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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Nissan transfere sede brasileira do Paraná para o Rio de Janeiro

Muito interessante essa matéria da Folha de S. Paulo. Fiquei um pouco impressionado com o tanto que foi oferecido para a Nissan ir para Resende, no RJ.

Nissan transfere sede brasileira do Paraná para o Rio de Janeiro
Venceslau Borlina Filho - Do Rio de Janeiro

Patrocinadora dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, a montadora japonesa Nissan vai transferir sua sede do Paraná para a capital fluminense em janeiro. O escritório vai ocupar três andares e um salão de um dos prédios já construídos na região portuária da cidade.

A primeira fábrica da montadora no Brasil será inaugurada em janeiro de 2014, ao custo de R$ 2,6 bilhões. A unidade está sendo construída em Resende, na região centro-sul do Estado do Rio.

Em entrevista à Folha, o vice-presidente de administração e finanças da Nissan no Brasil, François Dossa, afirmou que 80% dos funcionários paranaenses aderiram à transferência.

A sede da marca tem 270 funcionários. No Rio, eles serão cerca de 350. "Vamos contratar mais pessoas no Rio de Janeiro", afirmou Dossa. Na fábrica, serão mais 2.000 trabalhadores diretos. O custo da transferência não foi informado, mas, para sua instalação no Rio, a Nissan recebeu diversos incentivos fiscais dos governos estadual e municipal.

Do Estado, serão R$ 5,9 bilhões como financiamento de 80% do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o investimento. O crédito poderá ser pago em até 50 anos, com carência de 30 anos.

Pela Prefeitura de Resende, a fábrica ganhou isenção de IPTU por 20 anos e alíquota de ISS (Imposto Sobre Serviços) de 0,05% para os custos com a obra, quando o normal seria de 3%.

O município concedeu isenção total do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e prometeu devolver à empresa parte do ICMS com a receita gerada por ela.

De acordo com Dossa, a meta da Nissan é produzir no Brasil 200 mil veículos por ano e alcançar 5% do mercado nacional em 2016. Atualmente, a japonesa detém 3,41%.

Fonte: Folha de S. Paulo

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Honda Fit é eleito o melhor monovolume até R$ 60 mil do Brasil!

Honda/Divulgação
A aposentadoria da dupla Zafira e Meriva, e a chegada do "belo" Spin, me levaram a perguntar no De 0 a 100, durante uma semana, "Qual é o melhor monovolume do Brasil até R$ 60 mil?". Com a particpação recorde dos internaudas (obrigado a todos!) e, como eu esperava, venceu o Honda Fit.

O modelo japonês recebeu o meu voto. Considero os concorrentes bons carros, mas o Fit é o superior na maioria dos quesitos que levo em consideração na hora de avaliar um veículo. E, pelo visto, a maioria dos participantes concorda comigo.

O Fit é um carro relativamente pequeno por fora, com espaço interno interessante, bom porta-malas e que conta com dois trunfos imbatíveis no momento: a versatilidade dos bancos e a mecânica confiável Honda. Entre os defeitos, cito o altíssimo preço cobrado por todas as versões e o consumo de combustível, que era referência quando o modelo foi lançado no Brasil. Uma pena este dois aspectos, já que o Honda Fit tinha tudo para ser o carro definitivo.

Recebi alguns e-mails de internautas falando sobre a enquete. Selecionei dois depoimentos de pessoas defendendo porque o Fit é o melhor carro:

"Eu tinha um Fit LX 1.4 antigo que me deu só alegrias. Nunca tive nenhum problema com o carro - absolutamente nada! E o consumo era excelente: 13 km/l na cidade. ... Com 130.000 km rodados, resolvi vendê-lo e comprei um Nissan Livina 1.8 automático por causa da diferença de preço em relação a um Fit 0 km. Gostei do carro, mas o troquei com menos de 10.000 km rodados por um New Fit por causa do acabamento inferior e do banco do motorista muito desconfortável. ... Acabei  escolhendo o Fit 1.4 porque a Honda 'chuta o balde' com os preços da versão 1.5. Mesmo bem mais caro que os concorrentes, o Fit vale a pena."- Lucas Souza

