sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2010, um ano para ser lembrado

O ano de 2010 foi um dos mais movimentados da história da indústria automotiva no Brasil. Vários modelos foram lançados e outros apresentados, embora tenham ficado para 2011. Fiz uma lista das novidades mais acessíveis "de cabeça" (devo ter esquecido alguns modelos) comentando um pouco sobre cada um.
JANEIRO
Civic LXL (que praticamente matou o LXS - versão que pode morrer em breve).
FEVEREIRO
A Ford mudou mais uma vez o visual do EcoSport, tentando dar um “ar” de Land Rover ao modelo. Caminando para o seus últimos anos de vida com a atual plataforma, o EcoSport está no seu melhor momento no Brasil, pelo menos em termos de acabamento e configurações. Só poderia ser um pouco mais barato.

MARÇO
A Toyota praticamente não teve nenhuma grande novidade em 2010. Porém, em março, ela lançou a versão 2.0 16V flex do Corolla, fazendo o modelo se consolidar de vez na liderança do segmebnto de sedãs médios. Segundo informação publicada na Quatro Rodas, o Corolla 2.0 responde a 64% das vendas do modelo. O propulsor 2.0 desenvolve 142 cv de potência e 19,8 kgfm de torque com gasolina e 153 cv e 20,7 kgfm com etanol.

ABRIL
O mês de abril foi um pouco mais movimentado. Tivemos o lançamento do reestilizado (para evitar o uso da palavra "novo") Ford Fiesta “Figo”. A mudança estética agradou muita gente, mas eu achei que a linha Fiesta ficou bem feia, especialmente o sedã. Já a Renault mudou o Logan, com alterações muito bem-vindas. O visual ficou menos feio e a ergonomia melhorou. A Chevrolet também mudou seu sedã compacto. O Classic abandonou o visual da antiga linha Corsa para ficar com o design do ultrapassado Sail chinês (que já evoluiu).
MAIO
Maio foi um dos meses mais marcantes da indústria em 2010. Tivemos o lançamento do bem sucedido Fiat Uno, que chegou com duas opções de motor (1.0 e 1.4) e três versões: Vivave, Attractive e Way. Sucesso absoluto de vendas, mesmo sem a carroceria de duas portas e a nova versão Sporting.
Também em maio a Peugeot lançou a Hoggar, picape derivada do 207 (206,5). Diferente da Fiat com o Uno, a Peugeot ainda não teve sucesso com a Hoggar, que amarga vendas pífias, sendo superada até pela jurássica Courier. Provavelmente em 2011 a marca do leão fera mudanças vitais na linha Hoggar.

Chevrolet e Kia também se movimentaram em maio. Enquanto a primeira lançou o Malibu, que chegou como o “anti-Fusion”, e que amarga uma queda mensal de vendas desde julho (até novembro), a segunda colocou no mercado a nova geração do Sorento, mais moderno e bem atrativo para os brasileiros.

JUNHO
A Volkswagen, que estava quieta, atacou em cheio no mês de junho com o lançamento da inédita piape Amarok e com a muito bem-vinda reestilização da perua SpaceFox. A Amarok chegou botando banca e com qualidades para superar as rivais, especialmente a Hilux. Mas, até agora, as vendas continuam mornas. Já a evolução do SpaceFox já pode ser sentido nas vendas, que aumentaram, fazendo o modelo superar a perua líder da categoria, Palio Weekend, no mês de novembro.

Já a Hyundai colocou no mercado o ix35, a nova geração do Tucson. Importado, o novo modelo virou objeto de desejo de muitos brasileiros. Atualmente ele é vendido apenas com motor 2.0 16V a gasolina, que desenvolve 168 cv de potência. Até 2012 o ix35 será nacional.
O mês de junho também foi muito importante porque marcou a chegada dos esperados e novos motores E.TorQ da Fiat. O escolhido para as estréias foi o Punto, que melhorou sua relação custo/benefício com os novos corações. O 1.6 16V flex desenvolve 115 cv e 117 cv, enquanto o 1.8 16V gera 130 cv e 132 cv. Praticamente todos os modelos da Fiat serão equipados com, pelo menos, um destes motores.

