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sexta-feira, 8 de março de 2013

Conheça os carros mais roubados do Brasil em 2012. Hyundai fechou na ponta, mas destaque fica com a Fiat

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg) divulgou o seu ranking com os carros mais roubados no Brasil em 2012. Os números são relativos, proporcionais à quantidade de unidades produzidas.

Mas não deixa de ser curioso. Dos 10 primeiros, 4 são da Fiat, enquanto Ford e Hyundai ficaram com 2 representantes cada. Volkswagen e Peugeot completaram a lista com um veículo para cada.

Confira!
Hyundai/Divulgação
1º lugar - Hyundai HR
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 804
Frota em 2012: 62.179
Frequência de roubos/furtos: 1,293%
Fiat/Divulgação
2º lugar - Fiat Stilo
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.126
Frota em 2012: 90.896
Frequência de roubos/furtos: 1,239%
Fiat/Divulgação
3º lugar - Fiat Punto
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.137
Frota em 2012: 96.334
Frequência de roubos/furtos: 1,180%
Peugeot/Divulgação
4º lugar - Peugeot 307
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.022
Frota em 2012: 94.455
Frequência de roubos/furtos: 1,082%
Volkswagen/Divulgação
5º lugar - Volkswagen SpaceFox
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 810
Frota em 2012: 82.048
Frequência de roubos/furtos: 0,987%
Fiat/Divulgação
6º lugar - Fiat Fiorino
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 3.348
Frota em 2012: 345.694
Frequência de roubos/furtos: 0,968%
Fiat/Divulgação
7º lugar - Fiat Idea
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 1.348
Frota em 2012: 144.827
Frequência de roubos/furtos: 0,931%
Hyundai/Divulgação
8º lugar - Hyundai Tucson
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 720
Frota em 2012: 83.133
Frequência de roubos/furtos: 0,866%
Ford/Divulgação
9º lugar - Ford Fusion
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 475
Frota em 2012: 56.494
Frequência de roubos/furtos: 0,841%
Ford/Divulgação
10º lugar - Ford EcoSport
Quantidade de roubados/furtados em 2012: 2.418
Frota em 2012: 287.925
Frequência de roubos/furtos: 0,840%

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Impressões - Peugeot 307, um francês de qualidade 1.6 16V

Depois das Impressões especiais do clássico e decadente norte-americano Lincoln Town Car, volto com as impressões dos internautas. Posto mais uma vez os detalhes do Peugeot 307 do Pedro, que já apareceu no De 0 a 100 outras duas vezes (aqui e aqui). Mas este é um 307 diferente: sai a versão Griffe, com motor 2.0 16V e câmbio automático, e entra a Presence Pack Plus, com propulsor 1.6 16V e a transmissão manual. Boa leitura!

Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr., o Renato Dantas, o Mário Cesar, o Mário Cesar (de novo!), o Renato Dantas (de novo!), o Joathan (de novo!), o José Barbosa Júnior, o Jefferson de Oliveira, eu mesmo (Volvo XC60, Astra e Lincoln Town Car), o Leonardo Vilela, o Mário César (mais uma vez!), o Pedro (de novo!), o Wladimir Pereira, o Wladimir Pereira (de novo!) e o Pedro (de novo!), basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Fique tranquilo porque a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.
"Pela terceira vez estou participando do De 0 a 100 na sessão Impressões. Nesta oportunidade venho apresentar um velho conhecido do blog, o Peugeot 307, agora na versão 1.6 com câmbio manual. O antigo 307 2.0 foi vendido e, em seu lugar, a família adquiriu dois veículos: um Mitsubishi ASX e o Peugeot 307 1.6 Presence Pack Plus, o carro do cotidiano e que será apresentado no Impressões.

Antes da compra, pesquisei por vários concorrentes e carros de categoria inferior. Entretanto, no preço ofertado pela concessionária, não existia nenhuma opção tão interessante. Como exemplo, Polo, Punto ou 207 completos teriam praticamente o preço que paguei no 307. Ainda assim seriam menos completos e, em termos de “carro”, são inferiores em quase todos os aspectos. Comparado ao Focus e C4, ambos 1.6, o 307 é mais equipado, entrega uma dinâmica semelhante, apresenta melhor acabamento (comparado ao Focus) e maior espaço interno (frente ao C4), com o diferencial de custar menos e possuir teto solar. Deste modo, já conhecendo as qualidades do modelo francês, compramos o veículo sem titubear.

Essencialmente esse modelo é o mesmo carro (comparado ao Griffe 2.0), perdendo o motorzão, câmbio automático e alguns itens em relação à versão top, além de sofrer alterações em alguns componentes, como uma suspensão melhor calibrada e pneus mais eficientes.

O veterano 307 continua sendo um carro silencioso e bem acabado. Dentro de sua categoria, o modelo francês ainda se destaca pela habitabilidade, possuindo os maiores portas-objeto e o terceiro maior porta-malas entre os hatches de acordo com as medições da Auto Esporte (pouco inferior ao do Bravo e 308). Em termos de espaço interno, o modelo não faz feio, sendo tão generoso quanto o 308 nos bancos dianteiros e estando no nível (ligeiramente inferior) de Focus e i30 nos bancos traseiros. O acerto firme de suspensão / direção e os freios eficientes foram mantidos.
Garrafas PET de até 2,5L cabem nos nichos das portas dianteiras. Habitabilidade é um ponto forte do 307. Espaço para levar bagagem é o que não falta.
Motor e transmissão: o 1.6 da Peugeot, mesmo com anos de mercado, ainda é uma das referências da categoria e desenvolve até 113 cv e 15,5 kgfm quando abastecido com álcool. Trata-se de um motor durável, silencioso e suave de ser acelerado, apresentando uma das melhores relações R / L do mercado (não vibra mesmo em altos giros). Apesar de não ter o comando variável da versão 2.0, o torque é razoável em baixas rotações e o veículo não falha em subidas íngremes ou saídas de quebra-molas, situação em que muitos propulsores 16v sem o variador de fase (VVT) engasgam.

A embreagem é bem modulada e o câmbio é bem escalonado, apresentando engates longos, porém precisos e macios. Nas estradas, a 5ª mais curta prejudica um pouco o consumo (passa aquela sensação de estar pedindo uma 6ª marcha) – mesmo assim, o carro não é beberrão. O conforto acústico, por sua vez, não é prejudicado, devido ao bom isolamento dos ruídos do motor

De forma geral, o 307 1.6, com seus 1.268 kg, não é lento nem rápido e passa uma agradável sensação de agilidade dentro da cidade, mas é necessário pisar mais forte para extrair desempenho. O consumo em ciclo misto é bom. Vejam abaixo as médias que tenho obtido atualmente (5.000 km rodados) em comparação com o 2.0 tiptronic:

2.0 16V automático
Cidade: 7,0 ~ 8,5 km/l
Estrada: 13 ~ 14,5 km/l

1.6 16V flex manual
Cidade: 8,5 ~ 9,5 km/l
Estrada: 12,5 ~ 13,5 km/l

Equipamentos: os principais equipamentos da versão 1.6 P.P. Plus são: Bluetooth com viva-voz, desembaçador traseiro e nos retrovisores, sensor de chuva, crepuscular e de estacionamento; retrovisor interno fotocrômico; Leaving & coming home; A / C analógico; compartimento refrigerado no porta-luvas; airbag duplo; freios com ABS, EBD, REF, AFU e EVA; direção eletro-hidráulica; comando de som na coluna de direção; suportes isofix para cadeirinhas de bebês; som com MP3 e entrada USB; teto solar elétrico e um computador de bordo bastante completo (com função check list).

