segunda-feira, 22 de março de 2010

Pouco popular, Meriva nunca ajuda em audiência

Nesses três anos de De 0 a 100, no meu tempo de Vrum, durante mais de um ano e meio de videochats e mais recentemente no Jalopnik, NUNCA o Chevrolet Mervia ajudou a render uma boa audiência.

O carro é o vice-líder da catagoria dele, com média de 2.778 unidades vendidas por mês em 2009, superando o Fiat Idea e perdendo para o Honda Fit. Em 2010, a média do Mervia nos dois primeiros meses é de 2.031 carros vendidos. Lembrando que ele é a alegria dos taxistas de São Paulo (os de Belo Horizonte adoram Siena).

Mas não adianta escrever ou falar sobre ele, que nunca teremos o retorno esperado. Isso não significa que o carro seja ruim. Mas, talvez, o público alvo do modelo não leia sobre carros na internet, o que considero uma explicação bastante razoável.

Portanto, a partir de hoje (depois deste post, claro), o Meriva só não será mais protagonista de nenhum post - a não ser se algo realmente muito relevante acontecer com o modelo.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Imagens de John Lennon causam polêmica em comercial da Citroën

Reprodução de Jalopnik Brasil
A Citroën conseguiu criar uma enorme polêmica na Inglaterra depois da exibição do novo comercial do DS3, um de seus mais recentes lançamentos. Tudo isso porque o protagonista da propaganda é o ex-Beatle John Lennon.

A discussão foi criada porque fãs da banda não gostaram de Yoko Ono ter autorizado o uso das imagens do seu ex-marido para uma propaganda de TV, ainda mais de um carro. A alegação dos adoradores da banda foi que Yoko pensou apenas no lado financeiro para liberar as imagens.



Defendendo a mãe via Twitter, Sean Lennon, filho de John Lennon e Yoko Ono, disse: “Ela não fez isso pelo dinheiro. Teve a ver com a esperança de manter meu pai vivo na consciência pública. Não há mais LPs novos, então o comercial de TV é exposição dele junto aos jovens. Mas (nossa) intenção não foi financeira, foi simplesmente querer que ele continue aí fora no mundo".

Uma coisa é certa. Não bastasse só visual chamativo, com o comercial, a Citroën conseguiu um jeito bastante eficiente de chamar ainda mais a atenção das pessoas de todo mundo para o seu “antiretrô” DS3.
Citroën/Divulgação
O modelo foi apresentado oficialmente à imprensa mundial durante a última edição do Salão de Frankfurt, em setembro de 2009. Ele foi desenvolvido para concorrer no segmento de “carros de imagem”, como o Mini Cooper e o Fiat 500. De acordo com a Citroën, o DS3 será importado para o Brasil ainda em 2010.

Veja a tradução (literal) da fala de Lennon no comercial:

"Depois que uma coisa foi feita, ela foi feita, então por que essa nostalgia toda. Quero dizer pelos anos 1960 e 1970, sabe, buscando inspiração no passado, copiando o passado. De que maneira isso é rock’n'roll? Crie alguma coisa própria. Comece alguma coisa nova, sabe como? Viva sua vida agora. Sabe o que eu quero dizer?".

Fonte: Jalopnik

terça-feira, 16 de março de 2010

Lama rejuvenesce

Gostei muito da propaganda da linha 2010 do Mitsubishi Pajero TR4.

Confesso que achei, no início, que se tratava de um comercial de comésticos ou algo do gênero. Mas quando vi o salto do TR4 levei um susto! E fiquei até com inveja: como eu queria estar dirigindo o carro naquele local cheio de poças, saltando nas rampas - tudo com muita lama! Deve ser muito divertido.


Como seria legal se as propagandas de cerveja no Brasil evoluíssem um pouco e tivesse mais criatividade como os comerciais de carro.

Falando nisso, quais comerciais de carro vocês mais gostaram nos últimos anos?

Convite automobilístico (2)

Gostaria de convidar a todos aqui do De 0 a 100 a continuarem também a ler os meus posts (e os outros) no Jalopnik Brasil.

Vejam os meus posts até o momento:

. Onde está a Suzuki no Brasil? Ninguém sabe. Alguém viu?

. Tempra Turbo: memórias do trovão vermelho
. Por que os chineses merecem um Classic melhor que o dos brasileiros? Sugestão do internauta Hugo!

