segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Brasil estuda criar programa de reciclagem de veículos

Muito interessante essa matéria da Folha de S. Paulo. Eu sempre gostei de discutir esse assunto, pois o Brasil precisa urgentemente de um programa de renovação de frota e de reciclagem de veículos.

Sou a favor do IPVA ir ficando mais caro a com o tempo: quanto mais velho for o carro, mais caro é o imposto. Não precisa ser exatamente ano a ano, mas a cada três anos, por exemplo. Mas isso seria apenas uma das partes de um GRANDE todo. Governos, montadoras e entidades precisam se unir para conversar e definir um projeto benéfico para o país, para a população e para o meio ambiente.

Brasil estuda criar programa de reciclagem de veículos
O governo brasileiro estuda a criação de um programa de reciclagem de veículos. A proposta é da Fenabrave (federação das concessionárias), que analisa os modelos usados em outros países em discussão na convenção anual da NADA (associação dos concessionários dos EUA), que acontece nesta semana em Orlando.
Reprodução/Autosorfaos
"Estamos conversando com o poder público para que criem regras e um sistema de reciclagem veicular. Somos o quarto maior mercado do mundo e não temos uma legislação e um programa que indique o que será feito com o carro velho", diz Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave.

Além dos benefícios ambientais, interessa à Fenabrave uma medida de incentivo à renovação da frota, pois isso levaria a uma alta nas vendas de carros novos. "Aquece o mercado de novos e o de usados. Os ganhos são inúmeros, incluindo a redução da poluição, aumento da segurança no trânsito e a geração de renda com a contratação de pessoas e a compra de máquinas para o processo", defende Meneghetti.

FROTA VELHA
A frota nacional de carros tem idade média de 12 anos. Ao contrário de alguns países, no Brasil, quanto mais antigo é o carro, mais benefícios governamentais ele têm, como a isenção de impostos como o IPVA.

Já a situação dos caminhões é ainda mais preocupante, segundo Alarico Assumpção, vice-presidente da Fenabrave e especialista no mercado de pesados. A idade média da frota é de 14 anos. "Há caminhões com mais de 40 anos ainda 'trabalhando'. "São veículos em situação precária e perigosa", aponta Assumpção.

A criação de leis que regulamentaram a reciclagem na Argentina, por exemplo, permitiu a implantação de um programa do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) do país. A iniciativa reduziu o furto e o roubo de veículos na região da grande Bueno Aires em 70%.

No Europa, a legislação sobre o tema está mais avançada e há unidades para o tratamento dos carros fora de uso em países como a Espanha.

Texto: Ricardo Ribeiro
Reprodução: Folha de S. Paulo

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Alta Roda - Consciência Coletiva

Depois de algumas mudanças, a lei realmente seca para dirigir foi regulamentada pela Resolução nº 432, do Contran, semana passada. Este será o primeiro Carnaval em que estreia a tolerância zero para qualquer traço de bebida alcoólica em exame de sangue ou de 0,05 mg de álcool por litro de ar expelido captado por etilômetro (bafômetro). O segundo limite apenas corrige um possível erro de leitura do instrumento.
Reprodução/Uol
Antes dessa regulamentação era possível ao motorista tomar um copo de cerveja ou uma taça de vinho – até o dobro disso se esperasse pelo menos duas horas para que o organismo eliminasse 50% do excesso. A polêmica em torno da recusa de se submeter ao bafômetro, alegando direitos constitucionais de evitar prova contra si mesmo, levou ao endurecimento da lei. O Contran também reiterou, de resolução antecedente, os sinais de alteração de sobriedade e outras provas: testemunhais, fotos e imagens.

Ainda se discute se o limite anterior – 0,3 mg/l – deveria ter sido reduzido pela metade para se enquadrar como crime de trânsito. Na maioria dos países europeus o limite é de 0,25 mg/l (em alguns 0,1 mg/l ou até zero), nos EUA 0,4 mg/l (em alguns estados americanos também se consideram outras evidências a partir de 0,25 g/l). No Japão, a legislação mudou e foi zerado. Quem se recusa, no exterior, a soprar o bafômetro não tem escapatória constitucional, mas nunca aparece quem aponte a realidade mundial. Aqui nem há certeza de como agirão os tribunais, apesar da nova lei e sua regulamentação.