Mimos: se chover, o Pug aciona o farol baixo e regula a velocidade do limpador. Está chovendo e parou no semáforo? Mesmo na posição manual, o limpador de pára-brisa volta à velocidade mais lenta. Começou a acelerar? O volume do som é ajustado com a velocidade do veículo. Esqueceu qualquer equipamento elétrico ligado? Em alguns minutos o modo de economia de energia é acionado. Queimou uma lâmpada? É indicado no computador de bordo.
Computador de bordo é bastante completo e tem funcionamento intuitivo.
Revisões e manutenção: é um pouco mais barato de manter comparado ao 2.0 e as revisões programadas da Peugeot são interessantes, pois ocorrem anualmente, ao contrário do praticado pela maioria das concessionárias (semestral). E o valor é tabelado. Em garantia retirei um grilo no painel (decorrente da instalação incorreta da disqueteira – acessório que retirei do antigo Pug) e também trocaram a borracha da porta que estava descolando.

Vale destacar a adoção dos pneus Continental. São muito mais macios e aderentes que os Pirelli do modelo 2006. Em contrapartida, as gavetas embaixo do banco não estão presentes no modelo 2010. Os retrovisores externos do 307 são pequenos e devem em visibilidade (principalmente o direito) quando comparados à maioria dos  veículos atuais.
Embora eu tenha realizado a compra no fim do ciclo de vida do 307, considero como muito boa a aquisição deste Peugeot, uma vez que na condição ofertada não existia nenhum veículo tão bem equipado e que entregasse nível de tecnologia e conforto semelhante. Perdi desempenho e a transmissão automática comparado ao 2.0, mas ganhei alguns itens interessantes, como as rodas 16’’ e entrada USB no som. Com o lançamento do 308, o 307 foi descontinuado. Mas tenho certeza que o modelo deixará saudades em muitos que já o dirigiram."

Opinião do blogueiro
Como eu disse nas duas outras impressões do Pedro (aqui e aqui), não tem muita coisa que eu possa adicionar nas Impressões. O Pedro é um apaixonado por carros e é um especialista no hatch médio da Peugeot. Ele sabe praticamente tudo!

O 307 não vai deixar saudades como poderia. A maioria dos seus donos sentirá muita falta dele, mas a maior parte do público nem perceberá que ele se foi exatamente por não ter tido a oportunidade de conhecê-lo. Mas isso faz parte do mercado.

Pelo menos a Peugeot lançou um substituto que vai além do 307, sendo a sua evolução. O 308 é um dos melhores carros da marca do leão hoje no mercado nacional. Resta saber se as suas qualidades o farão ser popular.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Peugeot 308 é o restart da marca no Brasil

Se o 408 falhou ao dar início à nova fase da Peugeot no Brasil, o novo 308 tem tudo para fazer isso. O carro é bonito, bem equipado, moderno e com preços interessantes - pronto para dar o restart da marca por aqui. Se não bastasse, ele é o primeito hatch médio flex do pais que não tem tanquinho de partida a frio (1.6).

O primeiro detalhe que chama a atenção no 308 é o seu visual. As linhas agradam, especialmente a dianteira, que já adota as mudanças visuais aplicadas na Europa em 2011. O 308 é uma bela evolução em relação ao 307. Destaque para as luzes diurnas de leds, que equipam a versão topo de linha. Na traseira, eu diminuiria o tamanho ou até retiraria as falsas saídas de escapamento que, como o Fiat Stilo, valorizam o "parecer ter" (um esportivo).
O Peugeot 308 pode ser encontrado com duas opções de motor, 1.6 e 2.0, duas opções de câmbio, manual de cinco marchas e (o ultrapassado) automático de quatro velocidades, e três versões de acabamento: Active, Allure e Feline - com preços que variam de R$ 53.990 e (caros) R$ 70.990.

Por dentro, o a sensação de qualidade é o grande ponto alto. O painel vem do 408 e o acabamento é muito bom, não importando a versão. O espaço também agrada (dentro do esperado para a categoria). O porta-malas tem 348 litros de capacidade VDA, medida usada por todas as montadoras, menos a Peugeot-Citroën.

As versões Active e Allure podem ser equipadas com o novo motor 1.6 16V flex. Chamado de EC5, ele é o mais potente do país, superando os ainda novos E.TorQ, da Fiat, e Sigma, da Ford. O propulsor da Peugeot desenvolve 115 cv de potência a 5.800 rpm e 15,5 mkgf de torque a 4.000 rpm com gasolina e 122 cv a 6.000 rpm e 16,4 mkgf com etanol a 4.000. O 307 1.6 16V desenvolvia 110 cv a 5.600 rpm e 14,2 mkgf a 4.000 rpm com gasolina e 113 cv e 15,5 mkgf com etanol (nas mesmas rotações).
Entre as modernidades da motorização 1.6 16V EC5, destaque para os não inéditos comando de válvulas variável (VVT - faz os tempos de abertura das válvulas e o fluxo de ar e combustível variarem de acordo com a necessidade o que melhora o desempenho em diferentes regimes de rotação e ajuda a reduzir o consumo) e Flex Start, que fez a sua estréia no Brasil com o Volkswagen Polo E-Flex, que elimina o tanquinho de partida a frio. Desenvolvido pela Bosch, o sistema começa a funcionar assim que a porta do motorista é aberta, esquentando o etanol, reduzindo ou eliminando o tempo de espera de 6 segundos quando a temperatura é de 5 °C.

O que é realmente novo em um motor produzido no Brasil (o EC5 é feito em Resende/RJ), segundo a Peugeot, é a boma de óleto variável, que ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação do motor e a carga. Como resultado, o motor absorve menos energia e, com isso, fica mais econômico. Este equipamento permite uma economia de combustível de 1%.
Desempenho
Transformando os dados e números em algo prático, o desempenho do 308 1.6 16V está dentro do esperado. Ele não surpreende, mas agrada. Mesmo com as soluções "variáveis", falta um pouco de força em baixas rotações, mas nada que incomode muito, principalmente pela boa relação de marchas do câmbio manual de cinco velocidades. Mas, passando de 3.500 rpm, o motor acorda e vai bem até 6.000 rpm.

Mas o desempenho poderia ser ainda melhor se o 308 não fosse "gordinho": 1.318 kg (Active), 1.320 (Allure 1.6), 1.328 kg (Allure 2.0), 1.354 kg (Allure 2.0 automático) e 1.387 kg (Feline). Assim como Ford Focus, Fiat Bravo e o irmão 408, os quilinhos extras fazem a diferença.

Assim como o 307, o 308 tem comportamento previsível e seguro. A Peugeot ajustou a direção eletro-hidráulica do novo para que ela ficasse mais pesada, mas com respostas imediatas. Para quem gosta desse tipo de ajuste, como eu, o 308 vai agradar bastante. Finalizando, o nível interno de ruídos é baixo, o que também agradou.
O motor 2.0 16V flex já é velho conhecido dos brasileiros. Ele desenvolve 143 cv de potência a 6.250 rpm e 20 mkgf de torque a 4.000 rpm com gasolina e 151 cv a 6.000 rpm e 22 mkgf a 4.000 rpm com e etanol.

Na minha opinião, a melhor versão do 308 é a Allure 2.0 16V manual. Além dos detalhes de conforto comentados acima e da lista de equipamentos descrita abaixo, o carro tem excelente desempenho.

