Quem quiser comprar um Logan automático já pode procurar na concessionária Renault mais próxima. A marca acaba de lançar a linha 2012 do sedã, que chega com aperfeiçoamentos internos, uma única mudança visual, uma nova opção de câmbio e o retorno do propulsor 1.6 16V flex, que saiu de linha Logan quando o Symbol chegou ao mercado.
A transmissão automática do Logan, com opção de troca sequencial, é a mesma que recentemente passou a equipar o Sandero. Ela tem quatro marchas e atua junto com o motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve 107 cv de potência e 15,1 mkgf de torque com a gasolina e 112 cv e 15,5 mkgf com etanol. A dupla está disponível apenas para a versão topo de linha, Expression.
A versão Expression automática sai de fábrica com ar-condiconado, direção hidráulica com regulagem de altura do volante, travas elétricas com sistema CAR (travamento automático a partir de 6 km/h), vidros elétricos dianteiros, computador de bordo, faróis de neblina e rodas de aro 15 (pneus 185/65). O preço inicial sugerido é R$ 41.950.
O consumidor conta com a seguinte lista de opcionais: rodas de liga leve 15”, Pack Segurança (freios ABS, airbag duplo, terceiro apoio de cabeça traseiro e volante com revestimento em couro), e o Pack Conforto 2 (Rádio CD Player integrado ao painel – com MP3, USB, entrada auxiliar/iPod e Bluetooth – e comando satélite, vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos na mesma cor da carroceria e alarme)
Quando equipado com os mesmos equipamentos de série da versão 1.6 16V automática, o Logan Expression 1.6 8V manual custa a partir de R$ 38.450 (com o Pack Conforto 1) - R$ 360 mais caro do que a linha 2011 com Pack Conf 1.
Interior evolui
Externamente, a única alteração na linha 2012 do Logan está na traseira do automóvel. Seguindo a nova identidade visual da marca, o nome com a identificação do modelo foi para o centro da tampa do porta-malas, o que já ocorre, por exemplo, com o Grand Tour, Symbol, Sandero e Fluence. Ainda pelo lado de fora, uma nova cor está disponível, o Bege Poivre, que se junta a Branco Glacier; Prata Etoile; Bege Angora; Preto Nacré; Azul Crepúsculo; Cinza Acier e Vermelho Vivo.
No interior, o painel pode ser equipado com o novo e mais moderno rádio - também o mesmo do Sandero. Além de rádio AM/FM e CD-Player, conta com processamento digital de som (DSP), reproduz músicas nos formatos MP3 e WMA; tem entradas auxiliar, do tipo “jack”, e outra para conexão USB/iPod. O som pode ser controlado pelo comando satélite instalado na coluna de direção. O novo rádio do Logan 2012 conta com a tecnologia Bluetooth, que permite conectar um telefone celular ao sistema de áudio do veículo, permitindo ao cliente realizar e atender chamadas pelo comando satélite.
Segundo a Renault, os botões de acionamento do ar-condicionado foram redesenhadas, ganhando um formato moderno e mais anatômico. Os anéis dos contornos das saídas de ar e os puxadores das portas agora são na cor cinza inox. O espaço interno continua ótimo para cinco adultos, o porta-malas tem os mesmos excelentes 510 litros de capacidade e a garantia é de 3 anos (ou 100.000 km, o que acontecer primeiro).
Resumo
Com as mudanças visuais da linha 2011, o modelo conseguiu ficar apresentável. As alterações na traseira do modelo 2012 praticamente não mudam em nada o design do veículo. Mas acho que o que importa é que, sem dúvida, o Logan continua com um conjunto atraente. O espaço interno é muito bom, assim como o espaço para bagagem. A opção por câmbio automático aumenta a versatilidade do consumidor, que pode descansar o pé esquerdo. Falta agora entender como vai ficar o Symbol.
sábado, 13 de agosto de 2011
Renault Logan 2012 1.6 16V automático chega por R$ 41.950
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Alta Roda - Seguir as boas ideias
Há pouco mais de 25 anos o Brasil teve um programa de economia de combustível muito interessante. A Secretaria de Tecnologia Industrial, vinculada ao então Ministério da Indústria e Comércio, propôs uma espécie de pacto para que todos os fabricantes aqui instalados, em meados dos anos 1980, melhorassem a eficiência dos motores e, por consequência, o consumo de etanol e de gasolina.
