Mostrando postagens com marcador Ecotec. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ecotec. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vem aí o novo Chevrolet Tracker!

Reprodução de Autossegredos
Por alguma horas, a Chevrolet do Brasil mostrou, na sua página do Facebook, provavelmente por engano (ou por estratégia de marketing), o provável nome de um dos seus maiores lançamentos de 2012/2013. Antes conhecido como Enjoy e/ou Tranx, o anti-EcoSport da marca deve se chamar Tracker.

Isso mesmo! O novo Chevrolet resgatará o mesmo nome usado pela marca quando ela comercializava o Suzuki Grand Vitara no mercado brasileiro. Para quem não se lembra, as vendas do Tracker por aqui foram encerradas no primeiro semestre de 2009.

A imagem acima foi conseguida pela turma do Autos Segredos. A Chevrolet publicou a foto na última terça-feira (02/10) no seu perfil oficial Facebook e, pouco tempo depois, tirou o conteúdo do ar. Seria um teaser da maior surpresa da marca para o Salão do Automóvel de São Paulo?
Placa tem Trax, mas nome por aqui deverá ser Tracker - Chevrolet/Divulgação
 O Trax/Enjoy fez sua estreia mundial recentemente, no Salão de Paris. A Chevrolet ainda não confirma a chegada do seu novo SUV compacto no Brasil, embora a marca tenha planos de lançá-lo por aqui.

O Tracker seria, inicialmente, fabricado no México e chegaria por aqui com o motor 1.8 16V Ecotec, o mesmo do Cruze, que desenvolve 140 cv de potência com gasolina e 144 cv de etanol. Mas não seria surpresa se  uma versão mais barata e com motor menor (provavelmente 1.6 16V Ecotec) aparecesse.

Em relação ao nome Tracker, acho que ele ficou muito melhor do que Enjoy (muito leve) e Trax (muito estranho). Até hoje, "Tracker" no Brasil é sinônimo de um veículo robusto, bom de terra e de pouca manutenção (e também de conforto limitado). O novo modelo chegaria já com uma certa bagagem para brigar com o Ford EcoSport e com o Renault Duster.

Falando nos principais concorrentes, veja um pequeno comparativo do novo Tracker com os seus adversários diretos, além do irmão maior Captiva.

Chevrolet Captiva
Comprimento: 4,576 m
Largura: 1,850 m
Entre-eixos: 2,707 m
Porta-malas: 821 litros

Chevrolet Tracker (Trax/Enjoy)
Comprimento: 4,248 
Largura: 1,776 m
Entre-eixos: 2,555 m
Porta-malas: 358 litros

Renault Duster
Comprimento: 4,315 m
Largura: 1,822 m
Entre-eixos: 2,673 m
Porta-malas: 475 litros (400 litros - 4x4)

Ford EcoSport (novo)
Comprimento: 4,24 m
Largura: 1,77 m
Entre-eixos: 2,52 m
Porta-malas: 362 litros

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O que esperar do novo Chevrolet Sonic? Consultor faz balanço dos últimos lançamentos da marca

Já era um final de tarde, depois de um dia realmente longo de trabalho. O trânsito estava péssimo e resolvi parar o carro para descansar. Por acaso, tinha uma concessionária da Chevrolet próxima. Resolvi entrar e lá estava o Sonic, recém chegado, brilhando no salão.

Veio então um experiente consultor de vendas conversar comigo. Ele me reconheceu não pelo blog, mas por ter ido à concessionária mais de uma vez. Começamos a conversar sobre as novidades da Chevrolet. Sempre em off, ele não me adiantou nada de inédito, mas seus pontos de vidas são interessantes. Vamos por ordem, finalizando com o novo Sonic.
Cobalt
"É um carro que está agradando bastante ao consumidor, especialmente pelo amplo espaço. Mas falta o motor 1.8. Eu vou comprar um 1.8 pra mim assim que sair, com câmbio automático. O bom é que não falta muito para ele chegar. Se nós anotássemos o número de pessoas que reclamaram da falta de força do motor 1.4, estariamos perdidos. Mas o Cobalt tem mais qualidades do que defeitos, ainda mais agora com a queda de preço por causa da redução do IPI. Se o preço fosse sempre esse, dominaria o mercado de sedãs no Brasil, especialmente com a chegada da versão 1.8". 
Reprodução - Car and Driver
Spin
"Só posso falar uma coisa sobre esse carro: donos do Meriva não vão sentir saudades, mas donos da Zafira ficarão carentes em espaço".
Cruze
"É um dos melhores sedãs que a Chevrolet já vendeu, e olha que vendo Chevrolets há mais de 20 anos. Basta olhar a participação no segmento: muito boa!".
Cruze Sport6
"Esse é o carro de maior potencial da Chevrolet no Brasil, junto com o Sonic. Ele é bonito, espaçoso, bem equipado, com bom desempenho, seguro e com ótima garantia. Assim como o Cobalt, deveria manter o preço atual, com a redução do IPI, para ter chance de emplacar de vez. Mas seu potencial é enorme". Notem que até o vendedor reclama do preço do Sport6! Chevrolet, fica a dica.
Sonic
"Esse chegou para ganhar o público jovem e para tentar trazer de volta a felicidade dos donos do Astra. Por isso deve agradar bastante! Mas não acho que ele seja um novo Astra, infelizmente. Os donos do carro, como eu, não terão um substituto de verdade, especialmente do hatch. O Sonic é pequeno - mais parece o Agile. Mas, se o preço não subir, vai vender muito bem".
-----
E falando do Sonic, finalmente o modelo chegou às concessionárias da Chevrolet! Já estava ficando chato o excesso de flagrantes (rotineiro por parte da GM) nas ruas e o carro nunca dar as caras nas revendas. Importado da Coréia do Sul, o modelo chega para mostrar uma nova Chevrolet, que agrada também ao público jovem, com um veículo de desenho moderno e mais ousado - tapa de luva no Agile.
Tanto o Sonic hatch quanto o sedã podem ser encontrados nas versões LT e LTZ, equipados com o inédito (no mercado brasileiro) motor Ecotec 1.6 16V flex, combinado com um câmbio manual de cinco marchas ou um automático de seis, nas carrocerias hatch e sedã.