O grande problema do 308 2.0 é a transmissão automática, que fica devendo em agilidade. As limitadas quatro marchas deixam o carro preso, sacrificando desempenho e consumo. É o mesmo conjunto motor/câmbio do sedã 408.

Peugeot 308 1.6 16V
Potência: 115/122 cv (g/e) a 5.800/6.000 rpm
Torque: 15,5/16,4 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,276 m
Largura: 1,815 m
Altura: 1,498 m
Entre-eixos: 2,608 m
Porta-malas: 348 litros (VDA)
Tanque: 60 litros
Peso: 1.318 kg (Active); 1.320 (Allure)

Peugeot 308 2.0 16V
Potência: 143/151 cv (g/e) a 6.250/6.000 rpm
Torque: 20/22 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,276 m
Largura: 1,815 m
Altura: 1,498 m
Entre-eixos: 2,608 m
Porta-malas: 348 litros (VDA)
Tanque: 60 litros
Peso:1.328 kg (Allure); 1.354 kg (Allure automático) e 1.387 kg (Feline)

Equipamentos
Desde a versão de entrada Active 1.6, o hatch conta com ajustes de altura do banco do motorista, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e com comando do rádio, direção com assistência eletro-hidráulica, computador de bordo, rodas de liga leve de 16 polegadas, volante revestido em couro, retrovisores externos elétricos, vidros elétricos sequenciais com sistema anti-esmagamento e porta-luvas refrigerado e iluminado,airbag duplo, freio a disco nas quatro rodas com ABS, entre outros.
Os destaques entre os equipamentos ficam por conta do teto panorâmico de vidro chamado Cielo, que tem 0,86 m² e que não abre (de série no Feline e opcional nos dois Allure 2.0); luzes diurnas de LEDs, como adiantei acima (só na versão Feline); e o navegador GPS (WIP NAV) com tela central de 7". escamoteável elétrica, item opcional apenas para o Feline, mas que deveria ser opcional desde a Active.

308 Active 1.6 (R$ 53.990)
. Ar-condicionado;
. Direção eletro-hidráulica;
. Airbag duplo frontal;
. Freios ABS com REF e AFU;
. Computador de bordo;
. Para-brisa acústico;
. Banco do motorista com regulagem de altura;
. Volante em couro com regulagem de altura e profundidade;
. Vidros elétricos dianteiros e traseiros seqüenciais e com anti-esmagamento;
. Retrovisores elétricos;
. Travamento elétrico centralizado das portas;
. WIP Sound Rádio CD Player MP3;
. Comando do rádio na coluna de direção;
. Roda em liga leve de16 polegadas;
. Porta-luvas refrigerado.

308 Allure 1.6 (R$ 56.990)
. Ar-condicionado automático digital Bi-zone com saída de ar traseira;
. Faróis de neblina dianteiros;
. WIP Plug - Conexão USB para iPod/MP3 Player e entrada AUX;
. WIP Bluetooth: conexão Bluetooth para celular (kit mãos livres) e audio streaming;
. Acendimento automático dos faróis;
. Limpador do para-brisa automático;
. Grade do para-choque dianteiro com frisos cromados;
. Iluminação “lead me to the car” e “follow me home” (acendimento dos faróis por um tempo
determinado);
. Retrovisor interno eletrocrômico;
 .Apoios de braço individuais nos bancos dianteiros.
 308 Allure 2.0 manual (R$ 59.990) e automático (R$ 63.990)
. Roda em liga leve de17 polegadas;
. Regulador e limitador de velocidade;
. Painel de instrumentos de fundo branco (versão automática);
. Teto panorâmico de vidro CIELO como opcional.

308 Feline 2.0 (automático - R$ 70.990)
. Alarme;
. Bancos em couro;
. Teto panorâmico de vidro CIELO;
. Retrovisor externo rebatível eletricamente;
. Luzes diurnas em LED;
. Sensor de estacionamento traseiro;
. Dois airbags laterais (proteção do tórax dos ocupantes dianteiros);
. Dois airbags tipo cortina (proteção à cabeça dos passageiros dianteiros e traseiros);
. Controle de estabilidade (ESP) e de tração (ASR);
. Soleira em alumínio com inscrição PEUGEOT;
. Pedais em alumínio;
. WIP NAV com tela colorida retrátil (opcional).

Conclusão
Depois de algum tempo, finalmente a Peugeot tem um modelo com enorme potencial de sucesso no mercado brasileiro. A marca espera vende 12.000 unidades do 308 entre março e dezembro de 2012, números com os "pés no chão". Se a marca trabalhasse na evolução do câmbio automático de quatro marchas (2.0), seu novo hatch médio entraria na lista dos veículos com poucos problemas.

Fica a expectativa agora para a chegada do 308 1.6 turbo. Esse sim deveria custar R$ 70.990, deixando o Feline com o prelo de R$ 67.990.

Sem dúvida, entre os hatches médios com motor 1.6, o 308 é um dos melhores. E você, o que acha?
(fotos: Peugeot/Divulgação)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Impressões - Peugeot 307, um francês de qualidade (2ª parte)

No post de hoje publico mais uma vez as Impressões do Pedro sobre o seu Peugeot 307. Digo mais uma vez porque o carro já tinha aparecido aqui no De 0 a 100 quando estava com quase 70.000 km rodados. Hoje, beirando os 90.000 km, o Pedro nos manda os detalhes do seu veículo!

Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr., o Renato Dantas, o Mário Cesar, o Mário Cesar (de novo!), o Renato Dantas (de novo!), o Joathan (de novo!), o José Barbosa Júnior, o Jefferson de Oliveira, eu mesmo (Volvo XC60 e Astra), o Leonardo Vilela, o Mário César (mais uma vez!) e o Pedro (de novo!), basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.

"Meu Peugeot 307 06/07, com mais 1 ou 2 meses, vai atingir a casa dos 90 mil Km. Sendo assim, vou compartilhar o que eu e meu pai aprendemos tendo este modelo e um carro automático pela primeira vez. Em alguns momentos utilizarei um Golf 2.0 Comfortline, que tivemos antes do 307, como parâmetro de comparação, pois ele atingiu quilometragem semelhante.
Pontuo abaixo os aspectos mais importantes.

Manutenção: nunca deu problema. O carro nunca falhou e nunca deixou minha família a pé. Só fizemos trocas de componentes de desgaste natural e o custo não difere muito dos concorrentes diretos. Ainda não fiz a substituição de alguns itens (óleo do câmbio e coxim do caixa) que deveriam ser trocados, pelo fato do carro estar funcionando normalmente, além de que vou adquirir outro veículo. Destaco o fato do 307 ser automático, o que contribui para o aumento da durabilidade de algumas partes do carro, como o motor, além do próprio câmbio automático ser mais robusto / durável que uma transmissão manual.

Parte elétrica: sensor de chuva, crepuscular e de qualidade do ar, computador de bordo, vidros, teto solar, entre outros itens, todos funcionando perfeitamente e sem nunca terem dado manutenção. O sensor de estacionamento, porém, está um pouco impreciso. Vou levar para atualização que adiciona um gráfico.
Motor: continua com comportamento exemplar; não emite ruídos estranhos. É mais silencioso que muito motor de carro 0 Km. Entrega bastante torque em baixa e alta rotações. E é mais econômico do que há 50 mil km atrás (8,4 Km / L no meu uso praticamente dentro da cidade, conforme a imagem abaixo). Inclusive, pela média dos usuários do Clube Peugeot, o automático é mais econômico que o manual na estrada. Quanto à manutenção, substituo as velas e óleo / filtros regularmente. A correia dentada, com tensor e rolamento, foram trocados aos 84 mil Km. Nunca fiz limpeza de bicos injetores. Destaco o fato de sempre ter colocado gasolina aditivada no veículo.

