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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quando ostentação e irresponsabilidade entram no mundo de uma criança (de Ferrari F430)

Reprodução do primeiro vídeo abaixo do Youtube
Carros esportivos, modelos velozes, jipes robustos, automóveis modernos e muitos outros estilos de veículos fazem parte do imaginário de uma criança, especialmente dos meninos. Imitar o ronco do motor, as derrapadas, saltos incríveis e muitas outras coisas sempre estão presentes nas brincadeiras. Mas e quando as possibilidades financeiras e a irresponsabilidade de um pai colocam em risco a vida da criança e de várias outras pessoas?

Os vídeos abaixo foram gravados na cidade de Thrissur, no estado de Kerala, na Índia. Um pai estava prometendo ao filho que ele poderia dirigir a sua Ferrari (F430) desde quando ele tinha 6 meses de vida. E, ao completar 9 anos de idade, o presente foi dado. Mas nada do pai acompanhá-lo dentro do carro, com o garoto apenas girando o volante: o menino dirigiu o bólido "sozinho", com uma outra criança ao lado! Eles mal conseguiam enxergar por cima do painel!

Mas o pai tranquilizou as pessoas: "meu filho é um motorista cuidadoso e bastante confiante, acostumado a dirigir a maioria dos meus carros, como o Lamborghini, o Bentley Coupê, o Posrche Carrera Turbo, etc.". Que bom que ele esclareceu as coisas! Agora fiquei bem mais tranquilo!


Quanta irresponsabilidade desse pai! Não importa se o menino tem técnica apurada e é cuidadoso: ele tem apenas 9 anos! Um garoto dessa idade dirigir uma Ferrari ou qualquer outro carro no meio da rua é um completo absurdo; uma falta de noção e um desrespeito sem tamanho às leis e às pessoas!


A ostentação é algo também preocupante. Um pouco mais de uma semana depois, o mesmo menino saiu guiando o Land Rover Evoque do pai pelas ruas da cidade. Ter as coisas não é o problema (espero que o pai tenha trabalhado muito e honestamente para conseguir construir uma casa enorme e comprar tantos carros), mas precisar exibí-las da forma mais errada possível, infringindo as leis e colocando inúmeras vidas em risco, é algo inconcebível.

Como diria o meu grande amigo Mateus, "a banana está mesmo comendo o macaco" no mundo de hoje.

Atualização
Os vídeos acima ganharam repercussão mundial e, diante deste absurdo, o pai do "jovem motorista" foi preso e teve sua Ferrari apreendida. Mas, será que ele ficará preso mesmo?

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Alta Roda - Perdão obrigatório

“Quando a esmola é grande, o santo desconfia”. Eis um dos provérbios mais populares e que se aplica a um dos artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Reconhecido como minucioso em excesso, além de abrigar nada menos de 341 artigos, fora os anexos, o CTB deixou vários pontos por regulamentar, desde que entrou em vigor em 22 de janeiro de 1998.
Reprodução

E não para por aí. Coube ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovar resoluções regulatórias, com força de lei, sem contar as portarias do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Em dezembro de 2008, a coluna recebeu uma publicação que consolida toda a legislação complementar. Trata-se de um calhamaço de 708 folhas de tamanho ofício e letra miúda. Se atualizado até 2012, talvez alcançasse as 1.000 páginas.

Punitivo por essência e quase nada educativo, no CTB há um conceito racional no Artigo 267:

“Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

§ 1º. A aplicação da advertência por escrito não elide [N.R.: não elimina] o acréscimo do valor da multa prevista no § 3º do art. 258, imposta por infração posteriormente cometida.
§ 2º. O disposto neste artigo aplica-se igualmente aos pedestres, podendo a multa ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, a critério da autoridade de trânsito.”

Independentemente de jamais um pedestre (ou ciclista) receber multa, esse artigo foi, afinal, regulamentado e vige desde 2012, “apenas” 14 anos depois. Algo simples e justo, mas como tem potencial de redução na arrecadação de multas, ficou esquecido. O motorista pode redigir um recurso e pedir a conversão da multa, o que já desanima: poucos estão informados e/ou conhecem os trâmites.

Porém, a partir desse mês, o Detran do Distrito Federal, em rasgo de clarividência raro no setor, colocou seus programas de computador para funcionar. Caso se enquadre no Artigo 267, o infrator nem chega a receber notificação: ganha apenas advertência por escrito, conforme prescreve o código. Está aí um exemplo para aplausos. Todos os outros Detrans deveriam segui-lo, mas certamente não o farão, apesar das facilidades atuais da eletrônica de controle. Na realidade, a regulamentação nada impôs sobre o modo operacional e os governos não querem perder receita.

Mas há algo perverso, a tal esmola duvidosa. Por qualquer meio, o motorista não pode recorrer da pretensa infração convertida em advertência, mesmo sem concordar ou ter como provar que é inocente. Deve aceitar o perdão, sem discutir. É ou não é para o santo desconfiar?

RODA VIVA

APESAR de a GM nada revelar, a nova geração do Cruze (2015) será produzida na fábrica argentina de Rosario, como a coluna já antecipou. Cessará a montagem CKD do modelo, em São Caetano do Sul (SP). Tendência geral é essa: compactos aqui; médios-compactos, no vizinho. Por razões de menor escala de produção e controle “frouxo” de conteúdo local na Argentina.

PREÇO até R$ 2,9 milhões, motor V-12 dianteiro (6,2 l/740 cv) no lugar do V-8, aceleração de 0 a 100 km/h, em 3,1 s. Ferrari F12berlinetta foi pré-apresentado no autódromo de Interlagos, pouco mais de um ano após Salão de Genebra. Importador, Via Itália, afirma que esse superesporte pode lidar melhor com o dia a dia do que gerações anteriores. Inspiração Porsche?
Chevrolet/Divulgação
PRISMA vai bem com motor de 1 litro/80 cv (mais potente nessa cilindrada, juntamente com o 3-cilindros HB20 e Clio), menos na estrada com carga total. Marchas precisam ser esticadas para ter agilidade. Versão de entrada (R$ 34.990) permite opção da ótima central multimídia. Na ergonomia, puxador nas portas, ruim; tampa do porta-luvas, ótima (abre para cima).

FLUIDEZ de linhas e espaço interno garantido por 2,7 m de distância entre-eixos, Cerato é aposta da Kia entre os médios-compactos. Agora com motor flex de 1,6 l/128 cv (igual ao HB20), o sedã vem completo, só versão topo. Mas seu preço disparou, ao não se enquadrar nas regras do Inovar-Auto. Por R$ 67.400 (automático, mais R$ 4.500), difícil concorrer.

OUTRO que perdeu competitividade em preço foi hatch Hyundai i30, cujo motor 2-litros foi substituído pelo 1,6-L. Atrapalha, ainda, a valorização recente do won sul-coreano. Nada dramático, como acontece com o iene japonês, porém relação preço-equipamento imbatível, aos poucos, pode sofrer erosão discreta.

SEM aumento do IPI, antes previsto para 1º de abril e agora mantido até 31 de dezembro, a estratégia de preços de cada marca teve que sofrer adaptações. Algumas aproveitaram para realinhar suas tabelas, além da simples adequação ao imposto que deixou de subir. Se não está vendendo tão bem, nada como aproveitar a deixa e usar a oportunidade para repensar a vida.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Conheça um pouco mais da bela e híbrida LaFerrari (vídeo)

Alta Roda - Salão de contrastes

Aberto até 17 de março, Salão de Genebra impressiona pelo número de lançamentos. Nessa 83ª edição, veículos elétricos e híbridos saíram de uma ala específica e se misturam aos demais. Não quer dizer que representem algo palpável do mercado suíço, um dos poucos na Europa ainda sem enormes recuos. Em 2013 responderão por apenas 3% das vendas. Já os nada racionais SUVs e crossovers vão capturar cerca de 40%, o que ajudou a quase aniquilar as inteligentes stations (peruas), cuja boa aceitação permanece na Alemanha.
LaFerrari - Ferrari/Divulgação
Interessante que os híbridos se destacam entre as maiores atrações em extremidades opostas. LaFerrari, legítimo sucessor do modelo Enzo, além de desenho arrebatador, entrega nada menos de 963 cv com ajuda de um motor elétrico (mesmo recurso do McLaren P1, também muito bonito, e “apenas” 916 cv). Supercontraste em relação ao VW XL1 e seus motores de 2 cilindros (48 cv) e elétrico (27 cv), primeiro carro no mundo a consumir incrível 1 L/111 km. Ele ainda não tem preço, ao contrário de R$ 3 milhões do LaFerrari. Mas, por enquanto, será até mais exclusivo: apenas 250 unidades (iniciais), contra 499 da série especial da marca italiana.

