Mercado de automóveis voltou às manchetes em razão da agitação trazida pelos preços com alívio provisório do IPI, relaxamento de juros e do número de prestações. Há posições antagônicas entre alguns analistas, por um lado, indústria e concessionárias, de outro, as duas últimas afinadas em relação ao otimismo moderado.
Para os céticos, estaríamos diante de iminente estouro da bolha de consumo, iniciada há três anos pelos financiamentos longos e pouco rigor na aprovação de cadastros. Essa tese explicaria a alta inadimplência recorde de 5,9% (mais de 90 dias de atraso), o prejuízo de alguns bancos varejistas no setor e, assim, a dificuldade para queda acentuada dos juros e alongamento dos prazos.
Outros acham que a redução do IPI, somada aos descontos dos fabricantes acordados com o governo, deixaram os preços atuais, em alguns casos, próximos aos promocionais já praticados até a semana anterior. Isso, realmente, acontece, mas nada indica que o ambiente de competição não continuaria puxando os preços para baixo.
Otimistas pensam de outra forma. Sérgio Habib, importador JAC e dono de 95 concessionárias, de norte a sul do país, da própria JAC, Citroën e VW, afirmou à coluna: “Sentimos 35% de aumento de trânsito nas nossas lojas, nos últimos dias. Aposto que até 31 de agosto um milhão de unidades de todos os tipos será vendido. E se mantidas as condições atuais até o final do ano, não descarto que o Brasil consiga atingir quatro milhões, ainda em 2012.”
Tal previsão supera os 3,8 milhões de unidades, ainda não revistos pela Anfavea. Seu raciocínio é que o brasileiro troca de carro, em média, cada 32 meses. “Em 2009, ano ruim para a economia (0,2% de retração do PIB), venderam-se mais de três milhões de veículos. Hoje (momento teórico da troca), mais de 80% dos compradores estão adimplentes, os preços caíram e as condições de financiamento são similares.”
Como os preços, sempre eles, são motivo de discussão que tal ver o cenário dos últimos oito meses? Comparar preços com os EUA tem sido esporte popular. Pegue-se o Civic, mesmo automóvel fabricado aqui e lá. Só que o Civic mais barato lá é “pelado”, como se fala. Não existe aqui. Então seu preço para comparar não é o DX de US$ 16.000 e sim o LXL de US$ 23.000, incluído o frete. Em 1º de setembro de 2011 custava, com dólar a R$ 1,60, cerca de R$ 37.000,00. Pechincha, não?
Como a diferença de taxação é brutal, a referência menos ruim é o preço do Civic equivalente para taxistas no Brasil. Em 1º de maio último, o LXS valia RS 53.000, sem IPI e ICMS, porém ainda com carga fiscal superior à dos EUA. Mas o preço, em reais, saltou para R$ 48.000 (dólar a R$ 2,10, antes da intervenção do Banco Central). Por sorte, os americanos recebem seus salários em dólares e os brasileiros, em reais. Assim, ninguém sentiu os 30% de variação cambial. Se igualadas as cargas fiscais, os dois modelos custariam aproximadamente o mesmo preço, em maio. Alguns centavos a mais no valor do dólar e o carro sairia mais barato aqui.
Conclusão: qualquer variação mais forte do dólar leva a essas distorções, para cima ou para baixo. Não serve de consolo para os nossos preços altos por impostos e custos, mas a matemática é assim, implacável.
RODA VIVA
NOVO sedã Peugeot 301, embora projetado para países emergentes, tem poucas chances de produção no Brasil. Talvez na Argentina, mas seu preço ficaria próximo ao do 408. Para combater o Logan diretamente precisaria ter sido pensado desde o início como baixo custo, que não parece ser o caso. Peugeot também negou o 206 sedã e o carro é feito aqui, o Passion.
COTAS com IPI mais baixo para importados de marcas premium ou de modelos médios-grandes e grandes já são admitidas pelo governo, segundo fonte da coluna. Problema está em veículos compactos e médios-compactos de origem chinesa e sul-coreana. Seus preços baixos de exportação e valorização do real sufocam a produção nacional.
CITROËN DS3 chega por R$ 79.900 e oferece conceito ampliado de esportividade. Vidros laterais e traseiro conferem estilo diferenciado da versão normal, ao esconder coluna C e dar novo aspecto à coluna B. Motor turbo 1,6/165 cv já entrega 48 cv a apenas 1.400 rpm. Destaques para bancos, direção, câmbio manual/6 marchas e suspensões (embora ruidosas).
ESTILO atraente, bom espaço interno e câmbio (apenas manual) fácil de manusear. JAC J5, além do preço agora abaixo da barreira psicológica de R$ 50 mil (R$ 49.990), tem acabamento simples, visibilidade ruim dos instrumentos, ausência de botão central de destravamento de portas e imprecisão direcional. Falta torque ao motor de 1,5 l/125 cv.
DEPOIS de 14 anos de importação, Lexus vendeu em média apenas oito carros por mês no Brasil. A divisão de automóveis caros da Toyota terá dificuldades nessa fase de relançamento da marca. Iene valorizado deixou todos os quatro modelos bastante fora do nível de preços razoável para competir. Precisarão ter muita paciência ainda...
quinta-feira, 31 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Presidente Dilma Rousseff quer abrir ‘caixa-preta’ de montadoras e cortar lucros
Após a batalha da presidente Dilma Rousseff contra os juros dos bancos, o governo abrirá em breve outro front: quer que as montadoras de veículos no país abram as contas e margens de lucro.
O Executivo avalia que dá incentivos a um setor sem conhecer a real situação financeira das fabricantes. Por isso, deseja “sair do escuro” e, eventualmente, cobrar reduções mais agressivas de preços, sobretudo, quando houver incentivos federais, como os anunciados na segunda.
Por lei, companhias de capital fechado, a maioria do setor, não são obrigadas a divulgar seus balancetes.
Interlocutores de Dilma disseram à Folha que, após as medidas emergenciais para reduzir os estoques de carros, o próximo passo é atuar para, se for o caso, reduzir o “spread” das montadoras.
Trata-se de uma investida semelhante à do Planalto junto aos bancos, ação que teria rendido, conforme pesquisas extraoficiais de opinião, alguns pontos percentuais a mais na aprovação de Dilma.
Procurada, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automores) não quis se pronunciar.
Integrantes da cúpula do governo estão convencidos de que o carro brasileiro é caro não só pelo elevado nível de imposto (cerca de 30%, conforme Anfavea). Afirmam que, se os custos nacionais são altos, a margem de lucro das fabricantes também é. Em 2009, sob o impacto da crise externa, houve prejuízo das montadoras em suas sedes, mas não no Brasil.
Representantes do setor serão chamados a Brasília para negociar a abertura de contas, e medidas legais podem torná-la obrigatória. O clima não é de guerra, mas a diferença de preços de carros no país e no mundo incomoda.
Na Argentina, o Renault Duster 2.0 4×4 é vendido pelo equivalente a R$ 56.883. No Brasil, custa R$ 61.470. Em parte, essa diferença é explicada pela carga tributária e pelo “custo Brasil” (logística e mão de obra). Mas estudos de consultorias apontam lucro até duas vezes superior à média mundial.
Fonte: Folha de São Paulo
| Reprodução de David Zalubowski/AP |
Por lei, companhias de capital fechado, a maioria do setor, não são obrigadas a divulgar seus balancetes.
Interlocutores de Dilma disseram à Folha que, após as medidas emergenciais para reduzir os estoques de carros, o próximo passo é atuar para, se for o caso, reduzir o “spread” das montadoras.
Trata-se de uma investida semelhante à do Planalto junto aos bancos, ação que teria rendido, conforme pesquisas extraoficiais de opinião, alguns pontos percentuais a mais na aprovação de Dilma.
Procurada, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automores) não quis se pronunciar.
Integrantes da cúpula do governo estão convencidos de que o carro brasileiro é caro não só pelo elevado nível de imposto (cerca de 30%, conforme Anfavea). Afirmam que, se os custos nacionais são altos, a margem de lucro das fabricantes também é. Em 2009, sob o impacto da crise externa, houve prejuízo das montadoras em suas sedes, mas não no Brasil.
Representantes do setor serão chamados a Brasília para negociar a abertura de contas, e medidas legais podem torná-la obrigatória. O clima não é de guerra, mas a diferença de preços de carros no país e no mundo incomoda.
Na Argentina, o Renault Duster 2.0 4×4 é vendido pelo equivalente a R$ 56.883. No Brasil, custa R$ 61.470. Em parte, essa diferença é explicada pela carga tributária e pelo “custo Brasil” (logística e mão de obra). Mas estudos de consultorias apontam lucro até duas vezes superior à média mundial.
Fonte: Folha de São Paulo
domingo, 27 de maio de 2012
Chevrolet e Honda também reduzem os preços de seus carros por causa da queda do IPI
Jac Motors, Renault, Nissan, Ford, Peugeot, Toyota e Volkswagen: quase todas as principais marcas nacionais anunciaram os novos preços de seus veículos com a redução do IPI. Agora, mais duas marcam entram para o bolo: Honda e Chevrolet. Confiram:
HONDA
FIT
- DX 1.3 16V MT – R$ 47.930
- LX 1.3 16V MT – R$ 51.540
- LX 1.3 16V automático – R$ 54.500
- EX 1.5 16V MT – R$ 57.480
- EX 1.5 16V automático – R$ 60.810
- EXL 1.5 16V automático – R$ 62.660
CITY
- DX 1.5 16V MT – R$ 49.610
- LX 1.5 16V MT – R$ 54.580
- LX 1.5 16V automático – R$ 57.550
- EX 1.5 16V automático – R$ 61.680
CIVIC
- LXS 1.8 16V MT – R$ 62.990
- LXS 1.8 16V automático – R$ 66.010
- LXL 1.8 16V MT – R$ 67.040
- LXL 1.8 16V automático – R$ 69.990
- EXS 1.8 16V automático – R$ 79.480
CR-V
- LX 2.0 16V MT 4×2 – R$ 83.920
- LX 2.0 16V automático 4×2 – R$ 86.915
- EXL 2.0 16V automático 4×4 – R$ 102.160
CHEVROLET
CELTA
- LS 1.0 3p – R$ 24.049
- LS 1.0 5p – R$ 25.667
- LT 1.0 5p – R$ 27.053
CLASSIC
- LS 1.0 – R$ 25.469
PRISMA
- LT 1.4 – R$ 29.342
CORSA
- Hatch Maxx 1.4 – R$ 29.418
- Sedan Premium 1.4 – R$ 36.038
AGILE
- LT 1.4 – R$ 34.500
- LTZ 1.4 – R$ 41.017
COBALT
- LS 1.4 – R$ 37.834
- LT 1.4 – R$ 41.430
- LTZ 1.4 – R$ 43.985
MERIVA
- Joy 1.4 – R$ 40.310
- Maxx 1.4 – R$ 42.309
- Expression 1.8 Easytronic – R$ 42.694
- Premium 1.8 Easytronic – R$ 44.946
ZAFIRA
- Comfort 2.0 – R$ 55.123
- Expression 2.0 automático – R$ 59.027
- Elegance 2.0 automático – R$ 63.810
- Elite 2.0 automático – R$ 68.528
CRUZE
- LT 1.8 16V – R$ 62.558
