sábado, 17 de setembro de 2011
Assista ao primeiro comercial do Chevrolet Cruze
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Cruze pode levar a Chevrolet para o topo do segmento?
A Chevrolet bem que tentou, mas o valente Vectra não foi pareo sedãs médios japoneses. Agora, com o Cruze, será que a marca conseguirá voltar ao topo do segmento no Brasil?
Qualidades para isso o Cruze tem. Sua plataforma é global (diferente da do Vectra, que usava a do Astra alongada) e seu design e moderno, seguindo a identidade visual da GM. Por aqui, o novo sedã será vendido em duas versões de acabamento, LT e LTZ, duas opções de câmbio, manual e automático de seis marchas, e com um motor: 1.8 16V Ecotec.
No início, achei os preços anunciados pela Chevrolet um pouco salgados: LT manual, por R$ 67.900, LT automática (R$ 69.900) e a LTZ (R$ 78.900). Mas, analisando o mercado, os valores estão de acordo com a categoria e com a proposta do carro. Ainda acho caro, mas logo teremos bonus e promoções.
Fabricado na planta de São Caetano do Sul (mas com o índice de nacionalização longe do ideal), o Cruze LT vem equipado, de série, com direção elétrica, ar-condicionado digital, faróis de neblina, airbags frontais e laterais, freios ABS com EBD, controle de estabilidade, volante multimídia com piloto automático e conexão Bluetooth e USB. A LT automática de seis velocidades acrescenta sensor de chuva (R$ 2.000 a mais) e revestimento em couro nos bancos (R$ 4.000 extra). Já a LTZ vem com roda de liga leve, tela de 7 polegadas para a central multimídia, revestimento em couro no painel, GPS e botão de partida.
O novo motor Ecotec flex 1.8 16V, com duplo comando de valvulas variável, batizado de Ecotec6 e candidato a beberrão, desenvolve 140 cv de potência a 6.300 rpm e 17,8 mkgf de torque a 3.800 rpm com gasolina e 144 cv e 18,9 mkgf com etanol, nas mesmas rotações.
Segundo a GM, a versão pode ser acelerada de 0 a 100 km/h em 10,7/10,8 segundos (E/G) e alcança 204/203 km/h de velocidade máxima (E/G). Os números da versão automática são 11,4/11,7 s (E/G) e alcança 197 km/h de máxima.
O Cruze mede 4,60 m de comprimento, 1,79 m de largura (2,098 m com os espelhos), 1,47 m de altura e 2,685 m de distância entre-eixos. Seu porta-malas tem espaço para 450 litros, o tanque tem capacidade para 60,3 litros e o veículo pesa 1.399 kg.
Veja abaixo uma compração dos preços do Cruze e com os dos concorrentes.
Chevrolet Cruze LT 1.8 MT - R$ 67.900
Chevrolet Cruze LT 1.8 AT - R$ 69.900
Chevrolet Cruze LT 1.8 AT + couro - R$ 71.900
Chevrolet Cruze LTZ 1.8 AT - R$ 78.900
Citroën C4 Pallas 2.0 GLX MT - R$ 60.490
Citroën C4 Pallas 2.0 GLX AT - R$ 66.990
Citroën C4 Pallas 2.0 Exclusive AT - R$ 75.400
Honda Civic LXS 1.8 MT - R$ 66.660
Honda Civic LXS 1.8 AT - R$ 71.430
Honda Civic LXL 1.8 SE MT - R$ 67.340
Honda Civic LXL 1.8 SE AT - R$ 72.165
Honda Civic LXL 1.8 SE AT + couro - R$ 73.885
Honda Civic EXS 1.8 AT + couro - R$ 86.750
Nissan Sentra 2.0 MT - R$ 54.990 (por R$ 49.990)
Nissan Sentra 2.0 CVT - R$ 60.290 (por R$ 55.290)
Nissan Sentra 2.0 S CVT - R$ 64.290 (por R$ 59.290)
Nissan Sentra 2.0 SL CVT - R$ 71.990 (por R$ 66.990)
Peugeot 408 Allure 2.0 MT - R$ 59.500
Peugeot 408 Allure 2.0 AT - R$ 64.500
Peugeot 408 Feline 2.0 AT - R$ 74.900
Peugeot 408 Griffer 2.0 AT - R$ 79.900
Renault Fluence Dynamique 2.0 MT - R$ 60.290
Renault Fluence Dynamique 2.0 CVT - R$ 65.690
Renault Fluence Privilège 2.0 CVT - R$ 76.390
Toyota Corolla XLi 1.8 MT - R$ 63.570
Toyota Corolla XLi 1.8 AT - R$ 67.570
Toyota Corolla GLi 1.8 MT - R$ 67.070
Toyota Corolla GLi 1.8 AT - R$ 70.570
Toyota Corolla XEi 2.0 AT - R$ 77.070
Toyota Corolla XLi 2.0 AT - R$ 86.870
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 MT - R$ 65.775
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 AT - R$ 69.990
Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSi AT- R$ 89.520
Não sei se o Cruze fará sucesso, mas ele muitas qualidades para isso. No mínimo, ele deve vender mais que o Vectra. E, se o trabalho da marca for bem feito, ele pode assumir a carante segunda posição enquanto o novo Civic não chega. Só depois disso é o momento de pensar na liderança.
