Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.
Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.
Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.
No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.
Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.
Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.
RODA VIVA
PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.
ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.
LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.
ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.
NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.
IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.
LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Alta Roda - Exportar importa muito
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Fiat prepara muitas novidades para o Brasil! SUV, picape média, novo sedã médio...
Na sua coluna de ontem, Fernando Calmon publicou algumas notícias interessantes sobre os futuros lançamentos da Fiat e da Jeep no Brasil. Todos os detalhes têm forte ligação com a nova fábrica da marca italiana em Pernambuco, prevista para entrar em funcionamento em 2014.
Os planos da marca são ambiciosos. A coluna antecipou o cronograma de início de produção dos modelos, com as vendas previstas para se iniciarem três meses depois da respectiva data citada. Em janeiro de 2015, a Fiat terá um SUV compacto (projeto 338) e a tão aguardada picape média (projeto 226) - esta curiosamente baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio.
Em dezembro de 2015 será a vez da Jeep receber dois modelos: um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
Em janeiro de 2016, a Fiat terá um SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016.
Vale ressaltar que não estão contemplados produtos com marcas Chrysler e Dodge entre os seis modelos previstos. Isso porque a Jeep tem imagem mais forte por aqui.
Se estes modelos forem mesmo lançados, a Fiat terá veículos em praticamente todos os segmentos de automóveis no Brasil, possivelmente se consolidando na liderança do mercado nacional por muitos anos. Espero realmente que estes lançamentos cheguem as ruas pois só o consumidor tem a ganhar com isso.
Em relação ao Viaggio, ele seria um forte representante na categoria de sedãs, ainda mais se tiver um motor compatível com o segmento (2.0); mas sua chegada ao nosso mercado ainda é uma grande incógnita. Se for mesmo vendido no Brasil, provavelmente o nome Viaggio não seria utilizado por questões óbvias.
Os planos da marca são ambiciosos. A coluna antecipou o cronograma de início de produção dos modelos, com as vendas previstas para se iniciarem três meses depois da respectiva data citada. Em janeiro de 2015, a Fiat terá um SUV compacto (projeto 338) e a tão aguardada picape média (projeto 226) - esta curiosamente baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio.
Em dezembro de 2015 será a vez da Jeep receber dois modelos: um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.
Em janeiro de 2016, a Fiat terá um SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016.
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| Fotos: Fiat/Divulgação |
Se estes modelos forem mesmo lançados, a Fiat terá veículos em praticamente todos os segmentos de automóveis no Brasil, possivelmente se consolidando na liderança do mercado nacional por muitos anos. Espero realmente que estes lançamentos cheguem as ruas pois só o consumidor tem a ganhar com isso.
Em relação ao Viaggio, ele seria um forte representante na categoria de sedãs, ainda mais se tiver um motor compatível com o segmento (2.0); mas sua chegada ao nosso mercado ainda é uma grande incógnita. Se for mesmo vendido no Brasil, provavelmente o nome Viaggio não seria utilizado por questões óbvias.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Alta Roda - Opulência chiensa
Como tudo na China é grandioso, o Salão do Automóvel de Xangai, maior cidade do país mais populoso, não poderia ser diferente. A começar pelo número de marcas locais desconhecidas no mundo ocidental e focadas no mercado local. Apenas para citar algumas: Baojun, Bestern, Dongfeng, Emgrand, Englon, GAC, Haima, Haval, Hauwtai, Icona, Oley, SouEast, Zinoro e Zotye. Na maioria dos estandes as informações se limitavam a folhetos em chinês e sem informações em inglês para imprensa estrangeira. A exposição termina na 2ª. feira, dia 29.
Explosiva demanda na China – vendas crescerão 7% este ano para em torno de 20 milhões de veículos leves e pesados, cinco vezes mais que o Brasil – leva a situações inusitadas. Numa tentativa de controlar a procura e a nuvem de smog que envolve Xangai, leiloam-se placas para carros novos e podem alcançar até U$14.000/R$ 28.000. Por isso modelos pequenos e baratos não compensam tal investimento. Quem tem dinheiro quer conforto e mesmo automóveis médio-grandes contam com versões de entre-eixos alongados.
Além de o mercado chinês ser o maior do mundo, até 2020 deve alcançar 2,7 milhões de carros de luxo por ano, o que desbancaria também os EUA nesse segmento de topo. Portanto, soa natural eleger o Salão de Xangai para lançamentos como revitalização do Porsche Panamera, novo Maserati Ghibli ou Lamborghini Aventador 720-5, edição especial de 50 anos da marca. São lá as estreias do sedã A3 e dos conceituais crossovers (quase prontos) BMW X4, Mercedes-Benz GLA, este candidato à produção no Brasil, e Citroën DS4 X, apelidado de Wild Rubis por sua cor especial.
Para compensar os 17 novos produtos que a GM lançará este ano, além da tradicional ofensiva da VW que lidera entre automóveis, a Ford apresenta o carro-conceito Escort, originado de um Focus sedã anabolizado, específico para o mercado local. Honda exibiu o Crider, evolução do conceito C, mais próximo da nova geração do Civic que chega em quatro anos. Curioso é reestreia de uma marca americana de carro elétrico, Detroit Electric, que já produziu esse tipo de veículo de 1907 a 1939 (apenas 13.000 unidades).
Chinesas que constroem fábricas de automóveis no País também apresentam novidades. JAC A20, equivalente ao hatch J3, mostra dimensões semelhantes ao futuro modelo a ser feito em Camaçari (BA). Mas o carro será específico para o Brasil, inclusive versão sedã Turin, em estratégia semelhante à Hyundai Brasil com o HB20. Já o sedã A30 será importado em 2014, como J4. No total, há cinco lançamentos da marca e três modelos-conceito.
Chery também tem novidades. Além do novo QQ, subcompacto que será produzido em Jacareí (SP), ao lado do Celer, apresenta dois protótipos Alfa 7 (sedã) e Beta 5 (SUV), além do modelo futurístico @Ant.
RODA VIVA
CONFORME esperado, novo Fiesta, alinhado ao modelo europeu e início de produção apenas seis meses depois, começa a ser vendido em maio sem motor de 1 litro, inicialmente (depois chegará o 3-cilindros). Compacto estreia motor de duplo comando de válvulas variável, 1,5 litro/115 cv, nas versões mais baratas, e 1,6 litro/130 cv. Ambos dispõem da maior potência específica do mercado e partida sem gasolina em dias frios, ao usar etanol.
CONSUMO em cidade/estrada, com 130 cv e câmbio manual: 1 L/7,9 km e 1L/9,9 km (etanol) e 1L/11,4 km e 1L/13,9 km (gasolina). Com 115 cv: 1 L/7,8 km e 1L/9,6 km (etanol) e 1L/10,8 km e 1L/13,7 km (gasolina). Na média, motor mais potente é mais econômico, ao contrário do ocorrido no passado.
PREÇOS partem de R$ 38.990, pouco abaixo da maioria dos concorrentes de peso, e sobem até R$ 54.990, na versão Titaniun, que inclui sete airbags e câmbio automatizado de embreagem dupla, seis marchas. Ford investiu, ainda, em segurança ativa ao adicionar, aos modelos de maior cilindrada, controle eletrônico de trajetória e tração.
FIESTA apresenta, agora, estilo marcante: adotou nova grade frontal de identidade da marca e manteve tradicionais lanternas traseiras elevadas para melhor visibilidade. Interior também é novo e se nivela aos compactos “premium” do mercado brasileiro. Por enquanto, conviverá com Fiesta Rocam que continua com motor de 1 litro e preço menor.
SAVEIRO recebeu mesma frente de Gol e Voyage, na linha 2014. Assim tem condições de avançar em participação de mercado frente à líder Strada, que apresenta linhas já cansadas, mas não a ponto de lhe tomar a dianteira. Faltam motor mais forte (continua o de 1,6 l/104 cv como única e incômoda oferta) e preço competitivo, apesar de conjunto tecnicamente superior e estilo mais atual. Começa em R$ 33.490 (cabine simples) e R$ 36.610 (cabine estendida).
VERSÃO Cross, da picape compacta da VW, é a mais equilibrada do segmento. Combina tradicional espírito aventureiro, sem resvalar para o exagero e gosto duvidoso. De novo, seu preço atrapalha ao iniciar em R$ 48.990. Evolução em relação à Saveiro anterior aparece, com nitidez, exatamente nessa versão.
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| Reprodução/Physis SDA |
Além de o mercado chinês ser o maior do mundo, até 2020 deve alcançar 2,7 milhões de carros de luxo por ano, o que desbancaria também os EUA nesse segmento de topo. Portanto, soa natural eleger o Salão de Xangai para lançamentos como revitalização do Porsche Panamera, novo Maserati Ghibli ou Lamborghini Aventador 720-5, edição especial de 50 anos da marca. São lá as estreias do sedã A3 e dos conceituais crossovers (quase prontos) BMW X4, Mercedes-Benz GLA, este candidato à produção no Brasil, e Citroën DS4 X, apelidado de Wild Rubis por sua cor especial.
Para compensar os 17 novos produtos que a GM lançará este ano, além da tradicional ofensiva da VW que lidera entre automóveis, a Ford apresenta o carro-conceito Escort, originado de um Focus sedã anabolizado, específico para o mercado local. Honda exibiu o Crider, evolução do conceito C, mais próximo da nova geração do Civic que chega em quatro anos. Curioso é reestreia de uma marca americana de carro elétrico, Detroit Electric, que já produziu esse tipo de veículo de 1907 a 1939 (apenas 13.000 unidades).