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.653
CRUZE SPORT6
- LT 1.8 16V – R$ 60.216
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V – R$ 72.239
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.106
MONTANA
- LS 1.4 – R$ 30.608
- Sport 1.4 – R$ 42.097
S10 CS
- LS 2.4 – R$ 57.011
- LT 2.4 – R$ 59.937
- LS 2.8 TDI – R$ 82.705
S10 CD
- LS 2.4 – R$ 64.256
- LT 2.4 – R$ 70.203
- LTZ 2.4 – R$ 81.737
- LT 2.8 TDI 4×2 – R$ 95.779
- LT 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 100.621
- LT 2.8 TDI 4×4 – R$ 106.045
- LT 2.8 TDI 4×4 automático – R$ 109.821
- LTZ 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 113.695
- LTZ 2.8 TDI 4×4 automático – 130.982
CAPTIVA
- Sport Ecotec 2.4 automático – R$ 89.900
- Sport 3.6 V6 automático – R$ 96.900
- Sport 3.6 V6 automático AWD – R$ 101.900
MALIBU
- LTZ 2.4 automático – R$ 99.900
OMEGA
- CD 3.6 V6 automático – R$ 161.000
CAMARO
- SS 6.2 – R$ 201.000
HONDA
FIT
- DX 1.3 16V MT – R$ 47.930
- LX 1.3 16V MT – R$ 51.540
- LX 1.3 16V automático – R$ 54.500
- EX 1.5 16V MT – R$ 57.480
- EX 1.5 16V automático – R$ 60.810
- EXL 1.5 16V automático – R$ 62.660
CITY
- DX 1.5 16V MT – R$ 49.610
- LX 1.5 16V MT – R$ 54.580
- LX 1.5 16V automático – R$ 57.550
- EX 1.5 16V automático – R$ 61.680
CIVIC
- LXS 1.8 16V MT – R$ 62.990
- LXS 1.8 16V automático – R$ 66.010
- LXL 1.8 16V MT – R$ 67.040
- LXL 1.8 16V automático – R$ 69.990
- EXS 1.8 16V automático – R$ 79.480
![]() |
| Fotos acima: Honda/Divulgação |
- LX 2.0 16V MT 4×2 – R$ 83.920
- LX 2.0 16V automático 4×2 – R$ 86.915
- EXL 2.0 16V automático 4×4 – R$ 102.160
CHEVROLET
CELTA
- LS 1.0 3p – R$ 24.049
- LS 1.0 5p – R$ 25.667
- LT 1.0 5p – R$ 27.053
CLASSIC
- LS 1.0 – R$ 25.469
PRISMA
- LT 1.4 – R$ 29.342
CORSA
- Hatch Maxx 1.4 – R$ 29.418
- Sedan Premium 1.4 – R$ 36.038
AGILE
- LT 1.4 – R$ 34.500
- LTZ 1.4 – R$ 41.017
![]() |
| Chevrolet/Divulgação |
- LS 1.4 – R$ 37.834
- LT 1.4 – R$ 41.430
- LTZ 1.4 – R$ 43.985
MERIVA
- Joy 1.4 – R$ 40.310
- Maxx 1.4 – R$ 42.309
- Expression 1.8 Easytronic – R$ 42.694
- Premium 1.8 Easytronic – R$ 44.946
ZAFIRA
- Comfort 2.0 – R$ 55.123
- Expression 2.0 automático – R$ 59.027
- Elegance 2.0 automático – R$ 63.810
- Elite 2.0 automático – R$ 68.528
CRUZE
- LT 1.8 16V – R$ 62.558
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.653
![]() |
| Chevrolet/Divulgação |
- LT 1.8 16V – R$ 60.216
- LT 1.8 16V automático – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16V – R$ 72.239
- LTZ 1.8 16V automático – R$ 74.106
MONTANA
- LS 1.4 – R$ 30.608
- Sport 1.4 – R$ 42.097
S10 CS
- LS 2.4 – R$ 57.011
- LT 2.4 – R$ 59.937
- LS 2.8 TDI – R$ 82.705
S10 CD
- LS 2.4 – R$ 64.256
- LT 2.4 – R$ 70.203
- LTZ 2.4 – R$ 81.737
- LT 2.8 TDI 4×2 – R$ 95.779
- LT 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 100.621
- LT 2.8 TDI 4×4 – R$ 106.045
- LT 2.8 TDI 4×4 automático – R$ 109.821
- LTZ 2.8 TDI 4×2 automático – R$ 113.695
- LTZ 2.8 TDI 4×4 automático – 130.982
CAPTIVA
- Sport Ecotec 2.4 automático – R$ 89.900
- Sport 3.6 V6 automático – R$ 96.900
- Sport 3.6 V6 automático AWD – R$ 101.900
MALIBU
- LTZ 2.4 automático – R$ 99.900
OMEGA
- CD 3.6 V6 automático – R$ 161.000
CAMARO
- SS 6.2 – R$ 201.000
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Ford, Peugeot, Toyota e Volkswagen anunciam novos preços de seus veículos com IPI reduzido
Praticamente todas as montadoras divulgaram os novos preços de seus modelos com o IPI reduzido. Jac Motors, Renault e Nissan agora estão acompanhadas de Ford, Peugeot, Toyota e Volkswagen. Confiram:
FORD (nem todos tiveram os preços reduzidos)
Ka 1.0 - R$ 21.240
Ka Sport 1.6 - R$ 32.550
Fiesta Rocam 1.0 - R$ 24.210
Fiesta Rocam 1.0 - R$ 33.000
Fiesta Sedan Rocam 1.0 - R$ 26.100
Fiesta Sedan Rocam 1.6 - R$ 35.030
New Fiesta hatch 1.6 16V - R$ 44.130
New Fiesta Sedan 1.6 16V - R$ 46.020
Focus GL 1.6 16V - R$ 49.110
Focus GLX 1.6 16V - R$ 50.920
Focus GLX 2.0 16V - R$ 55.110
Focus Titanium 2.0 16V - R$ 64.180
Focus Sedan GL 1.6 16V - R$ 53.300
Focus Sedan GLX 1.6 16V - R$ 50.920
Focus Sedan GLX 2.0 16V - R$ 56.490
Focus Sedan Titanium 2.0 16V - R$ 70.030
Fusion SEL 2.5 - R$ 84.500
Fusion SEL V6 - R$ 94.360
Fusion Hybrid 2.5 gasolina/elétrico - R$ 133.900
EcoSport XL 1.6 - R$ 45.100
EcoSport XLS 1.6 - R$ 48.190
EcoSport FreeStyle 1.6 - R$ 50.620
EcoSport XLT 1.6 - R$ 53.540
EcoSport FreeStyle 2.0 - R$ 56.250
EcoSport XLT 2.0 - R$ 56.250
EcoSport 4WD 2.0 - R$ 57.220
Edge FWD V6 - R$ 127.150
Edge AWD V6 - R$ 146.350
Courier L 1.6 - R$ 31.950
Courier XL 1.6 - R$ 42.190
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 63.110
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 67.250
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x2 3.0 Diesel - R$ 76.820
Ranger Sport Limited Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 77.890
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x2 3.0 Diesel - R$ 81.370
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 85.960
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 88.430
Ranger Sport Limited Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 96.300
PEUGEOT
TOYOTA
VOLKSWAGEN
FORD (nem todos tiveram os preços reduzidos)
Ka 1.0 - R$ 21.240
Ka Sport 1.6 - R$ 32.550
Fiesta Rocam 1.0 - R$ 24.210
Fiesta Rocam 1.0 - R$ 33.000
Fiesta Sedan Rocam 1.0 - R$ 26.100
Fiesta Sedan Rocam 1.6 - R$ 35.030
New Fiesta hatch 1.6 16V - R$ 44.130
New Fiesta Sedan 1.6 16V - R$ 46.020
Focus GL 1.6 16V - R$ 49.110
Focus GLX 1.6 16V - R$ 50.920
Focus GLX 2.0 16V - R$ 55.110
Focus Titanium 2.0 16V - R$ 64.180
Focus Sedan GL 1.6 16V - R$ 53.300
Focus Sedan GLX 1.6 16V - R$ 50.920
Focus Sedan GLX 2.0 16V - R$ 56.490
Focus Sedan Titanium 2.0 16V - R$ 70.030
Fusion SEL 2.5 - R$ 84.500
Fusion SEL V6 - R$ 94.360
Fusion Hybrid 2.5 gasolina/elétrico - R$ 133.900
EcoSport XL 1.6 - R$ 45.100
EcoSport XLS 1.6 - R$ 48.190
EcoSport FreeStyle 1.6 - R$ 50.620
EcoSport XLT 1.6 - R$ 53.540
EcoSport FreeStyle 2.0 - R$ 56.250
EcoSport XLT 2.0 - R$ 56.250
EcoSport 4WD 2.0 - R$ 57.220
Edge FWD V6 - R$ 127.150
Edge AWD V6 - R$ 146.350
Courier L 1.6 - R$ 31.950
Courier XL 1.6 - R$ 42.190
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 63.110
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 67.250
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x2 3.0 Diesel - R$ 76.820
Ranger Sport Limited Cabine Dupla 4x2 2.3 - R$ 77.890
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x2 3.0 Diesel - R$ 81.370
Ranger Sport XLS Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 85.960
Ranger Sport XLT Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 88.430
Ranger Sport Limited Cabine Dupla 4x4 3.0 Diesel - R$ 96.300
PEUGEOT
TOYOTA
![]() |
| Fonte dessa tabela |
VOLKSWAGEN
| Modelo | Preços antigos - R$ | Preços atuais - R$ |
| Gol G4 1.0 2p | 26.960 | 24.291 |
| Gol G4 1.0 4p | 29.040 | 26.165 |
| Gol G5 1.0 | 30.970 | 27.904 |
| Gol G5 1.6 | 34.250 | 31.853 |
| Gol G5 1.6 I-Motion | 37.030 | 34.438 |
| Gol G5 1.6 Power | 41.120 | 38.242 |
| Gol G5 1.6 Power I-Motion | 43.900 | 40.827 |
| Gol G5 1.6 Rallye | 43.950 | 40.874 |
| Gol G5 1.6 Rallye I-Motion | 46.730 | 43.459 |
| Voyage 1.0 | 33.200 | 29.913 |
| Voyage 1.6 | 37.130 | 34.531 |
| Voyage 1.6 I-Motion | 39.910 | 37.116 |
| Voyage 1.6 Comfortline | 43.820 | 40.753 |
| Voyage 1.6 Comfortline I-Motion | 46.600 | 43.338 |
| Fox 1.0 2dr | 32.730 | 29.490 |
| Fox 1.0 4dr | 34.300 | 30.904 |
| Fox 1.6 4dr | 37.060 | 34.466 |
| Fox 1.6 I-Motion 4dr | 39.850 | 37.061 |
| Fox 1.6 Prime 4dr | 42.210 | 39.255 |
| Fox 1.6 Prime I-Motion 4dr | 45.000 | 41.850 |
| Fox 2dr Bluemotion | 36.730 | 34.159 |
| Fox 4dr Bluemotion | 38.300 | 35.619 |
| CrossFox | 51.100 | 47.523 |
| CrossFox I-Motion | 53.880 | 50.108 |
| SpaceFox | 45.310 | 42.159 |
| SpaceFox Trend | 49.725 | 46.265 |
| SpaceFox Trend I-motion | 52.425 | 48.776 |
| SpaceFox Sportline | 55.635 | 51.761 |
| SpaceFox Sportline I-Motion | 58.365 | 54.300 |
| Space Cross | 58.735 | 54.644 |
| SpaceCross I-Motion | 61.460 | 57.178 |
| Parati 1.6 | 42.810 | 39.813 |
| Parati Surf | 51.050 | 47.477 |
| Polo 1.6 | 47.510 | 44.184 |
| Polo 1.6 I-Motion | 50.290 | 46.770 |
| Polo 1.6 Bluemotion | 51.900 | 48.267 |
| Polo 1.6 Sportline | 50.590 | 47.049 |
| Polo 1.6 Sportline I-Motion | 53.370 | 49.634 |
| Polo 2.0 Sportline | 54.080 | 50.294 |
| Polo Sedan 1.6 | 50.250 | 46.733 |
| Polo Sedan 1.6 I-Motion | 53.030 | 49.318 |
| Polo Sedan 1.6 Comfortline | 52.480 | 48.806 |
| Polo Sedan 1.6 Comfortline I-Motion | 55.270 | 51.401 |
| Polo Sedan 2.0 Comfortline | 55.960 | 52.043 |
| Golf 1.6 | 52.900 | 49.197 |
| Golf 1.6 Sportline | 57.510 | 53.484 |
| Golf 2.0 Automático | 59.720 | 55.540 |
| Golf 2.0 Sportline Automático | 62.850 | 58.451 |
| Golf 2.0 Black Automático | 66.590 | 61.929 |
| Golf 2.0 GT | 64.530 | 60.013 |
| Golf 2.0 GT Automático | 70.870 | 65.909 |
| Jetta 2.0 Comfortline | 65.755 | 61.172 |
| Jetta 2.0 Comfortline Automático | 69.990 | 65.111 |
| Jetta 2.0 TSI Highline | 89.520 | 82.382 |
| Passat | 122.450 | 112.677 |
| Passat Variant | 128.950 | 118.657 |
| Tiguan | 115.650 | 106.421 |
| Saveiro SC | 34.340 | 32.966 |
| Saveiro SC Tropper | 40.400 | 38.784 |
| Saveiro EC | 36.885 | 35.410 |
| Saveiro EC Tropper | 43.430 | 41.693 |
| Saveiro Cross | 49.200 | 47.232 |
| Kombi Furgão | 45.660 | 43.834 |
| Kombi Standard | 49.930 | 47.434 |
| Amarok S CS 4X2 | 80.990 | 77.762 |
| Amarok S CS 4X4 | 87.990 | 84.482 |
| Amarok S CD 4X2 | 91.490 | 87.842 |
| Amarok S CD 4×4 | 95.490 | 91.682 |
| Amarok SE CS 4×4 | 95.490 | 91.682 |
| Amarok SE CD 4×4 | 102.990 | 98.882 |
| Amarok Trendline 180cv | 114.490 | 109.922 |
| Amarok Highline 180cv | 129.490 | 124.322 |
| Amarok Highline Automática | 135.990 | 130.562 |
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Alta Roda - O soluço dos impostos
Quem, de fato, usou o bom humor para definir os altos e baixos do mercado brasileiro de veículos foi o presidente italiano da Citroën do Brasil, Francesco Abbruzzesi: “Já aconteceram mais coisas no Brasil, em cinco meses, do que na Europa em cinco anos”. Ele se referia ao pacote que governo, indústria automobilística e, indiretamente, as instituições financeiras acabaram de anunciar para reanimar as vendas internas.
