Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.
Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.
Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.
No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.
Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.
Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.
RODA VIVA
PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.
ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.
LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.
ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.
NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.
IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.
LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Alta Roda - Exportar importa muito
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sábado, 13 de abril de 2013
Picape Fiat Strada ganha série especial Mangalarga Marchador
Líder de vendas em seu segmento há 13 anos consecutivos, a picape Fiat Strada acaba de ganhar a série especial Mangalarga Marchador nas versões Trekking 1.6 16V Cabine Estendida e a Adventure 1.8 16V Cabine Dupla.
Esta é realmente uma série especial curiosa. Digo isso porque, normalmente, cavalos são associados às picapes maiores, como a Ford Ranger, Chevrolet S10, Toyota Hilux, Nissan Frontier, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. Todos estes modelos citados possuem maior capacidade de carga, espaço e robustez do que a Strada, características apreciadas pelos criadores de cavalos. Mas não deixa de ser uma estratégia de marketing e negócio interessante da marca italiana.
Em parceria inédita da Fiat com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), o público-alvo para esta série inclui os associados desta entidade, criadores, cavaleiros, apreciadores da raça e o produtor rural.
A Strada Mangalarga Marchador traz rádio Connect CD MP3, volante revestido em couro com comandos do rádio (6 botões) e retrovisores externos elétricos. Em relação à linha 2013, as mudanças estéticas são: rodas de liga leve com pintura exclusiva, faróis biparábola com moldura e canhões negros, identificação da série especial por um adesivo trazendo o logotipo Mangalarga Marchador (ABCCMM) no para-lama traseiro, nos sobretapetes, na soleira das portas e nos bancos dianteiros (na versão Adventure os bancos são em couro).
A série especial na versão Adventure Cabine Dupla traz ainda o diferencial blocante Locker, teto-solar e capota marítima. Já a versão Trekking Cabine Estendida ganha também janela traseira corrediça e ar-condicionado (itens de série na Adventure).
Ambas as versões também vêm equipadas com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, pneus de uso misto e suspensão elevada.
Confira os preços
Fiat Strada Trekking 1.6 16V Cabine Estendida Mangalarga Marchador – R$ 46.550
Fiat Strada Adventure 1.8 16V Cabine Dupla Mangalarga Marchador – R$ 59.440
Bem cara a versão Adventure. Para fechar, repararam como o nome da picape com o sobrenome da série especial ficou imenso? O maior deles, sem abreviar, fica:
Fiat Strada Adventure Locker 1.8 16V E.TorQ Cabine Dupla Mangalarga Marchador
Esta é realmente uma série especial curiosa. Digo isso porque, normalmente, cavalos são associados às picapes maiores, como a Ford Ranger, Chevrolet S10, Toyota Hilux, Nissan Frontier, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. Todos estes modelos citados possuem maior capacidade de carga, espaço e robustez do que a Strada, características apreciadas pelos criadores de cavalos. Mas não deixa de ser uma estratégia de marketing e negócio interessante da marca italiana.
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| Strada Adventure |
A Strada Mangalarga Marchador traz rádio Connect CD MP3, volante revestido em couro com comandos do rádio (6 botões) e retrovisores externos elétricos. Em relação à linha 2013, as mudanças estéticas são: rodas de liga leve com pintura exclusiva, faróis biparábola com moldura e canhões negros, identificação da série especial por um adesivo trazendo o logotipo Mangalarga Marchador (ABCCMM) no para-lama traseiro, nos sobretapetes, na soleira das portas e nos bancos dianteiros (na versão Adventure os bancos são em couro).
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| Strada Trekking |
Ambas as versões também vêm equipadas com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, pneus de uso misto e suspensão elevada.
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| Interior da picape Strada Trekking Mangalarga Machador - Fotos: Fiat/Divulgação |
Fiat Strada Trekking 1.6 16V Cabine Estendida Mangalarga Marchador – R$ 46.550
Fiat Strada Adventure 1.8 16V Cabine Dupla Mangalarga Marchador – R$ 59.440
Bem cara a versão Adventure. Para fechar, repararam como o nome da picape com o sobrenome da série especial ficou imenso? O maior deles, sem abreviar, fica:
Fiat Strada Adventure Locker 1.8 16V E.TorQ Cabine Dupla Mangalarga Marchador
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Alta Roda - Cuidar do futuro
Sedãs compactos praticamente não existem na Europa, mas têm boa aceitação no Brasil, na América Latina e até nos EUA (no caso, baixa participação nas vendas totais). Em geral, colocar porta-malas saliente em carros pequenos é desafio em termos de estilo. No caso do lançamento da GM, a solução, bem interessante, passou por mudar as linhas do teto e disfarçar ao máximo a protuberância traseira, sem prejudicar o volume do porta-malas (500 litros). Algo como carroceria de 2,5 volumes, contra 3 volumes tradicionais, que a fábrica chama, inapropriadamente, de “sport sedan”.
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| HB20S - Hyundai/Divulgação |
Há bom espaço interno, inclusive no banco traseiro (cabeças sem raspar no teto), além de ótimo ângulo de abertura das portas. Desde a versão de entrada oferece direção com assistência hidráulica, vidros elétricos dianteiros, ajustes de volante (só em altura) e de altura do banco do motorista (apenas do assento), sensor de estacionamento, além de freios ABS e airbags frontais (obrigatórios por se tratar de novo projeto). Até meados do ano terá opção de câmbio automático. Versão de topo tem tela de toque de LCD opcional (R$ 1.300) com várias funções que permite instalar câmera de ré e navegação com GPS associada a um programa (BringGo) para celular inteligente ao custo de R$ 100.
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| Fotos do Prisma: Chevrolet/Divulgação |
Atual fase de investimento incluiu a nova fábrica para 200.000 motores/ano em Joinville (SC), inaugurada semana passada. De lá se esperam novas gerações de motores (fala-se em um 3-cilindros) e produção futura de câmbios automáticos mais voltada à exportação, quando a Europa se recuperar. Para os desafios de diminuição de consumo de combustível, do programa Inovar-Auto, até 2017 a empresa estaria assim, bem preparada.
RODA VIVA
ENTRE baixas no final do ano, em razão de normas de segurança (ABS e airbags), estará a picape Courier. Ford até cogitou de desenvolver a sucessora. Mas, em termos mundiais, se trata de mercado restrito: Brasil, América Latina e África do Sul. Empresa terá só produtos globais em todos os mercados e picape leve, derivada de carro, não se enquadra.
FIAT, ao contrário, aposta cada vez mais no mercado que ela mesmo criou no Brasil (no exterior já existia e depois minguou). Começou em 1978, ainda como picape 147. Atual Strada, além de líder do segmento, aparece entre 10 mais vendidos veículos leves. Não estranha que desenvolva cabine-dupla de três portas, com abertura para trás.
CITROËN DS4 é o mais equilibrado da linha “premium” da marca francesa, sem ousadia exagerada do DS3 ou dimensões avantajadas do DS5. Hatch de teto alto e quatro portas, maçanetas traseiras estão escondidas junto à terceira coluna. R$ 99.990 é puxado, mas lista de equipamentos compensa. Motor turbo 1,6/165 cv (projeto BMW) vai muito bem com câmbio automático 6-marchas (Aisin, japonês).
TECNOLOGIA, hoje, em rápida expansão, turbocompressor completou meio século de existência ano passado. Começo foi difícil: apenas 10.000 Oldsmobile Jetfire fabricados em 1962/63. Problemas técnicos tiraram o carro de linha. Voltou com o Porsche 911 Turbo, em 1974. Desde então a evolução foi grande e tendência de equipar maioria dos automóveis.