Qualidades para isso o Cruze tem. Sua plataforma é global (diferente da do Vectra, que usava a do Astra alongada) e seu design e moderno, seguindo a identidade visual da GM. Por aqui, o novo sedã será vendido em duas versões de acabamento, LT e LTZ, duas opções de câmbio, manual e automático de seis marchas, e com um motor: 1.8 16V Ecotec.
No início, achei os preços anunciados pela Chevrolet um pouco salgados: LT manual, por R$ 67.900, LT automática (R$ 69.900) e a LTZ (R$ 78.900). Mas, analisando o mercado, os valores estão de acordo com a categoria e com a proposta do carro. Ainda acho caro, mas logo teremos bonus e promoções.
Fabricado na planta de São Caetano do Sul (mas com o índice de nacionalização longe do ideal), o Cruze LT vem equipado, de série, com direção elétrica, ar-condicionado digital, faróis de neblina, airbags frontais e laterais, freios ABS com EBD, controle de estabilidade, volante multimídia com piloto automático e conexão Bluetooth e USB. A LT automática de seis velocidades acrescenta sensor de chuva (R$ 2.000 a mais) e revestimento em couro nos bancos (R$ 4.000 extra). Já a LTZ vem com roda de liga leve, tela de 7 polegadas para a central multimídia, revestimento em couro no painel, GPS e botão de partida.
O novo motor Ecotec flex 1.8 16V, com duplo comando de valvulas variável, batizado de Ecotec6 e candidato a beberrão, desenvolve 140 cv de potência a 6.300 rpm e 17,8 mkgf de torque a 3.800 rpm com gasolina e 144 cv e 18,9 mkgf com etanol, nas mesmas rotações.
Segundo a GM, a versão pode ser acelerada de 0 a 100 km/h em 10,7/10,8 segundos (E/G) e alcança 204/203 km/h de velocidade máxima (E/G). Os números da versão automática são 11,4/11,7 s (E/G) e alcança 197 km/h de máxima.
O Cruze mede 4,60 m de comprimento, 1,79 m de largura (2,098 m com os espelhos), 1,47 m de altura e 2,685 m de distância entre-eixos. Seu porta-malas tem espaço para 450 litros, o tanque tem capacidade para 60,3 litros e o veículo pesa 1.399 kg.
Veja abaixo uma compração dos preços do Cruze e com os dos concorrentes.