Entretanto, houve diferenças em relação a acordos anteriores aqui e mesmo no exterior, onde corte de impostos visou à renovação da frota. A principal novidade é que a indústria, além de obviamente manter empregos, concordou em descontos adicionais de 2,5% para automóveis até 1.000 cm³ de cilindrada; 1,5% entre 1.000 cm³ e 2.000 cm³; e 1% para comerciais leves (picapes e furgões). Utilitários esporte (SUV) são considerados automóveis para efeitos fiscais.
Na prática, os valores sugeridos de tabela, somadas as reduções provisórias de IPI, cairão em torno de 10%; 7% (flex) e 8% (gasolina); e 4% para os três segmentos citados. Carros com motores acima de 2.000 cm³, nacionais ou importados, não foram contemplados. Os importados nos três segmentos receberam descontos de IPI também, não na mesma proporção. Note, ainda, que motores flex tiveram redução nominal de IPI inferior aos a gasolina.
Nas rodadas de corte de IPI de 2008 e 2009, a indústria nada ofereceu em descontos adicionais nas tabelas. Esse é um ponto positivo e pode desencadear mais promoções, além das que já ocorriam para diminuição dos estoques. As medidas de estímulo valem até 31 de agosto próximo e será interessante ver o que acontecerá depois.
Por causa dessas negociações a Anfavea tinha decidido adiar a revisão de previsões de crescimento de 4% a 5% para este ano. Algo em torno de 3% parece, agora, factível. Ainda assim será difícil por exigir vendas mensais médias, até o final do ano, sempre acima de 320.000 unidades (incluídos caminhões e ônibus).
Maior impacto que o preço, porém, vem das novas condições de financiamento. O governo liberou uma parte do empréstimo compulsório dos bancos, voltou a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para 1,5% (antes 2,5%) e reduziu exigências de reservas bancárias para o valor de entrada baixo nos parcelamentos. Volume extra de dinheiro para emprestar é mais eficaz do que tentar baixar as taxas de juros só no “grito”, como se queria antes.
O retorno (tímido, acredita-se) dos empréstimos de 60 meses sem entrada ajudará, mas o valor da prestação menor para quem puder oferecer o carro usado como entrada será o verdadeiro alavancador das vendas. Além de preço vantajoso nas compras à vista, que são cerca de um terço do total.
Finalmente, repete-se aquela velha história de “renúncia” fiscal do governo. Diz que abriu mão de impostos, mas na realidade não ia arrecadar mesmo, pela queda das vendas. O efeito prático é neutro: menos impostos significam mais vendas e arrecadação igual. Redução do IOF sobre financiamento parece definitivo, porém é hora de, além do IPI federal, também governos estaduais reverem ICMS e IPVA. De soluço em soluço na política de impostos, nada se resolve em definitivo.
RODA VIVA
ANUÁRIO do Sindipeças confirma o que já se esperava. Brasil perdeu para a Índia o posto de sexto maior produtor mundial de veículos em 2011. Será difícil recuperar a posição porque nossas exportações não são competitivas em razão da valorização do real frente a outras moedas. Pelo mesmo motivo, mercado interno é ocupado por importações mais baratas.
DIVIDIR mercado com importados afeta produção, mas há outra razão técnica para a queda do País no cenário internacional. Veículos desmontados (para exportação) não estão mais nas estatísticas enviadas ao exterior. Se isso já tivesse acontecido em 2010, o Brasil teria perdido a sexta colocação, entre os maiores produtores mundiais, para a própria Índia.
CHRYSLER 300 canadense volta, renovado, ao mercado por R$ 180.000, competitivo dentro do segmento de grande porte. Linhas mudaram pouco e continuam fugindo de padrões discretos. Novo motor V6/286 cv e caixa automática de oito marchas são seus pontos altos. Suspensões estão mais firmes, porém seu menor curso leva ao batente em buracos e lombadas.
LAND ROVER avançou na oferta do Discovery 4: agora todas as versões com sete lugares. Tanto neste como no Range Rover Sport há novo motor diesel V6/256 cv (mais 11 cv) para combustível de menor teor de enxofre (S 50) e câmbio automático de oito marchas (ZF, como o do Chrysler 300). Tela de 8 pol em cores e fones sem fio foram acrescentados.
EMPRESA organizadora do Salão de Paris (29 de setembro a 14 de outubro) veio ao Brasil para divulgar a exposição, que espera novo recorde de público esse ano. Além de novos expositores (McLaren, uma das estreantes), área para testes de veículos elétricos e híbridos duplicou e haverá mostra histórica da publicidade no ramo automobilístico.
Entretanto, houve diferenças em relação a acordos anteriores aqui e mesmo no exterior, onde corte de impostos visou à renovação da frota. A principal novidade é que a indústria, além de obviamente manter empregos, concordou em descontos adicionais de 2,5% para automóveis até 1.000 cm³ de cilindrada; 1,5% entre 1.000 cm³ e 2.000 cm³; e 1% para comerciais leves (picapes e furgões). Utilitários esporte (SUV) são considerados automóveis para efeitos fiscais.
| Reprodução Autoesporte |
Nas rodadas de corte de IPI de 2008 e 2009, a indústria nada ofereceu em descontos adicionais nas tabelas. Esse é um ponto positivo e pode desencadear mais promoções, além das que já ocorriam para diminuição dos estoques. As medidas de estímulo valem até 31 de agosto próximo e será interessante ver o que acontecerá depois.
Por causa dessas negociações a Anfavea tinha decidido adiar a revisão de previsões de crescimento de 4% a 5% para este ano. Algo em torno de 3% parece, agora, factível. Ainda assim será difícil por exigir vendas mensais médias, até o final do ano, sempre acima de 320.000 unidades (incluídos caminhões e ônibus).
Maior impacto que o preço, porém, vem das novas condições de financiamento. O governo liberou uma parte do empréstimo compulsório dos bancos, voltou a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para 1,5% (antes 2,5%) e reduziu exigências de reservas bancárias para o valor de entrada baixo nos parcelamentos. Volume extra de dinheiro para emprestar é mais eficaz do que tentar baixar as taxas de juros só no “grito”, como se queria antes.
O retorno (tímido, acredita-se) dos empréstimos de 60 meses sem entrada ajudará, mas o valor da prestação menor para quem puder oferecer o carro usado como entrada será o verdadeiro alavancador das vendas. Além de preço vantajoso nas compras à vista, que são cerca de um terço do total.
Finalmente, repete-se aquela velha história de “renúncia” fiscal do governo. Diz que abriu mão de impostos, mas na realidade não ia arrecadar mesmo, pela queda das vendas. O efeito prático é neutro: menos impostos significam mais vendas e arrecadação igual. Redução do IOF sobre financiamento parece definitivo, porém é hora de, além do IPI federal, também governos estaduais reverem ICMS e IPVA. De soluço em soluço na política de impostos, nada se resolve em definitivo.
RODA VIVA
ANUÁRIO do Sindipeças confirma o que já se esperava. Brasil perdeu para a Índia o posto de sexto maior produtor mundial de veículos em 2011. Será difícil recuperar a posição porque nossas exportações não são competitivas em razão da valorização do real frente a outras moedas. Pelo mesmo motivo, mercado interno é ocupado por importações mais baratas.
DIVIDIR mercado com importados afeta produção, mas há outra razão técnica para a queda do País no cenário internacional. Veículos desmontados (para exportação) não estão mais nas estatísticas enviadas ao exterior. Se isso já tivesse acontecido em 2010, o Brasil teria perdido a sexta colocação, entre os maiores produtores mundiais, para a própria Índia.
CHRYSLER 300 canadense volta, renovado, ao mercado por R$ 180.000, competitivo dentro do segmento de grande porte. Linhas mudaram pouco e continuam fugindo de padrões discretos. Novo motor V6/286 cv e caixa automática de oito marchas são seus pontos altos. Suspensões estão mais firmes, porém seu menor curso leva ao batente em buracos e lombadas.
LAND ROVER avançou na oferta do Discovery 4: agora todas as versões com sete lugares. Tanto neste como no Range Rover Sport há novo motor diesel V6/256 cv (mais 11 cv) para combustível de menor teor de enxofre (S 50) e câmbio automático de oito marchas (ZF, como o do Chrysler 300). Tela de 8 pol em cores e fones sem fio foram acrescentados.
EMPRESA organizadora do Salão de Paris (29 de setembro a 14 de outubro) veio ao Brasil para divulgar a exposição, que espera novo recorde de público esse ano. Além de novos expositores (McLaren, uma das estreantes), área para testes de veículos elétricos e híbridos duplicou e haverá mostra histórica da publicidade no ramo automobilístico.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Nissan também anuncia novos preços com a redução do IPI
Depois da Jac Motors e da Renault, agora foi a fez da Nissan anunciar oficialmente os novos preços de seus veículos com o IPI reduzido. Confiram:
terça-feira, 22 de maio de 2012
Jac Motors e Renault anunciam novos preços de seus modelos com a redução do IPI
O Governo Federal anunciou ontem a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para compra de carros e Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para todas as operações de crédito de pessoas físicas - tudo até 31 de agosto de 2012. Menos de 24 horas depois, as marcas de carros já começaram a se movimentar, mostrandos seus preços novos ao consumidor. Jac Motors e Renault foram as primeiras.
Confiram os valores:
Jac Motor
. J3 - R$ 34.990 (antes: R$ 37.900)
. J3 Turin - R$ 36.990 (antes: R$ R$ 39.990)
. J5 - R$ 49.990 (antes: R$ 53.800)
. J6 2.0 5S - R$ 51.9900 (R$ 55.900)
. J6 2.0 Diamond 7S 17" - R$ 55.990 (R$ 59.500)
Renault
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 2 portas - R$ 23.760 (antes: R$ 25.910)
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 4 portas - R$ 25.060 (antes: R$ 27.330)
. Sandero Authentique 1.0 16V Hi-Flex - R$ 26.280 (antes: R$ 29.230)
. Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex- R$ 28.720 (antes: R$ 31.950)
. Sandero Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 31.720 (antes: R$ 34.250)
. Sandero Privilège 1.6 8V Hi-Torque - R$ 38.100 (antes: R$ 41.150)
. Sandero Privilège 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 41.350 (antes: R$ 44.650)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.270 (antes: R$ 43.490)
. Sandero Stepway Rip Curl série limitada 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.730 (antes: R$ 43.990)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 44.440 (antes: R$ 47.990)
. Logan Authentique 1.0 16V Hi-Flex - R$ 25.780 (antes: R$ 28.610)
. Logan Expression 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.230 (antes: R$ 30.220)
. Logan Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 30.490 (antes: R$ 32.820)
. Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 38.390 (antes: R$ 41.320)
. Logan Avantage série limitada 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.400 (antes: R$ 30.410)
. Symbol Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 37.310 (antes: R$ 39.900)
. Symbol Privilège 1.6 16V Hi-Flex - R$ 42.260 (antes: R$ 45.200)
. Grand Tour Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 47.860 (antes: R$ 51.190)
. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio manual - R$ 57.030 (antes: R$ 60.990)
. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 62.640 (antes: R$ 66.990)
. Fluence Privilège 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 71.050 (antes: R$ 75.990)
. Duster 1.6 16V Hi-Flex - R$ 48.170 (antes: R$ 51.800)
. Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 50.310 (antes: R$ 54.100)
. Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 54.030 (antes: R$ 58.100)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex - R$ 57.470 (antes: R$ 61.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex automático - R$ 61.190 (antes: R$ 65.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V tração 4x4 - R$ 61.470 (antes: R$ 66.100)
Além da redução do preços de seus modelos, Além disso, a Renault continua com ofertas exclusivas para o mês de maio com taxas zero de juros para financiamentos de veículos para a maioria da sua gama, em até 36 meses. As taxas zero de juros estão valendo em toda a rede de concessionários da marca e incluem os modelos Duster, Fluence, Logan, Sandero, Sandero Stepway, Mégane Grand Tour e Symbol. Ficam de fora somente os modelos Clio, Master e Kangoo, conforme a tabela abaixo.