Em primeiro contato com o XL1, nos arredores de Genebra, o carro de dois lugares de carroceria extremamente aerodinâmica (Cx 0,19), bastante baixo (1,15 m) e portas do tipo asa de gaivota surpreendeu pelo contraste entre a silenciosa tração elétrica e o ruidoso motor diesel. Sua autonomia elétrica pode chegar a 50 km, desde que não se queira pedir ajuda ao motor a combustão e acelerar de 0 a 100 km/h em razoáveis 12,7 s (dado de fábrica).

Ainda sobre propulsão alternativa, a PSA Peugeot Citroën aposta suas fichas em um híbrido diferente. Associa motor a gasolina e ar comprimido, sem baterias e sem complicação mecânica do motor elétrico adicional, ambas de alto custo. Essa tecnologia, em parceria com a Bosch, parece promissora, porém ainda carece de mais testes e comprovação de viabilidade financeira.

Como a busca por economia é foco constante, o Range Rover Evoque se apresenta como primeiro veículo com caixa de câmbio automática (da alemã ZF) de nada menos que nove marchas. Também estará em outros carros, pois a caixa é tão compacta que permite uso com motor transversal.

Mercedes-Benz atiçou entusiastas com o incrível Classe A 45, da sua divisão esporte AMG. Dá para imaginar um compacto com motor de 2 litros turbo, de 360 cv/46 kgf∙m, maior potência específica já alcançada por um automóvel de produção seriada, de apenas quatro cilindros, até hoje?

Entre lançamentos que interessam ao Brasil, destaque para o SUV compacto Peugeot 2008, cuja versão definitiva surgiu em Genebra e será fabricado no Estado do Rio de Janeiro, no final de 2014. O sedã compacto anabolizado CLA, da Mercedes – estreia mundial no salão suíço – também será um dos escolhidos para produção aqui (decisão até meados de 2013). Outro estreante, crossover compacto Renault Captur, poderá ser opção de importação para a marca francesa, único fabricante nacional que só traz carros do exterior da Argentina.

Alfa Romeo 4C também atraiu muita atenção: serão apenas 3.500 unidades do cupê, de baixo peso (80% delas para os EUA). Em princípio, nenhuma para o Brasil.

RODA VIVA

ESTRATÉGIA de produção dos fabricantes, em fevereiro, foi de aumentar os estoques totais de 29 dias para 39 dias, a fim de atender aquecimento da demanda este mês. No final de março haverá nova subida do IPI e o tradicional apelo de “compre antes do aumento”. Primeiro bimestre do ano foi recordista em vendas: 547.000 unidades (veículos leves e pesados).
Hyundai/Divulgação
HYUNDAI acertou, de novo, no estilo do HB20S. Versão sedã do hatch compacto mostra equilíbrio de linhas e um terceiro volume sem parecer adaptado. Isso lhe custou, entretanto, volume no porta-malas: 450 litros, um dos menores do segmento. Manteve três versões de acabamento, além de motor de 1 litro (80 cv) e 1,6 litro (128 cv), ambos os mais potentes entre aspirados para a respectiva cilindrada.

DESDE as versões de entrada, há bom nível de equipamentos como ar-condicionado, sistema de som com bons recursos (Bluetooth e MP3), comandos elétricos para vidros, travas e espelhos, ajuste de altura do banco (não tão eficiente) e da coluna da direção em dois planos, entre outros. Melhor seria assistência elétrica na direção, no lugar da hidráulica. Repetido o erro de sonegar os freios ABS na versão básica, embora não esteja sozinho nessa política torta.

SUSPENSÕES têm correto compromisso conforto/estabilidade, mas continuam ruídos de batentes em descida de quebra-molas ou buracos profundos. Câmbio automático, mesmo com quatro marchas, é adequado. Faltam freios a disco nas rodas traseiras, pois se trata do compacto mais rápido do mercado. Somando sedã e hatch, HB20 deve se consolidar entre os cinco mais vendidos, em boa briga com Onix/Prisma. Já incluso IPI de abril, quando começam as vendas, preços vão de R$ 39.495 a R$ 53.595.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

De Fiat Uno a Ferrari California: seu natal pode ser mais do que especial! Mas gasto mínimo é de R$ 50

Ferrari California será sorteada na Bahia - Ferrari/Divulgação
O natal é uma época de confraternização e realização de sonhos e pedidos (especialmente das crianças), além de ter o seu lado religioso. Mas também é a época do ano que mais se vende no Brasil - e, talvez, no mundo! E os shoppings são os grandes beneficiados com isso! Mas, além de lojas específicas, como um shopping pode se diferenciar para convencer o consumidor a fazer as suas compras por lá? É aí que entrar o objetivo deste post.

Os shoppings investem em promoções de Natal que, entre cestas de natal, tablets, smartphones, imóveis e viagens, dão carros de "presente"! Coloco entre aspas porque, para ter chance de ganhar, o consumidor é obrigado a comprar um valor mínimo dentro do shopping. Depois basta preencher um cadastro, mostrando as notas ficais, e pronto: está concorrendo ao carro (e passa a fazer parte do "ótimo" mailing do shopping).
BMW 116i será o prêmio em quatro shoppings diferentes - BMW/Divulgação
Fazendo uma pesquisa na internet, depois das dicas e sugestões do internauta Márcio Moreira, a quem dedico este post, levantei os carros que 63 shoppings (de 15 estados e do Distrito Federal) vão "dar" neste final de ano - e quanto cada pessoa é obrigada a gastar para concorrer.

O valor mínimo "investido" é de R$ 50, em Brasília, para concorrer a carros da Fiat (Punto, Bravo, 500, Doblò e Freemont). O gasto mais alto é de R$ 800 em São Paulo, para entrar no sorteio por um Lexus RX 350!

Mas, sem dúvida, o sorteio mais curioso acontece em Salvador, onde, por R$ 300 obrigatórios gastos em compras, é possível concorrer a uma Ferrari California GT, que custa mais de R$ 1 milhão!

Dos 63 shoppings, a marca que mais fechou parcerias foi a BMW (provavelmente via concessionários), que terá seus modelos sorteados em 8 estabelecimentos. Entre os carros, o mais popular nos sorteios é o Fiat Freemont.
Carro do Ano, HB20 será o prêmio em 2 shoppings - Hyundai/Divulgação
Dos lançamentos mais importantes de 2012 (em volume de vendas), Hyundai HB20 será o prêmio em três lugares (2x 1.0 e 1x 1.6 automático); Chevrolet Onix estranhamente não deu as caras em Contagem (MG); e o "patinante" Toyota Etios também será sorteado em dois locais (hatch 1.3 e sedã 1.5).

Outra importante novidade do ano, o Ford EcoSport, que recentemente participou de um Duelo aqui no De 0 a 100, entrou em cinco sorteios, sempre com motor 1.6 16V Sigma. O Renault Duster, arquirrival do Ford, também entrou no "espírito natalino" dos shoppings apenas nas versões 1.6.

Confira a lista abaixo. Se você mora próximo(a) a alguns desses shoppings e quiser (gastar para) concorrer, vá em frente! Nunca um carro 0 km pôde sair tão barato!

BAHIA

Iguatemi Salvador
Gasto: R$ 300,00
Carro: Ferrari California 4.3 GT

Salvador Shopping
Gasto: R$ 250,00
Carros: Audi Q3 e Audi A4

Salvador Norte Shopping
Gasto: R$ 200,00
Carro: Mitsubishi Pajero TR4

CEARÁ

Iguatemi Fortaleza
Gasto: R$ 450,00
Carro: Mercedes-Benz SLK

North Shopping Maracanaú
Gasto: R$ 200,00
Carro: Peugeot 207 1.4 2 portas

Via Sul Shopping
Gasto: R$ 200,00
Carro: Honda Civic

DISTRITO FEDERAL

Brasilia Shopping
Gasto: R$ 50,00
Carros: Fiats Freemont, 500 Cult manual, Bravo Essence manual, Punto Attractive 1.4 e Doblò Adventure Locker (+ Harley-Davidson Fat Boy Special)