Câmbio: continua bom na cidade e estrada. O fato de não termos trocado o óleo e o coxim da caixa faz com que as trocas sejam perceptíveis da segunda para a terceira marcha em algumas situações, mas menos perceptível que um carro manual. No semáforo e em Drive, ele vibra um pouco por causa do coxim já desgastado (que deveria ser substituído, mas ainda não troquei pelo motivo de estar para trocar de carro).

A Peugeot alega que o óleo é vitalício, mas eu não confio nesta informação (por notar diferença no comportamento entre o óleo quente e frio, algo que não ocorria antes). O óleo deve ser substituído de forma preventiva de 50 em 50 mil km. O serviço completo na caixa fica por volta de R$1 mil. Este é um item que merece atenção, porque se houver algum problema, a despesa será grande.

Ainda aprendi a maneira correta de desligar um carro automático. Antes eu colocava o câmbio em “P”, puxava o freio de mão e soltava o pedal do freio (isto pode danificar a trava do câmbio na posição “P”). O procedimento correto é: colocar a alavanca em “N”, puxar o freio de estacionamento, soltar os freios; depois que o carro “assentar”, pressionar novamente o freio, colocar a alavanca em “P” e, por fim, soltar mais uma vez o pedal do freio.
Suspensão: continua grudado no chão. Por característica, o Peugeot é mais duro. As buchas de suspensão, bandejas, bieletas, braços e afins são todos originais. O desgaste está dentro do esperado, pois o carro já rodou muito em estradas / ruas esburacadas e carregado. Trocamos os amortecedores aos 70 mil km. Alguns outros componentes, aos 90 mil, também precisarão ser trocados.

Freios: sempre muito eficientes. Os discos dianteiros precisarão ser substituídos, uma vez que estão desgastados. Imagino ser normal, porque eu / meu pai sempre freamos forte. E o carro rodou bastante em estradas, às vezes muito carregado, então é aceitável considerando a quilometragem.

Acabamento / materiais internos: continua com ótima aparência. Apresenta poucos pontos de vibração e desgaste. O volante de couro está como novo, idem aos bancos. As pedaleiras em alumíno e cromados internos estão muito conservados.
Acabamento da pintura / externo: o pára-choque dianteiro está bem ruim. Culpa das pedradas nas estradas. Entretanto, o resto está muito bom. O plástico do farol dianteiro amarelou um pouco. O traseiro, porém, está com aparência de 0 Km. Uma das portas traseiras está fazendo um barulinho na dobradiça na hora de fechar.

Considerações

Afirmo que a desconfiança sobre alguns franceses não é válida para este Peugeot. O 307 em específico é um carro confiável, confortável, de baixa manutenção (desde que bem cuidado) e o câmbio automático é um item quase obrigatório nos meus próximos veículos. Antes dele ser passado para mim, por um tempo meu pai rodava de 2 a 4 mil km por mês sem o veículo reclamar.

Quanto à suspensão, não existem problemas de ruídos desde que com a manutenção em dia. Existe uma dureza característica do 307, às vezes não percebida por certos jornalistas. Prova disso são os componentes originais do meu carro aos 90 mil Km e que, naturalmente, já exibem desgaste e exigem uma futura troca. No entanto, outros carros da categoria, com quilometragem e uso semelhantes ao meu, estariam em situação parecida. Vejam o item seguinte.
Comparando com o Golf

O 307 nos deixou mais tranquilo quanto a manutenção em geral. Aos 90 mil o Golf apresentava / aparentava mais desgaste e já tinha trocados: alternador, silenciador, compressor do ar-condicionado e uma máquina / cabo do vidro elétrico. O preço da maioria das peças na Peugeot caiu bastante, mas ainda existem algumas caras, como o litro do óleo para a transmissão automática ou das palhetas do limpador. Entretanto, comparado ao Golf, o Peugeot deu menos manutenção e, consequentemente, o custo para mantê-lo foi menor.

O atendimento nas concessionárias eu considero bom e o preço das revisões é compatível com o da concorrência (vejam no site da montadora). Considero o 307 um carro superior ao Golf em quase todos aspectos.

Espero ter contribuído com algo neste relato sobre o bom francês."

Opinião do blogueiro
Como eu disse nas outras impressões do Pedro, não tem muita coisa que eu possa adicionar nas Impressões do Pedro. Continuo ainda considerando o 307 um dos melhores modelos da Peugeot no Brasil atualmente, juntamente com o 408 e até 3008. Mas a marca francesa precisa, o quanto antes, lançar o 308, para voltar a ter um "player" que possa disputar a liderança do segmento.
Fotos: Pedro Fialho/Arquivo pessoal

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Qual carro comprar: japoneses ou franceses?

O internauta Gustavo e sua família estão em busca de um novo carro. Depois de muito pesquisarem, eles chegaram a quatro finalistas, sendo que um corre por fora (e outros também podem aparecer de surpresa). De um lado temos dois japoneses: Tiida hatch e Livina, ambos da Nissan. Do outro tempo o Citroën C3 e, por fora, o Peugeot 307. Qual carro o Gustavo e sua familia devem comprar?
Vejam o que ele disse (com pequenas edições de texto, e não de conteúdo):

"Minha esposa quer um C3, porém numa visita a concessionária da Nissan vi dois modelos que me chamaram a atenção. Livina e Tiida hatch. Achei o primeiro muito bacana pelo espaço e gostei do test-drive - achei o veículo muito firme. O segundo apesar de um visual diferente, me chamou atenção pela qualidade no acabamemto e pelo amplo espaço interno. Cabe a cadeirinha do bebê mais dois atrás com tranquilidade. Isto só complicou a nossa escolha pois o C3 esta na casa dos 40 mil (Exclusive) o Tiida sai a titulo de promoção por 49 mil. Apesar da diferença de preços significativa o financiamento de ambos em 36x acaba por colocar os dois quase com o mesmo valor no final, pois a taxa de financiamento do Tiida é bem mais baixa.
 O Peugeot 307 está em promoção. Dei uma olhada com minha esposa e gostamos muito do espaço interno, mas achamos o acabamento e o conforto dos carros da  Nissan superior (exceto Livinia)."

Meu comentário, enviado por e-mail, com ligeiras edições:
Sobre os três carros, como a maioria dos Citroën 0km, o C3 sofre com uma desvalorização acima da média (um bom desconto na hora da compra pode compensar isso). A Citroën também tem fama de um pós-venda ruim, com peças caras e revisões não muito em conta (mesmo com o preço fixo). Por outro lado, o modelo é adorado pelas mulheres. Elas gostam do visual, acabamento e posição de dirigir.

Já o Tiida é um carro muito bom. Testei o modelo logo que ele virou flex e fiquei bastante surpreendido com o conjunto do modelo. Porém, ele não foi bem aceito no mercado brasileiro. Mesmo com o preço inicial interessante, na casa dos R$ 49.000, o carro não vende bem. Isso pode ser ruim na hora de revender, pois ele vai desvalorizar demais. Não tenho muitas informações do pós-venda do Tiida, mas um conhecido está no terceiro Sentra e diz que o carro dá pouquíssima manutenção e que as peças e revisões estão na média da categoria.
Já o Livina é um carro que vende cada vez mais no Brasil, embora, tenha ficado em quarto na categoria em 2010, atrás de Honda Fit, Fiat Idea e Chevrolet Meriva (nessa ordem). O Livina tem um detalhe interessante: muita gente não sabe que ele é nacional. Isso é uma vantagem na reposição de peças e também deveria ser no preço das peças (o valor está ligeiramente acima dos concorrentes, embora alguns componentes seja mais baratos). Ele se assemelha ao "old Fit" em termos de acabamento, com com um pouco mais de espaço interno e porta-malas maior. A garantia é de 3 anos. O motor 1.6 tem desempenho satisfatório, enquanto o 1.8 trabalha com mais folga.