JULHO
Depois de muita enrolação e várias promessas, em julho, o Tucson finalmente virou nacional. Mas nem por isso seu preço abaixou. O mês também contou com a chegada dos motores E.TorQ à família Palio e da nova (e ainda mal sucedida) perua i30 CW da Hyundai.

A Nissan, para a surpresa de muitos, anunciou (e cumpriu) a chegada do Tiida Sedan, num pacote fechado por R$ 44.500. Importado do México e equipado com motor 1.8 16V flex, o sedã só fica devendo no quesito segurança, já que não oferece airbags e ABS nem como opcionais. O visual não chega a ser um assombro, mas está visivelmente ultrapassado.
AGOSTO
Duas estrelas do ano deram as caras no mercado nacional em agosto. A Citroën lançou o Aircross, “aventureiro” baseado no C3 Picasso que chegou cheio de desconfiança, mas que está sendo muito bem recebido pelos brasileiros – suas vendas continuam em alta. O motor 1.6 16V flex é o mesmo para qualquer uma das três versões, que custam entre (sugeridos) R$ 53.900 (GL) e R$ 61.900 (Exclusive).
A Ford, finalmente, para a alegria de muitos, resolveu importar o New Fiesta para o Brasil. Com design moderno (embora eu ache a traseira gorda), o modelo chegou equipado com motor 1.6 16V Sigma flex e com um preço muito competitivo. A concorrência ficou até assustada com o novo sedã da Ford, que peca, principalmente no espaço interno – quem vai atrás passa aperto (literalmente).

SETEMBRO
Setembro foi consideravelmente frio, como uma espécie de preparativo para os meses seguintes. Não me lembro de nada realmente relevante.
OUTUBRO
Como um aquecimento de luxo para o Salão do Automóvel de São Paulo, outubro foi marcado pela chegada da nova Chevrolet Montana, equipada apenas com motor 1.4 Econo.Flex. São duas versões: LS e Sport. A alteração da linha ainda não surtiu efeito nas vendas, mas a picape ficou mais segura e confortável. Embora seu visual seja questionável, eu gostei.

NOVEMBRO
Novembro foi outro mês importante do ano. A grande estrela foi o Salão do Automóvel de São Paulo (parte 1 e parte 2). A Fiat apresentou e lançou o super esperado Bravo, substituto do sempre sem sal Stilo. O novo modelo tem visual arrojado, vem bem equipado de série e é vendido em duas versões, Essence e Absolute, com apenas um motor: 1.8 16V E.TorQ, e duas opções de câmbio: manual e manual automatizado Dualogic. No ano que vem teremos a versão T-Jet, equipada com o propulsor 1.4 turbo. A posição de dirigir é excelente, assim como o espaço no porta-malas. Já o espaço no banco traseiro é muito ruim.
Já a Peugeot colocou no mercado o 3008 um crossover/minivan que surpreendeu pela tecnologia, conforto e desempenho. Seu motor 1.6 turbo desenvolve 156 cv de potência. São duas versões de acabamento: Allure, por R$ 79.900, e Griffe, por 86.900.

A Chevrolet, finalmente, depois de muita espera, lançou o Camaro no Brasil. Pelo menos a espera valeu a pena. Na versão SS, equipado com motor V8 de 406 cv de potência, o esportivo tem visual arrebatador e custa R$ 185.000 (ainda sim caro), bem abaixo dos R$ 220.000 cobrados pelos importadores independentes.

DEZEMBRO
Omega Fittipaldi e Kia Cadenza. Simples assim.

O que esperar de 2011?
O Salão de São Paulo mostrou realmente boas novidades para 2011. O segmento de sedãs médios será um dos mais movimentados, se não o mais no ano que vem. Teremos os novos Renault Fluence, Peugeot 408, Volkswagen Jetta (todos exibidos no Salão), além do Corolla reestilizado e do novo Honda Civic.Também teremos os novos Kia Cerato hatch e Soup, além do Soul flex.

