quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Impressões: City continua um "verdadeiro automóvel"

Promessa é dívida. O internauta Renato Dantas, quando participou pela primeira vez da seção Impressões do De 0 a 100 prometeu que, quando seu Honda City chegasse aos 10.000 km rodados, ele atualizaria suas opiniões sobre o "verdadeiro automóvel". Será que alguma coisa mudou? As opiniões dele chegam no mesmo momento em que a Honda lança no mercado nacional uma nova versão de entrada do City, a DX.

Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr., o Renato Dantas, o Mário Cesar, o Mário Cesar (de novo!) e o Renato Dantas (de novo!), basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.
"Tudo funcionando em perfeita ordem, nada de barulho no painel ou em outro lugar, apenas há uma batida seca na suspensão quando está pesado e passa no buraco, mas nada que a desabone. A revisão dos 10.000 km custou, incluindo o filtro de gasolina (obrigatório a troca para manter a garantia, que eu concordo), R$ 186,55, em 3 vezes sem juros. Que moleza, não? E o carro entregue no mesmo dia com lavagem incluída sem custo, pelo menos não estava descrito na nota fiscal de serviços.
Depois destes 10.000 km, fui observando certas coisas como o espaço interno bem elaborado de maneira inteligente, com porta-objetos para todos, com espaço para um adulto no banco de trás, mesmo que tenha um motorista com altura, digamos, de 1,90 m. E ainda sobra espaço para o ocupante do banco traseiro que, como já disse, é reclinável. O volante tem regulagem de altura e profundidade. O modelo tem cinto de três pontos para todos os ocupantes (já dito na primeira impressão), mas é bom repetir. As aberturas do porta-malas, da tampa de combustível (conjugado com as travas da porta) e do reservatório de partida a frio ficam na parte interna.
Quanto ao consumo, na cidade, com gasolina, média de 8,6 km/l. Acho adequado para um automático e estamos falando da cidade de Belo Horizonte/MG, com sua topografia cheia de altos e baixos. Bem, para atingir esta média é necessário dirigir de maneira racional sem arrancadas ou freadas bruscas.

Na estrada, média de 14,4 km/l, com variação entre 100 e 130 km/h. O câmbio automático de 5 marchas tem muita qualidade. Além das trocas de marchas suavemente efetuadas, deu-me a 120 km/h por hora a marca de 2.500 rotações por minutos. E basta pisar um pouco para o carro ganhar mais 1.000 rpm, chegando, em poucos segundos, aos 3.500 rpm, atingindo os 160 km/h. Neste momento o motor começa a ficar ruidoso.

Para ganhar mais potência de modo mais rápido é só colocar o câmbio em D3 e acelerar. Isto deve ser feito somente quando for necessário efetuar as ultrapassagens em segurança, ou quando quiser redução rápidas para uma eventual parada ou descidas longas. O maravilhoso câmbio automático de 5 marchas casou muito bem com o motor VTEC 1.5 16V FLEX, e seus 115 cv (gasolina) e 116 cv (álcool). Sabendo usar este conjunto o carro fica sob seu comando. Não vamos dizer que é arisco, mas atende as necessidades que o automóvel exige. Quanto ao seguro, ficou em R$ 1.413,00 para o meu perfil.
A direção com a assistência elétrica é fantástica e não rouba potência do motor, como as hidráulicas. O ar-condicionado é outro item que merece nota 10, com funcionamento perfeito e imperceptível, com dois sensores de temperatura: um em cima e perto do pára-brisa para medir o grau interno de calor, que, dependendo do tempo que ficou exposto ao Sol, trabalha mais eficientemente para atingir a temperatura ideal; e outro no painel, perto da ignição, para desligar o compressor quando o habitáculo está a contento, ficando no automático para melhor aproveitamento do motor.
Como já disse, o som é prefeito. O volume aumenta de acordo com a velocidade, o botão que fica no centro do aparelho, além de utilizado para aumentar o volume, também memoriza as faixas. Ao apertá-lo, podemos procurar as músicas já tocadas sem haver interrupção do som. Ao efetuar a escolha da música desejada, é só apertar o play e o aparelho passa a tocar a música escolhida.