OBRIGAÇÃO relaxada por falta de fiscalização: faróis ligados no facho baixo, ao anoitecer, independentemente de circular em estradas. Na cidade, mesmo com boa iluminação pública, não podem ser esquecidos. Em túneis também há obrigação legal. Função dos faróis é dupla: ver e ser visto.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Líderes do mercado brasileiro de 2012 merecem estar na ponta de seus respectivos segmentos?
O mercado brasileiro de carros nunca emplacou tantos carros na sua história como em 2012. A Fiat, mais uma vez foi a líder em vendas (automóveis + comerciais leves) e conseguiu a proeza de se manter na ponta por mais um ano. Mas e entre os líderes das principais categorias do mercado nacional? Será que eles merecem ter terminado o ano passado no topo de seus respectivos segmentos?
Hatch pequeno - Volkswagen Gol (293.293 unidades emplacadas)
Se o Gol fosse um carro ruim, ele não seria líder de mercado há mais de 25 anos! Tudo bem que a Volkswagen pisou feio na bola com o consumidor ao lançar duas versões 2013 no ano passado. Mas essa decisão infeliz nada tem a ver com a qualidade do veículo, que merece ser líder especialmente por causa da sua robustez e confiabilidade. São duas opções de câmbio (manual e manual automatizado I-Motion), duas de motor (1.0 e 1.6) e várias versões. Além disso, tem duas carrocerias (feia e ultrapassada G4 e G5) e preços que variam entre R$ 25.100 e R$ 51.871 - por isso vence a disputa da categoria aqui do post dos hatches compactos populares e dos premium. Mesmo muito parecido com os irmãos, o Gol (G5) nunca foi tão bonito no Brasil como agora.
Hatch médio - Ford Focus (24.023 unidades emplacadas)
Como adiantei há pouco tempo, finalmente o Focus conseguiu fechar um ano na liderança. Mas será que foi a falta do Chevrolet Astra? Será que foi uma bobeada da Hyundai? Acho que os dois fatores contribuíram mas o maior responsável pelo sucesso do Focus não foi nem o marketing da Ford, mas sim o carro em si, que é muito bom. Por mais que ele tenha perdido para o Peugeot 308 no Duelo do De 0 a 100, o hatch médio da marca do oval azul tem muito mais qualidades do que defeitos, o que o faz merecer a ponta. Infelizmente, seu preço poderia ser um pouco mais convidativo. Mas, para celebrar o excelente resultado de 2012, a Ford deve lançar por aqui a novíssima geração do modelo neste ano. Seja bem-vinda!
Sedã pequeno - Fiat Siena (103.547 unidades emplacadas)
Como o Gol, o Fiat Siena participou da disputa do segmento de sedãs compactos populares e premium com duas carrocerias e não fez feio. Graças a união, "antigo" e Grand fizeram a diferença e tornaram o sedã merecedor da vitória. O antigo tem belo visual e aposta na relação custo/benefício e do amplo porta-malas para se dar bem, enquanto o Grand Siena cresceu, evoluiu em acabamento e manteve o lindo visual e o porta-malas espaçoso. Já pensou se eles tivessem 3 anos de garantia - pelo menso o Grand, que fez um grande Duelo com o Nissan Versa por aqui.
Sedã médio - Toyota Corolla (56.365 unidades emplacadas)
O veterano sedã da Toyota dá muito sinais de cansaço, especialmente visuais e tecnológicos (câmbio automático de quatro marchas), além de ser vendido por um preço alto e com versões "curiosas". Mas o conforto e a confiabilidade mecânica do modelo são tão bons que ele realmente é um merecedor deste primeiro lugar, ainda mais se pensarmos nos concorrentes. Mas, se a marca japonesa não se movimentar em 2013, o resultado de 2012 pode não se repetir, ainda mais com a chegada do (caro) Civic 2.0.
Perua (Station Wagon) - Volkswagen SpaceFox (21.134 unidades emplacadas)
Num dos segmentos mais frios do mercado brasileiro, a Volkswagen SpaceFox foi a perua mais emplacada do Brasil em 2012. Seu resultado é merecido e justificável pelo bom espaço interno, porta-malas com espaço interessante, visual que agrada (mas, infelizmente, parecido demais com outros carros da marca) e outros atributos. O modelo poderia contar com um número maior e mais variado de versões, como na principal concorrente, a (ultrapassada) Fiat Palio Weekend, sem perder um único equipamento, com preços iniciais inferiores a R$ 40.000.
Minivan (monovolume) - Honda Fit - (38.623 unidades emplacadas)
A vitória do Fit foi mais do que esperada, mas muito merecida. Se a Honda tivesse tornado o modelo o veículo definitivo, ela teria sido merecidíssma O maior problema do Fit é o alto preço cobrado pela marca japonesa, que insiste com os valores premium. Mas o consumidor acaba pagando mais e leva um veículo espaçoso por dentro, compacto por fora, confortável e com mecânica confiável. E olha que ele pode até ter visual fora de estrada (mais só visual)! Mas tivemos a chegada do feio e forte Spin em 2012, que vai deixar a disputa do segmento bem mais interessante.
SUV pequeno - Renault Duster (46.893 unidades emplacadas)
Sem dúvida a maior surpresa de todo este post e do ano passado. Quem poderia imaginar que o Renault Duster terminaria 2012 em primeiro lugar do segmento? Não que o carro não seja merecedor, pelo contrário ele merece. Mas desbancar o então intocável Ford EcoSport foi algo notável. Talvez a maior parcela de culpa seja da Ford, que ficou lançando a nova geração do EcoSport desde janeiro, mas só o começou mesmo a vendê-lo no segundo semestre. A Renault não quis nem saber e aproveitou para mostrar que o seu jipinho é espaçoso, mais barato e versátil para a cidade e trilhas leves. Resta agora saber se, depois de perder para o novo EcoSport no Duelo, mas sem fazer feio, o Duster conseguirá manter a ponta em 2013.
Picape pequena - Fiat Strada (117.412 unidades emplacadas)
Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana são ótimas picapes, mas não são capazes de superar a Fiat Strada no principal quesito que a faz merecer a liderança por mais um ano consecutivo: versatilidade. São opções de carroceria (simples, estendida e dupla), três de motor (1.4 8V, 1.6 16V e 1.8 16V), duas opções de câmbio (manual e manual automatizado Dualogic), sem contar o grande número de versões disponíveis para as mais variadas situações.
Picape média - Chevrolet S10 (47.717 unidades emplacadas)
A Ford Ranger pode até parecer mais completa de maneira geral, enquanto a Volkswagen Amarok parece mais moderna. Mas, vai ano, entra ano, e a Chevrolet S10 demostra porque foi a picape média mais vendida do Brasil em 2012. São muitas qualidades, mas, sem dúvida, o maior delas com a nova geração do modelo foi consegui unir a robustez da antiga S10 com o conforto e modernidade da então referência do mercado: Toyota Hilux (hoje uma veterana).
Como vocês repararam, todos os modelos obviamente mereceram suas respectivas lideranças em 2012. Não é fácil ser líder num mercado tão disputado como o brasileiro, ainda mais a partir de agora, quando teremos novas marcas com fábricas e carros (fabricados) por aqui. Espero que as disputas fiquem ainda mais acirradas em 2013.