"O Fit é um carro que agrada todos da minha família: a minha esposa pelo tamanho; a mim pela versatilidade; e as crianças pelo conforto. Até o cachorro e a sogra gostam dele." - Henrique Luis (casado, pais de duas meninas e dono de em cachorro)

Pedi para a Honda definir o Fit oficialmente em algumas linhas. Infelizmente, a marca não me respondeu, mesmo depois de 3 contatos em datas diferentes. Até adiei a publicação deste post, mas de nada adiantou. Lamentável...
Chevrolet/Divulgação
Enquete
A "união" entre Zafira e Meriva deu forças extras ao Chevrolet Spin, que assegurou a segunda colocação, batendo, por muito pouco, o "sempre considerado por todos os interessados" Nissan Livina. Se feio o Spin está atraindo muitas pessoas, imaginem se o visual ajudasse!

Em quarto lugar veio o Citroën C3 Picasso, que parece já estar colhendo os frutos das melhorias da sua linha 2013. Em quinto ficou a veterana minivan da Fiat, que, mesmo com as recentes mudanças (internas), dá sinais de que precisa de uma nova geração. Ainda assim, o Idea é um carro "bom de briga", se mantendo bem nas vendas.

Por último veio o Jac J6, que ainda não se encontrou no mercado nacional.

Qual é o melhor monovolume do Brasil até R$ 60 mil?
  1. Honda Fit - 60 votos (30,3%)
  2. Chevrolet Spin - 37 votos (18,7%)
  3. Nissan Livina - 35 votos (17,7%)
  4. Citroën C3 Picasso - 21 votos (10,6%)
  5. Fiat Idea - 20 votos (10,1%)
  6. Jac J6 - 5 votos (2,5%)
Outro - 20 votos (10,1%)
Total de votos: 198

quarta-feira, 23 de maio de 2012

sábado, 24 de março de 2012

Ainda excelente, Honda perde grande chance de tornar o Fit 2013 o "carro definitivo"

As expectativa era grande e as (poucas) mudanças vieram, mas a Honda perdeu uma grande chance de tornar o excelente Fit o "carro difinitivo" na linha 2013. O modelo passa a ser vendido em seis versões: DX 1.4 (MT), LX 1.4 (MT e AT), EX 1.5 (MT e AT), e EXL 1.5 (AT) - adeus EXL 1.4 (MT e AT). Além disso, o Fit passou por uma mínima reestilização, além de ganhar alguns equipamentos de série e de evoluir no quesito autonomia. Mas eu esperava por mais!

A Honda diz que o Fit apresenta um novo design, mas o veículo recebeu apenas um tapa leve no visual. Embora o novo para-choque dianteiro tenha ficado bem legal, a nova grade tem gosto duvidoso, lembrando um pouco os velhos tempos da Chevrolet aplicando "botox" na (antiga) picape S10. Os faróis dianteiros ficaram praticamente iguais aos da linha 2012, assim como o para-choque traseiro. Mas, no geral, o visual ainda agrada.
Em relação aos itens de série, desde a versão de entrada, DX, o Fit vem equipado com direção com assistência elétrica, ar-condicionado (digital no EX e EXL), airbag duplo, trio elétrico, computador de bordo (consumo instantâneo e médio em km/l, autonomia e hodômetros total e parcial) e com o excelente sistema de modularidade interna dos bancos.

Com a morte da versão LXL, a LX recebeu alguns equipamentos de herança: sistema ABS de freios com EBD e novo sistema de rádio integrado AM/FM com CD Player e entradas USB e P2. Com câmbio manual, o Fit LX 2013 ficou R$ 800 mais caro (R$ 55.700) se comparado ao mesmo modelo 2012 (R$ 54.900), enquanto o Fit LX 2013 automático manteve o mesmo preço do respectivo 2012: R$ 58.900.

As versões DX e LX são equipadas com o motor 1.4 16V que desenvolve 100 cv de potência a 6.000 rpm com gasolina e 101 cv na mesma rotação com etanol. O torque é de 13 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível.
Versão EXL tem bancos com revestimento em couro
Cabe mais, mas ainda bebe muito
Entre as versões com EX e EXL, equipadas com o propulsor 1.5 16V, que desenvolve 115 cv a 6.000 rpm com gasolina e 116 cv com etanol (na mesma rotação) e torque de 14,8 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível, basicamente tivemos duas novidades.

