quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Querendo voltar a brilhar, Peugeot lançará o belo 2008 no Brasil. Sucesso garantido?

A Peugeot passa longe do seu melhor momento no Brasil. Ela viu não só os seus veículos ficarem ultrapassados, como também a concorrência crescer em volume, variedade e qualidade. Mas a marca do leão percebeu que ficou para trás e já começou a se mover, mas de cima para baixo.

Tivemos o 3008, o esportivo RCZ e o sedã de luxo 508. Também recebemos o 408 que, mesmo sendo um bom carro, ainda não foi muito bem aceito pelo brasileiro, ficando com um tímido 9º no segmento de sedãs médios em 2012. Por outro lado, o 308 foi uma das surpresas do ano passado na minha opinião. O carro é realmente muito legal e tem vendido razoavelmente bem, fechando 2012 em 5º no segmento de hatches médios.

O próximo (e principal) passo da Peugeot (nos últimos anos), já mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, será o lançamento do 208, um hatch bonito, moderno e que, se tiver preço competitivo (mais baixo do que os dos concorrentes diretos seria o ideal), pode fazer sucesso por aqui. Curiosamente, 32 unidades do modelo foram emplacadas no Brasil em 2012, de acordo com a Fenabrave, sendo 29 apenas em dezembro - sinal de que seu lançamento está próximo.
Depois do 208, a outra grande atração mundial da marca é o 2008, que será lançado por aqui. Com a produção confirmada em três paises - França (planta de Mulhouse); China (em Wuhan) e Brasil (em Porto Real - RJ) -, o modelo será exibido ao público pela primeira vez no próximo Salão de Genebra, que acontece em março. Usando como base a plataforma do 208, o Peugeot 2008 cheguerá às concessionárias europeias ainda em 2013 com opções de motores a gasolina e a diesel.

No Brasil, a expectativa é de que o 2008 seja lançado em 2014, provavelmente com duas opções de motores flex: 1.6 16V EC5, que desenvolve 115/122 cv, e 2.0 16V, de 143/151 cv. O propulsor 1.6 THP, de 165 cv, também seria muito bem-vindo.

Com apenas as medidas de comprimento e largura divulgadas, fica a impressão de que o 2008 será pequeno demais, especialmente se comparado aos principais concorrentes. O novo Peugeot mede 4,14 m de comprimento (18 cm a mais do que o 208). Mas isso não significa que ele terá espaço interno ruim (característica do finado 206, do 207 Brasil e do 207 Passion).
Primeiro porque sua largura é semelhante à dos adversários (1,739 m - a mesma do 208). Segundo porque, como o 2008 tem como base a plataforma do 208, sua distância entre-eixos deve ter, pelo menos, os 2,538 m do hatch - número superior ao do novo EcoSport, por exemplo. Mas vamos esperar para ver.

Assim como o 208, o 2008 é bonito e moderno. Se tiver uma lista de equipamentos interessante e preços competitivos (inferiores ou iguais aos do Duster), será um representante bem atraente do segmento no Brasil, com muita chance de sucesso.

O 2008 é uma ponto importante para a Peugeot crescer no Brasil, pois entrará em um segmento inédito para a marca no país. E a chance de sucesso de 2008 aumenta ainda mais se pensarmos nas lições aprendidas com o fracasso total da picape 207 Hoggar, que sempre teve um pífio desempenho de vendas - fechou 2012 atrás da jurássica Ford Courier e, somando os emplacamentos de janeiro a dezembro (12 meses), não conseguiu superar os números da Fiat Strada apenas em dezembro, por exemplo.  

Peugeot 2008
Comprimento: 4,14 m 
Largura: 1,739 m
Entre-eixos: ? (pelo menos 2,538 m do 208)
Porta-malas: ? (pelo menos 285 litros do 208)

Ford EcoSport (novo)
Comprimento: 4,24 m
Largura: 1,77 m
Entre-eixos: 2,52 m
Porta-malas: 362 litros

Renault Duster
Comprimento: 4,315 m
Largura: 1,822 m
Entre-eixos: 2,673 m
Porta-malas: 475 litros (400 litros - 4x4)

Chevrolet Tracker (Trax/Enjoy)
Comprimento: 4,248 m
Largura: 1,776 m
Entre-eixos: 2,555 m
Porta-malas: 358 litros

Por último, espero que a Peugeot também lance por aqui o sedã 301, que é mais bonito, moderno e espaçoso do que o ultrapassado 207 Passion.
Fotos: Peugeot/Divulgação

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Chevrolet faz recall do Onix 1.0

Chevrolet/Divulgação
Com três meses de mercado no Brasil, o Onix foi chamado pela Chevrolet para seu primeiro recall. Os donos de modelos equipados com motor 1.0 SPE/4 (disponível para as versões LS e LT) devem comparecer às concessionárias da marca para realização de um reparo nas rodas de aço de 14 polegadas.

