quarta-feira, 30 de junho de 2010

Entre os irmãos de mesmo nome, quem vende mais?

O mercado brasileiro de carros é realmente muito interessante e bastante peculiar. Temos o mesmo carro com visuais diferentes. O Fiat Siena, por exemplo, é vendido com três (3) designs: o da geração 3 (Fire), o da geração 4 (EL) e o da 4,5 (ELX e HLX). Mas qual carroceria é a mais procurada?

Pensando nisso, em parceria com a
consultoria Jato Dynamics, a revista Quatro Rodas de junho publicou uma matéria interessante, respondendo parcialmente à esta pergunta. Eles pegaram a tabela de vendas de janeiro a março de 2010 e selecionaram cinco modelos que possuem mais de um visual, revelando assim qual design vende mais.

Na tabela, existe apenas o CORSA SEDAN, que engloba o Corsa Sedan e o Classic. E quem vende mais?

. Classic: 43.341 (77,2%)
. Corsa Sedan: 12.809 (22,8%)

Realmente o atual Corsa Sedan nunca caiu definitivamente no gosto do brasileiro, enquanto o Classic (antigo Corsa Sedan) tem uma boa relação/benefício, embora o seu nível de segurança seja muito baixo.

Já a Mitsubishi entrou na pesquisa com duas linhas de modelos: L200 e PAJERO. Confiram:

. Pajero TR4: 4.657 (59,9%)

. Pajero Sport: 1.655 (21,3%)

. Pajero Full: 864 (11%)
. Pajero Dakar: 603 (7,8%)

. L200 Triton: 4.194 (44,4%)

. L200 Outras: 5.251 (55,6%)


E o GOL, como fica? Desde a chegada da nova geração, quem será que vende mais: o G4 ou o G5?

. Gol G4: 37.397 (28,8%)
. Gol G5: 92.967 (71,2%)

Não existe dúvida aqui: o Gol G5 é infinitamente melhor do que o G4 que, cada vez mais, tende a sair de linha. Veremos se ele estará entre nós até 2014.

Diferente do Gol, a situação do PALIO é o oposto no mercado. Atualmente ele é vendido com duas opções de carroceria: G3 e G4,5. Vejam:

. Palio Fire (G3): 53.283 (70,5%)
. "Novo" Palio (G4,5): 22.263 (29,5%)

A Fiat realmente não foi muito feliz com a "evolução" do Palio. A carrocria G4 foi um desastre tão grande que a marca logo lançou a 4,5, que melhorou um pouco a situação. Ainda assim, o atual Palio Fire Economy tem o ápice visual da história do Palio no Brasil.

Vale a pena comprar?

Você tem até R$ 67.000 e quer comprar um carro seguro, bem equipado e com desempenho interessante. Ele será o seu carro por 3 ou 5 anos. Vale a pena comprar um desses abaixo?

. Citroën Xsara Picasso Exclusive 2.0: R$ 66.555
. Chevrolet Blazer Advantage 2.4 Flexpower 4x2: R$ 66.263
. Fiat Palio 1.8R 4 portas: R$ 43.160
. Fiat Stilo Sporting 1.8 flex Dualogic: R$ 65.740
. Ford Courier XL 1.6: R$ 41.675
. Peugeot 307 Sedan Presence Pack 2.0 automático: R$ 62.100
. Renault Scénic Privilège1.6 16V : R$ 60.200
. Volkswagen Kombi Standard 1.4: R$ 47.110
. Volkswagen Parati Surf 1.6: R$ 48.560


O que vocês acham?

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Novo Golf aparece na Europa

Enquanto os brasileiros ainda são forçados a conviver com o Golf IV,5, que vende cada vez menos, os europeus já estão flagrando a sétima geração do modelo pelas ruas. O site Carscoop fotografou uma mula do Golf VII em testes.

Reparem nas caixas de roda e no bocal do tanque de combustível. De acordo com o site, a novo Golf chegaria às concessionárias da marca já em 2012, com uma versão elétrica (plug-in) vindo em 2013. O Golf VII terá como meta beber e poluir menos (diminuindo o peso e a cilindradas dos motores), melhorando o máximo possível o padrão de qualidade do modelo, sem, é claro, torná-lo caro.

O que esperar então do Golf nacional? Muito já foi dito sobre o lançamento da quinta, da sexta e até da sétima geração do modelo no Brasil. A expectativa é que a Volkswagen apresente a sua novidade em relação ao Golf brasileiro também em 2012.