Clio 12/12 e anteriores
- Taxa de 0,99%, 50% de entrada – 24 meses
- Taxa de 1,19%, 40% de entrada – 60 meses
Logan 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 50% de entrada – 36 meses
Sandero 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
Stepway 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 18 meses
Mégane Grand Tour 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 12 meses
Fluence 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
Symbol 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 24 meses
Duster 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
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| Fotos acima: Jac Motors/Divulgação |
Jac Motor
. J3 - R$ 34.990 (antes: R$ 37.900)
. J3 Turin - R$ 36.990 (antes: R$ R$ 39.990)
. J5 - R$ 49.990 (antes: R$ 53.800)
. J6 2.0 5S - R$ 51.9900 (R$ 55.900)
. J6 2.0 Diamond 7S 17" - R$ 55.990 (R$ 59.500)
Renault
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 2 portas - R$ 23.760 (antes: R$ 25.910)
. Clio 1.0 16V Hi-Flex - 4 portas - R$ 25.060 (antes: R$ 27.330)
![]() |
| Sandero Privilège 1.6 16V automático - Renault/Divulgação |
. Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex- R$ 28.720 (antes: R$ 31.950)
. Sandero Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 31.720 (antes: R$ 34.250)
. Sandero Privilège 1.6 8V Hi-Torque - R$ 38.100 (antes: R$ 41.150)
. Sandero Privilège 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 41.350 (antes: R$ 44.650)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.270 (antes: R$ 43.490)
. Sandero Stepway Rip Curl série limitada 1.6 16V Hi-Flex - R$ 40.730 (antes: R$ 43.990)
. Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 44.440 (antes: R$ 47.990)
![]() |
| Fluence Privilège 2.0 16V automático - Renault/Divulgação |
. Logan Authentique 1.0 16V Hi-Flex - R$ 25.780 (antes: R$ 28.610)
. Logan Expression 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.230 (antes: R$ 30.220)
. Logan Expression 1.6 8V Hi-Torque - R$ 30.490 (antes: R$ 32.820)
. Logan Expression 1.6 16V Hi-Flex automático - R$ 38.390 (antes: R$ 41.320)
. Logan Avantage série limitada 1.0 16V Hi-Flex - R$ 27.400 (antes: R$ 30.410)
. Symbol Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 37.310 (antes: R$ 39.900)
. Symbol Privilège 1.6 16V Hi-Flex - R$ 42.260 (antes: R$ 45.200)
. Grand Tour Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 47.860 (antes: R$ 51.190)
. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio manual - R$ 57.030 (antes: R$ 60.990)
. Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 62.640 (antes: R$ 66.990)
. Fluence Privilège 2.0 16V Hi-Flex câmbio CVT X-Tronic - R$ 71.050 (antes: R$ 75.990)
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| Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex automático - Guilber Hidaka/Renault/Divulgação |
. Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex - R$ 50.310 (antes: R$ 54.100)
. Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex - R$ 54.030 (antes: R$ 58.100)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex - R$ 57.470 (antes: R$ 61.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex automático - R$ 61.190 (antes: R$ 65.800)
. Duster Dynamique 2.0 16V tração 4x4 - R$ 61.470 (antes: R$ 66.100)
Além da redução do preços de seus modelos, Além disso, a Renault continua com ofertas exclusivas para o mês de maio com taxas zero de juros para financiamentos de veículos para a maioria da sua gama, em até 36 meses. As taxas zero de juros estão valendo em toda a rede de concessionários da marca e incluem os modelos Duster, Fluence, Logan, Sandero, Sandero Stepway, Mégane Grand Tour e Symbol. Ficam de fora somente os modelos Clio, Master e Kangoo, conforme a tabela abaixo.
Clio 12/12 e anteriores
- Taxa de 0,99%, 50% de entrada – 24 meses
- Taxa de 1,19%, 40% de entrada – 60 meses
Logan 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 50% de entrada – 36 meses
Sandero 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
Stepway 11/12 e 12/12
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 18 meses
Mégane Grand Tour 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 12 meses
Fluence 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
Symbol 12/12 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 24 meses
Duster 12/13 e anteriores
- Taxa de 0%, 60% de entrada – 36 meses
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Governo reduz IPI e IOF de carros. Objetivo é reduzir preço em aproximadamente 10%
Alexandro Martello - G1 (Brasília)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira (21) um pacote de medidas para estimular o crédito no país. Entre elas, está a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para compra de carros, além da diminuição do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para todas as operações de crédito de pessoas físicas de 2,5% para 1,5% ao ano. A redução do IPI vale até 31 de agosto. Segundo a Fazenda, as medidas valem a partir desta terça-feira (22).
O objetivo é estimular a atividade econômica. "Estamos diante do agravamento da crise financeira internacional. E isto está trazendo problemas para os emergentes como um todo. Exige esforços redobrados para manter a taxa de crescimento em um patamar razoável (...) O governo tem de tomar medidas de estímulo para combater as consequências dos problemas trazidos pela crise financeira internacional", explicou Mantega a jornalistas. Segundo ele, a renúncia fiscal das desonerações anunciadas hoje (valor que o governo deixará de arrecadar) é de R$ 2,1 bilhões em três meses.
De acordo com o Banco Central, o nível de atividade econômica do país registrou queda pelo terceiro mês seguido, de 0,35%, em março deste ano, na comparação com o mês anterior. Com isso, o Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br, que é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB pela autoridade monetária, fechou o primeiro trimestre de 2012 com alta de 0,15% ante o trimestre anterior. Isso mostra desaceleração frente ao crescimento de 0,19% do terceiro para o quarto trimestre do ano passado.
IPI de automóveis
Para a aquisição de automóveis, o governo informou que as empresas que estão instaladas no Brasil terão seu IPI para carros de até mil cilindradas (1.0) será reduzido de 7% para zero até o fim de agosto deste ano. Para carros importados de fora do Mercosul e México, a alíquota cairá de 37% para 30%, informou o ministro.
Para veículos de mil cilindradas (1.0) a duas mil cilindradas (2.0), a alíquota para carros a álcool e "flex" (álcool e gasolina), para empresas instaladas no Brasil, será reduzida de 11% para 5,5%. Para os carros importados, a alíquota será reduzida de 41% para 35,5%. Já para carros a gasolina de mil a duas mil cilindradas, o IPI cairá de 13% para 6,5% para carros produzidos no Brasil e de 43% para 36,5% para veículos de fora do Mercosul e México. No caso dos utilitários, a alíquota será reduzida de 4% para 1% (empresas instaladas no país) e, para carros importados, cairá de 34% para 31%.
Além disso, Mantega informou que o setor privado se comprometeu a dar descontos sobre as tabelas em vigor. Segundo ele, os desconto será de 2,5% para carros de até mil cilindradas, de 1,5% para automóveis de mil a duas mil cilindradas e de 1% para utilitários e comerciais. O objetivo de todas estas medidas é de reduzir, segundo Mantega, o custo dos carros em aproximadamente 10% nas revendedoras.
"Para o setor automotivo, estamos implementando as medidas financeiras. Os bancos privados e públicos se comprometeram em aumentar o volume de crédito; aumentar o número de parcelas. O financiamento terá mais parcelas, e também se comprometeram em reduzir a entrada para aquisição do bem, além de realizar redução do custo financeiro, ou dos juros do empréstimo", afirmou Mantega.
Alta da inadimplência
Dados do BC mostram que, em março, a inadimplência para compra de veículos, que registra atrasos superiores a 90 dias, atingiu a marca de 5,7%, o maior valor de toda a série histórica, que começa em junho de 2000. Em fevereiro deste ano, a inadimplência destas operações estava em 5,5%. Com isso, os bancos puxaram o freio na concessão de novos financiamentos neste ano.
"As medidas anunciadas, sem dúvida, atendem à demanda do setor. A indústria está com estoques muito altos", afirmou o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, após o anúncio.
Liberação de compulsórios para carros
Além de baixar o IPI para compra de veículos, e de reduzir do IOF sobre todas as operações de crédito para pessoas físicas, o governo também anunciou a liberação de parte dos depósitos compulsórios (recursos ficam retidos no BC para controlar a inflação) para estimular o crédito para a aquisição de veículos.
"O BC vai liberar compulsório para viabilizar um volume maior de crédito nessas atividades e para reduzir o custo do crédito. Vai reduzir o compulsório para esta carteira de financiamento, para aumentar o volume do crédito e baixar o custo", declarou Mantega.
Mais tarde, ainda nesta segunda, o Banco Central informou que foi aprovada uma circular que altera a regra dos depósitos compulsórios (que ficam retidos no BC para controlar a inflação) sobre recursos a prazo, permitindo que as instituições financeiras utilizem aproximadamente R$ 18 bilhões a mais para a realização de novas operações de crédito para financiamento de automóveis e de veículos comerciais leves. Esse montante representa, ainda de acordo com a autoridade monetária, cerca de 10% do total de crédito concedido ao segmento.
Linhas de crédito para investimentos
Para novos investimentos das empresas, o ministro Mantega informou que as linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão menores. O financiamento para pré-embarque de exportações, por exemplo, passará de 9% para 8% ao ano. Para compras de ônibus e caminhões, está sendo reduzida de 7,7% para 5,5% e, para compra de máquinas e equipamentos para produção, os juros estão caindo de 7,3% para 5,5% ao ano. No caso do Proengenharia, a taxa passou de 6,5% para 5,5% ao ano.
Texto: G1
Imagens: Autoesporte
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira (21) um pacote de medidas para estimular o crédito no país. Entre elas, está a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para compra de carros, além da diminuição do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para todas as operações de crédito de pessoas físicas de 2,5% para 1,5% ao ano. A redução do IPI vale até 31 de agosto. Segundo a Fazenda, as medidas valem a partir desta terça-feira (22).
O objetivo é estimular a atividade econômica. "Estamos diante do agravamento da crise financeira internacional. E isto está trazendo problemas para os emergentes como um todo. Exige esforços redobrados para manter a taxa de crescimento em um patamar razoável (...) O governo tem de tomar medidas de estímulo para combater as consequências dos problemas trazidos pela crise financeira internacional", explicou Mantega a jornalistas. Segundo ele, a renúncia fiscal das desonerações anunciadas hoje (valor que o governo deixará de arrecadar) é de R$ 2,1 bilhões em três meses.
De acordo com o Banco Central, o nível de atividade econômica do país registrou queda pelo terceiro mês seguido, de 0,35%, em março deste ano, na comparação com o mês anterior. Com isso, o Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br, que é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB pela autoridade monetária, fechou o primeiro trimestre de 2012 com alta de 0,15% ante o trimestre anterior. Isso mostra desaceleração frente ao crescimento de 0,19% do terceiro para o quarto trimestre do ano passado.
IPI de automóveis
Para a aquisição de automóveis, o governo informou que as empresas que estão instaladas no Brasil terão seu IPI para carros de até mil cilindradas (1.0) será reduzido de 7% para zero até o fim de agosto deste ano. Para carros importados de fora do Mercosul e México, a alíquota cairá de 37% para 30%, informou o ministro.