Segundo a montadora, as rodas podem ter arestas que causariam cortes internos nos pneus durante o processo de montagem. Estão envolvidos no recall as unidades com chassis entre DG129064 a DG209603, fabricadas entre 24 de agosto de 2012 e 15 de dezembro de 2012.

Os Onix com defeito terão suas rodas substituídas e, caso seja necessário, os pneus também serão trocados. O serviço será realizado gratuitamente e tem duração estimada de 90 minutos. Mais informações podem ser obtidas no site da empresa ou pelo  Serviço de Atendimento Chevrolet (0800 702 4200).

Outros recalls
No último trimestre de 2012, a marca também convocou Agile 2013, Montana 2013 e Classic 2013 para respectivos recalls.

No caso do veterano sedã, os modelos com airbag e sem ar-condicionado, fabricados entre 3 de julho de 2012 e 10 de outubro de 2012, com chassis de DB146382 a DB172060 e de DC100004 a DC113546, devem comparecer às concessionárias da Chevrolet para substituição da barra de impacto do para-choque dianteiro. Em caso de colisão frontal, pode interferir no adequado funcionamento do airbag, com risco de dano pessoal aos ocupantes do veículo. O serviço é gratuito e o tempo estimado para a sua realização é de 1 (uma) hora.

Chevrolet Agile 2013
Data Inicial e Final de Fabricação: de 04 de outubro de 2012 a 23 de novembro de 2012
Nº de série do chassi: De DR141160 a DR175496

Chevrolet Montana 2013
Data Inicial e Final de Fabricação: de 19 de setembro de 2012 a 23 de novembro de 2012
Nº de série do chassi: De DB152440 a DB205070

Na dupla Agile e Montana 2013, o problema está na tubulação de alimentação de combustível, que pode vazar, criando risco de incêndio. Os proprietários devem levar seus modelos para a verificação e eventual substituição da tubulação de alimentação de combustível. O serviço é gratuito e o tempo estimado para a sua realização é de 15 (quinze) minutos.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Honda Civic 2014 já pode ser encomendado. Mais caro, preços variam entre R$ 66.690 e R$ 83.890

Conforme prometido, a Honda já está se preparando para lançar a linha 2014 do Civic, que chega em fevereiro tendo como grande atração o motor 2.0 16V flex - disponível apenas com câmbio automático de cinco marchas (com paddle-shift), nas novas versões LXR (aposenta a LXL) e EXR (no lugar da EXS). Várias concessionárias já convidaram clientes para conhecer as novidades, sendo que algumas até revelaram os preços sugeridos.

O Civic LXS continua existindo, mas apenas com propulsor o 1.8 16V flex atual (139/140 cv), com opções de câmbio manual de seis marchas (novidade) e automático de cinco velocidades.

É curioso que o Civic não terá uma linha 2013/2013, indo direto para a 2013/2014. Os preços, infelizmente, subiram. Consigo imaginar três motivos: aumento do lucro da Honda; retorno parcial do IPI (aumentou 1,5% para carros flex com motorizações entre 1.0 e 2.0) e mais equipamentos de série.

2013/2014
Honda Civic LXS MT - R$ 66.690 (aumento de 5,87%)
Honda Civic LXS AT - R$ 69.990 (aumento de 6,03%)
Honda Civic LXR AT - R$ 74.290
Honda Civic EXR AT - R$ 83.860

2012/2013 (preços com o IPI reduzido - 31/12/2012)

Honda Civic LXS MT - R$ 62.990
Honda Civic LXS AT - R$ 66.010
Honda Civic LXL MT - R$ 67.040
Honda Civic LXL AT - R$ 69.990
Honda Civic EXS AT - R$ 79.480

Não custa lembrar que, quando o IPI voltar a ser cheio, a partir de julho, o Civic 2014 ficará 4% mais caro do que os preços acima passados pelas concessionárias, já que o IPI voltará para (altos) 11% (de janeiro a março o IPI está em 7%).