Chinesas que constroem fábricas de automóveis no País também apresentam novidades. JAC A20, equivalente ao hatch J3, mostra dimensões semelhantes ao futuro modelo a ser feito em Camaçari (BA). Mas o carro será específico para o Brasil, inclusive versão sedã Turin, em estratégia semelhante à Hyundai Brasil com o HB20. Já o sedã A30 será importado em 2014, como J4. No total, há cinco lançamentos da marca e três modelos-conceito.
Chery também tem novidades. Além do novo QQ, subcompacto que será produzido em Jacareí (SP), ao lado do Celer, apresenta dois protótipos Alfa 7 (sedã) e Beta 5 (SUV), além do modelo futurístico @Ant.
RODA VIVA
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| Ford/Divulgação |
CONSUMO em cidade/estrada, com 130 cv e câmbio manual: 1 L/7,9 km e 1L/9,9 km (etanol) e 1L/11,4 km e 1L/13,9 km (gasolina). Com 115 cv: 1 L/7,8 km e 1L/9,6 km (etanol) e 1L/10,8 km e 1L/13,7 km (gasolina). Na média, motor mais potente é mais econômico, ao contrário do ocorrido no passado.
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| Ford/Divulgação |
FIESTA apresenta, agora, estilo marcante: adotou nova grade frontal de identidade da marca e manteve tradicionais lanternas traseiras elevadas para melhor visibilidade. Interior também é novo e se nivela aos compactos “premium” do mercado brasileiro. Por enquanto, conviverá com Fiesta Rocam que continua com motor de 1 litro e preço menor.
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| Volkswagen/Divulgação |
VERSÃO Cross, da picape compacta da VW, é a mais equilibrada do segmento. Combina tradicional espírito aventureiro, sem resvalar para o exagero e gosto duvidoso. De novo, seu preço atrapalha ao iniciar em R$ 48.990. Evolução em relação à Saveiro anterior aparece, com nitidez, exatamente nessa versão.
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sábado, 13 de abril de 2013
Picape Fiat Strada ganha série especial Mangalarga Marchador
Líder de vendas em seu segmento há 13 anos consecutivos, a picape Fiat Strada acaba de ganhar a série especial Mangalarga Marchador nas versões Trekking 1.6 16V Cabine Estendida e a Adventure 1.8 16V Cabine Dupla.
Esta é realmente uma série especial curiosa. Digo isso porque, normalmente, cavalos são associados às picapes maiores, como a Ford Ranger, Chevrolet S10, Toyota Hilux, Nissan Frontier, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. Todos estes modelos citados possuem maior capacidade de carga, espaço e robustez do que a Strada, características apreciadas pelos criadores de cavalos. Mas não deixa de ser uma estratégia de marketing e negócio interessante da marca italiana.
Em parceria inédita da Fiat com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), o público-alvo para esta série inclui os associados desta entidade, criadores, cavaleiros, apreciadores da raça e o produtor rural.
A Strada Mangalarga Marchador traz rádio Connect CD MP3, volante revestido em couro com comandos do rádio (6 botões) e retrovisores externos elétricos. Em relação à linha 2013, as mudanças estéticas são: rodas de liga leve com pintura exclusiva, faróis biparábola com moldura e canhões negros, identificação da série especial por um adesivo trazendo o logotipo Mangalarga Marchador (ABCCMM) no para-lama traseiro, nos sobretapetes, na soleira das portas e nos bancos dianteiros (na versão Adventure os bancos são em couro).
A série especial na versão Adventure Cabine Dupla traz ainda o diferencial blocante Locker, teto-solar e capota marítima. Já a versão Trekking Cabine Estendida ganha também janela traseira corrediça e ar-condicionado (itens de série na Adventure).
Ambas as versões também vêm equipadas com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, pneus de uso misto e suspensão elevada.
Confira os preços
Fiat Strada Trekking 1.6 16V Cabine Estendida Mangalarga Marchador – R$ 46.550
Fiat Strada Adventure 1.8 16V Cabine Dupla Mangalarga Marchador – R$ 59.440
Bem cara a versão Adventure. Para fechar, repararam como o nome da picape com o sobrenome da série especial ficou imenso? O maior deles, sem abreviar, fica:
Fiat Strada Adventure Locker 1.8 16V E.TorQ Cabine Dupla Mangalarga Marchador
Esta é realmente uma série especial curiosa. Digo isso porque, normalmente, cavalos são associados às picapes maiores, como a Ford Ranger, Chevrolet S10, Toyota Hilux, Nissan Frontier, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. Todos estes modelos citados possuem maior capacidade de carga, espaço e robustez do que a Strada, características apreciadas pelos criadores de cavalos. Mas não deixa de ser uma estratégia de marketing e negócio interessante da marca italiana.
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| Strada Adventure |
A Strada Mangalarga Marchador traz rádio Connect CD MP3, volante revestido em couro com comandos do rádio (6 botões) e retrovisores externos elétricos. Em relação à linha 2013, as mudanças estéticas são: rodas de liga leve com pintura exclusiva, faróis biparábola com moldura e canhões negros, identificação da série especial por um adesivo trazendo o logotipo Mangalarga Marchador (ABCCMM) no para-lama traseiro, nos sobretapetes, na soleira das portas e nos bancos dianteiros (na versão Adventure os bancos são em couro).
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| Strada Trekking |
Ambas as versões também vêm equipadas com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, pneus de uso misto e suspensão elevada.
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| Interior da picape Strada Trekking Mangalarga Machador - Fotos: Fiat/Divulgação |
Fiat Strada Trekking 1.6 16V Cabine Estendida Mangalarga Marchador – R$ 46.550
Fiat Strada Adventure 1.8 16V Cabine Dupla Mangalarga Marchador – R$ 59.440
Bem cara a versão Adventure. Para fechar, repararam como o nome da picape com o sobrenome da série especial ficou imenso? O maior deles, sem abreviar, fica:
Fiat Strada Adventure Locker 1.8 16V E.TorQ Cabine Dupla Mangalarga Marchador
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Chega de Gol G4 e Blazer! Polícia brasileira se renova no combate ao crime! Fiat Freemont aguenta o tranco?
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| Reprodução/Adrenaline |
Com o avanço e desenvolvimento da nossa indústria, o mercado nacional passou a construir mais carros com estas duas características, mas que iam além, sendo também confortáveis e, em vários casos, até bonitos. Por causa disso, por que insistir em modelos defasados, com voltante torto, bancos desconfortáveis, ergonomia ruim e outros problemas?
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| Reprodução/GTPlanet |
Temos os Volkswagen Fox e Gol (G5), o Fiat Uno e o Renault Sandero entre os hatches que já rodam pelo país, assim como a picape Nissan Frontier. Chevrolet S10 e Ford Ranger apareceram com "uniforme policial" numa feira de segurança Interseg, realizada em São Paulo em 2012.
A lista de sedãs é grande, por isso vou citar os Renault Logan e Fluence, que fazem parte da frota policial brasileira em alguns estados, e o Peugeot 408 e o Ford New Fiesta Sedan, que também apareceram na feira - não entendo direito este este último: embora seguro, seu espaço interno é bem limitado (especialmente atrás).
O feioso Chevrolet Spin também já virou policial na Interseg e tem tudo para assustar os criminosos. Nas cidades costeiras temos ainda o Troller T4 patrulhando as praias, como no litoral do Ceará. A polícia também roda com SUVs como Ford EcoSport e Renault Duster.
Sei que existe muitas outros automóveis e utilitários que compõe a frota da polícia brasileira. Mas, entre os veículos levantados durante a a pesquisa que fiz, com o apoio do internauta Márcio, o que mais chamou a minha atenção foi o Fiat Freemont. Importado, com desempenho fraco e beberrão, o modelo é um verdadeiro luxo para rodar nas cidades pelo país. Realmente acho que a polícia merece ter carros confortáveis, seguros, robustos, duráveis e econômicos, mas um Freemont parece ter sido uma escolha inadequada - ou será que o modelo italiano também é um verdadeiro "pau para toda obra"? Pelo menos a adaptação para a Interseg ficou legal.
Veja nas fotos abaixo alguns veículos preparados para a polícia, exibidos numa feira de segurança realizada em São Paulo no ano passado.
Fotos: Reprodução/R7
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Querendo voltar a brilhar, Peugeot lançará o belo 2008 no Brasil. Sucesso garantido?
A Peugeot passa longe do seu melhor momento no Brasil. Ela viu não só os seus veículos ficarem ultrapassados, como também a concorrência crescer em volume, variedade e qualidade. Mas a marca do leão percebeu que ficou para trás e já começou a se mover, mas de cima para baixo.
Tivemos o 3008, o esportivo RCZ e o sedã de luxo 508. Também recebemos o 408 que, mesmo sendo um bom carro, ainda não foi muito bem aceito pelo brasileiro, ficando com um tímido 9º no segmento de sedãs médios em 2012. Por outro lado, o 308 foi uma das surpresas do ano passado na minha opinião. O carro é realmente muito legal e tem vendido razoavelmente bem, fechando 2012 em 5º no segmento de hatches médios.
O próximo (e principal) passo da Peugeot (nos últimos anos), já mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, será o lançamento do 208, um hatch bonito, moderno e que, se tiver preço competitivo (mais baixo do que os dos concorrentes diretos seria o ideal), pode fazer sucesso por aqui. Curiosamente, 32 unidades do modelo foram emplacadas no Brasil em 2012, de acordo com a Fenabrave, sendo 29 apenas em dezembro - sinal de que seu lançamento está próximo.