Chevrolet Cruze LT 1.8 MT - R$ 67.900
Chevrolet Cruze LT 1.8 AT - R$ 69.900
Chevrolet Cruze LT 1.8 AT + couro - R$ 71.900
Chevrolet Cruze LTZ 1.8 AT - R$ 78.900
Citroën C4 Pallas 2.0 GLX MT - R$ 60.490
Citroën C4 Pallas 2.0 GLX AT - R$ 66.990
Citroën C4 Pallas 2.0 Exclusive AT - R$ 75.400
Honda Civic LXS 1.8 MT - R$ 66.660
Honda Civic LXS 1.8 AT - R$ 71.430
Honda Civic LXL 1.8 SE MT - R$ 67.340
Honda Civic LXL 1.8 SE AT - R$ 72.165
Honda Civic LXL 1.8 SE AT + couro - R$ 73.885
Honda Civic EXS 1.8 AT + couro - R$ 86.750
Nissan Sentra 2.0 MT - R$ 54.990 (por R$ 49.990)
Nissan Sentra 2.0 CVT - R$ 60.290 (por R$ 55.290)
Nissan Sentra 2.0 S CVT - R$ 64.290 (por R$ 59.290)
Nissan Sentra 2.0 SL CVT - R$ 71.990 (por R$ 66.990)
Peugeot 408 Allure 2.0 MT - R$ 59.500
Peugeot 408 Allure 2.0 AT - R$ 64.500
Peugeot 408 Feline 2.0 AT - R$ 74.900
Peugeot 408 Griffer 2.0 AT - R$ 79.900
Renault Fluence Dynamique 2.0 MT - R$ 60.290
Renault Fluence Dynamique 2.0 CVT - R$ 65.690
Renault Fluence Privilège 2.0 CVT - R$ 76.390
Toyota Corolla XLi 1.8 MT - R$ 63.570
Toyota Corolla XLi 1.8 AT - R$ 67.570
Toyota Corolla GLi 1.8 MT - R$ 67.070
Toyota Corolla GLi 1.8 AT - R$ 70.570
Toyota Corolla XEi 2.0 AT - R$ 77.070
Toyota Corolla XLi 2.0 AT - R$ 86.870
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 MT - R$ 65.775
Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 AT - R$ 69.990
Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSi AT- R$ 89.520
Não sei se o Cruze fará sucesso, mas ele muitas qualidades para isso. No mínimo, ele deve vender mais que o Vectra. E, se o trabalho da marca for bem feito, ele pode assumir a carante segunda posição enquanto o novo Civic não chega. Só depois disso é o momento de pensar na liderança.
(Fotos: Chevrolet/Divulgação)
Governo regulamenta aumento do IPI para carros importados
Veja oa notícia publicada no site Folha.com, feita pelos repórteres Ana Carolina Oliveira, Eduardo Cucolo e Cirilo Junior:
O governo anunciou na quinta-feira (15) a elevação do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para veículos importados ou que não atendam a novos requisitos de conteúdo nacional. A medida vale a partir de hoje.
As empresas, no entanto, terão dois meses para provar que atendem às novas regras. Nesse prazo, o imposto continua nos níveis atuais, mesmo para as importadoras.
A mudança pode representar reajuste de 25% a 28% nos preços para o consumidor que comprar um carro que tenha menos de 65% de componentes fabricadas no país. Serão afetados automóveis, caminhões, caminhonetes e veículos comerciais leves. Deve encarecer, principalmente, carros chineses, coreanos e de luxo.
O IPI sobe 30 pontos percentuais. Atualmente, o tributo varia de 7% a 25%, dependendo da potência e do tipo de combustível. Agora, ficará entre 37% e 55%. Para as montadoras que cumprirem a nacionalização exigida, não haverá mudança do imposto.
Além do percentual de componentes nacionais, as montadoras precisam fazer investimentos e deverão realizar no Brasil pelo menos 6 de 11 etapas de produção definidas pelo governo. Entre elas, fabricação de motores e montagem de chassis.
A estimativa do Ministério da Fazenda é que entre 12 e 15 montadoras não devem ter alta de imposto, principalmente as que estão há muito tempo no país.
Como o Brasil tem acordo automotivo com a Argentina e o México, componentes desses países não serão considerados como importados. Por isso, o governo estima que cerca de metade dos veículos importados terá aumento de imposto e preço.
A medida vigora até dezembro de 2012 e faz parte do plano Brasil Maior, anunciado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff.
11 etapas
Para manter o atual nível de IPI, as empresas devem nacionalizar seis de 11etapas da produção. Seão elas: montagem, revisão final e ensaios compatíveis; estampagem; soldagem; tratamento anticorrosivo e pintura; injeção de plástico; fabricação de motores; fabricação de transmissões; montagem de sistemas de direção, de suspensão, elétrico e de freio, de eixos, de motor, de caixa de câmbio e de transmissão; montagem de chassis e de carrocerias; montagem final de cabines ou de carrocerias, com instalação de itens, inclusive acústicos e térmicos, de forração e de acabamento; e produção de carrocerias preponderantemente através de peças avulsas estampadas ou formatadas regionalmente. (fonte das 11: G1)
Vocês acham que o governo acertou com a medida?