Com 150 cv de potência e 19,3 mkgf de torque com gasolina e 155 cv e 19,5 mkgf com etanol, a motorização 2.0 16V dispensa tanque para partida a frio. Com o novo sistema, ao destravar as portas, um conjunto de aquecedores entra em ação diretamente na linha de combustível tornando a temperatura, principalmente do etanol, ideal para compor uma mistura ar/combustível pronta para entrar em combustão imediata.
O Honda Civic LXS 1.8 2014 traz, de série, conexão Bluetooth para celular, chave tipo canivete, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, direção com assistência elétrica (EPS), ar-condicionado digital, sistema ECON (que faz a condução tornar-se mais econômica), além da Central i-MID com computador de bordo (exibe em uma tela de LCD colorida de 5" diversas informações e opera como interface para customização do veículo, sendo que seus comandos estão localizados no volante), sistema de som integrado ao painel com rádio AM/FM, CD Player, leitor de MP3, entrada P2 e USB com controle no volante; rodas de aro 16", banco do motorista com ajuste de altura; coluna de direção com ajuste de altura e profundidade; revestimento interno no porta-malas, banco traseiro reclinável e com vandeja sob o assento e câmera de ré.

O Civic LXR 2.0 2014 tem os itens do LXS além de acendimento automático do faróis, bancos revestidos em couro, grade frontal  na cor black piano, luzes indicadoras de direção nos retrovisores, faróis de neblina e revestimento nas alças do porta - malas.

A versão topo de linha, EXR 2.0, tem os equipamentos da LXS e LXR com a adição de airbags laterais (com detecção de presença do passageiro dianteiro com peso inferior a 40 kg); freios com sistema BA (multiplica o esforço aplicado no pedal), maçanetas cromadas (de gosto duvidoso); navegador GPS, teto solar elétrico; dois tweeters; sistema VSA (assistência à estabilidade do veículo) e sistema MA-EPS da direção elétrica (torna a direção mais rígida caso o motorista movimente o volante de forma a provocar instabilidade).
Retorno à liderança do segmento?
Desde a perda da liderança para o Toyota Corolla, a Honda nunca esteve tão perto de conseguir retornar ao topo da categoria como agora, ainda mais que o seu principal adversário está bem ultrapassado (embora seja um excelente carro). Antecipar a linha 2014 do Civic para fevereiro está dando uma boa munição para a Honda ganhar terrendo, sendo que a marca tem ainda um grande trunfo guardado, que espero que chegue por aqui em 2014, como linha 2015: a mudança visual e as melhorais de acabamento implementadas no Civic nos Estados Unidos. Na minha opinião, o design do Civic ficou bem melhor com as alterações.

Resta saber o que a Toyota vai fazer, já que o Corolla revelado por algumas revistas tem sido bastante criticado pelo público.
Fotos: Honda/Divulgação

Produção de veículos em 2012 tem queda de 1,9%

A produção de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no mercado brasileiro somou 3,34 milhões de unidades em 2012, o que representa uma queda de 1,9% em relação a 2011, segundo dados foram divulgados há pouco pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No último mês do ano passado, a produção somou 259.364 unidades, o equivalente a uma queda de 14% na comparação com novembro, mas ligeiro avanço de 0,1% ante dezembro de 2011.

Considerando apenas automóveis e comerciais leves, a produção em 2012 ficou em 3,173 milhões de unidades, alta de 1,2% sobre 2011. Em dezembro, a produção desses veículos atingiu 247.848 unidades, queda de 13,2% ante o mês anterior, mas alta de 5,2% sobre o último mês de 2011.

A produção de caminhões atingiu 132.820 unidades em 2012 - recuo de 40,5% sobre 2011 - e somou 8.903 veículos em dezembro, quedas de 24,7% ante novembro e de 52,6% sobre dezembro de 2011. No caso dos ônibus, foram produzidos 36.844 unidades em 2012, diminuição de 25,4% sobre 2011, e ainda 2.613 unidades em dezembro, quedas de 38,0% ante novembro e de 44,0% sobre dezembro de 2011.

Já as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus acumularam um total de 3,8 milhões de unidades em 2012, confirmando o recorde previsto para o ano passado, diante de uma alta de 4,6% sobre 2011. Em dezembro, as vendas superaram em 15,3% às do mês anterior, com 359.355 unidades, e avançaram 3,1% na comparação com dezembro de 2011.

Exportações
As exportações do setor automotivo brasileiro, em valores, somaram US$ 14,72 bilhões em 2012, queda de 9,3% sobre o total de US$ 16,23 bilhões de 2011. Os valores consideram as exportações de autoveículos e máquinas agrícolas.

Em dezembro, as exportações movimentaram US$ 1,1 bilhão, uma queda de 8,3% em relação ao mês de novembro e um recuo de 18,4% na comparação com dezembro de 2011.

No ano passado, 442.075 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram exportados, um recuo de 20,1% ante 2011. Dezembro encerrou com 41.194 unidades exportadas, uma queda de 19,3% sobre o mesmo período do ano passado.


Veículos flex
A fatia de automóveis e veículos comerciais leves bicombustíveis (flex) sobre o total comercializado atingiu 88,4% em dezembro de 2012, acima da participação registrada em novembro (88,0%). Ao todo, os veículos flex somaram 303.845 unidades no mês passado.