Um erro comum é achar que alguém está obrigatoriamente bêbado, quando superasse o antigo limite de 0,3 mg/l. Depende de cada organismo, se homem ou mulher, condições de saúde, além de outras condicionantes. Ele ou ela poderá até dirigir devagar e em linha reta, sem cometer erros, mas será pesadamente multado, terá a carteira de habilitação suspensa, impedido de prosseguir ou preso em flagrante, de acordo com a legislação de cada país, se ultrapassar a indicação legal no bafômetro.

Estudo da Universidade de Yale, de 1992, indica que há nove vezes mais chance de acidente fatal se o motorista tiver concentrações entre 0,25 mg/l e 0,45 mg/l. Entretanto, existe no Brasil a cultura de certa permissividade quanto ao fato de beber e, em seguida, assumir o volante. E há também o péssimo hábito da dose de “saideira”, quando muitos já atingiram o perigoso estágio de alegria fácil e o bom senso indicaria esquecer o banco do motorista.

Fiscalização, praticamente, não existia no Brasil até 2008, quando o Congresso aprovou a chamada lei seca que, na realidade, nem era, pois até 0,1 mg/l indicado no bafômetro nada acontecia. Hoje, em várias cidades, a fiscalização é constante, rigorosa e alguns motoristas são presos. Mas quantos foram condenados, de fato? Se alguns tivessem ido para a cadeia por ultrapassar o antigo limite de 0,3 mg/l, o efeito de inibição seria, provavelmente, equivalente ao de 100 blitze.

Resta saber por quanto tempo o rigor das fiscalizações será mantido. Mas se ajudar a mudar a consciência coletiva, terá sido um grande passo em prol da segurança do trânsito.

RODA VIVA

AINDA não se estabeleceu uma data para a BMW promover cerimônia da pedra fundamental de sua fábrica em Araquari (SC). Cronograma de início de vendas permanece para o final de 2014: primeiro produto é o crossover X1, seguido, a cada dois meses, pelo hatch Série 1 e sedã Série 3. Os três modelos respondem por mais de 80% das vendas da marca aqui.

PEUGEOT considera o novo 208 como produto da virada no Brasil, a partir de abril. Presidente mundial do grupo francês, Philippe Varin, e Thierry Peugeot, da família controladora, estiveram em Porto Real (RJ) para lançamento industrial do hatch. SUV compacto 2008 é para 2014, mas a empresa descarta produção do sedã 301, apesar da base comum com o 208.
Honda/Divulgação
MOTOR flex 2 litros/155 cv dará impulso ao Civic ano-modelo 2014, já neste mês. Com etanol não há mais injeção de gasolina na partida em dias frios . Mostra disposição e harmonia com câmbio automático de cinco marchas. Preço de R$ 83.890 poderia incluir acessórios como retrovisor fotocrômico. Motor 1,8 litro ganhou vida graças ao novo câmbio manual de seis marchas.

INSPEÇÃO ambiental na cidade de São Paulo tem absurdos burocráticos: a cada ano, carros com motores dois-tempos devem pedir dispensa e quem precisar trocar o para-brisa vai penar para obter segunda via do selo anual. Novo Secretário do Verde e Meio Ambiente extrapolou ao comparar vidas salvas pelos cintos de segurança e pela melhoria do ar.

PARA defender seu negócio de venda de carros usados, Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (ABLA) criticou a redução do IPI no ano passado, que desvalorizou sua frota. Só faltava essa. Empregos salvos na indústria não parecem ter a menor importância para a entidade. Que, aliás, compra carros novos com descontos mais que generosos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

E se a Hyundai unisse o Tucson ao (velho) i30?

