Encerrada a enquete do De 0 a 100, venceu a opção que eu votei (o que tem sido raro de acontecer). A pergunta foi "O que você achou do Fox 2010?". Realmente acho que o Fox melhorou muito, mas ele ainda não me atrai no sentido de trocar o meu carro por ele. Porém, vale notar que muitas pessoas gostaram dele e pensam em tê-lo na garagem. A opção "Gostei muito" ficou em segundo lugar.
Pelo menos uma decisão foi unânime: o carro não piorou. Veja o resultado final da enquete:
. Melhorou muito, mas ainda não me atrai - 41% . Gostei muito! - 30% . Evoluiu, mas precisa melhorar mais - 24% . Não gostei! - 3% . Piorou... prefiro o antigo - 0%
Vocês devem estar pensando: nossa, a linha 2010 do Doblò foi lançada e o Parizzi não comentou nada no De 0 a 100. Ele preferiu falar do Sentra reestilizado. Na verdade, não postei nada sobre o Fiat antes por dois motivos. O primeiro foi uma sucessão de acontecimentos que me deixaram longe do PC mais tempo do que eu queria. O segundo, e mais importante, talvez até ingênuo, foi que eu cheguei a esperar que a marca italiana fosse divulgar uma correção nos preços do Doblò 2010! Ledo engano...
Não quero ficar comparando os valores da linhas 2009 e 2010. Quero falar dos preços atuais, que vão subir em dezembro e mais um pouco em janeiro! Pagar R$ 59.680 num Doblò Adventure é muita coisa. Se ele tivesse airbag duplo e freios ABS, por exemplo, a situação seria um pouco melhor. Mas esses equipamentos são opcionais.
Não estou, de forma alguma, dizendo que o carro é ruim. Mas, por R$ 60.000, você pode comprar veículos com qualidade superior e mais equipados. A versão de entrada do Doblò, a 1.4, por exemplo, custa praticamente R$ 50.000, e não vem nem com ar-condicionado (opcional). Pelo preço cobrado, todas as versões de passageiros do modelo deveriam sair de fábrica com esse equipamento citado, além de banco traseiro bi-partido, predisposição para rádio e volante com regulagem de altura. O que mudou O Doblò 2010 é oferecido em seis versões, sendo quatro de passageiros e duas de carga. Uma das novidades para a nova linha é o sexto banco suplementar de série para as versões ELX, HLX e Adventure Locker, que permite a acomodação de até seis pessoas (podendo chegar a sete) e que pode ser rebatido caso se necessite de mais espaço para bagagens. O grande atrativo do Doblò continua sendo o generoso espaço interno, tento para os ocupantes, quanto para a bagagem (750 litros na versão para passageiros e 3.200 l no modelo de carga).
Para a nova linha “urbana” (veja as fotos mais abaixo no post), além dos preços salgados, a Fiat conseguiu deixar sua multivan menos feia. Na dianteira, o pára-choque, pára-lamas, a grade cromada e os faróis polielípticos de dupla parábola são novos. A traseira ganhou novas lanternas, mais bonitas (na medida do possível). Já a versão “aventureira” também teve seu visual inspirado no Fiat FCC, como já havia acontecido com o restante da família Adventure (Strada, Idea e Palio Weekend). O remodelado pára-choque dianteiro e as novas molduras nas caixas de roda conferem ao veículo um aspecto mais robusto. Os faróis polielípticos de dupla parábola têm máscara negra. Já os novos retrovisores, na cor do veículo, ganharam indicadores de seta incorporados (abaixo). Na traseira, além novas lanternas (escurecidas), a segurança do estepe aumentou com um novo recobrimento equipado com trava antifurto. Três novas cores metálicas complementam o estilo do novo Fiat Doblò para versões de passageiros: Azul Trinidad, Vermelho Magma e Verde Creta.