Iguatemi Brasília
Gasto: R$ 300,00
Carro: Fiat Freemont 2.4

Pátio Brasil Shopping
Gasto: R$ 250,00
Carro: Ford EcoSport S 1.6 16V

Park Shopping
Gasto: R$ 450,00
Carro: BMW 320i

ESPIRITO SANTO

Shopping Vitória
Gasto: R$ 300,00
Carros: Mitsubishis Outlander e ASX CVT

GOIAS

Buriti Shopping
Gasto: R$ 250,00
Carro: Toyota Etios Sedan 1.5 X

Flamboyant Shopping
Gasto: R$ 500,00
Carro: Volkswagen Touareg

Goiânia Shopping
Gasto: R$ 400,00
Carro: Peugeot 408

MATO GROSSO

Pantanal Shopping
Gasto: R$ 200,00
Carros: BMW X1 e Mini Cooper One

Shopping 3 Américas
Gasto: R$ 100,00
Carro: Chevrolet Camaro SS

MATO GROSSO DO SUL

Norte Sul Plaza
Gasto: R$ 250,00
Carro: Hyundai HB20 1.0 Comfort

Park Shopping Campo Grande
Gasto: R$ 300,00
Carro: Kia Optima 2.4 automático

MINAS GERAIS

BH Shopping
Gasto: R$ 450,00
Carro: Volvo XC60

Big Shopping
Gasto: R$ 300,00
Carro: Hyundai Veloster

Boulevard Shopping
Gasto: R$ 400,00
Carro: Land Rover Freelander 2S 3.2

Diamond Mall
Gasto: R$ 450,00
Carro: Mercedes-Benz C180 Coupé

Independência Shopping
Gasto: R$ 200,00
Carro: Renault Fluence Dynamique 2.0 16V

Itaú Power Shopping
Gasto: R$ 400,00
Carro: Chevrolet Onix LTZ 1.4

Minas Shopping
Gasto: R$ 250,00
Carros: Chevrolet Agile LTZ 1.4 e Chevrolet Cruze Sport6 LT

Patio Savassi
Gasto: R$ 450,00
Carro: BMW 320i

Shopping Cidade
Gasto: R$ 380,00
Carro: Honda CR-V LX manual

Shopping Del Rey
Gasto: R$ 400,00
Carro: Toyota Etios 1.3

Shopping do Vale do Aço
Gasto: R$ 250,00
Carro: Toyota Hilux, SR Cabine Dupla 4x2 automático

PARÁ

Shopping Pátio Belém
Gasto: R$ 200,00
Carro: Fiat Freemont 2.4

Parque Shopping Belém
Gasto: R$ 150,00
Carro: Citroën C3 1.5

PARANÁ

Palladium Curitiba
Gasto: R$ 150,00
Carro: Citroën C3 Tendance 1.5

Park Shopping Birigui
Gasto: R$ 450,00
Carro: BMW 320i Sedan

Royal Plaza Shopping
Gasto: R$ 120,00
Carro: Ford EcoSport Titanium 1.6

Shopping Curitiba
Gasto: R$ 300,00
Carro: BMW 116i

Shopping Mueller
Gasto: R$ 400,00
Carro: Audi Q3

PERNAMBUCO

Shopping Costa Dourada
Gasto: R$ 150,00
Carro: Fiat Uno Vivace 1.0

Shopping Guararapes
Gasto: R$ 200,00
Carro: Hyundai HB20 1.6 Comfort Style automático

Shopping Tacaruna
Gasto: R$ 300,00
Carro: BMW 116i

RIO DE JANEIRO

Bangu Shopping
Gasto: R$ 500,00
Carro: Hyundai Veloster 1.6

Barra Shopping
Gasto: R$ 500,00
Carro: BMW 320i Sedã

Boulevard Rio Shopping
Gasto: R$ 300,00
Carro: Jac J6

Center Shopping Rio
Gasto: R$ 200,00
Carro: Citroën C3 Origine 1.5

Nova América
Gasto: R$ 300,00
Carro: Jac J6

Via Brasil Shopping
Gasto: R$ 300,00
Carro: Renault Duster 1.6

RIO GRANDE DO NORTE

Midway Mall
Gasto: R$ 50,00
Carros: Chevrolets Spin LT, Sonic Sedan LTZ e Cruze LT

West Shopping Mossoró
Gasto: R$ 300,00
Carro: Honda Civic LXS automático

RIO GRANDE DO SUL

Barra Shopping Sul
Gasto: R$ 400,00
Carros: Mercedes-Benz C 180 CGI Sedan e Mercedes-Benz GLK 300 Vision

Bourbon Shopping
Gasto: R$ 350,00
Carro: Renault Duster 1.6

SANTA CATARINA

Continente Park Shopping
Gasto: R$ 200,00
Carro: Mini Cooper One automático

Via Catarina
Gasto: R$ 100,00
Carro: Ford EcoSport 1.6

SÃO PAULO

Bourbon Shopping
Gasto: R$ 500,00
Carro: BMW 116i

Campinas Shopping
Gasto: R$ 250,00
Carro: Ford EcoSport S 1.6

Iguatemi Campinas
Gasto: R$ 400,00
Carro: Fiat Freemont 2.4

Park Shopping São Caetano
Gasto: R$ 400,00
Carro: Land Rover Evoque

Shopping Anália Franco
Gasto: R$ 500,00
Carro: BWM 320i

Shopping Cidade Jardim
Gasto: R$ 800,00
Carro: Lexus RX 350

Shopping Eldorado
Gasto: R$ 600,00
Carro: Fiat Freemont 2.4

Shopping Ibirapuera
Gasto: R$ 400,00
Carro: Hyundai HB20 1.0

Shopping Metro Santa Cruz
Gasto: R$ 300,00
Carro: Ford EcoSport FreeStyle 1.6

Shopping Metro Itaquera
Gasto: R$ 300,00
Carro: Fiat Freemont 2.4

Shopping Pátio Paulista
Gasto: R$ 350,00
Carro: Mini Cooper One automático

Shopping Vila Olímpia
Gasto: R$ 450,00
Carros: Mercedes-Benz C180 Coupé, Land Rover Evoque, Volvo S60 e Jeep Cherokee Sport.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Papo Ligeiro - Os cinco mais da Fórmula-1 2012

Force India F1/Divulgação
Aí vai meu top five da temporada 2012 de Fórmula-1.

5º lugar: Sergio Pérez. Apesar da considerável queda de rendimento após ser anunciado com um dos pilotos da McLaren ao próximo campeonato, em setembro, a participação do mexicano nos 13 primeiros Grandes Prêmios de 2012 foi notável. Nesse período, faturou 65 pontos, uma volta mais rápida e três pódios.

Pérez obteve os dois melhores resultados da Sauber em 16 temporadas na Fórmula-1: os segundos postos na Malásia e na Itália. Aliás, nessas provas, não ficou distante dos vencedores. Em Sepang, recebeu a quadriculada 2s2 atrás de Fernando Alonso; em Monza, a 4s3 de Lewis Hamilton.

Além de marcar presença entre os dez primeiros em sete corridas, o novo piloto da McLaren esteve bem perto de pontuar em outras cinco – nas quais terminou na 11ª colocação. Em uma destas, no GP de Mônaco, onde havia largado apenas em 23º - por conta de um acidente no treino. De quebra, ainda cravou a melhor volta daquela corrida. 

Em classificações, Pérez levou a melhor sobre o companheiro de Sauber, Kamui Kobayashi. É bem verdade que o duelo foi equilibrado: superou o japonês em 11 dos 20 treinos do ano. No entanto, vale ressaltar que Kobayashi é um piloto muito veloz, sobretudo em treinos. Um típico osso duro de roer.

4º lugar: Lewis Hamilton. Nenhum piloto teve rendimento tão espetacular nos treinos classificatórios em 2012 quanto Hamilton. O inglês foi o único piloto que marcou presença em todos os Q3 da temporada. No ano, foi ainda o piloto que mais partiu da pole (sete vezes) e da primeira fila (11). Largou à frente do companheiro de McLaren, o compatriota Jenson Button, em 16 dos 20 Grandes Prêmios. Aliás, no confronto direto em corridas, nova vitória ao campeão de 2008. Das 13 ocasiões em que ambos receberam a quadriculada, Lewis superou a Jenson em nove.

Entre os pilotos que disputavam o título, Hamilton foi o que menos completou corridas: 14. Tal retrospecto pode parecer normal, pois o inglês é um piloto extremamente arrojado; é razoável afirmar que está mais passível a erros em pista que os adversários. Contudo, ao menos e, 2012, Lewis foi vítima em seus abandonos. Nos GPs da Bélgica, Europa e do Brasil, acabou atingido por adversários. Na Alemanha, não completou por conta de um furo no pneu de seu McLaren. Já em Cingapura e Abu Dhabi, o carro deixou-lhe na mão por problemas mecânicos.

Detalhe: destes GPs, Hamilton liderava dois - e brigava pela ponta em outro. Ou seja, perdeu pontos preciosos, que o colocariam de modo mais incisivo na luta pelo caneco.

3º lugar: Sebastian Vettel. Fez ao longo do ano exatamente tudo que se espera de um piloto de seu porte: foi extremamente rápido, não correu riscos desnecessários e, sobretudo, mostrou força psicológica para superar momentos difíceis. Na prova de domingo passado, por exemplo, caiu às últimas colocações após toque com o Williams de Bruno Senna, pouco após a largada. Mesmo diante do clima instável que assolou Interlagos, fez uma corrida de recuperação sem deslizes e assegurou o tricampeonato graças ao sexto lugar.