O 307 Sedan praticamente já morreu com a chegada do Peugeot 408. Já o 307 hatch é um pouco caro, mas está fadado a sair do mercado muito até o 2012 já que a marca tem planos de lançar o 308 por aqui. Se você gostar do 307 ou 307 Sedan e achar que o preço esteja realmente bom, não vejo porque não comprar.
Fotos: Citroën/Divulgação, Peugeot/Divulgação e Nissan/Divulgação
E para vocês, qual carro o Gustavo e sua familia devem comprar?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Peugeot 408 Sedan: será que agora vai?

A linha 307 da Peugeot sempre foi muito boa, mas nunca conseguiu cair de vez no gosto do brasileiro. A versão sedã sempre foi bastante criticada por ter a dianteira de um carro e a traseira de outro. Mas esse não é o tema do post. Vamos falar aqui do novo sedã da Peugeot, que será apresentado ao público por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, que vai do final de outubro ao início de novembro.

O 408 será produzido na Argentina e importado para o Brasil tendo exatamente o visual como um de seus destaques. É inegável que o 408 Sedan evoluiu em relação ao 307 Sedan. As linhas são mais bonitas e harmônicas. Mesmo que a traseira não seja uma maravilha, e que ela tenha claramente uma influência chinesa (que pode não agradar tanto por aqui), ela é melhor do que a do 307.

O modelo será o primeiro do continente o sair de fábrica com novo logotipo da Peugeot, que ficou bem legal. O 408 sedã mede 4,68 m de comprimento e 1,81 m de largura. Por aqui, ele deve ter o já conhecido motor 2.0 16V flex, que desenvolve 143 cv de potência e 20 kgfm de torque com gasolina e 151 cv e 22 kgfm com etanol.

Tomara que a Peugeot valorize o público brasileiro assim como ela faz com os chineses. Segundo a Autoesporte, por lá, o 408 Sedan tem faróis de bi-xenón, seis airbags, freios ABS de série em todas as versões e controle de estabilidade e de tração nas versões mais caras. Não custa torcer para isso acontecer - mas a chance é pequena.

A minha expectativa então fica por conta do 408 hatch, previsto para chegar em 2011. Na verdade ele deveria ser 308 hatch, mas isso é assunto para outro post.

terça-feira, 9 de março de 2010

Ford Focus é eleito o melhor hatch médio do momento no Brasil

Depois de uma virada surpreendente, alcançada nos últimos 10 dias da enquete, que ficou no ar por 28 dias ao todo (o mês de fevereiro), o Ford Focus foi eleito o melhor hatch médio do Brasil no momento pelos leitores do De 0 a 100.

Confesso que o meu voto foi pra ele, especialmente depois da chegada das versões 1.6 (Sigma) flex e 2.0 flex, que o tornou, em minha opinião, a melhor opção do segmento neste momento.

Vamos agora esperar para saber se essa vitória na enquete vai se refletir nas lojas, já que o carro sempre foi aclamado pela crítica, mas nunca pelo público (só olhar as vendas). A verdade é que o Focus nunca teve um conjunto tão atraente como agora. São várias versões, duas opções de motorização flex e de câmbio, e preços que variam de R$ 49.900 até cerca de R$ 70.000.


Eu esperava que o Focus vencesse a enquete e de forma bem acirrada, com o Hyundai i30 no seu vácuo, com grandes chances de ultrapassá-lo. Mas quem ficou em segundo foi o Fiat Stilo. Seu preço atraente e suas boas soluções internas parecem ter caído no gosto do público, mesmo sem refletir muito nas vendas. O coreano terminou em terceiro, com o Peugeot 307 em quarto.

Astra, C4 e Golf ficaram o tempo todo disputando a quinta colocação. O francês ficou na frente até o último dia, quando o Chevrolet passou na frente, deixando o Citroën em quarto e o Volkswagen em quinto. Vectra GT e Tiida tiveram mesmo uma participação mínima na enquete, quase sem expressão. Pelo visto o Chevrolet é caro demais para o que ele oferece aos consumidores e o japonês, mesmo depois da mudança recente, não caiu mesmo no gosto dos brasileiros.

Qual é o melhor hatch médio do Brasil atualmente?

1. Ford Focus - 210 votos (38%)

2. Fiat Stilo - 187 (34%)
3. Hyundai i30 - 43 (7%)

4. Peugeot 307 - 32 (5%)

5. Chevrolet Astra - 24 (4%)

6. Citroën C4 - 23 (4%)
7. Volkswagen Golf - 16 (2%)

8. Chevrolet Vectra GT - 6 (1%)

9. Nissan Tiida - 5 (0%)

TOTAL: 546 votos

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Hatches médios dando o que falar

A enquete sobre o melhor hatch médio está bem movimentada. Não quero tomar partido por nenhum lado (até por isso não divulguei a minha lista), mas acredito que o pessoal do Clube do Stilo esteja participando com vontade, já que o modelo está disparado na frente.

O resultado parcial da enquete está um pouco diferente dos comentários do blog e das 19 listas que recebi e analisei. Segundo essas duas fontes, o hatch médio da Fiat deveria estar do bloco intermediário para baixo.

O Focus está em segundo na enquete e lidera, com folga, nos comentários e listas. Já o i30 está em terceiro na enquete e em segundo na preferência dos internautas que comentaram e enviaram listas.

Veja a análise abaixo:
ENQUETE (até às 18h do dia 16/02)
Chevrolet Astra - 11 votos
Chevrolet Vectra GT - 4 votos
Citroën C4 - 14 votos
Fiat Stilo - 144 votos
Ford Focus - 107 votos
Hyundai i30 - 24 votos
Nissan Tiida - 2 votos
Peugeot 307 - 20 votos
Volkswagen Golf - 11 votos

LISTAS ENVIADAS (até o dia 12/02)

Chevrolet Astra apareceu em
3. 1 vez
4. 1 vez
5. 3 vezes
6. 3 vezes
7. 3 vezes
8. 3 vezes
9. 5 vezes

Chevrolet Vectra GT apareceu em
4. 3 vezes
5. 6 vezes
6. 5 vezes
7. 1 vez
8. 3 vezes
9. 1 vez

Citroën C4 apareceu em
1. 3 vezes
2. 1 vez
3. 6 vezes
4. 2 vezes
5. 2 vezes
8. 4 vezes
9. 1 vez

Fiat Stilo apareceu em
1. 1 vez (nem preciso dizer quem votou)
3. 1 vez
4. 1 vez
5. 4 vezes
6. 3 vezes
7. 4 vezes
8. 3 vezes
9. 2 vezes

Ford Focus apareceu em
1. 12 vezes
2. 4 vezes
3. 1 vez
4. 1 vez
5. 1 vez

Hyundai I30 apareceu em
1. 3 vezes
2. 11 vezes
3. 2 vezes
4. 2 vezes
9. 1 vez

Nissan Tiida apareceu em
2. 1 vez
3. 1 vez
4. 3 vezes
6. 2 vezes
7. 4 vezes
8. 3 vezes
9. 3 vezes

Peugeot 307 apareceu em
2. 1 vez
3. 5 vezes
4. 4 vezes
5. 1 vez
6. 3 vezes
7. 2 vezes
8. 1 vez
9. 2 vezes

Volkswagen Golf apareceu em
2. 1 vez
3. 2 vezes
4. 2 vezes
5. 2 vezes
6. 4 vezes
7. 4 vezes
8. 2 vezes
9. 2 vezes


O QUE VOCÊS ESTÃO ACHANDO?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Gosta de hatches médios? Vote na enquete e mande a sua lista!