O que mais chama a atenção no Sonic é o seu visual, especialmente a dianteira. A "cara de mau" é o destaque graças aos faróis. A grade bipartida, característica da atual linha de design da marca está presente, mostrando que é possível fazer uma frente bonita com esse estilo - segundo tapa de luva no Agile.
Mas a dianteira tem um grave defeito: a placa! É o mesmo caso do novo Ford EcoSport. Parece que os modelos foram desenvolvidos sem levarem em consideração que uma placa precisa ser colocada na frente do veículo. Nas fotos, com o nome Sonic, não tem tanto problema. Mas reparem num Sonic com placa de trânsito normal. Acaba com a harmonia.

Não importando a carroceria, penso que a traseira não tem o mesmo destaque da dianteira, mas ela também não compromete. Hatch e sedã ficaram com visuais legais. Na lateral, os vincos do sedã são interessantes, assim como as maçanetas das portas traseiras do hatch, que ficam "escondidas" na coluna.
Antena tipo shark seria bem-vinda
Interior
Assim como outros modelos da linha Chevrolet, o duplo cockpit do Sonic tem o painel voltado para  o motorista, o que é bem legal. O volante, que vem do Cruze, agrada - na versão LTZ ele tem comandos de rádio. Já o painel tem uma infeliz inspiração de motos. Ele não ficou feio, com destaques para o conta-giros analógico e para o velocímetro digital. Mas sou a favor que o painel de um carro seja inspirado em um carro.
Se o porta-malas do Sonic hatch é pequeno, com apenas 265 litros (665 litros com os banco rebatidos), e o do sedã tenha bom espaço, com 477 litros, ambos têm 14 porta-objetos, sendo dois porta-luvas (o superior com entrada USB), pequenos compartimentos e bolsas nas portas, três porta-copos à frente e gaveta abaixo do banco do passageiro.

Para quem vai na frente, o espaço é até legal. Entretano, no banco traseiro, os passageiros vão bem espremidos. Lembrou-me o Ford New Fiesta.

Dirigindo mais um Ecotec
O Sonic é gostoso de dirigir. A direção hidráulica é boa e a suspensão dá conta do recado, não sendo nem muito firme, nem muito mole. O motor 1.6 16V Ecotec tem desempenho dentro do esperado, tanto com câmbio manual de cinco marchas (carente de uma sexta), quanto no automático de seis marchas vindo do Cruze. Pena que as trocas sequenciais sejam feitas por um botão esquisito na própria alavanca do câmbio.
O "novíssimo" propulsor tem duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT), com variação do tempo de abertura das válvulas de admissão e de escape; e coletor de admissão variável. Na prática, as respostas foram boas, mesmo em rotações mais baixas. Mas, como todo motor 16V, trabalhar cheio é sempre melhor. A motorização 1.6 16V Ecotec desenvolve 116 cv de potência e 15,8 mkgf de torque com gasolina e 120 cv e 16,3 mkgf com etanol - potência máxima alcançada a 6.000 rpm e o torque máximo chega a 4.000 rpm.

Segundo a Quatro Rodas, o consumo do Sonic é muito ruim. Na edição de 631, de junho de 2012, a média com etanol foi de 7 km/l na cidade (hatch manual e sedã automático) e 9,5 km/l (hatch manual) / 9,2 km/l (sedã automático) na estrada. Mais um carro que sofre com problemas de consumo.

