segunda-feira, 31 de maio de 2010

Veja os comerciais da picape Volkswagen Amarok

Já que ando falando muito de propagandas de vários carros, por que não falar de mais um? A vez agora é da picape Amarok da Volkswagen.








Mais uma vez a marca afastou o seu lançamento do Brasil. A picape Saveiro foi jogar milhos de pipoca num vulcão, enquanto a Amarok foi até a Índia para levar um elefante para passear na caçamba (será que levou mesmo?).

Aproveito também para colocar no post o comercial do Volkswagen Tiguan, que valoriza o sistema park assist - que "estaciona o carro sozinho".


Vejam
também as propagandas da picape Fiat Strada Cabine Dupla, do Mitsubishi Pajero TR4, do Toyota Corolla 2.0, do Ford Fiesta reestilizado, do novo Uno, do Peugeot Hoggar, da nova linha do Renault Logan, além de um post sobre propagandas legais de vários carros.

Novo Fiat Uno agrada e vai ser o mais vendido do Brasil

O novo Uno está dando mesmo o que falar. A Fiat está fazendo de tudo para o carro aparecer. Pelo menos em Belo Horizonte e São Paulo, o veículo está nos aeroportos, shoppings e em mais alguns pontos estratégicos das cidades.

Pensando nisso perguntei aqui no De 0 a 100 "O que você achou do novo Uno?". Confiram o resultado final da enquete:

O que você achou do novo Uno?

Gostei e vai ser o mais vendido do Brasil: 38 votos (30%)
Gostei e penso até em comprá-lo: 23 votos (18%)
Gostei, mas o Gol vai vender mais: 22 votos (17%)
Podia ser melhor: 17 votos (13%)
Não gostei: 17 votos (13%)
Prefiro o antigo: 6 votos (4%)
Total: 123 votos

O fato é que, com o novo Uno, a Fiat mirou mesmo no Gol. Enquanto o pelado Mille pega o super espartano Gol G4, o novo compacto italino vai enfrentar a quinta geração do atual líder do mercado brasileiro. Com isso, o novo Palio (projeto 326) deve mesmo brigar com o Fox, deixando o Punto com o Polo e o futuro Bravo com o (tomara que novo) Golf.

domingo, 30 de maio de 2010

Você compraria um Mahindra no Brasil?


Para finalizar o post anterior, coloquei no ar uma enquete com a pergunta "Você compraria um Mahindra no Brasil?". A pergunta ficou no blog entre os dias 24 e 30 de maio. Vejam o resultado:

Sim: 21 votos (44,6%)
Não: 26 votos (55,3%)

Total: 47 votos

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Rock N’ Roll Racing: o game aliciador de criancinhas

Muita ação, velocidade, com batalhas recheadas de explosões e disputas cheias de adrenalina, sempre ao som do bom e velho Rock N´ Roll. Assim podemos definir Rock N´ Roll Racing, um dos jogos de corrida mais clássicos dos anos 1990.

Desenvolvido pela Silicon & Synapse, hoje conhecida como Blizzard Entertainment (famosa por Warcraft, Starcraft e Diablo), e publicado pela Interplay, o game foi lançado para Super Nintendo (SNES) em 1993 e para Sega Mega Drive (Genesis) em 1994, embora tenha recebido uma versão para o portátil Nintendo Game Boy Advance em 2003.

O jogo colocava quatro pilotos correndo entre si, com até dois deles controlados por jogadores diferentes. Cada corrida tinha quatro voltas em pistas cheias de retas, curvas, inclinações, depressões e pulos. Também era preciso ficar atento para não passar por cima de minas, pregos, poças de lava, manchas de óleo, montes de neve, entre outros obstáculos.

Na história (sim, existe uma, embora bem fraca), o jogador escolhe um dos personagens para participar de uma espécie de competição interplanetária de corridas, que é realizado em seis planetas diferentes, cada um com atmosferas variadas: Chen VI, Drakonis, Bogmire, New Mojave, Nho e Inferno.
Diversão garantida com um amigo no multiplayer
Batalha sanguinária
Embora fosse um game de corrida, um dos principais atrativos de Rock N´ Roll Racing era destruir os inimigos durante as disputas. Para isso, o jogador adquiria armamento extra, além de novos motores, amortecedores, pneus e blindagem.

