Finalmente a Renault vai mudar o Logan, tentando corrigir (ou pelo menos amenizar) os três principais problemas do veículo. Antes de falar quais são, a marca francesa vai apresentar a nova linha do seu sedã entre os dias 13 e 14 de abril, com as vendas começando logo depois.O primeiro problema é o visual, considerado lindo para os anos 1990. Para a linha 2011, a dianteira do Logan vai mudar, ficando como na foto acima. A grade do radiador é nova, lembrando um pouco à do Honda City. A barra cromada no capô, que costuma ser usada para dar um ar de requinte ao veículo, parece vir do Symbol - e provavelmente ela estará disponível apenas nas versões mais caras.
Ainda na frente, o pára-choque também é novo, com a entrada de ar maior e os faróis de neblina redesenhados. Os faróis também parecem estar maiores e mais envolventes. Na lateral, os retrovisores devem ser novos, assim como as rodas. Já na traseira, as lanternas são novas, o pára-choque foi redesenhado e, na tampa do porta-malas, também foi instalada uma barra cromada (olha ela aí de novo!).
Os outros dois problemas são o acabamento, que aparentemente vai melhorar um pouco, e a ergonomia. Reparando na foto do iCarros, vemos que o botão do acionamento dos vidros elétricos saiu do painel e foi para a porta - finalmente! E também podemos perceber que o painel tem novo grafismo e que o Sandero serviu de inspiração para algumas (mínimas) coisas.Ainda feio, o Logan conseguiu ficar menos feio em relação ao seu atual visual. A ergonomia também parece que evoluiu. Só falta o acabamento deixar de ser péssimo para virar simples. “Aí sim seremos surpreendidos novamente” e o sedã da Renault, que já tem um espaço interno excelente e um porta-malas gigante, vai se tornar ainda mais competitivo no mercado nacional. Os franceses só não podem aumentar os preços.
Para os leitores do De 0 a 100, com os motores 1.6 flex e 2.0 flex, o Ford Focus vai vender melhor, mas não vai chegar à ponta do segmento, liderado, em 2010, pelo Hyundai i30, com o Chevrolet Astra em segundo e o Volkswagen Golf em terceiro.
Esta foi a opção escolhida por 52% dos internautas que votaram na enquete do blog, que ficou no ar por sete dias, na primeira quinzena de março.
Para outros 24% dos participantes, o Focus vai conseguir ser o líder do segmento, enquanto para 23%, o hatch médio da Ford vai continuar do jeito que está atualmente, ou seja, em quarto na categoria, com vendas medianas.
Pelo menos os leitores foram unânimes num aspecto: o Focus não vai piorar no mercado.
Agora com motores 1.6 flex e 2.0 flex, o Ford Focus vai:
. Vender melhor, mas não chega à ponta - 41 votos (52%)
. Rumo à liderança do segmento - 19 votos (24%)
. Continuar do jeito que está atualmente - 18 votos (23%)
. Piorar. Ninguém vai comprar o carro - 0 voto (0%)Quero muito ver os números de mercado dos meses de março e, principalmente, de abril para ver como está a categoriade hatches médios no Brasil. (foto: Ford/Divulgação)
O pessoal do PitStop Brasil conseguiu várias informações interessantes sobre o projeto 327 da Fiat (que deve mesmo se chamar Uno) e sobre os novos e super esperados motores Tritec (FPT). E é sobre eles que quero falar.
Confesso que fiquei um pouco decepcionado com os números apresentados. O 1.6 16V desenvolve 115 cv de potência e 16,2 mkgf de torque com gasolina e 117 cv e 16,8 mkgf com etanol. Os valores de torque são interessantes, mas eu esperava um pouco mais de força - tipo 120 / 125 cv.
Fico com a mesma sensação que tive com o motor 1.6 Sigma. Parece que tanto a Ford quanto a Fiat estão "poupando" seus motores. Eles podem render mais, mas estão mais "fracos" para durarem mais e para poluirem menos. As empresas guardariam então um trunfo para seus veículos no futuro. Os propulsores ficariam mais potentes e menos poluentes daqui a 4 anos, por exemplo.
Mas a minha principal decepção foi em relação ao motor 1.8 16V flex. Ele tem e a mesma potência e praticamente o mesmo torque do 1.9 16v, que, na verdade, também é um 1.8 16V. O atual motor desenvolve 130 cv / 132 cv a 5.750 rpm e 18,1 mkgf e 18,6 mkgf a 4.500 rpm, enquanto o Tritec gera 130 cv / 132 cv a 5.250 rpm (500 a menos) e 17,8 mkgf e 18,7 mkgf a 4.500 rpm. Eu também esperava um pouco mais de força, tipo 134 cv / 138 cv.
Pelo visto a Fiat está disposta a resolver o problema do motor do Linea, que anda pouco, bebe muito e não tem muita força em baixas rotações. Com o propulsor 1.8 16V flex da Tritec, a montadora italiana deve mesmo matar o 1.9 16V, como eu adiantei aqui. Só resta saber quando.
Vamos agora torcer (e muito) para a nova família de motores da Fiat ser realmente confiável, e não outro fiasco, como o propulsor do Marea (2.0 e 2.4 - que tinham ótimo desempenho, mas custavam o olho da cara para arrumar). Espero que a dupla da Tritec (1.6 16V e 1.8 16V) tenha desempenho satisfatório, boa média de consumo e manutenção barata.
Nesses três anos de De 0 a 100, no meu tempo de Vrum, durante mais de um ano e meio de videochats e mais recentemente no Jalopnik, NUNCA o Chevrolet Mervia ajudou a render uma boa audiência.
O carro é o vice-líder da catagoria dele, com média de 2.778 unidades vendidas por mês em 2009, superando o Fiat Idea e perdendo para o Honda Fit. Em 2010, a média do Mervia nos dois primeiros meses é de 2.031 carros vendidos. Lembrando que ele é a alegria dos taxistas de São Paulo (os de Belo Horizonte adoram Siena).
Mas não adianta escrever ou falar sobre ele, que nunca teremos o retorno esperado. Isso não significa que o carro seja ruim. Mas, talvez, o público alvo do modelo não leia sobre carros na internet, o que considero uma explicação bastante razoável.
Portanto, a partir de hoje (depois deste post, claro), o Meriva só não será mais protagonista de nenhum post - a não ser se algo realmente muito relevante acontecer com o modelo.