De acordo com a montadora italiana, o carro ficou 10% mais econômico em relação ao Uno 2008. A nova média divulgada de consumo na cidade é de 15,6 km/l com gasolina e 11,1 km/l com álcool. Na estrada, os números são de 22 km/l com gasolina e 15,6 km/l com álcool. Vamos esperar para ver se a média do motorista comum ficará próxima a estes números.
A potência e torque do propulsor 1.0 não mudaram: 65/66 cv e 9,1/9,2 mkgf. Algumas pessoas apostaram que esta motorização poderia receber o aumento de potência do Siena, que desenvolve 73/75 cv e 9,5/9,9 mkgf. Mas, assim como acontece com Logan/Sandero e Clio e Corsa e Prisma, que têm o mesmo motor com potências diferentes, talvez a "caixa torácica" do Mille não tenha ventilação e espaço suficientes para ganhar a força extra.
Na parte estética, apenas as rodas e a grade dianteira são novas. Lanternas fumês não podem ser consideradas como alterações reais. Não sei se a Fiat deveria ter feito uma mudança um pouco mais acentuada no visual, numa tentativa de aumentar ainda mais as vendas do carro. Talvez a marca tenha ficado com medo por causa da alteração desastrada do Palio (G4), que não ficou feio, mas não conseguiu superar a beleza da geração anterior (G3).
Fotos: Umberto Cerri/Studio Cerri/Fiat/Divulgação
Vale ainda comentar sobre o "econômetro", que nada mais é que um indicador de consumo instantâneo. Ele "ensina" ao motorista a forma mais econômica de dirigir. De acordo com a Fiat, o "funcionamento leva em conta as informações de consumo instantâneo de combustível e velocidade do veículo, ambas fornecidas pela central eletrônica de injeção. Seu funcionamento eletrônico é exato nas suas indicações". Só testando mesmo para saber.![]() |
| Mille Economy Fire X Mille Way |
Encerro o post com uma afirmação da Fiat sobre o Mille, para a reflexão de todos:
"Desde que foi lançado até os nossos dias, é inegável que se trata de um projeto extremamente revolucionário."