A Nissan aposta no compacto March, enquanto a Volvo colocará no mercado o belo sedã S60. A Fiat prepara o novo Palio, enquanto a Chevrolet lançará o Cruze.Será que finalmente teremos o Renault Duster?

Pelo visto 2011 tem potencial para ser ainda melhor que 2010. Feliz ano novo a todos!
(fotos: Montadoras/Divulgação)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Papai Noel deveria pedir um Volvo XC60 de natal

Foram 1.116 km de pura diversão, com muita segurança e conforto. Assim posso definir o meu presente de natal adiantado, que foi passar cinco dias com o Volvo XC60 Top (2008/2009). Até o Papai Noel gostaria de ganhar um de natal. Tudo começou com o concurso cultural da marca para celebrar a eleição do modelo como a Melhor Compra do Ano de 2010 na categoria Utilitários Esportivos de Luxo pela revista Quatro Rodas.

O De 0 a 100 entrou na ação ajudando na divulgação do concurso e revelando, em primeira mão, quem seria o ganhador. Também fui o encarregado de levar o vencedor, André Bochiniac, para curtir e gastar os R$ 1.000 de prêmio que ele ganhou.

Usei os deslocamentos com o vencedor para testar o XC60 em perímetro urbano. Em São Paulo, onde as ruas são cópias fiéis da superfície da Lua, o Volvo XC60 não enfrentou nenhuma dificuldade. Em todos os lugares onde fui com o carro, ele ignorou os buracos, valas e quebra-molas, sempre mantendo o conforto para os ocupantes. Por ter pneus com perfil mais fino (18”), foi possível sentir no volante alguns dos buracos, mas nada que incomode – embora a sensação fosse péssima.

Nas históricas cidades de São João Del Rei e Tiradentes, em Minas Gerais, o XC60 não se importou com o piso pouco apropriado para automóveis. Mas acho que o Volvo se sentiu um “estranho no ninho”, já que seu visual moderno contrastou muito com as belas e antigas edificações da paisagem.
Ainda na cidade, mas de volta a São Paulo, nos shoppings, o XC60 não foi dos mais tranquilos para entrar nas vagas. Na verdade, estacionar foi realmente muito fácil, ainda mais com o auxilio da câmera de ré (com tela no painel), um acessório vendido na concessionária, e dos sensores de aproximação dianteiro e traseiro. O problema é a largura do modelo, 1,891 m, que faz com que ele fique próximo demais dos veículos ao lado, me deixando preocupado com “portadas inesperadas”. 

Falando na largura, o XC60 mede 4,628 m de comprimento, 1,672 m de altura e 2,774 m de distância entre-eixos. Os números aparentemente generosos não resultaram num amplo espaço interno, especialmente para os passageiros do banco traseiro. Além do André Bochiniac, mais 11 pessoas (todas mais baixas do que eu, com alturas variando entre 1,65 m e 1,90 m) ficaram decepcionadas com o espaço atrás. Pelo menos o porta-malas tem boa capacidade, com 495 litros.

Para o motorista, a posição de guiar é excelente, já que o modelo conta com ajustes de altura e profundidade na coluna de direção e altura e lombar do banco. Embora fique alto, o motorista, em muitos momentos, perde a sensação de estar a bordo de um crossover, lembrando bastante a condução de um veículo de passeio normal.



Canhão
Essa sensação torna a condução do XC60 algo muito fácil e agradável. Mas a diversão vem mesmo do motor seis cilindros em linha, 3.0, turbo, que desenvolve 285 cv de potência (a 5.600 rpm) e 40,8 kgfm de torque (já a 1.500 rpm)! É só pisar no acelerador que a resposta é imediata. Com uma acústica excelente, praticamente não é possível ouvir o belo “tsss” do turbo quando os vidros e o teto solar estão fechados. Mas basta abrir algum deles para que a “sinfonia” tome conta da cabine.

O modelo não seria tão divertido se não fosse o seu excelente câmbio automático sequencial de seis marchas. Com trocas rápidas e precisas, a transmissão consegue aproveitar bem a força e elasticidade do motor. Confesso que nem senti falta de um câmbio manual para “sentir” o carro.