Batizado singelamente de Peco – Programa de Economia de Combustíveis –, alcançou sucesso nos três anos em que vigorou. Os quatro fabricantes da época – Fiat, Ford, GM e Volkswagen – cumpriram as metas de redução de 5% do consumo. A cartilha Escolha Certo listava todos os modelos à venda e as metas, ano a ano. Numa época em que ainda não existia o Código de Defesa do Consumidor, criado em 11 de setembro de 1990, foi uma iniciativa importante em favor dos proprietários de automóveis.
O Peco se inspirou em programa semelhante iniciado nos EUA, em 1973, gerado pelo primeiro choque dos preços de petróleo. Lá se criou a CAFE, sigla em inglês para Média Corporativa de Consumo de Combustível, em tradução adaptada. Fabricantes deviam cumprir metas de redução de consumo para a média de todos os modelos à venda.
Os EUA sempre usaram combustíveis com incidência muito baixa de imposto, ao contrário da Europa, Japão e outros países dependentes de petróleo importado. Agora, quer diminuir drasticamente a sua vulnerabilidade. Além disso, o único modo de combater a emissão de gás carbônico (CO2), principal vilão do efeito estufa e de aquecimento do planeta, é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (gasolina e diesel). Assim, ao mesmo tempo, atende as preocupações ambientais.
Uma estratégia seria aumentar o imposto sobre os combustíveis. Outra, a escolhida, impor metas de eficiência aos veículos. A CAFE atual já exige aumento da autonomia de 11,5 km/l para 15 km/l, até 2016. O governo acaba de aprovar uma meta bastante ousada. De 2017 até 2025, a média dos automóveis terá que melhorar para nada menos que 23 km/l. Trata-se de uma revolução nos padrões americanos: ganho de 5% ao ano. Por pressão das marcas de Detroit, picapes e utilitários foram aquinhoados com metas menores.
Outros fabricantes e importadores acabaram concordando. Volkswagen/Audi e Mercedes-Benz protestaram por aliviar os modelos mais pesados e gastadores, além de desestimular motores a diesel. Esqueceram que estes são caros e só se viabilizam com preços elevados de combustíveis, execrados pelos clientes. A BMW, ao contrário, apoiou a decisão.
O governo calcula que cada veículo acumulará, em média, US$ 8 mil (R$ 13 mil) de economia com combustível até 2025. Porém, reconhece que os automóveis podem encarecer mais do que esse valor e aceitou reavaliar. Em 2018, analisará os impactos nos custos de produção e nas vendas (os carros deverão ficar menores), além das dificuldades tecnológicas e até de segurança passiva.
É chegado o momento também de ressuscitar o Peco brasileiro, em benefício do consumidor. O programa, com metas menos radicais e compensações fiscais já previstas, poderia melhorar a eficiência dos motores e dos veículos em prazos negociados e passíveis de revisão.
RODA VIVA
RITMO das vendas caiu em julho. No final do primeiro semestre, a expansão era de 10% em relação a 2010. Já nos primeiros sete meses, havia se reduzido para 8,6%. Resultado se alinha às previsões da Anfavea, de aumento de 5% sobre o resultado do ano passado. Estoques continuaram a subir: de 33 dias em junho, para 36 dias, em julho, 20% acima do ideal.
GOVERNO Federal anunciou novo regime automobilístico para estimular produção nacional, eficiência e inovação. Na verdade, não definiu o que entende por inovação, deixando mais dúvidas do que certezas no ar. Valerá por um prazo de cinco anos e trará incentivos fiscais dentro da longa cadeia produtiva do setor. Objetivo: controlar custos e recuperar capacidade exportadora.
