se implantar com fins ambientais. Para resolver problemas de congestionamentos não seria possível, mas como estamos no Brasil, fica tudo por isso mesmo. A cidade de São Paulo implantou o rodízio sem as placas regulamentares, também em desacordo com o CTB.

Ainda no artigo 23, existe a obrigatoriedade dos entes federativos monitorarem e controlarem os gases de efeito local e de efeito estufa dos modos de transporte motorizados. O artigo 24 dá um prazo de três anos para que elaborem seu plano de mobilidade urbana, se desejarem receber recursos federais para esse fim. Pode ser um incentivo para os programas de controle de poluição veicular, dependentes de ações de estados e municípios, hoje mal coordenadas e com sérias distorções onde já se implantaram.

O estado do Rio de Janeiro uniu as inspeções ambiental e de segurança, porém longe de alcançar eficiência mínima. Ruim com ele, pior sem ele, é o que se pode dizer.

Em São Paulo, com sua frota maior do que a de vários estados, apenas a inspeção ambiental está tecnicamente bem implantada, apesar dos erros de procedimento iniciais. A tarifa do serviço, muito acima do razoável, sofreu este ano a primeira redução de 30%, motivo de comemoração. A principal distorção, no entanto, continua sem a atenção do Ministério Público. Ao contrário da experiência internacional que indica a inspeção ambiental no terceiro ou quarto licenciamento, em São Paulo carros com apenas três meses de uso devem se submeter ao controle. Total falta de senso.

RODA VIVA
Fiat/Divulgação
APESAR de alguma semelhança com o atual 500, a Fiat trata o 500 L (Large, grande em inglês) como sucessor do Idea. Será lançado em março no Salão de Genebra e terá versões de cinco e sete lugares. Vendas na Europa começam em julho. Usa mesma arquitetura de carros compactos do grupo, que vai gerar o futuro Punto.

ANÁLISES na Europa deixam a entender que restam poucas alternativas à possível fusão entre os grupos PSA Peugeot Citroën e Fiat-Chrysler. Os dois conglomerados, separadamente, não poderiam enfrentar os gigantescos investimentos já alocados pelo grupo VW-Porsche. Participação somada de franceses e italianos, no mercado europeu, é menor que a do grupo alemão.

AUDI Q3 impressiona pelo estilo atual, em particular visto de ¾ de traseira, interior muito bem cuidado e combinação de recursos eletrônicos. Dimensionalmente semelhante ao Tiguan, o motor oferece mais 11 cv, quatro opções de controle de rodagem e um sistema atualizado do conhecido recurso de roda-livre para poupar combustível. Estará no mercado em abril.
Peugeot/Divulgação
MAGNÍFICO motor quatro cilindros turbo de 1,6 litro/165 cv (projetado pela BMW) passa a equipar o Peugeot 408. Trata-se da mesma unidade já usada nos 3008 e RCZ, além dos Minis. Será a versão de topo, Griffe THP, deste sedã derivado do 307/C4, fabricado na Argentina, ao preço de R$ 81.490.

GOVERNO Federal pretende endurecer a “Lei Seca”, não tão seca assim, pois há uma pequena tolerância. Gestiona junto ao Congresso multas ainda mais pesadas para quem beber e dirigir, além de penas administrativas (suspensão da carteira de habilitação) mais severas. Também prevê outros métodos de avaliar o nível etílico – testemunhas, entre outros – no caso de recusa ao bafômetro.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Quilinhos extras que fazem a diferença (para pior)

Espero que não seja uma tendência, mas muitos dos últimos e esperados lançamentos do mercado nacional sofrem com o mesmo problema: excesso de peso! Do que adianta os carros saírem de fábrica equipados com motores modernos se os quilos extras acabam com a eficiência (bom desempenho x boa média de consumo)?
O belo Fiat Bravo, com o motor 1.8 16V E.TorQ debaixo do capô, pesa 1.340 kg (Essence), 1.345 kg (Essence Dualogic), 1.355 kg (Absolute) e 1.360 kg (Absolute Dualogic). Já a versão T-Jet, com propulsor 1.4 turbo, pesa 1.370 kg. Pelo menos a Fiat é clara e revela o peso do carro no seu site, diferente da Ford, que parece esconder na sua página oficial o peso do seu hatch médio (me avisem se vocês encontrarem!).

