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| Chevrolet/Divulgação |
Partindo de R$ 67.900 (LT) o Cruze está bem inserido entre
os concorrentes quanto a itens de série: controle eletrônico de tração (TC) e
de trajetória (ESC), rodas de alumínio de 17 pol e ar-condicionado digital que
detecta poluição. Versão de topo LTZ (R$ 78.900,00) oferece seis airbags,
central de mídia de 7 pol com navegador, câmbio automático de seis marchas com
seleção manual, entre outros. O fabricante subsidiou esse câmbio na versão de
entrada, pois oferece a opção por apenas R$ 2.000,00.
Oferece um interior aconchegante e moderno, ajudado pelo
acabamento em dois tons. Infelizmente perdeu o plástico de toque macio do
painel do Vectra. Banco do motorista firma bem o corpo, mas o encosto se regula
por alavanca. São bons o espaço atrás (2,685 m de entre-eixos) e porta-malas de
450 litros. O motor de 1.8 L, moderno e elástico, tem dois comandos variáveis,
16 válvulas, 144 cv e quase 19 kgf·m (etanol). Bem acertado de suspensões
(convencionais), agrada ao dirigir. Alguns ruídos surgem na parte traseira em
piso irregular e a costura do couro dos bancos deveria ser no capricho.
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| Nissan/Divulgação |
Porta-malas está na média dos concorrentes (265 litros).
Pontos altos são visibilidade, direção assistida eletricamente e diâmetro de
giro de apenas 9 m o que melhora a manobrabilidade. Preço de partida – R$
27.790,00 – surpreende por entregar airbag duplo de série, mas sem direção
assistida e calotas sujeitas a buracos pelo seu diâmetro. Sem opção de ABS,
neste primeiro catálogo, a decisão pelo airbag parece puro marketing. Versão
completa, R$ 33.390. Com motor 1,6 L/111
cv, de origem Nissan, os preços vão de R$ 35.890 a R$ 39.990.
Sem dúvida, a Nissan tem um produto para incomodar quem já
se estabeleceu no ramo há décadas. E sobre a mesma arquitetura do March
lançará, já em novembro, o sedã Versa com entre-eixos maior e preço também
competitivo. Não é pouca coisa.
RODA VIVA
DEMOROU a cair a
ficha, mas fabricantes se convenceram de que preço fechado das revisões é ponto
fundamental para competitividade. Daí o esforço da Nissan em oferecer preços
razoáveis, no novo March. Nada de visita semestral à concessionária. Trocas de
óleo, por exemplo, só a cada 12 meses ou 10.000 km. Até 60.000 km, gasto
previsto total é de R$ 1.774,00.
CRUZE está indo
muito bem no mercado americano, onde há inclusive versão Eco. Nesta, mudanças
são as de praxe: diminuição de peso e altura, pneus de baixo atrito de rolagem e
retoques aerodinâmicos. Surpreendentemente, 55% dos compradores pedem, na Eco,
caixas de câmbio manuais para maior economia de combustível. Nos EUA, 90% usam
câmbio automático.
MOTORES V6 flex
das picapes e SUVs da Mitsubishi, produzidas em Catalão (GO), deverão ser os
primeiros modelos a oferecer de série partida a frio elétrica, aposentando de
vez o reservatório auxiliar de gasolina. Até agora apenas uma versão do Polo, a
Bluemotion, com pacote de economia de combustível, mas de vendas simbólicas,
utiliza esse sistema de partida.
ARTISTA plástico
Adelson Carneiro quer colocar o Brasil no livro de recordes do Guinness,
construindo a maior maquete de tema automobilístico com veículos (escala 1/32)
em movimento. Interativa, ela terá sinais de trânsito, ambientes diurno e
noturno, vento, trovoada, neblina e até chuva fina. Área será de 1.000 m², possivelmente
montada na capital paulista.
PNEUS aquém da
pressão recomendada, que aumentam o consumo de combustível, são um problema
mundial. Bridgestone checou, em 38.000 automóveis de nove países europeus, e
conclui que nada menos de 71% dos motoristas dirigiam com pressão baixa nos pneus.
E mais: 12% dos inspecionados mostravam espessura de banda abaixo do limite
legal de 1,6 mm.



2 comentários:
Se o Cruze não baixar o preço, nem cosquinha irá fazer no lider inconteste Toyota Corolla.
Borracheiros idiotas são os primeiros que mandam baixar a pressão dos pneus dos carros para andar mais suave.
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