Para veículos de mil cilindradas (1.0) a duas mil cilindradas (2.0), a alíquota para carros a álcool e "flex" (álcool e gasolina), para empresas instaladas no Brasil, será reduzida de 11% para 5,5%. Para os carros importados, a alíquota será reduzida de 41% para 35,5%. Já para carros a gasolina de mil a duas mil cilindradas, o IPI cairá de 13% para 6,5% para carros produzidos no Brasil e de 43% para 36,5% para veículos de fora do Mercosul e México. No caso dos utilitários, a alíquota será reduzida de 4% para 1% (empresas instaladas no país) e, para carros importados, cairá de 34% para 31%.
Além disso, Mantega informou que o setor privado se comprometeu a dar descontos sobre as tabelas em vigor. Segundo ele, os desconto será de 2,5% para carros de até mil cilindradas, de 1,5% para automóveis de mil a duas mil cilindradas e de 1% para utilitários e comerciais. O objetivo de todas estas medidas é de reduzir, segundo Mantega, o custo dos carros em aproximadamente 10% nas revendedoras.
"Para o setor automotivo, estamos implementando as medidas financeiras. Os bancos privados e públicos se comprometeram em aumentar o volume de crédito; aumentar o número de parcelas. O financiamento terá mais parcelas, e também se comprometeram em reduzir a entrada para aquisição do bem, além de realizar redução do custo financeiro, ou dos juros do empréstimo", afirmou Mantega.
Alta da inadimplência
Dados do BC mostram que, em março, a inadimplência para compra de veículos, que registra atrasos superiores a 90 dias, atingiu a marca de 5,7%, o maior valor de toda a série histórica, que começa em junho de 2000. Em fevereiro deste ano, a inadimplência destas operações estava em 5,5%. Com isso, os bancos puxaram o freio na concessão de novos financiamentos neste ano.
"As medidas anunciadas, sem dúvida, atendem à demanda do setor. A indústria está com estoques muito altos", afirmou o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, após o anúncio.
Liberação de compulsórios para carros
Além de baixar o IPI para compra de veículos, e de reduzir do IOF sobre todas as operações de crédito para pessoas físicas, o governo também anunciou a liberação de parte dos depósitos compulsórios (recursos ficam retidos no BC para controlar a inflação) para estimular o crédito para a aquisição de veículos.
"O BC vai liberar compulsório para viabilizar um volume maior de crédito nessas atividades e para reduzir o custo do crédito. Vai reduzir o compulsório para esta carteira de financiamento, para aumentar o volume do crédito e baixar o custo", declarou Mantega.
Mais tarde, ainda nesta segunda, o Banco Central informou que foi aprovada uma circular que altera a regra dos depósitos compulsórios (que ficam retidos no BC para controlar a inflação) sobre recursos a prazo, permitindo que as instituições financeiras utilizem aproximadamente R$ 18 bilhões a mais para a realização de novas operações de crédito para financiamento de automóveis e de veículos comerciais leves. Esse montante representa, ainda de acordo com a autoridade monetária, cerca de 10% do total de crédito concedido ao segmento.
Linhas de crédito para investimentos
Para novos investimentos das empresas, o ministro Mantega informou que as linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão menores. O financiamento para pré-embarque de exportações, por exemplo, passará de 9% para 8% ao ano. Para compras de ônibus e caminhões, está sendo reduzida de 7,7% para 5,5% e, para compra de máquinas e equipamentos para produção, os juros estão caindo de 7,3% para 5,5% ao ano. No caso do Proengenharia, a taxa passou de 6,5% para 5,5% ao ano.
Texto: G1
Imagens: Autoesporte
BMW Série 6 Gran Coupe - Esportividade sob medida
Palermo, Itália - A ideia de construir um cupê de quatro portas nasceu com o Mercedes-Benz CLS, em 2004. O modelo com perfil típico e linhas instigantes não chegou a explodir em preferências, mas ajudou o Classe E, do qual se deriva e se soma nas estatísticas de vendas. O segundo automóvel nessa configuração foi o Porsche Panamera, em 2009. No mesmo ano foi lançado o Audi A5 Sportback, que não se encaixa exatamente no conceito de cupê de quatro portas. O A7, de 2010, aproxima-se mais.
Agora, a BMW lança o Série 6 Gran Coupe, de estilo harmonioso e inédito na sua gama, para explorar um nicho do qual não podia ficar de fora, como líder mundial entre as marcas premium.
O carro mede exatos 5 metros de comprimento e apenas 1,39 metro de altura. Seu capô longo, curvatura do teto à moda Hofmeister e janelas laterais traseiras que avançam sobre a coluna C formam um conjunto agradável e sem exageros. Antena traseira semelhante à barbatana de tubarão é coisa do passado nos novos BMW, deixando o teto totalmente limpo. Bem interessante é a carreira de LEDs que formam a terceira luz de freio, de extremidade a outra no alto do vigia traseiro, ótima solução de forma e função.
Distância entre-eixos de 2,97 metros (11,3 cm mais que no cupê Série 6) explica o espaço interno bastante generoso para quatro passageiros, inclusive para pernas no banco traseiro. A fábrica o classifica como 4+1 lugares porque o descansa-braço do banco de trás pode ser rebatido para um quinto passageiro. Nesse caso, entretanto, só alguém de estatura baixa e por trajetos curtos se submeteria ao desconforto do túnel alto no assoalho.
Equipamentos a bordo formam uma vasta lista, desde regulagens elétricas dos bancos e da coluna de direção com memórias, ao ar-condicionado de duas zonas de temperatura, passando pelo sistema de som Bang & Olufsen (opcional). Outros mimos: projeção colorida de informações no para-brisa, assistência para estacionar, câmeras de visão externa total, controlador de velocidade de cruzeiro com função para-e-anda, assistente de controle de farol alto e sistema de visão noturna que identifica pedestres a distância, entre outros.
O Série 6 Gran Coupe oferece dois motores a gasolina e um a diesel. No 640i, seis-em-linha biturbo de 3 litros/320 cv, de 5.800 a 6.000 rpm e 45,9 kgfm, de 1.300 a 4.500 rpm. No 650i surge, no último trimestre desse ano, o V-8 biturbo de nova geração, 4,4 litros/450 cv a 5.500 rpm e nada menos de 66,5 kgfm entre 2.000 e 4.500 rpm. O 640d também é seis-em-linha, de 3 litros/313 cv a 4.400 rpm e torque enorme de 64,2 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm. Caixa de câmbio automática tem oito marchas, do tipo epicicloidal e conversor de torque com bloqueios. Será oferecido, ainda, sistema de tração 4x4, no 650i xDrive.
Outras características incluem modo econômico Eco Pro e sistemas desliga-liga o motor quando em marcha lenta e de recuperação da energia de frenagem a fim de conter o consumo de combustível. Construção em alumínio de portas, capô, além de tampa do porta-malas em compósitos de fibra de vidro, ajudam a manter a massa total em 1.750 kg (1.790 kg, diesel) e também a economizar combustível.
Ao volante
O circuito nos arredores de Palermo, capital da ilha da Sicília, extremo sul da Itália, foi escolhido para avaliar o Gran Cupê em várias situações de uso.
Apesar do teto baixo, acesso ao interior é bom, inclusive ao banco traseiro. Couro claro de alta qualidade, materiais agradáveis ao tato e perfeição do acabamento são típicos da marca. As opções de ajuste do banco e volante se transformam em convite para a motorista desfrutar ao máximo a sua experiência de guiar, em razão do posicionamento perfeito.
Direção com assistência elétrica é precisa e rápida para um carro desse porte. Suspensões permitem guiar rápido e sem sustos, possibilitando selecionar entre modos de conforto e esporte. Se a escolha for pelo segundo, terá real comprometimento do conforto em troca de condução veloz e segura, ainda melhor com alavanca do câmbio também na opção esporte e uso das paletas de troca de marcha atrás do volante.
O desempenho das versões é bem próximo, apesar da enorme diferença de torque do diesel, concentrada em uma faixa de rotação relativamente estreita. De acordo com o fabricante, ambos os motores aceleram de 0 a 100 km/h em 5,4 s. Já de 0 a 1.000 metros, o motor a gasolina leva 25 s, mais lento apenas 0,3 s que o a diesel. A sonoridade dos dois motores empolga. Mas, apesar do baixo nível de vibração da versão a diesel, há uma pequena diferença de aspereza sentida no volante, em favor da gasolina, quando se acelera de verdade.
A BMW começará as vendas na Alemanha, ainda este mês, a partir de 81.000 euros/R$ 206.000 (gasolina). No restante da Europa e EUA, em junho. A previsão de chegada do 640i Gran Coupe ao Brasil é para o primeiro trimestre de 2013 com preço na faixa dos R$ 600.000.
Agora, a BMW lança o Série 6 Gran Coupe, de estilo harmonioso e inédito na sua gama, para explorar um nicho do qual não podia ficar de fora, como líder mundial entre as marcas premium.
O carro mede exatos 5 metros de comprimento e apenas 1,39 metro de altura. Seu capô longo, curvatura do teto à moda Hofmeister e janelas laterais traseiras que avançam sobre a coluna C formam um conjunto agradável e sem exageros. Antena traseira semelhante à barbatana de tubarão é coisa do passado nos novos BMW, deixando o teto totalmente limpo. Bem interessante é a carreira de LEDs que formam a terceira luz de freio, de extremidade a outra no alto do vigia traseiro, ótima solução de forma e função.
Distância entre-eixos de 2,97 metros (11,3 cm mais que no cupê Série 6) explica o espaço interno bastante generoso para quatro passageiros, inclusive para pernas no banco traseiro. A fábrica o classifica como 4+1 lugares porque o descansa-braço do banco de trás pode ser rebatido para um quinto passageiro. Nesse caso, entretanto, só alguém de estatura baixa e por trajetos curtos se submeteria ao desconforto do túnel alto no assoalho.
Equipamentos a bordo formam uma vasta lista, desde regulagens elétricas dos bancos e da coluna de direção com memórias, ao ar-condicionado de duas zonas de temperatura, passando pelo sistema de som Bang & Olufsen (opcional). Outros mimos: projeção colorida de informações no para-brisa, assistência para estacionar, câmeras de visão externa total, controlador de velocidade de cruzeiro com função para-e-anda, assistente de controle de farol alto e sistema de visão noturna que identifica pedestres a distância, entre outros.
O Série 6 Gran Coupe oferece dois motores a gasolina e um a diesel. No 640i, seis-em-linha biturbo de 3 litros/320 cv, de 5.800 a 6.000 rpm e 45,9 kgfm, de 1.300 a 4.500 rpm. No 650i surge, no último trimestre desse ano, o V-8 biturbo de nova geração, 4,4 litros/450 cv a 5.500 rpm e nada menos de 66,5 kgfm entre 2.000 e 4.500 rpm. O 640d também é seis-em-linha, de 3 litros/313 cv a 4.400 rpm e torque enorme de 64,2 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm. Caixa de câmbio automática tem oito marchas, do tipo epicicloidal e conversor de torque com bloqueios. Será oferecido, ainda, sistema de tração 4x4, no 650i xDrive.
Outras características incluem modo econômico Eco Pro e sistemas desliga-liga o motor quando em marcha lenta e de recuperação da energia de frenagem a fim de conter o consumo de combustível. Construção em alumínio de portas, capô, além de tampa do porta-malas em compósitos de fibra de vidro, ajudam a manter a massa total em 1.750 kg (1.790 kg, diesel) e também a economizar combustível.
Ao volante
O circuito nos arredores de Palermo, capital da ilha da Sicília, extremo sul da Itália, foi escolhido para avaliar o Gran Cupê em várias situações de uso.
Apesar do teto baixo, acesso ao interior é bom, inclusive ao banco traseiro. Couro claro de alta qualidade, materiais agradáveis ao tato e perfeição do acabamento são típicos da marca. As opções de ajuste do banco e volante se transformam em convite para a motorista desfrutar ao máximo a sua experiência de guiar, em razão do posicionamento perfeito.
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| Fotos: BMW/Divulgação |
O desempenho das versões é bem próximo, apesar da enorme diferença de torque do diesel, concentrada em uma faixa de rotação relativamente estreita. De acordo com o fabricante, ambos os motores aceleram de 0 a 100 km/h em 5,4 s. Já de 0 a 1.000 metros, o motor a gasolina leva 25 s, mais lento apenas 0,3 s que o a diesel. A sonoridade dos dois motores empolga. Mas, apesar do baixo nível de vibração da versão a diesel, há uma pequena diferença de aspereza sentida no volante, em favor da gasolina, quando se acelera de verdade.