Outro momento de enorme superação por parte do tricampeão ocorreu na quarta etapa do ano, no Bahrein, quando faturou um hat trick (pole position, volta mais rápida e vitória). À época, a pressão sobre o alemão, que ocupava apenas o quinto posto na tabela de pontos, era enorme. Nas provas anteriores, os carros da McLaren e Mercedes mostraram rendimento superior aos da Red Bull. Além disso, até Alonso, mesmo com um Ferrari pouco competitivo, já havia conquistado uma vitória, em Sepang.

Reflexo de uma temporada equilibrada, com oito vencedores em 20 provas, Vettel faturou apenas cinco GPs em 2012. Foi o campeão com menor número de primeiros lugares em uma temporada nos últimos 25 anos – ao lado de Alain Prost, em 1989, e Lewis Hamilton, em 2008. Contudo, o alemão da Red Bull compensou com grande regularidade: pontuou em 17 corridas, 15 entre os cinco primeiros colocados.

É o cara certo. Na equipe certa.

2º lugar: Fernando Alonso. Basta o espanhol herdar posição de um adversário nas corridas para alguns colegas de imprensa soltarem o popular “Esse Alonso é sortudo”. Trata-se de um conceito absurdo. O espanhol nada mais é que um piloto extremamente rápido e competente, que raramente comete erros. Não à toa, completou 18 corridas em 2012. E esteve longe de ser o responsável por seus dois abandonos na temporada. Em Suzuka, acabou atingido por Kimi Räikkönen pouco após a largada; já em Spa-Francorchamps, também pouco depois da partida, foi uma das vítimas da barbeiragem de Romain Grosjean.

A regularidade foi quesito fundamental para que o asturiano chegasse à última prova do campeonato, em Interlagos, na disputa pelo título de Pilotos – mesmo com um carro que, por mais um ano, não esteve à altura de Red Bull e McLaren. Embora tenha largado na primeira fila em apenas três ocasiões, Alonso foi o recordista de pódios no campeonato: foram 13, com três primeiros, cinco segundos e cinco terceiros lugares. Também foi o piloto que mais vezes terminou entre os cinco primeiros colocados (em 16 GPs).

Mesmo sem faturar o tão desejado tricampeonato, Alonso fecha 2012 com o moral altíssimo. Moral, inclusive, para solicitar carro mais competitivo à turma de Maranello.

1º lugar: Kimi Räikkönen. Voltou à Fórmula-1 em grande estilo, com uma regularidade assombrosa. Completou nada menos que 1191 das 1192 voltas disputadas no campeonato. Foi o único piloto a receber a quadriculada nas 20 provas do ano e, de quebra, quem mais vezes pontuou. O único GP em que não ficou entre os dez primeiros aconteceu na China, terceira prova do campeonato, em abril. Na ocasião, obteve a 14ª posição.

Kimi terminou 11 provas entre os cinco primeiros. Sete delas no pódio. De quebra, ainda conquistou uma vitória, em Abu Dhabi. Por lá, deixou claro que sabe bem o que fazer... A Lotus não vencia na Fórmula-1 desde 31 de maio de 1987, com Ayrton Senna, no GP de Mônaco.

Nada mal para um piloto que voltara à Fórmula-1 após duas temporadas no Mundial de Rali. Nada mal para um piloto que tinha em mãos um Lotus, carro bem acertadinho, mas que apenas em esporádicas ocasiões fazia frente aos rivais Red Bull e McLaren.

Em tempo: apesar da hierarquia desse ranking, creio que a diferença de rendimento entre Räikkönen, Alonso, Vettel e Hamilton em 2012 foi minúscula. Tanto que, qualquer um destes pilotos fosse o vencedor da temporada, o título ficaria em boas mãos.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sem novidades impactantes, Fiat tenta, mas decepciona no Salão do Automóvel de São Paulo 2012

Com um dos maiores estantes de todo o Salão do Automóvel de São Paulo 2012, a Fiat mostrou muitas atrações interessantes de suas outras marcas, como Ferrari e Maserati. Mas a marca decepcionou muita gente eu não apresentar nenhuma novidade impactantes que veremos nas em breve.
500 Cabrio
A maior atração da marca é o 500 Cabrio, versão conversível do compacto que chega às concessionárias ainda no mês de outubro. Baseado na versão Lounge Air, o 500C é equipado com motor 1.4 16V Multiair, que desenvolve 105 cv de potência e 13,6 mkgf de torque, e tem câmbio automático de seis marchas.
500 Cabrio
O teto, com duas opções de cores para o teto (preto e vermelho), pode ser operado por meio de comandos elétricos e tem três posições diferentes de vão de abertura, que se retrai até a tampa do porta-malas. A ação de abertura ou fechamento pode ser feita com o carro em movimento a uma velocidade de até 80 km/h. Ele também recebeu de série nova identificação nas colunas de portas, novas rodas de liga leve com aro de 15 polegadas e sensores traseiros de estacionamento, que facilitam as manobras.
500 Cabrio
Com uma ótima lista de equipamentos de série, o Fiat 500 Cabrio estará disponível em três opções de cores para o revestimento interno - preto, bege/marfim e vermelho/marfim - e terá quatro cores para o seu visual externo: Vermelho Sfrontato (sólida), Cinza Sfrenato e Preto Provocatore (metálicas) e Branco Gioioso (perolizada). No total, são 11 possibilidades de personalização.
500 by Gucci
Outro Cinquecento também está sendo mostrado pela Fiat no evento, o 500 by Gucci, que foi desenvolvido a partir de uma parceria com a famosa grife italiana, que se caracteriza pelo luxo de seus produtos.
500 by Gucci
Com detalhes especiais no acabamento interno e externo, o modelo tem muitos equipamentos de série, como sete airbags, sistema Blue & Me, sensor de estacionamento traseiro, rádio com leitor de CD/MP3, volante revestido em couro que traz os comandos do rádio e teto solar elétrico Sky Wind.
Grand Siena Sublime
Linea e Grand Siena marcam presença no evento com a série especial Sublime. Baseada na versão Essence dos dois modelos, os sedãs tem acabamento diferenciado, com detalhes exclusivos e muitos equipamentos de série.
Linea Sublime
Já Uno e Palio "se exibem" no salão com a série especial Interlagos, em analogia ao GP do Brasil de Formula 1 que acontece em novembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).
Palio Interlagos
Derivada das versões Sporting dos dois hatches, os modelos receberam a nova cor Amarelo Interlagos e contam com itens que acentuam a "esportividade", tanto na parte externa, quanto na interna. A veraão Itália do Uno Vivace, com mais equipamentos de série, também está no Salão.
Uno Interlagos
Strada, Palio Weekend, Punto e Freemont e toda a linha Adventure estão presentes no evento com suas respectivas linhas 2013. A a minivan Idea também está exposta com a sua linha 2013, que agora está disponível com o câmbio manual automatizado Dualogic Plus.
Bravo Xtreme
Fechando as atrações da Fiat em relação a veículos, a marca exibe mais uma versão especial, mas que não estará a venda: Bravo Xtreme. O hatch médio recebeu um novo pára-choque dianteiro, com duas tomadas de ar com LEDS nas laterais, spoiler central exclusivo e faróis redesenhados. Na traseira para-choque apresenta saídas de ar laterais e um enorme difusor de ar, além de um aerofólio e minissaias laterais.
Bravo Xtreme
Por dentro, destaque para os quatro bancos individuais. O Bravo ganhou ainda painel de instrumentos com nova grafia e console central redesenhado. O último grande diferencial do modelo é o propulsor 1.4 16V T-Jet, que recebeu uma preparação específica, capaz de gerar 253 cv a 6.600 rpm de potência máxima e torque máximo 33,2 kgfm a 5.000 rpm.
Ferrari 458 Spider
Ainda no estande da Fiat, os visitantes podem ver a Ferrari 458 Spider e o maravilhoso Maserati Grancabrio Sport - definitivamente um dos carros mais bonitos do evento.
Ferrari 458 Spider
Concluindo
O estande da Fiat tem realmente muitas atrações (especialmente o Maserati), mas, do meu ponto de vista, foi uma grande decepção, ainda mais se lembramos de como a Fiat é criativa e líder de mercado há quase 11 anos consecutivos. O 500 Cabrio é até legal, mas séries especiais são passageiras. Eu queria que a marca tivesse, pelo menos, um grande lançamento para brigar com a Chevrolet, por exemplo. Para isso, teremos que esperar até o Salão de 2014...
Maserati Grancabrio Sport - um dos carros mais bonitos do Salão do Automóvel 2012
Fotos: Fiat/Divulgação, Ferrari/Divulgação e Maserati/Divulgação

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Alta Roda - Algo mais ao volante

Alguns componentes dos automóveis mantêm sua forma e função por mais de um século. Um deles, o volante de direção. Os dois primeiros carros patenteados há 125 anos, de Karl Benz e Gottlieb Daimler, usavam apenas uma espécie de timão ou alavanca ligada à caixa de direção rudimentar. Não há certeza de qual modelo utilizou pela primeira vez a peça circular hoje onipresente nos carros.