No Brasil, convivemos com a primeira geração do Tucson, e com a sua segunda geração, o ix35. A ideia da Hyundai/CAOA é vender os modelos em dois segmentos de preços distintos, deixando o Tucson mais "de entrada" e o ix35 mais "por cima". Mas não significa que o veterano não possa ganhar novidades. Ele já é nacional e agora tem motor flex. Mas será que a marca coreana terá outras novidades para o Tucson por aqui?
Na China, a Hyundai se prepara para unir o velho Tucson ao velho i30. Explico. A marca vai lançar o SUV com uma reestilização entre os meses de março e abril. E as mudanças estéticas na dianteira aparentemente foram inspiradas no hatch médio. Nada de design de "escultura fluída", como no HB20 e no novo (e caro) i30. A solução foi usar mesmo o atual i30 como referência. O resultado até passa, mas não chega a merecer elogios.
Na traseira, as mudanças nada lembram o hatch e agradaram ainda menos. Pelo flagrante percebemos que a marca substituiu a peça em forma de "U invertido" que envolve a placa (no meio da tampa do porta-malas) por outra um pouco diferente, mais chamativa (lembra dentes de vampiro). Não é possível perceber com exatidão se a cor da peça também mudou, mas ela parece ter ficado prateada. Se tiver mesmo mudado, será uma péssima ideia, tornando a traseira bizonha! As lanternas também mudaram, ficando mais feias do que a do modelo brasileiro.
Na lateral, aparentemente apenas as rodas são novas. Por dentro, o padrão usado na China foi mantido: interior com tons mais claros. 

Agora vem a dúvida: será que teremos este Tucson no Brasil? Não seria má ideia reestilizar o modelo por aqui, dando uma (relativa) movimentada no segmento e aquecida nas vendas. Se ele recebesse mais equipamentos de série e retoques visuais mais elegantes do que o chinês, seria muito bom.
Fotos do flagrante: China Car Times/Reprodução
E não que seria ruim se a Hyundai nacionalizasse e continuasse vendendo o "velho" i30 no Brasil, com motor 2.0 16V flex e preços variando entre R$ 45.000 e R$ 55.000. Mas isso não deve acontecer, ainda mais pelo alto valor pedido pelo HB20 1.6. Não custa lembrar que o novo i30 é 1.6, e não 2.0 aqui no país.
No Brasil, Tucson é flex - Fotos do Tucson BR: Hyundau/CAOA/Divulgação

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Novo Toyota Corolla 2014 aparece na internet. Visual é promissor!

Finalmente imagens reais do novo Toyota Corolla começam a aparecer na internet, e o carro parece bem mais promissor do que as incansáveis projeções, que estavam me deixando muito desanimado. Pelo visto a marca japonesa pegou o conceito Corolla Furia e tirou os detalhes de "Velozes e Furiosos" para deixar o sedã mais tradicional, mas ainda assim BEM mais moderno do que o (ultrapassado) modelo atual.

Detalhes de onde e quando estas fotos foram feitas são escassos, mas podemos ver que o novo Corolla tem visual que segue a mesma linha do Auris e do Camry. A dianteira lembra até a do Etios (infelizmente?). O carro das imagens deve ser uma unidade voltada para o mercado europeu ou norte-americano, e não para o japonês (reparem no volante).

Diferente da atual, a nova geração do Corolla terá diferenças apenas de motorização entre os principais mercados onde será vendida (EUA, Europa, Asia e América Latina), criando, finalmente, uma unidade visual mundial para o sedã.
Fotos: Carscoop/Reprodução
O lançamento do Toyota Corolla 2014 deverá acontecer no final de 2013 nos Estados Unidos, com a chegada na Europa prevista para o início do ano que vem. No Brasil, a produção e as vendas devem começar, na melhor das hispóteses, no segundo trimestre de 2014.