Por dentro Agora todas as colunas são revestidas e os novos painéis de portas trazem apóia-braço na traseira, oferecendo mais praticidade ao modelo. Os quadros de instrumentos também mudaram. Nas versões com motor 1.4, ele mostra todas as funções necessárias (velocímetro, conta-giros, marcador gradual de temperatura da água e do nível de combustível; e um display digital que exibe as informações do hodômetro, relógio, computador de bordo e My Car Fiat). Na versão HLX 1.8 o quadro fica mais completo, pois o display digital apresenta ainda o computador de bordo B e informações do rádio, que são acessadas pelo My Car Fiat. Para completar as novidades internas, o veículo ganhou luz de leitura traseira. No interior do Fiat Doblò Adventure Locker (acima), com tecidos de revestimentos exclusivos, há bússola e inclinômetros transversal e longitudinal - agora instalados na parte dianteira do teto -, e um painel de instrumentos exclusivo, com a inscrição “Adventure” e com serigrafia diferenciada. Além de todas as informações necessárias, ainda mostra a temperatura externa.
O motor 1.4 flex é o mesmo que equipa a família Palio e Punto, com 85 cv de potência e 12,4 kgfm de torque com gasolina e 86 cv e 12,5 kgfm com álcool. Segundo alguns colegas da imprensa, o desempenho do Doblò com esse motor foi surpreendente (na medida do possível). O outro propulsor disponível é o já conhecido 1.8 flex da GM Powertrain, que tem 112 cv e 17,8 kgfm com gasolina e 114 cv e 18,5 kgfm com álcool.
Testes com a motorização 1.9 16V flex do Linea chegaram a ser feitos, mas a falta de torquedo motor em rotações mais baixas (mesmo alterando o câmbio) e o peso do Doblò não justificaram a mudança (pelo menos até o momento). Quem sabe no futuro. Mas o mais provável é que a multivan receba o propulsor 1.6 16V flex da Tritec. EQUIPAMENTOS
Fiat Doblò 1.4 - R$ 48.950 A versão de entrada para passageiros vem equipada, de série, com direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, portas laterais corrediças, computador de bordo, Follow Me Home, brake light, Fiat Code de segunda geração, My Car Fiat, espelhos no para-sol motorista e passageiro, protetor de cárter, porta-objeto sob o teto, console central com porta-copo e bolsas porta-objeto nas portas dianteiras, porta-garrafa nas portas traseiras.
Opcionalmente, a versão pode ser equipada com ar-condicionado, banco traseiro bipartido, airbags dianteiros + freios com ABS, predisposição para rádio, rádio CD com MP3, volante com regulagem de altura e dois bancos suplementares. Fiat Doblò ELX 1.4 - R$ 52.540 A versão ELX tem todos os atributos e itens de série da 1.4, mais ar-condicionado e sexto banco suplementar. Entre seus itens opcionais constam apoia-braço para o motorista, banco traseiro bipartido, faróis de neblina, airbags dianteiros + freios com ABS, predisposição para rádio, rádio CD com MP3 ou rádio CD com MP3 e Bluetooth com entradas USB + iPod, espelhos retrovisores externos elétricos, rodas de liga-leve, telecomando de abertura e fechamento das portas, volante com regulagem de altura e sétimo banco suplementar. Fiat Doblò HLX 1.8 - R$ 54.670 Além do motor 1.8, a versão HLX traz todos os itens de série da versão ELX 1.4 e ainda telecomando de abertura e fechamento das portas, computador de bordo B, calotas exclusivas e tecidos de revestimento mais luxuosos. Seus opcionais são idênticos aos da versão ELX 1.4, com exceção do telecomando, de série nesta. Veja o interior do HLX abaixo. Fiat Doblò Adventure Locker - R$ 59.680 A versão "aventureira" é a top da gama e vem equipada de série com os mesmos itens da versão HLX além de bloqueio do diferencial (Locker), bússola e inclinômetros, faróis de neblina e de profundidade, suspensão elevada, estepe fixado na porta traseira com trava antifurto, rodas de liga-leve aro 15” exclusivas e pneus de uso misto 205/70 R15, retrovisores com indicador de seta, predisposição para rádio e uma variedade de detalhes de estilo exclusivos da família Adventure.