Sabe-se que, em 1894, Alfred Vacheron participou da primeira corrida organizada no mundo, a Paris–Rouen, e seu Panhard estava equipado com o volante na forma atual.
TRW/Divulgação
Durante décadas se integrou ao habitáculo, cresceu e diminuiu de diâmetro, evoluiu de várias formas.

De elemento puramente direcional, se transformou em produto tecnológico, por vezes complexo, que além do conforto, pôde agregar funções e aumentar a segurança. Os primeiros airbags foram embutidos no cubo do volante. Os aros passaram a incluir vários comandos, antes espalhados por painel e consoles. Isso ajuda na concentração do motorista e limita possibilidades de distração que provocam acidentes.

Entre as recentes aplicações está a de substituir até a alavanca de câmbio. Hastes ou borboletas acopladas ao volante, em modelos equipados com câmbios automáticos ou robotizados, dão flexibilidade e comodidade. Essa foi a opção da Ferrari ao suprimir a tradicional alavanca e sua manopla esférica, no 458 Itália. No caso, de forma definitiva e não opcional.

Automóveis mais caros recebem volantes personalizados revestidos em couro sem emendas, diferentes materiais em segmentos do aro e também aquecimento elétrico, algo bastante agradável em manhãs muito frias, depois de o veículo permanecer uma noite ao relento.

Volantes de base achatada facilitam entrada e saída do motorista e, ao mesmo tempo, tornaram-se símbolos de esportividade, embora o recurso venha sendo utilizado sem critério por alguns fabricantes.

O futuro, no entanto, reserva formas bem diferentes. Um dos estudos, da TRW, aponta o formato de manche, herdado dos aviões e já presente nos veículos de competição. A empresa propõe duas manoplas retráteis, que se afastam do cubo quando em uso. Ao desligar o motor, as manoplas se recolhem e, juntas com a coluna de direção, se deslocam em direção ao painel a fim de proporcionar o máximo de comodidade ao sair do carro. Ao entrar, o motorista aciona o comando que traz todo o conjunto para a posição previamente memorizada.

O crescimento das grandes cidades traz a necessidade de veículos cada vez menores e práticos. Eles, em especial, serão beneficiados pelo acesso ao interior mais rápido e cômodo, proporcionado por esse conjunto de volante e coluna que pode ficar embutido no painel.

Outra vantagem do sistema: facilitar a vida de motoristas idosos que, apontam estudos demográficos, representarão parcela crescente da população mundial nos próximos anos e não abrirão mão da liberdade de se locomover. Nesse caso, sua conveniência se estenderá a veículos médios e grandes, que também dificultam entrada e saída das pessoas sem a mesma agilidade e flexibilidade dos tempos de juventude.

A previsão é de que em cinco anos estará disponível aos fabricantes.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Barrichello, Massa e a exigência olímpica

Dezessete medalhas: três de ouro, cinco de prata e nove de bronze. Esse foi o desempenho do Brasil na recém-encerrada 30ª edição dos Jogos Olímpicos, em Londres. Marca acima das 15 medalhas esperadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), porém abaixo da estimativa da Sports Illustrated. A revista norte-americana, que possui elevado número de acertos em suas previsões olímpicas, havia cravado 23 pódios para brasileiros na competição realizada na capital inglesa.

Satisfatório? Ruim? Bem, creio que há algo mais importante que qualquer estatística. Trata-se da necessidade de maiores investimentos a grande parte dos esportes olímpicos no Brasil. Urgente. E não apenas para aumentar as possibilidades nacionais de triunfos em Jogos vindouros; é necessário conceder uma estrutura que ajude na descoberta e desenvolvimento de jovens talentos. Sem esquecer, claro, de conceder maior reconhecimento àqueles atletas que já representam nosso país em grandes eventos. Reconhecimento financeiro, inclusive.

Mas o que isso tem a ver com automobilismo, tema de nossas colunas? Simples. Ao longo dos 16 dias de competições em Londres, cada vez que alguém falava sobre as debilidades estruturais do esporte brasileiro – fosse internauta em mídia social ou comentarista em qualquer veículo de comunicação, lembrava-me de uma situação que envolve a Felipe Massa e Rubens Barrichello. Não foram poucas as ocasiões em que me deparei com afirmações de internautas, inclusive comentários aos meus artigos, de que a Ferrari deveria dar mais apoio para a dupla nacional.

O típico “Ah, se eles tivessem mais chances...”.

Claro que não irei traçar comparativos entre nossos representantes das pistas e os atletas olímpicos. São cenários completamente distintos. Mas não vejo Rubinho e Felipe como injustiçados pela Ferrari. Ambos tiveram o espaço que mereceram.

Há quem possa queixar-se pelo fato da Ferrari geralmente concentrar boa parte de suas atenções a apenas um de seus pilotos. Diferente do histórico de McLaren ou Williams. No entanto, ninguém colocou um revólver na cabeça de Barrichello ou Massa e obrigou-os a assinar contrato com a equipe italiana. Ambos sabiam que não teriam muito espaço caso não mostrassem, no mínimo, capacidade de ser tão velozes quanto seus parceiros de time. E, para tristeza da nação, encararam pilotos extraordinários: Rubinho a Michael Schumacher; Felipe a Fernando Alonso.
Felipe, ao menos, teve um período em que pode equilibrar esse “jogo” contra companheiro de equipe: durante a passagem de Kimi Räikkönen pela Ferrari, entre 2007 e 2009. Nos últimos dois anos dessa parceria, aliás, era constantemente mais veloz que o finlandês. Contudo, não é absurdo algum afirmar que a grande chance não aproveitada pelo brasileiro foi em 2007.

À época, Kimi era apenas um estreante pela Ferrari, enquanto Felipe estava em sua terceira temporada pelo time italiano – uma foi como piloto de testes, em 2003. Já a McLaren, embora tivesse carros até mais competitivos que a Ferrari em algumas provas, vivia um momento conturbado. Fernando Alonso e Lewis Hamilton digladiavam-se dentro e fora das pistas. O time inglês não definiu seu número um e pagou caro por isso. Nas últimas sete corridas do ano, Räikkönen conquistou grandes resultados e ficou com o caneco.

Embora atrair grande parte das atenções de uma equipe seja algo importante em um esporte como a Fórmula-1, tal atitude nem sempre é sinônimo de vitória. É preciso que o piloto corresponda às expectativas. E que o time também faça sua parte. Vide o próprio Felipe Massa. Não fossem estratégias e deslizes inexplicáveis da equipe, o brasileiro poderia ter faturado o campeonato de 2008 até com dada tranquilidade.

O erro ferrarista mais marcante, sem dúvidas, ocorreu na etapa de Cingapura. Durante um pit stop, um mecânico da Ferrari autorizou Massa, então líder da corrida, a sair dos boxes enquanto o reabastecimento ainda era efetuado. A mangueira injetora de combustível ficou presa ao carro do brasileiro, que precisou de nova parada para retirá-la. Felipe perdeu muito tempo e recebeu a quadriculada na 13ª posição. Detalhe é que um simples sétimo lugar naquele domingo seria suficiente para que Felipe, três corridas mais tarde, garantisse o título daquele campeonato.

Assim como Massa em 2008, Rubens Barrichello também foi vítima de asneiras da Ferrari. Asneiras colossais!

Fotos: Divulgação/Media.ferrari.com
Duas das principais besteiras da equipe italiana com Rubens aconteceram nos Grandes Prêmios da Hungria de 2003 e da França de 2002. Aliás, ele sequer participou do segundo GP. Isso porque um mecânico ferrarista, instantes antes da largada, conseguiu a proeza de esquecer um cavalete preso ao carro do brasileiro.

Um ano depois, na Hungria, Rubinho abandonou após a suspensão traseira esquerda literalmente soltar-se de seu Ferrari. Em plena reta principal, a mais de 300 km/h. Simples assim! Como se o susto não fosse suficiente, um comunicado da Ferrari, emitido no dia seguinte à corrida, alegava que a quebra da peça fora causada pela condução agressiva do piloto. A “tese” foi tão mal recebida, sobretudo pela imprensa segmentada em automobilismo, que logo o time italiano soltou um mea culpa.

