Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr., o Renato Dantas, o Mário Cesar, o Mário Cesar (de novo!) e o Renato Dantas (de novo!), basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.
"Tudo funcionando em perfeita ordem, nada de barulho no painel ou em outro lugar, apenas há uma batida seca na suspensão quando está pesado e passa no buraco, mas nada que a desabone. A revisão dos 10.000 km custou, incluindo o filtro de gasolina (obrigatório a troca para manter a garantia, que eu concordo), R$ 186,55, em 3 vezes sem juros. Que moleza, não? E o carro entregue no mesmo dia com lavagem incluída sem custo, pelo menos não estava descrito na nota fiscal de serviços.
Depois destes 10.000 km, fui observando certas coisas como o espaço interno bem elaborado de maneira inteligente, com porta-objetos para todos, com espaço para um adulto no banco de trás, mesmo que tenha um motorista com altura, digamos, de 1,90 m. E ainda sobra espaço para o ocupante do banco traseiro que, como já disse, é reclinável. O volante tem regulagem de altura e profundidade. O modelo tem cinto de três pontos para todos os ocupantes (já dito na primeira impressão), mas é bom repetir. As aberturas do porta-malas, da tampa de combustível (conjugado com as travas da porta) e do reservatório de partida a frio ficam na parte interna.
Quanto ao consumo, na cidade, com gasolina, média de 8,6 km/l. Acho adequado para um automático e estamos falando da cidade de Belo Horizonte/MG, com sua topografia cheia de altos e baixos. Bem, para atingir esta média é necessário dirigir de maneira racional sem arrancadas ou freadas bruscas.
Na estrada, média de 14,4 km/l, com variação entre 100 e 130 km/h. O câmbio automático de 5 marchas tem muita qualidade. Além das trocas de marchas suavemente efetuadas, deu-me a 120 km/h por hora a marca de 2.500 rotações por minutos. E basta pisar um pouco para o carro ganhar mais 1.000 rpm, chegando, em poucos segundos, aos 3.500 rpm, atingindo os 160 km/h. Neste momento o motor começa a ficar ruidoso.
Para ganhar mais potência de modo mais rápido é só colocar o câmbio em D3 e acelerar. Isto deve ser feito somente quando for necessário efetuar as ultrapassagens em segurança, ou quando quiser redução rápidas para uma eventual parada ou descidas longas. O maravilhoso câmbio automático de 5 marchas casou muito bem com o motor VTEC 1.5 16V FLEX, e seus 115 cv (gasolina) e 116 cv (álcool). Sabendo usar este conjunto o carro fica sob seu comando. Não vamos dizer que é arisco, mas atende as necessidades que o automóvel exige. Quanto ao seguro, ficou em R$ 1.413,00 para o meu perfil.
Para ganhar mais potência de modo mais rápido é só colocar o câmbio em D3 e acelerar. Isto deve ser feito somente quando for necessário efetuar as ultrapassagens em segurança, ou quando quiser redução rápidas para uma eventual parada ou descidas longas. O maravilhoso câmbio automático de 5 marchas casou muito bem com o motor VTEC 1.5 16V FLEX, e seus 115 cv (gasolina) e 116 cv (álcool). Sabendo usar este conjunto o carro fica sob seu comando. Não vamos dizer que é arisco, mas atende as necessidades que o automóvel exige. Quanto ao seguro, ficou em R$ 1.413,00 para o meu perfil.
A direção com a assistência elétrica é fantástica e não rouba potência do motor, como as hidráulicas. O ar-condicionado é outro item que merece nota 10, com funcionamento perfeito e imperceptível, com dois sensores de temperatura: um em cima e perto do pára-brisa para medir o grau interno de calor, que, dependendo do tempo que ficou exposto ao Sol, trabalha mais eficientemente para atingir a temperatura ideal; e outro no painel, perto da ignição, para desligar o compressor quando o habitáculo está a contento, ficando no automático para melhor aproveitamento do motor.
Como já disse, o som é prefeito. O volume aumenta de acordo com a velocidade, o botão que fica no centro do aparelho, além de utilizado para aumentar o volume, também memoriza as faixas. Ao apertá-lo, podemos procurar as músicas já tocadas sem haver interrupção do som. Ao efetuar a escolha da música desejada, é só apertar o play e o aparelho passa a tocar a música escolhida.
Mesmo sendo um automóvel Honda, algumas coisas poderiam melhorar nesta versão LX. Não considero nada negativo, tendo em vista que 90% dos carros produzidos no Brasil vem pior em matéria de acessórios. Vamos aos pontos de melhoria, que a Honda poderia adotar, pelo menos, como opcionais no veículo. Airbag em todos os modelos, subir e descer os vidros com 1 toque e fechamento dos mesmos pelo alarme (mandei colocar tudo isso), iluminação de todos os botões que movimentam os vidros (à noite é necessário tatear para achá-los), colocar iluminação do porta-luvas, poderia ter um timer de alguns segundos para fechamento dos vidros após ligarmos o alarme (mandei colocar), tampa do porta-malas com hastes pantográficas e (não pescoço de ganso) e forro.
Alguns dizem que o Honda City é caro pelo que oferece, inclusive algumas revistas e jornais especializados no assunto. Na minha opinião, ele está valendo cada centavos que paguei pela qualidade, confiabilidade, durabilidade e estilo, e pelo excelente atendimento por parte da concessionária. E digo mais, pagarei quando for trocá-lo por outro Honda ou Toyota, que são verdadeiros automóveis."
Opinião do blogueiroMinhas considerações sobre o carro não mudaram em relação ao que escrevi na primeira impressão do Renato Dantas. Concordo em relação aos pontos negativos que o Dantas citou. Alguns aspetos eletrônicos dos carros da Honda deveriam ser revistos, como o sistema one touch para o acionamento dos quatro vidros; o fechamento automático dos vidros quando o alarme é acionado; e a conexão bluetooth para celular. O forro da tampa do porta-malas, em destaque da foto acima, também deveria ser de série. Parece pouco caso da Honda vender um carro tão bom como o City com os "ferros do porta-malas" à mostra. Tudo bem que o Dantas resolveu a questão pagando R$ 90. Mesmo assim, ele não deveria ter pagado nada.
Para encerrar, deixo aqui um abraço ao Flávio Souza, um dos melhores gerentes de concessionária que já conheci, que foi um dos responsáveis por ter feito o atendimento da Auto Japan ser bom. (fotos: Renato Dantas/Divulgação)





















