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| Foto: Renato Parizzi |
A Volkswagen, ao invés de lançar o Golf geração 5 no Brasil, resolveu reestilizar a nossa geração 4, a transformando numa espécie de geração 4,5. O carro ficou mais bonito e esportivo, além de ter ganhado alguns itens novos e o motor 1.8 turbo de 193 cv, o segundo mais potente do Brasil (já que, para alcançar esta cavalaria, é necessário o uso de gasolina de alta octanagerm, que costuma custar mais de R$ 3 o litro).
Mesmo com esta mudança mais acentuada, a Volks resolveu continuar atualizando o Golf, mas em doses homeopáticas, ou seja, bem aos poucos. A primeira novidade é o câmbio automático Tiptronic, de seis marchas, com opção de troca manual, que vai equipar apenas a versão com motor 2.0. O câmbio é bem mais moderno do que a ultrapassada transmissão automática de quatro velocidades que equipava o Golf anteriormente. Segundo a VW, o consumo da versão 2.0 Tiptronic é praticamente o mesmo registrado no 2.0 com câmbio manual de cinco marchas.
A próxima atualização está prevista para o ano que vem, também para a versão com motor 2.0. A motorização vai virar bicombustível, e deve ganhar mais potência e torque, especialmente quando estiver abastecido com álcool. O atual propulsor 2.0 a gasolina desenvolve 116 cv. Com etanol, segundo uma fonte, sua potência ficará na casa de 120 cv.
Agora eu pergunto: o que vocês acham que o Golf brasileiro precisa para se tornar um carro melhor? Já adianto uma resposta: ter o preço das peças e, PRINCIPALMENTE, do seguro mais baratos.