Antes de responder, vamos saber o que mudou. Visualmente, a dianteira recebeu modificações no para-choque, na grade, na tomada de ar e nos faróis de neblina. Nada exagerado, mas o suficiente para ficar um pouco diferente - para melhor na minha opinião. Nas laterais, apenas as rodas de liga leve são novas, enquanto a traseira é a mesma.
Por dentro, novos revestimentos e, para não ficar atrás dos "irmãos pobres" Onix e Prisma, finalmente a oferta do sistema multimídia MyLink, com tela sensível ao toque de 7", entradas USB e auxiliar, conexão bluetooth, entre outras possibilidades. Para facilitar as manobras, a versão LTZ tem ainda a câmera de ré associada ao MyLink.
Em relação aos motores, a novidade fica por conta do 2.0 16V turbodiesel de 163 cv de potência e 36,7 mkgf de torque, sempre vendido com a transmissão automática de seis velocidades. O outro propulsor é o nosso velho conhecido 1.8 16V Ecotec (a gasolina por lá), de 141 cv, que pode se associar ao câmbio manual de cinco marchas ou ao automático de seis marchas.
Agora respondendo, nosso Cruze, infelizmente, não deve mudar por agora. Pelo menos não existe previsão (oficial ou extra oficial) para uma alteração estética, embora eu acredite que o MyLink possa chegar na linha 2014.
Mas, quando as alterações acontecerem, bem que a Chevrolet poderia equipar a linha Cruze com paddle shifts (borboletas) atrás do volante para a versão automática, melhorando consideravelmente a experiência de condução do veículo. Seria um equipamento muito bem-vindo, especialmente para o hatch, que tem pretensões mais esportivas. E não custa lembrar que Toyota Corolla e Honda Civic, principais concorrentes do Cruze sedã, já oferecem este dispositivo.
Fotos: Chevrolet/Divulgação