Outro aspecto admirável do XC60 é a sua estabilidade. A suspensão é firme e bem acertada. Mas a tração nas quatro rodas permanente (AWD) fez toda a diferença. Na rodovia Fernão Dias (BR 381), que liga São Paulo a Belo Horizonte, praticamente não foi preciso desligar o piloto automático nas curvas, com velocidade fixa de 110 km/h (limite da via).

Outro ponto que chamou a minha atenção foi o respeito (ou curiosidade) dos outros motoristas em relação ao XC60. Quase todos os carros davam passagem para que eu seguisse viagem (na estrada ou na cidade). Outros (pouquíssimos) motoristas subestimaram o XC60, o que foi uma surpresa, embora não fosse algo inédito pra mim, já que o meu carro, que vai ganhar um post aqui em janeiro, é subestimado constantemente na estrada.
Quando digo ser subestimado, falo em relação a desempenho na estrada. Numa subida, em pista dupla, com um caminhão na minha frente, fazendo uma ultrapassagem, um Volkswagen Apollo piscou farol para que eu saísse da frente dele (como se ele pudesse passar, em seguida, por dentro do caminhão). Confesso que o Apollo deve estar até agora procurando o XC60, provavelmente com um binóculo ou um satélite (mais provável).

Mas donos de um Toyota Corolla Altis (2.0), uma picape Nissan Frontier, um Citroën C4 Pallas e até de um Fiat Mille deveriam ter mais paciência e inteligência ao tentar ultrapassar um veículo de 285 cv num momento de retomada de velocidade, como aconteceu diversas vezes ao ficarmos atrás de caminhões. Esses quatro veículos me ultrapassaram, pois estavam acima da velocidade máxima da via, mas todos demoraram um tempo interessante para isso já que, para o XC60, chegar de 50 km/h a 110 km/h é algo muito rápido, que prega o motorista no banco.

Segundo dados de fábrica, o Volvo precisa de apenas 7,5 segundos para ser acelerado de 0 a 100 km/h e atinge velocidade máxima de 210 km/h (limitada eletronicamente).

Conforto e segurança
Desde a linha 2008/2009, ano e modelo do carro testado, o XC60 Top vem muito bem equipado de série, com bancos revestidos em couro, bancos dianteiros com ajustes elétricos, chave com “keyless” sensor de aproximação (que permite abrir as portas do veículo apenas se aproximando dele com a chave no bolso, por exemplo), ar-condicionado digital automático de duas zonas (motorista e passageiro), saída de ar-condicionado para os passageiros do banco traseiro, teto solar paonrâmico, sistema de som com comandos no volante, entrada USB, leitor de arquivos em MP3/WMA e conexão bluetooth para celular.

E não custa lembrar que o XC60 é um Volvo, ou seja, vem repleto de itens de segurança, como a tração integral AWD com Instant Traction (que alterna a força das rodas da frente para as de trás sob demanda), sistema de informação do ponto cego (Blis), freios ABS com EBD (distribuição eletrônica da frenagem), airbags para motorista e passageiro, airbags laterais e do tipo cortina, pré-tensionadores nos cintos, sistema de travamento em descidas, controle anticapotamento, entre outros itens. O Volvo XC60 tem ainda o City Safety, que freia o carro sozinho na iminência de uma batida a até 30 km/h (a maioria das colisões urbanas é dessa velocidade para baixo).
Para um carro de 1.843 kg, equipado com motor de seis cilindros e câmbio automático, o consumo foi dentro do esperado. Na cidade, média de 6,5 km/l. Na estrada, Fernão Dias (BR 381 – pista dupla), a 110 km/h, média de 8,6 km/l. Na BR 265, a 80 km/h, média de 9,2 km/l (média combinada de 8,9 km/l na estrada). O ar-condicionado estava ligado o tempo todo.

Na mal sinalizada e relativamente esburacada BR 265, com pista simples e quase sem acostamento, o XC60 mostrou mais uma de suas qualidades. Dirigindo a noite, os faróis bixenônio direcionais fizeram toda a diferença para uma condução tranquila e segura.