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| Gol - Volkswagen/Divulgação |
Se o Gol fosse um carro ruim, ele não seria líder de mercado há mais de 25 anos! Tudo bem que a Volkswagen pisou feio na bola com o consumidor ao lançar duas versões 2013 no ano passado. Mas essa decisão infeliz nada tem a ver com a qualidade do veículo, que merece ser líder especialmente por causa da sua robustez e confiabilidade. São duas opções de câmbio (manual e manual automatizado I-Motion), duas de motor (1.0 e 1.6) e várias versões. Além disso, tem duas carrocerias (feia e ultrapassada G4 e G5) e preços que variam entre R$ 25.100 e R$ 51.871 - por isso vence a disputa da categoria aqui do post dos hatches compactos populares e dos premium. Mesmo muito parecido com os irmãos, o Gol (G5) nunca foi tão bonito no Brasil como agora.
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| Focus - Ford/Divulgação |
Como adiantei há pouco tempo, finalmente o Focus conseguiu fechar um ano na liderança. Mas será que foi a falta do Chevrolet Astra? Será que foi uma bobeada da Hyundai? Acho que os dois fatores contribuíram mas o maior responsável pelo sucesso do Focus não foi nem o marketing da Ford, mas sim o carro em si, que é muito bom. Por mais que ele tenha perdido para o Peugeot 308 no Duelo do De 0 a 100, o hatch médio da marca do oval azul tem muito mais qualidades do que defeitos, o que o faz merecer a ponta. Infelizmente, seu preço poderia ser um pouco mais convidativo. Mas, para celebrar o excelente resultado de 2012, a Ford deve lançar por aqui a novíssima geração do modelo neste ano. Seja bem-vinda!
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| Grand Siena - Fiat/Divulgação |
Como o Gol, o Fiat Siena participou da disputa do segmento de sedãs compactos populares e premium com duas carrocerias e não fez feio. Graças a união, "antigo" e Grand fizeram a diferença e tornaram o sedã merecedor da vitória. O antigo tem belo visual e aposta na relação custo/benefício e do amplo porta-malas para se dar bem, enquanto o Grand Siena cresceu, evoluiu em acabamento e manteve o lindo visual e o porta-malas espaçoso. Já pensou se eles tivessem 3 anos de garantia - pelo menso o Grand, que fez um grande Duelo com o Nissan Versa por aqui.
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| Corolla - Toyota/Divulgação |
O veterano sedã da Toyota dá muito sinais de cansaço, especialmente visuais e tecnológicos (câmbio automático de quatro marchas), além de ser vendido por um preço alto e com versões "curiosas". Mas o conforto e a confiabilidade mecânica do modelo são tão bons que ele realmente é um merecedor deste primeiro lugar, ainda mais se pensarmos nos concorrentes. Mas, se a marca japonesa não se movimentar em 2013, o resultado de 2012 pode não se repetir, ainda mais com a chegada do (caro) Civic 2.0.
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| SpaceForx - Volkswagen/Divulgação |
Num dos segmentos mais frios do mercado brasileiro, a Volkswagen SpaceFox foi a perua mais emplacada do Brasil em 2012. Seu resultado é merecido e justificável pelo bom espaço interno, porta-malas com espaço interessante, visual que agrada (mas, infelizmente, parecido demais com outros carros da marca) e outros atributos. O modelo poderia contar com um número maior e mais variado de versões, como na principal concorrente, a (ultrapassada) Fiat Palio Weekend, sem perder um único equipamento, com preços iniciais inferiores a R$ 40.000.
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| Fit - Honda/Divulgação |
A vitória do Fit foi mais do que esperada, mas muito merecida. Se a Honda tivesse tornado o modelo o veículo definitivo, ela teria sido merecidíssma O maior problema do Fit é o alto preço cobrado pela marca japonesa, que insiste com os valores premium. Mas o consumidor acaba pagando mais e leva um veículo espaçoso por dentro, compacto por fora, confortável e com mecânica confiável. E olha que ele pode até ter visual fora de estrada (mais só visual)! Mas tivemos a chegada do feio e forte Spin em 2012, que vai deixar a disputa do segmento bem mais interessante.
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| Duster - Renault/Divulgação |
Sem dúvida a maior surpresa de todo este post e do ano passado. Quem poderia imaginar que o Renault Duster terminaria 2012 em primeiro lugar do segmento? Não que o carro não seja merecedor, pelo contrário ele merece. Mas desbancar o então intocável Ford EcoSport foi algo notável. Talvez a maior parcela de culpa seja da Ford, que ficou lançando a nova geração do EcoSport desde janeiro, mas só o começou mesmo a vendê-lo no segundo semestre. A Renault não quis nem saber e aproveitou para mostrar que o seu jipinho é espaçoso, mais barato e versátil para a cidade e trilhas leves. Resta agora saber se, depois de perder para o novo EcoSport no Duelo, mas sem fazer feio, o Duster conseguirá manter a ponta em 2013.
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| Strada - Fiat/Divulgação |
Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana são ótimas picapes, mas não são capazes de superar a Fiat Strada no principal quesito que a faz merecer a liderança por mais um ano consecutivo: versatilidade. São opções de carroceria (simples, estendida e dupla), três de motor (1.4 8V, 1.6 16V e 1.8 16V), duas opções de câmbio (manual e manual automatizado Dualogic), sem contar o grande número de versões disponíveis para as mais variadas situações.
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| S10 - Chevrolet/Divulgação |
A Ford Ranger pode até parecer mais completa de maneira geral, enquanto a Volkswagen Amarok parece mais moderna. Mas, vai ano, entra ano, e a Chevrolet S10 demostra porque foi a picape média mais vendida do Brasil em 2012. São muitas qualidades, mas, sem dúvida, o maior delas com a nova geração do modelo foi consegui unir a robustez da antiga S10 com o conforto e modernidade da então referência do mercado: Toyota Hilux (hoje uma veterana).
Como vocês repararam, todos os modelos obviamente mereceram suas respectivas lideranças em 2012. Não é fácil ser líder num mercado tão disputado como o brasileiro, ainda mais a partir de agora, quando teremos novas marcas com fábricas e carros (fabricados) por aqui. Espero que as disputas fiquem ainda mais acirradas em 2013.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Enquanto Fiat fecha na liderança e Renault comemora crescimento, venda de importados cai 35,2% em 2012
Os resultados de vendas de 2012 foi bastante pela maioria das montadoras com fábrica no Brasil. A Fiat, por exemplo, fechou o ano passado mais uma na liderança do mercado nacional (11º ano). Já a Renault foi uma das que mais cresceu, subindo mais de 24% em relação a 2011. Por outro lado, a comercialização de veículos importados caiu muito, o que deixou a Abeiva (Associação Brasileiras das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) bastante preocupada.
De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram emplacados um total de 3.634.115 automóveis e comerciais leves em 2012, 6,1% acima do resultado de 2011, quando foram vendidos 3.425.739 unidades.
Em 2012, a Fiat superou sua marca histórica de vendas no Brasil, registrando o melhor desempenho em seus 36 anos de presença no país. De janeiro a dezembro, foram emplacados 838.218 automóveis e comerciais leves da marca, o que representa um crescimento de 11,1% em relação ao ano anterior (com 754.276 unidades vendidas) e uma expansão de 10,2% em relação ao recorde de vendas anterior da empresa, estabelecido em 2010, com 760.495 unidades, segundo a Anfavea. Em market share, a marca italiana subiu de 22% em 2011 para 23,06% em 2012.