Alheio a qualquer constatação, é preciso reconhecer algo: se alcançar a Fórmula-1 já é algo para poucos, vencer 11 Grandes Prêmios não é para qualquer um. Definitivamente. Apenas 25 dos mais de 800 pilotos que passaram pela categoria venceram mais que Barrichello e Massa. Ou seja, a dupla brasileira acumula mais primeiros lugares que 97% de seus companheiros de labuta em 63 temporadas da Fórmula-1! Algo que evidencia a competência de ambos. E também suas dificuldades, pois correram pela Ferrari justamente ao lado de pilotos que faziam parte justamente dos três por cento mais vitoriosos.

Mesmo sem uma medalha de ouro – ou melhor, um título mundial, Rubens Barrichello e Felipe Massa sempre serão dois grandes nomes do automobilismo brasileiro.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Alta Roda - Oportunidades para todos

Salão do Automóvel de Genebra, que segue até o dia 18, sobe em prestígio a cada ano. Em área equivalente à do Anhembi, onde se realiza o Salão de São Paulo (este ano de 24 de outubro a 4 de novembro), tem sempre espaços totalmente ocupados, arranjos dos estandes benfeitos e com identificação padronizada.

Marcas que passariam despercebidas, em outras grandes exposições, dispõem de oportunidades. Pode ser a espanhola GTA, com o Spano (842 cv) ou a Koenigsseg e o seu Agera R (1.140 cv). Os monstros sagrados também estão lá, a exemplo do impressionante conversível Bugatti Veyron Grand Sport Vitesse (1.215 cv) e do espetacular Ferrari F12 Berlinetta (740 cv), modelo de série mais potente já fabricado pelos italianos de Maranello. O F12, ao lado do estande da Fiat, ofuscava a estreia mundial do 500 L. Esse monovolume, aliás, nada tem a ver com o pequeno 500: estilo e arquitetura são outros, substituirá o Idea na Europa (inicialmente) e lembra mais o Mini Clubman.

Entre premières com especial interesse para o Brasil, três estão nos planos de fabricação. Peugeot 208, previsto para o início de 2013, ficou um pouco menor e mais leve, porém com evolução marcante de projeto e novos motores de três cilindros, 1,0 e 1,2 litro. O monovolume Lodgy, de origem romena Dacia, ocupará no próximo ano o espaço que já foi aqui do Renault Scénic. Versão de cinco portas do VW Up!, previsto para ser brasileiro em 2014, chega agora na Europa. Menos cotado, mas bem interessante, é o Ford B-Max, monovolume compacto derivado do Fiesta. Utiliza portas laterais corrediças, mas sem a coluna central para facilitar o acesso.

Quanto a avanços em economia de combustível, destaque para o inédito sistema de desligamento de dois cilindros em um motor de quatro cilindros, antes só disponível em unidades maiores, V-8 ou V-6. Apresentado pela Volkswagen, a ideia simples estava no Polo BlueGT, de 140 cv, capaz de expressivos 22,2 km/l, na média cidade-estrada, com gasolina. No campo da segurança, a Volvo mostrou a bolsa de ar externa, abaixo do para-brisa, para proteção do pedestre em caso de atropelamento. Pneu que mantém pressão de ar constante é inovação da Goodyear.

Audi A3 estreou a nova plataforma MQB, do Grupo VW, que dará origem a mais de 40 modelos e flexível para servir de base desde um compacto a um médio-grande, ou mesmo grande. A Mercedes-Benz respondeu com o novo Classe A, um hatch de linhas ousadas e primeiro integrante de nova família que incluirá sedã, perua, cupê e SUV. A marca alemã, agora, não descarta a produção aqui desse SUV, de olho em modelos bem aceitos como EcoSport e Duster. Afinal, a conveniência de produzir no México está por um fio.

A Porsche exibiu a nova geração do Boxster, ainda mais equilibrada, na dose certa. Entre modelos conceituais surgiram novidades simpáticas como o que seria a volta do carro esporte Honda NSX, o Nissan Hi-Cross (possível sucessor do X-Trail), o esportivo Hyundai i-oniq e o microcarro Tata Megapixel. A Land Rover sondou a versão conversível do Range Rover Evoque. Estranho mesmo foi o Bentley EXP 9 F, proposta para um grande SUV premium, visando a China, cheio de pormenores de pura afetação e gosto duvidoso.

RODA VIVA

FORMAÇÃO de preços sempre depende de taxa de câmbio. Então, para variar, que tal comparar o Peugeot 308 vendido aqui e na Suíça? Carros iguais nos dois mercados, mas a carga tributária ainda é maior no Brasil. Preços das versões de entrada: R$ 53.990 e 29.650 francos suíços ou R$ 57.812. Franco mais valorizado que o real explica a diferença.

PRESIDENTE da Anfavea, Cledorvino Belini, reluta em responder sobre o ameaçado acordo comercial automobilístico Brasil e México. É a favor da continuidade. Contudo admitiu, pela primeira vez, que se lhe fosse dado escolher entre romper e estabelecer de cotas (em unidades ou valores) preferia a segunda opção. Mais pragmático, impossível.
BMW/Divulgação
NOVA geração do BMW Série 1 acompanha a tendência de dimensões maiores: 3 cm no entre-eixos (mais espaço atrás para pernas) e 8 cm no comprimento (porta-malas agora com 360 litros). O ponto forte é prazer ao guiar, com espaço limitado a quatro passageiros – o quinto, só criança. Estreiam câmbio automático de oito velocidades e direção eletromecânica.

PREÇOS do menor BMW atual vão de R$ 113.370 a R$ 122.900 pelo impacto do aumento do IPI para carros fora do Mercosul e México. Motor 1,6 turbo de 170 cv tem respostas imediatas. É possível quatro modos de utilização que se adaptam ao desejo do motorista, do comportamento em curvas, ao nível de consumo e às trocas de marchas.

REDUÇÃO de teor de etanol na gasolina pode, de fato, fazer com que motores passem pelo fenômeno de detonação, conhecido como “batida de pinos”. Diferente do passado, quando havia risco de detonação incontrolada e danos ao motor. Maneira fácil de lidar com o problema nos carros flex é misturar quatro a cinco litros de etanol, ao abastecer com gasolina.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ferrari "voa" em Paris a 240 km/h

Oi pessoal. Reproduzo abaixo o interessante post do jornalista Ricardo Noblat, colunista do jornal O Globo. Vale pela a leitura e principalmente pelo vídeo.



"Em agosto de 1978, o cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmera giroscopicamente estabilizada na frente de um Ferrari 275 GTB e convidou um amigo piloto profissional de Fórmula 1, para fazer um trajeto no coração de Paris, na maior velocidade que pudesse.

A hora seria logo que o dia clareasse.

O filme só dava para 10 minutos e o trajeto seria de Porte Dauphine, através do Louvre até a Basílica de SacreCoeur. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido.

O piloto completou o circuito em 9 minutos, chegando a 224 km por hora em certos momentos.
O filme o carro furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em ruas de sentido único. O sol nem havia saído ainda.

O piloto, teria sido René Arnoux ou Jean-Pierre Jarier?

Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso. Mas ele nunca revelou o nome do piloto de fórmula 1 que pilotou a máquina e o filme foi proibido, passando a circular mais tarde na internet."

Fonte: Blog do Noblat - 14/08/2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Veja se o seu carro é amigo do meio-ambiente

Honda Fit 1.4 fez bonito, assim como o Fiat Mille
Há algumas semanas o site da Quatro Rodas publicou uma notícia interessante, mostrando o nível de poluição emitido por vários carros vendidos no Brasil. É realmente curioso notar que nem sempre os modelos com motores maiores são necessariamente os que mais emitem CO2 (dióxido de carbono), um dos principais vilões do aquecimento global.

Reparem que um BMW Série 5, com motor 3.0 de 306 cv de potência, polui tanto quanto o Volvo C30 2.0 e a dupla da Fiat Punto e Linea 1.4 T-Jet - 178 gramas de CO2 por quilômetro rodado; e menos do que Ford EcoSport 1.6, Ford Fiesta 1.0 e Chevrolet Meriva 1.4.

O Renault Logan 1.0, que desenvolve até 77 cv de potência, despeja no ar 4 gramas a mais de CO2 que o Audi A4 2.0, com 214 cv. Já um Toyota Hilux SW4 2.7 a gasolina, com 158 cv, ultrapassa em 40 gramas o CO2 produzido polo esportivo Mercedes-Benz Classe S 63 AMG, com 544 cv.

Outro ponto que chama a atenção é o fato de alguns modelos com câmbio automatico poluirem consideravelmente mais do que seuas respectivas versões com transmissão manual. Vejam os exemplos de Honda Civic 1.8 manual (185 g/km) e automático (199 g/km) e do Chevrolet Vectra 2.0 manual (202 g/km) e automático (218 g/km). Por outro lado, o Honda City 1.5 automático despeja menos CO2 do que sua versão manual, assim como o Gol 1.6 I-Motion em relação ao Gol 1.6.