Chevrolet Sonic 1.6 16V Ecotec Flex
Potência: 116/112 cv (g/e) a 6.000 rpm
Torque: 15,8/16,3 mkgf (g/e) a 4.000 rpm
Comprimento: 4,039 m (hatch) / 4,399 (sedã)
Largura: 1,735 m
Altura: 1,517 m
Entre-eixos: 2,525 m
Porta-malas: 265 litros (hatch) / 477 litros (sedã)
Tanque: 46 litros
Peso: 1.163 kg (hatch LT) / 1.186 (hatch LTZ) // 1.178 kg (sedã LT) / 1.207 (sedã LTZ) //
Consumo (etanol): 7 km/l na cidade (hatch manual e sedã automático) e 9,2 km/l (hatch manual) e 9,5 km;l (sedã automático) na estrada (nº da Quatro Rodas Ed. 631) 

Equipamentos e solução do século passado
Os Sonic hatch e sedã possuem os mesmos equipamentos. A versão LT, de entrada, vem equipada de série com ar-condicionado, airbags duplo, direção hidráulica, computador de bordo, freios com sistema ABS com EBD, trio elétrico, rodas em liga leve aro 15" e desembaçador do vidro traseiro.
Já a versão LTZ oferece todos os itens da LT além de sensor de estacionamento, faróis de neblina dianteiros, apliques cromados nas maçanetas internas, friso lateral cromado, rodas em liga leve aro 16" (pneus 205/55 R16), descansa braço central, controles para o rádio no volante e rede porta-objetos no porta-malas. Além disso, a versão do Sonic LTZ ainda oferece a opção do câmbio automático de seis marchas, piloto automático e o revestimento dos bancos em couro.

Lamentavelmente e inexplicavelmente, nenhum Sonic vendido no Brasil tem apoio de cabeça e cinto de três pontos para o passageiro central do banco traseiro. Uma bela solução, digna dos anos 1990 - "modernidade" século passado. 

O Chevrolet Sonic é comercializado em seis diferentes cores: Vermelho Flame, Azul Boracay (exclusiva do hatch), Cinza Urban, Prata Switchblade, Preto Carbon Flash (todas metálicas) e Branco Summit (sólida). A garantia é de três anos.
A Chevrolet destaca ainda os acessórios do Sonic: faróis de neblina dianteiros (LT), maçanetas cromadas (LT), rede com porta-objetos para o porta-malas (LT), adesivo para soleira de portas (LT e LTZ), adesivo para a tampa do tanque de combustível (LT e LTZ), capa cromada para os retrovisores (LT e LTZ) de gosto bastante duvidoso.

Preços 
Chevrolet Sonic LT hatch: R$ 46.200
Chevrolet Sonic LTZ hatch: R$ 48.700
Chevrolet Sonic LTZ hatch automático: R$ 53.600
Chevrolet Sonic LT sedã: R$ 49.100
Chevrolet Sonic LTZ sedã: R$ 51.500
Chevrolet Sonic LTZ sedã automático: R$ 56.100

Os preços são quase os mesmos praticados pela Chevrolet para o Astra, mas em 2007. Com a volta do IPI, prevista para o início de setembro, os valores vão subir de caros/aceitáveis, de acordo com a concorrência, para simplesmente caros.

Um detalhe bastante curioso foi levantado pela Quatro Rodas. Os valores acima são do Sonic vindo da Coréia do Sul. Até o final de 2012, o Sonic vendido no Brasil será importado do México. Entretando, diferente da Fiat, que abaixou consideravelmente os valores do 500 quando ele deixou de vir da Polônia para vir do México, a Chevrolet não tem planos para reduzir os preços do Sonic mexicano! Ou seja, quando o IPI voltar, o Sonic vai ficar mais caro, mesmo vindo do México.

Quem sabe até o Sonic se tornar mais um mexicano nas nossas ruas a GM não reconsidere a sua estratégia. Torço realmente para a presidente Dilma abrir a "caixa-preta" e verificar os lucros abusivos das montadoras.

Resumo da obra
Acredito que o Sonic tenha muitas qualidades para fazer sucesso no Brasil. Seu maior defeito, o preço, é compartilhado pelos concorrentes diretos: Honda Fit, Honda City, Ford New Fiesta Hatch e Ford New Fiesta Sedan - todos muito caros. Mais um motivo para o Chevrolet ter chance de sucesso. Imaginem se a marca reduzir os valores do modelo quando ele vier do México. Seria um sucesso absoluto de vendas.
Fotos: Chevrolet/Divulgação

Alta Roda - Pé no acelerador

Já se sabe que o Brasil é o país dos compactos e as variações sobre o mesmo tema não param de surgir. O mais recente nessa leva é o Chevrolet Sonic que a GM traz agora da Coreia do Sul. A empresa terá que absorver, provisoriamente, a diferença de carga tributária de 35% de imposto de importação e 30% extras de IPI, à espera do início da produção mexicana, em meados do segundo semestre. Em outros tempos, o lançamento seria adiado, mas a disputa no mercado está tão intensa que ninguém pisca os olhos.