Os destaques da Fiat foram o Uno (+ Mille), com 255.149 unidades, e a picape Strada, com 117.464 unidades emplacadas em 2012.
Já a Renault, pelo terceiro ano consecutivo, cresce em vendas no Brasil. A marca emplacou mais de 241.000 unidades, o que representa um aumento de 24,3% em relação a 2011. No ano, a participação de mercado foi de 6,65% (5,67% em 2011).
Para alcançar esse resultado foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos, como o Clio reestilizado, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line. Os motores (1.0 16V e 1.6 8V) foram aperfeiçoados e o 2.0 turbo fez a sua estreia, enquanto a rede de concessionárias cresceu 15% em todo o País. Além disso, foram feitos investimentos para a ampliação da capacidade produtiva, que saltará de 280.000 para 380.000 carros por ano a partir de março de 2013.
O bom desempenho do ano se deve principalmente aos bons resultados alcançados por modelos como Duster, que emplacou 46.904 unidades, consolidando-se como o SUV mais vendido no Brasil em 2012. Já o Sandero emplacou 98.458 unidades (81.787 em 2011). O Fluence teve também papel importante neste resultado. Em um segmento altamente competitivo, o modelo foi o 5º mais vendido em 2012 entre os sedãs médios, emplacando 15.336 unidades (10.388 unidades em 2011), um crescimento de 48%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para o Grupo Renault pelo segundo ano consecutivo. Com volume total de 551.334 unidades, a França está em primeiro lugar, seguida do Brasil (241.603), da Rússia (189.852), da Alemanha (170.628) e da Argentina (118.727).
Nem tudo são flores
Ao totalizar 129.205 unidades emplacadas, as associadas à Abeiva fecham 2012 com queda de 35,2% em relação ao total de 199.366 veículos importados em 2011. Com esse desempenho, a entidade respondeu por somente 3,55% de participação no mercado brasileiro total.
“Experimentamos em 2012 o pior ano da história de 22 anos do segmento oficial de importação de veículos automotores no Brasil. A partir de setembro de 2011, quando foi anunciado o Decreto 7.567, responsável pela diferenciação da alíquota do IPI de 30 pontos percentuais entre carros nacionais – incluindo os de procedência do Mercosul e do México – e os importados, o nosso setor sofreu duro impacto. Fato que se consolidou com o Programa Inovar-Auto, decretado no dia 3 de outubro de 2012”, analisa Flavio Padovan, presidente da Abeiva.
Das 29 empresas associadas à entidade, somente três conseguiram obter resultados positivos, 23 marcas amargaram índices negativos e três ainda não iniciaram suas atividades operacionais. Do quadro associativo da Abeiva, 26 empresas solicitaram habilitação ao Programa Inovar-Auto, das quais Bentley, BMW, Chery, JAC Motors, Porsche, Rely, SsangYong, Suzuki e Volvo já obtiveram aprovação, como newcomers ou apenas importadoras.
De qualquer maneira, a primeira estimativa de vendas para 2013 é de 150 mil unidades, 16% mais em relação às 129 mil unidades de 2012, mas muito abaixo do desempenho de 2011, quando o setor oficial de importação de veículos automotores chegou a 199 mil unidades.
De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram emplacados um total de 3.634.115 automóveis e comerciais leves em 2012, 6,1% acima do resultado de 2011, quando foram vendidos 3.425.739 unidades.
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| Fotos acima: Fiat/Divulgação |
Os destaques da Fiat foram o Uno (+ Mille), com 255.149 unidades, e a picape Strada, com 117.464 unidades emplacadas em 2012.
Já a Renault, pelo terceiro ano consecutivo, cresce em vendas no Brasil. A marca emplacou mais de 241.000 unidades, o que representa um aumento de 24,3% em relação a 2011. No ano, a participação de mercado foi de 6,65% (5,67% em 2011).
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| Fotos abaixo: Renault/Divulgação |
O bom desempenho do ano se deve principalmente aos bons resultados alcançados por modelos como Duster, que emplacou 46.904 unidades, consolidando-se como o SUV mais vendido no Brasil em 2012. Já o Sandero emplacou 98.458 unidades (81.787 em 2011). O Fluence teve também papel importante neste resultado. Em um segmento altamente competitivo, o modelo foi o 5º mais vendido em 2012 entre os sedãs médios, emplacando 15.336 unidades (10.388 unidades em 2011), um crescimento de 48%.
Em âmbito global, o mercado brasileiro continua sendo o segundo mais importante para o Grupo Renault pelo segundo ano consecutivo. Com volume total de 551.334 unidades, a França está em primeiro lugar, seguida do Brasil (241.603), da Rússia (189.852), da Alemanha (170.628) e da Argentina (118.727).
Nem tudo são flores
Ao totalizar 129.205 unidades emplacadas, as associadas à Abeiva fecham 2012 com queda de 35,2% em relação ao total de 199.366 veículos importados em 2011. Com esse desempenho, a entidade respondeu por somente 3,55% de participação no mercado brasileiro total.
“Experimentamos em 2012 o pior ano da história de 22 anos do segmento oficial de importação de veículos automotores no Brasil. A partir de setembro de 2011, quando foi anunciado o Decreto 7.567, responsável pela diferenciação da alíquota do IPI de 30 pontos percentuais entre carros nacionais – incluindo os de procedência do Mercosul e do México – e os importados, o nosso setor sofreu duro impacto. Fato que se consolidou com o Programa Inovar-Auto, decretado no dia 3 de outubro de 2012”, analisa Flavio Padovan, presidente da Abeiva.
Das 29 empresas associadas à entidade, somente três conseguiram obter resultados positivos, 23 marcas amargaram índices negativos e três ainda não iniciaram suas atividades operacionais. Do quadro associativo da Abeiva, 26 empresas solicitaram habilitação ao Programa Inovar-Auto, das quais Bentley, BMW, Chery, JAC Motors, Porsche, Rely, SsangYong, Suzuki e Volvo já obtiveram aprovação, como newcomers ou apenas importadoras.
De qualquer maneira, a primeira estimativa de vendas para 2013 é de 150 mil unidades, 16% mais em relação às 129 mil unidades de 2012, mas muito abaixo do desempenho de 2011, quando o setor oficial de importação de veículos automotores chegou a 199 mil unidades.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Série Especial Itália se espalha pelos modelos Fiat
Para comemorar o encerramento do “Momento Itália-Brasil” (MIB), a Fiat estende o conceito da Série Especial Itália para boa parte da sua gama de modelos no Brasil. Depois do Uno Vivace, agora é a vez do novo Palio, Punto, Idea e Strada ficarem "mais italianos".
Todos os carros vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, faróis com máscara negra, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas para as portas e badge Itália. Além disso, Novo Palio, Punto e Idea ainda recebem rádio CD MP3, chave canivete com telecomando, faróis de neblina e retrovisores externos elétricos, entre outros.
A lista de itens de conforto é muito boa, mas senti falta de mais itens de segurança, como o Kit HSD (airbag duplo e ABS) para todos os modelos. Estes equipamentos são de série apenas nos veículos 1.4: Punto Attractive, Idea Attractive, Strada Working Cabine Dupla e no novo Palio Attractive. Nos 1.0 eles continuam opcionais.