Seus itens opcionais são airbags dianteiros + freios com ABS, espelhos retrovisores externos elétricos, rádio CD com MP3 ou rádio CD com MP3 e Bluetooth com entradas USB + iPod, apoia-braço para o motorista, bancos em couro bicolor, banco traseiro bipartido e roda sobrassalente de liga-leve. Fiat Doblò Cargo 1.4 - R$ 39.680 A versão comercial traz, de série, apoios de cabeça com regulagem de altura, encosto do banco reclinável, console central, porta-objeto sobre o teto, Fiat Code de segunda geração, Follow Me Home, luz de cortesia na dianteira e no vão de carga, parede divisória em chapa, protetor de cárter, previsão para som, retrovisores externos com comando interno, tomada de 12V e vidros climatizados verdes, entre outros.
Os opcionais incluem direção hidráulica, airbags dianteiros + freios com ABS, ar-condicionado, brake light, rádio com MP3, faróis de neblina, desembaçador com ar quente, porta deslizante do lado do motorista e/ou do passageiro, portas traseiras com vidros, travas elétricas, vidro traseiro com desembaçador e limpador/lavador, vidros elétricos, volante com regulagem de altura e retrovisores externos elétricos.
Fiat Doblò Cargo 1.8 - R$ 43.320 Além do motor 1.8, essa versão traz todos os itens de série do Fiat Doblò 1.4, mais direção hidráulica. Os opcionais (menos a direção) são os mesmos.
Não sei se vai adiantar, mas a Nissan parece que levou em consideração a minha sugestão de agosto de 2009 e abaixou o preço da linha 2010 do Sentra. Além disso, ela deixou o sedã mais equipado e fez pequenas mudanças no visual. Vale lembrar que o motor 2.0 16V é flex. Será que isso vai ser o suficiente para o modelo melhorar as vendas?
A Nissan acha que sim. Com o "reforço" na linha 2010 do sedã, a marca espera que o volume de vendas atinja 800 unidades por mês, divididas nesse mix: 2.0 S com câmbio CVT (50% do total), seguida pela 2.0 (35%), 2.0 S (10%) e 2.0 SL (5%). Mas antes da minha resposta, vamos conhecer um pouco mais as alterações. Primeiramente, a redução média de R$ 1.160 foi muito bem-vinda. Veja mais abaixo os preços sugeridos e os equipamentos de série. Na parte visual, a mudança foi sutil, mas perceptível. Foi um verdadeiro face-lift. Mas o que realmente mais me chamou a atenção não foi a alteração de design do Sentra em si, mas sim o texto da assessoria de imprensa da Nissan, avaliando as mudanças. Confiram abaixo:
"Externamente o modelo teve faróis, grade e para-choque dianteiro redesenhados, realçando os belos traços do design inspirado, que reflete a linguagem atual da marca japonesa. Na frente, a grade abandonou o estilo colméia para adotar três filetes contínuos e ganhou um pequeno recorte na parte inferior, próximo ao para-choque, alinhado ao logotipo da Nissan. O novo design deixou a área ligeiramente mais estreita. Os faróis têm nova configuração interna e ganharam refletores de superfície complexa, lentes transparentes e lanternas indicadoras de direção integradas ao conjunto óptico. Mais anguloso, o para-choque redesenhado deu mais fluidez ao estilo. Seus vincos laterais na altura dos faróis de neblina ficaram mais pronunciados e a tomada de ar central cresceu. Na parte traseira, as lanternas tiveram o interior modificado também. O restante mantém o estilo introduzido na linha 2009, quando a área do porta-placa foi ampliada, os nomes "Sentra" e da versão ficaram em posição superior e foi introduzida a identificação do motor bicombustível com o logotipo 'FLEX FUEL'".
Um pouco exagerado, né? Mas isso faz parte da indústria. Se você quiser comparar o visual do Sentra 2010 com o Sentra 2009, clique aqui.