Fica a sugestão para a leitura do editorial do blog Alto Giro sobre o assunto!
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| Hyundai/Divulgação |
As empresas, no entanto, terão dois meses para provar que atendem às novas regras. Nesse prazo, o imposto continua nos níveis atuais, mesmo para as importadoras.
A mudança pode representar reajuste de 25% a 28% nos preços para o consumidor que comprar um carro que tenha menos de 65% de componentes fabricadas no país. Serão afetados automóveis, caminhões, caminhonetes e veículos comerciais leves. Deve encarecer, principalmente, carros chineses, coreanos e de luxo.
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| Jac/Divulgação |
Além do percentual de componentes nacionais, as montadoras precisam fazer investimentos e deverão realizar no Brasil pelo menos 6 de 11 etapas de produção definidas pelo governo. Entre elas, fabricação de motores e montagem de chassis.
A estimativa do Ministério da Fazenda é que entre 12 e 15 montadoras não devem ter alta de imposto, principalmente as que estão há muito tempo no país.
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| Kia/Divulgação |
A medida vigora até dezembro de 2012 e faz parte do plano Brasil Maior, anunciado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff.
11 etapas
Para manter o atual nível de IPI, as empresas devem nacionalizar seis de 11etapas da produção. Seão elas: montagem, revisão final e ensaios compatíveis; estampagem; soldagem; tratamento anticorrosivo e pintura; injeção de plástico; fabricação de motores; fabricação de transmissões; montagem de sistemas de direção, de suspensão, elétrico e de freio, de eixos, de motor, de caixa de câmbio e de transmissão; montagem de chassis e de carrocerias; montagem final de cabines ou de carrocerias, com instalação de itens, inclusive acústicos e térmicos, de forração e de acabamento; e produção de carrocerias preponderantemente através de peças avulsas estampadas ou formatadas regionalmente. (fonte das 11: G1)
Vocês acham que o governo acertou com a medida?
Fica a sugestão para a leitura do editorial do blog Alto Giro sobre o assunto!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Alta Roda - Bandeira vermelha
No recente Fórum da Indústria Automobilística, organizado pela Automotive Business, o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, foi enfático ao tomar uma posição em relação ao papel do automóvel nas cidades. Carros são sempre considerados vilões. Não param de engarrafar as ruas e avenidas, causam acidentes, poluem o meio ambiente, ocupam todos os espaços das cidades, enfeiam a paisagem urbana ao originar vias elevadas, pontes e viadutos, atrapalham a circulação do transporte coletivo, queimam combustível fóssil (gasolina, diesel e gás) e assim aquecem a atmosfera do planeta, aumentam o nível de ruído, estimulam a individualidade das pessoas, aumentam os custos da saúde pública e diminuem a expectativa de vida da população.
Reze destacou na sua palestra o outro lado da questão. As cidades podem viver sem o que arrecadam com os veículos em circulação? Na realidade, afirmou, carros são coletores móveis de impostos. “Antes de chegar às concessionárias e também depois sofrem taxações elevadas em vários níveis. E continuam recolhendo para os cofres públicos ao longo de pelo menos 20 anos. Que outro bem durável mostra esse perfil de arrecadação contínua?”
Há um termo, dentro do jargão econômico, para explicar essa situação: cash cow, em tradução livre, vaca leiteira, no caso de dinheiro. Especialmente os automóveis não param de jorrar recursos financeiros para alimentar toda uma infraestrutura que, obviamente, deveria significar investimentos pesados em metrô, trem, ônibus e ampliação viária.
No afã de imputar mais problemas, reportagens na televisão chegam a desprezar a matemática. Em noticiário sobre o “mau uso” do automóvel, a repórter destacou que em São Paulo apenas uma pessoa “em média” ocupa um carro. Trata-se de uma observação interessante pois, para contrabalançar automóveis que transportam mais de uma pessoa, haveria outros que seriam dirigidos por fantasmas para atingir a média citada. Na realidade, não apenas em São Paulo, mas em todas as grandes cidades do mundo, a média fica entre 1,2 e 1,5 ocupante por veículo.
Também nas informações radiofônicas se costuma explicar que os longos congestionamentos ocorrem por excesso de carros. Talvez se repita o dilema entre copo meio cheio e meio vazio, porém será que a falta de ruas, pela inépcia de planejamento dos governos, não seria uma boa explicação?