Segundo informações oficiais divulgadas para a imprensa em fevereiro de 2010, o Focus 2.0 pesa 1.338 kg (GLX), 1.353 kg (GLX automático), 1.356 kg (Ghia) e 1.371 kg (Ghia automático). Não achei quanto as versões GL e GLX 1.6 16V pesam, nem a nova Titanium.  Interessante comparar o peso do modelo vendido por aqui com o Focus comercializado na Argentina. Segundo a Ford de lá, que publica os números de peso de seus modelos no site, o Focus 1.6 16V Sigma a gasolina pesa 1.257 kg, seguido pelo 2.0 a gasolina manual, com 1.327 kg, e pelo 2.0 automático, com 1.339 kg. Por curiosidade: o Focus 1.8 8V a diesel pesa 1.391 kg no país vizinho. Será que o sistema flex tornou o nosso Focus mais gordinho? Não custa lembrar que tenho falado do peso do novo Focus desde 2009.

O Chevrolet Vectra GT também não é dos mais leves, pesando 1.283 kg (GT manual), 1.325 kg (GT automático), 1.303 kg (GT-X) e 1.345 kg (GT-X automático). O Peugeot 307 é outro que está acima do peso: parte dos 1.302 kg (1.6 16V Presence) e chega até 1.368 kg (Feline 2.0 16V).

Em relação aos concorrentes, segundo os respectivos sites oficiais, o Nissan Tiida hatch pesa entre 1.195 kg (S) e 1.262 kg (SL automático); o Chevrolet Astra pesa 1.220 kg, e o Citroën C4 pesa entre 1.200 kg (GLX 1.6 16V manual) e 1.292 kg (2.0 Exclusive automático). Já o Volkswagen Golf 1.6 pesa 1.193 kg (o site da VW é confuso e não me permitiu encontrar os dados das outras versões).

Como vocês perceberam, considero que o hatch médio é gordo quando ele pesa mais de 1.300 kg. Modelos dessa categoria não deveriam passar dos 1.250 kg, ainda mais aqueles com motor abaixo de 2.0.
Mudando de segmento, o Honda Civic tem excelente forma, pesando entre 1.235 kg (LXS manual) e 1.275 kg (EXS automático). O Toyota Corolla também faz bonito, com pesos variando entre R$ 1.245 kg (XLi 1.8 manual) e 1.290 kg (Altis 2.0 automático). O Chevrolet Vectra começa bem, mas acaba "cheinho": 1.268 kg (Expression manual), 1.310 kg (Expression automático), 1.308 kg (Elegance manual, 1.350 kg (Elegance automático) e 1.383 kg (Elite automático).
Entre os mais novos, só gordinhos. O Volkswagen Jetta 2.0 Total Flex Tiptronic pesa 1.346 kg, um pouco menos que o Renault Fluence, que varia entre 1.369 kg (Dynamique manual) e 1.372 kg (Privilège automático). Já o Peugeot 408 é o obeso da turma, variando entre 1.468 kg (Allure manual) e gordurosos 1.527 kg (Griffe automático). Mais de uma tonelada e meia para um sedã médio! Até o Peugeot 508, que é maior que o 408 (4,79 m x 4,69 m de comprimento; 1,85 m x 1,81 m de largura; e 2,81 m x 2,71 m de entre-eixos), pesa menos: 1.400 kg!
Pela lógica simples, quanto menos um carro pesa, menos combustível ele consome e melhor desempenho ele tem. Comparei apenas duas categorias, mas tenho certeza de que outros segmentos também têm carros bem "gordinhos".
(Fotos: Montadoras/Divulgação)
Atualização
Recebi inúmeros e-mails de pessoas questionando os números que postei aqui. Deixo claro uma coisa: não inventei nenhuma informação. Todos os dados foram retirados de fontes oficiais e, em alguns casos, conferidos em mais de um lugar. Para finalizar, publico abaixo um print do release de imprensa do Focus 2.0 flex divulgado pela Ford em fevereiro de 2010 (clique na imagem para ampliar).
 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Para internautas, novos Cerato hatch e Jetta farão sucesso no Brasil