Depois do 208, a outra grande atração mundial da marca é o 2008, que será lançado por aqui. Com a produção confirmada em três paises - França (planta de Mulhouse); China (em Wuhan) e Brasil (em Porto Real - RJ) -, o modelo será exibido ao público pela primeira vez no próximo Salão de Genebra, que acontece em março. Usando como base a plataforma do 208, o Peugeot 2008 cheguerá às concessionárias europeias ainda em 2013 com opções de motores a gasolina e a diesel.
No Brasil, a expectativa é de que o 2008 seja lançado em 2014, provavelmente com duas opções de motores flex: 1.6 16V EC5, que desenvolve 115/122 cv, e 2.0 16V, de 143/151 cv. O propulsor 1.6 THP, de 165 cv, também seria muito bem-vindo.
Com apenas as medidas de comprimento e largura divulgadas, fica a impressão de que o 2008 será pequeno demais, especialmente se comparado aos principais concorrentes. O novo Peugeot mede 4,14 m de comprimento (18 cm a mais do que o 208). Mas isso não significa que ele terá espaço interno ruim (característica do finado 206, do 207 Brasil e do 207 Passion).
Primeiro porque sua largura é semelhante à dos adversários (1,739 m - a mesma do 208). Segundo porque, como o 2008 tem como base a plataforma do 208, sua distância entre-eixos deve ter, pelo menos, os 2,538 m do hatch - número superior ao do novo EcoSport, por exemplo. Mas vamos esperar para ver.
Assim como o 208, o 2008 é bonito e moderno. Se tiver uma lista de equipamentos interessante e preços competitivos (inferiores ou iguais aos do Duster), será um representante bem atraente do segmento no Brasil, com muita chance de sucesso.
O 2008 é uma ponto importante para a Peugeot crescer no Brasil, pois entrará em um segmento inédito para a marca no país. E a chance de sucesso de 2008 aumenta ainda mais se pensarmos nas lições aprendidas com o fracasso total da picape 207 Hoggar, que sempre teve um pífio desempenho de vendas - fechou 2012 atrás da jurássica Ford Courier e, somando os emplacamentos de janeiro a dezembro (12 meses), não conseguiu superar os números da Fiat Strada apenas em dezembro, por exemplo.
Peugeot 2008
Comprimento: 4,14 m
Largura: 1,739 m
Entre-eixos: ? (pelo menos 2,538 m do 208)
Porta-malas: ? (pelo menos 285 litros do 208)
Ford EcoSport (novo)
Comprimento: 4,24 m
Largura: 1,77 m
Entre-eixos: 2,52 m
Porta-malas: 362 litros
Renault Duster
Comprimento: 4,315 m
Largura: 1,822 m
Entre-eixos: 2,673 m
Porta-malas: 475 litros (400 litros - 4x4)
Chevrolet Tracker (Trax/Enjoy)
Comprimento: 4,248 m
Largura: 1,776 m
Entre-eixos: 2,555 m
Porta-malas: 358 litros
Por último, espero que a Peugeot também lance por aqui o sedã 301, que é mais bonito, moderno e espaçoso do que o ultrapassado 207 Passion.
Tivemos o 3008, o esportivo RCZ e o sedã de luxo 508. Também recebemos o 408 que, mesmo sendo um bom carro, ainda não foi muito bem aceito pelo brasileiro, ficando com um tímido 9º no segmento de sedãs médios em 2012. Por outro lado, o 308 foi uma das surpresas do ano passado na minha opinião. O carro é realmente muito legal e tem vendido razoavelmente bem, fechando 2012 em 5º no segmento de hatches médios.
O próximo (e principal) passo da Peugeot (nos últimos anos), já mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, será o lançamento do 208, um hatch bonito, moderno e que, se tiver preço competitivo (mais baixo do que os dos concorrentes diretos seria o ideal), pode fazer sucesso por aqui. Curiosamente, 32 unidades do modelo foram emplacadas no Brasil em 2012, de acordo com a Fenabrave, sendo 29 apenas em dezembro - sinal de que seu lançamento está próximo.
Depois do 208, a outra grande atração mundial da marca é o 2008, que será lançado por aqui. Com a produção confirmada em três paises - França (planta de Mulhouse); China (em Wuhan) e Brasil (em Porto Real - RJ) -, o modelo será exibido ao público pela primeira vez no próximo Salão de Genebra, que acontece em março. Usando como base a plataforma do 208, o Peugeot 2008 cheguerá às concessionárias europeias ainda em 2013 com opções de motores a gasolina e a diesel.
No Brasil, a expectativa é de que o 2008 seja lançado em 2014, provavelmente com duas opções de motores flex: 1.6 16V EC5, que desenvolve 115/122 cv, e 2.0 16V, de 143/151 cv. O propulsor 1.6 THP, de 165 cv, também seria muito bem-vindo.
Com apenas as medidas de comprimento e largura divulgadas, fica a impressão de que o 2008 será pequeno demais, especialmente se comparado aos principais concorrentes. O novo Peugeot mede 4,14 m de comprimento (18 cm a mais do que o 208). Mas isso não significa que ele terá espaço interno ruim (característica do finado 206, do 207 Brasil e do 207 Passion).
Primeiro porque sua largura é semelhante à dos adversários (1,739 m - a mesma do 208). Segundo porque, como o 2008 tem como base a plataforma do 208, sua distância entre-eixos deve ter, pelo menos, os 2,538 m do hatch - número superior ao do novo EcoSport, por exemplo. Mas vamos esperar para ver.
Assim como o 208, o 2008 é bonito e moderno. Se tiver uma lista de equipamentos interessante e preços competitivos (inferiores ou iguais aos do Duster), será um representante bem atraente do segmento no Brasil, com muita chance de sucesso.
O 2008 é uma ponto importante para a Peugeot crescer no Brasil, pois entrará em um segmento inédito para a marca no país. E a chance de sucesso de 2008 aumenta ainda mais se pensarmos nas lições aprendidas com o fracasso total da picape 207 Hoggar, que sempre teve um pífio desempenho de vendas - fechou 2012 atrás da jurássica Ford Courier e, somando os emplacamentos de janeiro a dezembro (12 meses), não conseguiu superar os números da Fiat Strada apenas em dezembro, por exemplo.
Peugeot 2008
Comprimento: 4,14 m
Largura: 1,739 m
Entre-eixos: ? (pelo menos 2,538 m do 208)
Porta-malas: ? (pelo menos 285 litros do 208)
Ford EcoSport (novo)
Comprimento: 4,24 m
Largura: 1,77 m
Entre-eixos: 2,52 m
Porta-malas: 362 litros
Renault Duster
Comprimento: 4,315 m
Largura: 1,822 m
Entre-eixos: 2,673 m
Porta-malas: 475 litros (400 litros - 4x4)
Chevrolet Tracker (Trax/Enjoy)
Comprimento: 4,248 m
Largura: 1,776 m
Entre-eixos: 2,555 m
Porta-malas: 358 litros
Por último, espero que a Peugeot também lance por aqui o sedã 301, que é mais bonito, moderno e espaçoso do que o ultrapassado 207 Passion.
Fotos: Peugeot/Divulgação
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Chevrolet faz recall do Onix 1.0
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| Chevrolet/Divulgação |
Segundo a montadora, as rodas podem ter arestas que causariam cortes internos nos pneus durante o processo de montagem. Estão envolvidos no recall as unidades com chassis entre DG129064 a DG209603, fabricadas entre 24 de agosto de 2012 e 15 de dezembro de 2012.
Os Onix com defeito terão suas rodas substituídas e, caso seja necessário, os pneus também serão trocados. O serviço será realizado gratuitamente e tem duração estimada de 90 minutos. Mais informações podem ser obtidas no site da empresa ou pelo Serviço de Atendimento Chevrolet (0800 702 4200).
Outros recalls
No último trimestre de 2012, a marca também convocou Agile 2013, Montana 2013 e Classic 2013 para respectivos recalls.
No caso do veterano sedã, os modelos com airbag e sem ar-condicionado, fabricados entre 3 de julho de 2012 e 10 de outubro de 2012, com chassis de DB146382 a DB172060 e de DC100004 a DC113546, devem comparecer às concessionárias da Chevrolet para substituição da barra de impacto do para-choque dianteiro. Em caso de colisão frontal, pode interferir no adequado funcionamento do airbag, com risco de dano pessoal aos ocupantes do veículo. O serviço é gratuito e o tempo estimado para a sua realização é de 1 (uma) hora.
Chevrolet Agile 2013
Data Inicial e Final de Fabricação: de 04 de outubro de 2012 a 23 de novembro de 2012
Nº de série do chassi: De DR141160 a DR175496
Chevrolet Montana 2013
Data Inicial e Final de Fabricação: de 19 de setembro de 2012 a 23 de novembro de 2012
Nº de série do chassi: De DB152440 a DB205070
Na dupla Agile e Montana 2013, o problema está na tubulação de alimentação de combustível, que pode vazar, criando risco de incêndio. Os proprietários devem levar seus modelos para a verificação e eventual substituição da tubulação de alimentação de combustível. O serviço é gratuito e o tempo estimado para a sua realização é de 15 (quinze) minutos.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Série Especial Itália se espalha pelos modelos Fiat
Para comemorar o encerramento do “Momento Itália-Brasil” (MIB), a Fiat estende o conceito da Série Especial Itália para boa parte da sua gama de modelos no Brasil. Depois do Uno Vivace, agora é a vez do novo Palio, Punto, Idea e Strada ficarem "mais italianos".
Todos os carros vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, faróis com máscara negra, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas para as portas e badge Itália. Além disso, Novo Palio, Punto e Idea ainda recebem rádio CD MP3, chave canivete com telecomando, faróis de neblina e retrovisores externos elétricos, entre outros.