Em São Paulo os limites de velocidades, já entre os mais baixos do país, estão sendo diminuídos em grandes corredores de tráfego para 60 km/h. Certamente um atalho para aumentar congestionamentos, porém certos especialistas alegam que o fluxo não seria prejudicado porque, quando a velocidade cai, os carros rodam mais próximos uns dos outros. Esquecem um pormenor: freios são bem mais eficientes do que no passado. Não há a menor necessidade de corte de 10 km/h ou 20 km/h no limite seguro de velocidade previsto no projeto de uma avenida multifaixas. Fora dos horários de pico os tempos de deslocamentos aumentarão à toa.
Quem sabe, retrocederíamos ao final do século 19, na Inglaterra, quando um homem a pé com uma bandeira vermelha precedia, obrigatoriamente, as perigosas carruagens sem cavalos... A alforria chegou em 1896.
RODA VIVA
FOI o melhor agosto da história: venderam-se 327,4 mil unidades de veículos leves e pesados. Na média diária, no entanto, houve uma pequena queda de 2,4% em relação a julho, compensada pelo maior número de dias úteis. As previsões da indústria continuam apontando o segundo semestre sem crescimento, porém 2011 deve superar 2010 em 5%.
DISCURSO da Anfavea é bem diferente da Fenabrave sobre resultados do mês passado. Enquanto esta apontou aumento de estoques nas concessionárias, aquela registrou um dia a menos (23 contra 24, em julho). Fabricantes admitem que em seus pátios os estoques subiram de 12 para 14 dias por desajustes no planejamento de produção. No total, 35 contra 36 dias.
CHEVROLET Cruze estará à venda nos próximos dias com novo motor 1,8/16 v/144 cv, mais potente e econômico do que o anterior de 2 litros. Fabricado em São Caetano (SP), GM ainda calcula se vale a pena enviar o modelo para a Argentina a partir daqui. Hoje, o carro segue para lá vindo da Coreia do Sul e paga 35% de imposto de importação. Mazelas do Custo Brasil...
CONJUNTO do JAC J6 (R$ 59.800,00/7 lugares) agrada pelo estilo, praticidade e dotação de itens de série. Desde que não esteja com carga total, desempenho é bom, suspensões com equilíbrio conforto/estabilidade (embora ruidosa) e porta-malas de volume razoável (720 a 198 litros). Ressalvas no acabamento: antena no para-brisa e fragilidade de algumas peças plásticas.
SEGUNDO a empresa de segurança McAfee, estamos sujeitos a ameaças “cibercriminosas”, dependendo dos equipamentos a bordo: destravamento e partida remotos do automóvel por meio de telefone celular; desativação remota do veículo; rastreamento de atividades e rotinas do motorista; interrupção de sistemas de navegação.
Reze destacou na sua palestra o outro lado da questão. As cidades podem viver sem o que arrecadam com os veículos em circulação? Na realidade, afirmou, carros são coletores móveis de impostos. “Antes de chegar às concessionárias e também depois sofrem taxações elevadas em vários níveis. E continuam recolhendo para os cofres públicos ao longo de pelo menos 20 anos. Que outro bem durável mostra esse perfil de arrecadação contínua?”
Há um termo, dentro do jargão econômico, para explicar essa situação: cash cow, em tradução livre, vaca leiteira, no caso de dinheiro. Especialmente os automóveis não param de jorrar recursos financeiros para alimentar toda uma infraestrutura que, obviamente, deveria significar investimentos pesados em metrô, trem, ônibus e ampliação viária.
No afã de imputar mais problemas, reportagens na televisão chegam a desprezar a matemática. Em noticiário sobre o “mau uso” do automóvel, a repórter destacou que em São Paulo apenas uma pessoa “em média” ocupa um carro. Trata-se de uma observação interessante pois, para contrabalançar automóveis que transportam mais de uma pessoa, haveria outros que seriam dirigidos por fantasmas para atingir a média citada. Na realidade, não apenas em São Paulo, mas em todas as grandes cidades do mundo, a média fica entre 1,2 e 1,5 ocupante por veículo.
Também nas informações radiofônicas se costuma explicar que os longos congestionamentos ocorrem por excesso de carros. Talvez se repita o dilema entre copo meio cheio e meio vazio, porém será que a falta de ruas, pela inépcia de planejamento dos governos, não seria uma boa explicação?