Uno
O Uno Vivace tem novas rodas de liga leve aro 14’’ com pintura exclusiva, faróis com máscara negra, lanterna fumê, spoiler na tampa traseira, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, anéis estéticos no para-choque dianteiro, sigla Uno com tema Itália, badge Itália aplicado na coluna C, além de moldura central do painel de instrumentos na cor preto brilhante, quadro de instrumentos com econômetro e conta-giros, novo tecido exclusivo com bordado Itália nos bancos dianteiros, painéis de porta revestidos parcialmente em tecido, volante bi-textura, detalhes internos na cor cinza, como os comandos do ar-condicionado, e outros itens internos que oferecem mais praticidade e conforto aos clientes.
Além dos equipamentos citados acima, o Uno tem ainda faróis de neblina, volante com regulagem de altura, pré-disposição para rádio, desembaçador, lavador e limpador do vidro traseiro, entre outros. O Uno Especial Itália pode ser encontrado nas cores Prata Bari, Preto Vesúvio, Vermelho Alpine, Branco Bachisa e Cinza Scandium.
Confira os preços de cada versão:
Uno Vivace 1.0 - Kit Série Especial Itália - R$ 31.430 (R$ 32.180 com pintura metálica)
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840
Novo Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950
Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870
Strada Working 1.4 C.S. - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590
Strada Working 1.4 C.E. - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640
Strada Working 1.4 C.D. - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490
Todos os carros vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, faróis com máscara negra, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas para as portas e badge Itália. Além disso, Novo Palio, Punto e Idea ainda recebem rádio CD MP3, chave canivete com telecomando, faróis de neblina e retrovisores externos elétricos, entre outros.
A lista de itens de conforto é muito boa, mas senti falta de mais itens de segurança, como o Kit HSD (airbag duplo e ABS) para todos os modelos. Estes equipamentos são de série apenas nos veículos 1.4: Punto Attractive, Idea Attractive, Strada Working Cabine Dupla e no novo Palio Attractive. Nos 1.0 eles continuam opcionais.
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| Fotos: Fiat/Divulgação |
O Uno Vivace tem novas rodas de liga leve aro 14’’ com pintura exclusiva, faróis com máscara negra, lanterna fumê, spoiler na tampa traseira, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, anéis estéticos no para-choque dianteiro, sigla Uno com tema Itália, badge Itália aplicado na coluna C, além de moldura central do painel de instrumentos na cor preto brilhante, quadro de instrumentos com econômetro e conta-giros, novo tecido exclusivo com bordado Itália nos bancos dianteiros, painéis de porta revestidos parcialmente em tecido, volante bi-textura, detalhes internos na cor cinza, como os comandos do ar-condicionado, e outros itens internos que oferecem mais praticidade e conforto aos clientes.
Além dos equipamentos citados acima, o Uno tem ainda faróis de neblina, volante com regulagem de altura, pré-disposição para rádio, desembaçador, lavador e limpador do vidro traseiro, entre outros. O Uno Especial Itália pode ser encontrado nas cores Prata Bari, Preto Vesúvio, Vermelho Alpine, Branco Bachisa e Cinza Scandium.
Confira os preços de cada versão:
Uno Vivace 1.0 - Kit Série Especial Itália - R$ 31.430 (R$ 32.180 com pintura metálica)
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840
Novo Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950
Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870
Strada Working 1.4 C.S. - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590
Strada Working 1.4 C.E. - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640
Strada Working 1.4 C.D. - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490
Marcadores:
Attractive,
Fiat,
hatch,
Idea,
Itália,
minivan,
monovolume,
Palio,
picape,
Punto,
Série Especial,
Strada,
Uno,
Vivace,
Working
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Alta Roda - Líderes do semestre
O tradicional ranking da coluna dessa vez trouxe algumas novas lideranças, já esperadas. SpaceFox e Duster, por exemplo, assumiram em seus segmentos, sem a certeza de manter as posições frente a Weekend e EcoSport, respectivamente.
Por outro lado, o quase eterno líder Gol, mesmo separado do Voyage, ainda conseguiu terminar o semestre à frente da dupla Uno/Mille. O Voyage, isoladamente, manteve-se à frente de Siena/Grand Siena, porém não está seguro até o fim de 2012, na briga à parte dos sedãs.
Segmentos que encolheram muito são as stations pequenas (Parati já sai de cena), as stations médias (fim da Mégane Grand Tour) e os monovolumes médios (Zafira e Xsara Picasso). Restam crossovers médios (Freemont/Journey) que se somam a um segmento esvaziado, com pouca oferta.
Alguns dos novos modelos ainda não puderam aparecer bem na tabela pois estão há pouco tempo no mercado e outros ainda virão no segundo semestre. Será que o novo EcoSport vai terminar à frente do Duster, no final de 2012, e manter-se na liderança desde que inaugurou o segmento dos utilitários compactos em 2003?
Classificação soma hatches/sedãs derivados. Entre-eixos e largura são as principais referências e, em certos casos, preço. Os resultados em porcentuais, compilados por Paulo Garbossa, da ADK, incluem só modelos mais representativos.
Compactos (%): Gol/Voyage, 17; Uno/Mille, 12; Palio/Siena, 11; Fiesta hatch/sedã, 8; Celta/Prisma, 7,8; Fox/CrossFox, 7,1; Corsa/Classic, 6,9; Logan/Sandero, 6,1; March/Versa, 3,2; Cobalt, 3,1; Agile, 2,9; Ka, 2,6; Punto/Linea, 2; 207 hatch/sedã, 1,9; C3/DS3, 1,4; City, 1,11; Clio/Symbol, 1,1. Dupla Gol/Voyage pode avançar mais.
Médios-compactos (%): Corolla, 16; Cruze hatch/sedã, 14; Civic, 13,7; Golf/Jetta, 11,6; Focus hatch/sedã, 9; i30, 6; 307/308/408, 5,7; Fluence, 4,7; C4/Pallas, 3,9; Sentra, 3,2. Cruze ameaça o Corolla.
Médios-grandes (%): Fusion, 22; Sonata, 21,7; Azera, 19; Mercedes C, 12. Fusion, mais acossado.
Grandes (%): Mercedes E/CLS, 29; Cadenza, 26; 300 C, 21; BMW 5/6, 12. Classe E/CLS virou o jogo.
Topo (%): BMW 7, 51; Panamera, 31; Bentley Continental, 6. BMW é novo líder.
Stations pequenas (%): SpaceFox, 49; Palio Weekend, 38; Parati, 8. SpaceFox passou Weekend, sem consolidar.
Stations medias/crossovers (%): Freemont, 42; Mégane Grand Tour, 40; Journey, 7. Segmento encolhido.
Monovolumes pequenos (%): Fit, 29; Idea, 21; C3 Picasso/Aircross, 18. Fit aumentou a vantagem.
Monovolumes médios (%): Zafira, 39; Xsara/C4 Picasso, 37; J6, 17. Outro segmento em crise.
Picapes pequenas (%): Strada, 47; Saveiro, 28; Montana, 20. Strada inabalável.
Picapes médias (%): S10, 28; Hilux, 22; L200/Triton, 15. S10 continua firme.
Utilitários esporte sub/pequenos (%): Duster, 20; EcoSport, 16; Tucson/ix35, 15. Duster não consolidado.
Utilitários esporte médios (%): Captiva, 33; Hilux, 24; Sorento, 22. Captiva ainda na frente.
Utilitários esporte grandes (%): Pajero Full/Dakar, 38; Edge, 28; Discovery, 9. Pajero com folga.
Esportivo (%): Veloster, 89; Mercedes SLK, 6; Peugeot RCZ, 4. Preço define o Veloster.
Esporte (%): Camaro, 47; Mustang, 21; Corvette, 8. Camaro segue à frente.