A lista de itens de conforto é muito boa, mas senti falta de mais itens de segurança, como o Kit HSD (airbag duplo e ABS) para todos os modelos. Estes equipamentos são de série apenas nos veículos 1.4: Punto Attractive, Idea Attractive, Strada Working Cabine Dupla e no novo Palio Attractive. Nos 1.0 eles continuam opcionais.
Uno
O Uno Vivace tem novas rodas de liga leve aro 14’’ com pintura exclusiva, faróis com máscara negra, lanterna fumê, spoiler na tampa traseira, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, anéis estéticos no para-choque dianteiro, sigla Uno com tema Itália, badge Itália aplicado na coluna C, além de moldura central do painel de instrumentos na cor preto brilhante, quadro de instrumentos com econômetro e conta-giros, novo tecido exclusivo com bordado Itália nos bancos dianteiros, painéis de porta revestidos parcialmente em tecido, volante bi-textura, detalhes internos na cor cinza, como os comandos do ar-condicionado, e outros itens internos que oferecem mais praticidade e conforto aos clientes.
Além dos equipamentos citados acima, o Uno tem ainda faróis de neblina, volante com regulagem de altura, pré-disposição para rádio, desembaçador, lavador e limpador do vidro traseiro, entre outros. O Uno Especial Itália pode ser encontrado nas cores Prata Bari, Preto Vesúvio, Vermelho Alpine, Branco Bachisa e Cinza Scandium.
Confira os preços de cada versão:
Uno Vivace 1.0 - Kit Série Especial Itália - R$ 31.430 (R$ 32.180 com pintura metálica)
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840
Novo Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950
Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870
Strada Working 1.4 C.S. - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590
Strada Working 1.4 C.E. - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640
Strada Working 1.4 C.D. - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490
Todos os carros vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, faróis com máscara negra, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas para as portas e badge Itália. Além disso, Novo Palio, Punto e Idea ainda recebem rádio CD MP3, chave canivete com telecomando, faróis de neblina e retrovisores externos elétricos, entre outros.
A lista de itens de conforto é muito boa, mas senti falta de mais itens de segurança, como o Kit HSD (airbag duplo e ABS) para todos os modelos. Estes equipamentos são de série apenas nos veículos 1.4: Punto Attractive, Idea Attractive, Strada Working Cabine Dupla e no novo Palio Attractive. Nos 1.0 eles continuam opcionais.
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| Fotos: Fiat/Divulgação |
O Uno Vivace tem novas rodas de liga leve aro 14’’ com pintura exclusiva, faróis com máscara negra, lanterna fumê, spoiler na tampa traseira, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, anéis estéticos no para-choque dianteiro, sigla Uno com tema Itália, badge Itália aplicado na coluna C, além de moldura central do painel de instrumentos na cor preto brilhante, quadro de instrumentos com econômetro e conta-giros, novo tecido exclusivo com bordado Itália nos bancos dianteiros, painéis de porta revestidos parcialmente em tecido, volante bi-textura, detalhes internos na cor cinza, como os comandos do ar-condicionado, e outros itens internos que oferecem mais praticidade e conforto aos clientes.
Além dos equipamentos citados acima, o Uno tem ainda faróis de neblina, volante com regulagem de altura, pré-disposição para rádio, desembaçador, lavador e limpador do vidro traseiro, entre outros. O Uno Especial Itália pode ser encontrado nas cores Prata Bari, Preto Vesúvio, Vermelho Alpine, Branco Bachisa e Cinza Scandium.
Confira os preços de cada versão:
Uno Vivace 1.0 - Kit Série Especial Itália - R$ 31.430 (R$ 32.180 com pintura metálica)
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890
Novo Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840
Novo Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950
Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870
Strada Working 1.4 C.S. - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590
Strada Working 1.4 C.E. - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640
Strada Working 1.4 C.D. - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490
Marcadores:
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Punto,
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Strada,
Uno,
Vivace,
Working
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Em noite da Ford, Hyundai HB20 é eleito o Carro do Ano 2013 no Brasil
A Ford tentou roubar todas as atenções, e quase conseguiu, mas quem saiu com o maior sorriso no rosto da noite de ontem foi a Hyundai, que viu o HB20 ser eleito o Carro do Ano 2013, prêmio mais importante da imprensa nacional.
Veículos inéditos e modelos que passaram por mudanças significativas ao longo dos últimos 12 meses participaram das categorias da premiação, que neste ano chegou a 46ª edição.
Fabricado em Piracicaba (SP), o coreano verde-amarelo foi escolhido por um júri formado por jornalistas de todo o Brasil e pela equipe da revista Autoesporte. Levando em consideração os finalistas e o peso que representa a chegada do HB20, a escolha foi certa. Se o Toyota Etios fosse mais ousado e moderno, é bem provável que ele pudesse ter levado o título.
Dos outros sete prêmios da noite, a Ford levou cinco: Carro Premium do Ano, com o novo Fusion; Picape do Ano, com a Ranger; Utilitário do Ano, com o EcoSport, Motor acima de 2.0, com o 3.2 20V Turbodiesel da Ranger; e Carro Verde do Ano, com o Fusion Hybrid.
A vitória do EcoSport também era outra que estava "na cara". O modelo representou um marco para a Ford e para a indústria nacional quando foi lançado. Agora, na sua segunda geração, a marca espera que o seu SUV a leve para voos ainda mais altos.
Com o de Motor abaixo de 2.0, pelo 1.4 TSFI do A1, e com o título de Utilitário Premium do Ano dado ao Q3, a Audi levou os outros dois prêmios da noite.
Da lista abaixo, que tem os vencedores sublinhados, o único que eu "votei" diferente foi a Picape do Ano. Eu pensava que a Chevrolet S10 seria eleita, por causa da sua história e importância para o mercado nacional. A Ranger também é uma picape excelente, mas a S10 marcou muito mais o nosso país.
Carro do Ano
Chevrolet Sonic
Citroën C3
Hyundai HB20
Peugeot 308
Toyota Etios
Carro Premium do Ano
Audi A5
BMW Série 3
Ford Fusion
Mercedes Classe B
Peugeot 508
Utilitário do Ano
Audi Q3
Dodge Durango
Ford EcoSport
Honda CR-V
Lexus RX 350
Picape do Ano
Chevrolet S10
Ford Ranger
RAM 2500
Toyota Hilux
Volkswagen Amarok
Motores até 2.000 cm3
1.4 TFSI Audi A1
1.5 Citroën C3
1.6 16V Nissan March/Versa
1.6 Turbo Mercedes Classe B
2.0 16V Turbo BMW 328i
Motores acima de 2.000 cm3
2.5 16V flex da Ford Ranger
2.8 16V Turbo a diesel Chevrolet S10
3.0 Turbo Lexus iS 300
3.0 V6 Hyundai Azera
3.2 20V Turbo diesel Ford Ranger
Executivo do Ano
Jaime Ardila, Presidente da GM na América do Sul
Publicidade do Ano
Honda, com a campanha de lançamento do City 2013
Site do Ano
Fiat
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| Hyundai HB20 - Carro do Ano 2013 (Hyundai/Divulgação) |
Fabricado em Piracicaba (SP), o coreano verde-amarelo foi escolhido por um júri formado por jornalistas de todo o Brasil e pela equipe da revista Autoesporte. Levando em consideração os finalistas e o peso que representa a chegada do HB20, a escolha foi certa. Se o Toyota Etios fosse mais ousado e moderno, é bem provável que ele pudesse ter levado o título.
Dos outros sete prêmios da noite, a Ford levou cinco: Carro Premium do Ano, com o novo Fusion; Picape do Ano, com a Ranger; Utilitário do Ano, com o EcoSport, Motor acima de 2.0, com o 3.2 20V Turbodiesel da Ranger; e Carro Verde do Ano, com o Fusion Hybrid.
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| Ford EcoSport é o Utilitário do Ano 2013 (Ford/Divulgação) |
Com o de Motor abaixo de 2.0, pelo 1.4 TSFI do A1, e com o título de Utilitário Premium do Ano dado ao Q3, a Audi levou os outros dois prêmios da noite.
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| Ford Fusion é o Carro Premium do Ano 2013 (Ford/Divulgação) |
Carro do Ano
Chevrolet Sonic
Citroën C3
Hyundai HB20
Peugeot 308
Toyota Etios
Carro Premium do Ano
Audi A5
BMW Série 3
Ford Fusion
Mercedes Classe B
Peugeot 508
Utilitário do Ano
Audi Q3
Dodge Durango
Ford EcoSport
Honda CR-V
Lexus RX 350
Picape do Ano
Chevrolet S10
Ford Ranger
RAM 2500
Toyota Hilux
Volkswagen Amarok
Motores até 2.000 cm3
1.4 TFSI Audi A1
1.5 Citroën C3
1.6 16V Nissan March/Versa
1.6 Turbo Mercedes Classe B
2.0 16V Turbo BMW 328i
Motores acima de 2.000 cm3
2.5 16V flex da Ford Ranger
2.8 16V Turbo a diesel Chevrolet S10
3.0 Turbo Lexus iS 300
3.0 V6 Hyundai Azera
3.2 20V Turbo diesel Ford Ranger
Executivo do Ano
Jaime Ardila, Presidente da GM na América do Sul
Publicidade do Ano
Honda, com a campanha de lançamento do City 2013
Site do Ano
Fiat
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Renault mostra oficialmente o "novo" Clio e Peugeot se prepara a chegada do belo 208
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| Marca colocou a palavra CLIO logo abaixo do emblema |
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| Renault deve apostar na personalização do Clio, com adesivos e outros detalhes |
Por dentro, nenhuma alteração foi confirmada oficialmente, mas algumas mudanças são esperadas, como no acabamento e no painel de instrumentos. O espaço para os ocupantes e no porta-malas deve pernanecer o mesmo. Debaixo do capô, o Clio terá o motor 1.0 16V flex, que, no momento, desenvolve 76 cv de potência e 10 mkgf de torque com gasolina e 77 cv e 10,2 mkgf com etanol no Renault. Não será surpresa se este propulsor recebe algumas mudanças, já que a marca francesa quer que o Clio seja referência de consumo para o segmento. No March, a motorização 1.0 16V tem 74 cv e 10 mkgf com qualquer combustível.