Finalizando, outro aspecto curioso é o fato de carros equipados com o mesmo motor emitirem níveis de CO2 diferentes. Claro que o peso, design e acertos mecânicos influenciam. Mas não deixa de chamar a atenção que o Prisma 1.0 emita menos CO2 do que o Classic 1.0. O Prisma 1.4 também polui menos do que o Corsa 1.4 e o Corsa Sedan 1.4.

Confiram a lista e veja se o seu carro está bem com o meio-ambiente:

Marca Modelo Versão Motor CV CO2
Smart Fortwo 1.0 Mhd 1.0 71 - 104
Smart Cabrio 1.0 1.0 Mhd 1.0 84 - 120
Smart Cabrio 1.0 1.0 Mhd 1.0 84 - 120
Fiat Mille 1.0 1.0 66 - 127
Mini Mini 1.6 Cooper 1.6 120 - 127
Mini Countryman 1.6 Cooper 1.6 120 - 127
BMW Series 1 2.0 118I 2.0 143 - 143
Honda Fit 1.4 1.3 101 - 144
BMW Series 3 2.0 320I 2.0 170 - 148
BMW Series 1 2.0 120I 2.0 156 - 153
Honda Fit 1.5 1.5 116 - 154
Volkswagen Gol 1.0 1.0 71 - 156
Chevrolet Celta 1.0 1.0 78 - 157
Chevrolet Prisma 1.0 1.0 78 - 157
BMW Series 1 2.0 120I 2.0 156 - 159
Volkswagen Polo 1.6 1.6 104 - 160
Honda City 1.5 Auto 1.5 116 - 162
Honda City 1.5 1.5 116 - 163
Volkswagen Gol 1.6 I-Motion 1.6 104 - 163
Volkswagen Voyage 1.6 I-Motion 1.6 104 - 163
Volkswagen Gol 1.6 1.6 104 - 164
Volkswagen Voyage 1.6 1.6 104 - 164
Mercedes C-CLASS CLS 350 3.5 306 - 164
Subaru Legacy 2.0 2.0 150 - 165
Audi A3 2.0 2.0 200 - 166
Chevrolet Classic 1.0 1.0 78 - 167
Peugeot 3008 1.6 Allure 1.6 156 - 167
Audi A4 2.0 2.0 214 - 167
Audi A3 2.0 2.0 200 - 167
Volkswagen Polo 1.6 Sedan 1.6 104 - 168
Peugeot 3008 1.6 Griffe 1.6 156 - 169
Audi A5 2.0 2.0 211 - 169
Honda Fit 1.5 AT 1.5 116 - 170
Renault Logan 1.0 1.0 77 - 171
Renault Sandero 1.0 1.0 77 - 171
Chevrolet Prisma 1.4 1.4 97 - 171
Volkswagen Fox 1.0 1.0 76 - 172
Volkswagen Gol 1.0 1.0 76 - 172
Volkswagen Voyage 1.0 1.0 76 - 172
Citroen C3 1.4 1.4 82 - 172
Volkswagen Fox 1.6 1.6 104 - 172
Volkswagen SpaceFox 1.6 1.6 104 - 172
Ford Ka 1.6 1.6 110 - 172
Audi A4 2.0 2.0 214 - 172
Peugeot 207 1.4 1.4 82 - 173
Peugeot 207 Passion 1.4 1.4 82 - 173
Peugeot 207 SW 1.4 1.4 82 - 173
Mercedes C-CLASS C 180 Kompressor 1.6 156 - 173
Renault Clio 1.0 1.0 77 - 174
Volkswagen Fox 1.6 I-Motion 1.6 104 - 174
Mercedes C-CLASS C 180 1.8 156 - 175
Chevrolet Corsa 1.4 1.4 105 - 176
Chevrolet Corsa 1.4 Sedan 1.4 105 - 176
Nissan Livina 1.6 1.6 108 - 176
Ford Fiesta 1.6 1.6 107 - 176
Volkswagen Golf 1.6 1.6 104 - 176
Honda Accord 2.0 2.0 156 - 176
Mercedes B-CLASS 1.7 B 180 1.7 116 - 177
Mercedes C-CLASS C 200 1.8 183 - 177
Fiat Linea 1.4 T-Jet 1.4 152 - 178
Fiat Punto 1.4 T-Jet 1.4 152 - 178
Volvo C30 2.0 2.0 145 - 178
BMW Series 5 3.0 535I Auto 3.0 306 - 178
Ford Ecosport 1.6 1.6 107 - 180
Volkswagen Polo 1.6 I-Motion 1.6 104 - 180
Kia Sportage 2.0 Auto 2.0 166 - 180
Toyota Corolla 1.8 1.8 136 - 181
Ford Fiesta 1.0 1.0 73 - 182
Mercedes C-CLASS C 200 Touring 1.8 183 - 182
Nissan Sentra 2.0 2.0 143 - 182
Audi TT Coupe 2.0 2.0 200 - 183
Volvo S40 2.0 2.0 145 - 183
Audi TTS Coupe 2.0 2.0 272 - 184
Honda Civic 1.8 1.8 140 - 185
Mercedes SLK-CLASS SLK 200 1.8 184 - 188
Mercedes B-CLASS 2.0 B 200 Auto 2.0 193 - 188
Kia Sportage 2.0 Auto 2.0 166 - 188
Chevrolet Meriva 1.4 1.4 105 - 189
Ford Focus 1.6 1.6 116 - 189
Mercedes S-CLASS 3.5 S 400 Hybrid 3.5 299 - 189
Peugeot 207 1.6 1.6 113 - 190
Peugeot 207 Passion 1.6 1.6 113 - 190
Peugeot 207 SW 1.6 1.6 113 - 190
Renault Logan 1.6 1.6 95 - 190
Renault Sandero 1.6 1.6 95 - 190
Renault Symbol 1.6 1.6 115 - 191
Bmw X1 2.0 Auto 2.0 150 - 191
Volkswagen CrossFox 1.6 1.6 104 - 192
Nissan Tiida 1.8 1.8 126 - 193
Kia Carens 2.0 Auto 2.0 149 - 193
Citroen C4 1.6 1.6 113 - 195
Nissan Tiida 11.8 Auto 1.8 126 - 195
Audi S3 2.0 2.0 256 - 195
BMW Series 3 3.0 335I Auto 3.0 306 - 196
Chevrolet Meriva 1.8 Easytronic 1.8 114 - 197
BMW Series 1 3.0 130I Auto 3.0 265 - 197
Renault Megane 1.6 Grand Tour 1.6 115 - 199
Citroen C3 1.6 1.6 113 - 199
Peugeot 307 1.6 1.6 113 - 199
Honda Civic 1.8 Auto 1.8 140 - 199
Audi Q5 2.0 2.0 211 - 199
Subaru Forester 2.0 AUTO 2.0 160 - 199
Subaru Impreza 2.0 2.0 160 - 199
Suzuki Grand Vitara 2.0 2.0 140 - 199
BMW Z4 2.5 Auto 2.5 204 - 199
Volkswagen Parati 1.6 1.6 103 - 201
Nissan Grand Livina 1.8 Auto 1.8 126 - 201
Nissan Livina 1.8 Auto 1.8 126 - 201
Nissan Sentra 2.0 2.0 143 - 201
Chevrolet Astra 2.0 2.0 140 - 202
Chevrolet Vectra 2.0 2.0 140 - 202
Chevrolet Vectra 2.0 GT 2.0 140 - 202
Volvo C30 2.5 Auto 2.5 230 - 203
Mercedes E-CLASS E 350 Coupe 3.5 292 - 203
Renault Sandero 1.6 1.6 112 - 204
Nissan Grand Livina 1.8 1.8 126 - 205
Bmw Series 3 3.0 335I Auto 3.0 306 - 205
Mercedes E-Class E 350 3.5 292 - 205
Citroen C4 2.0 2.0 151 - 206
Citroen C4 Pallas 2.0 2.0 151 - 206
Peugeot 307 2.0 Auto 2.0 151 - 206
Ford Ecosport 2.0 2.0 145 - 206
Kia Sorento 2.4 Auto 2.4 174 - 208
Volkswagen Jetta 2.5 Auto 2.5 170 - 208
Mercedes E-Class 3.5 Cabrio E 350 3.5 292 - 208
Kia Sorento 3.5 Auto 3.5 278 - 208
Peugeot 307 2.0 Auto 2.0 151 - 209
Volvo C70 2.5 Auto 2.5 230 - 209
BMW Series 5 3.0 535I Auto 3.0 306 - 209
Citroen Xsara Picasso 1.6 1.6 113 - 210
Renault Scenic 1.6 1.6 115 - 212
Audi A5 3.2 3.2 265 - 213
Peugeot 207 1.6 Auto 1.6 113 - 215