RODA VIVA
EMBORA sem confirmar que modelos lançará com o financiamento obtido do BNDES, a Volkswagen terá mais uma novidade, além do esperado Up, da classe de novos subcompactos anabolizados com motores de três cilindros. Trata-se da versão sedã do novo Polo, chamado Vento. Nada a ver com o Vento vendido na Argentina, nome do Jetta lá.
SINAL positivo para as vendas, bastante dependentes de financiamentos. Taxa de prestamistas com atrasos entre 1 e 90 dias recuou ao longo de junho. Indicador utilizado para inadimplência leva em conta atrasos superiores a 90 dias e, hoje, está em nível recorde de 6,1%, no caso de veículos. A tendência, assim, é de o índice de inadimplência começar a cair.
BOM espaço interno, sem dimensões externas exageradas, é um dos destaques da versão de sete lugares do monovolume Spin. Última fileira de assentos não garante conforto para dois adultos de média estatura, nem espaço para bagagem (mesmo com estepe estreito) além de 162 litros. Motor 1,8/108 cv e câmbio automático são suficientes, sem empolgar.
ABEIVA, associação dos importadores que não têm fábricas aqui, prevê segundo semestre mais difícil que o primeiro. Vendas reagiram pouco, mesmo após a diminuição do IPI, no fim de maio. Queda semestral até agora é de 22%, em relação a 2011, e no fim do ano pode ir a 40%. Há expectativa de cotas de importação. BMW e Land Rover estão à espera disso para anunciar produção brasileira.
SETOR de autopeças mantém investimentos, apesar de empecilhos para a produção de veículos aumentar. Ocorre em razão das dificuldades de exportar e da importação de Argentina e México (no caso, agora limitadas por cota em valores). A empresa francesa Faurecia, por exemplo, acaba de inaugurar, em Limeira (SP), a maior fábrica de escapamentos da América do Sul.
Por outro lado, o quase eterno líder Gol, mesmo separado do Voyage, ainda conseguiu terminar o semestre à frente da dupla Uno/Mille. O Voyage, isoladamente, manteve-se à frente de Siena/Grand Siena, porém não está seguro até o fim de 2012, na briga à parte dos sedãs.
Segmentos que encolheram muito são as stations pequenas (Parati já sai de cena), as stations médias (fim da Mégane Grand Tour) e os monovolumes médios (Zafira e Xsara Picasso). Restam crossovers médios (Freemont/Journey) que se somam a um segmento esvaziado, com pouca oferta.
Alguns dos novos modelos ainda não puderam aparecer bem na tabela pois estão há pouco tempo no mercado e outros ainda virão no segundo semestre. Será que o novo EcoSport vai terminar à frente do Duster, no final de 2012, e manter-se na liderança desde que inaugurou o segmento dos utilitários compactos em 2003?
Classificação soma hatches/sedãs derivados. Entre-eixos e largura são as principais referências e, em certos casos, preço. Os resultados em porcentuais, compilados por Paulo Garbossa, da ADK, incluem só modelos mais representativos.
Compactos (%): Gol/Voyage, 17; Uno/Mille, 12; Palio/Siena, 11; Fiesta hatch/sedã, 8; Celta/Prisma, 7,8; Fox/CrossFox, 7,1; Corsa/Classic, 6,9; Logan/Sandero, 6,1; March/Versa, 3,2; Cobalt, 3,1; Agile, 2,9; Ka, 2,6; Punto/Linea, 2; 207 hatch/sedã, 1,9; C3/DS3, 1,4; City, 1,11; Clio/Symbol, 1,1. Dupla Gol/Voyage pode avançar mais.
Médios-compactos (%): Corolla, 16; Cruze hatch/sedã, 14; Civic, 13,7; Golf/Jetta, 11,6; Focus hatch/sedã, 9; i30, 6; 307/308/408, 5,7; Fluence, 4,7; C4/Pallas, 3,9; Sentra, 3,2. Cruze ameaça o Corolla.
Médios-grandes (%): Fusion, 22; Sonata, 21,7; Azera, 19; Mercedes C, 12. Fusion, mais acossado.
Grandes (%): Mercedes E/CLS, 29; Cadenza, 26; 300 C, 21; BMW 5/6, 12. Classe E/CLS virou o jogo.
Topo (%): BMW 7, 51; Panamera, 31; Bentley Continental, 6. BMW é novo líder.
Stations pequenas (%): SpaceFox, 49; Palio Weekend, 38; Parati, 8. SpaceFox passou Weekend, sem consolidar.
Stations medias/crossovers (%): Freemont, 42; Mégane Grand Tour, 40; Journey, 7. Segmento encolhido.
Monovolumes pequenos (%): Fit, 29; Idea, 21; C3 Picasso/Aircross, 18. Fit aumentou a vantagem.
Monovolumes médios (%): Zafira, 39; Xsara/C4 Picasso, 37; J6, 17. Outro segmento em crise.
Picapes pequenas (%): Strada, 47; Saveiro, 28; Montana, 20. Strada inabalável.
Picapes médias (%): S10, 28; Hilux, 22; L200/Triton, 15. S10 continua firme.
Utilitários esporte sub/pequenos (%): Duster, 20; EcoSport, 16; Tucson/ix35, 15. Duster não consolidado.
Utilitários esporte médios (%): Captiva, 33; Hilux, 24; Sorento, 22. Captiva ainda na frente.
Utilitários esporte grandes (%): Pajero Full/Dakar, 38; Edge, 28; Discovery, 9. Pajero com folga.
Esportivo (%): Veloster, 89; Mercedes SLK, 6; Peugeot RCZ, 4. Preço define o Veloster.
Esporte (%): Camaro, 47; Mustang, 21; Corvette, 8. Camaro segue à frente.
RODA VIVA
EMBORA sem confirmar que modelos lançará com o financiamento obtido do BNDES, a Volkswagen terá mais uma novidade, além do esperado Up, da classe de novos subcompactos anabolizados com motores de três cilindros. Trata-se da versão sedã do novo Polo, chamado Vento. Nada a ver com o Vento vendido na Argentina, nome do Jetta lá.
SINAL positivo para as vendas, bastante dependentes de financiamentos. Taxa de prestamistas com atrasos entre 1 e 90 dias recuou ao longo de junho. Indicador utilizado para inadimplência leva em conta atrasos superiores a 90 dias e, hoje, está em nível recorde de 6,1%, no caso de veículos. A tendência, assim, é de o índice de inadimplência começar a cair.
BOM espaço interno, sem dimensões externas exageradas, é um dos destaques da versão de sete lugares do monovolume Spin. Última fileira de assentos não garante conforto para dois adultos de média estatura, nem espaço para bagagem (mesmo com estepe estreito) além de 162 litros. Motor 1,8/108 cv e câmbio automático são suficientes, sem empolgar.
ABEIVA, associação dos importadores que não têm fábricas aqui, prevê segundo semestre mais difícil que o primeiro. Vendas reagiram pouco, mesmo após a diminuição do IPI, no fim de maio. Queda semestral até agora é de 22%, em relação a 2011, e no fim do ano pode ir a 40%. Há expectativa de cotas de importação. BMW e Land Rover estão à espera disso para anunciar produção brasileira.