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| Traseira tem nova tampa do porta-malas, faróis com nova disposição de luzes e detalhe preto no para-choque |
Desta forma, e com os três anos de garantia, a marca francesa teria um representante de peso para desbancar quase todos os concorrentes no Brasil - e compensaria o fato de ainda termos uma geração bem ultrapassada do Clio no país.
Fechando a Renault, a marca também poderia dar um tapa no visual do Symbol (Clio Sedan), o deixando visualmente mais atrativo, além de trabalhá-lo melhor comercialmente, como ela fez com a perua Grand Tour, que ficou relativamente popular no final da vida. Já imaginaram o Clio hatch completo saindo por R$ 27.000 e o Symbol mais bonito e completo, com motor 1.6 16V, por R$ 36.000 manual e R$ 38.500 automático? A Renault desbancaria a Ford da quarta colocação do mercado nacional.
Marca do leão
Já a Peugeot tenta recuperar o terreno perdido com a chegada do belo compacto 208. Depois do fracasso da família 207 (especialmente a picape Hoggar e a perua SW), finalmente a marca vai lançar, no primeiro semestre do ano que vem, um veículo com alto potencial de vendas.
Diferente do que aconteceu com o 207 (um 206,5 por aqui), teremos no Brasil o verdadeiro 208. Assim como o seu irmão C3 (o novo), o 208 aposta no visual moderno e na tecnologia como diferenciais para vencer a concorrência.
O design é realmente bonito. Gostei muito da harmonia entre a dianteira e a traseira.
Não sabemos se o novo Peugeot sofrerá simplificações para rodar por aqui, mas espero que o teto solar panorâmico, as luzes de LEDs nos faróis e o sistema multimídia com tela sensível ao toque integrada ao painel sejam mantidos, mesmo que nas versões intermediárias e na topo de linha.
Em relação às motorizações, podem esperar que o Peugeot 208 será vendido por aqui com motor 1.5 8V, que desenvolve 89 cv de potência e 13,5 mkgf de torque com gasolina e 93 cv e 14,2 mkgf com etanol, com câmbio manual de cinco marchas; e o 1.6 16V sem o tanquinho de partida a frio, que gera 115 cv e 15,5 mkgf com gasolina e 122 cv e 16,4 mkgf com etanol - com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro marchas (BVA).
Quem sabe a Peugeot não surpreende e lança o 208 1.6 THP, com motor turbo e câmbio de seis marchas? Seria um compacto esportivo bem interessante. Sobre o 207 atual, o hatch ficará vivo no mercado, enquanto Hoggar e 207 SW devem ser os primeiros a morrer. O 207 Passio viveria (com ajuda de aparelhos) por mais algum tempo.
Fotos - Clio: Renault/Divulgação // 208: Peugeot/Divulgação
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Toyota inaugura nova fábrica e nova fase no Brasil
Assim como aconteceu com outras marcas no Brasil, a Toyota se prepara para iniciar uma nova e importante fase no Brasil. Com a inauguração da fábrica de Sorocaba (SP), e com o anúncio de uma nova fábrica de motores, prevista para entrar em funcionamento em 2015, a marca japonesa iniciará uma forte expansão no país.
O próximo "passo prático" é lançar o "popular" Etios, nas carrocerias hatch e sedã, com duas opções de motor: 1.3 e 1.5 - ambos flex.
Essa manobra da Toyota é muito bem-vinda. Quanto mais concorrentes e opções de compra, melhor para o consumidor - ainda mais de uma baita empresa como a Toyota.
Vejam mais detalhes na matéria abaixo.
Toyota fortalece sua presença com US$ 1,1 bi
FONTE: Estadão via MSN
Com a inauguração ontem, em Sorocaba (SP), de sua terceira fábrica no País e o anúncio da unidade de motores para 2015, na vizinha Porto Feliz, a Toyota, maior fabricante de veículos do mundo, finalmente coloca em prática seu plano de estar entre as maiores montadoras do Brasil. As duas novas unidades somam investimentos de US$ 1,1 bilhão.
O grupo está no País há 54 anos, mas só agora passa a atuar no segmento de compactos, responsável por 65% das vendas de automóveis. Com o início da produção do Etios, a marca japonesa espera dobrar suas vendas até 2014, para cerca de 200 mil unidades ao ano.
No ano passado, com 99,2 mil unidades vendidas, a marca obteve menos de 3% de participação nas vendas de automóveis e comerciais leves e ficou em sétimo lugar no ranking, atrás de Fiat, Volkswagen, GM, Ford, Renault e Hyundai. "Vamos estar entre as maiores montadoras brasileiras ainda nesta década", disse ontem o presidente da Toyota Mercosul, Shunichi Nakanichi, durante a cerimônia de inauguração da filial de Sorocaba.
A unidade inicia operações com capacidade produtiva de 70 mil carros por ano, mas já há expectativas de ampliar para 100 mil, de acordo com a demanda do mercado pelo novo carro. Os planos, no entanto, são de ir muito além, já que o complexo tem licença ambiental para produzir até 400 mil carros ao ano.
A fábrica de Sorocaba tem 1,5 mil funcionários e o parque ao lado, com 11 fornecedores, tem outros 1,5 mil, mas a ideia é de ampliação gradativa de pessoal. Ao todo, o grupo emprega hoje 4,7 mil trabalhadores no País.
Já a nova fábrica exclusiva para motores em Porto Feliz (SP) vai gerar entre 600 e 700 postos. O terreno foi adquirido há menos de três meses pela empresa. "A decisão de ter essa fábrica é recente e foi tomada em razão do novo regime automotivo", informou o vice-presidente da Toyota Mercosul, Luiz Carlos Andrade. O novo regime entra em vigor em 2013 e reduz impostos para empresas com maior índice de conteúdo local.
Até 2015, quando a nova unidade entrará em operação, os motores do Etios serão importados do Japão, como ocorre hoje com o Corolla, produzido em Indaiatuba (SP) desde 1998. Com os propulsores nas versões 1.3, 1.5, 1.8 e 2.0, o índice médio de nacionalização dos dois automóveis passará de 65% para 85%.
"A decisão de montar 200 mil motores por ano significa que daqui para a frente o grupo vai colaborar ainda mais fortemente com a manufatura e os recursos humanos no Brasil", afirmou o presidente mundial da companhia, Akio Toyoda.
Carro brasileiro. "O Etios é um verdadeiro carro brasileiro", acrescentou Toyoda. O modelo foi desenvolvido para mercados emergentes e já é produzido na Índia. Segundo ele, a engenharia local teve importante participação no desenvolvimento.
O grupo está no País há 54 anos, onde iniciou operações como importador. A primeira fabrica local, e também a primeira fora do Japão, foi inaugurada em 1962 em São Bernardo do Campo para produzir o jipe Bandeirante. Hoje só faz componentes. A filial de Indaiatuba produz o sedã Corolla e a inaugurada ontem fará o Etios nas versões hatch e sedã. "Consideramos outras variações de modelos para o futuro", avisou Hisayuti Inoue, diretor da Toyota no Japão.
Inoue afirmou ter consciência do "pequeno atraso" do grupo em entrar no segmento de carros compactos no Brasil, mas disse que a empresa "vai encarar essa desvantagem como vantagem". Segundo ele, a Toyota aprendeu muito com as outras montadoras que atuam no segmento há mais tempo e pôde pesquisar as insatisfações e desejos dos consumidos brasileiros.
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, ressaltou que o Brasil caminha para um mercado de 4 milhões de veículos ao ano e que a inauguração da nova empresa "mostra que o Brasil está longe da crise".
O Etios chegará às lojas em setembro, com preço inicial na casa dos R$ 35 mil e vai disputar mercado com modelos como Gol, Palio, Fiesta e, principalmente, o HB20 que a coreana Hyundai produzirá em Piracicaba (SP). A Toyota informou ter planos de exportar o Etios para países do Mercosul, mas, por enquanto, toda a produção será destinada ao mercado brasileiro.
O próximo "passo prático" é lançar o "popular" Etios, nas carrocerias hatch e sedã, com duas opções de motor: 1.3 e 1.5 - ambos flex.
Essa manobra da Toyota é muito bem-vinda. Quanto mais concorrentes e opções de compra, melhor para o consumidor - ainda mais de uma baita empresa como a Toyota.
Vejam mais detalhes na matéria abaixo.
Toyota fortalece sua presença com US$ 1,1 bi
FONTE: Estadão via MSN
Com a inauguração ontem, em Sorocaba (SP), de sua terceira fábrica no País e o anúncio da unidade de motores para 2015, na vizinha Porto Feliz, a Toyota, maior fabricante de veículos do mundo, finalmente coloca em prática seu plano de estar entre as maiores montadoras do Brasil. As duas novas unidades somam investimentos de US$ 1,1 bilhão.