Peugeot 207 Passion 1.6 Auto 1.6 113 - 215
Peugeot 207 SW 1.6 Auto 1.6 113 - 215
Ford Ecosport 2.0 16V Auto 2.0 145 - 215
Audi A4 3.2 3.2 269 - 215
Mitsubishi Outlander 2.4 Auto 2.4 170 - 216
Chevrolet Captiva 3.0 Auto 3.0 268 - 216
Volvo S40 2.5 2.5 230 - 217
Chevrolet Astra 2.0 Auto 2.0 140 - 218
Chevrolet Vectra 2.0 Auto 2.0 140 - 218
Chevrolet Vectra 2.0 GT Auto 2.0 140 - 218
Audi Q5 3.2 3.2 265 - 218
Chevrolet Zafira 2.0 2.0 140 - 219
BMW Z4 3.0 3.0 306 - 219
Audi A6 3.0 3.0 290 - 219
BMW X1 3.0 Auto 3.0 258 - 219
Audi A4 3.2 3.2 269 - 219
Audi A8 4.2 4.2 372 - 219
BMW Series 7 4.4 4.4 465 - 219
Chevrolet Zafira 2.0 Auto 2.0 140 - 221
Porsche Cayman 2.9 2.9 265 - 221
Porsche Boxster 2.9 2.9 255 - 221
Honda CR-V 2.0 2.0 150 - 222
Citroen C4 Picasso 2.0 Auto 2.0 143 - 222
Citroen Grand C4 Picasso 2.0 Auto 2.0 143 - 222
Audi A6 Avant 3.0 3.0 290 - 223
Mercedes C-Class C 300 3.0 231 - 225
Peugeot 407 2.0 2.0 143 - 226
Peugeot 407 SW 3.0 2.9 211 - 226
Mercedes SL-Class SL 350 3.5 316 - 226
Porsche Boxster 3.4 3.4 320 - 228
Ford Ecosport 2.0 2.0 145 - 229
Porsche Cayman 3.4 3.4 320 - 230
Porsche Boxster 3.4 3.4 310 - 230
Chevrolet Omega 3.6 Auto 3.6 292 - 231
Volvo C70 2.5 Auto 2.5 230 - 209
Subaru Outback 3.6 SW Auto 3.6 280 - 232
Mercedes CL-Class 4.7 Cl 500 Auto 5.0 435 - 232
Chevrolet Captiva 2.4 Auto 2.4 185 - 233
BMW X5 3.0 Auto 3.0 306 - 236
Porsche Cayenne 3.6 V6 Auto 3.6 300 - 236
Subaru Impreza 2.5 WRX Sti 2.5 310 - 243
Land Rover Range Rover Sport 3.0 Auto 3.0 245 - 243
Mitsubishi Outlander 3.0 Auto 3.0 240 - 243
Bmw Series 5 4.4 550I Auto 4.4 407 - 243
Land Rover Discovery 2.7 Auto 2.7 190 - 244
Mercedes CL-Class 5.5 Cl 63 AMG Auto 5.5 544 - 244
Mercedes S-Class 5.5 S 63 AMG Auto 5.5 544 - 244
Suzuki Grand Vitara 3.2 Auto 3.2 232 - 245
Porsche Cayenne 4.8 Auto 4.8 400 - 245
Chevrolet Blazer 2.4 2.4 147 - 246
Subaru Forester 2.5 Auto 2.5 230 - 248
Audi Q7 3.0 3.0 333 - 249
Mitsubishi Lancer 2.0 2.0 295 - 250
Subaru Legacy 2.5 Auto 2.5 280 - 250
Porsche 911 3.8 3.8 385 - 250
Porsche 911 3.8 3.8 385 - 250
Audi RS5 4.2 4.2 450 - 252
Land Rover Range Rover 4.4 Auto 4.4 313 - 253
Porsche 911 3.8 Carrera S 3.8 385 - 254
Mercedes E-Class E 500 Coupe 5.5 388 - 254
Porsche 911 3.8 Carrera 4S 3.8 385 - 259
Porsche Panamera 4.8 4.8 405 - 260
Mercedes E-Class 5.5 E 500 5.5 388 - 260
Lexus LS 4.6 Auto 4.6 347 - 261
Mercedes S-Class 5.5 S 500 Auto 5.5 388 - 262
Porsche 911 3.8 Carrera 4S Cabriolet 3.8 385 - 263
Citroen C5 2.0 2.0 143 - 264
Mercedes E-Class E 500 Avantgarde Executive 5.5 388 - 264
Mercedes S-Class 5.5 S 500 Auto 5.5 388 - 264
Porsche Panamera 3.6 3.6 300 - 265
Jeep Grand Cherokee 3.6 3.6 286 - 265
Land Rover Defender 2.4 2.4 122 - 266
BMW Series 7 4.4 Auto 4.4 407 - 266
Porsche Cayenne 4.8 Auto 4.8 500 - 270
Porsche 911 3.8 Turbo Coupe 3.8 530 - 272
Mercedes SL-Class Sl 500 5.5 388 - 272
Porsche 911 3.8 Turbo S Cabriolet 3.8 530 - 275
Mercedes CLS-Class CLS 500 5.5 388 - 280
Toyota Hilux Sw4 2.7 2.7 158 - 282
Porsche Panamera 4.8 4.8 506 - 286
Volvo C70 2.5 Auto 2.5 230 - 209
Mercedes SLK-Class SLK 55 Amg 5.4 360 - 288
BMW Series 3 4.0 M3 4.0 420 - 290
BMW X5 4.4 Auto 4.4 407 - 292
Jaguar Xk Series 5.0 Auto 5.0 510 - 292
Land Rover Range Rover 5.0 Auto 5.0 510 - 292
Porsche Panamera 4.8 4.8 405 - 293
Mercedes E-Class E 63 Amg 6.2 525 - 295
Toyota Hilux Sw4 4.0 Auto 4.0 238 - 298
Ferrari California 4.3 4.3 460 - 299
Audi S6 5.2 5.2 435 - 299
Mercedes E-Class 6.2 E 63 T Amg 6.2 525 - 299
BMW Series 7 6.0 760Li Auto 6.0 544 - 303
Mercedes SLS AMG 6.2 6.2 571 - 308
Aston Martin V8 Vantage 4.7 4.7 420 - 312
Mercedes C-Class C 63 AMG 6.2 463 - 312
Mercedes C-Class C 63 Touring AMG 6.2 463 - 316
Audi R8 4.2 4.2 420 - 318
Ferrari 458 4.5 Italia 4.5 570 - 320
Bmw X5 4.4 Auto 4.4 555 - 325
Audi R8 5.2 5.2 525 - 327
Land Rover Discovery 5.0 Auto 5.0 375 - 328
Mercedes CL-Class 5.5 Cl Auto 5.5 517 - 328
Maserati Granturismo 4.2 Auto 4.2 405 - 330
Mercedes SL-Class Sl 63 AMG 6.2 525 - 330
Audi RS6 5.0 5.0 580 - 331
Audi R8 5.2 5.2 525 - 332
Mercedes S-Class 5.5 S 600 Auto 5.5 517 - 332
Audi RS6 5.0 5.0 580 - 333
Mercedes SL-Class Sl 65 AMG 6.0 612 - 333
Mercedes CL-Class 6.0 CL 65 AMG Auto 6.0 630 - 334
Mercedes S-Class 6.0 S 65 L AMG Auto 6.0 612 - 334
Lamborghini Gallardo LP 550-2 5.2 550 - 341
Maserati Quattroporte 4.2 4.2 400 - 345
Mercedes CLS-Class CLS 63 Amg 6.2 514 - 345
Land Rover Range Rover Sport 5.0 Auto 5.0 510 - 353
Maserati Grancabrio 4.7 4.7 440 - 354
Aston Martin DBS 6.0 Auto 5.9 517 - 367
Mercedes G-Class 5.4 G 55 Amg 5.4 476 - 378
Maserati Granturismo 4.7 4.7 439 - 385
Bentley Continental Supersports 6.0 Auto 6.0 630 - 388
Aston Martin DB9 6.0 5.9 476 - 389
Bentley Continental Flying Spur 6.0 Auto 6.0 560 - 396
Ferrari 599 6.0 6.0 620 - 415
Ferrari 612 5.7 5.7 540 - 470

Fonte: Quatro Rodas
*Além da tabela da JATO Dynamics, atualizada no começo de 2011, consideramos também os dados de alguns modelos da tabela de homologação divulgada pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) em 2009, cuja motorização permaneceu a mesma.