FORD oferece, desde maio, o Fusion mexicano com tração apenas dianteira por R$ 94.360,00 ou R$ 9.000,00 abaixo da versão 4x4. O médio-grande ficou mais leve e o motor V6/243 cv proporciona boa agilidade. Mas sem a emoção de um turbo moderno, como o Ecoboost de até 340 cv. Sistema de comunicação Sync é ponto alto. Falta memória de ajuste do banco elétrico do motorista.
PREÇO convidativo – R$ 58.800 (versão de cinco lugares) e R$ 1.000 a mais, sete lugares – deixa o JAC J6 muito bem posicionado dentro da limitada oferta de monovolumes médios. Estilo, espaço interno, visibilidade e acabamento razoável (acima da média para modelos chineses nessa faixa de preço) destacam-se. Deve um motor algo mais potente. Suspensão, um pouco ruidosa.
CONGRESSO Fenabrave (23 a 25/11), em sua 21ª edição, recepcionará outro alto executivo para a palestra magna, em São Paulo. No ano passado, Sergio Marchionne, da Fiat-Chrysler e este ano, Philippe Varin, principal executivo mundial do Grupo PSA Peugeot Citroën.
(fotos: Chevrolet/Divulgação)
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Hyundai mostra a nova geração do i30
Setembro. Falta muito pouco para a Hyundai mostrar, pela primeira vez, na Alemanha, ao vivo, a nova geração do seu hatch médio. Mas, para não deixar os fãs na mão, a marca divulgou hoje a primeira foto do novo i30, que deve chegar às concessionárias em 2012 - primeiro na Europa.
Pelo visto as alterações fizeram muito bem ao importado mais vendido do Brasil. O design do atual ainda é bonito, mas já demonstra algum sinal de cançaso. O novo i30 está mais moderno e com linhas mais fluídas, seguindo a beleza do Sonata.
Fica a expectativa para conhecer as evoluções do veículo. Pensando no Brasil: será que, finalmente, teremos um i30 flex?
Pelo visto as alterações fizeram muito bem ao importado mais vendido do Brasil. O design do atual ainda é bonito, mas já demonstra algum sinal de cançaso. O novo i30 está mais moderno e com linhas mais fluídas, seguindo a beleza do Sonata.
Fica a expectativa para conhecer as evoluções do veículo. Pensando no Brasil: será que, finalmente, teremos um i30 flex?
(Foto: Hyundai/Divulgação)
Conheça detalhes do Freemont, o primeiro crossover da história da Fiat no Brasil
O Fiat Freemont já foi apresentado oficialmente para as revistas especializadas, que estamparam a foto do modelo em suas capas de agosto. Para os outros veículos de imprensa (blogs, jornais, TVs e outros), o lançamento acontece até o dia 12/08. E, para o consumidor, o mais importante de toda a história, o carro chega muito em breve às concessionárias da marca.
Para quem procura bem na internet, já é possível achar as informações e fotos oficiais do novo veículo "italiano". O Freemont é a versão da Fiat do Dodge Journey, mas com motor menor, preço mais baixo e pequenas diferenças no visual, acabamento e acertos.
Como adiantado pelas revistas, o Freemont chega com duas versões de acabamento, Emotion (5 lugares) e Precision (7 lugares), e com apenas uma opção de motor e câmbio: 2.4 16V de 4 cilindros a gasolina, que desenvolve 172 cv de potência a 6.000 rpm e 22,4 mkgf de torque a 4.500 rpm - sempre com transmissão automática de quatro marchas. Os preços são R$ 81.900 (Emotion) e R$ 86.000 (Precision). A Fiat espera vender entre 1.000 e 1.500 unidades do modelo por mês.