Linha 2011
Mesmo não sendo um carro acessível para muitas pessoas, pude entender perfeitamente porque o XC60 é o carro mais vendido da história da Volvo no Brasil. O veículo tem muitas qualidades e, para a categoria, tem uma relação custo/benefício bem interessante.

Na linha 2011, o XC60 recebeu melhorias no motor, ganhando 19 cv (304 cv), e, segundo a Volvo, ficando mais econômico. O XC60 Comfort tem preço sugerido de R$ 139.290; o Dynamic vale R$ 150.890; o Top (carro testado, mas não o 2011) custa sugeridos R$ 167.290; enquanto o R-Design pode ser encontrado por R$ 183.290.

Boa ação
O ganhador André Bochiniac visitou duas lojas para gastar o seu prêmio. Uma delas foi o Bazar do Lar Escola São Francisco, em São Paulo. O Lar recebe doações de tudo que pudermos imaginar, como roupas, móveis, câmeras fotográficas, eletrodomésticos, quadros e muitas outras coisas. No Bazar, estes itens viram produtos e são vendidos por preços bem atraentes.

Toda renda é revestida pelo Lar Escola São Francisco, um Centro de Reabilitação Médica que atende pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, de qualquer idade. Então, além de curtir o dia de compras, o André também ajudou o Lar Escola São Francisco. Mais informações sobre o Lar no www.lesf.org.br.
Fotos: Renato Parizzi

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Resultado do prêmio o Melhor Carro do Brasil

Por Henrique Rodriguez 
Especial para o De 0 a 100

O Prêmio O Melhor Carro do Brasil, organizado pelos principais blogs do país, já tem seus vencedores definidos. Foram quase 2 meses de votação e, em algumas categorias, a disputa foi bastante acirrada. Acompanhe os resultados:

Melhor Carro do Brasil
Na categoria que elege o principal carro lançado em 2010, quem levou foi o Novo Uno, com 25.92% dos votos. Este é o 10° prêmio que o Novo Fiat Uno leva neste ano. Lançado em maio não é só um sucesso de crítica, mas também nas vendas, junto com o veterano Mille, o Uno é o 2° carro mais vendido do país. Logo atrás, com apenas 0.66% de diferença está o New Fiesta Sedan, seguido pelo Hyundai Sonata (16.18%).

1. Fiat Uno - 25.92%
2. Ford New Fiesta - 25.26%   
3. Hyundai Sonata - 16.18%
4. Chevrolet Malibu - 10.74%       
5. Citroën AirCross- 7.05%   
6. Hyundai i30 CW - 5.32%
7. Volkswagen SpaceFox - 4.81%
8. Chery Face - 3%
9. Novo Fiat Idea - 1.71%

Melhor Picape do Brasil
A Volkswagen entrou neste ano em um segmento onde nunca tinha atuado em sua história, o das picapes médias. Mas, mesmo que ainda faltem versões mais acessíveis e câmbio automático, a Volkswagen Amarok tem capacidade para conquistar seu lugar ao sol, com um motor econômico e potente e a maior capacidade de carga da categoria, sem contar o design. Com esses predicados a Amarok obteve 36.95% dos votos, seguida pela tradicional Toyota Hilux (17.43%) e por outra picape VW, a Saveiro (16.11%).

1. Volkswagen Amarok - 36.95%
2. Toyota Hilux - 17.43%
3. Volkswagen Saveiro - 16.11%
4. Fiat Strada - 13.57%
5. Chevrolet Montana - 8.40%
6. Peugeot Hoggar - 7.54%

Melhor SUV/Crossover do Brasil
Com marketing agressivo – até demais – a Hyundai conquistou seu espaço no mercado brasileiro nos últimos anos. Neste ano ela lançou no país a nova geração do Hyundai Tucson, com o nome ix35, que leva o prêmio de melhor SUV com 26.51% dos votos. Além de um belo design o modelo é equipado com um moderno motor 2.0 16v com injeção direta e 170cv. Logo atrás, coladinho, veio o novo Kia Sportage (25.82%) lançado durante o Salão do Automóvel e que usa a mesma plataforma e motor do ix35, sequido pelo magnífico Porsche Cayenne (18.14%), em sua nova geração.