Tanto o hatch como o sedã, em duas versões de acabamento (LT e LTZ), câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis, trafegam na faixa de R$ 46.200,00 a R$ 56.100,00, como se importados do México. O Sonic é o primeiro carro realmente pequeno que a GM produz nos EUA (Ohio), em estratégia diferente da Ford, que fabrica o Fiesta no México. Mas, enquanto a GM não terá um Sonic nacional, a Ford produzirá o novo Fiesta aqui, em 2013.
Fotos: Chevrolet/Divulgação
O novo Chevrolet utiliza a mesma arquitetura global para automóveis pequenos, que estreou no Cobalt e estará, ainda no final desse mês, no monovolume Spin (substituto de Meriva e Zafira). Entra na categoria dos compactos anabolizados, a exemplo de Punto, Sandero, Fit e novo Fiesta. A versão sedã mira City e Linea, entre outros. A GM já tem o Agile (arquitetura Corsa) e abriu espaço para o novo modelo com posicionamento de preços. Certamente haverá canibalização, dentro do previsível, segundo a empresa.

Espaço interno é um dos atributos do Sonic, ao lado do conjunto motriz atualizado. Motor de 1,6 l/120 cv (etanol) apresenta respostas muito boas e elasticidade garantida por dois comandos de válvulas e coletor de admissão variáveis. Isolamento acústico não se inclui entre os pontos altos. Acabamento e materiais são razoáveis. Há vários porta-objetos e porta-luvas duplo. Porta-malas de 265 litros, modesto para um hatch desse porte, também não é referência, 477 litros, no sedã. Tanque de 46 litros limita a autonomia.

Em termos de estilo, destaque para o hatch. Procura identificação em pormenores como faróis sem as tradicionais coberturas acrílicas ou maçanetas traseiras embutidas na coluna C. No sedã, a curvatura de teto tem linhas fluidas, mas a traseira sofre do “mal dos compactos”. Quadro de instrumentos demonstra como se faz algo simples, porém criativo, ao combinar recursos analógicos e digitais. No sedã, o vigia traseiro avança demais sobre o teto e quem senta atrás, apesar do espaço livre, pode ser incomodado com o sol, apesar de a máscara protetora amenizar o desconforto.
O ano de 2012 ainda não acabou para GM. Poucas vezes se viram tantos lançamentos inéditos, em sequência, entre fabricantes aqui instalados. Depois do Spin (cinco e sete lugares, mesmas dimensões externas), chegará a vez da Blazer, em outubro, e do novo compacto de dimensões comportadas (semelhantes às do Celta), que deve se chamar Ônix, em novembro. Haverá ainda câmbio manual automatizado (Magneti Marelli) no Agile e motor 1,8 l com câmbio automático, no Cobalt. Para 2013, sedã Ônix e SUV compacto Enjoy.

A ordem é pé no acelerador, não importam as curvas sinuosas do mercado.

RODA VIVA

PLANOS da Ford são de produzir novo Fiesta hatch em São Bernardo do Campo (SP), ao lado do futuro Ka. Em Camaçari (BA) ficam EcoSport e Fiesta atual (hatch e sedã). Novo Fiesta sedã, em princípio, continuaria a vir do México para equilibrar exportações e importações. No entanto, sedã também poderia ser feito aqui, se importações continuarem restritas.

QUANDO o novo Citroën C3 chegar, em agosto, o modelo atual – lançado em maio de 2003 e quase sem mudanças até hoje – será descontinuado. Estratégia oposta à da marca principal do grupo, pois a Peugeot continuará vendendo o 207 (206 retocado), depois de lançar o 208 em janeiro do próximo ano. Mesmo na Europa, 206 e 207 conviveram por uns tempos.

ESPAÇOSO e com estilo atraente (um pouco menos elegante quando visto de traseira), Peugeot 508 tem preço bastante competitivo: R$ 119.900,00. Apesar de seu interior de primeira classe (só extintor incêndio atrapalha os pés no banco ao lado do motorista) e conjunto motriz condizente, a concorrência em modelos desse porte deixa pouco espaço para marcas generalistas.

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Veicular (ONSV) concluiu, a pedido da Proteste, seu primeiro relatório sobre iluminação veicular de modelos fabricados no Brasil. A pesquisa inclui os recursos disponíveis em várias marcas e é o primeiro de uma série de trabalhos centrados em segurança. O site da entidade está em http://www.onsv.org.br/.