Eu acredito que, o mais viável, seja produzir a 6ª geração do carro por aqui a partir de 2012, aproveitando a aposentadoria do maquinário na Europa. Mas, quem sabe, com o avanço do Focus, a boa vendagem do i30 e com a chegada do Bravo, a marca não atencipe o seu novo Golf. Eu só não quero que o Golf passe a ser importado do México, o que seria uma perda para a Volkswagen do Brasil.


"Nessa altura do campeonato", até o Golf V seria bem-vindo por aqui. Se for a sexta geração, melhor ainda! Pensar no Golf VII no Brasil até 2013 seria a glória completa para os amantes do carro, como o Bruno Medina!

PS: Por curiosidade, reparem no fundo da foto (clique nela para ampliar). Se não estou errado, temos dois BMWs,
um Audi, um Idea, um Corsa velho, um Peugeot 206, um Mini Cooper (esquerda), e o que parece ser um Tucson (ao lado do 206).

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Novo SpaceFox está caro, embora mais barato e melhor

A Volkswagen lançou ontem a nova linha do SpaceFox. Como esperado, as melhorias recebeidas pelo Fox também foram aplicadas na perua.

O visual ficou muito bom! A dianteira, inspirada no Polo europeu, é a mesma do Fox, mas com uma barra cromada na grade inferior. A traseira ganhou lanternas com linhas mais retas, lembrando até as do principal concorrente, o Palio Weekend, só que mais largas.

O interior também ficou igual ao do Fox. Além do acabamento de melhor qualidade, os instrumentos do painel agora são de um carro de verdade, e não de um carrinho de brinquedo, como o da versão anterior.
O SpaceFox será vendido em duas versões de acabamento (1.6 e Sportline) e já sai de fábrica, desde a versão de entrada, com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, alarme antifurto e luzes de seta nos espelhos retrovisores. A versão mais requintada, a Sportline, tem ainda airbag duplo, freios com sistema ABS, sensor de chuva e rodas de liga leve. O modelo pode ainda ser equipado com o câmbio manual automatizado I-Motion, com direito a borboleta atrás do volante para trocas de marcha.

Confira a lista de preços do novo SpaceFox:

. SpaceFox 1.6: R$ 48.790
. SpaceFox 1.6 I-Motion: R$ 51.460
. SpaceFox 1.6 Sportline: R$ 55.190
. SpaceFox 1.6 Sportline I-Motion: R$ 57.860

Dependendo da posição do banco traseiro, o espaço do porta-malas pode variar entre 430 litros e 527 l (sem contar a rabatimento do encosto). O motor é o já conhecido 1.6 VHT Total Flex, que desenvolve 101 cv de potência com gasolina e 104 cv com etanol. Não existe nenhum plano, para um futuro próximo, da perua ser vendida com outra opção de propulsor.

No bolso
Em relação à linha anterior, o novo SpaceFox ficou ligeiramente mais barato. A antiga versão de entrada custava R$ 49.359, enquanto a nova tem valor sugerido de R$ 48.790. Com as melhorias (acho que nada mudou para pior), o SpaceFox ficou com aspecto de um automóvel de R$ 50.000, diferente da versão anterior, que era pobre até para um veículo de R$ 40.000.

Entretanto, o SpaceFox está caro. Ele deveria partir de R$ 44.900 com os mesmos equipamentos de série, deixando a versão com câmbio I-Motion por por R$ 46.500, o Sportline por R$ 48.900 e o Sportline I-Motion por R$ 50.900. Com todo respeito a quem deseja comprar um SpaceFox Sportiline I-Motion, parece piada pagar R$ 57.860 no modelo (e esse preço deve estar sem pintura metálica). Acima de R$ 55.000, o leque de opções aumenta muito, então o SpaceFox perde o sentido de compra.

Na Argentina, os preços do novo SpaceFox variam entre R$ 29.000, na versão Comfortline (a de entrada), e R$ 37.000, no acabamento Highline (o topo), com bancos com revestimento em couro e câmbio I-Motion.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Focus esquenta a briga entre os hatches médios

Quem diria! Finalmente a Ford conseguiu fazer o Focus emplacar! Em maio, o modelo ultrapassou o Astra na segunda posição e ficou apenas atrás do i30.

Maio - 2010
Hyundai i30 - 2.617
Ford Focus - 1.889
Chevrolet Astra - 1.815
Volkswagen Golf - 1.282

No acumulado do ano, o Focus já dominou a terceira posição, deixando de vez o Golf em quarto. O hatch médio da Chevrolet ainda é o segundo, com uma certa folga, mas a GM precisa ligar o sinal de alerta, já que o Ford vem com tudo!