SETOR de autopeças mantém investimentos, apesar de empecilhos para a produção de veículos aumentar. Ocorre em razão das dificuldades de exportar e da importação de Argentina e México (no caso, agora limitadas por cota em valores). A empresa francesa Faurecia, por exemplo, acaba de inaugurar, em Limeira (SP), a maior fábrica de escapamentos da América do Sul.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Alta Roda - Espaço prioritário
Um dos maiores desafios que os fabricantes de veículos terão pela frente é encolher o tamanho externo dos carros, sem comprometer espaço e conforto internos. O objetivo de diminuir o consumo de combustível – e consequentemente emissões de CO2, um dos gases de efeito estufa – não pode depender exclusivamente de motores, transmissões e novos materiais leves. Economizar peso depende também de dimensões externas menores.
Essa batalha concentra-se especialmente nos EUA, onde há rigorosas metas compulsórias de economia de combustível em médio e longo prazos, e existe uma cultura de desperdício de espaço nos automóveis. Na realidade, essa é uma preocupação mundial porque rearranjar o habitáculo a fim de melhorar a vida a bordo está entre as prioridades de qualquer mercado. Mesmo naqueles onde carros menores são os preferidos por seu menor preço, como é o caso do Brasil e vários outros. Afinal, congestionamentos e escassez de lugares para estacionar são comuns.
Engenheiros, tanto de fabricantes como de fornecedores, terão que se aproximar de arquitetos de interiores ao criar futuros modelos. Especialistas ouvidos pela Automotive News indicam os caminhos traçados de forma geral: bancos mais finos; controles, comandos e botões menores na cabine; linhas do teto repensadas; motores e câmbios compactos que exigem menos volume sob o capô (de quebra adicionam espaço ao habitáculo); mudanças na arquitetura dos chassis para colocar eixos dianteiro e traseiro o máximo possível nas extremidades.
A questão não se resolve apenas reposicionando as colunas da carroceria para conseguir lugar extra para cabeças e pernas. As colunas precisam ser também mais finas sem perder resistência. Trata-se de uma luta por cada centímetro aqui ou acolá. Entre os exemplos estão o novo Beetle cujo desenho do teto foi “achatado”, juntamente com o maior entre-eixos, e o Toyota iQ, de apenas três metros de comprimento, que reposicionou desde o tanque de combustível até a caixa de direção, além de compactar o sistema de ar-condicionado.
Especialista em bancos, a francesa Faurecia admite que inspiração possa vir das cadeiras de escritório, compactas e confortáveis. Mas há dúvidas se os compradores aceitariam desenhos arrojados nos bancos dianteiros, que proporcionam ganho sensível de espaço para as pernas do passageiro atrás. Precisa combinar com quem senta na frente, também desejoso de conforto...
A empresa trabalha em uma nova geração de bancos prevista para estrear em 2014. Não terá estrutura convencional metálica e será fabricado em resina e termoplásticos, o que também diminuirá a massa do conjunto. A retirada das treliças de metal levará a menor necessidade de espuma para manter o nível ideal de maciez e conforto. O resultado aparece na forma de encostos bem mais finos e assentos que permitam espaço adicional para os pés de ocupantes do banco traseiro.
Se aplicada a nova tecnologia aos bancos dianteiros e traseiro, o ganho potencial de espaço longitudinal na cabine poderá chegar a 5 cm e, em alguns casos, a 7,5 cm. O melhor cenário a alcançar: diminuir o comprimento total do carro e aumentar o espaço para todos os ocupantes.
RODA VIVA
BMW à espera de definição sobre cotas de importação que a Abeiva negocia com o governo desde o ano passado. Se divulgadas no fim do mês, dentro do previsto para incentivar quem quer construir fábricas no Brasil, a marca alemã anunciará a unidade fabril em Santa Catarina até final de julho. Chances de produção aqui vão além de 80%, admite fonte da empresa.
VENDAS de importados continuam em queda acentuada, superior a 35% em relação ao mesmo período de 2011. A depressão se acentua porque era tempo de dólar barato e sem IPI adicional. Algumas revendas, especialmente de marcas chinesas, fecharam as portas. Consumidor também ficou cauteloso, menos propenso a aceitar marcas novas.
ITÁLIA, do dia para noite, subiu a taxação para carros com potência superior a 185 kW (252 cv), dentro da política de aumentar a carga fiscal sobre os mais ricos. Cada kW extra, mais imposto. No aspecto de surpresa, não muito diferente do Brasil. Mercado, já em queda, sofrerá ainda mais, em especial de marcas premium e suas redes de concessionárias.
PALIO Weekend 2013 recebeu retoques na parte frontal e melhorias internas. Duas chamam a atenção e antes eram motivos de queixas: bancos dianteiros apresentam outra estrutura, regulagem de altura facilitada e assentos com maior suporte para as coxas, além de bom apoio para pé esquerdo do motorista. Preços de R$ 41.490 (Attractive 1.4) a R$ 51.550 (Adventure 1.8).
PICAPE Strada também recebeu as mesmas modificações, assim como o Siena EL (inclusive friso cromado na grade inspirado no Fiat 500), substituto da versão Fire. Nos três modelos, ponto destoante é a protuberância, acima da tampa do porta-luvas, onde se aloja o sistema de bolsa inflável. A solução, apenas estética, parece perfeitamente dispensável.
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| Divulgação |
Engenheiros, tanto de fabricantes como de fornecedores, terão que se aproximar de arquitetos de interiores ao criar futuros modelos. Especialistas ouvidos pela Automotive News indicam os caminhos traçados de forma geral: bancos mais finos; controles, comandos e botões menores na cabine; linhas do teto repensadas; motores e câmbios compactos que exigem menos volume sob o capô (de quebra adicionam espaço ao habitáculo); mudanças na arquitetura dos chassis para colocar eixos dianteiro e traseiro o máximo possível nas extremidades.
A questão não se resolve apenas reposicionando as colunas da carroceria para conseguir lugar extra para cabeças e pernas. As colunas precisam ser também mais finas sem perder resistência. Trata-se de uma luta por cada centímetro aqui ou acolá. Entre os exemplos estão o novo Beetle cujo desenho do teto foi “achatado”, juntamente com o maior entre-eixos, e o Toyota iQ, de apenas três metros de comprimento, que reposicionou desde o tanque de combustível até a caixa de direção, além de compactar o sistema de ar-condicionado.
Especialista em bancos, a francesa Faurecia admite que inspiração possa vir das cadeiras de escritório, compactas e confortáveis. Mas há dúvidas se os compradores aceitariam desenhos arrojados nos bancos dianteiros, que proporcionam ganho sensível de espaço para as pernas do passageiro atrás. Precisa combinar com quem senta na frente, também desejoso de conforto...
A empresa trabalha em uma nova geração de bancos prevista para estrear em 2014. Não terá estrutura convencional metálica e será fabricado em resina e termoplásticos, o que também diminuirá a massa do conjunto. A retirada das treliças de metal levará a menor necessidade de espuma para manter o nível ideal de maciez e conforto. O resultado aparece na forma de encostos bem mais finos e assentos que permitam espaço adicional para os pés de ocupantes do banco traseiro.
Se aplicada a nova tecnologia aos bancos dianteiros e traseiro, o ganho potencial de espaço longitudinal na cabine poderá chegar a 5 cm e, em alguns casos, a 7,5 cm. O melhor cenário a alcançar: diminuir o comprimento total do carro e aumentar o espaço para todos os ocupantes.
RODA VIVA
BMW à espera de definição sobre cotas de importação que a Abeiva negocia com o governo desde o ano passado. Se divulgadas no fim do mês, dentro do previsto para incentivar quem quer construir fábricas no Brasil, a marca alemã anunciará a unidade fabril em Santa Catarina até final de julho. Chances de produção aqui vão além de 80%, admite fonte da empresa.