Fiat Bravo, Renault Fluence e Peugeot 408 foram anunciados para grandes players durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2010. Mas, segundo os internautas do De 0 a 100, os novos Kia Cerato hatch e Volkswagen Jetta farão mais sucesso em seus respectivos segmentos.
Com a pergunta "Qual hatch médio apresentado no Salão fará mais sucesso?", o modelo coreano ficou com 42% dos votos, com o belo (de visual) Bravo em segundo, bem próximo, com 36%. Para 12% dos internautas, os dois modelos vão fazer sucesso, enquanto apenas 8% das pessoas acham que os dois hatches médios vão fracassar no Brasil.

Qual hatch médio apresentado no Salão fará mais sucesso?

Kia Cerato hatch - 63 votos (42%)
Fiat Bravo - 54 (36%)
Os dois - 19 (12%)
Nenhum dos dois - 12 (8%)
Total: 148 votos
Em relação aos sedãs médios, o novo Volkswagen Jetta tem mais chances de fazer sucesso de acordo com  32% das respostas à pergunta "Entre os novos sedãs mostrados no Salão, qual fará mais sucesso?". Já o Fluence é o segundo com mais chance de sucesso para os internautas no Brasil, com 24%, seguindo pelo 408 com 22%. Um ponto interessante foi que 18% dos internautas pensam que os três veículos não vão cair no gosto do brasileiro.

Entre os novos sedãs mostrados no Salão, qual fará mais sucesso?

Volkswagen Jetta - 40 votos (32%)
Renault Fluence - 31 (24%)
Peugeot 408 - 28 (22%)
Nenhum deles - 23 (18%)
Os três - 3 (2%)
Total: 125 votos









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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Peugeot frustrada no Brasil. Mas esperança existe e é já real

A Peugeot corre contra o tempo para recuperar mercado e prestígio no Brasil. Deve ser realmente complicado ver os seus modelos serem superados em vendas para dinossauros da indústria nacional.
A perua derivada do 206,5 - digo 207 -, a 207 SW, não consegue superar a veterana (idosa) Volkswagen Parati. De janeiro a outubro de 2010, foram vendidas 6.138 unidades do modelo da Volks, contra 4.484 unidades da station da marca do leão. O veículo da Peugeot só conseguiu superar a perua gol em três dos setes meses analisados.
Você pode até estar pensando: "mas a 207 SW também é um quase uma veterana, já que o carro nada mais é que o 206 perua". Realmente isso é verdade. Mas, o "super lançamento" Hoggar também não vai bem das pernas. O modelo conseguiu a proeza de não ultrapassar a Ford Courier em vendas em nenhum mês de 2010! Tudo bem que a picape da Peugeot foi lançada no só chegou efetivamente ao mercado nacional em maio. Mas, mesmo assim, quase chega a ser uma vergonha "apanhar" da Courier. De janeiro a outubro de 2010, foram vendidas 5.833 da pequena e carente picape da Ford, contra 3.157 unidades da Hoggar. Só para comprar, nos primeiros 10 meses desse ano, a Fiat emplacou 94.290 Stradas.