Quando digo "vem com tudo" é porque o Focus, nos primeiros 15 dias de junho, vendeu mais que o i30: 1.304 unidades x 1.210 unidades. O Astra segue em terceiro (842 unidades), com o Golf (604) em quarto. Vou esperar o término do sexto mês do ano para divulgar os números finais. Vejam as vendas entre janeiro e maio de 2010.

Acumulado do ano (janeiro a maio de 2010):

Hyundai i30 - 14.805
Chevrolet Astra - 12.386
Ford Focus - 7.867
Volkswagen Golf - 7.413
Citroën C4 - 5.180
Peugeot 307 - 4.718
Chevrolet Vectra GT - 4.227
Fiat Stilo - 3.166
Nissan Tiida - 2.299
Chery Cielo - 121


Será que o Focus é fogo de palha ou veio mesmo para assumir a ponta (ou pelo menos a segunda posição)?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Carros para torcer "de verdade" pelo Brasil na Copa do Mundo

Hoje foi a estréia do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Uma magra vitória contra a grande seleção da Coréia do Norte. Durante o dia inteiro fiquei acompanhando a movimentação pelas ruas. Como as pessoas viram patriotas em época de Copa, ou seja, há cada quatro anos.

Vários carros estavam decorados com bandeiras do Brasil. Outros, como um Opala, dois Chevettes e um Fuscas estavam pintados de verde e amarelo (acho até que usaram tinta guache no Volkswagen pela qualidade da pintura). Fiquei pensando então nos carros decorados pelas fábricas para a Copa do Mundo de 2010.
Pela rápida pesquisa que fiz, encontrei o Volkswagen Gol Seleção, o Smart Fortwo Brazilian Edition, que estão a venda, e o Kia Soul, comemorativo. A Volks lançou em 1982, 1994 e 2006 o Gol Copa, edição especial em homenagem à Copa do Mundo. Mas, como a Volkswagen virou patrocinadora oficial da seleção brasileira, o modelo virou Gol Seleção. Seu uniforme é discreto: carroceria G5, adesivos “Seleção” na traseira e nas laterais, lanternas escurecidas e o símbolo da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) bordado nos bancos dianteiros.

E, assim como o técnico Dunga, a VW deixou muitas estrelas de fora ou no banco. Em "campo", por R$ 33.790, apenas direção hidráulica, rodas de liga-leve 14”, faróis de neblina e CD-Player com entrada USB e conexão Bluetooth. Ar-condicionado, airbag duplo, ABS, computador de bordo I-System, trio elétrico, volante com regulagem de altura e profundidade; e sensor de estacionamento: todos opcionais.
Já o Smart Fortwo Brazilian Edition conseguiu continuar super compacto, menos caro, mais fraco e ainda mais chamativo em relação às outras versões do modelo. A Smart conseguiu transformar o seu modelo num outdoor ainda mais chamativo pintando a carroceria de amarelo, com detalhes que lembram a bandeira do Brasil.

Por R$ 49.900, o Fortwo verde e amarelo tem ar-condicionado, direção hidráulica, controle de estabilidade (ESP), vidros elétricos, rodas de liga leve (R15) e transmissão automatizada de cinco marchas. O motor é o três cilindros 1.0 turbo (a gasolina) que desenvolve 71 cv de potência.

Já a Kia, como patrocinadora oficial da Copa do Mundo, decorou o Soul com as cores da bandeira do Brasil para "entrar no clima de festa". O modelo ficará exibido nas concessionárias da marca durante os 30 dias da Copa do Mundo.

Mas o que os três modelos têm em comum? Nenhum deles é de uma marca genuinamente brasileira! Tudo bem que o Gol é o carro mais vendido do Brasil desde 1987, mas a Volkswagen é alemã. É de impressionar que uma das maiores potências automotivas do mundo não tenha uma marca totalmente brasileira.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Um adeus para a Mercury

A Ford decidiu acabar com a Mercury, para a tristeza de muitos fãs da empresa. Resolvi então fazer uma homenagem à marca lembrando os dois meses em que pude dirigir um Mercury Grand Marquis 2002 diariamente.

Foi durante o ano de 2004, quando morei por quase 3 meses no estado do Arizona, nos Estados Unidos. O primeiro detalhe que me chamou a atenção no Grand Marquis foi o tamanho do carro: 5,38 metros! Eu, que sempre preferi carros grandes em relação aos pequenos, fique louco pelo modelo. Ele mal cabia na garagem.

