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| Marca colocou a palavra CLIO logo abaixo do emblema |
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| Renault deve apostar na personalização do Clio, com adesivos e outros detalhes |
Por dentro, nenhuma alteração foi confirmada oficialmente, mas algumas mudanças são esperadas, como no acabamento e no painel de instrumentos. O espaço para os ocupantes e no porta-malas deve pernanecer o mesmo. Debaixo do capô, o Clio terá o motor 1.0 16V flex, que, no momento, desenvolve 76 cv de potência e 10 mkgf de torque com gasolina e 77 cv e 10,2 mkgf com etanol no Renault. Não será surpresa se este propulsor recebe algumas mudanças, já que a marca francesa quer que o Clio seja referência de consumo para o segmento. No March, a motorização 1.0 16V tem 74 cv e 10 mkgf com qualquer combustível.
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| Traseira tem nova tampa do porta-malas, faróis com nova disposição de luzes e detalhe preto no para-choque |
Desta forma, e com os três anos de garantia, a marca francesa teria um representante de peso para desbancar quase todos os concorrentes no Brasil - e compensaria o fato de ainda termos uma geração bem ultrapassada do Clio no país.
Fechando a Renault, a marca também poderia dar um tapa no visual do Symbol (Clio Sedan), o deixando visualmente mais atrativo, além de trabalhá-lo melhor comercialmente, como ela fez com a perua Grand Tour, que ficou relativamente popular no final da vida. Já imaginaram o Clio hatch completo saindo por R$ 27.000 e o Symbol mais bonito e completo, com motor 1.6 16V, por R$ 36.000 manual e R$ 38.500 automático? A Renault desbancaria a Ford da quarta colocação do mercado nacional.
Marca do leão
Já a Peugeot tenta recuperar o terreno perdido com a chegada do belo compacto 208. Depois do fracasso da família 207 (especialmente a picape Hoggar e a perua SW), finalmente a marca vai lançar, no primeiro semestre do ano que vem, um veículo com alto potencial de vendas.
Diferente do que aconteceu com o 207 (um 206,5 por aqui), teremos no Brasil o verdadeiro 208. Assim como o seu irmão C3 (o novo), o 208 aposta no visual moderno e na tecnologia como diferenciais para vencer a concorrência.
O design é realmente bonito. Gostei muito da harmonia entre a dianteira e a traseira.
Não sabemos se o novo Peugeot sofrerá simplificações para rodar por aqui, mas espero que o teto solar panorâmico, as luzes de LEDs nos faróis e o sistema multimídia com tela sensível ao toque integrada ao painel sejam mantidos, mesmo que nas versões intermediárias e na topo de linha.
Em relação às motorizações, podem esperar que o Peugeot 208 será vendido por aqui com motor 1.5 8V, que desenvolve 89 cv de potência e 13,5 mkgf de torque com gasolina e 93 cv e 14,2 mkgf com etanol, com câmbio manual de cinco marchas; e o 1.6 16V sem o tanquinho de partida a frio, que gera 115 cv e 15,5 mkgf com gasolina e 122 cv e 16,4 mkgf com etanol - com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro marchas (BVA).
Quem sabe a Peugeot não surpreende e lança o 208 1.6 THP, com motor turbo e câmbio de seis marchas? Seria um compacto esportivo bem interessante. Sobre o 207 atual, o hatch ficará vivo no mercado, enquanto Hoggar e 207 SW devem ser os primeiros a morrer. O 207 Passio viveria (com ajuda de aparelhos) por mais algum tempo.
Fotos - Clio: Renault/Divulgação // 208: Peugeot/Divulgação