O grupo está no País há 54 anos, mas só agora passa a atuar no segmento de compactos, responsável por 65% das vendas de automóveis. Com o início da produção do Etios, a marca japonesa espera dobrar suas vendas até 2014, para cerca de 200 mil unidades ao ano.
No ano passado, com 99,2 mil unidades vendidas, a marca obteve menos de 3% de participação nas vendas de automóveis e comerciais leves e ficou em sétimo lugar no ranking, atrás de Fiat, Volkswagen, GM, Ford, Renault e Hyundai. "Vamos estar entre as maiores montadoras brasileiras ainda nesta década", disse ontem o presidente da Toyota Mercosul, Shunichi Nakanichi, durante a cerimônia de inauguração da filial de Sorocaba.
A unidade inicia operações com capacidade produtiva de 70 mil carros por ano, mas já há expectativas de ampliar para 100 mil, de acordo com a demanda do mercado pelo novo carro. Os planos, no entanto, são de ir muito além, já que o complexo tem licença ambiental para produzir até 400 mil carros ao ano.
A fábrica de Sorocaba tem 1,5 mil funcionários e o parque ao lado, com 11 fornecedores, tem outros 1,5 mil, mas a ideia é de ampliação gradativa de pessoal. Ao todo, o grupo emprega hoje 4,7 mil trabalhadores no País.
Já a nova fábrica exclusiva para motores em Porto Feliz (SP) vai gerar entre 600 e 700 postos. O terreno foi adquirido há menos de três meses pela empresa. "A decisão de ter essa fábrica é recente e foi tomada em razão do novo regime automotivo", informou o vice-presidente da Toyota Mercosul, Luiz Carlos Andrade. O novo regime entra em vigor em 2013 e reduz impostos para empresas com maior índice de conteúdo local.
Até 2015, quando a nova unidade entrará em operação, os motores do Etios serão importados do Japão, como ocorre hoje com o Corolla, produzido em Indaiatuba (SP) desde 1998. Com os propulsores nas versões 1.3, 1.5, 1.8 e 2.0, o índice médio de nacionalização dos dois automóveis passará de 65% para 85%.
"A decisão de montar 200 mil motores por ano significa que daqui para a frente o grupo vai colaborar ainda mais fortemente com a manufatura e os recursos humanos no Brasil", afirmou o presidente mundial da companhia, Akio Toyoda.
Carro brasileiro. "O Etios é um verdadeiro carro brasileiro", acrescentou Toyoda. O modelo foi desenvolvido para mercados emergentes e já é produzido na Índia. Segundo ele, a engenharia local teve importante participação no desenvolvimento.
O grupo está no País há 54 anos, onde iniciou operações como importador. A primeira fabrica local, e também a primeira fora do Japão, foi inaugurada em 1962 em São Bernardo do Campo para produzir o jipe Bandeirante. Hoje só faz componentes. A filial de Indaiatuba produz o sedã Corolla e a inaugurada ontem fará o Etios nas versões hatch e sedã. "Consideramos outras variações de modelos para o futuro", avisou Hisayuti Inoue, diretor da Toyota no Japão.
Inoue afirmou ter consciência do "pequeno atraso" do grupo em entrar no segmento de carros compactos no Brasil, mas disse que a empresa "vai encarar essa desvantagem como vantagem". Segundo ele, a Toyota aprendeu muito com as outras montadoras que atuam no segmento há mais tempo e pôde pesquisar as insatisfações e desejos dos consumidos brasileiros.
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, ressaltou que o Brasil caminha para um mercado de 4 milhões de veículos ao ano e que a inauguração da nova empresa "mostra que o Brasil está longe da crise".
O Etios chegará às lojas em setembro, com preço inicial na casa dos R$ 35 mil e vai disputar mercado com modelos como Gol, Palio, Fiesta e, principalmente, o HB20 que a coreana Hyundai produzirá em Piracicaba (SP). A Toyota informou ter planos de exportar o Etios para países do Mercosul, mas, por enquanto, toda a produção será destinada ao mercado brasileiro.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Alta Roda - Lançamentos em cadeia
O calendário está ficando cada vez mais curto para tantas novidades no mercado brasileiro, sem contar o que chega do exterior de países que não Argentina e México, com os quais o BrasilL fez acordos comerciais e taxação diferenciada. O monovolume Chevrolet Spin e as novas picapes Ford Ranger foram apresentadas à imprensa com intervalo de três dias. As vendas de ambos começam ao longo deste mês.
O Spin, baseado na mesma plataforma do Cobalt, toma o lugar do Meriva e acrescenta uma versão de sete lugares. O Zafira, também de sete lugares, na prática deixou de ter um sucessor, pois se derivava do médio-compacto Astra e a distância entre-eixos era 8 cm maior. Curiosamente, o Spin é 2,5 cm mais comprido que o Zafira, mas se trata de veículos de conceitos e gerações diferentes. Na Europa, a Opel produz Meriva e Zafira bastante diferentes entre si e do que deixou de ser produzido aqui.
Livina e Grand Livina (sete lugares), Idea e C3 Picasso, além do chinês J6, são rivais em um segmento que encolheu ao passar do tempo com o avanço de sedãs e SUVs. Esteticamente o Spin não empolga, em especial na harmonia entre frente e traseira. A configuração interna reserva bom espaço para cabeça, pernas e ombros: ora perde, ora ganha por diferenças milimétricas dos concorrentes da Nissan e da Fiat. Na média, um pouco melhor.
Painel e acabamento, iguais ao do Cobalt, apostam na boa relação custo-benefício. A terceira fileira de bancos, previsivelmente, tem acesso razoável para entrar e nem tanto para sair. O Chevrolet destaca 32 porta-objetos e maior porta-malas (5 lugares, 710 litros; 7 lugares, 162 litros apenas). Entre os acessórios de concessionárias há câmera de ré.
Seu motor de 1,8 litro (108 cv/17,1 kgfm) ficou mais econômico, porém perdeu potência e torque em relação ao anterior, fato desabonador. Preços demonstram que poderá segurar a liderança entre os seus pares: LT parte de R$ 44.590 e LTZ, de R$ 50.990. Por pouco menos de R$ 4.000, LTZ pode vir com câmbio automático de 6 marchas e controle de cruzeiro.
Quanto à Ranger, a Ford executou um trabalho realmente forte. Investiu mais de US$ 1 bilhão, recriou tudo na sua picape média e cobriu quase todo o espectro do segmento. A oferta impressiona: três motores (dois a diesel e um flex), três caixas de câmbio (duas manuais de 5 ou 6 marchas e automática, de 6), quatro versões de acabamento, cabines dupla e simples, tração 4x2 (só com motor flex) e 4x4. O motor diesel, um 5-cilindros de 3,2 l de origem Ford, é o mais potente entre as picapes: 200 cv. Torque de 47,9 kgf.m se iguala ao da S10. O motor flex de 2,5 l/173 cv é o mesmo do novo Fusion, com diferente calibragem.
Linhas imponentes destacam a forte inclinação do para-brisa e um arco de segurança estilizado, sem exageros. O nome Ranger aparece valorizado em friso cromado frontal e na tampa da caçamba. Generosa distância entre-eixos, de 3,22 m, garante bom espaço para joelhos de quem senta no banco traseiro. Evolução marcante no interior inclui quadro de instrumentos de visual moderno e tela multimídia de 5 pol para navegador GPS. Acabamento surpreende e não existem parafusos aparentes. Câmera de ré (imagem no retrovisor) fica embutida no emblema traseiro.
Capacidade de carga – até 1,4 tonelada – e de ultrapassar cursos de água (vau) – 80 cm – também são referências na categoria. Posição de guiar assemelha-se à de um automóvel e com os mesmo recursos, nas versões mais caras, como comandos elétricos nos bancos. Suspensões e nível de ruído estão bem melhores que antes. Câmbio manual de 6 marchas mostra alguma imprecisão, mas o automático é muito bom. Controle de trajetória com oito funções e seis airbags colocam em nível alto a segurança. Os preços, bem competitivos, vão de R$ 61.900 a R$ 130.900.
Em comum, Spin e Ranger oferecem três anos de garantia total, que deveria ser o padrão no Brasil.
RODA VIVA
APENAS no primeiro semestre de 2013 a filial argentina da PSA Peugeot Citroën terá fôlego para colocar em produção o sucessor do Citroën C4 Pallas. Linhas já são conhecidas porque o carro estará à venda antes na China, como C-Elysée e C4 L (entre-eixos maior), e fotos foram divulgadas. Como de praxe, os modelos do oriente e do ocidente não serão idênticos.
NOVO Série 3, da BMW, chegou ao mercado brasileiro nas versões 328i, 245 cv (R$ 171.400 a R$ 229.950) e de topo 335i, 306 cv (R$ 294.950). Em um mês, o 320i, de menor preço e mais vendido, partirá R$ 129.950. Os valores comprovam que os importadores apertaram bem suas margens para competir. Série 3 tem ido além do esperado no mercado mundial.
TRAJETÓRIA da AMG completa 45 anos como uma operação de sucesso de “esportivação” de modelos de rua. Especializada em produtos da Mercedes-Benz, foi comprada pela marca alemã aos poucos e há sete anos é uma divisão integral da companhia. SLK 55 AMG, motor V-8 biturbo de 421 cv/55 kgfm, acaba de ser lançado no Brasil. Preço: US$ 244.900 (R$ 485.000).
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| Chevrolet/Divulgação |
Livina e Grand Livina (sete lugares), Idea e C3 Picasso, além do chinês J6, são rivais em um segmento que encolheu ao passar do tempo com o avanço de sedãs e SUVs. Esteticamente o Spin não empolga, em especial na harmonia entre frente e traseira. A configuração interna reserva bom espaço para cabeça, pernas e ombros: ora perde, ora ganha por diferenças milimétricas dos concorrentes da Nissan e da Fiat. Na média, um pouco melhor.