AINDA dentro do tema e das iniciativas da década de ações mundiais em prol da segurança no trânsito, lançadas pela ONU e a FIA (Federação Internacional do Automóvel), a frente parlamentar da Câmara dos Deputados criou um site específico para desenvolver ideias e debater soluções. Focado na interatividade e enquetes diversas merece a visita: http://transitoseguro.net.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Chevrolet lança o Cruze $port6, meu ex-próximo carro

Finalmente o novo hatch médio da Chevrolet chegou. Como vocês sabem, esta é a minha categoria favorita de carros e, como ex-dono de um Astra, eu aguardava com grande expectativa o lançamento do Cruze Sport6 (o hatch derivado do sedã Cruze), que já está sendo vendido nas concessionárias da marca. Gostei muito do modelo e ele realmente tinha tudo para ser o meu próximo carro, mas não vai ser porque eu me recuso a pagar o absurdo pedido pela GM: a partir de R$ 64.900!

Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V - R$ 64.900
Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V automático - R$ 69.900
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V - R$ 77.400
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V automático - R$ 79.400

Não vou ficar criticando demais o preço neste post, já que fiz isso no final de março. Mas o valor incial sugerido pela Chevrolet é alto demais. Para ser interessante no mercado, um hatch médio precisa ter as suas versões com preços variando entre R$ 45.000 e R$ 70.000. Entretanto, a casa de 45 mil já foi superada a tempos, e os valores giram, normalmente, entre R$ 50.000 e R$ 70.000. Mas, nenhum modelo parte de R$ 64.900. Esse é o preço pedido para as versões mais equipadas e quase completas.
É inegável que o Cruze Sport6 LT vem muito bem equipado de série: câmbio manual de seis marchas, airbags duplo e laterais, faróis e lanterna de neblina, controles de tração e estabilidade, freios com ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), sistema ISOFIX, rodas de alumínio aro 17, ar-condicionado eletrônico com AQS, computador de bordo, direção elétrica progressiva, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos elétricos com desembaçador, vidros elétricos, volante com comandos para acessar as funções do sistema de som, piloto automático e viva-voz através de Bluetooth, central multimídia com sistema de som AM/FM stéreo, CD Player, MP3, USB, entrada auxiliar e seis alto-falantes. Excelente lista!

Mas também é inegável que a Chevrolet deixa um espaço para lançar uma versão mais em conta do Cruze Sport6, retirando alguns equipamentos e reduzindo o preço. Mas já pensaram se a marca tivesse lançado o seu novo hatch médio com os mesmos equipamentos, mas custando bem menos? Seria um sucesso garantido - e provavelmente estaria na minha garagem num futuro não muito distante!
No mês passado, sugeri os seguintes preços para o Sport6:

Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V - R$ 60.900
Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V automático - R$ 65.900
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V - R$ 70.400
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V automático - R$ 72.400

Mas agora vou mais além:

Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V - R$ 59.900
Chevrolet Cruze Sport6 LT 1.8 16V automático - R$ 64.900
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V - R$ 69.900
Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V automático - R$ 72.400

Ampliando o meu pensamento, praticamente pelos mesmos R$ 64.900, é possível comprar, por exemplo, um Renault Fluence Dynamique 2.0 16V - de outra categoria, mas vale pela comparação. Pagando R$ 2.000 a mais (R$ 66.900), você leva um carro mais leve (Fluence pesa 1.369 kg e o Sport6 pesa 1.410 kg), com o porta-malas maior (530 litros X 402 litros do Sport6), com mais torque (19,9 mkgf e 20,3 mkgf a 3.750 rpm x 17,8 mkgf e 18,9 mkgf a 3.800 rpm), com quase a mesma potência, mas em giro mais baixo (francês: 140 cv e 143 cv a 6.000 rpm x 140 cv e 144 cv a 6.300 rpm do GM), e com o excelente câmbio automático CVT.
E a lista de equipamentos de série do Renault briga com a versão LTZ do Chevrolet: ar-condicionado digital dual zone, com saídas de ar traseira, regulador e limitador de velocidade, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis, vidros dianteiros e traseiros elétricos com função “one touch” e sistema anti-esmagamento, banco do motorista com regulagem de altura, direção elétrica com assistência variável, computador de bordo, volante de três raios com regulagem de altura e profundidade, porta-luvas refrigerado e com porta-latas, chave-Cartão "hands free" com fechamento/abertura das portas através de sensores de reconhecimento, freios ABS com auxílio de frenagem de urgência (AFU) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), faróis de neblina, sistema CAR – travamento automático das portas e do porta-malas a partir de 6 km/h, chave-Cartão "hands free" com partida do motor através do botão “Start/Stop”, cinto de três pontos e apoio de cabeça para todos os ocupantes, alarme, airbags frontais, laterais e duplos de cortina, comando satélite de áudio e celular na coluna de direção, rádio CD MP3 com conexão USB / iPod, AUX, Bluetooth e 4 alto falantes, volante com revestimento em couro e retrovisores externos com regulagem elétrica.