O que dizer então do 307 Sedan, que, com apenas 2.368 unidades vendidas em 2010 (janeiro a outubro), não consegue superar Nissan Sentra (4.551 unidades), Chevrolet Astra Sedan (3.868) e até o Renault Mégane (2.911).
Pelo menos a Peugeot está se movimentando e já está tirando do forno três super lançamentos, apresentados oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo. O primeiro a desembarcar por aqui é o 3008, ainda em 2010. Ele será vendido, indicialmente, em duas versões: Allure, que parte de R$ 79.900, e Griffe, que tem valor sugerido de R$ 86.900. As duas versões são equipadas com motor 1.6 turbo de 156 cv de potência e 24 kgfm de torque, câmbio automático sequencial de seis velocidades, e chegam com freios ABS, seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital dual-zone, conexão bluetooth, compartimento refrigerado no console central e rodas aro 17”. O 3008 Griffe tem ainda bancos com revestimento em couro, teto solar panorâmico, bancos dianteiros aquecidos (bastante úteis para as frias terras brasileiras) e sensor de chuva e crepuscular.
O visual do 3008 é um dos seus principais atrativos, juntamente com sua tecnologia embarcada. Pelo que pude verificar no Salão do Automóvel, o acabamento é bom, bem feito, mas sem refinamentos super luxuosos. Pelos testes e avaliações que já li do carro, ele realmente parece ser muito bom. Seu desempenho, por exemplo, é excelente para um carro de mais de 1.600 kg de peso (e com motor 1.6). Segundo a marca, o 3008 precisa de 9,5 s para ser acelerado de 0 a 100 km/h e atinge 202 km/h de velocidade máxima.
O mais esperado, pela importância do segmento, é o 408, que mata, de uma vez, o 307 Sedan e o 407, e que chega no primeiro trimestre do ano que vem, com a motorização 2.0 flex e, provavelmente, no futuro, com 1.6 16V flex. Seu objetivo é claro: ser um sucesso de vendas, o que o 307 Sedan nunca conseguiu ser.
Visualmente, ele é muito mais bonio e, principalmente, harmônico que o 307 Sedan. Com os erros (e acertos) aprendidos pela Peugeot nos últimos anos no segmento dos sedã médios, o 408 tem um grande potencial de mercado. O fato dele ser bem mais moderno também vai ajudar bastante.

O Peugeot 408 mede 4,69 m de comprimento, 1,815 m de largura e 2,71 m de entreeixos. Seu porta-malas, segundo a marca, tem capacidade de 562 litros.


Finalizando, no segundo semestre de 2011 teremos nas concessionárias da marca do leão o belo esportivo RCZ, um cupê compacto 2+2 lugares. Seu motor 1.6 turbo de 165 cv de potência, com câmbio automático sequencial de seis velocidades, e seu visual ousado devem mesmo chamar a atenção pelas ruas, entrando na garagem de um seleto e restrito grupo de brasileiros.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Novas enquetes

Oi pessoal.

Publiquei duas enquetes novas sobre os hatches médios e o sedãs médios apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo. Sei que deixei alguns modelos de fora, mas quero ver o resultado apenas com os cinco carros envolvidos. As enquetes estão na coluna da direita aqui do De 0 a 100!

VOTEM!

Um abraço.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Salão do Automóvel de São Paulo - parte 1

Hoje foi o primeiro dia de imprensa do Salão do Automóvel de São Paulo. Foram 17 coletivas ao todo. Fiquei no local do evento de 8h da manhã às 19h30. Foi cansativo mas, como sempre, no final das contas, valeu a pena.

Não vou falar aqui de tudo que as marcas de hoje mostraram no Salão. Prefiro focar nos carros e nos pontos que mais gostei e/ou achei interessante. Já de início, três termos estavam presentes em quase todas as apresentações: as palavras sustentabilidade, inovação e o conceito "design fluído". Se as montadoras tivessem combinado, não teriam conseguido repetir estes termos tantas vezes

Ford
O dia começou com a coletiva de imprensa da Ford. A marca mostrou seus quatro pilares de comunicação, sempre usando um carro para representá-los: criatividade (New Fiesta), qualidade (Focus), sustentabilidade (Fusion Hybrid) e segurança (Edge). O Fusion Hybrid vai custar R$ 133.900, enquanto o novo Edge, agora mais equipado, terá preço de R$ 122.000.

Já o Focus passar a ser vendido com mais equipamentos de série, como já discutimos por aqui, e por um preço mais alto - tudo para afastá-lo do New Fiesta. A versão Ghia sai dor mercado e dá lugar à nova topo de linha Titanium. Veja mais detalhes no post abaixo.