A BMW começará as vendas na Alemanha, ainda este mês, a partir de 81.000 euros/R$ 206.000 (gasolina). No restante da Europa e EUA, em junho. A previsão de chegada do 640i Gran Coupe ao Brasil é para o primeiro trimestre de 2013 com preço na faixa dos R$ 600.000.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Duelo 5: Nissan Versa X Fiat Grand Siena
O Nissan Versa tem uma das melhores relações custo/benefício do segmento no Brasil. Mesmo que ele ainda não consiga demonstrar o seu potencial nas vendas, ele vem criando uma grande dor de cabeça para os interessados em comprar um sedã compacto premium, tanto é que ele já venceu os duelos contra o Nissan Tiida Sedan (não é compacto), o Chevrolet Cobalt e os Renault Logan e Symbol aqui no De 0 a 100. Mas como será que o Versa vai se sair contra o seu maior adversário no segmento, o Fiat Grand Siena?
Nissan Versa X Nissan Tiida Sedan
Nissan Versa X Chevrolet Cobalt
Nissan Versa X Renault Logan
Nissan Versa X Renault Symbol
Já antecipo um ponto semelhante entre Versa e Grand Siena: o prazo de entrega. Ambos continuam "sofrendo" com a alta procura, obrigando o consumidor a aguardar entre 1 e 2 meses (já foi pior para o Nissan), mesmo com as notícias de estoques cheios das montadoras (leia mais aqui, aqui e aqui). O Fiat Palio Sporting também está com longa fila de espera.
Preços e equipamentos
O Nissan Versa 1.6 S tem preço sugerido de R$ 35.990 e já vem equipado com airbag duplo, trava elétrica, sistema Keyless com abertura do porta-malas, alarme, direção elétrica progressiva, ajuste de altura do banco do motorista e do volante, computador de bordo, para-choques na cor do veículo (maçanetas externas e capa dos retrovisores pretos), console central inteiriço, tampa de combustível com abertura interna, preparação para som com antena e dois alto-falantes e rodas de aço de aro 15" (pneus 185/65 R15). Pagando mais R$ 2.600, o cliente leva ar-condicionado (R$ 38.590).
A Fiat equipa a versão de entrada do Grand Siena, Attractive 1.4, com airbag duplo, sistema ABS de freios, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, faróis de neblina, banco traseiro rebatível com 2 posições para o encosto, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas; computador de bordo, follow me home; comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível; rodas de aço estampado 5.5 x 14" (pneus 185/65 R14 - baixa resistência a rolagem); travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h; para-choques, maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, três apoios de cabeça traseiros, porta-luvas iluminado e volante com regulagem de altura. O preço sugerido é de R$ 38.410 - R$ 2.420 mais caro que o Versa, mas o Grand Siena vem mais equipado. Pagando R$ 2.979, o sedã italiano passa a ser equipado com ar-condicionado (R$ 41.689).
Mas, ao invés de pagar quase R$ 42.000 no Grand Siena 1.4, penso que vale investir um pouco mais e pegar o Grand Siena Essence 1.6 16V, que tem preço sugerido de R$ 43.470 e vem equipado com os itens do Attractive além de ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, rodas de liga leve 6.0 x 16" (pneus 195/55 R16 - baixa resistência a rolagem), indicador de temperatura externa, frisos laterais cromados e luzes de leitura dianteiras (com spot) - mas estranhamente, itens como os vidros traseiros elétricos (R$ 470) e predisposição para rádio (R$ 303) continuam opcionais. Por R$ 45.990, o Grand Siena Essence passa a ser equipado com câmbio manual automatizado Dualogic e piloto automático.
No Versa, a versão intermediária SV custa R$ 40.390 e tem os itens da S além de ar-condicionado, vidros com acionamento elétrico nas quatro portas, retrovisor com acionamento elétrico na cor do veículo, rádio CD Player 2DIN com RDS, MP3, iPod e entrada auxiliar; maçanetas externas cromadas (gosto duvidoso), banco traseiro bipartido (60/40), três cintos de segurança traseiro de três pontos (todas as versões deveriam ter), sistema fixação de cadeiras de criança ISOFIX, abertura interna do porta-malas e iluminação do porta-malas.
Por R$ 43.390, o Versa 1.6 SL (o preferido dos consumidores) tem todos os equipamentos da versão SV acrescidos de freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA), roda de liga leve de aro 15 com pneus 185/65 R15, maçanetas internas cromadas, painel “Fine Vision” e farois de neblina.
Nas versões básicas (Attractive e S), o Grand Siena é mais caro e mais equipado, tendo como principal diferencial o ABS; mas o Versa compensa com a força (1.6 x 1.4). Comparando os acabamentos topo de linha, Essence e SL, o Nissan é mais barato. Mas o sedã da Fiat tem uma lista de itens de série mais extensa, além de equipamentos exclusivos, como o câmbio Dualogic, piloto automático, side bags dianteiros e comandos de rádio no volante. Mas fica em dívida com o consumidor por não oferecer o sistema de som de série - item disponível de fábrica desde o Versa intermediário.
O maior defeito do Grand Siena é oferecer apenas um ano de garantia, enquanto o Versa (e quase todos os outros concorrentes - Cobalt, Logan e Symbol) oference três anos. A Fiat contra-ataca com com uma rede de quase 600 concessionárias espalhadas pelo Brasil, enquanto a Nissan beira 150. A facilidade de reposição de peças também pesa a favor da marca italiana.
No quesito "Preços e Equipamentos", decreto empate.
Fiat Grand Siena Attractive 1.4 - R$ 38.410
Fiat Grand Siena Attractive 1.4 + ar-condicionado - R$ 41.689
Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V - R$ 43.470
Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V Dualogic - R$ 45.990
X
Nissan Versa S - R$ 35.990
Nissan Versa S + ar-condicionado - R$ 38.590
Nissan Versa SV - R$ 40.390
Nissan Versa SL - R$ 43.390
Resultado: Fiat Grand Siena 1 x 1 Nissan Versa
Desempenho
Comparando o Versa 1.6 com o Grand Siena 1.4, vitória com folga do Versa, que anda mais e bebe menos. Mas, ao colocarmos o motor 1.6 16V E.TorQ a favor do Fiat, a situação fica bem mais equilibrada.
Por mais que o sedã da Nissan seja mais leve, o Grand Siena 1.6 contra-ataca entregando mais potência (4 cv e 6 cv) com rotação mais baixa (100 rpm) e torque visivalmente superior (1,1 mkgf e 1,7 mkgf), mas com regime de giro 500 rpm mais alto.
Na prática, o Versa anda ligeiramente mais que o Grand Siena 1.6, com o Fiat superando o Nissan nas frenagens. O consumo com etanol é praticamente igual na cidade e melhor para o Versa na estrada. Mas, como o sedã japonês mexicano tem um tanque com capacidade pífia, o italiano tem melhor autonomia. Mais um empate.
Nissan Versa 1.6 16V
Potência: 111 cv (g/e) a 5.600 rpm
Torque: 15,1 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,455 m
Largura: 1,695 m
Altura: 1,505 m
Entre-eixos: 2,600 m
Porta-malas: 460 litros
Tanque: 41 litros
Peso: 1.052 kg (S), 1.068 kg (SV) e 1.069 kg (SL)
Consumo (etanol): 8 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 624)
Fiat Grand Siena
Potência 1.4: 85/88 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque 1.4: 12,4/12,5 mkgf (g/e) a 3.500 rpm
Potência 1.6 16V: 115/117 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque 1.6 16V: 16,2/16,8 mkgf (g/e) a 4.500 rpm
Comprimento: 4,290 m
Largura: 1,700 m
Altura: 1,507 m
Entre-eixos: 2,511 m
Porta-malas: 520 litros
Tanque: 48 litros
Peso 1.4: 1.094 kg;
Peso 1.6 16V: 1.141 kg (Essence); 1.148 kg (Essence Dualogic)
Consumo 1.4 (etanol): 7,6 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 630)
Consumo 1.6 (etanol): 7,8 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 629)
Resultado: Fiat Grand Siena 2 x 2 Nissan Versa
Espaço, acabamento e conforto
Começando pelo acabamento, ligeira vantagem para o Siena. O Versa tem acabamento simples, mas bem feito, com peças bem encaixadas, mas o Fiat passa a sensação de melhor qualidade. No quesito espaço, por mais que o Versa seja um veículo maior (4,455 m x 4,29 m), o Grand Siena leva 60 litros a mais de bagagem no porta-malas (520 l x 460 l), o que pode fazer a diferença numa viagem.
Mas o Versa leva pequena vantagem no espaço interno, especialmente para as pernas, graças ao seu entre-eixos mais longo (2,60 m x 2,511 m). O Grand Siena é mais largo para quem vai atrás, o que facilita na hora de levar três pessoas no banco traseiro.
Em termos de conforto, gostei um pouco mais do acerto de suspensão do Versa, embora não tenha achado a do Grand Siena ruim. Por outro lado, a posição de dirigir do Fiat é mais gostosa. Os dois ficam devendo com a falta em ajuste de profundidade do volante.
A possibilidade de equipar o Grand Siena com comandos de rádio no volante (disponíveis para o Versa fora do Brasil) e com câmbio Dualogic (com a opção de Paddle Shift atrás do volante) tornam o sedã italiano ainda mais confortável - embora a transmissão automatizada ainda precise evoluir. Mais um quesito que termina com empate.
Resultado: Fiat Grand Siena 3 x 3 Nissan Versa
Visual
Este é um aspecto subjetivo, por isso não vale nota. Mas afirmo sem dúvidas: o Grand Siena é muito mais bonito e resolvido que o Nissan Versa. A Fiat realmente caprichou nas duas últimas carrocerias do Siena (atual e anterior), especialmente na traseira, inspirada em modelos da Alfa Romeo. Em relação ao Nissan, repito o que já disse antes: com seu jeito desengonçado, o Versão não é feio, mas também não é um primor de design.
Resumo da obra
O Nissan Versa não venceu, mas também nao perdeu, se mantendo invicto aqui nos Duelos do De 0 a 100 - bantendo anteriormente Nissan Tiida Sedan, Chevrolvet Cobalt e os Renault Logan e Symbol. O Grand Siena se mostrou um grande adversário, com qualidades para se tornar o mais popular do segmento.
A escolha entre os dois acaba mesmo sendo por gosto pessoal, pois os tem vantagens e desvantagens específicas. O Versa anda mais, bebe menos, é mais barato e tem três anos de garantia, enquanto o Grand Siena tem porta-malas maior, melhor autonomia, amplo apoio da rede de concessionárias, melhor posição de dirigir, maior segurança e maior possibilidade de equipamentos de conforto e segurança do que o adversário.
E como a decisão é algo bastante pessoal, entre os dois, na minha garagem eu teria um Fiat Grand Siena 1.6 16V.
Pelo visto, depois de uma equilibradíssima disputa, um pouco mais da metade das pessoas concorda comigo, mostrando que os dois carros são boas opções:
Qual desses dois sedãs vale mais a pena no Brasil?
Fiat Grand Siena - 65 votos (52,8%)
Nissan Versa - 58 votos (47,1%)
Total: 123 votos
A enquete ficou no ar no De 0 a 100 por exatos 5 dias.
Nissan Versa X Nissan Tiida Sedan
Nissan Versa X Chevrolet Cobalt
Nissan Versa X Renault Logan
Nissan Versa X Renault Symbol
Já antecipo um ponto semelhante entre Versa e Grand Siena: o prazo de entrega. Ambos continuam "sofrendo" com a alta procura, obrigando o consumidor a aguardar entre 1 e 2 meses (já foi pior para o Nissan), mesmo com as notícias de estoques cheios das montadoras (leia mais aqui, aqui e aqui). O Fiat Palio Sporting também está com longa fila de espera.
Preços e equipamentos
O Nissan Versa 1.6 S tem preço sugerido de R$ 35.990 e já vem equipado com airbag duplo, trava elétrica, sistema Keyless com abertura do porta-malas, alarme, direção elétrica progressiva, ajuste de altura do banco do motorista e do volante, computador de bordo, para-choques na cor do veículo (maçanetas externas e capa dos retrovisores pretos), console central inteiriço, tampa de combustível com abertura interna, preparação para som com antena e dois alto-falantes e rodas de aço de aro 15" (pneus 185/65 R15). Pagando mais R$ 2.600, o cliente leva ar-condicionado (R$ 38.590).
A Fiat equipa a versão de entrada do Grand Siena, Attractive 1.4, com airbag duplo, sistema ABS de freios, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, faróis de neblina, banco traseiro rebatível com 2 posições para o encosto, chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas; computador de bordo, follow me home; comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível; rodas de aço estampado 5.5 x 14" (pneus 185/65 R14 - baixa resistência a rolagem); travas elétricas + trava automática das portas a 20 km/h; para-choques, maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, três apoios de cabeça traseiros, porta-luvas iluminado e volante com regulagem de altura. O preço sugerido é de R$ 38.410 - R$ 2.420 mais caro que o Versa, mas o Grand Siena vem mais equipado. Pagando R$ 2.979, o sedã italiano passa a ser equipado com ar-condicionado (R$ 41.689).
Mas, ao invés de pagar quase R$ 42.000 no Grand Siena 1.4, penso que vale investir um pouco mais e pegar o Grand Siena Essence 1.6 16V, que tem preço sugerido de R$ 43.470 e vem equipado com os itens do Attractive além de ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, rodas de liga leve 6.0 x 16" (pneus 195/55 R16 - baixa resistência a rolagem), indicador de temperatura externa, frisos laterais cromados e luzes de leitura dianteiras (com spot) - mas estranhamente, itens como os vidros traseiros elétricos (R$ 470) e predisposição para rádio (R$ 303) continuam opcionais. Por R$ 45.990, o Grand Siena Essence passa a ser equipado com câmbio manual automatizado Dualogic e piloto automático.
No Versa, a versão intermediária SV custa R$ 40.390 e tem os itens da S além de ar-condicionado, vidros com acionamento elétrico nas quatro portas, retrovisor com acionamento elétrico na cor do veículo, rádio CD Player 2DIN com RDS, MP3, iPod e entrada auxiliar; maçanetas externas cromadas (gosto duvidoso), banco traseiro bipartido (60/40), três cintos de segurança traseiro de três pontos (todas as versões deveriam ter), sistema fixação de cadeiras de criança ISOFIX, abertura interna do porta-malas e iluminação do porta-malas.
Por R$ 43.390, o Versa 1.6 SL (o preferido dos consumidores) tem todos os equipamentos da versão SV acrescidos de freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA), roda de liga leve de aro 15 com pneus 185/65 R15, maçanetas internas cromadas, painel “Fine Vision” e farois de neblina.
Nas versões básicas (Attractive e S), o Grand Siena é mais caro e mais equipado, tendo como principal diferencial o ABS; mas o Versa compensa com a força (1.6 x 1.4). Comparando os acabamentos topo de linha, Essence e SL, o Nissan é mais barato. Mas o sedã da Fiat tem uma lista de itens de série mais extensa, além de equipamentos exclusivos, como o câmbio Dualogic, piloto automático, side bags dianteiros e comandos de rádio no volante. Mas fica em dívida com o consumidor por não oferecer o sistema de som de série - item disponível de fábrica desde o Versa intermediário.
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| No Versa, painel é feio e funcional. Direção elétrica é de série em todas as versões |
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| Grand Siena Essence pode ser equipado com o câmbio manual automatizado Dualogic |
Fiat Grand Siena Attractive 1.4 - R$ 38.410
Fiat Grand Siena Attractive 1.4 + ar-condicionado - R$ 41.689
Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V - R$ 43.470
Fiat Grand Siena Essence 1.6 16V Dualogic - R$ 45.990
X
Nissan Versa S - R$ 35.990
Nissan Versa S + ar-condicionado - R$ 38.590
Nissan Versa SV - R$ 40.390
Nissan Versa SL - R$ 43.390
Resultado: Fiat Grand Siena 1 x 1 Nissan Versa
Desempenho
Comparando o Versa 1.6 com o Grand Siena 1.4, vitória com folga do Versa, que anda mais e bebe menos. Mas, ao colocarmos o motor 1.6 16V E.TorQ a favor do Fiat, a situação fica bem mais equilibrada.
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| Versa: Visual é meio desengonçado, mas carro não é feio |
Na prática, o Versa anda ligeiramente mais que o Grand Siena 1.6, com o Fiat superando o Nissan nas frenagens. O consumo com etanol é praticamente igual na cidade e melhor para o Versa na estrada. Mas, como o sedã japonês mexicano tem um tanque com capacidade pífia, o italiano tem melhor autonomia. Mais um empate.
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| Grand Siena tem visual mais bem resolvido |
Potência: 111 cv (g/e) a 5.600 rpm
Torque: 15,1 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,455 m
Largura: 1,695 m
Altura: 1,505 m
Entre-eixos: 2,600 m
Porta-malas: 460 litros
Tanque: 41 litros
Peso: 1.052 kg (S), 1.068 kg (SV) e 1.069 kg (SL)
Consumo (etanol): 8 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 624)
Fiat Grand Siena
Potência 1.4: 85/88 cv (g/e) a 5.750 rpm
Torque 1.4: 12,4/12,5 mkgf (g/e) a 3.500 rpm
Potência 1.6 16V: 115/117 cv (g/e) a 5.500 rpm
Torque 1.6 16V: 16,2/16,8 mkgf (g/e) a 4.500 rpm
Comprimento: 4,290 m
Largura: 1,700 m
Altura: 1,507 m
Entre-eixos: 2,511 m
Porta-malas: 520 litros
Tanque: 48 litros
Peso 1.4: 1.094 kg;
Peso 1.6 16V: 1.141 kg (Essence); 1.148 kg (Essence Dualogic)
Consumo 1.4 (etanol): 7,6 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 630)
Consumo 1.6 (etanol): 7,8 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada (medições da Quatro Rodas Ed. 629)
Resultado: Fiat Grand Siena 2 x 2 Nissan Versa
Espaço, acabamento e conforto
Começando pelo acabamento, ligeira vantagem para o Siena. O Versa tem acabamento simples, mas bem feito, com peças bem encaixadas, mas o Fiat passa a sensação de melhor qualidade. No quesito espaço, por mais que o Versa seja um veículo maior (4,455 m x 4,29 m), o Grand Siena leva 60 litros a mais de bagagem no porta-malas (520 l x 460 l), o que pode fazer a diferença numa viagem.
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| Grand Siena tem porta-malas maior |
Em termos de conforto, gostei um pouco mais do acerto de suspensão do Versa, embora não tenha achado a do Grand Siena ruim. Por outro lado, a posição de dirigir do Fiat é mais gostosa. Os dois ficam devendo com a falta em ajuste de profundidade do volante.
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| Espaço do Versa é bom. Na traseira, sobra espaço para as pernas, mas só 2 viajam com conforto por causa da largura |
Resultado: Fiat Grand Siena 3 x 3 Nissan Versa
Visual
Este é um aspecto subjetivo, por isso não vale nota. Mas afirmo sem dúvidas: o Grand Siena é muito mais bonito e resolvido que o Nissan Versa. A Fiat realmente caprichou nas duas últimas carrocerias do Siena (atual e anterior), especialmente na traseira, inspirada em modelos da Alfa Romeo. Em relação ao Nissan, repito o que já disse antes: com seu jeito desengonçado, o Versão não é feio, mas também não é um primor de design.
Resumo da obra
O Nissan Versa não venceu, mas também nao perdeu, se mantendo invicto aqui nos Duelos do De 0 a 100 - bantendo anteriormente Nissan Tiida Sedan, Chevrolvet Cobalt e os Renault Logan e Symbol. O Grand Siena se mostrou um grande adversário, com qualidades para se tornar o mais popular do segmento.
A escolha entre os dois acaba mesmo sendo por gosto pessoal, pois os tem vantagens e desvantagens específicas. O Versa anda mais, bebe menos, é mais barato e tem três anos de garantia, enquanto o Grand Siena tem porta-malas maior, melhor autonomia, amplo apoio da rede de concessionárias, melhor posição de dirigir, maior segurança e maior possibilidade de equipamentos de conforto e segurança do que o adversário.
E como a decisão é algo bastante pessoal, entre os dois, na minha garagem eu teria um Fiat Grand Siena 1.6 16V.
Pelo visto, depois de uma equilibradíssima disputa, um pouco mais da metade das pessoas concorda comigo, mostrando que os dois carros são boas opções:
Qual desses dois sedãs vale mais a pena no Brasil?
Fiat Grand Siena - 65 votos (52,8%)
Nissan Versa - 58 votos (47,1%)
Total: 123 votos
A enquete ficou no ar no De 0 a 100 por exatos 5 dias.
Fotos: Grand Siena - Fiat/Divulgação // Versa - Nissan/Divulgação
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Alta Roda - Justo pelo pecador
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| Reprodução Gazeta Online |
O Contran alegou fraudes nas transferências de pontos. Há exemplo de uma pessoa, no interior de São Paulo, que teria acumulado 85.000 pontos e outro no qual um motorista falecido recebia a pontuação de vários infratores. O próprio Conselho decidiu, na mesma resolução, que os Detrans devem adaptar seus sistemas de informática para acompanhar o acúmulo de indicações suspeitas. Seria a providência mínima, antes de se baixar uma norma tão trabalhosa para os envolvidos, mas pouco foi cumprido.
Na realidade, nem Detrans e nem cartórios estão preparados para atender os motoristas. Além de fazer com que a grande maioria pague, em termos de transtornos, despesas e perda de tempo, pela minoria ligada às fraudes. Se um carro de São Paulo (SP) recebe uma multa em Aracaju (SE) e o dono não estava ao volante, ele e o infrator terão de comparecer ao cartório no Nordeste. Absurdo.
O que ocorrerá às empresas que cedem carros a funcionários, transportadores de cargas, locadoras, além de concessionárias e lojas? Terão 15 dias para resolver tudo. Locadoras se queixam também da impossibilidade de obrigar um estrangeiro a ir um cartório para deixar uma procuração, no caso de receber multas. Michel Lima, diretor do Sindicato de Locadoras do Paraná, destaca outro aspecto ruim:
“Sem tempo ou possibilidade de atender trâmites, a multa acabará cobrada em dobro (agravamento). Aumentará a impunidade do infrator, que vai preferir pagar a receber pontos no prontuário e ficar sujeito à suspensão da carteira de habilitação”. E fica a dúvida se, de fato, o objetivo é punir maus motoristas ou arrecadar mais com o agravamento.
Essa resolução lembra a polêmica lei antipirataria na internet, em discussão nos EUA: tentativa de transferir responsabilidades de fiscalização dos governos aos portais de busca. No caso brasileiro, obrigar a quem não tem “culpa no cartório” a ir ao próprio cartório para provar sua inocência. Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Trânsito, um dos responsáveis pelas multas na cidade, informou que 18% das infrações recebem pedidos de transferência de pontos. Quantos são ilegítimos, ninguém sabe.
Em outros países o sistema de pontuação é coisa séria: só se aplica a transgressões graves. Aqui a lei nasceu errada e quaisquer infrações, mesmo leves e administrativas, se acumulam até chegar à fronteira dos 20 pontos. Como há burocracia para transformar em advertência as multas leves e médias, como previsto no Código de Trânsito Brasileiro, poucos se beneficiam. E o justo paga pelo pecador.
RODA VIVA
ASSOCIAÇÃO de importadores sem fábricas no País, Abeiva, espera que o governo coloque alguma alternativa, dentro dos próximos 30 dias, para sustentar a atividade. Fala-se de cotas, em volume e/ou valor. Há marcas generalistas e especialistas, de baixo e de alto preço. Conseguir fórmula de redução do imposto que agrade a todos não é tarefa fácil.
IMPORTADORES alegam terem chegado ao fim os estoques de produtos, ainda sem incidência de maior carga fiscal. Isso levaria a aumento de preços e aprofundamento da queda de vendas. De qualquer forma, a valorização do dólar frente ao real – 25% nos últimos nove meses – já tirou parte da competitividade. Trata-se de um risco de negócio que sempre existiu.
NOVO capítulo na árdua disputa por compradores do mercado de luxo dos EUA, em especial entre marcas premium praticantes de margens de lucro maiores. BMW acaba de anunciar que dará isenção de despesas de manutenção durante 80.000 quilômetros ou quatro anos de uso. Evita, assim, descontos na hora da compra e deixa transparecer confiabilidade mecânica.