Mesmo sendo um automóvel Honda, algumas coisas poderiam melhorar nesta versão LX. Não considero nada negativo, tendo em vista que 90% dos carros produzidos no Brasil vem pior em matéria de acessórios. Vamos aos pontos de melhoria, que a Honda poderia adotar, pelo menos, como opcionais no veículo. Airbag em todos os modelos, subir e descer os vidros com 1 toque e fechamento dos mesmos pelo alarme (mandei colocar tudo isso), iluminação de todos os botões que movimentam os vidros (à noite é necessário tatear para achá-los), colocar iluminação do porta-luvas, poderia ter um timer de alguns segundos para fechamento dos vidros após ligarmos o alarme (mandei colocar), tampa do porta-malas com hastes pantográficas e (não pescoço de ganso) e forro.
No pós-venda tive um atendimento de primeira qualidade na concessionária AUTO JAPAN/BH.
Alguns dizem que o Honda City é caro pelo que oferece, inclusive algumas revistas e jornais especializados no assunto. Na minha opinião, ele está valendo cada centavos que paguei pela qualidade, confiabilidade, durabilidade e estilo, e pelo excelente atendimento por parte da concessionária. E digo mais, pagarei quando for trocá-lo por outro Honda ou Toyota, que são verdadeiros automóveis."
Opinião do blogueiro
Minhas considerações sobre o carro não mudaram em relação ao que escrevi na primeira impressão do Renato Dantas. Concordo em relação aos pontos negativos que o Dantas citou. Alguns aspetos eletrônicos dos carros da Honda deveriam ser revistos, como o sistema one touch para o acionamento dos quatro vidros; o fechamento automático dos vidros quando o alarme é acionado; e a conexão bluetooth para celular. O forro da tampa do porta-malas, em destaque da foto acima, também deveria ser de série. Parece pouco caso da Honda vender um carro tão bom como o City com os "ferros do porta-malas" à mostra. Tudo bem que o Dantas resolveu a questão pagando R$ 90. Mesmo assim, ele não deveria ter pagado nada.

Para encerrar, deixo aqui um abraço ao Flávio Souza, um dos melhores gerentes de concessionária que já conheci, que foi um dos responsáveis por ter feito o atendimento da Auto Japan ser bom. (fotos: Renato Dantas/Divulgação)

domingo, 26 de setembro de 2010

Nissan começa a ser ousada (até demais) no Brasil

Eu sempre disse no De 0 a 100 que faltava ousadia para a Nissan no mercado brasileiro. A marca lançou bons carros, mas sempre pareceu tímida demais, chegando a passar a impressão de falta de ambição. Entretando, a empresa aparentemente mudou de ideia de vez e, agora, quer aparecer de forma agressiva na mídia, usando uma estratégia adorada por partidos políticos, especialmente em época de eleição: atacar os adversários.
No anúncio das revistas, o Tiida Sedan "bateu" no Chevrolet Astra Sedan, um adversário mais fraco, mas que, no mês passado, vendeu quase o dobro do sedã japonês (410 x 229). Foi uma surpresa ver a Nissan se comportando dessa forma. Mas ela continuou o ataque, alfinetando também a Volkswagen e a Toyota, mostrando os engenheiros alemães levando um banho de lama e os "irmãos" japoneses comendo poeira.

Agora é a vez do Livina partir para o confronto direto com os concorrentes (na TV). Usando como base as conquistas do seu monovolume, a Nissan "bateu" no Fiat Idea, no Chevrolet Meriva e no Honda Fit, líder absoluto da categoria.

Vejam abaixo o comercial, enquanto a CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) não o retira do ar.

Você acha que a Nissan está certa em atacar os concorrentes? Será que a área de marketing da Hyundai está inspirando a marca japonesa?

Atualização (01/10/2010)
E não demorou muito para a Nissan ser obrigada a retirar o comercial do Livina do ar. Mas a marca não perdeu a oportunidade de cutucar novamente os concorrentes. Vejam:

(Foto: Reprodução do anúncio da Nissan na revista Quatro Rodas)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Gol Rallye e City DX chegam por cima e por baixo