Até 2013 a Ford pretende atualizar todas as suas plataformas no Brasil, incluindo o lançamento do novo EcoSport.

Fiat
Os italianos têm 30 carros expostos mo Salão, entre eles os carros conceitos FCC III (Mio), Uno Cabrio e Uno Ecology, o Novo Uno Sporting (que chega às concessionárias em breve) e o Bravo. O Mio é até legal, mas o Uno Cabrio o Bravo são as atrações do Salão.
O Uno Cabrio ficou realmente atrativo, ainda mais com o motor 1.4 T-Jet debaixo do capô. Ele tem visual diferenciado e agressivo, sendo um conversível de dois lugares.
Já o Bravo tem um visual arrasador.
Internamente, eu esperava um pouco mais de requinte, mas o acabamento é bom. O modelo tem até uma bela tela no meio do painel, mas que não é sensível a toque (segundo uma pessoa da Fiat, novidades sobre essa tela e sobre outros detalhes tecnológicos do Bravo serão anunciados até o final de novembro). Gostei também da posição de dirigir e da capacidade do porta-malas, mas o espaço interno é ruim, especialmente para as pernas. Os motores são o 1.8 E.TorQ (Essence e Absolute) e o 1.4 T-Jet.

Mitsubishi
Vale conhecer o novo ASX (Active Smart Crossover).

Hyundai
Os coreanos mostraram apenas o novo Sonata, que tem até ar-condicionado com ionizador (para matar bactérias). O sedã é interessante e tem atributos para se dar bem no seu segmento. Mas me perguntei: por onde andan i30 flex Tucson flex?

Chevrolet
Não sei se estive na coletiva de imprensa da Chevrolet ou num episódio ao vivo do seriado Glee. As quatro principais atrações da marca no Salão foram apresentadas com direito a uma performance musical, ao som de Lady Gaga e Black Eyed Peas, por exemplo. As apresentações foram até legais, mas foram um pouco exageradas.
Voltando aos quatro carros, são eles: nova Montana, Malibu 2011, Omega 2011 e Camaro V8, que vai custar R$ 185.000.
Bumblebee, dos Transformers, em tamanho real, também marca presença no Salão, assim como o uma unidade do Aveo hatch azul, outra do "aventureiro" Agile Crossport laranja (para testar a reação do público) e mais uma do "esportivo" Celta White .
Volkswagen
Embora com um estande grande e cheio de atrativos, a Volkswagen teve poucas novidades na prática: novos Jetta, Passat e Touareg. Os carros realmente evoluíram e ficaram mais bonitos e modernos. Dos três, o destaque foi o Jetta, que será lançado com motor 2.0 TSI. Uma versão 2.0 flex também é esperada.
A Volkswagen mostrou ainda a Saveiro RockeT, uma versão esportiva da Saveiro cabine estendida. O trabalho ficou muito bem feito. Debaixo do capô, a picape conceito está equipada com motor 1.4 turbo. Mas o que eu mais gostei do estande da Volks foi a Bik.e, uma bicicleta elétrica com um inovador mecanismo de dobramento, autonomia de 20 km, velocidade máxima de 20 km/h e peso de 20 kg.

Aproveitando a visita ao estande da VW, vá ao espaço logo ao lado e veja o espetacular Seat Ibiza Cupra!

Toyota
Os japoneses têm um estande morno, com um Corolla cromado, três conceitos, uma Hilux que "escala" a parede e o novo Rav4 4x2.

Mercedes
Vale a pena passar pelo estande da Mercedes-Benz, não só pelo modelos já tradicionais, mas por casusa dos lançamentos da marca: SLS AMG GT3 (primeiro semestre de 2011), E 350 Cabrio e o S 400 Hybrid. Vale conferir o C 180 CGI (R$ 115.000) e o Classe B com 180 com sistema park assist (que estaciona sozinho).

A Mercedes exibiu o seu forte slogan: the best or nothing.