Espero que o novo Corolla vendido por aqui matenha as motorizações 1.8 e 2.0, mas com evoluções, especialmente no câmbio automático, que já deveria ter seis marchas há muito tempo. Quem sabe a Toyota não inova com uma transmissão de sete velocidades para o modelo? Sonhar não custa nada...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Novo (e caro) i30 já aparece no site da Hyundai/CAOA

Mesmo com frequência menor, a Hyundai continua com o estranho hábito de tentar tornar as coisas um pouco mais confusas para o consumidor. Depois do "gato por lebre" Veloster, dos cavalos + ponêis do Elantra, e de mais algumas coisas (e de tomar uma punição do próprio consumidor), a mais recente da marca é ter dois sites oficiais no Brasil: um para os carros fabricados no Brasil (HB20) e outro para os veículos distribuídos pelo "Hyundai CAOA Montadora" - pode até parecer difícil, mas a migração de um para outro não é problemática. E é no segundo site o lugar onde os internautas já podem encontrar informações da nova geração do i30, batizada na página de i30 GD (sigla que dificilmente alguém vai usar).

Pelo visto, a marca coreana vai valorizar, como principais características do novo hatch médio, o espaço interno, o visual e o conforto do carro. E realmente o carro parece ter ficado legal. Pelo menos no quesito design, ele está aprovado. Outro lado bom é que o hatch médio deverá vir recheado de equipamentos de série.
Os lados ruins são o motor 1.6 16V (com desempenho razoável para o tamanho e proposta do carro) e o preço (cobrado antecipadamente por algumas concessionárias) na casa de R$ 75.000 - absurdamente caro! Mas ainda há esperanças de valores mais baixos e, quem sabe, de um propulsor maior (2.0 16V flex?).

De acordo com a única versão do modelo disponível no site, o novo i30 é equipado com espelho de vaidade com iluminação (isso é sério), volante esportivo de quatro raios com dois tons de cor e acabamento em couro; retrovisor interno eletrocromático, coluna de direção com ajuste manual de altura e profundidade, bancos revestidos em couro, banco do condutor com ajuste elétrico, luz no porta-malas, habitáculo e porta-luvas; botão Active Eco Drive (para melhorar o consumo), suporte para garrafas e latas no painel das portas, console central com compartimento e apoio de braço, bolsas atrás dos bancos dianteiros; painel de instrumentos com iluminação em LED, banco traseiro rebatível separadamente 60/40, 5 encostos de cabeça com regulagem de altura; botão de partida (Smart Key); sistema imobilizador, Key less (travamento das portas a distância); botões de acionamento dos vidros iluminados em LED; kit multimídia com CD Player, ráio AM/FM, GPS e Bluetooth, entrada USB e auxiliar, e comando no volante, 4 alto falantes, 2 tweeters dianteiros; ar-condicionado eletrônico com visor digital (Dual Full Auto); canalização do ar para os pés dos passageiros de trás; Cruise Control (piloto automático), computador de bordo, teto solar panorâmico (se equipado), duas tomadas 12V no painel central e freio de estacionamento eletrônico.
Além disso, o modelo tem freio a disco nas 4 rodas com ABS, EBD, ESP (programa eletrônico de estabilidade) e TCS (sistema de controle de tração); rodas de liga leve (225/45 R17); para-choques e os retrovisores externos com a mesma cor da carroceria, sensor de estacionamento. câmera de ré, limpadores de farol, faróis de xênon com projetores, retrovisores externos com comando elétrico, retrovisores externos com indicadores de direção em LED, retrovisores rebatíveis eletricamente, maçanetas das portas na cor da carroceria, aerofólio traseiro com brake light integrado, sistema de auto acendimento dos faróis, faróis de neblina, grade dianteira com detalhe e logo cromados, limpadores do vidro dianteiro aerodinâmicos e antena no teto.

Mas, depois de acompanhar o lançamento do i30 atual, com todo respeito, não confio mais plenamente na lista de equipamentos passada pela Hyundai/CAOA (até segunda ordem). Não sei se vocês se lembram, mas o i30 atual foi anunciado com um bom preço e excelente pacote de conteúdos. Mas, quando foi lançado, ele chegou mais caro e menos equipado.
Acho que o para-choque traseiro ficaria mais bonito se fosse todo liso
E a minha desconfiança aumenta porque a página inicial do novo i30 no site da Hyundai/CAOA se contradiz, já que afirma, numa parte, que bancos revestidos em couro e ar-condicionado digital são de série. Em outro lugar, afirma que são opcionais por causa do "(se equipado)". Outra dúvida está relacionada aos airbags. O duplo frontal é de série, enquanto o lateral também deve ser. Já o de cortina e para os joelhos do motorista serão opcionais?