Honda e Volkswagen lançaram duas novas versões de seus modelos com objetivos iguais, mas com estratégias diferentes. Ambas querem aumentar a participação no mercado (vendendo mais). Mas os japoneses criaram uma versão de entrada para o City, chamada de DX, para deixá-lo mais barato; enquanto os alemães deram um tapa "off-road" (entre aspas mesmo!) no Gol, o deixando mais caro, mas nem por isso melhor equipado.
Começando pelo líder de vendas no Brasil, sua versão Rallye começa a ser vendida a partir de R$ 40.370 com câmbio manual e R$ 43.030 com a transmissão manual automatizada I-Motion. A inspiração visual veio da picape Saveiro Cross, com aplique de plástico preto na parte inferior do para-choque, régua prateada na frente, faróis de neblina, faixas laterais, faróis com máscara negra, aerofólio preto, faixas decorativas na tampa do porta-malas e um aplique prateado na parte inferior do para-choque traseiro. O motor é o velho conhecido 1.6 VHT (EA 111 - você sabe o que significa a sigla EA?) que desenvolve 101 cv com gasolina e 104 cv com etanol.
Além do visual, para virar Rallye, o Gol recebeu pequenas alterações para ficar mais alto, com o aumento de 2,8 cm da distância livre do solo, além da suspensão ter ficado mais firme. Entre os equipamentos de série, destaque para sensor de estacionamento, direção hidráulica, luz de neblina, rodas de liga leve aro 15”, abertura elétrica do porta-malas, trio elétrico, rede no porta-malas, coluna de direção regulável em altura e profundidade, computador de bordo e seis alto-falantes. A lista de opcionais não é tão longa quanto a de itens de série, mas ela é tão ou mais importante: ar-condicionado, freios com sistema anti-travamento (ABS), rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, entrada auxiliar USB e entrada para cartão de memória SD Card e airbag duplo.
Já a Honda pisou feio na bola. Ao invés de deixar a versão LX mais barata, para ter um modelo mais em condições de enfrentar (em termos de equipamentos) os concorrentes, especialmente o New Fiesta Sedan, a Honda preferiu lançar um acabamento mais simples do City, o DX. Para emagrecer no preço, o sedã japonês perdeu o sistema de som completo, os alto-falantes e a bandeja sob o assento traseiro.
O City DX custa a partir de R$ 55.420 com câmbio manual e R$ 59.300 com automático. O Honda deveria ter ficado mais barato, sem perder equipamentos. Não custa lembrar que o New Fiesta parte de R$ 49.900 básico e chega a R$ 54.900 completo, com direito a sete airbags. Pelo menos a Honda manteve a mesma boa mecânica do City, com o motor 1.5 16V flex, que desenvolve 115 cv de potência com gasolina e 116 cv com etanol.
Confira os preços públicos sugeridos com pela Honda (frete incluso, com base em São Paulo):

R$ 55.420 (DX MT)
R$ 59.300 (DX AT)
R$ 57.420 (LX MT)
R$ 61.300 (LX AT)
R$ 62.975 (EX MT)
R$ 66.855 (EX AT)
R$ 66.780 (EXL MT)
R$ 72.625 (EXL AT)
(fotos: Volkswagen/Divulgação e Honda/Divulgação)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Rápidas de hoje

 Queria compartilha uma dúvida e dois acontecimento com vocês.

Acontecimento 1
Um amigo ligou para a central de atendimento da Hyundai e agendou a primeira  revisão (troca de óleo e mais algumas coisas) do i30 dele. Foi então marcada uma data e uma concessionária específicas para ele levar o automóvel. Além do dia, horário e local, ele recebeu também o nome do consultor técnico (mecânico) que o receberia. Ele cumpriu a parte dele e foi até a concessionária conforme estava agendado. Mas, chegando lá, a concessionária não fazia nenhum serviço de revisão no sábado (dia marcado pela própria marca), nem havia nenhuma marcação a respeito da revisão do i30 do meu amigo. E o pior: o consultor técnico que receberia o carro não trabalha na concessionária (ninguém de lá sabia da existência dele). Um descaso completo por parte da Hyundai com o cliente que investiu na marca.