VENDAS de importados continuam em queda acentuada, superior a 35% em relação ao mesmo período de 2011. A depressão se acentua porque era tempo de dólar barato e sem IPI adicional. Algumas revendas, especialmente de marcas chinesas, fecharam as portas. Consumidor também ficou cauteloso, menos propenso a aceitar marcas novas.
ITÁLIA, do dia para noite, subiu a taxação para carros com potência superior a 185 kW (252 cv), dentro da política de aumentar a carga fiscal sobre os mais ricos. Cada kW extra, mais imposto. No aspecto de surpresa, não muito diferente do Brasil. Mercado, já em queda, sofrerá ainda mais, em especial de marcas premium e suas redes de concessionárias.
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| Fiat/Divulgação |
PALIO Weekend 2013 recebeu retoques na parte frontal e melhorias internas. Duas chamam a atenção e antes eram motivos de queixas: bancos dianteiros apresentam outra estrutura, regulagem de altura facilitada e assentos com maior suporte para as coxas, além de bom apoio para pé esquerdo do motorista. Preços de R$ 41.490 (Attractive 1.4) a R$ 51.550 (Adventure 1.8).
PICAPE Strada também recebeu as mesmas modificações, assim como o Siena EL (inclusive friso cromado na grade inspirado no Fiat 500), substituto da versão Fire. Nos três modelos, ponto destoante é a protuberância, acima da tampa do porta-luvas, onde se aloja o sistema de bolsa inflável. A solução, apenas estética, parece perfeitamente dispensável.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Fiat Strada, Palio Weekend e Siena chegam à linha 2013 com novidades. Família Palio está dividida
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
O trio sofreu uma reestilização visual, no interior e cada carro recebeu novidades específicas para ficar mais competitivo na respectiva categoria.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
Por fora
Strada, Siena e Palio Weekend receberam, provavelmente, a última reestilização de suas atuais gerações, já que os três devem mudar mais radicalmente nos próximos anos, como aconteceu com o Palio. Com as alterações da linha 2013, o trio tem nova dianteira, com linhas mais leves, novos para-choques, grade superior com desenho em colméias e uma barra horizontal cromada, remetendo ao family feeling Fiat. As traseiras ganharam apenas lentes escuras nas lanternas.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
Não custa comentar mais uma vez que Palio Weekend e Strada já pedem uma nova geração. O Siena já saiu dessa fase.
Externamente ainda foi criado um conjunto de novas rodas e calotas para os três veículos 2013 da Fiat. Um dos destaques é a nova roda de 16 polegadas para a versão Adventure, com pneus de uso urbano.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
O interior dos modelos recebeu novos tecidos, novo volante, quadro de instrumentos com novas grafias, além de novos porta-copos, objetos e revistas. Segundo a Fiat, a soma de todos esses elementos resultou em um ambiente interno mais agradável, harmônico e funcional.
De acordo com a marca, o tema principal do design do interior são as formas em alto relevo, bem caracterizadas na nova tampa do airbag, nas novas saídas de ar e na parte central do painel de instrumentos, chegando aos detalhes no quadro de instrumentos, nas molduras da bússola e do inclinômetro nas versões Adventure e até nas bolsas porta-objetos das portas dianteiras.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
Strada
A nova gama da picape Strada é formada por nove versões, composta pelas Cabines Simples, Estendida e Dupla, três níveis de acabamento (Working, Trekking e Adventure) e agora também com três diferentes motorizações: Fire 1.4, E-torQ 1.6 16V e E-torQ 1.8 16V.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
Disponivel com cabines simples, estendida e dupla, e com motor 1.4, a Strada Working, versão de entrada da família, vem equipada de série com trip computer, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, cintos de segurança retráteis de três pontos com regulagem de altura, follow me home, retrovisores externos com comando interno, apoio para o pé (lado do motorista), grade protetora do vidro traseiro, porta-escadas, tampa da caçamba - removível - com chave, ganchos para amarração de carga na cabine e na caçamba e porta-objetos nas portas. Como opcionais, ela oferece o sistema HSD, direção hidráulica, ar-condicionado, volante com regulagem de altura, janela traseira corrediça, faróis de neblina, capota marítima, rádio Connect CD MP3, viva voz Bluetooth e entrada USB.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
A versão Trekking também passa a contar na lista de série airbags dianteiros e freios ABS com EBD, vidros e travas elétricos, além de direção hidráulica e faróis de neblina. A picape ainda oferece como opcionais itens como ar-condicionado, capota marítima, volante de couro com comandos do rádio (6 botões), rodas de liga leve 14”, rádio Connect CD MP3/WMA e teto solar.
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
Toda linha Palio Weekend 2013, não importante a versão (Attractive, Trekking, Adventure e Adventure Dualogic) e a motorização (Fire 1.4 Flex, E-torQ 1.6 16V e E-torQ 1.8 16V), sai de fábrica equipada com nova grafia do quadros de instrumentos, cuidados especiais na forração interna - bancos e portas - com a adoção de novos tecidos; além de uma nova estrutura para os bancos, que facilitam sua operação na regulagem de altura e longitudinalmente; airbags dianteiros e freios ABS com EBD.
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Siena EL 2013 |
Disponível nas versões EL 1.0 1.4, a linha Siena recebeu novas rodas de liga leve e calotas, bancos com revestimento em novo tecido, novo volante de três raios, porta-objetos, bolsas porta-revistas no encosto dos bancos dianteiros, porta-óculos e porta-objetos móvel tipo “copinho”.
A parte central do painel também foi revista, assim como o quadro de instrumentos com fundo preto que dispõe de: velocímetro, conta-giros, marcador de temperatura da água e display com relógio, trip computer, My Car Fiat e indicador de nível de combustível. O sistema de som também apresenta novidades e pode ser composto por novos rádios CD/MP3 e CD/MP3/Connect com porta USB e conexão para iPod e Bluetooth. Ganhou também nova arquitetura elétrica, e os bancos receberam uma estrutura que facilita sua regulagem na movimentação longitudinal. Para maior conforto do motorista, o EL vem com apoio para o pé.
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| Fiat Siena EL 2013 |
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| Fiat Siena EL 2013 |
O Siena EL pode vir com motor Fire 1.0 Flex com potência de 73 cv (gasolina) e 75 cv (etanol) e torque de 9,5 kgfm (gasolina) e 9,9 kgfm (etanol); ou o propulsor Fire 1.4 HP Flex, com potência de 85 cv (gasolina) e 86 cv (etanol) e torque de 12,4 kgfm (gasolina) e 12,5 kgfm (etanol).
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| Fiat Palio Weekend Adventure Locker Dualogic 2013 |
A linha 2013 dos novos Fiat realmente os tornam ainda mais competitivos no mercado nacional. Mas a família Palio nunca esteve tão separada como atualmente. De um lado temos o Palio Fire, com visual da segunda reestilização do modelo; do outro temos o novo Palio, que vive a plenitude da sua segunda geração; mais para o lado temos o Grand Siena, que virou Grand para se distanciar da turma; e agora, no outro canto, juntos, temos Palio Weekend, Strada e Siena, que receberam os mesmos tipos de alterações para ganharem mais algum fôlego.
Ainda assim, Strada, Palio Weekend e Siena continuarão populares.
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| Fiat Palio Weekend Adventure Locker Dualogic 2013 |
Fotos: Fiat/Divulgação
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