A principal foi a redução de preço do acabamento EXL, o topo de linha, equipado unicamente com câmbio automático de cinco marchas com Paddle Shift. De inaceitáveis R$ 71.720, o valor foi para abusivos R$ 67.720 - R$ 2.000 a mais do que a versão EX automática. O Fit EXL tem bancos revestidos em couro e faróis de neblina a mais em relação ao EX.
Fit 2013 X Fit 2012 - Pergunta: onde ficam os faróis de neblina no Fit 2013?
A segunda novidade foi a inclusão do sensor de estacionamento traseiro como item de série (EX e EXL), uma vez o equipamento era vendido como opcional nas concessionárias (ainda é para DX e LX). Se a versão EXL ficou mais barata, a EX 1.5 manual 2013 ficou R$ 1.005 mais cara em relação a linha 2012, subindo para R$ 62.720, enquanto a EX automática - agora com Paddle Shift - manteve o mesmo preço.

Uma evolução do Fit 2013 foi na autonomia. O aumento da capacidade do tanque de combustível de 42 litros para 47 litros foi muito bem-vinda, mas ele não resolve o problema do alto consumo do Fit, especialmente com motor 1.5 16V e câmbio automático. Infelizmente, as calibrações do novo Civic, com a inclusão do modo (e botão) Econ, ficarão para outra oportunidade no Fit. Pior para o consumidor, que na primeira geração do Fit via o veículo como sinônimo de baixo consumo.

Linha 2013
Honda Fit DX 1.4 MT: R$ 51.800
Honda Fit LX 1.4 MT: R$ 55.700
Honda Fit LX 1.4 AT: R$ 58.900
Honda Fit EX 1.5 MT: R$ 62.120
Honda Fit EX 1.5 AT: R$ 65.720
Honda Fit EXL 1.5 AT: R$ 67.720
Fit 2013 X Fit 2012
Resumo da obra
O Honda Fit continua um excelente carro, versátil, com ótimo espaço interno, bom porta-malas (384 litros), mecânica confiável e três anos de garantia. Mas ele continua com os mesmos problemas: consumo elevado de combustível (atenuado pelo aumento do tanque), preço absurdamente alto e falta de mais equipamentos de série (som para a versão DX, faróis de neblina para DX, LX e EX; conexão bluetooth de celular para para todos; e airbag laterais para a EXL, por exemplo).

Por isso digo que a Honda perdeu uma grande chance de transformar o Fit no "carro definitivo". Já imaginaram o Fit EXL (R$ 67.720) com um preço mais real e próximo ao dos concorrentes? O Nissan Livina SL 1.8 16V automático custa R$ 54.000, sem opcionais e com três anos de garantia, equanto o Fiat Idea Essence 1.6 16V Dualogic parte de R$ 50.680 básico e, muito bem equipado (até com airbags laterais) custa R$ 59.700 - infelizmente só com um ano de garantia. Básico, o Idea Sporting 1.8 16V Dualogic custa R$ 58.880 e mais equipado (também com airbags laterais e outros itens) sai por R$ 63.800.
Fotos: Honda/Divulgação

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Qual carro comprar: quarteto de dúvidas

O professor Robson está com uma dúvida sobre qual carro ele deve comprar. De forma bem racional, ele está buscando a "MELHOR relação CUSTO X BENEFÍCIO" esses quatro modelos: C3 Picasso GLX com câmbio automático, Nissan Livina SL 1.6, Nissan Livina 1.8 com câmbio automático ou Chery Tiggo.

Para o Robson, Idea e o Meriva, além de bem menores e mais velhos, quando equipados à altura, ficam muito mais caros, por isso estão totalmente fora do comparativo!