Em São Paulo os limites de velocidades, já entre os mais baixos do país, estão sendo diminuídos em grandes corredores de tráfego para 60 km/h. Certamente um atalho para aumentar congestionamentos, porém certos especialistas alegam que o fluxo não seria prejudicado porque, quando a velocidade cai, os carros rodam mais próximos uns dos outros. Esquecem um pormenor: freios são bem mais eficientes do que no passado. Não há a menor necessidade de corte de 10 km/h ou 20 km/h no limite seguro de velocidade previsto no projeto de uma avenida multifaixas. Fora dos horários de pico os tempos de deslocamentos aumentarão à toa.
Quem sabe, retrocederíamos ao final do século 19, na Inglaterra, quando um homem a pé com uma bandeira vermelha precedia, obrigatoriamente, as perigosas carruagens sem cavalos... A alforria chegou em 1896.
RODA VIVA
FOI o melhor agosto da história: venderam-se 327,4 mil unidades de veículos leves e pesados. Na média diária, no entanto, houve uma pequena queda de 2,4% em relação a julho, compensada pelo maior número de dias úteis. As previsões da indústria continuam apontando o segundo semestre sem crescimento, porém 2011 deve superar 2010 em 5%.
DISCURSO da Anfavea é bem diferente da Fenabrave sobre resultados do mês passado. Enquanto esta apontou aumento de estoques nas concessionárias, aquela registrou um dia a menos (23 contra 24, em julho). Fabricantes admitem que em seus pátios os estoques subiram de 12 para 14 dias por desajustes no planejamento de produção. No total, 35 contra 36 dias.
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| Chevrolet/Divulgação |
CONJUNTO do JAC J6 (R$ 59.800,00/7 lugares) agrada pelo estilo, praticidade e dotação de itens de série. Desde que não esteja com carga total, desempenho é bom, suspensões com equilíbrio conforto/estabilidade (embora ruidosa) e porta-malas de volume razoável (720 a 198 litros). Ressalvas no acabamento: antena no para-brisa e fragilidade de algumas peças plásticas.
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| JAC/Divulgação |
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Honda Civic europeu faria sucesso no Brasil?
Eu estava lendo notícias sobre as novidades do Salão de Frankfurt ontem. Logo de cara uma chamou a minha atenção: o novo Civic europeu.
Seu design é realmente chamativo. A dianteira ficou bonita, mais moderna e e robusta do que a da antiga versão (ver abaixo). Já a traseira continuou polêmica. Unidas por uma linha vermelha de gosto bastante duvidoso, as lanteras "saltam" pelas laterais. O interior segue as linhas do Civic norte-americano.
Segundo a Quatro Rodas, a principal novidade em termos de motorização do Civic europeu é a introdução do propulsor 1.6 a diesel, que deve ser lançada apenas no meio de 2012. As opções iniciais são versões revisadas e mais econômicas do 1.4 e 1.8 a gasolina, além do 2.2 i-DTEC diesel, vindo do Accord.
Avaliando o visual do novo Civic europeu, você acha que ele faria sucesso no Brasil? Se este modelo hatch custasse entre R$ 50.000 e R$ 60.000, acho que ele provavelmente seria líder do segmento.
Seu design é realmente chamativo. A dianteira ficou bonita, mais moderna e e robusta do que a da antiga versão (ver abaixo). Já a traseira continuou polêmica. Unidas por uma linha vermelha de gosto bastante duvidoso, as lanteras "saltam" pelas laterais. O interior segue as linhas do Civic norte-americano.
Segundo a Quatro Rodas, a principal novidade em termos de motorização do Civic europeu é a introdução do propulsor 1.6 a diesel, que deve ser lançada apenas no meio de 2012. As opções iniciais são versões revisadas e mais econômicas do 1.4 e 1.8 a gasolina, além do 2.2 i-DTEC diesel, vindo do Accord.
Avaliando o visual do novo Civic europeu, você acha que ele faria sucesso no Brasil? Se este modelo hatch custasse entre R$ 50.000 e R$ 60.000, acho que ele provavelmente seria líder do segmento.
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| Versão anterior era menos "musculosa" |
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| Traseira sempre foi o ponto mais polêmico |
(Fotos: Honda/Divulgação)
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