Painel e acabamento, iguais ao do Cobalt, apostam na boa relação custo-benefício. A terceira fileira de bancos, previsivelmente, tem acesso razoável para entrar e nem tanto para sair. O Chevrolet destaca 32 porta-objetos e maior porta-malas (5 lugares, 710 litros; 7 lugares, 162 litros apenas). Entre os acessórios de concessionárias há câmera de ré.
Seu motor de 1,8 litro (108 cv/17,1 kgfm) ficou mais econômico, porém perdeu potência e torque em relação ao anterior, fato desabonador. Preços demonstram que poderá segurar a liderança entre os seus pares: LT parte de R$ 44.590 e LTZ, de R$ 50.990. Por pouco menos de R$ 4.000, LTZ pode vir com câmbio automático de 6 marchas e controle de cruzeiro.
Quanto à Ranger, a Ford executou um trabalho realmente forte. Investiu mais de US$ 1 bilhão, recriou tudo na sua picape média e cobriu quase todo o espectro do segmento. A oferta impressiona: três motores (dois a diesel e um flex), três caixas de câmbio (duas manuais de 5 ou 6 marchas e automática, de 6), quatro versões de acabamento, cabines dupla e simples, tração 4x2 (só com motor flex) e 4x4. O motor diesel, um 5-cilindros de 3,2 l de origem Ford, é o mais potente entre as picapes: 200 cv. Torque de 47,9 kgf.m se iguala ao da S10. O motor flex de 2,5 l/173 cv é o mesmo do novo Fusion, com diferente calibragem.
Linhas imponentes destacam a forte inclinação do para-brisa e um arco de segurança estilizado, sem exageros. O nome Ranger aparece valorizado em friso cromado frontal e na tampa da caçamba. Generosa distância entre-eixos, de 3,22 m, garante bom espaço para joelhos de quem senta no banco traseiro. Evolução marcante no interior inclui quadro de instrumentos de visual moderno e tela multimídia de 5 pol para navegador GPS. Acabamento surpreende e não existem parafusos aparentes. Câmera de ré (imagem no retrovisor) fica embutida no emblema traseiro.
Capacidade de carga – até 1,4 tonelada – e de ultrapassar cursos de água (vau) – 80 cm – também são referências na categoria. Posição de guiar assemelha-se à de um automóvel e com os mesmo recursos, nas versões mais caras, como comandos elétricos nos bancos. Suspensões e nível de ruído estão bem melhores que antes. Câmbio manual de 6 marchas mostra alguma imprecisão, mas o automático é muito bom. Controle de trajetória com oito funções e seis airbags colocam em nível alto a segurança. Os preços, bem competitivos, vão de R$ 61.900 a R$ 130.900.
Em comum, Spin e Ranger oferecem três anos de garantia total, que deveria ser o padrão no Brasil.
RODA VIVA
APENAS no primeiro semestre de 2013 a filial argentina da PSA Peugeot Citroën terá fôlego para colocar em produção o sucessor do Citroën C4 Pallas. Linhas já são conhecidas porque o carro estará à venda antes na China, como C-Elysée e C4 L (entre-eixos maior), e fotos foram divulgadas. Como de praxe, os modelos do oriente e do ocidente não serão idênticos.
NOVO Série 3, da BMW, chegou ao mercado brasileiro nas versões 328i, 245 cv (R$ 171.400 a R$ 229.950) e de topo 335i, 306 cv (R$ 294.950). Em um mês, o 320i, de menor preço e mais vendido, partirá R$ 129.950. Os valores comprovam que os importadores apertaram bem suas margens para competir. Série 3 tem ido além do esperado no mercado mundial.
TRAJETÓRIA da AMG completa 45 anos como uma operação de sucesso de “esportivação” de modelos de rua. Especializada em produtos da Mercedes-Benz, foi comprada pela marca alemã aos poucos e há sete anos é uma divisão integral da companhia. SLK 55 AMG, motor V-8 biturbo de 421 cv/55 kgfm, acaba de ser lançado no Brasil. Preço: US$ 244.900 (R$ 485.000).
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Alta Roda - Espaço prioritário
Um dos maiores desafios que os fabricantes de veículos terão pela frente é encolher o tamanho externo dos carros, sem comprometer espaço e conforto internos. O objetivo de diminuir o consumo de combustível – e consequentemente emissões de CO2, um dos gases de efeito estufa – não pode depender exclusivamente de motores, transmissões e novos materiais leves. Economizar peso depende também de dimensões externas menores.
Essa batalha concentra-se especialmente nos EUA, onde há rigorosas metas compulsórias de economia de combustível em médio e longo prazos, e existe uma cultura de desperdício de espaço nos automóveis. Na realidade, essa é uma preocupação mundial porque rearranjar o habitáculo a fim de melhorar a vida a bordo está entre as prioridades de qualquer mercado. Mesmo naqueles onde carros menores são os preferidos por seu menor preço, como é o caso do Brasil e vários outros. Afinal, congestionamentos e escassez de lugares para estacionar são comuns.
Engenheiros, tanto de fabricantes como de fornecedores, terão que se aproximar de arquitetos de interiores ao criar futuros modelos. Especialistas ouvidos pela Automotive News indicam os caminhos traçados de forma geral: bancos mais finos; controles, comandos e botões menores na cabine; linhas do teto repensadas; motores e câmbios compactos que exigem menos volume sob o capô (de quebra adicionam espaço ao habitáculo); mudanças na arquitetura dos chassis para colocar eixos dianteiro e traseiro o máximo possível nas extremidades.
A questão não se resolve apenas reposicionando as colunas da carroceria para conseguir lugar extra para cabeças e pernas. As colunas precisam ser também mais finas sem perder resistência. Trata-se de uma luta por cada centímetro aqui ou acolá. Entre os exemplos estão o novo Beetle cujo desenho do teto foi “achatado”, juntamente com o maior entre-eixos, e o Toyota iQ, de apenas três metros de comprimento, que reposicionou desde o tanque de combustível até a caixa de direção, além de compactar o sistema de ar-condicionado.
Especialista em bancos, a francesa Faurecia admite que inspiração possa vir das cadeiras de escritório, compactas e confortáveis. Mas há dúvidas se os compradores aceitariam desenhos arrojados nos bancos dianteiros, que proporcionam ganho sensível de espaço para as pernas do passageiro atrás. Precisa combinar com quem senta na frente, também desejoso de conforto...
A empresa trabalha em uma nova geração de bancos prevista para estrear em 2014. Não terá estrutura convencional metálica e será fabricado em resina e termoplásticos, o que também diminuirá a massa do conjunto. A retirada das treliças de metal levará a menor necessidade de espuma para manter o nível ideal de maciez e conforto. O resultado aparece na forma de encostos bem mais finos e assentos que permitam espaço adicional para os pés de ocupantes do banco traseiro.
Se aplicada a nova tecnologia aos bancos dianteiros e traseiro, o ganho potencial de espaço longitudinal na cabine poderá chegar a 5 cm e, em alguns casos, a 7,5 cm. O melhor cenário a alcançar: diminuir o comprimento total do carro e aumentar o espaço para todos os ocupantes.
RODA VIVA
BMW à espera de definição sobre cotas de importação que a Abeiva negocia com o governo desde o ano passado. Se divulgadas no fim do mês, dentro do previsto para incentivar quem quer construir fábricas no Brasil, a marca alemã anunciará a unidade fabril em Santa Catarina até final de julho. Chances de produção aqui vão além de 80%, admite fonte da empresa.
VENDAS de importados continuam em queda acentuada, superior a 35% em relação ao mesmo período de 2011. A depressão se acentua porque era tempo de dólar barato e sem IPI adicional. Algumas revendas, especialmente de marcas chinesas, fecharam as portas. Consumidor também ficou cauteloso, menos propenso a aceitar marcas novas.
ITÁLIA, do dia para noite, subiu a taxação para carros com potência superior a 185 kW (252 cv), dentro da política de aumentar a carga fiscal sobre os mais ricos. Cada kW extra, mais imposto. No aspecto de surpresa, não muito diferente do Brasil. Mercado, já em queda, sofrerá ainda mais, em especial de marcas premium e suas redes de concessionárias.
PALIO Weekend 2013 recebeu retoques na parte frontal e melhorias internas. Duas chamam a atenção e antes eram motivos de queixas: bancos dianteiros apresentam outra estrutura, regulagem de altura facilitada e assentos com maior suporte para as coxas, além de bom apoio para pé esquerdo do motorista. Preços de R$ 41.490 (Attractive 1.4) a R$ 51.550 (Adventure 1.8).
PICAPE Strada também recebeu as mesmas modificações, assim como o Siena EL (inclusive friso cromado na grade inspirado no Fiat 500), substituto da versão Fire. Nos três modelos, ponto destoante é a protuberância, acima da tampa do porta-luvas, onde se aloja o sistema de bolsa inflável. A solução, apenas estética, parece perfeitamente dispensável.
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| Divulgação |
Engenheiros, tanto de fabricantes como de fornecedores, terão que se aproximar de arquitetos de interiores ao criar futuros modelos. Especialistas ouvidos pela Automotive News indicam os caminhos traçados de forma geral: bancos mais finos; controles, comandos e botões menores na cabine; linhas do teto repensadas; motores e câmbios compactos que exigem menos volume sob o capô (de quebra adicionam espaço ao habitáculo); mudanças na arquitetura dos chassis para colocar eixos dianteiro e traseiro o máximo possível nas extremidades.