ATUALIZADO: 12/02/10 - 17:45

Como não tenho como fazer uma enquete que permita a todos listar os carros em ordem de preferência, estou abrindo esse post, que vou tentar atualizar sempre que for possível, para podermos publicar as listas dos hatches médios de todo mundo.

Depois vamos ver qual carro foi o mais votado em primeiro, segundo, até o nono. Confiram algumas listas já enviadas por e-mail ou postadas nos comentários:

PEDRO e MARIANA
1. C4
2. Focus
3. 307
4. i30
5. Vectra GT
6. Tiida
7. Stilo
8. Astra
9. Golf


LEÔNIDAS
1. STILO
2. I30
3. 307
4. Golf
5. Focus
6. Astra
7. Tiida
8. C4
9. Vectra GT

HUGO
1. C4
2. Focus
3. 307
4. I30
5. Vectra GT
6. Tiida
7. Stilo
8. Golf
9. Astra

MARIO
1. Citroen C4 - Tecnologia
2. Ford Focus - Motor inovador
3. Hyundai I30 - Igual ao europeu
4. Chevrolet Vectra GT - Beleza
5. Fiat Stilo - Econômico (4 rodas)
6. Peugeot 307 - Qualidade
7. Chevrolet Astra - Custo/Beneficio
8. Volkswagen Golf - Seguro caro
9. Nissan Tiida - Feio

LEONARDO CARVALHO
1. Focus 2.0
2. Hyundai i30
3. Citroen C4 2.0
4. Focus 1.6
5. Peugeot 307 2.0
6. Citroen C4 1.6
7. Golf 2.0
8. Golf 1.6
9. Vectra GT
10. Stilo
11. Peugeot 307 1.6
12. Tiida
13. Astra

DANIEL
1. Focus
2. i30
3. C4
4. 307
5. Stilo
6. Vectra GT
7. Golf
8. Astra
9. Tiida (pode ser bom mas e muito feio mesmo)

DANIEL LUIZ CHECHETTO CHAVES
1. Focus
2. I30
3. C4
4. 307
5. Vectra GT
6. Golf
7. Stilo
8. Astra
9. Tiida

VILKER
1- Focus
2- i30
3- Stilo
4- C4
5- Vectra GT
6- 307
7- Golf
8- Tiida
9- Astra

WLADMIR PEREIRA
1. Ford Focus
2. Nissan Tiida
3. Hyundai i30
4. Volkswagen Golf
5. Fiat Stilo
6. Chevrolet Astra
7. Peugeot 307
8. Chevrolet Vectra GT
9. Citroën C4

RAFAEL DIAS DE ALMEIDA
MODERNOS
1- Ford Focus
2- Hyundai i30
3- Citroën C4
4- Nissan Tiida
PRIMITIVOS
5- Peugeot 307
6- Fiat Stilo
7- Volkswagen Golf
8- Chevrolet Vectra GT
9- Chevrolet Astra

ALEXANDRO PALMA
1. Focus
2. Golf (poderia ser o 5 ou 6?)
3. Tiida
4. Vectra GT
5. Astra
6. 307
7. Stilo
8. C4
9. i30

HUGO M
1. Ford Focus
2. Hyundai i30
3. Citroën C4
4. Nissan Tiida
5. Chevrolet Astra
6. Chevrolet Vectra GT
7. Volkswagen Golf
8. Fiat Stilo
9. Peugeot 307

HUMBERTO
1. Focus - tecnologia, design, motor
2. Hyundai i30 - design, acabamento
3. Golf - mecânica
4. Vectra GT - o nome vectra ainda pesa
5. C4 - tecnologia
6. Stilo - custo benefício
7. Tiida - design, é japonês
8. 307 - pelo menos é melhor que o Astra
9. Astra - preço

DIEGO ABEL
1. i30
2. C4
3. 307
4. Focus
5. Stilo
6. Golf
7. Astra
8. Vectra GT


FILIPE BH
1. Focus
2. i30
3. Astra
4. Stilo
5. Golf
6. Vectra GT
7. Tiida
8. C4
9. 307

PIAUÍ JR

1. i30

2. 307
3. Focus

4. C4
5. Vectra GT
6. Golf

7. Astra
8. Tiida
9. Stilo


VINICAR
1. Ford Focus
2. Hyundai i30
3. Citroën C4
4. Nissan Tiida
5. Chevrolet Astra
6. Chevrolet Vectra GT
7. Peugeot 307
8. Fiat Stilo
9. Volkswagen Golf

MARCUS QUINTANILHA
1. Focus
2. i30
3. 307
4. Astra
5. Vectra GT
6. Golf
7. Tiida
8. C4



9. Stilo

BRUNO MEDINA
1. i30
2. Focus
3. Golf
4. 307
5. C4
6. Astra
7. Vectra GT
8. Stilo


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Listas especiais

LEONARDO CARVALHO
1- BMW 130i
2- Volvo C30 T5
3- Subaru Impreza WRX (o WRX STI não é mais vendido no Brasil - seria minha 1ª ou 2ª opção)
4- Audi A3 2.0 TFSI
5- BMW 120i
6- Audi A3 1.6
7- BMW 118i
8- Volvo C30 2.0
9- Subaru Impreza 2.0
10- Impreza 1.5

RENATO DANTAS
1 - Focus
2 - Dodge Polara
3 - Fiat 147 (era um Hatch?)
4 - Privada com volante (é um hatch?)
5 - Fusca Zé do Caixao
6 - Brasília
7 - Corcel I duas portas
8 - Chevette duas portas
9 - Gol 1 geração
e finalmente em 10 lugar o i30 com i minúsculo, é assim que se escreve

PAULO FREIRE
1º - Impreza;
2º - i30/Focus (empate técnico);
3º - Soul (ñ sei o que diabo ele é, então vai p/ os hatchs mesmo);
4º - Stilo (melhorou a suspensão, tem ótimo acabamento, excelente espaço interno, muitos itens de conforto e etc);
5º - Astra (pelo preço);
6º - Golf (pelo câmbio tanto manual quanto automático);
7º - Vectra GT (um Astra maior e mais caro nem merecia estar na lista);
.
.
.
1584º - C4 e 307 (carro francês, preciso dizer mais alguma coisa?).


ANSELMO COYOTE
Lista de Hatches Nacionais:

1. Kadett
2. Kadett
3. Kadett
4. Kadett
5. Kadett
6. Kadett
7. Kadett
8. Kadett
9. Kadett
10. Kadett

Lista de Hatches Importados
1. Porsche (é coupé ou hatch?)
2. Porsche
3. Porsche
4. Porsche
5. Porsche
6. Nissan 370Z (idem)
7. Mercedes SLK
8. BMW Z4
9. Audi TT
10. Porsche.

OBS. Divida os Porsches em Carrera GT, 911 e Caiman... rsrs.