Veja as impressões iniciais do Robson sobre cada um dos quatro carros em questão:

Citroen C3 Picasso GLX: além da novidade, da beleza parece bem resolvido em termos de espaço interno e tecnologia, principalemnte com cambio automático.
Nissan Livina 1.6 SL: é o mais barato dos quatro e o espaço interno (inclusive entre-eixos) é maior que o francês, mas não tem câmbio automático.
Nissan Livina 1.8 SL: além do bom espaço bom, é mais completo que o 1.6 e tem um motor mais potente e tão econômico quanto o 1.6, além de ter o câmbio automático.
Chery Tiggo: o Chinês entra por ser o SUV mais barato (regulando em preço com o frances e o japonês), mas é bem maior que os demais, tanto interna quanto em capacidade do porta-malas. Ele também tem um motor maior: 2.0 de 135 cv.

Resposta do blogueiro
Nissan Livina 1.6 e 1.8
A versão SL do Livina é mais legal por ser completa, com ar-condicionado, descansa braço para o banco do motorista, desembaçador e lavador do vidro traseiro, direção com assistência elétrica, banco traseiro bi-partido, trio elétrico, freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BAS), airbag duplo, faróis de neblina, entre outros. O comportamento dinâmico do Livina lembra o do "old" Honda Fit, mas o Nissan tem um pouco mais de espaço para os ocupantes e porta-malas maior (449 litros). O motor 1.6 16V é honesto (104 cv e 14,9 kgfm /108 cv e 15,3 kgfm), enquanto o 1.8consegue entregar desempenho interessante até com câmbio automático (125 cv / 126 cv e 17,5 kgfm).

O Livina é um carro fabricado no Brasil e tem três anos de garantia. Seu índice de reparabilidade é 19 (quando menos, melhor), dentro da média dos concorrentes. Já sua desvalorização subiu no último ano, variando hoje entre 16% e 19% no primeiro ano (dependendo do estado). Para compensar, o modelo ficou mais barato e o valor do seguro diminuiu. Preços sugeridos: R$ 51.690 (SL 1.6, mas o praticado, segundo o site da Nissan é R$ 49.690) e R$ 54.790 (SL 1.8 automático, mas o preço praticado é R$ 52.790).
Chery Tiggo
O chinês está estagnado no mercado nacional. Ele ficou mais caro desde o início de 2010, mas não agregou nada que justificasse o aumento de preço, como motor flex, melhorias de acabamento ou mais equipamentos de série. O desempenho do motor 2.0 16V é até interessante, mas poderia ser melhor. Já o seguro não é barato e a desvalorização é muito alta, na casa de 31%. Preço inicial sugerido: R$ 52.990.

O Tiggo bem equipado de série com com ar-condicionado, direção hidráulica, regulagem de altura do volante, faróis de neblina, sistema de som com CD Player e leitor de MP3 com entrada USB, trio elétrico, rodas de liga leve (R16), inclusive o estepe; airbag duplo, cintos de segurança dianteiros de três pontos com pré-tensionador e freios ABS com EBD. 
Citroën C3 Picasso
Sem dúvida é o mais moderno dos modelos em questão. Seu acabamento é interessante, assim como espaço interno e capacidade do porta-malas (403 litros). O motor 1.6 16V tem desempenho modesto, funcionando melhor em rotações mais altas. Seus preços poderiam ser ligeiramente mais baixos. A versão GL parte de R$ 47.990, mas não vale a pena.

A GLX tem o conjunto bem mais interessante. Com preço sugerido de R$ 50.400 (para a região sudeste, com pintura sólida), o C3 Picasso GLX tem direção assistida, ar condicionado, para-choque dianteiro e traseiro na cor do veículo, computador de bordo, trio elétrico, chave Plip com comando de abertura das portas, aviso de não utilização do cinto de segurança do motorista, programação de travamento automático das portas com o veículo em movimento e porta-malas com travamento elétrico, bancos traseiros rebatíveis 1/3 e 2/3, porta-luvas refrigerado e com iluminação, tomada 12V dianteira, rodas de liga leve; maçanetas externas das portas prata ou na cor do veículo; retrovisores exteriores na cor do veículo; faróis de neblina dianteiros; regulagem de altura do banco do motorista; Rádio/CD Player com comando no volante, MP3 e entrada para iPod; mesas “tipo aviação” para os bancos traseiros; bancos dianteiros com bolsa porta-revista; indicador de temperatura externa no rádio; travamento elétrico para vidros traseiros no painel; entre outros.