1. Hyundai ix35 - 26.51%           
2. Kia Sportage - 25.82%
3. Porsche Cayenne - 18.14%
4. Ford Edge - 16.28%
5. Mitsubishi Pajero Dakar - 6.91%           
6. Peugeot 3008 - 6.35%

Melhor Carro Premium do Brasil
O segmento dos carros premium é um dos que mais crescem no país. Nunca se vendeu tanto carro de luxo como agora, e o desempenho nas vendas de alguns lançamentos mostram isso. Com design controverso para os puristas fãs da Porsche, o Panamera conquistou o brasileiro e o prêmio de Melhor Carro Premium do Brasil com 23.77% dos votos, seguido pelos alemães Audi A8 (20.43%) e Mercedes-Benz SLS AMG (18.89%).

1. Porsche Panamera V6 - 23.77%
2. Audi A8 - 20.43%
3. Mercedes-Benz SLS AMG - 18.89%
4. Audi A5 Sportback - 12.94%
5. Land Rover Discovery 4 - 10.98%
6. BMW Série 5 GT - 8.91%           
7. Mercedes-Benz Classe E - 4.08%

Melhor Motor do Brasil
Em 2010 a linha de motores da Fiat passou por uma boa mudança. Os motores 1.0 e 1.4 Fire passaram por alterações e se tornaram mais potentes e econômicos, saiu o motor 1.8 8V que era comprado da GM e entraram os novos motores E.TorQ 1.6 16V e 1.8 16V. Pois foi a versão 1.8 16V, com sua força em baixas rotações quem levou o prêmio de Melhor Motor do Brasil. Em 2° lugar, mas por muito pouco, ficou o moderno2.0 TDI Biturbo que equipa a Volkswagen Amarok, seguido pelo Ford 2.0 Duratec Flex.

1. Fiat E.torQ 1.8 - 30.80%
2. Volkswagen 2.0 TDI Biturbo - 30.71%
3. Ford 2.0 Duratec Flex - 17.53%
4. Toyota 2.0 Dual VVT-I - 12.84%
5. Hyundai 2.4 16v - 8.13%

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Breve: teste do Volvo XC60

Oi pessoal.

Muito em breve vou postar o teste do Volvo XC60 e contar um pouco como foi a ação com o ganhador do concurso.

Um abraço!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Concurso 2010 com Chave de Ouro - Ganhador anunciado!

Foram muitas frases, dezenas de comentários e a minha caixa de e-mails lotada! Agradeço a todos que entraram em contato e, principalmente, àqueles que participaram do concurso "2010 com Chave de Ouro", através do Twitter @VolvoCarsBR, promovido pela Volvo em parceria com o De 0 a 100!

O vencedor já foir escolhido! Amanhã, com direito a motorista e a bordo de um XC60, André Bochiniac vai se divertir com R$1.000,00 para fechar o ano com chave de ouro, assim como a Volvo fez com o XC60, eleito a Melhor Compra do Ano de 2010 na categoria Utilitários Esportivos de Luxo pela Quatro Rodas.

. Frase vencedora, escolhida pela Volvo Cars: "Fechar 2010 com chave de ouro é olhar para trás e ter certeza de que a estrada que você percorreu não está nem perto de acabar".

Agradeço publicamente à Volvo pelo concurso e trabalho em conjunto e espero, para atender aos muitos e-mails que chegaram com o mesmo pedido, que, no futuro, possamos fechar o 2011 com Chave de Ouro em todo território nacional! Um abraço também ao pessoal do Design Atento!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Para internautas, novos Cerato hatch e Jetta farão sucesso no Brasil

Fiat Bravo, Renault Fluence e Peugeot 408 foram anunciados para grandes players durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2010. Mas, segundo os internautas do De 0 a 100, os novos Kia Cerato hatch e Volkswagen Jetta farão mais sucesso em seus respectivos segmentos.
Com a pergunta "Qual hatch médio apresentado no Salão fará mais sucesso?", o modelo coreano ficou com 42% dos votos, com o belo (de visual) Bravo em segundo, bem próximo, com 36%. Para 12% dos internautas, os dois modelos vão fazer sucesso, enquanto apenas 8% das pessoas acham que os dois hatches médios vão fracassar no Brasil.

Qual hatch médio apresentado no Salão fará mais sucesso?

Kia Cerato hatch - 63 votos (42%)
Fiat Bravo - 54 (36%)
Os dois - 19 (12%)
Nenhum dos dois - 12 (8%)
Total: 148 votos
Em relação aos sedãs médios, o novo Volkswagen Jetta tem mais chances de fazer sucesso de acordo com  32% das respostas à pergunta "Entre os novos sedãs mostrados no Salão, qual fará mais sucesso?". Já o Fluence é o segundo com mais chance de sucesso para os internautas no Brasil, com 24%, seguindo pelo 408 com 22%. Um ponto interessante foi que 18% dos internautas pensam que os três veículos não vão cair no gosto do brasileiro.

Entre os novos sedãs mostrados no Salão, qual fará mais sucesso?

Volkswagen Jetta - 40 votos (32%)
Renault Fluence - 31 (24%)
Peugeot 408 - 28 (22%)
Nenhum deles - 23 (18%)
Os três - 3 (2%)
Total: 125 votos









Como você fecharia 2010 com chave de ouro? Responda de forma criativa e ganhe R$ 1.000 em compras! Clique aqui para saber como!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Volvo fecha 2010 com Chave de Ouro, e quem ganha é você!

Depois de crescer de forma considerável no país em 2009, 2010 foi um ano de consolidação para Volvo no Brasil. A marca conseguiu se manter atraente com uma linha variada de modelos, com bastante tecnologia embarcada e, principalmente, com muita segurança. Mesmo com a bem-vinda reestilização do C30 e com a apresentação oficial do novíssimo (e esperado) S60, que aconteceu no Salão do Automóvel de São Paulo, o grande destaque da marca sueca no ano foi, sem dúvida, mais uma vez, o XC60.

O crossover de luxo é um dos grandes “objetos de desejo“ dos brasileiros. Vendido em quatros versões de acabamento - Comfort, Dynamic, Top e R-Desing -, toda linha XC60 tem três características principais em comum: design robusto e arrojado; boa relação custo/benefício para a categoria; e para a linha 2011, motor 3.0 turbo, de 6 cilindros, que desenvolve 304 cv de potência (19 cv a mais que o anterior) e brutos 44,9 kgfm de torque já a 2.100 rpm.

E como se trata de um Volvo, segurança para vem em primeiro lugar. Desde a versão de entrada, o XC60 conta com sistema ABS nos freios com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e EBA (assistente eletrônico de frenagem); controle anticapotamento (RSC); controle dinâmico de estabilidade e tração (DSTC); airbag duplo (motorista/passageiro), airbags de proteção contra impactos laterais (SIPS) e contra lesões na coluna cervical (WHIPS), cortinas infláveis e pré-tensores dos cintos de segurança e sistema inteligente de informação (IDIS).

O crossover tem ainda tração integral permanente nas quatro rodas AWD, com Instant Traction, que garante aderência à pista em qualquer tipo de situação, alternando a força das rodas da frente para as de trás.

Se isso não bastasse, o XC60 conta também com o City Safety. Nas palavras da Volvo: “se o veículo à frente para repentinamente e o City Safety identifica o risco iminente de colisão, os freios são pré-acionados. Se o motorista continua inativo, o carro aciona os freios automaticamente. Caso a diferença da velocidade relativa entre os dois carros seja inferior a 15 km/h, o dispositivo ajuda o motorista a evitar totalmente a colisão. Entre 15 e 30 km/h, o City Safety reduz a velocidade o máximo possível antes do impacto, preservando os veículos envolvidos e, principalmente, seus respectivos ocupantes”. Não custa lembrar que o City Safety também é bom para o bolso, pois, quanto mais lenta for a colisão, menor será o custo do reparo.