ALEXANDRO PALMA
Usados (mas bem usados, mesmo):
1. VW Golf 3 (de boyzinho da favela)
2. Fiat Tipo (faltou grana pra comprar um Golf 3)
3. GM Monza S/R (não ficou em primeiro porque está extinto)
4. Escort Guarujá (XR3 com 4 portas...extinto)
5. Fiat Brava (não fica bravo comigo, por favor...)
6. VW Pointer (era pra ser e não foi)
7. Fiat Uno CSL 1.6 4portas (quem não tem Stilo caça com Uno)
8. VW Passat LSE (se não foi explodido no Iraque é uma boa opção)*
9. GM Chevette Hatch (se tivesse 4 portas ninguém segurava...abririam a toda hora...)
10. Walk Machine (afinal é uma moto hatch...putz, essa foi horrível!!!)
* o Passat modelo LSE foi exportado para o Iraque nos anos 80.

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POSTE A SUA LISTA NOS COMENTÁRIOS OU ME ENVIE POR E-MAIL!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Impressões - Peugeot 307, um francês de qualidade

Fico feliz em receber mais um carro para o Impressões do De 0 a 100! E temos a presença do primeiro veículo da Peugeot na seção! Trata-se de um 307 hatch, único da marca que me atrai de verdade no mercado brasileiro, e que considero o melhor da gama de automóveis da Peugeot por aqui. Quem também gosta muito do carro é o Pedro Fialho, feliz proprietário do veículo e que sabe absolutamente TUDO sobre o seu 307!

Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite e o Pedro, basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.


Peugeot 307 Griffe HatchANTES DA COMPRA
Em minha casa sempre fomos adeptos de carros italianos e alemães. Recentemente e antes de comprarmos o Peugeot, tivemos um Golf 2.0 ano 95 alemão e um Golf 2.0, geração anterior à que circula em nossas ruas, ano 2000. Éramos e continuamos apaixonados pelo Golf. Atualmente temos um 307 (que fica tanto em Vitória - ES e Belo Horizonte) e um Polo 1.6 (usado no serviço do meu pai, em Vitória).

No momento da troca, cogitamos adquirir ou um Honda Civic, Pajero TR4, outro Golf ou Peugeot 307. Tiramos a Pajero da jogada pelo fato do câmbio automático não possuir trocas seqüenciais (ficamos um pouco preocupados quanto ao desempenho). O Civic saiu também porque, no mesmo preço do 307 topo de linha, o japonês é bem menos equipado. Restou outro Golf e o francês. Fomos à Volks conhecer o novo Golf 4,5 e, em primeira instância, a sensação era a de estarmos entrando no nosso carro de 6 anos atrás: praticamente nada mudou no interior. Por fora, deram um jeito brasileiro nas lanternas e não nos agradou tanto. A mecânica continuava (muito boa, por sinal) a mesma: era o velho motor de 116 cv.

Fomos, então, à Peugeot conhecer o 307 Griffe. Ficamos maravilhados com o interior do carro: nunca tínhamos entrado em um veículo com acabamento tão caprichado. Eu e meu pai, que gostamos do Civic, achamos o interior do 307 ainda mais acolhedor. Foi amor à primeira vista. Demos uma volta no carango para sentir o motor e o comportamento dinâmico: agradou tanto que no mesmo dia efetivamos a compra do Peugeot 06/07.

Os votos de confiança depositados no francês valeram a pena: até hoje, com quase 70.000 km, o carro não apresenta problemas.
ACABAMENTO E ESPAÇO INTERNO
O acabamento interno do carro é impressionante. Na faixa de preço não vi nada melhor (rivaliza com os novos i30 / Focus Guia e com Civic / Corolla / C4). A maioria dos botões são emborrachados. As portas possuem botões one touch. O console central, bem como o resto do interior do carro, não possui rebarbas. O parassol dos instrumentos, assim como o revestimento das partes “pretas” do painel, são todos macios. O volante e as portas possuem apliques em couro. Alguns porta objetos têm o seu fundo revestido por borracha, para evitar que algo deslize naquele local. A soleira das portas possui o logotipo da Peugeot. A pedaleira e o descanso para o pé são todos em alumínio. Tudo muito refinado.


À noite, a iluminação é outro aspecto interessante. As luzes alaranjadas são refletidas nos cromados dos mostradores e do câmbio automático. O colorido do A/C digital reflete nos detalhes imitando aço escovado. Conforme a foto, é realmente muito bonito. Estamos com quase 70.000 km e o carro não bate absolutamente nada.O espaço interno, por sua vez, agrada muito. O veículo é largo e tem um bom entre-eixos (2,61m), mas se você for muito alto, não queira viajar no meio do banco traseiro (apesar de haverem encostos para cabeça e cintos de 3 pontos para todos os 5 ocupantes). Na frente sobra espaço (a cabine mais espaçosa que já tive oportunidade de entrar). Atrás ele poderia ser um pouco maior (talvez a Peugeot pudesse tirar um pouco dos 420L do porta-malas), melhorando a habitabilidade dos bancos traseiros.

EQUIPAMENTOS
Outro ponto que nos atraiu no momento da compra. O carro é ótimo para os desavisados.

. Possui sensores de abertura nas portas, capô e porta-malas. O sensor de estacionamento funciona bem e, por incrível que pareça, detecta obstáculos que passam na lateral das portas traseiras. Neste momento, um outro tipo de ruído é emitido (é necessário conferir em qual lado está o objeto).

. O piloto automático com comandos no volante funciona muito bem em regiões mais planas. Em aclives acentuados eu não recomendo, pois ele tenta, de qualquer maneira, andar sempre na velocidade escolhida.

. O sensor crepuscular é bem preciso. Dependendo da iluminação, ele liga os faróis e as luzes dos mostradores internos. Caso esteja um pouco mais claro que na situação anterior, ele liga somente os faróis. É interessante.

. O sensor de chuva funciona bem. Melhor que o sensor, na minha opinião, é o temporizador do limpador de pára-brisa indexado à velocidade do automóvel. Mesmo se você colocar a alavanca na posição 2 (a mais rápida), à medida que o carro vai diminuindo a velocidade, o tempo entre as passadas do limpador é reduzido, chegando quase a 0 no semáforo. Na hora de acelerar novamente, o limpador também é acelerado.
. O computador de bordo é o melhor que já tive oportunidade de mexer. Por ele é possível ativar e desativar todas as funções dos sensores e regular o tempo em que o farol e as luzes do carro continuam acesos após sair do veículo. Possui quilometragem de destino decrescente; calcula duas velocidades médias e estima a autonomia, apresenta o consumo instantâneo, calcula duas médias de consumo (em uma dada quilometragem) e tem 3 odômetros parciais. É possível regular a iluminação do mostrador de acordo com a hora do dia. Qualquer defeito que o carro apresentar, mesmo sendo uma lâmpada queimada, é indicado no CB.. Os comandos de áudio estão presentes em uma borboleta atrás do volante e todos são gerenciados pelo computador de bordo. A disqueteira para 5 CDs funciona bem (aceita mp3), mas faz um barulhinho um pouco alto na hora da troca de discos. A minha crítica vai para a entrada USB: ela existe, dentro do porta-luvas, sendo necessário pagar R$ 300 pelo adaptador. A qualidade dos alto-falantes é satisfatória (os do Golf eram melhores). As funções de rádio são interessantes: é possível gravar várias estações no CB (computador de bordo). A presença de ícones de áudio, funções e rádio no CB são legais.. O ar-condicionado digital é do tipo dual zone, é automático e possui sensor de qualidade do ar. Diante de fumaça, por exemplo, o sistema ativa a circulação interna. O recurso dual zone funciona, mas o ar dentro da cabine tende a atingir um equilíbrio térmico. Existe saída de ar embaixo dos bancos traseiros e no porta-luvas.. Bluetooth também integra a lista de equipamentos. É possível conectar 4 telefones ao carro e transferir as suas agendas telefônicas. Existe um microfone próximo ao comando do teto solar. O áudio sai pelos alto-falantes e o nome da pessoa ou o número do telefone que está te ligando é identificado pela tela do CB.. Alguns mimos adicionais fazem diferença. O carro possui fechamento automático do teto solar, vidros e dos retrovisores (o último configurável). O retrovisor fotocrômico funciona muito bem à noite.