Se fosse no Brasil, seria bem complicado estacionar o Mercury nas vagas de shopping ou das ruas das cidades. Mas, nos Estados Unidos, ele cabia em quase todas as vagas e estacionamentos disponíveis. Uma vez fui a um shopping e estacionei o veículo ao lado de um Golf, pensando como o meu carro era grande. Foi engraçado porque cheguei a ficar orgulhoso. Mas, segundos depois, senti que eu estava guiando um Celta, já que uma picape Ford 250 Cabine Dupla com caçamba do tamanho normal (da cabine simples) parou exatamente ao meu lado. Como o Grand Marquis ficou pequeno.

Dentro do carro, o conforto era o grande destaque. Cinco pessoas viajavam muito bem, mas o modelo levada até seis ocupantes. A manopla do câmbio automático ficava na coluna de direção, abrindo espaço para o sexto ocupante, exatamente ao lado do motorista. O painel era bem completo e o banco acomodava bem o corpo. Até os mais gordinhos sobravam no assento.


O que sobrava também era espaço no porta-malas: 583 litros, suficiente para longas e confortáveis viagens pelas estradas norte-americanas. Mas o motor V8 4.6 16V, mesmo com 238 cv de potência e 38 mkgf de torque, poderia ter respostas mais rápidas e animadas. Tudo bem que poderia ser escalonamento do câmbio e o peso do modelo, cerca de 1.800 kg. Mas a minha reclamação sobre o propulsor acabou se espalhando por centenas de outros proprietários do modelo 2002, já que, a partir da linha 2003, a motorização ganhou um pequeno upgrade, subindo para 242 cv e 39 mkgf.

Não cheguei a fazer medições da média de consumo, mas lembro que o carro bebia bastante. Eu até brinquei na época que ele fazia 3 quarteirões por litro. Segundo a marca, o carro fazia 7,22 km/l na cidade e 10,62 km/l na estrada. Como o fabricante sempre consegue números excelentes, o carro realmente bebia muito. Meu cálculo era algo em torno de 4,5 km/l a 5 km/l na cidade e 7,5 km/l a 8,5 km/l na estrada. Quando usei gasolina de alta octanagem, lembro que a média melhorou um pouco. Pelo menos o tanque levava 71,9 litros.

Em novembro de 2004, o Grand Marquis acabou sendo trocado por um Chevrolet Impala, pois precisávamos de um carro menor. Depois vou fazer um post sobre este Impala.

Um abraço para o Grand Marquis, um verdadeiro carro norte-americano, e que descanse em paz a Mercury.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sandero 2011 tem poucas e quase inúteis novidades

Tudo bem que o título pode estar um pouco forte, mas as Renault perdeu uma bela chance de tornar o Sandero ainda mais atrativo no Brasil. As alterações para a linha 2011 foram tão pequenas que quase não posso chamá-las de melhorias.

O Sandero Authentique, versão de entrada da família, que custa R$ 29.690 com motor 1.0 16V Hi-Flex, recebeu mudanças no pacote de opcionais. O Pack Plus, que já era composto apenas por ar quente e desembaçador e limpador do vidro traseiro, agora ganhou maçanetas internas e difusores de ar na cor prata. Tudo isso sem alteração no preço: R$ 550! QUE BELEZA!


Já Sandero Expression, que é a versão mais vendida da linha e conta com preço sugerido a partir de R$ 32.440 (1.0 16V) e de R$ 34.740 (1.6 8V Hi-Torque), passa a vir de fábrica com espelhos retrovisores na cor da carroceria, manopla de câmbio com acabamento de alumínio e com maçanetas e difusores de ar na cor prata. Ou seja, mudanças estéticas mínimas e que praticamente não acrescentam nada ao modelo.
 

Fotos: Renault/Divulgação
A versão Expression passa a contar com um opcional novo, o rádio CD Player com MP3, com quatro alto-falantes e comando satélite na coluna de direção. O equipamento pode ser adquirido casado com o Expression Pack (ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas das portas e do porta-malas por comando de radiofreqüência instalado na chave, sistema CAR de travamento automático das portas a partir de 6 Km/h e alarme perimétrico). Se não tiver sofrido nenhuma alteração de preço, o Expression Pack custa R$ 3.650 no Expression 1.0 16V e R$ 3.850 no Expression 1.6 8V, enquanto o som vale R$ 400.

O acabamento topo linha, Privilége, tem três novidades. A primeira, como
adiantei aqui no De 0 a 100 em abril, é o fim da oferta do motor 1.6 16V. Por causa disso, o Sandero Privilège 1.6 8V acabou recebendo as outras duas novidades: rodas de liga leve de 15 polegadas como componente de série e a opção de comprar o Pack Segurança, que inclui airbag duplo, freios antibloqueante (ABS) e volante revestido de couro.