Acontecimento 2
Recentemente, a Chevrolet convocou os proprietários do Agile para um recall para a substituição da mangueira de alimentação de combustível. O problema foi que a marca convocou o donos sem ter a peça, com sobra, em estoque. Resultado: peça em falta e clientes impossibilitados de agendar o recall (e insatisfeitos). Não custa lembrar que o problema pode causar vazamento de combustível com a possibilidade de incêndio no motor. Conversei com uma proprietária que entrou em contato com o SAC da marca que a orientou a fazer o agendamento pelo site. Entrando na página, ela disse que não encontrou a opção para a marcação da substituição da peça. De acordo com a dona do Agile, a atendente do SAC da Chevrolet disse que a opção estaria "bem visível no site". Depois disso, a proprietária entrou em contato com a concessionária onde ela comprou o carro e, como já era esperado (por mim), a peça não estava em estoque. Ela ligou então para mais quatro revendas, sendo duas na cidade de São Paulo, uma em Santo André e outra em São Caetano do Sul (local onde a GM tem uma grande fábrica), mas não conseguiu agendar pelo mesmo motivo. Complicada a situação. Espero que a Chevrolet consiga logo um estoque de peças para atender todos os donos de Agile "contemplados" pelo recall.

Dúvida
Alguém sabe o que significa a sigla EA dos motores da Volkswagen? O propulsor 1.6 VHT, por exemplo, que equipa quase toda a família Volks no Brasil, tem a sigla EA 111. Já perguntei para 4 pessoas da Volkswagen, para um pessoa ex-Volkswagen e para mais algumas fontes e ninguém soube a resposta certa. Só me disseram que o E é de Engine. (foto: Hyundai/Divulgação)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fotos da nova (e bacana) Montana caem na rede

Não teve jeito, de novo. O blog CarrosBlog.com publicou (e depois retirou à pedido da Chevrolet) fotos da nova Montana. Em seguida o Notícias Automotivas repercutiu os "flagrantes" e pronto, estava feito o estrago: todo mundo conheceu o visual definitivo da nova picape.
E não é que o design da nova Montana ficou muito legal? A frente grande como a do Agile recebeu um novo para-choques, que casou muito bem numa picape. A traseira também ficou boa, lembrando um pouco a da S10, mas de bom gosto. Até o detalhe visual no teto ficou bom. A nova picape da GM será lançada oficialmente apenas no dia 26 de setembro.
Segundo informações conseguidas pelo blog, a nova Montana estará disponível, inicialmente, nas versões LS e Sport, ambas com motor 1.4 Econo.Flex, provavelmente com os mesmos 97 cv de potência e 13,2 mkgf de torque com gasolina e 102 cv e 13,5 mkgf com etanol do Agile. Já a capacidade de carga será de 758 kg, a maior da categoria.
Por dentro, o painel é o mesmo do Agile, mas o espaço deve ser superior ao da atual Montana, que deve morrer com a chegada da nova. O preço da picape Agile deve iniciar entre R$ 30.000 e R$ 32.000.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Linea ganha motor E.TorQ. Propulsor 1.9 vai embora sem deixar saudades

Mais uma vez a velha discussão sobre a Fiat. Se algo não está dando certo, a empresa logo muda alguma coisa. Se, por um lado isso é excelente, pois mostra dinamismo e eficiência para corrigir o “erro", por outro, é ruim, pois o cliente acaba investindo em algum produto que logo vai sair de linha, como Palio Citymatic e Siena 6 marchas.

O mesmo acontece agora com o sedã Linea. O carro não está saindo de linha, mas sim o seu motor (argentino) 1.9 16V flex (que na verdade é um 1.8 16V), que desenvolve 130 cv de potência e 18,1 mkgf de torque com gasolina e 132 cv e 18,6 kgfm com etanol. As potências e os torques máximos chegam a 5.750 rpm e 4.500 rpm, respectivamente. O Linea 1.9 16V manual pesa 1.315 kg, enquanto as versões com câmbio Dualogic pesam 1.320 kg.

Em seu lugar entra o novo 1.8 16V E.TorQ, que fez a sua estréia no Brasil no Punto. Ele tem os mesmos 130 cv e 132 cv, mas que são alcançados a 5.250 rpm. Já o torque máximo é superior, 18,4 mkgf (G) e 18,9 mkgf (E), e alcançado na mesma rotação do 1.9. O Linea E.TorQ pesa: 1.300 kg (LX), 1.305 kg (LX Dualogic), 1.310 (HLX), 1.315 kg (HLX Dualogic) e 1.325 kg (Absolute Dualogic).