Ao invés de gastar com upgrades, o jogador poderia também poupar dinheiro para comprar um carango melhor. Eram dois básicos, o Dirt Devil (picape) e o Marauder (carro de passeio com o motor saíndo pelo capô), idênticos em termos de desempenho.

O Air Blad era a opção intermediária. Seu visual lembrava o de carros do futuro desenhados no passado, com asas. Acima dele estava o Battle Trak, uma espécie de tanque moderninho feito para corridas, já que usa esteiras. O mais caro entre todos os veículos era o Havac, um hovercraft.

Muito Rock N´ Roll
Sem dúvida, o principal destaque de Rock N´ Roll Racing era sua trilha sonora. Só tem clássico: Paranoid, do Black Sabbath; Peter Gunn, de Henry Mancini; Born To Be Wild, do Steppenwolf; Bad To The Bone, de George Thorogood; e Highway Star, do Deep Purple. Numa época de musiquinhas sintetizadas e artificiais, ouvir rock era o máximo.

Para compensar os gráficos inferiores, a versão do Mega Drive acabou recebendo uma faixa extra: Radar Love, do Golden Earring. Carros velozes, batidas, destruição, disputas e uma trilha sonora de fazer inveja. Quantos adolescentes e crianças inocentes não foram mais felizes por causa desse jogo?

Texto que escrevi para o Jalopnik Brasil.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Chery vem com tudo com o Cielo a R$ 41.900

A marca chinesa Chery anunciou os preços das versões hatch e sedã do seu mais novo lançamento, o Cielo, que começa a ser vendido em breve. Ambos custarão o mesmo valor: R$ 41.900. E, como de costume, os modelos virão com uma boa lista de equipamentos de série.

É sempre assim para os chineses: oferecer mais por menos. O Cielo vem equipado com direção hidráulica, ar-condicionado, rodas de liga leve de 16 polegadas (205/55 R16), rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3 e entrada auxiliar USB, sensor de estacionamento traseiro, airbag duplo e freios com sistema ABS.
Debaixo do capô está o motor 1.6 16V a gasolina que desenvolve 119 cv de potência a 6.150 rpm e 14,98 mkgf de torque entre 4.300 rpm a 4.500 rpm. O modelo conta com um câmbio manual de cinco marchas e freio a disco nas quatro rodas. Toda linha do novo Chery possui três anos de garantia.

Segundo o site da Chery do Brasil, as versões hatch e Sedan do Cielo têm o mesmo peso, 1.375 kg, e praticamente as mesmas dimensões, respectivamente: 4,280 m e 4,285m de comprimento; 1,792m e 1,794m de largura; 1,467m e 1,464m de altura; e 2,55m de entre-eixos (ambos). O tanque é igual para os dois, 57 litros, mas o sedã tem porta-malas maior: 395 l, contra 337 l.
Porém, de acordo com o site da Chery internacional, o peso e o comprimento são diferentes, o que faz mais sentido. As medições de largura e altura são as mesmas. Mas, enquanto o Cielo hatch pesa 1.350 kg e mede 4,28 m de comprimento, o Cielo Sedan pesa 1.395 kg e mede 4,352m de comprimento.

Em termos visuais, o Cielo agrada bem mais que o jipinho Tiggo. Enquanto a dianteira tem linhas atuais, com faróis de dupla parábola, a traseira é diferente dependendo da carroceria. Na hatch, os faróis lembram gotas e invadem a lateral. Outro detalhe que chama a atenção é o vidro traseiro, aparentemente muito pequeno. Encerrando o hatch, a parte de trás da sua lateral lembra, um pouco, a do velho Mégane hatch vendido no Brasil. Já o sedã tem a parte traseira bem chinesa, com lanternas maiores e tampa do porta-malas volumosa.
Então, quando chegar às concessionárias da Chery, o Cielo oferecerá tamanho e equipamentos de hatches médios com preços de compacto premium. Diferente do Tiggo, o carro com o nome brasileiro em homenagem ao nadador campeão Olímpico César Cielo tem mais chances de dar certo.

Texto que escrevi para o Jalopnik Brasil.
Fotos: Chery/Divulgação (fotos atualizadas em outubro de 2012)