FALTA algo de racionalidade na discussão sobre uso indiscriminado de bicicletas em ruas e avenidas movimentadas. Nem mesmo se considera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em decisões atabalhoadas. Como equiparar bicicletas elétricas e comuns, no Rio de Janeiro, dispensando aquelas de exigências de segurança previstas no CTB, sem respaldo legal para tanto?
ETIQUETAS inteligentes coladas nos para-brisas, previstas para 2013, resolverão duas situações. Controle de pagamento de impostos da frota circulante e possibilidade de pedágio proporcional à distância percorrida nas estradas. Acabaria assim irracionalidade da distribuição dos postos de cobrança e melhoraria fluxo de passagem nas cabines.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O velho problema de quase todos os carros: consumo
Na semana passada troquei alguns e-mails que me fizeram pensar muito sobre o assunto. O internauta Ricardo Marques comentou comigo as suas experiências recentes com automóveis e como ele estava frustrado em relação a média de consumo dos carros que ele tinha e tem atualmente. Reproduzo abaixo parte do que ele disse (juntei o conteúdo num único texto e dei uma resumida para ficar mais direto, com prévia autorização do Ricardo):
"Como a família estava maior, eu era proprietário de um Chevrolet Vectra Elite 2.0 automático, com motor Flexpower atualizado. Carro muito confortável, mas sempre achei que a média de consumo estava ruim, mas eu me lembrava que o carro tinha motor antigo e câmbio de quatro marchas ultrapassado. Na cidade, com etanol, a media ficava na casa de 6 km/l, enquanto na estrada, subia para 8,2 km/l. Com gasolina, eu conseguia, na cidade, média de 7 km/l e, na estrada, cerca de 10 km/l. O ar-condicionado estava ligado quase o tempo todo e, na estrada, o carro estava sempre carregado, com quatro pessoas e muita bagagem.
Um dos meus filhos foi morar sozinho enquanto o outro foi fazer intercâmbio. Logo, resolvi atualizar o Vectra, já que espaço no porta-malas deixou de ser uma prioridade. Foi então que comprei um Honda Civic LXL SE automático, o último da concessionária da minha cidade, segundo o vendedor, antes da chegada da nova geração. Fiz um excelente negócio (o novo Civic é muito feio e paguei quase R$ 12.000 a menos que o preço de tabela no meu LXL SE).
Mas, mais uma vez, o consumo veio me assombrar. Com álcool, consigo mais ou menos 6,6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada. Com gasolina, fico na casa de 7,5 km/l na cidade e não consigo passar de 11 km/l na estrada. Meu carro tem 19 mil km rodados e todas as revisões em dia. É uma decepção! A Honda prega a modernidade do seu motor, tem câmbio automático de cinco marchas, e o carro bebe muito. Sem contar que o tanque é pequeno. Tenho que parar no posto toda hora. Estou até pensando em trocar de carro.
Tenho medo agora de trocar o Civic num Novo Civic e sofrer com o mesmo problema. Tenho o mesmo medo com o Cruze. O Corolla eu não gosto e Hyundai eu me recuso a comprar. Vou esperar mais um pouco para decidir o que fazer.
Espero que você possa levar essa discussão para o seu blog."
O internauta Marcelo Chicol também está bastante incomodado com a média de consumo do seu Celta Spirit, considerando um absurdo os números divulgados pela Chevrolet. Seu Celta tem ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos. Vejam a fala dele, seguida pela média de consumo do compacto, já publicada no Consumo Real.
"A propaganda que a GM faz é mentirosa e isso é um assalto ao consumidor que é enganado".
. Chevrolet Celta Spirit 1.0 (2009/2010) - Na cidade, média de 6,5 km/l com etanol e 8,5 km/l com gasolina, com o ar-condicionado ligado 50% do tempo. Na estrada, com etanol, médias de 10,5 km/l (80 km/h e ar-condicionado ligado), 9,5 km/l (110 km/h e 120 km/h e ar-condicionado ligado) e 8 km/l (130 km/h e 140 km/h e ar-condicionado ligado). Com gasolina, médias de 12,5 km/l (80 km/h e ar-condicionado ligado), 11 km/l (110 km/h e 120 km/h e ar-condicionado ligado) e 10 km/l (130 km/h e 140 km/h e ar-condicionado ligado).
Realmente achei a discussão merecia ver aqui para o blog. Boa parte dos donos dos mais de 240 carros que tenho as médias de consumo publicadas no Consumo Real reclamaram da média de consumo ao me enviarem os números. São poucos que elogiam ou que fazem algum comentário positivo.
O resultado da enquete, que ficou no ar por alguns dias aqui no De 0 a 100, reflete esta frustração geral:
Você está satisfeito(a) com a média de consumo do seu carro?
Não - 67 votos (76,1%)
Sim - 21 votos (23,8%)
Total - 88 votos
A tecnologia flex chegou para tornar o automóvel mais versátil na hora de abastecer. Além disso, ela permitiu diminui a dependência do petróleo por um alternativa renovável e bem mais limpa. Mas são poucos os motores que conseguiram atingir um equilíbrio em relação a desempenho e consumo com a tecnologia bicombustível.
Mas esse não é só o problema. O combustível vendido no Brasil é de péssima qualidade se comparado ao de outros países. Como eu disse em 2010 (esse post quase não fica velho), fico muito incomodado quando a Pretrobras diz na TV que "todo carro sonha em ser abastecido com o combustível Petrobras" (obviamente nos postos BR). Mas por quê a gigante estatal não comenta nos comerciais que a sua gasolina, comum ou aditivada (Supra), produz 1.000 partículas por milhão (ppm) de enxofre? Ipiranga, Shell, Alê e outros postos também vendem suas gasolinas com o mesmo (altíssimo) teor de enxofre - e por preços absurdos se comparados ao de outros países!
O pior de tudo é que a população brasileira será obrigada a conviver com essa gasolina de qualidade inferior, que polui mais o planeta e intoxica mais as pessoas, até o final do ano que vem! Só a partir de 1º de janeiro de 2014 é que o teor será reduzido para 50 ppm de enxofre (ainda superior ao valor atual da gasolina Podium da Petrobras, que é de 30 ppm), de acordo com resolução publicada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Portanto, temos o problema do motor flex e da gasolina ruim, que comentei, e dos conjuntos mecânicos (motor/câmbio) que o Ricardo falou. Falta ainda um componente importante no "jogo do alto consumo": o motorista (proprietário/usuário).
É dele o papel de cuidade do veículo, mantendo a manutenção em dia, os pneus alinhados e calibrados, entre outras coisas. Ele também precisa ter consciência de que, se ele pisa mais, o seu carro vai beber mais (simples assim). Não adianta afundar o pé para fazer o desempenho melhorar, se depois ele reclama que o carro 1.0 dele bebe demais.
Para encerrar a minha parte inicial da discussão, achei estranha a propaganda da Allianz, que mostrar uma mulher que salvou um casamento (ou algo assim) por levar uma tralha no porta-malas. Ter uma capa de chuva, um moletom e um guarda-chuva é tranquilo, mas fiquei pensando se a mulher não teria outras coisas guardadas. Não custar lembrar que: peso morto aumenta o consumo do veículo!
Gostaria de ouvir a opinião de vocês! Se quiserem analisar (e enviar novos números) o consumo de dezenas de carro, acesse o Consumo Real do De 0 a 100. Se quiser fazer o seu carro beber menos, veja aqui algumas dicas.
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| Volkswagen/Divulgação |
Um dos meus filhos foi morar sozinho enquanto o outro foi fazer intercâmbio. Logo, resolvi atualizar o Vectra, já que espaço no porta-malas deixou de ser uma prioridade. Foi então que comprei um Honda Civic LXL SE automático, o último da concessionária da minha cidade, segundo o vendedor, antes da chegada da nova geração. Fiz um excelente negócio (o novo Civic é muito feio e paguei quase R$ 12.000 a menos que o preço de tabela no meu LXL SE).
Mas, mais uma vez, o consumo veio me assombrar. Com álcool, consigo mais ou menos 6,6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada. Com gasolina, fico na casa de 7,5 km/l na cidade e não consigo passar de 11 km/l na estrada. Meu carro tem 19 mil km rodados e todas as revisões em dia. É uma decepção! A Honda prega a modernidade do seu motor, tem câmbio automático de cinco marchas, e o carro bebe muito. Sem contar que o tanque é pequeno. Tenho que parar no posto toda hora. Estou até pensando em trocar de carro.
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| Honda/Divulgação |
Espero que você possa levar essa discussão para o seu blog."
O internauta Marcelo Chicol também está bastante incomodado com a média de consumo do seu Celta Spirit, considerando um absurdo os números divulgados pela Chevrolet. Seu Celta tem ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos. Vejam a fala dele, seguida pela média de consumo do compacto, já publicada no Consumo Real.
"A propaganda que a GM faz é mentirosa e isso é um assalto ao consumidor que é enganado".
. Chevrolet Celta Spirit 1.0 (2009/2010) - Na cidade, média de 6,5 km/l com etanol e 8,5 km/l com gasolina, com o ar-condicionado ligado 50% do tempo. Na estrada, com etanol, médias de 10,5 km/l (80 km/h e ar-condicionado ligado), 9,5 km/l (110 km/h e 120 km/h e ar-condicionado ligado) e 8 km/l (130 km/h e 140 km/h e ar-condicionado ligado). Com gasolina, médias de 12,5 km/l (80 km/h e ar-condicionado ligado), 11 km/l (110 km/h e 120 km/h e ar-condicionado ligado) e 10 km/l (130 km/h e 140 km/h e ar-condicionado ligado).
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| Chevrolet/Divulgação |
O resultado da enquete, que ficou no ar por alguns dias aqui no De 0 a 100, reflete esta frustração geral:
Você está satisfeito(a) com a média de consumo do seu carro?
Não - 67 votos (76,1%)
Sim - 21 votos (23,8%)
Total - 88 votos
A tecnologia flex chegou para tornar o automóvel mais versátil na hora de abastecer. Além disso, ela permitiu diminui a dependência do petróleo por um alternativa renovável e bem mais limpa. Mas são poucos os motores que conseguiram atingir um equilíbrio em relação a desempenho e consumo com a tecnologia bicombustível.
Mas esse não é só o problema. O combustível vendido no Brasil é de péssima qualidade se comparado ao de outros países. Como eu disse em 2010 (esse post quase não fica velho), fico muito incomodado quando a Pretrobras diz na TV que "todo carro sonha em ser abastecido com o combustível Petrobras" (obviamente nos postos BR). Mas por quê a gigante estatal não comenta nos comerciais que a sua gasolina, comum ou aditivada (Supra), produz 1.000 partículas por milhão (ppm) de enxofre? Ipiranga, Shell, Alê e outros postos também vendem suas gasolinas com o mesmo (altíssimo) teor de enxofre - e por preços absurdos se comparados ao de outros países!
O pior de tudo é que a população brasileira será obrigada a conviver com essa gasolina de qualidade inferior, que polui mais o planeta e intoxica mais as pessoas, até o final do ano que vem! Só a partir de 1º de janeiro de 2014 é que o teor será reduzido para 50 ppm de enxofre (ainda superior ao valor atual da gasolina Podium da Petrobras, que é de 30 ppm), de acordo com resolução publicada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Portanto, temos o problema do motor flex e da gasolina ruim, que comentei, e dos conjuntos mecânicos (motor/câmbio) que o Ricardo falou. Falta ainda um componente importante no "jogo do alto consumo": o motorista (proprietário/usuário).
É dele o papel de cuidade do veículo, mantendo a manutenção em dia, os pneus alinhados e calibrados, entre outras coisas. Ele também precisa ter consciência de que, se ele pisa mais, o seu carro vai beber mais (simples assim). Não adianta afundar o pé para fazer o desempenho melhorar, se depois ele reclama que o carro 1.0 dele bebe demais.
Para encerrar a minha parte inicial da discussão, achei estranha a propaganda da Allianz, que mostrar uma mulher que salvou um casamento (ou algo assim) por levar uma tralha no porta-malas. Ter uma capa de chuva, um moletom e um guarda-chuva é tranquilo, mas fiquei pensando se a mulher não teria outras coisas guardadas. Não custar lembrar que: peso morto aumenta o consumo do veículo!
Gostaria de ouvir a opinião de vocês! Se quiserem analisar (e enviar novos números) o consumo de dezenas de carro, acesse o Consumo Real do De 0 a 100. Se quiser fazer o seu carro beber menos, veja aqui algumas dicas.
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