Pelo menos esta questão do site é fácil de resolver e espero que a Hyundai acabe logo com a confusão. Por outro lado, o "problema" do motor 1.6 16V não tem solução rápida. O conjunto mecânico do novo i30 é composto pelo mesmo propulsor 1.6 16V do HB20 e do Veloster (mas sem os falsos 140 cv do "esportivo"), com os verdadeiros 122 cv de potência e 16 mkgf com gasolina e 128 cv e 16,5 mkgf com etanol. Será que os proprietários vão sentir falta da motorização 2.0 16V (que agora é flex)? Inicialmente, o novo i30 será vendido apenas com câmbio automático de seis marchas.
Fotos: Hyundai/Divulgação
Concorrentes 1.6, 1.8 e 2.0
Ford Focus, Peugeot 308, Citroën C4 e Volkswagen Golf também são vendidos com motor 1.6 flex (8V no VW e 16V no restante), então qual seria o problema da Hyundai também usar a mesma cilindrada? A questão é que nenhum dos quatro concorrentes parte de R$ 75.000 com o propulsor 1.6. Completos, sempre com motorização 2.0, eles custam:

Citroën C4 Exclusive Sport 2.0 16V automático - R$ 69.980
Ford Focus Titanium 2.0 16V automático - R$ 71.064
Peugeot 308 Feline 2.0 16V automático - R$ 70.090
Volkswagen Golf GT 2.0 8V Tiptronic - R$ 70.964

Já Fiat e Chevrolet trabalham, respectivamente, com motores 1.8 16V flex para Bravo e Cruze Sport6, que têm mais potência e torque do que o novo i30. Completos, os dois custam mais do que os R$ 75.000 cobrados por algumas concessionárias da Hyundai, mas ainda menos do que os R$ 80.000 pedidos pelas mesmas revendas da marca coreana para o novo hatch médio equipado com teto-solar.

Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.8 16V automático - R$ 78.150
Fiat Bravo Absolute Dualogic Plus 1.8 16V - R$ 79.121

Pelo visto, o segmento de hatches médios está inflacionado. E, para não ficar de fora, a Hyundai quer entrar (bem) por cima com o novo (e belo) i30, que será um grande representante da categoria.

Hyundai i30
Comprimento - 4,30 m
Largura - 1,78 m
Altura - 1,495 m
Entre-eixos - 2,65 m
Peso em ordem de marcha - 1.210 kg

Chevrolet Cruze Sport6
Comprimento - 4,51 m
Largura - 2,098 m (com espelhos)
Altura - 1,477 m
Entre-eixos - 2,685 m
Peso em ordem de marcha - 1.410 kg (LT)

Citroën C4
Comprimento - 4,26 m
Largura - 1,773 m
Altura - 1,458 m
Entre-eixos - 2,608 m
Peso em ordem de marcha - 1.200 kg (GLX 1.6)

Fiat Bravo
Comprimento - 4,336 m
Largura - 1,792 m
Altura - 1,508 m
Entre-eixos - 2,60 m
Em ordem de marcha - 1.340 Kg (Essence)

Ford Focus
Comprimento: 4,351 m
Largura: 1,840 m
Altura: 1,497 m
Entre-eixos: 2,640 m
Peso em ordem de marcha: 1.290 kg (1.6 GL)

Peugeot 308
Comprimento: 4,276 m
Largura: 1,815 m
Altura: 1,498 m
Entre-eixos: 2,608 m
Peso em ordem de marcha: 1.318 kg (1.6 Active)

Volkswagen Golf
Comprimento - 4,204 m
Largura - 1,735 m
Altura - 1,457 m
Entre-eixos - 2,515 m
Peso em ordem de marcha - 1.191 kg (1.6)

Atualização
Infelizmente o valor do novo i30 foi confirmado. Agora cabe a você, leitor e consumidor, decidir se o carro vale mesmo os R$ 75.000 pedidos pela Hyundai. Eu achei o novo i30 excelente, mas não pagaria este preço (absurdo) por um.