O Cruze Sport6 LTZ vem equipado com os itens do LT além de bancos revestidos em couro, teto solar retrovisores externos com rebatimento elétrico, airbag de cortina, sensor crepuscular, rodas 17 com design exclusivo, sensor de estacionamento, acionamento do motor através de interruptor Start-Stop no painel, central multimídia com tela LCD de sete polegadas e Navegador GPS integrado com sistema de som AM/FM stereo, CD player, MP3, USB e entrada auxiliar. Mas, para ter isso tudo, o rombo é de, no mínimo, R$ 77.400 (isso mesmo).
Toda linha Cruze vendida no Brasil é equipada unicamente com o motor 1.8 16V Ecotec flex, que desenvolve 140 cv de potência a 6.300 rpm e 17,8 mkgf de torque a 3.800 rpm com gasolina e 144 cv e 18,9 mkgf com etanol, nas mesmas rotações.

Para fechar, que nome estranho esse Sport6. A proposta da Chevrolet foi atendita com plenitude com esse nome, afinal, ela quer passar que o Cruze hatch é esportivo e que ele tem câmbio de seis marchas (manual ou automático). Mas sinto que o carro perdeu personalidade com o nome de Cruze Sport6. Sou a favor da simplicidade, como Astra e Astra Sedan, e, principalmente, dos nomes difernetes, como Palio e Siena.
O nome do veículo no título do post foi uma sugestão do internauta Enrico: Chevrolet Cruze $port6.

Chevrolet Cruze Sport6
Potência: 140/144 cv (g/e) a 6.300 rpm
Torque: 17,8/18,9 mkgf (g/e) a 3.800 rpm
Comprimento: 4,510 m
Largura: 1,790 m
Altura: 1,477 m
Entre-eixos: 2,685 m
Porta-malas: 402 litros
Tanque: 60,3 litros
Peso: 1.410 kg
Fotos: Chevrolet/Divulgação

quinta-feira, 24 de março de 2011

Motor 1.8 16V Ecotec já esteve entre nós

O motor 1.8 8V Flexpower está cada vez mais sumindo do mercado. Porém, outro motor 1.8 da Chevrolet vem criando grande expectativa: é o 1.8 16V Ecotec, que deverá virar bicombustível quando passar a equipar os Cruze sedã e hatch, previstos para serem lançados no Brasil ainda em 2011. Derivado da Família 1 da GM, como bem disse o amigo Marlos Ney Vidal, o propulsor já esteve entre nós, à venda no Brasil.
No Cruze vendido na Argentina, motor 1.8 16V Ecotec tem 141 cv
Mas ele não era tão avançado como atualmente. Suas melhorias vieram depois. Na época, em 2002, o 1.8 16V rendia 122 cv de potência a 5.600 rpm e 17,3 kgfm de torque a 3.600 rpm no Meriva e a mesma potência e mais torque no Fiat Stilo, 17,4 kgfm, com a mesma rotação, graças a um pequeno ajuste feito pelos italianos.

Em janeiro de 2005, a Quatro Rodas publicou o teste dos 60.000 km com o Stilo 1.8 16V. Vejam o que foi dito:

"No decorrer dos 60.952 quilômetros, não tivemos nem sinal de fumaça de problema com o motor. Nada. Quando abrimos seu "andar superior", a confirmação de que estava tudo em ordem. Cabeçote, comando e válvulas tinham apenas resíduos de carbonização, "condizentes com a quilometragem", segundo Fukuda. A compressão dos cilindros estava nos níveis estipulados pela Fiat e em valores bem próximos nas quatro câmaras de combustão. Pistões e bielas não apresentaram desgaste significativo.

O que nos causou surpresa, no entanto, foi a parte inferior do motor, onde encontramos uma folga axial do virabrequim acima do previsto pela fábrica - o padrão é de 0,12 a 0,25 milímetro, e nosso Stilo apresentou 0,45 milímetro de folga. O semi-anel posterior de encosto do virabrequim - onde ele vai apoiado no bloco do motor - também apresentou desgaste excessivo e estava abaixo das medidas.

Essa folga é uma espécie de "jogo" longitudinal no eixo. Segundo nosso consultor Fábio Fukuda, o problema iria provocar o desgaste prematuro de bronzinas de mancais e bielas, causando ruídos no motor e comprometendo sua durabilidade.

Segundo Carlos Henrique Ferreira, engenheiro da Fiat
(mas que hoje está na Renault), o problema teria sido causado pelo fato de se andar com o pé apoiado na embreagem. Ao analisarmos as peças, constatamos que disco e platô não apresentaram sinais de que a embreagem do veículo tivesse sido utilizada de forma incorreta. Segundo Fukuda, só resta a hipótese de que a causa para a folga do virabrequim esteja no semi-anel de encosto, que pode ter saído de fábrica com folga excessiva."