A partir da linha 2011, o Sandero Stepway tem uma única novidade: ele é o único da família a ser equipado com o propulsor 1.6 16V flex, que desenvolve 107 cv de potência e 15,1 mkgf de torque com gasolina e 112 cv e 15,5 mkgf com etaonol. O resto continua a mesma coisa.


O modelo tem como opcionais o
Pack Airbag (airbag duplo + 3º apoio de cabeça traseiro); Pack Top (vidros elétricos traseiros + retrovisores elétricos + alarme perimétrico + Rádio CD-Player MP3 com comando satélite na coluna de direção); Pack Top + Couro (Pack Top + bancos revestidos em couro + puxadores das portas dianteiras com acabamento Sport); Pack Segurança (Pack Top + airbag duplo + 3º apoio de cabeça traseiro + freios ABS + volante com revestimento em couro); e Pack Segurança + Couro (Pack Segurança + bancos revestidos em couro e puxadores das portas dianteiras com acabamento Sport).

Crítica

Apresentada a linha 2011 do Sandero, vejam porque a minha reclamação inicial tem fundamento. Se a Renault é a quinta colocada no mercado nacional, a culpa é principalmente do Sandero, o carro mais vendido da marca no Brasil.
Se le já tem design interessante, ótimo espaço interno, bom port-malas e três anos de garantia, então por que não melhorar o modelo para torná-lo mais competitivo no segmento (que já conta com o Fox reestilizado, Agile se dando bem e, em breve, vai receber o Punto 2011), aumentando assim o seu potencial de vendas do carro? Mas melhorar como?

Simples: reposicione os comandos dos vidros elétricos (que ficam na parte central do painel e deveriam ir para a porta), ofereça ajuste de altura do volante - duas alterações já feitas na linha Logan 2011 -, e aumente a oferta de equipamentos de conforto, como o rádio CD Player com MP3 e comando satélite na coluna de direção (para a versão Authentique) e segurança (ABS para as versões Authentique e Expression e airbag duplo também para a Authentique).

domingo, 6 de junho de 2010

Loucuras do feriado! O que você viu?

Tirei alguns dias de folga para descansar e pensar nas várias coisas que estão acontecendo na minha vida (por isso ando meio sumido). Acabei viajando mais de 1.200 km nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Infelizmente, mais uma vez, presenciei loucuras que poderiam ter acabado mal, muito mal.

Rodei na BR 381, a famosa Fernão Dias, entre São Paulo e Perdões (MG). Depois peguei a ainda BuRaco 265, que está em reformas, no sentido Lavras (MG) e cheguei à São João Del Rei (MG). A mesma estrada me levou até Tiradentes (MG). Depois rodei na BR 383 entre São João Del Rei e Congonhas (MG), onde peguei a BR 040 até Belo Horizonte. Ainda rodei na MG 030 entre Belo Horizonte e Rio Acima (MG). Fechei o pacote rodoviário na Fernão Dias novamente, agora entre Belo Horizonte e São Paulo.

Vejam algumas loucuras que presenciei:

BR 381, entre São Paulo e Perdões - Chevrolet Vectra Elite 2.4, com um senhor na direção, uma mulher mais idosa ao lado e uma moça no banco de trás, me ultrapassadou a, tranquilamente, 170 km/h! No rabo dele veio um caminhão vazio, apenas com o motorista, a mais de 130 km/h. Meu carro até balançou quando ele passou ao meu lado.

MG 030, entre Rio Acima e Belo Horizonte - Volkswagen CrossFox amarelo, com placa do Rio de Janeiro (RJ), com um casal na frente (homem ao volante) e duas crianças atras. O idiota do motorista fez uma ultrapassagem numa ponte em reta. Belo exemplo para crianças.

BR 381, entre São Paulo e Belo Horizonte - Caminhão cegonha levando carros da Chevrolet pegou fogo. Não sei o que aconteceu para acontecer o acidente. Espero que o motorista esteja bem. Pelo que pude perceber, um Prisma e um Classic sobreviveram.



BR 383, entre Belo Horizonte e São João Del Rei - Um ônibus sem identificação fez uma ultrapassagem numa subida com faixa contínua central e placa de proibido ultrapassar. Por sorte não veio ninguém na direção contrária, já que o ônibus demorou uma eternidade para fazer a manobra. Um detalhe: a pista é simples e não tem acostamento. Quase parei o meu carro para ficar o mais longe possível da manobra.

Deixo ainda um abraço aos educados policiais da Polícia Rodoviária Federal, que me pararam na entrada de Lavras e, poucos minutos depois, na saída de Lavras. Com a documentação em dia e o carro em perfeitas condições, foi até entraçado ser parado em duas blitz seguidas.