2010 com Chave de Ouro
Todas estas qualidades fizeram do XC60 a Melhor Compra do Ano de 2010 na categoria Utilitários Esportivos de Luxo pela Quatro Rodas. Para comemorar e fechar o ano em grande estilo, a Volvo preparou o concurso “2010 com Chave de Ouro”. Quem ganha são os internautas, em especial para quem acessa o De 0 a 100!

Para participar, basta seguir o perfil no Twitter @VolvoCarsBR e falar, em até 140 caracteres, no Twitter da Volvo, como você fecharia 2010 com chave de ouro (leia o regulamento abaixo), exatamente como a Volvo fez ao vencer o prêmio com o XC60.

O autor da resposta mais criativa, morador da cidade de São Paulo, ganhará R$ 1 mil para gastar onde e como quiser! E ainda tem mais: o vencedor terá um motorista (eu), à bordo de um belo XC60, para levá-lo ao(s) local(is) aonde ele vai se divertir com as compras extras de natal!

O concurso vai de 06/11 a 09/12. E o vencedor será divulgado aqui no De 0 a 100 no dia 10/12. Clique aqui para ver o regulamento! PARTICIPE!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Atraente e bem equipado, Renault Fluece chega em fevereiro de 2011 a partir de R$ 59.990

Linhas harmônicas, ótima lista de equipamentos de série, motor 2.0 flex, oferta de câmbio CVT e preços competitivos. Apresentado com estas qualidades, o novo Renault Fluence começa a ser vendido em fevereiro de 2011 com grandes chances de ser um sucesso.
 Por R$ 59.990, o consumidor leva o Fluence Dynamique equipado com chave-cartão "hands free", rodas de 16”, ar-condicionado digital "dual-zone", direção elétrica com assistência variável, seis airbags, freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS com auxílio de frenagem de urgência (AFU) e distribuidoro eletrénica de frenagem (EBD); volante com regulagem de altura e profundidade, alarme, retrovisores externos com regulagem elétrica, computador de bordo, faróis de neblina, rodas de liga-leve e conexões Bluetooth e USB / iPod no sistema de som. Opcionalmente, o consumidor poderá equipar o carro com teto sola elétrico com anti-esmagamento e bancos com revestimento em couro.
Debaixo do está o mesmo motor 2.0 16V flex que equipa o Nissan Sentra e desenvolve 140 cv de potência e 19,9 kgfm de torque com gasolina e 143 cv e 20,3 kgfm com etanol. São duas opções de câmbio: manual de seis marchas e automático sequencial CVT X-Tronic (de seis marchas), que faz o preço da versão Dynamique subir para R$ 64.990. A velocidade máxima é de 200 km/h (manual) e 195 km/h (CVT).
 Quem quiser gastar R$ 75.990 vai levar o Fluence Privilège, que tem os mesmo itens de série do Dynamique, além da transmissão automática sequencial CVT X-Tronic, sistema de navegação desenvolvido especialmente para a Renault pela  TomTom, que possui uma tela de 5" integrada ao painel; sensor de estacionamento, bancos com revestimento em couro, controle de estabilidade (ESP) e controle de tração (ASR); rodas de 17" e sistema de som premium ("3D sound by Arkamys"). Faróis de Xenon e teto solar são os únicos opcionais, embora os faróis de Xenon devessem ser de série na versão Privilège.
Para ser acelerado de 0 a 100 km/h, o Fluence Dynamique precisa de 9,7 s com álcool e 9,9 s  com gasolina, enquanto o Privilège gasta 9,9 s com etanol e 10,1 s com gasolina. A versão mais simples pesa 1.369 kg, enquanto a topo de linha pesa 1.372 kg. Com capacidade para 60 litros no tanque de combustível e 530 litros no porta-malas, o Fluence mede 4,62 m de comprimento, 1,47 m de altura, 1,81 m de largura e tem 2,70 m de distância entreeixos.
A Renault tem grande expectativa com seu novo sedã. Fabricado na Argentina, a empresa espera que ele venda 1.800 unidades por mês, número que considero audacioso. Veremos o que vai acontecer. Eu acredito que vender de 1.000 a 1.200 carros por mês já vai estar de ótimo tamanho.
 Fotos: Renault/Divulgação

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010