Por dentro, o modelo teve pequenas mudanças, com destaque para os novos equipamentos, como a chave inteligente presencial I-Key (mesmo do Livina, que permite o destravamento das portas e a partida no motor sem a necessidade de tirar a chave do bolso ou da bolsa, a uma distância de até 80 cm), acendimento automático dos faróis por sensor e novo sistema de áudio com entrada USB, para MP3 Player (iPod) e tela colorida de 4,3”.
Todas as versões do Sentra saem da fábrica em Aguascalientes no México com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, banco do motorista e volante com regulagem de altura, alarme, freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e airbag duplo frontal.
O motor 2.0 16V flex do Sentra desenvolve 143 cv de potência (a 5 200 rpm) e 20,3 kgfm de torque (a 4 800 rpm) com álcool e/ou gasolina. De acordo com a Nissan, o modelo equipado com câmbio manual de seis marchas precisa de 9,5s para ser acelerado de 0 a 100 km/h, contra 10s3 do Sentra CVT. Já a velocidade máxima alcançada é de 200 km/h e 184 km/h para o carro manual e para o automático, respectivamente. Finalizando, segundo a marca japonesa, o sedã tem média de consumo de 8 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com álcool, e 12 km/l na cidade e 16,8 km/l na estrada com gasolina. Confira os preços e as principais alterações do Sentra 2010:
Sentra 2.0 (câmbio manual 6 marchas): R$ 53.990 (R$ 1.300 mais barato) • Acabamento cromado na moldura de placa do porta-malas e nos frisos laterais • Acabamento interno na cor preta (console, portas, etc ) • Novo acabamento dos bancos em veludo • Nova grade dianteira • Novo design do para-choque dianteiro • Novo design das calotas das rodas de aço aro 16 • Nova iluminação do painel de instrumentos • Porta-moedas para motorista • Porta-objetos acima do rádio • Spots de leitura central traseiro • Novo desenho interno dos faróis, com refletores de superfície complexa, lentes transparentes e lanternas indicadoras de direção integradas ao conjunto ótico • Novo Rádio com CD Player e entrada auxiliar para MP3 Player/iPod e quatro alto-falantes • Lanterna traseira com interior modificado
Sentra 2.0 S (câmbio manual 6 marchas): R$ 58.990 (R$ 1.100 mais barato) Todos da 2.0 mais: • Novo design das rodas de liga leve aro 16 • Controle de áudio no volante • Costura na cor preta no acabamento do volante • Medidor de temperatura externa no mostrador central • Spots de leitura para o motorista e passageiros central dianteiro e traseiro • Novo rádio CD Player com MP3, função RDS, entrada auxiliar e cabo para iPod no console central e seis alto-falantes
Sentra 2.0 S (automático Xtronic CVT): R$ 63.990 (R$ 1.100 mais barato) Todos da 2.0 S mais: • Câmbio automático Xtronioc CVT
Sentra 2.0 SL (automático Xtronic CVT): R$ 71.990 (R$ 900 mais barato) Todos da 2.0 S mais: • Novo rádio com CD Player Rockford Fosgate com tela colorida 4,3", função MP3, função RDS, entrada auxiliar e entrada USB no console central, módulo amplificador, oito alto-falantes sendo dois subwoofers • Chave inteligente presencial (I-Key) • Acabamento do interior com cor preta predominante, inclusive portas e piso • Acendimento automático dos faróis (sensor crepuscular)
Agora respondendo à minha pergunta do início do post: As mudanças do Sentra foram muito bem-vindas e devem ser benéficas ao modelo. Além de ter ficado com o visual alinhado com o resto do mundo, ele ficou mais barato e ganhou novos equipamentos. O motor 2.0 16V, além de ser flex (uma das principais reclamações até a linha 2009), tem bom desempenho e média de consumo razoável (parece excelente pelos valores da Nissan).
Mas a minha resposta é: o Sentra tem tudo para vender um pouco mais e deve superar a média mensal de 511 carros de janeiro a outubro de 2009 (5.118 unidades ao todo). Não sei se a marca conseguirá atingir o objetivo de comercializar 800 carros por mês, mas o Sentra deve ganhar um pouco de fôlego.