De acordo com números da Fiat, o Stilo 1.8 16V (manual de cinco marchas) precisava de 10,3 s para ser acelerado de 0 a 100 km/h e atingia velocidade máxima de 195 km/h. Em relação ao consumo, sem com gasolina, a média era de 10,5 km/l na cidade e 15,5 km/l na estrada - números bem generosos divulgados pela Fiat. A Quatro Rodas conseguiu média de 9,8 km/l no circuito misto depois de rodar 60.952 km e gastar 6.118 litros de combustível.

Já segundo a Chevrolet, o Meriva 1.8 16V (manual de cinco marchas) precisava de 11,9 s para ser acelerado de 0 a 100 km/h e atingia velocidade máxima de 185 km/h.

Agora que o motor 1.8 16V "antes de Ecotec" está novamente próximo a nossa realidade, vale repetir os números de potência e torque do Ecotec divulgados oficialmente pela Chevrolet na Argentina: 141 cv a 6.200 rpm e 17,9 kgfm a 3.800 rpm, lembrando que a motorização não é flex. Quando passar a ser bicombustível, a estimativa é que a potência suba para a casa dos 148 cv com etanol.

Segundo a Chevrolet, equipado com o propulsor 1.8 16V Ecotec a gasolina, o Cruze sedã (manual de cinco marchas) precisa de 10 s para ser acelerado de 0 a 100 km/h e atinge 200 km/h de velocidade máxima.

Qual a sua expectativa em relação ao motor 1.8 16V Ecotec? Será que a Chevrolet vai conseguir peder a fama de só ter motorizações antigas e ultrapassadas nos carros nacionais?
Foto: Chevrolet/Divulgação

terça-feira, 23 de junho de 2009

Problemas com o garotão Chevrolet Captiva

Fotos: Chevrolet/Divulgação
O Chevrolet Captiva é um sucesso de público, sempre vendendo muito bem desde a sua chegada ao Brasil, em agosto do ano passado. O modelo serviu para melhorar um pouco a imagem da marca, que estava carente de algo realmente novo e inédito. O impacto do Captiva foi tão grande que ele abafou dois outros modelos de grande sucesso e bastante cobiçados pelo público brasileiro: Hyundai Tucson e Honda CR-V.

Já ouvi que o Captiva é o rival direto do Tucson; também já me disseram que o Captiva é o principal adversário do CR-V. A verdade é que o Chevrolet incomoda tanto os modelos considerados crossovers médios, quanto os utilitários esportivos médios. Veja as vendas:

Chevrolet Captiva
4.795 unidades - 2008 (setembro a dezembro)
5.689 unidades - 2009 (janeiro a maio)

Honda CR-V
7.955 unidades - 2008 (março a dezembro)
6.041 unidades - 2009 (janeiro a maio)

Hyundai Tucson
19.644 unidades - 2008 (janeiro a dezembro)
8.208 unidades - 2009 (janeiro a maio)

Mas o ponto que quero chegar com esse post é o seguinte. Nos últimos meses, tenho recebido algumas reclamações sobre o Captiva. Um internauta vendeu o carro depois de 35 dias com o mesmo. Já um outro proprietário fez um acordo com a GM e devolveu o veículo pouco tempo depois de comprá-lo. Fiquei curioso para saber quais são os defeitos mais comuns do modelo. Resolvi então fazer algumas visitas especiais a concessionárias da marca em Belo Horizonte.
Interior bem acabado e confortável
Ao entrar nas oficinas, me deparei com alguns contrastes. Numa delas, pouquissimos Captivas parados nos "boxes". Perguntei ao consultor o que os carros tinham e ele disse que eles estavam lá para a primeira revisão de seis meses (troca de óleo, etc.). Em outra revenda, o mesmo foi dito, mas algo chamou a minha atenção: oito Captivas estavam na mesma oficina, ao mesmo tempo - número que achei alto para uma simples troca de óleo. Conversa vai, conversa vem, começo a saber o que está acontecendo.