Renault
Sem dúvida vale visitar o estande para conhecer o novo Fluence, que terá motor 2.0 16V flex com câmbio automático CVT (obrigado Sentra!). O sedã é mais bonito ao vivo e tem espaço interessante. Vale conferir também o já tradicional carro de F1 e também o Sandero Concept.
 Nissan
Outro estande que vale a visita por causa de um modelo, o March, futuro novo compacto da marca, com 3,78 m de comprimento, previsto para o fim de 2011. O Leaf também vale conhecer.
Peugeot
A marca do leão veio forte para o Salão, apresentando três modelos que podem ter destaque no Brasil. O 3008 começa a ser vendido ainda em 2010, partindo de R$ 79.900 na versão de entrada (Allure) e chegando a R$ 86.900 na topo de linha (Griffe). Ambas têm motor 1.6 turbo de 156 cv de potência, freios ABS, seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital dual-zone, conexão bluetooth, compartimento refrigerado no console central e rodas aro 17”. O 3008 Griffe vem equipado ainda com bancos revestidos em couro, teto solar panorâmico, bancos dianteiros aquecidos e sensor de chuva e crepuscular.

Já o 408 Sedan chega no primeiro trimestre do ano que vem, com a motorização 2.0 flex e, provavelmente, com a 1.6 16V flex, prometendo fazer o que o 307 Sedan nunca conseguiu: ser um sucesso de vendas. O belo esportivo RCZ está no salão e deve chegar às ruas brasileiras no segundo semestre de 2011.
Honda
Assim como a Toyota, a Honda não tem nenhuma atração que justifique a visita, embora seus modelos e conceitos sejam  bem interessantes. Vale, pela curiosidade, passar pelo estande para ver o Insight.

Subaru
A marca apresentou dois modelos que justificam a visita ao estande: Impreza XV e Impreza Sedan WRX STi.

Citroën
Carente de novidades depois da chegada do Aircross, a marca francesa foi uma das que mais investiu em atrações. Então o visitante poderá encontrar todos os modelos da marca vendidos no Brasil. Destaque para quatro cabines com Gran Turismo 5, uma parceria com a Sony que vai presentear um visitante por dia com um Playstation 3. Vale também conhecer o belo conceito GT, um verdadeiro espetáculo de carro. (fotos: Renato Parizzi, menos a do interior do Bravo e do Uno Cabriolet/Fiat/Divulgação e do Fluence/Renault/Divulgação)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Peugeot 408 Sedan: será que agora vai?

A linha 307 da Peugeot sempre foi muito boa, mas nunca conseguiu cair de vez no gosto do brasileiro. A versão sedã sempre foi bastante criticada por ter a dianteira de um carro e a traseira de outro. Mas esse não é o tema do post. Vamos falar aqui do novo sedã da Peugeot, que será apresentado ao público por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, que vai do final de outubro ao início de novembro.

O 408 será produzido na Argentina e importado para o Brasil tendo exatamente o visual como um de seus destaques. É inegável que o 408 Sedan evoluiu em relação ao 307 Sedan. As linhas são mais bonitas e harmônicas. Mesmo que a traseira não seja uma maravilha, e que ela tenha claramente uma influência chinesa (que pode não agradar tanto por aqui), ela é melhor do que a do 307.

O modelo será o primeiro do continente o sair de fábrica com novo logotipo da Peugeot, que ficou bem legal. O 408 sedã mede 4,68 m de comprimento e 1,81 m de largura. Por aqui, ele deve ter o já conhecido motor 2.0 16V flex, que desenvolve 143 cv de potência e 20 kgfm de torque com gasolina e 151 cv e 22 kgfm com etanol.

Tomara que a Peugeot valorize o público brasileiro assim como ela faz com os chineses. Segundo a Autoesporte, por lá, o 408 Sedan tem faróis de bi-xenón, seis airbags, freios ABS de série em todas as versões e controle de estabilidade e de tração nas versões mais caras. Não custa torcer para isso acontecer - mas a chance é pequena.

A minha expectativa então fica por conta do 408 hatch, previsto para chegar em 2011. Na verdade ele deveria ser 308 hatch, mas isso é assunto para outro post.