A verdade é que o Sentra é um bom carro, mas ele enfrenta três problemas no Brasil. O primeiro é a falta de um visual mais marcante, ousado e moderno (quem sabe esse face-lift não ajuda na correção dessa questão). O segundo é a falta de divulgação e publicidade maciça do carro. Quem não conhece, não compra. O último problema é enfrentar carros amados pelos brasileiros (Civic e Corolla); um sedã que marcou gerações e que tem inúmeros adeptos (Vectra); carros que têm um enorme potencial (C4 Pallas e Focus Sedan - especialmente o Ford); e um outro carro que pode fazer mais pelo mercado (Linea). Megane e 307 Sedan são até interessantes, mas precisam de mudanças mais urgentes (principalmente o Peugeot).
Esse vídeo vi no blog Um pouco de tudo, feito pelo casal Pedro e Mariana. Realmente vale a pena assistir.
Em evento ocorrido no autódromo de Valência, na Espanha, a dupla de equipe da Ferrari para 2010, Fernando Alonso e Felipe Massa, passeia traquilamente pela pista numa bela Ferrari California, guiada por Luca di Montezemolo, o homem mais poderoso da marca italiana. Até que...
Mesmo sem lançar um novo produto, ou uma nova carroceria, a Chevrolet conseguiu dar uma boa movimentada no segmento de picapes compactas com o lançamento de duas novas versões da Montana, que foram anunciadas oficialmente hoje. Ambas são equipadas com motor 1.4 Econo.Flex, que, no veículo, desenvolve 99 cv de potência e 13,2 mkgf de torque com gasolina e 105 cv e 13,4 mkgf com álcool.
A estratégia da GM é aquecer as vendas dando mais opções para os consumidores que compram a picape na versão Conquest 1.4, responsável por 97% das vendas do modelo (a Sport 1.8 fica com o outros 3%). A Montana Arena vem equipada com ar-condicionado, direção hidráulica, "Santo Antônio", capota marítima, rodas de alumínio de 14", faróis de neblina, faixas laterais decorativas, adesivos na coluna lateral, brake-light, soleiras laterais na cor preta, barra de proteção no vidro traseiro, protetor de cárter, faróis com máscara negra e com regulagem de altura (item importante especialmente quando a picape está carregada).
Já a Montana Sport, que também pode ser encontrada com motor 1.8 Flexpower (112/114 cv), sái de fábrica com ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de alumínio de 15", capota marítima, faróis com máscara negra, alarme antifurto, vidros elétricos, trava elétrica, parachoques pintados na cor do veículo, vidro da janela traseira escurecido e corrediço, vidros verdes, barra de proteção no vidro traseiro, protetor de cárter, faróis de neblina e mostrador digital com as funções hora, calendário e temperatura externa. Com as duas novas versões, o abismo de R$ 17.281 que existia entre a Conquest 1.4 e Sport 1.8 foi dividido em três diferenças: R$ 5.985, R$ 3.700 e R$ 7.596. Com isso, a Montana fica bem mais competitiva no mercado. Ponto para Chevrolet, que deve incomodar a Fiat Strada e a nova Volkswagen Saveiro (que ainda não mostrou para que veio).
Vale citar ainda que a Montana Sport 1.8 vem equipada com os mesmos itens da Sport 1.4, além de ABS, airbag duplo e controle elétrico dos espelhos retrovisores. Confira os valores abaixo: Confira os preços sugeridos da linha Montana . Montana Conquest 1.4 Econo.Flex - R$ 29.102 . Montana Arena 1.4 Econo.Flex - R$ 35.087 . Montana Sport 1.4 Econo.Flex - 38.787 . Montana Sport 1.8 Flexpower - R$ 46.383
E veja a relação da Montana com as três principais concorrentes em 2009 (jan a out) . Fiat Strada: 73.053 unidades vendidas . Chevrolet Montana: 27.462 unidades . Volkswagen Saveiro: 23.516 unidades . Ford Courier: 6.903 unidades