.
Dupla escolha: o que vale mais? Punto 1.4 ou 1.8?
. Sou interessante, mas não estou na moda. Estrelando: Nissan Tiida
. Acrobacias e saltos marcaram época com Stunts para PC
. Imagens de John Lennon causam polêmica em comercial da Citroën

. Cansado da autonomia do etanol? Americanos produzem gasolina a partir da cana-de-açúcar
. Era dos extremos: i30 versus Astra
. Atari promete um jogaço de corrida com o futuro Test Drive Unlimted 2


Um abraço!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Impressões: City, um "verdadeiro automóvel"

Hoje temos o primeiro veículo japonês aqui nas Impressões do De 0 a 100! E nada melhor que um dos defensores mais fiéis dos carros vindos do Japão para fazer esta estréia. O carro avaliado é um Honda City LX, do internauta Renato Dantas, que sempre gosta de dizer: "Honda e Toyota são verdadeiros automóveis". Será que o City dele foi aprovado e pode mesmo ser considerado um "verdadeiro automóvel"?
Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr. e o Renato Dantas, basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada.



"O Honda City nas fotos é um LX automático. Em sua configuração básica vem de fábrica com ar-condicionado, direção com assistência elétrica progressiva, trio elétrico, rádio/CD (com acesso escondido atrás do painel), MP3 e conexões USB e auxiliar, rodas de aro 15” de liga leve, computador de bordo, airbag duplo, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes; e o sensor de ré, que foi colocado na Honda.

Confesso que fui ver um Cerato e não gostei de ver a cara do Civic no coreano. Como já disse, paguei mais pelo City por uma vantagem que o Cerato, no momento, na minha opinião, ainda não tem: CONFIANÇA, e peças à disposição.

Não vou dizer que o City não tenha, no momento, um lado negativo. Comprei o carro sabendo de seus poucos acessórios, o que acho é um vacilo da Honda. Vejam alguns exemplos. O maravilho som, que mesmo em alta velocidade o volume se ajusta ao barulho externo, mantendo o volume audível (aumenta gradativamente), não vem com o Twiter.

Ele também não vem com o forro da tampa do porta-malas (comprei por R$ 85), nem com o sensor de ré (coloquei), muito menos com repetidores de seta e também sem o ABS (comprei sabendo disso). Falta também acionamento via chave para o fechamento automático dos vidros (mandei colocar R$ 120), que fazem as janelas subirem com um toque.


As vantagens são: é um Honda; o motor flex 1.5, com SOHC i-VTEC de 16 válvulas, gera 115/116 cv com 14,8 kgfm de torque que, sob comando da transmissão de cinco marchas (manual ou automática), movimentam bem o City. Ele não é arisco, mas para meus padrões de uso e velocidades, dá conta do recado.

Fiz o teste indo ao Rio de Janeiro (ver a minha sogra... argh). Durante o trajeto, fiz 120 km/h com rotação 2.500 rpm; a 140 km/h chegou aos 2.800 rpm. O câmbio demora uns 3 segundos para responder ao kickdown - para os padrões está muito bom.

No trânsito, o City, com sua suspensão tipo McPherson na frente e barra de torção atrás (mais rígido), transmite para o habitáculo as ondulações do asfalto, comparando como o Polo Sedan, que é considerado macio.

Os bancos dianteiros (com ajuste de altura só para motorista) são duros. Apesar dos ajustes, você demora um pouco a achar o ponto ideal. No banco traseiro, os ocupantes contam com benesses como encosto reclinável, apoio de cabeça e cintos de três pontos, bem como com apoio de braço, caso se abra mão da presença de um quinto ocupante.


Quando atingir 10.000 km, mandarei as Impressões do City com tudo que tem direito."

Opinião do blogueiro
O City é um carro muito bom e merece ser chamado, na maneira de pensar do Renato Dantas, de um "verdadeiro automóvel". Suas qualidades superam seus pontos negativos. Acredito que apenas dois aspectos principais possam ser realmente melhorados: a versão de entrada (LX) poderia sair de fábrica com freios ABS e todas as versões do City deveriam ser mais baratas.

Fora isso, o City é um carro com todas as caractarísticas de um Honda: pouca manuntenção, peças com um valor mais em conta (não são baratas, nem muito caras), e excelente qualidade mecânica, sem contar com a pouca desvalorização na revenda. O rodar do sedã derivad do Fit é firme e o acabamento é bem feito. O câmbio automático de cinco marchas também responde bem. Além isso, ele tem bom espaço interno e excelente espaço no porta-malas.

Como disse o Renato, o motor 1.5 16V flex dá conta do recado, mas não chega a empolgar. Gostaria de saber do Dantas, quando seu veículo completar 10.000 km (ou já agora), qual é a média de consumo do City com etanol e gasolina, na cidade e na estrada.