O modelo automático, em questão aqui neste post, custa a partir de R$ 53.900 e tem ainda sistema de freios com ABS + EBD e acendimento automático do pisca alerta em caso de frenagem de urgência. O único opcional é o airbag duplo (R$ 1.300), que vale a pena. A pintura metálica vale R$ 1.000. Total: R$ 56.200 (sugeridos)

O visual do C3 Picasso é atraente, embora esse seja um item subjetivo. O carro tem 3 anos de garantia e seu índice de reparabilidade é 17.

Resumindo
É uma questão realmente pessoal. A minha ordem seria:
Nissan Livina SL 1.8 - tem desempenho melhor e é mais barato que o C3 Picasso, além de ter câmbio automático
Citroën C3 Picasso GLX - É moderno, atraente e tem câmbio automático
Nissan Livina SL 1.6 - É o mais barato, mas não é automático
Chery Tiggo -

Mas escolha o carro que te deixar mais feliz e satisfeito.

E para vocês, qual carro o professor Robson deve comprar? 
(fotos: Nissan/Divulgação, Citroën/Divulgação e Chery/Divulgação)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Qual carro comprar: japoneses ou franceses?

O internauta Gustavo e sua família estão em busca de um novo carro. Depois de muito pesquisarem, eles chegaram a quatro finalistas, sendo que um corre por fora (e outros também podem aparecer de surpresa). De um lado temos dois japoneses: Tiida hatch e Livina, ambos da Nissan. Do outro tempo o Citroën C3 e, por fora, o Peugeot 307. Qual carro o Gustavo e sua familia devem comprar?
Vejam o que ele disse (com pequenas edições de texto, e não de conteúdo):

"Minha esposa quer um C3, porém numa visita a concessionária da Nissan vi dois modelos que me chamaram a atenção. Livina e Tiida hatch. Achei o primeiro muito bacana pelo espaço e gostei do test-drive - achei o veículo muito firme. O segundo apesar de um visual diferente, me chamou atenção pela qualidade no acabamemto e pelo amplo espaço interno. Cabe a cadeirinha do bebê mais dois atrás com tranquilidade. Isto só complicou a nossa escolha pois o C3 esta na casa dos 40 mil (Exclusive) o Tiida sai a titulo de promoção por 49 mil. Apesar da diferença de preços significativa o financiamento de ambos em 36x acaba por colocar os dois quase com o mesmo valor no final, pois a taxa de financiamento do Tiida é bem mais baixa.
 O Peugeot 307 está em promoção. Dei uma olhada com minha esposa e gostamos muito do espaço interno, mas achamos o acabamento e o conforto dos carros da  Nissan superior (exceto Livinia)."

Meu comentário, enviado por e-mail, com ligeiras edições:
Sobre os três carros, como a maioria dos Citroën 0km, o C3 sofre com uma desvalorização acima da média (um bom desconto na hora da compra pode compensar isso). A Citroën também tem fama de um pós-venda ruim, com peças caras e revisões não muito em conta (mesmo com o preço fixo). Por outro lado, o modelo é adorado pelas mulheres. Elas gostam do visual, acabamento e posição de dirigir.

Já o Tiida é um carro muito bom. Testei o modelo logo que ele virou flex e fiquei bastante surpreendido com o conjunto do modelo. Porém, ele não foi bem aceito no mercado brasileiro. Mesmo com o preço inicial interessante, na casa dos R$ 49.000, o carro não vende bem. Isso pode ser ruim na hora de revender, pois ele vai desvalorizar demais. Não tenho muitas informações do pós-venda do Tiida, mas um conhecido está no terceiro Sentra e diz que o carro dá pouquíssima manutenção e que as peças e revisões estão na média da categoria.
Já o Livina é um carro que vende cada vez mais no Brasil, embora, tenha ficado em quarto na categoria em 2010, atrás de Honda Fit, Fiat Idea e Chevrolet Meriva (nessa ordem). O Livina tem um detalhe interessante: muita gente não sabe que ele é nacional. Isso é uma vantagem na reposição de peças e também deveria ser no preço das peças (o valor está ligeiramente acima dos concorrentes, embora alguns componentes seja mais baratos). Ele se assemelha ao "old Fit" em termos de acabamento, com com um pouco mais de espaço interno e porta-malas maior. A garantia é de 3 anos. O motor 1.6 tem desempenho satisfatório, enquanto o 1.8 trabalha com mais folga.

O 307 Sedan praticamente já morreu com a chegada do Peugeot 408. Já o 307 hatch é um pouco caro, mas está fadado a sair do mercado muito até o 2012 já que a marca tem planos de lançar o 308 por aqui. Se você gostar do 307 ou 307 Sedan e achar que o preço esteja realmente bom, não vejo porque não comprar.
Fotos: Citroën/Divulgação, Peugeot/Divulgação e Nissan/Divulgação
E para vocês, qual carro o Gustavo e sua familia devem comprar?

sábado, 20 de novembro de 2010

Mais uma vez a Nissan

Mais uma vez a Nissan mostra que aprendeu mesmo com a Hyundai como se comportar, de maneira agressiva (até demais), no mercado nacional. Vejam o novo comercial do Livina:


Veja a primeira vez que a marca "atacou" seus adversários.

Será que o CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) vai tirar o comercial da TV em breve?

domingo, 26 de setembro de 2010

Nissan começa a ser ousada (até demais) no Brasil

Eu sempre disse no De 0 a 100 que faltava ousadia para a Nissan no mercado brasileiro. A marca lançou bons carros, mas sempre pareceu tímida demais, chegando a passar a impressão de falta de ambição. Entretando, a empresa aparentemente mudou de ideia de vez e, agora, quer aparecer de forma agressiva na mídia, usando uma estratégia adorada por partidos políticos, especialmente em época de eleição: atacar os adversários.
No anúncio das revistas, o Tiida Sedan "bateu" no Chevrolet Astra Sedan, um adversário mais fraco, mas que, no mês passado, vendeu quase o dobro do sedã japonês (410 x 229). Foi uma surpresa ver a Nissan se comportando dessa forma. Mas ela continuou o ataque, alfinetando também a Volkswagen e a Toyota, mostrando os engenheiros alemães levando um banho de lama e os "irmãos" japoneses comendo poeira.

Agora é a vez do Livina partir para o confronto direto com os concorrentes (na TV). Usando como base as conquistas do seu monovolume, a Nissan "bateu" no Fiat Idea, no Chevrolet Meriva e no Honda Fit, líder absoluto da categoria.

Vejam abaixo o comercial, enquanto a CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) não o retira do ar.

Você acha que a Nissan está certa em atacar os concorrentes? Será que a área de marketing da Hyundai está inspirando a marca japonesa?

Atualização (01/10/2010)
E não demorou muito para a Nissan ser obrigada a retirar o comercial do Livina do ar. Mas a marca não perdeu a oportunidade de cutucar novamente os concorrentes. Vejam:

(Foto: Reprodução do anúncio da Nissan na revista Quatro Rodas)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Peruas X Minivans: o que você prefere?

Outro dia eu visitei uma concessionária da Renault e fiquei reparando na felicidade de um casal que estava buscando um recém comprado Mégane Grand Tour. Fiquei pensando: “por que eles não compraram um Scénic ou um Grand Sénic?”; “por que preferiram um modelo de um segmento que está em baixa no mercado nacional?”. Resolvi então analisar as vendas das peruas (station wagons) e das minivans no Brasil.

Começando pelas SW, existem basicamente dois sub-segmentos dentro de “peruas”: as compactas, representadas por Palio Weekend, SpaceFox, 207 SW e Parati; e as médias, compostas, principalmente, por Mégane Grand Tour, Jetta Variant e 307 SW. De janeiro a agosto, segundo números de Fenabrave, foram emplacadas 61.417 peruas (somando compactas e médias) que, se dividirmos pelo número de modelos citados no segmento, teremos uma média mensal de 8.773 carros vendidos.

Já o segmento das minivans é uma alegria só. Temos veículos aclamados, outros que inauguraram novidades que chegaram para ficar; alguns super modernos, alinhados com o mercado europeu; outros veteranos; e assim vai. Basicamente são 12 modelos disputando a atenção do público, sendo quatro deles considerados compactos e oito chamados de médios - lembrando que o tamanho pode variar de acordo com o que você acha do carro. Veja a lista: Fit, Meriva, Idea e Livina; Zafira, Xsara Picasso, C4 Picasso, C4 Grand Picasso, Scénic, Grand Scénic, Carens e Grand Livina. Juntos, essa turma foi responsável por 92.407 unidades emplacadas de janeiro a agosto de 2009, com uma média combinada de 7.700 carros por mês.


Cada um no seu quadrado
Mas o que levou aquele casal a escolher uma perua e não uma minivan? Talvez seja o fato de um SW ser mais tradicional e, de certa forma, parecer um pouco mais com um “carro comum”. Além disso, pela característica física, as peruas costumam ter o porta-malas mais espaçoso. Porém, os modelos SW, especialmente os médios, estão perdendo espaço no mercado nacional. Sem o Corolla Fielder, os representantes ficaram ainda mais desfalcados.


As duas peruas mais ativas fazem parte do time das compactas. Palio Weekend e SpaceFox foram responsáveis por mais de 48.000 veículos vendidos em oito meses de 2009. Depois da mudança mais recente de visual, o modelo da Fiat caiu de vez no gosto do brasileiro. Já a perua da Volkswagen também agrada, mas já teve dias melhores. Quem sabe, quando a mudança prevista para Fox chegar à “Space”, ela não volta a equilibrar melhor o jogo com a concorrente italiana (a Weekend vendeu mais que a VW em sete dos oito meses do ano, perdendo apenas em agosto, por 314 carros).

Peruas compactas (58.763 unidades vendidas - janeiro a agosto de 2009)
. Palio Weekend - 28.559
. SpaceFox - 19.535
. 207 SW - 5.482
. Parati - 5.187

Peruas médias (2.654 - janeiro a agosto de 2009)
. Mégane Grand Tour - 1.607
. Jetta Variant - 768
. 307 SW - 279

Pelo lado das minivans, o visual mais familiar denuncia a maioria dos representantes, e esse pode ter sido o motivo para o casal ter preferido a perua. Mas, talvez, eles não soubessem que as minivans costumam ter excelente espaço interno e, em alguns modelos, a capacidade para levar sete passageiros. É interessante perceber que a grande estrela do segmento teve seu design alterado exatamente para fugir do quesito “carro família” e “carro da esposa”. O Fit agora incomoda (e muito) não só os concorrentes diretos, mas também atrai olhares de compradores dos interessados em hatches médios. Sua média mensal, de janeiro a agosto, foi de 4.240 carros vendidos.

Com o líder longe na liderança, a disputa pelo segundo lugar vira a grande atração. Desde a chegada do motor 1.4 Econo.flex ao Chevrolet Meriva, ele conseguiu ganhar um fôlego extra para superar o Fiat Idea. Os italianos até que tentaram algumas coisas, como abaixar o preço de todas as versões do Idea, mas a estratégia não foi suficiente. Mas a alegria da turma da GM pode durar pouco (pelo menos até 2010), já que a Fiat prepara alterações visuais e de motor para o Idea, que teve média de 2.176 veículos emplacados por mês em 2009 (só superou o GM em junho), contra 2.738 unidades do Chevrolet. Mesmo com boas soluções, motor e preço competitivo, o Nissan Livina ainda não engrenou e, de março a agosto, teve média de 335 carros vendidos. O destaque foi o mês de junho, quando 577 veículos foram comercializados.

Entre as minivans médias, a Citroën domina o segmento, com 7.902 unidades emplacadas nos primeiros oito meses do ano, divididos em três modelos: Xsara Picasso, C4 Picasso (o caçula) e o C4 Grand Picasso. Embora com o maior volume de vendas, os franceses não têm o líder jogando no seu time. O veterano GM Zafira tem a ponta, com média mensal em 2009 de 730 carros vendidos.

Entre os asiáticos, Kia, com o Carens, e a Nissan, com o Grand Livina, precisam melhorar um pouco ainda. Ambos têm média de um pouco mais de 100 carros comercializados por mês. Vale lembrar que o “Livina que leva sete passageiros” foi lançado em julho e vendeu 120 unidades no primeiro mês e 222 no segundo. Mas quem realmente precisa tomar uma atitude em breve é a Renault, que vê sua dupla de Scénics vender cada vez menos. A média mensal do Scénic caiu de 327 em 2008 para 173 em 2009 (janeiro a agosto), enquanto o Grand Scénic não emplacou nenhum carro em julho e agosto (estranho isso).

Minivans compactas (75.325 - janeiro a agosto de 2009)

. Fit - 33.922

. Meriva - 21.909

. Idea - 17.412

. Livina - 2.012 (março a agosto)

Minivans médias (17.152 - janeiro a agosto de 2009)

. Zafira - 5.842

. Xsara Picasso - 4.662

. C4 Picasso - 1.787 (fevereiro a agosto)
. C4 Grand Picasso - 1.453

. Scénic - 1.387
. Carens - 992

. Grand Scénic - 687 (não vendeu nada em julho e agosto)

. Grand Livina - 342 (julho 120 + 222 e agosto)

Perua ou Minivan?
Pela enquete do De 0 a 100, até o momento (17h20 do dia 3/9/09),as peruas são as preferidas. Visualmente, acho as peruas mais bonitas. Mas isso não significa que eu considere as minivans feias. Hoje, se fosse para eu escolher apenas um carro entre os 19 abordados no post, pelo conjunto da obra, eu pegaria um Honda Fit, que poderia ser mais barato. O fato dele não se parecer uma minivan, mas de ter características de modelos dessa categoria, como a versatilidade interna e o ótimo espaço interno, pesaram a favor. Entre os que eu não compraria, eu poderia citar quatro: Parati (último da lista), Scénic (penúltimo), Xsara Picasso (anti-penúltimo) e 307 SW.

Sobre o mercado nacional, acho que falta uma minivan que leve sete pessoas sem prejudicar a capacidade do porta-malas.

E então, o que você prefere: perua ou minivan?

terça-feira, 20 de maio de 2008

Quatro Rodas e Auto Esporte de junho nas bancas

Assim como acontece com as montadoras, que lançam seus modelos 2009 ainda no primeiro semestre de 2008, as revistas especializadas de junho já estão chegando às bancas, faltando 11 dias para o fim de maio.
A Quatro Rodas de junho chega às bancas amanhã trazendo como grande destaque o flagra do novo Gol, que deve começar a ser vendido em julho, depois de vários adiamentos. Todas as revistas buscaram - desesperadamente - um flagrante da versão definitiva do Gol NF (abreviação para "nova família" em português, alemão, inglês e francês, entre outras línguas). A Auto Esporte até conseguiu uma foto. Mas parece que a QR conseguiu achar o carro quase sem camuflagem. Méritos? Politicagem? Influências? Será que este é mais um "caso Vectra GT"? Não sabemos, mas o fato é que ela tem as fotos e vai publicar! Bom pra ela e para quem espera o carro. Eu vou comprá-la!

Pela foto da capa, achei a dianteira do novo Gol muito feia. Mas vou esperar para ver o carro com mais calma. A revista mostra ainda o Passat CC, a família Palio Weekend 2009, em especial a Locker, um comparativo entre o Grand C4 Picasso e o Grand Scénic, outro entre Fusion, Jetta, Accord e Azera, além de vários outras reportagens. 
Auto Esporte
Já a Auto Esporte de junho, que também chega às bancas amanhã, "contra-ataca" a Quatro Rodas com a revelação exclusiva do novo hatch da GM, o belo Viva. Seria ele o substituto do Corsa e o carro que daria um fim ao Astra no Brasil? Segundo a publicação, o modelo vai brigar com o Fox. A AE traz ainda uma reportagem sobre a volta do Brasil à rota de grandes lançamentos (espero que isso seja verdade, já que o 207 Brasil do post anterior mostra exatamente o contrário) e três testes: picape ZX Grandtiger (o primeiro teste de um carro Chinês no Brasil) e os novos VW Fox 1.0 e Fox 1.6 Extreme. Veja também dois comparativos: Citroën C4 Picasso X Grand Scénic e Polo Sedan 1.6 X Siena 1.8. Eles dirigiram ainda os novos Nissan Livina (minivan que será feita no Brasil), Nissan GT-R, Fiat Palio Adventure Locker e VW Passat CC.