Segundo dados da Fiat, O Freemont precisa de 12,3 s (Emotion) e 12,9 s (Precision) para ser acelerado de 0 a 100 km/h, atingindo 190 km/h de velocidade máxima (não importando a versão). A diferença na aceleração acontece por causa do peso: 1.755 kg (leva cinco ocupantes) e 1.809 kg (para até sete pessoas). A média de consumo, de acordo com a fábrica, é o mesmo para os dois acabamentos: 9,1 km/l na cidade e 15 km/l na estrada - diferente do conseguido pela Quatro Rodas (ed. 620): 7,3 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. O tanque de combustível tem capacidade para 77,6 litros.
Conheça um pouco de cada versão.
Emotion
Porta-malas: 580 litros/1.562 litros (com segunda fileira de bancos totalmente rebatidos e carga até o teto);
Equipamentos de série: Ar-condicionado automático digital "dual zone" (regulagem individual para os passageiros da frente), airbag duplo, freio a disco nas quatro rodas com ABS, controles de estabilidade, tração, anti-capotamento e de ocilação do trailer, retrovisores eletrocrômicos, faróis de neblina; sistema keyless, banco do motorista com regulagem mecânica, encostos de cabeça ativos, computador de bordo, piloto automático, rodas de liga leve aro 16” (225/65 R16), rádio MP3 com Bluetooth, entrada USB e tela touch screen de 4,3” e comandos de voz (em inglês); sensor de pressão dos pneus e trio elétrico. Sensor de estacionamento é opcional.
Precision
Porta-malas: 145 litros/2.301 litros (com banco de passageiro, segunda e terceira fileira totalmente rebatidos);
Equipamentos de série: Além dos itens da Emotion, traz ainda ar-condicionado automático digital de três zonas, airbags laterais e de cortina (para as três fileiras de bancos), banco do motorista com regulagens elétricas, porta-objetos sob o assento do carona, bagageiro no teto, bancos da segunda fileira com booster para crianças embutido, retrovisores rebatíveis eletronicamente, rodas de 17" (225/65 R17), sensor crepuscular e sensor de estacionamento. Bancos em couro (R$ 2.200) e teto solar (R$ 2.500) são os opcionais.
Cores sólidas: Branco Caldo, Preto Etna, Vermelho Sfrontato;
Cores metálicas: Cinza Sfrenato e Prata Argento.
Garantia: 3 anos (o programa de relacionamento L´Unico, nascido com o Linea, também está disponível para o Freemont).
Para quem procura bem na internet, já é possível achar as informações e fotos oficiais do novo veículo "italiano". O Freemont é a versão da Fiat do Dodge Journey, mas com motor menor, preço mais baixo e pequenas diferenças no visual, acabamento e acertos.
Como adiantado pelas revistas, o Freemont chega com duas versões de acabamento, Emotion (5 lugares) e Precision (7 lugares), e com apenas uma opção de motor e câmbio: 2.4 16V de 4 cilindros a gasolina, que desenvolve 172 cv de potência a 6.000 rpm e 22,4 mkgf de torque a 4.500 rpm - sempre com transmissão automática de quatro marchas. Os preços são R$ 81.900 (Emotion) e R$ 86.000 (Precision). A Fiat espera vender entre 1.000 e 1.500 unidades do modelo por mês.
Segundo dados da Fiat, O Freemont precisa de 12,3 s (Emotion) e 12,9 s (Precision) para ser acelerado de 0 a 100 km/h, atingindo 190 km/h de velocidade máxima (não importando a versão). A diferença na aceleração acontece por causa do peso: 1.755 kg (leva cinco ocupantes) e 1.809 kg (para até sete pessoas). A média de consumo, de acordo com a fábrica, é o mesmo para os dois acabamentos: 9,1 km/l na cidade e 15 km/l na estrada - diferente do conseguido pela Quatro Rodas (ed. 620): 7,3 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. O tanque de combustível tem capacidade para 77,6 litros.
Conheça um pouco de cada versão.