Em dezembro de 2011, a participação das vendas de veículos flex foi de 81,7%. Na média de 2012, a fatia comercializada de veículos flex ficou em 87,0%, com 3,163 milhões de unidades, ante 83,1% na média do ano anterior, ou 2,848 milhões de unidades.

Texto: Gustavo Porto
Fonte: Agência Estado
Link: Estadão

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

IPI começa a reaparecer nos preços dos carros no Brasil. Hyundai HB20 sobe mais do que deveria

No final do ano passado, o Governo Federal anunciou que o IPI retornaria de forma gradual para os automóveis vendidos no Brasil. Com isso, todos os carros vendidos por aqui que se beneficiaram com a redução do imposto voltarão a ter seus preços "cheios" a partir de julho.

Desde primeiro de janeiro, a cobrança do IPI deixou de ser zero e passou para 2% para carros flex até 1.0, valor que segue até o final de março. De abril abril até junho, sobe para 3,5% chegando, finalmente, para os (caros) 7% originais a partir de julho.

Enquanto algumas marcas fazem campanha dizendo que vão manter os preços com o IPI reduzido até algum determinado dia de janeiro, como é o caso da Toyota com o Etios (já que o modelo tem vendas pífias), e da Kia, outras já começaram a repassar os preços aos consumidores, como Fiat, Ford e Chevrolet.

Este também é o caso da Hyundai, que elevou o preço de seus modelos. Curiosamente (?), o sucesso de vendas da marca, o HB20, subiu mais do que (teoricamente) deveria. Ao invés de aumentar os 2% do IPI, as versões com motor 1.0 subiram entre 2,9% e 2,94%.

Hyundai HB20 1.0 Comfort - R$ 31.995 foi para R$ 32.935 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort + Audio Hyundai - R$ 33.930
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus - R$ 33.995 foi para R$ 34.995 (aumento de 2,94%)
Hyundai HB20 1.0 Comfort Plus + Audio Hyundai - R$ 35.990
Hyundai HB20 1.0 Comfort Style - R$ 37.995 foi para R$ 39.095 (aumento de 2,9%)
Nos modelos com motor flex entre 1.000 e 2.000 cilindradas, de janeiro a março a alíquota passará dos atuais 5,5% para 7% e chegará a 9% no segundo trimestre. A partir de julho ela volta para os (altos) 11%.

Para veículos com propulsores entre 1.0 e 2.0, movidos apenas a gasolina, o IPI no primeiro trimestre de 2013 subirá de 6,5%, para 8%. De abril a junho, vai para 10% e, a partir de julho, retorna para (salgados) 13%.

Voltando ao HB20, nas versões com motor 1.6, o aumento dos preços foi ainda mais abusivo. Ao invés de 1,5%, o hatch ficou de 2,56% a 5,23% mais caro. A marca pode alegar que o valor ficou mais alto porque o sistema de Audio Hyundai BTH foi incluído como item de série em algumas versões - antes era opcional, como na época do Duelo contra o Onix - permitindo que o consumidor pudesse escolher entre adquirir o sistema ou não.

O Audio Hyundai BTH é composto por rádio 2 DIN com função MP3 player, Bluetooth com audio streaming, conexões USB/AUX frontal; e comando de áudio e Bluetooth no volante.

Hyundai HB20 1.6 Comfort + Audio - R$ 36.995 para R$ 38.930 (aumento: 5,23%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Plus + Audio - R$ 38.995 para R$ 40.990 (aumento: 5,11%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style - R$ 42.995 para R$ 44.095 (aumento: 2,56%)
Hyundai HB20 1.6 Comfort Style Automático - R$ 45.995 para R$ 47.295 (aumento: 2,83%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Manual + Audio - R$ 44.995 para R$ 46.595 (aumento: 3,56%)
Hyundai HB20 1.6 Premium Automático + Audio - R$ 47.995 para R$ 49.795 (aumento: 3,75%)
Hyundai HB20 1.6 automático pode chegar a quase R$ 54.000 se a marca repetir o aumento praticado em janeiro
O que a lei da oferta e da procura não faz. Enquanto a Toyota mantêm os preços do Etios, a Hyundai aproveita o bom momento e eleva os valores do HB20.

Só espero que esta prática dos coreanos não seja repetida por outras marcas. Pois assim, além de pagar pelo IPI cheio, o consumidor elevaria ainda mais os altos lucros das montadoras. Para encerrar, já imaginaram se o HB20 automático subir os mesmos 3,75% em abril e em julho? Seu preço passaria para abusrdos R$ 53.600 - e o HB Comfort 1.6 chegaria a inacreditáveis R$ 43.110!
Fotos: Hyundai/Divulgação