Muitos Captivas estão parados esperando peças, que, aparentemente, estão demorando um bocado para chegar. Alguns tiveram problemas com os discos de freio, que empenaram graças às nossas ruas, avenidas e estradas, que insistem em imitar a superfície da Lua. Outros estão com um problema mais grave: a luz da injeção eletrônica se acende no painel do veículo, acusando problemas com o sistema. O defeito parece não ser fatal, já que permite que o carro rode sem dificuldades. Mas ele pode ser a ponta de algo muito pior. Um dos modelos estava com um problema no motor que ninguém sabia o que era e, logo, ninguém sabia resolver. Não me lembro a proporção, mas vi na oficina Captivas V6 e Ecotec.
Motores V6 3.6 e 2.4 16V Ecotec parecem não gostar da gasolina brasileira
Fica a impressão que o Captiva não recebeu as adaptações necessárias para rodar nas péssimas condições de piso do Brasil (embora o carro seja um fora-de-estrada) e para receber a nossa gasolina, que contêm 25% de álcool - e que adora ser batizada. A situação pode ser ainda pior. Recebi uma informação, que ainda não pude confirmar, mas que diz que algumas concessionárias da Chevrolet fora do estado de São Paulo estão, literalmente, colocando os Captivas defeituosos numa cegonha e mandando de volta para a sede da GM em SP com o seguinte bilhete: "Toma que o filho é seu. Resolvam os problemas e me mandem os carros de volta".

Deixando a ironia de lado, a situação pode até não parecer grave, já que é natural que qualquer carro tenha seus defeitos - até por isso existe a garantia da fábrica. Mas o que começa pequeno pode crescer muito rápido, se tornando uma grande dor de cabeça. Tenho certeza que a Chevrolet do Brasil já trabalha para conseguir a reposição mais eficiente das peças do modelo e para solucionar os problemas de injeção, fazendo o Captiva voltar ao que ele é: um carro caro, moderno, confortável, muito bonito e beberrão.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Chevrolet Captiva Ecotec 2009 mais econômico

Chevrolet/Divulgação
Querendo elevar ainda mais as boas vendas do Captiva e, ao mesmo tempo, querendo resolver um dos principais problemas do modelo - o consumo -, a Chevrolet está lançando no nosso mercado (em fevereiro) o Captiva 2.4 16V Ecotec, com preço sugerido de R$ 86.990. Quando digo no título que o carro está mais econômico, me refiro à média de 10 km/l na cidade (e 14,9 km/l na estrada) prometidos pela marca e à diferença de R$ 10.000 no preço entre as versões Ecotec e V6 4x2, que tem valor sugerido de R$ 96.990. A versão topo de linha 4x4 agora custa R$ 103.990. Vale lembrar que é muito difícil encontrar o Captiva por estes preços, já que a maioria das concessionárias vendem o carro com ágio "extra-oficial", já que não existe mais ágio - o preço do carro é sugerido pela fábrica, e não tabelado.
Foto acima e abaixo: Reprodução da internet/revistaautoesporte.com.br - 22/1/09
Quando testamos o Captiva, ficou claro que modelo é muito bem equipado e tem bom desempenho com o motor V6 3.6, de 261 cv de potência. O problema realmente foi a média de consumo: 4,5 km/l, no circuito misto - metade cidade, metade estrada. Vamos ver se o sempre elogiado motor Ecotec vai se sair bem.
Falando do motor Ecotec 2.4 16V, ele não tem nenhuma ligação com o 2.4 16V Flexpower que equipa do Vectra Elite. O Ecotec desenvolve 171 cv de potência e 22,2 kgfm de torque, sempre com gasolina, além de ter bloco, pistões e cabeçote de alumínio e comando de válvulas variável. Já o Flexpower tem 146 cv e 23,1 kgfm com gasolina e 150 cv e 23,7 kgmf com álcool. Embora o segundo tenha mais torque, os 25 cv (ou 21 cv) a mais do Ecotec devem fazer muita diferença. A sua construção e tecnologia também é muito superior. Fica o recado para a GM: aposente o 2.4 Flexpower e lance o 2.4 Ecotec para as linhas Zafira, Omega e, principalmente, Vectra (sedã e GT) - aproveite também e lance logo o motor 2.0 Flexpower mais potente (133/140 cv) e econômico.

O Captiva Ecotec continua muito bem equipado. O modelo tem, como equipamentos de série, seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), freios ABS, controles de tração e estabilidade, ar-condicionado e direção elétrica. A linha 2009 do modelo ganhou computador de bordo (com monitor de pressão dos pneus) e um novo limite eletrônico de velocidade máxima: 180 km/h, contra 160 km/h do anterior. O Captiva Ecotec só não tem bancos revestidos em couro, com regulagem elétrica para o motorista, e porta-objetos no porta-malas, vendidos como opcionais. Em relação às diferenças visuais, a nova versão possui para-choque bicolor (pintado na cor do veículo e na cor antracite), rodas com aro de 17 polegadas com outro desenho e não possui os detalhes cromados das versões mais caras.

Se o Captiva já tomou a liderança do segmento no segundo semestre de 2008, muito provavelmente o modelo vai se consolidar na ponta conta desta nova versão. Só quero mesmo ver se o motor 2.4 Ecotec é econômico, já que nesta versão o Captiva só estará disponível com câmbio automático de quatro marchas e o seu peso não ajuda muito: 1.720 kg.