. Em um carro com tantos recursos eletrônicos, a abertura da tampa de combustível poderia ser interna.

COMPORTAMENTO DINÂMICO

Freios

São a disco nas quatro rodas e transmitem segurança. Quem dirige o veículo pela primeira vez deve se acostumar à sensibilidade do pedal: qualquer pressão aplicada e o carro reage imediatamente. Possui ABS, EBD e EVA. Em uma freada de emergência, o pisca-alerta é acionado automaticamente.

Suspensão
Os 307 antigos, bem como o resto dos franceses, eram duramente criticados nesse quesito. O tempo passou e a Peugeot melhorou bastante a suspensão dos 307. Ela é independente nas quatro rodas, sendo dual link atrás com barra estabilizadora. Eu diria que no 307 ela é mais “tapete” que a do Golf (o carro não chacoalha tanto), porém filtrando menos a aspereza da pista e, quando passando em um buraco, bate mais “seco”. Já rodei em Civic e Corolla e o nível de ruído por parte da suspensão do 307 é um pouco maior, mas não tão distante dos japoneses. Ela é, no geral, muito confortável e boa de curva (não podemos culpar nossos carros pelo estado das ruas em que circulamos). Respeitando o limite de velocidade, tanto eu quanto o meu pai já fizemos umas curvinhas um pouco mais abusadas, e o veículo tem comportamento tendendo ao neutro (não sai de frente e nem de traseira).

Câmbio
Antes de falar do excelente motor, acho necessário dar a minha opinião sobre a polêmica transmissão AL4, que atualmente equipa a Citröen e Peugeot. O câmbio possui 4 marchas, oferece trocas seqüenciais, modo esportivo e um controle de tração em baixas velocidades. Na posição “D” o carro fica, digamos, adormecido. No “S” ele acorda e, no tiptronic, é uma delícia. A maioria da mídia, que se intitula especializada, fala do assunto sem conhecê-lo a fundo. Eu diria que, na internet, ocorre um festival de propagação de ideias. O tranco presente nas trocas de marcha ocorre somente quando se retira o pé do acelerador na hora da passagem das velocidades (para evitá-lo, é só permanecer com aceleração constante). A Peugeot disponibilizou um software que reprograma a função do conversor de torque, melhorando consideravelmente o funcionamento do câmbio e praticamente eliminando os pequenos trancos existentes. Eu não diria que o câmbio é excelente, pois existem os automáticos, DSG e S-Tronic da VW / Audi, PDK da Porsche, e “por aí vai”. De uma maneira geral, a transmissão atende muito bem e garante diversão, tanto na estrada quanto na cidade. Com o tempo dá para acostumar.

Já fiz uso do controle de tração na subida da rua da entrada do Mercado Distrital, em Belo Horizonte. Choveu e a água carreou o óleo da suspensão dos carros estacionados para a pista. Diversos automóveis, sendo a maioria de taxistas, não conseguiram subir. Apertei a tecla (*) do câmbio e o veículo subiu tranquilamente, em primeira marcha, o aclive.

Motor, consumo e isolamento acústico
O 307 vendido autalmente possui, no álcool, 22 kgfm de torque e 151 cv. O motor tem comando de válvulas variável, garantido 19 quilos já em baixas rotações. Em 4 mil RPM os 22 kgfm entram plenamente (dá pra notar uma coladinha no banco nesse momento). Na gasolina, são 143 cv de potência e 20,4 kgfm. Utilizando ou o modo esportivo ou as trocas seqüenciais da AL4, o carro fica bem esperto. Ontem peguei a BR-262 e o veículo, embora carregado, andou facilmente nos limites de velocidade (poderia ir bem além, caso fosse permitido). Fizemos, também, ultrapassagens com segurança. Em termos de desempenho e fazendo uso de algumas revistas, ele é geralmente o automático mais veloz dos testes. Pelos dados, um pouco mais rápido até que o i30 e novo Focus. O nosso antigo Golf 2.0 manual não tem a disposição do Peugeot automático. Eu e meu pai ficamos bem satisfeitos guiando o veículo, principalmente pelo conforto proporcionado pelo câmbio automático (como alguns dizem: “a época de sair do sinal cantando pneu já passou”).

O consumo é o esperado para um carro 2.0, automático e com aproximadamente 150 cv. Entre 7 e 8,2 km/l na cidade, dependendo do trânsito. Na estrada, obedecendo uma média de aproximadamente 90km/h e com o carro relativamente carregado, entre 12,5 e 14,5 km/l. Dizem que o motor flex tornou-se mais beberrão (O 307 Griffe é movido unicamente a gasolina).

O isolamento acústico é excelente. Escuta-se o motor somente em rotações mais altas. Mesmo assim, o ruído não chega a incomodar. Em alguns momentos não dá para perceber que o motor está funcionando.

MANUTENÇÃO E VALOR DE MERCADO
Os franceses sofrem preconceito. Costumam desvalorizar mais que os alemães, por exemplo, por um passado muito diferente do presente. O 307 tem se mostrado mais robusto que o nosso antigo Golf, mesmo sendo um carro com muito mais recursos suscetíveis a algum problema. As revisões tem preços fixos, seguindo quase sempre os valores da tabela presente no site da Peugeot. Por enquanto, aos 70.000km, nada doeu muito na carteira.

A desvalorização é ruim para quem está vendendo e boa para quem está comprando, pois quem está prestes a adquirir um 307 Griffe usado, com certeza levará um carrão por um baixo valor.

Eu recomendo fortemente o veículo para quem tem prazer em dirigir e gosta de conforto. A qualidade da vida a bordo do 307 é raramente encontrada em outros carros do segmento, e está bem acima de carros de categoria inferior. Os mimos tornam tudo mais agradável durante o contato com o veículo.

O fato de desconhecermos os gastos com substituição de peças se deve também ao cuidado que temos com o carro. Tratamos com carinho.

Tanto eu quanto o meu pai estamos muito satisfeitos com o Peugeot. Quem tiver interesse em adquirir um, tome cuidado com a vinda do 308 hatch para o Brasil, que deve ocorrer em 2011. Fora isso, o 307 superou em muito as nossas expectativas. Dêem preferência para câmbios automáticos ano 07/08 para frente, pois já sofreram revisões.

Espero que as impressões acima tenham servido para mostrar alguns recursos não comentados pela mídia e que seja de ajuda, também, para quem estiver pensando em adquirir um 307.

Opinião do blogueiro
Não tem muita coisa que eu possa adicionar, já que o Pedro detalhou tudo muito bem. Apenas repito que o 307 é o modelo que considero o melhor da Peugeot no Brasil atualmente. Gosto especialmente dessa versão do Pedro, hatch, com motor 2.0
e câmbio automático. Bom espaço interno e para bagabem são sempre bem-vindos.

Atualização (03/02/10)
Devido a enorme polêmica sobre o 307, reproduzo aqui o vídeo do Pedro mostrando mais detalhes do carro dele: