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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Volkswagen Fusca 2013 aparece nos anos 1970

Depois de fazer algumas propagandas ruins, outras medianas e poucas legais, finalmente a Volkswagen (e sua equipe de marketing) acertou em cheio com um bom comercial para um veículo da marca! E, para a alegria de muitos, o acerto foi com o Fusca!
Em uma viagem no tempo, o apresentador Cazé mostra as inovações tecnológicas e as transformações do Fusca 2013 para os brasileiros dos anos 1970, ao som de "País Tropical" de Jorge Ben Jor.

Parabéns a todos os envolvidos!

PS: Pena que no "Brasil rico", boa parte da população não consiga ter um Fusca desses.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Alta Roda - Negócios da China

A competição no mercado brasileiro não se faz mais apenas com lançamentos de automóveis, mas também ampliações e novas instalações industriais. Semana passada, enquanto o Grupo SHC, de Sérgio Habib, assentava a pedra fundamental da fábrica de Camaçari (BA) para 100.000 unidades/ano, já circulavam rumores de que o Grupo Caoa, de Carlos Andrade, anunciaria, nas próximas semanas, investimento para aumentar a capacidade instalada (mais 60.000 veículos/ano), em Anápolis (GO), para produção de três novos modelos da Hyundai, um deles o ix35.
A ousadia de Habib já é conhecida. Apostou numa marca chinesa desconhecida e se preparou para a mudança dos ventos que se delineava. Planejou a guinada de simples importador para industrial, além de convencer a JAC Motors a acompanhá-lo, inicialmente com apenas 20% e agora com 34% de um desembolso total de R$ 1,2 bilhão. Os 3.500 novos empregos diretos da cidade baiana se juntam aos 10.000 do pioneiro complexo da Ford, recém-ampliado para 300.000 unidades/ano.

A fábrica estará pronta no final de 2014 e, conforme a coluna antecipou, produzirá os sucessores da atual linha J3, hatch e sedã, além da versão aventureira do hatch. O carro terá dimensões maiores, estilo todo novo e lanternas traseiras de desenho ousado.
Para agitar a cerimônia, em geral insossa, o executivo resolveu parodiar a iniciativa da cidade americana de Tulsa que, em 2007, desenterrou um Plymouth Belvedere depois de 50 anos. Agora, enterrou um dos primeiros J3 de teste, com mensagens e objetos atuais no interior. Pretendia mandar recuperar essa cápsula do tempo também em meio século, contudo reduziu para 20 anos, a pedido do governador Jaques Wagner.

Habib é mestre dos números. Mostrou estudo comparando o preço, em dólares, de um Corolla no Brasil, EUA, Alemanha, China e Japão. Para equilibrar o poder aquisitivo, mostrou quantas unidades de Big Macs, jeans Levi’s, TV LG, revista automobilística e valor do frete eram necessárias para adquirir o mesmo veículo em cada país. Apesar de câmbio desfavorável e os maiores impostos do mundo, o carro produzido aqui aparece em posição intermediária nessa comparação, ao contrário de análises alopradas. Para ele, “somos um país caro, em tudo”.
Fotos: Jac Motors/Divulgação
Simultaneamente, a empresa lançou o simpático subcompacto J2 que recebeu mais de 300 modificações específicas para o Brasil. O motor é o de 1,35 litro/108 cv, em substituição ao vendido na China com apenas 1 litro. Versão única e completa sai por R$ 30.990 e inclui vidros elétricos nas quatro portas, volante com regulagem de altura, direção de assistência elétrica e ar-condicionado, entre outros. Apesar de possuir sensor de estacionamento traseiro, não há sustentação para o protetor de bagagem (porta-malas de 120 litros) e nem tampa do porta-luvas.

Ao rodar em cidade exige poucas trocas de marcha pois a massa do J2 é de apenas 915 kg. Ótimo para estacionar, com apenas 3,53 m de comprimento (1 cm menos que o Fiat 500). A agilidade ao ultrapassar em estrada é sua característica, porém em velocidades mais altas surge certa imprecisão direcional. A visibilidade dos instrumentos precisa melhorar a exemplo de outros modelos da marca.

RODA VIVA

PRESIDENTE da aliança Renault Nissan, Carlos Ghosn, havia comentado, poucos dias antes de Habib, a questão dos preços no Brasil. Chamou atenção para altos custos e impostos. Afirmou que margens de lucro aqui se assemelham às de Europa e Japão. Disse ainda que, entre países emergentes, Rússia tem operações mais rentáveis do que no Brasil.

FUSCA perdeu algumas ligações com o carro original, mas evoluiu graças ao competente trem de força (motor turbo, 200 cv, câmbios manual e automatizado de dupla embreagem, seis marchas), suspensão e interior. Posição de dirigir é impar e visibilidade à frente melhorou pela coluna dianteira reposicionada. Preços: R$ 76.600 a R$ 80.990.

VOLKSWAGEN lança agora sedã-cupê reformulado CC, seu automóvel topo de linha, por R$ 208.024. Tração nas quatro rodas, motor V6/300 cv/35,6 kgf.m e câmbio automatizado de dupla embreagem. Há recursos sofisticados: assistência ao estacionar em vagas paralelas e perpendiculares, detector de fadiga e abertura do porta-malas sem usar as mãos.

ECOSPORT é o primeiro veículo nacional com caixa automatizada (seis marchas) de duas embreagens, a partir de R$ 63.390. Por enquanto, só motor 2.0/147 cv. Três bons recursos: “creeping”, desacoplamento da embreagem em neutro e modo esporte. Pesa 20 kg menos e até 10% mais econômica que automática convencional. Trocas são rápidas, suaves e seleção manual no pomo da alavanca, prático.

VERSÃO 4x4 do EcoSport (começa em R$ 66.090) estreia caixa manual de seis marchas. Único motor disponível será sempre o 2-litros. Evoluiu em relação ao sistema anterior de acoplamento do eixo traseiro sob demanda. Agora tração nas quatro rodas é permanente, gerenciada por diferencial eletrônico, o que melhora desempenho fora de estrada.

sábado, 12 de abril de 2008

Fiat Cinquecento no Brasil

Os boatos estão cada vez ganhando mais força! Parece que o Fiat 500 virá sim para o Brasil, mas não da maneira que as pessoas gostariam. Quando o carro foi lançado na Europa, em julho do ano passado, muitos brasileiros criaram a expectativa que ele chegaria por aqui por um preço mais baixo e competitivo, sendo mais uma opção entre Uno e Stilo. Mas, pelo visto, ele será importado para atender a um nicho de mercado, o de carros mais exóticos (e com luxo), como New Beetle e PT Cruiser. Seria uma maneira de promover ainda mais a marca Fiat no Brasil.
Fiat/Divulgação
Porém, nada foi confirmado pela montadora. Algumas pessoas apostam na chegada do Cinquecento no final do ano, com a sua primeira aparição pública oficial marcada para o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. Segundo o jornal Estado de Minas, o modelo que vem para o Brasil deve ser o topo de linha, com motor 1.4 16V, que desenvolve 120 cv de potência.
Chrysler/Divulgação - foto abaixo também / Volkswagen/Divulgação


Nichos
PT Cruiser e New Beetle atendem a um nicho de público muito interessante, os motoristas que gostam de aparecer. Não estou vendo isso pelo lado negativo, mas sim como algo fora do comum - assim com os dois modelos. Eles gostam de serem notados quando chegam a qualquer lugar. Acredito que com o 500 seria a mesma coisa. O New Beetle já não é nenhuma novidade em termos de visual, mas ainda faz bem o seu papel de extravagante. Sua mecânica é confiável, já que compartilha a consagrada estrutura do Golf. O motor 2.0 8V é superado em termos de desempenho e consumo; mas, pelo menos, o VW já pode ser encontrado por cerca de R$ 58.000 com quatro airbags, ABS, entre outros equipamentos. Já o PT Cruiser tem o design ainda mais chamativo. Mas, o que pouca gente sabe, é que o carro não é muito luxuoso e tem alguns problemas de ergonomia, como os comandos de abertura dos vidros no painel central, abaixo do relógio. Pode até ser algo retrô, mas atrapalha bastante.
Comando de abertura dos vidros fica "fora-de-mão" no PT Cruiser