Emotion
Porta-malas: 580 litros/1.562 litros (com segunda fileira de bancos totalmente rebatidos e carga até o teto);
Equipamentos de série: Ar-condicionado automático digital "dual zone" (regulagem individual para os passageiros da frente), airbag duplo, freio a disco nas quatro rodas com ABS, controles de estabilidade, tração, anti-capotamento e de ocilação do trailer, retrovisores eletrocrômicos, faróis de neblina; sistema keyless, banco do motorista com regulagem mecânica, encostos de cabeça ativos, computador de bordo, piloto automático, rodas de liga leve aro 16” (225/65 R16), rádio MP3 com Bluetooth, entrada USB e tela touch screen de 4,3” e comandos de voz (em inglês); sensor de pressão dos pneus e trio elétrico. Sensor de estacionamento é opcional.
Precision
Porta-malas: 145 litros/2.301 litros (com banco de passageiro, segunda e terceira fileira totalmente rebatidos);
Equipamentos de série: Além dos itens da Emotion, traz ainda ar-condicionado automático digital de três zonas, airbags laterais e de cortina (para as três fileiras de bancos), banco do motorista com regulagens elétricas, porta-objetos sob o assento do carona, bagageiro no teto, bancos da segunda fileira com booster para crianças embutido, retrovisores rebatíveis eletronicamente, rodas de 17" (225/65 R17), sensor crepuscular e sensor de estacionamento. Bancos em couro (R$ 2.200) e teto solar (R$ 2.500) são os opcionais.
Cores sólidas: Branco Caldo, Preto Etna, Vermelho Sfrontato;
Cores metálicas: Cinza Sfrenato e Prata Argento.
Garantia: 3 anos (o programa de relacionamento L´Unico, nascido com o Linea, também está disponível para o Freemont).
Fotos: Fiat/Divulgação
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
15 lançamentos devem agitar o mercado brasileiro até o final do ano
O bom repórter Diogo de Oliveira publicou uma matéria interessante no site da Autoesporte hoje. Pelo menos 15 lançamentos estão confirmados para o 2º semestre de 2011. Segundo a AE, Fiat Palio e Chevrolets Cruze e Colbalt são destaques, mas a maioria das novidades é de importado. Vejam a lista:
Agosto
JAC J6 (a partir de R$ 58.800)
Kia Picanto (a partir de R$ 34.900)
Volkswagen SpaceCross
Fiat Freemont
Setembro
Fiat 500
Ford New Fiesta hatch
Brilliance FRV (versões GL e Cross)
Hyundai Elantra
Chevrolet Cruze
Outubro
JAC J5
Volkswagen Amarok cabine simples
Nissan March
Chevrolet Cobalt
Novembro
Fiat Palio
Renault Duster
Dos 15 carros, penso que o Fiat Palio, pela importância, será o lançamento mais significativo. Em seguida penso nesse quarteto (não necessariamente nesta ordem): Renault Duster, Nissan March, Chevrolet Cruze e Ford New Fiesta (hatch). Fechando coloco Chevrolet Cobalt, Hyundai Elantra, Fiat Freemont, Kia Picanto e Jac J5.
E para vocês qual carro será o lançamento mais importante do 2º semestre no Brasil? Comente aqui!
Agosto
JAC J6 (a partir de R$ 58.800)
Kia Picanto (a partir de R$ 34.900)
Volkswagen SpaceCross
Fiat Freemont
Setembro
Fiat 500
Ford New Fiesta hatch
Brilliance FRV (versões GL e Cross)
Hyundai Elantra
Chevrolet Cruze
Outubro
JAC J5
Volkswagen Amarok cabine simples
Nissan March
Chevrolet Cobalt
Novembro
Fiat Palio
Renault Duster
Dos 15 carros, penso que o Fiat Palio, pela importância, será o lançamento mais significativo. Em seguida penso nesse quarteto (não necessariamente nesta ordem): Renault Duster, Nissan March, Chevrolet Cruze e Ford New Fiesta (hatch). Fechando coloco Chevrolet Cobalt, Hyundai Elantra, Fiat Freemont, Kia Picanto e Jac J5.
E para vocês qual carro será o lançamento mais importante do 2º semestre no Brasil? Comente aqui!
(Fotos: Chevrolet/Divulgação, Nissan/Divulgação e Renault/Divulgação)
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