Demorei um pouco mais para escrever esse post porque pude rodar com o Linea E.TorQ. Para quem já dirigiu o 1.9, a diferença será pequena – para melhor. O desempenho é parecido. Mas, com o novo motor 1.8, o sedã da Fiat ficou com seu comportamento mais “redondo”. Tudo parece melhor, mais suave e gradual. A “aspereza” do carro com o 1.9 sumiu com a adoção do E.TorQ. Até o câmbio Dualogic está mais eficiente, com trancos ligeiramente menores que o 1.9.
Em relação ao consumo, não tive como medir. Mas, levando em consideração os dados de fábrica, o Linea 1.9 bebe menos na cidade, enquanto o Linea 1.8 E.TorQ é mais econômico na estrada. Acredito que, na prática, os números de consumo divulgados pela Fiat são (um pouco) mais próximos da realidade de um motorista comum – embora seja praticamente impossível alcançá-los.

Com uma gama de versões mais variadas, preços mais baixos em relação ao lançamento e um foco de mercado diferente (menos direcionado em bater de frente com Civic e Corolla), finalmente o Linea terá condições mesmo de fazer sucesso no mercado nacional.

Dados de fábrica

Linea 1.9 16V
Velocidade máxima (km/h): 186 (G) / 188 (E)
De 0 a 100 km/h: 10,7 s (G) / 10,5 s (E)
Consumo urbano: 11,5 km/l (G) / 8,1 km/l (E)
Consumo estrada: 15,3 km/l (G) / 10,7 km/l (E)

Linea 1.8 16V E.TorQ
Velocidade máxima (km/h): 190 (G) / 192 (E)
De 0 a 100 km/h: 10,3 s (G) / 9,9 s (E)
Consumo urbano: 11,3 km/l (G) / 7,7 km/l (E)
Consumo estrada: 16,1 km/l (G) / 10,8 km/l (E)

Preços sugeridos

Linea 2011
Linea LX 1.816V Flex – R$ 55.450
Linea LX Dualogic 1.8 16V Flex – R$ 58.430
Linea HLX 1.8 16V Flex – R$ 58.180
Linea HLX Dualogic 1.8 16V Flex – R$ 61.140
Linea Absolute Dualogic 18.16V Flex – R$ 67.030
Linea T-Jet 1.4 16V Turbo Gasolina – R$ 71.290

Linea no lançamento
Linea 1.9 16V manual – R$ 60.900
Linea 1.9 16V Dualogic – R$ 63.900
Linea 1.9 16V Absolute Dualogic – R$ 68.890
Linea T-Jet 1.4 16V Turbo Gasolina – R$ 78.900
(fotos: Fiat/Divulgação)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Peugeot 408 Sedan: será que agora vai?

A linha 307 da Peugeot sempre foi muito boa, mas nunca conseguiu cair de vez no gosto do brasileiro. A versão sedã sempre foi bastante criticada por ter a dianteira de um carro e a traseira de outro. Mas esse não é o tema do post. Vamos falar aqui do novo sedã da Peugeot, que será apresentado ao público por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, que vai do final de outubro ao início de novembro.

O 408 será produzido na Argentina e importado para o Brasil tendo exatamente o visual como um de seus destaques. É inegável que o 408 Sedan evoluiu em relação ao 307 Sedan. As linhas são mais bonitas e harmônicas. Mesmo que a traseira não seja uma maravilha, e que ela tenha claramente uma influência chinesa (que pode não agradar tanto por aqui), ela é melhor do que a do 307.

O modelo será o primeiro do continente o sair de fábrica com novo logotipo da Peugeot, que ficou bem legal. O 408 sedã mede 4,68 m de comprimento e 1,81 m de largura. Por aqui, ele deve ter o já conhecido motor 2.0 16V flex, que desenvolve 143 cv de potência e 20 kgfm de torque com gasolina e 151 cv e 22 kgfm com etanol.

Tomara que a Peugeot valorize o público brasileiro assim como ela faz com os chineses. Segundo a Autoesporte, por lá, o 408 Sedan tem faróis de bi-xenón, seis airbags, freios ABS de série em todas as versões e controle de estabilidade e de tração nas versões mais caras. Não custa torcer para isso acontecer - mas a chance é pequena.

A minha expectativa então fica por conta do 408 hatch, previsto para chegar em 2011. Na verdade ele deveria ser 308 hatch, mas isso é assunto para outro post.