A questão não se resolve apenas reposicionando as colunas da carroceria para conseguir lugar extra para cabeças e pernas. As colunas precisam ser também mais finas sem perder resistência. Trata-se de uma luta por cada centímetro aqui ou acolá. Entre os exemplos estão o novo Beetle cujo desenho do teto foi “achatado”, juntamente com o maior entre-eixos, e o Toyota iQ, de apenas três metros de comprimento, que reposicionou desde o tanque de combustível até a caixa de direção, além de compactar o sistema de ar-condicionado.
Especialista em bancos, a francesa Faurecia admite que inspiração possa vir das cadeiras de escritório, compactas e confortáveis. Mas há dúvidas se os compradores aceitariam desenhos arrojados nos bancos dianteiros, que proporcionam ganho sensível de espaço para as pernas do passageiro atrás. Precisa combinar com quem senta na frente, também desejoso de conforto...
A empresa trabalha em uma nova geração de bancos prevista para estrear em 2014. Não terá estrutura convencional metálica e será fabricado em resina e termoplásticos, o que também diminuirá a massa do conjunto. A retirada das treliças de metal levará a menor necessidade de espuma para manter o nível ideal de maciez e conforto. O resultado aparece na forma de encostos bem mais finos e assentos que permitam espaço adicional para os pés de ocupantes do banco traseiro.
Se aplicada a nova tecnologia aos bancos dianteiros e traseiro, o ganho potencial de espaço longitudinal na cabine poderá chegar a 5 cm e, em alguns casos, a 7,5 cm. O melhor cenário a alcançar: diminuir o comprimento total do carro e aumentar o espaço para todos os ocupantes.
RODA VIVA
BMW à espera de definição sobre cotas de importação que a Abeiva negocia com o governo desde o ano passado. Se divulgadas no fim do mês, dentro do previsto para incentivar quem quer construir fábricas no Brasil, a marca alemã anunciará a unidade fabril em Santa Catarina até final de julho. Chances de produção aqui vão além de 80%, admite fonte da empresa.
VENDAS de importados continuam em queda acentuada, superior a 35% em relação ao mesmo período de 2011. A depressão se acentua porque era tempo de dólar barato e sem IPI adicional. Algumas revendas, especialmente de marcas chinesas, fecharam as portas. Consumidor também ficou cauteloso, menos propenso a aceitar marcas novas.
ITÁLIA, do dia para noite, subiu a taxação para carros com potência superior a 185 kW (252 cv), dentro da política de aumentar a carga fiscal sobre os mais ricos. Cada kW extra, mais imposto. No aspecto de surpresa, não muito diferente do Brasil. Mercado, já em queda, sofrerá ainda mais, em especial de marcas premium e suas redes de concessionárias.
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| Fiat/Divulgação |
PALIO Weekend 2013 recebeu retoques na parte frontal e melhorias internas. Duas chamam a atenção e antes eram motivos de queixas: bancos dianteiros apresentam outra estrutura, regulagem de altura facilitada e assentos com maior suporte para as coxas, além de bom apoio para pé esquerdo do motorista. Preços de R$ 41.490 (Attractive 1.4) a R$ 51.550 (Adventure 1.8).
PICAPE Strada também recebeu as mesmas modificações, assim como o Siena EL (inclusive friso cromado na grade inspirado no Fiat 500), substituto da versão Fire. Nos três modelos, ponto destoante é a protuberância, acima da tampa do porta-luvas, onde se aloja o sistema de bolsa inflável. A solução, apenas estética, parece perfeitamente dispensável.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Fiat Strada, Palio Weekend e Siena chegam à linha 2013 com novidades. Família Palio está dividida
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
O trio sofreu uma reestilização visual, no interior e cada carro recebeu novidades específicas para ficar mais competitivo na respectiva categoria.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
Por fora
Strada, Siena e Palio Weekend receberam, provavelmente, a última reestilização de suas atuais gerações, já que os três devem mudar mais radicalmente nos próximos anos, como aconteceu com o Palio. Com as alterações da linha 2013, o trio tem nova dianteira, com linhas mais leves, novos para-choques, grade superior com desenho em colméias e uma barra horizontal cromada, remetendo ao family feeling Fiat. As traseiras ganharam apenas lentes escuras nas lanternas.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
Não custa comentar mais uma vez que Palio Weekend e Strada já pedem uma nova geração. O Siena já saiu dessa fase.
Externamente ainda foi criado um conjunto de novas rodas e calotas para os três veículos 2013 da Fiat. Um dos destaques é a nova roda de 16 polegadas para a versão Adventure, com pneus de uso urbano.
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| Fiat Strada Adventure 2013 |
O interior dos modelos recebeu novos tecidos, novo volante, quadro de instrumentos com novas grafias, além de novos porta-copos, objetos e revistas. Segundo a Fiat, a soma de todos esses elementos resultou em um ambiente interno mais agradável, harmônico e funcional.
De acordo com a marca, o tema principal do design do interior são as formas em alto relevo, bem caracterizadas na nova tampa do airbag, nas novas saídas de ar e na parte central do painel de instrumentos, chegando aos detalhes no quadro de instrumentos, nas molduras da bússola e do inclinômetro nas versões Adventure e até nas bolsas porta-objetos das portas dianteiras.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
Strada
A nova gama da picape Strada é formada por nove versões, composta pelas Cabines Simples, Estendida e Dupla, três níveis de acabamento (Working, Trekking e Adventure) e agora também com três diferentes motorizações: Fire 1.4, E-torQ 1.6 16V e E-torQ 1.8 16V.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
Disponivel com cabines simples, estendida e dupla, e com motor 1.4, a Strada Working, versão de entrada da família, vem equipada de série com trip computer, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, cintos de segurança retráteis de três pontos com regulagem de altura, follow me home, retrovisores externos com comando interno, apoio para o pé (lado do motorista), grade protetora do vidro traseiro, porta-escadas, tampa da caçamba - removível - com chave, ganchos para amarração de carga na cabine e na caçamba e porta-objetos nas portas. Como opcionais, ela oferece o sistema HSD, direção hidráulica, ar-condicionado, volante com regulagem de altura, janela traseira corrediça, faróis de neblina, capota marítima, rádio Connect CD MP3, viva voz Bluetooth e entrada USB.
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| Fiat Strada Trekking 2013 |
A versão Trekking também passa a contar na lista de série airbags dianteiros e freios ABS com EBD, vidros e travas elétricos, além de direção hidráulica e faróis de neblina. A picape ainda oferece como opcionais itens como ar-condicionado, capota marítima, volante de couro com comandos do rádio (6 botões), rodas de liga leve 14”, rádio Connect CD MP3/WMA e teto solar.
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Strada Working 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
Toda linha Palio Weekend 2013, não importante a versão (Attractive, Trekking, Adventure e Adventure Dualogic) e a motorização (Fire 1.4 Flex, E-torQ 1.6 16V e E-torQ 1.8 16V), sai de fábrica equipada com nova grafia do quadros de instrumentos, cuidados especiais na forração interna - bancos e portas - com a adoção de novos tecidos; além de uma nova estrutura para os bancos, que facilitam sua operação na regulagem de altura e longitudinalmente; airbags dianteiros e freios ABS com EBD.
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Attractive 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Palio Weekend Trekking 2013 |
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| Fiat Siena EL 2013 |
Disponível nas versões EL 1.0 1.4, a linha Siena recebeu novas rodas de liga leve e calotas, bancos com revestimento em novo tecido, novo volante de três raios, porta-objetos, bolsas porta-revistas no encosto dos bancos dianteiros, porta-óculos e porta-objetos móvel tipo “copinho”.
A parte central do painel também foi revista, assim como o quadro de instrumentos com fundo preto que dispõe de: velocímetro, conta-giros, marcador de temperatura da água e display com relógio, trip computer, My Car Fiat e indicador de nível de combustível. O sistema de som também apresenta novidades e pode ser composto por novos rádios CD/MP3 e CD/MP3/Connect com porta USB e conexão para iPod e Bluetooth. Ganhou também nova arquitetura elétrica, e os bancos receberam uma estrutura que facilita sua regulagem na movimentação longitudinal. Para maior conforto do motorista, o EL vem com apoio para o pé.
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| Fiat Siena EL 2013 |
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| Fiat Siena EL 2013 |
O Siena EL pode vir com motor Fire 1.0 Flex com potência de 73 cv (gasolina) e 75 cv (etanol) e torque de 9,5 kgfm (gasolina) e 9,9 kgfm (etanol); ou o propulsor Fire 1.4 HP Flex, com potência de 85 cv (gasolina) e 86 cv (etanol) e torque de 12,4 kgfm (gasolina) e 12,5 kgfm (etanol).
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| Fiat Palio Weekend Adventure Locker Dualogic 2013 |
A linha 2013 dos novos Fiat realmente os tornam ainda mais competitivos no mercado nacional. Mas a família Palio nunca esteve tão separada como atualmente. De um lado temos o Palio Fire, com visual da segunda reestilização do modelo; do outro temos o novo Palio, que vive a plenitude da sua segunda geração; mais para o lado temos o Grand Siena, que virou Grand para se distanciar da turma; e agora, no outro canto, juntos, temos Palio Weekend, Strada e Siena, que receberam os mesmos tipos de alterações para ganharem mais algum fôlego.
Ainda assim, Strada, Palio Weekend e Siena continuarão populares.
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| Fiat Palio Weekend Adventure Locker Dualogic 2013 |
Fotos: Fiat/Divulgação
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